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Consumo de psicofármacos pelos alunos do ensino superior

Correia, Teresa; Nunes, Margarida; Marros, Suzana; Penas, Soraia
Fonte: UTAD/CIDESD Publicador: UTAD/CIDESD
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
POR
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Objectivos: Identificar o consumo de algumas substâncias pelos alunos de um Instituto Politécnico do Norte. Metodologia: Foram inquiridos 352 alunos das quatro escolas do Instituto Politécnico de Bragança. A informação foi recolhida através de um questionário estruturado constituído por questões relativas a informação pessoal e familiar, comportamentos, estilos de vida, nomeadamente consumo de bebidas alcoólicos, tabaco e psicofármacos. A recolha de dados foi elaborada por alunas do curso de Farmácia no mês de Março de 2010 nas instalações de cada escola. Foi obtida autorização para aplicação do instrumento de colheita de dados e o consentimento informado dos estudantes. Depois de inserida e codificada a informação, os dados foram analisados com recurso ao programa SPSS®. Resultados: Dos alunos inquiridos, a maioria (58,8%) considera o seu estado de saúde bom, no entanto, uma percentagem menor classifica a condição física como razoável (48,3%). A qualidade de sono é boa para 46,6% destes estudantes. Da população em análise 16,2% admite ter uma doença com a seguinte distribuição: 6 % do tipo respiratório, 1,4% afirma ser de foro neurológica, 1,4 % dermatológica, 1,1% gastrointestinal e 0,9 % cardiovascular e musculo-esquelética. Da lista de medicamentos apresentada...

Development and validation of an analytical methods for quantification of 15 non-tricyclic antidepressants in serum with UPLC-MS/MS

Resende, Sara Daniela Teixeira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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16.78%
Objectivo: Antidepressivos não-tricíclicos são frequentemente encontrados em casos de overdose, e para alguns, a monitorização terapêutica tem de ser garantida. Assim sendo, foi desenvolvido e validado um método com cromatografia líquida acoplada a espectrometria de massa sequencial para a quantificação de 15 antidepressivos não tricíclicos comuns em soro: citalopram, desmetilcitalopram, desmetilfluoxetina, desmetilvenlafaxina, duloxetina, fluoxetina, fluvoxamina, melitracene, mianserina, mirtazapina, paroxetina, reboxetina, sertralina, trazodone e venlafaxina. Os fármacos selecionados também contêm (nor) tramadol (adicionado devido à sua interferência com desmetilvenlafaxine) e todos os antidepressivos não tricíclicos disponíveis na Bélgica.Métodos: Amostras de soro (250 μL) foram precipitadas com metanol e acetonitrilo que contem 5 ng de cada padrão interno: mirtazapine-d4, paroxetine-d5, reboxetine-d6 e venlafaxine-d6. O sobrenadante foi evaporado a 56ºC sob um fluxo de nitrogénio e reconstituído em 100 μL de 50:50 metanol:água com 2 mM de acetato de amónio. 5 μL foram injectados e os analitos separados numa coluna 100 × 2.1 mm ACQUITY BEH C18 (Waters, Zelik, Bélgica), usando o sistema Waters ACQUITY Cromatografia Líquida de alta pressão. Os analitos foram eluídos em 7.5 min...

Avaliação técnica SPME/LC na análise de antidepressivos em amostra de plasma para fins de monitorização terapêutica; Evaluation of SPME/LC technique in the antidepressants analysis in plasma sample for ends of therapeutic monitoring

Silva, Bruno José Gonçalves da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/04/2007 PT
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As recentes técnicas miniaturizadas de preparo de amostra, microextração em fase sólida (SPME) e in tube SPME, apresentam uma série de vantagens em relação aos métodos clássicos de extração (extração líquido-líquido e extração em fase sólida), tais como: não requer instrumentação analítica sofisticada, utilização de pequenas quantidades de solventes orgânicos, rápido processo operacional, permite automação das análises, a reutilização das fases extratoras, e integra em um único sistema a extração, concentração e introdução da amostra no cromatográfico. Esta dissertação tem como objetivo a padronização, validação e comparação dos métodos SPME/LC-UV com dessorção off line e in tube SPME/LC-UV, para a análise dos antidepressivos da nova geração (mirtazapina, citalopram, paroxetina, duloxetina, fluoxetina e sertralina) em amostras de plasma para fins de monitorização terapêutica. As variáveis: fase extratora, pH da matriz, tempo e temperatura de extração e de dessorção e força iônica apresentaram grande influência na eficiência do processo SPME. O método SPME/LC-UV padronizado, apresentou limite de quantificação (LQ) de 25 a 50 ng mL-1, ampla faixa de linearidade (LQ ? 500 ng mL-1...

Avaliação da fase extratora polidimetilsiloxano/polipirrol nas análises de antidepressivos em amostras de plasma, através das técnicas: extração sortiva em barra de agitação e cromatografia líquida; Evaluation of the extraction polydimethylsiloxane/polypirrole phase in the antidepressants analysis in plasma samples through of the techniques: stir bar sorptive extraction and liquid chromatography

Melo, Lidervan de Paula
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/10/2007 PT
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16.78%
A monitorização terapêutica tem sido descrita como valioso recurso clínico, na individualização do regime de dosagem, de acordo com a concentração do fármaco e/ou de seus produtos de biotransformação, em amostras de plasma ou soro, coletadas com base no contexto clínico e nos princípios da farmacocinética. Em razão da complexidade dos fluidos biológicos e da baixa concentração dos fármacos nestas matrizes, a etapa de preparo de amostra, extração, pré-concentração dos analitos e eliminação dos interferentes, têm sido requerida para o desenvolvimento de métodos cromatográficos com alta sensibilidade e seletividade analítica. A extração sortiva em barra de agitação (SBSE), recente técnica de preparo de amostra, baseia-se no equilíbrio de sorção do analito entre as fases: extratora (polidimetilsiloxano) e amostra aquosa. A fase extratora PDMS é a única disponível no mercado, o que tem limitado a sensibilidade e a seletividade analítica da técnica SBSE. O uso de polipirrol (PPY) como fase extratora está relacionado às diferentes interações de seus grupos funcionais (hidrofóbica, -, com o grupo funcional polar, troca iônica, ácido-básica, dipolo-dipolo e dipolo induzido-dipolo.) com os analitos. Neste trabalho...

Desenvolvimento da fase extratora SPME de poli(pirrol) e avaliação das técnicas SPME/LC e SBSE/LC para análises de antidepressivos em amostras de plasma; Developmento of polypyrrole SPME extraction phase and evaluation of the SPME/LC and SBSE/LC techniques to antidepressants plasma samples analyses

Chaves, Andréa Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2008 PT
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A depressão em idosos é uma desordem persistente e recorrente, resultado do stress psicossocial ou efeito de doenças fisiológicas, que podem acarretar a desabilidade do indivíduo, aumento dos sintomas das doenças clínicas, na maior utilização dos serviços de saúde e altas taxas de suicídios.A monitorização terapêutica permite a ndividualização do regime de dosagem, assegurando a eficácia clínica e minimizando os efeitos adversos dos fármacos, prescritos na clínica. Os antidepressivos têm sido monitorados, pois, apresentam intervalos terapêuticos bem estabelecidos, ou seja, a maioria dos pacientes, que apresentam concentrações plasmáticas dentro deste intervalo fixo, tem as desordens psiquiátricas mantidas sob controle e efeitos adversos aceitáveis. Os antidepressivos tricíclicos (ADTs): imipramina, amitriptilina, nortriptilina e desipramina, embora eficazes e ainda muito utilizados, apresentam efeitos adversos, não desejáveis. Os antidepressivos, inibidores seletivos da recaptação de serotonina (SSRIs): citalopram, fluoxetina, paroxetina e sertralina, apresentam eficácia clínica comparável aos clássicos ADTs, mas destituídos dos efeitos adversos associados aos mesmos. Os métodos convencionais...

Desenvolvimento e validação de análise de duloxetina em plasma humano, simultânea a outros antidepressivos, por cromatografia líquida de alta eficiência; Development and validation of analysis of duloxetine in human plasma, simultaneous with other antidepressants, by high performance liquid chromatography.

Silva, William Kleber da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/11/2014 PT
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28.26%
Atualmente, a quantidade de pacientes que são diagnosticados com alguma forma de depressão, entre elas, o transtorno depressivo maior, aumenta consideravelmente, quer seja em razão de diagnósticos mais precisos ou pela própria epidemiologia da doença. Acresça-se o fato de que muitos pacientes, apesar da quantidade de tipos de antidepressivos atualmente disponíveis para a terapêutica, são refratários ao tratamento prescrito, em razão dos efeitos adversos apresentados, ou de seus efeitos tóxicos, ou ainda por simplesmente não se observar melhora com a prescrição seguida. Portanto, novos tratamentos farmacológicos são disponibilizados, e entre eles, a duloxetina, um duplo inibidor de recaptação de serotonina e norepinefrina. Para auxiliar na máxima eficácia em sua utilização, esse trabalho apresenta metodologia em HPLC para determinação simultânea de sete antidepressivos, tricíclicos e não tricíclicos, moclobemida, venlafaxina, citalopram, agomelatina, duloxetina, amitriptilina e sertralina, em plasma humano, para posteriormente ser aplicada na monitorização de pacientes depressivos. O simples e preciso método de preparo da amostra consiste na extração líquido-líquido, com recuperação entre 73% a 86% (exceto para moclobemida...

Monitorização terapêutica da agomelatina, sertralina e venlafaxina; Therapeutic monitoring of agomelatine, sertraline and venlafaxine

Moura, Bruna Cordeiro Santos de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2014 PT
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28.01%
Atualmente, a quantidade de pacientes que são diagnosticados com alguma forma de depressão, entre elas, o transtorno depressivo maior, aumenta consideravelmente, quer seja em razão de diagnósticos mais precisos ou pela própria epidemiologia da doença. Acresça-se o fato de que muitos pacientes, apesar da quantidade de tipos de antidepressivos atualmente disponíveis para a terapêutica, são refratários ao tratamento prescrito, em razão dos efeitos adversos apresentados ou ainda em razão de simplesmente não se observar melhora com a prescrição. Em razão disso, novos tratamentos farmacológicos são disponibilizados. Para auxiliar na máxima eficácia em sua utilização, esse trabalho propôs o desenvolvimento de metodologia analítica para a determinação simultânea de antidepressivos tricíclicos e não tricíclicos, a saber: moclobemida, venlafaxina, citalopram, agomelatina, duloxetina, amitriptilina e sertralina em plasma humano por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC), para posteriormente ser aplicada na monitorização de pacientes depressivos. O método consistiu na extração líquido-líquido com recuperação entre 73% a 86%, exceto para a moclobemida (55%). A separação foi obtida usando uma coluna em fase reversa LiChrospher® 60 RP-select B em LichroCART 250mm x 4mm...

Análise quantitativa de duloxetina e 1-naftol por cromatografia eletrocinética micelar

Wingert, Nathalie Ribeiro
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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37.8%
A duloxetina (DLX) é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina e noradrenalina, usualmente utilizado no tratamento do transtorno depressivo maior. 1-Naftol (NPH) é uma impureza tóxica produzida quando o fármaco é exposto ao meio ácido e também procedente do material de síntese da DLX. Um método indicativo de estabilidade foi desenvolvido e validado por cromatografia eletrocinética micelar para determinação simultânea de DLX e NPH, utilizando cimetidina como padrão interno. As análises foram feitas em capilar de sílica fundida (40 cm comprimento efetivo). Os melhores resultados foram encontrados com um eletrólito composto por Tris e SDS, pH ajustado em 10,6, temperatura do capilar de 25 °C e voltagem aplicada de 25 kV. As amostras injetadas por força hidrodinâmica de 50 mbar durante 5 s, as detecções foram realizada por detector de fotodiodo ajustado em 231 nm. O método demonstrou-se linear, com r=0.9999 para DLX e NPH. A seletividade do método foi determinada pela análise do placebo da DLX e de sua exposição a meios de degradação. Nenhuma interferência foi verificada. O método proposto foi desenvolvido e validado com sucesso para a análise quantitativa de DLX e NPH, sendo sensível, preciso...

Estudo do mecanismo de ação e do efeito neuroprotetor de compostos antidepressivos (duloxetina, escitalopram)

Zomkowski, Andréa Dias Elpo
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 162 p.| il., grafs., tabs.
POR
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28.63%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-graduação em Bioquímica; Os transtornos de humor são doenças comuns, severas, crônicas e muitas vezes, ameaçadoras de vida. A depressão é uma doença heterogenia com manifestações fisiológicas, comportamentais e psicológicas. Os sistemas de neurotransmissores que têm recebido maior atenção nos estudos da neurobiologia da depressão são os sistemas monoaminérgicos, outros sistemas neuronais e processos bioquímicos, como o estresse oxidativo, a neurogênese e a morte celular, podem estar envolvidos na patogênese da depressão. O escitalopram é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS) e a duloxetina é um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), ambos usados no tratamento da depressão. Este estudo investigou o efeito antidepressivo do escitalopram e da duloxetina no teste do nado forçado (TNF) e no teste da suspensão da cauda (TSC) em camundongos e o seu mecanismo de ação. O escitalopram nas doses de 0,1-10 mg/kg, i.p. e a duloxetina nas doses de 1-30 mg/kg, i.p., causaram uma redução no tempo de imobilidade no TNF e no TSC, sem alterar a atividade locomotora no campo aberto. A administração oral de escitalopram (0...

Estudo do efeito neuroprotetor da duloxetina

Engel, Daiane Fátima
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 102 p.| il., grafs., tabs.
POR
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28.45%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2013.; Alguns dos fatores envolvidos na patogênese da depressão são: níveis reduzidos de neurotrofinas, aumento do estresse oxidativo e morte de células neuronais; que levam a alterações estruturais no sistema límbico. O objetivo deste estudo foi investigar o mecanismo neuroprotetor do antidepressivo duloxetina, in vivo e in vitro. Inicialmente, foi avaliado o efeito da administração crônica (21 dias) de duloxetina (10mg/kg v.o.) sobre a expressão gênica de neurotrofinas e de proteínas apoptóticas, no córtex e no hipocampo de camundongos. A duloxetina aumentou o RNAm de BDNF e FGF-2 no córtex e no hipocampo; e de NT-3, Bcl-2 e Bcl-xL no córtex. Mais importante, o tratamento com duloxetina reduziu a expressão gênica das proteínas pró-apoptóticas Bax e p53 no hipocampo e de Bad no córtex. A duloxetina (2 ?M) reduziu o estresse oxidativo (níveis de espécies reativas de oxigênio [ROS]) em células de neuroblastoma humano (SH-SY5Y) e preveniu da morte celular induzida pela rotenona. O efeito da duloxetina em reduzir os níveis de ROS e a morte celular foi prevenido pelo LY294002...

Duloxetina no tratamento da dor lombar inflamatória crônica em pacientes portadores de espondilite anquilosante: relato de casos

Azevedo,Valderilio Feijó; Serrato,Varlei; Grande,Marco Aurélio Azevedo
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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28.01%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A espondilite anquilosante (EA) é uma doença inflamatória crônica de etiologia autoimune, cujo principal sintoma é a lombalgia crônica de caráter inflamatório, cujo tratamento e complicações representam um encargo considerável para a sociedade. Novas opções terapêuticas têm sido buscadas para o tratamento da dor lombar inflamatória refratária nos pacientes com EA. O objetivo foi apresentar dois pacientes portadores de EA com dor lombar refratária ao uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINES), que apresentaram importante melhora clínica com a duloxetina. RELATO DOS CASOS: Dois pacientes do sexo masculino com EA e dor lombar crônica inflamatória refratária ao uso de AINES, que usaram duloxetina (60 mg/dia) e apresentaram melhora clínica importante do quadro doloroso. CONCLUSÃO: A duloxetina se mostrou eficaz para a redução da intensidade da dor lombar crônica inflamatória em pacientes portadores de EA.

Genotoxicidade humana e f?rmacos antidepressivos: avalia??o da duloxetina em culturas de linf?citos

ARA?JO, Daniella Bastos de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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38.4%
F?rmacos antidepressivos s?o largamente utilizados no tratamento sintom?tico do transtorno depressivo. In?meras pesquisas atuais sobre a depress?o v?m contribuindo para o avan?o da terapia farmacol?gica e para o surgimento de novos f?rmacos antidepressivos. Diretrizes atuais para testes de genotoxicidade de novos medicamentos sugerem a importante utilidade de ensaios que detectem danos ao DNA, ou seja, testes para avaliar a indu??o de quebras no DNA. Entretanto, o n?mero escasso de dados sobre a genotoxicidade de f?rmacos faz com que seja reduzido o n?mero de f?rmacos que realmente podem ser usados em seguran?a. Portanto, ? de extrema import?ncia estudos sobre a avalia??o genotoxicol?gica de f?rmacos, principalmente, drogas utilizadas por um longo per?odo de tempo como ? o caso dos antidepressivos. A duloxetina ? um antidepressivo novo, pertencente ? classe dos inibidores seletivos da recapta??o de serotonina e noradrenalina (ISRSN), utilizada no tratamento sintom?tico da depress?o. Apesar da exist?ncia de trabalhos demonstrando que alguns f?rmacos antidepressivos s?o genot?xicos, n?o existe at? hoje nenhum estudo sobre a poss?vel genotoxicidade da duloxetina em c?lulas de origem humana. Assim, o presente estudo tem como objetivo explorar o poss?vel potencial genot?xico in vitro da duloxetina em culturas prim?rias de linf?citos humanos atrav?s das t?cnicas de detec??o de aberra??es cromoss?micas e micron?cleos. Culturas prim?rias de linf?citos sangu?neos de volunt?rios sadios foram expostas a diferentes concentra??es de duloxetina (10-150 ng/ml) e ciclofosfamida (6 ?g/ml) como controle positivo. Aberra??es cromoss?micas estruturais...

Avalia??o pr?-cl?nica da duloxetina em modelo de convuls?o: an?lise comportamental, eletroencefalogr?fica e influ?ncia no estresse oxidativo

COELHO, Danielle Santana
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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38.5%
O transtorno epil?ptico apresenta alta preval?ncia e severidade. Al?m da gravidade da epilepsia per se, este dist?rbio pode ser acompanhado de v?rias comorbidades, sendo a depress?o a principal comorbidade psiqui?trica. Os mecanismos envolvidos na rela??o epilepsia/depress?o ainda n?o est?o bem esclarecidos, e sabe-se que o tratamento de ambos os dist?rbios pode ser problem?tico, j? que alguns anticonvulsivantes podem causar ou aumentar sintomas depressivos, enquanto alguns antidepressivos parecem aumentar a susceptibilidade a convuls?es. Por outro lado, estudos t?m demonstrado que alguns antidepressivos, al?m de seguros, tamb?m possuem atividade anticonvulsivante como a venlafaxina, um inibidor da recapta??o de serotonina e noradrenalina (IRSN). Considerando que a duloxetina, outro IRSN, apresenta uma inibi??o mais potente sobre transportados monoamin?rgicos e que n?o existe nada na literatura a respeito de sua influ?ncia sobre convuls?es apesar de que est? sendo aplicado atualmente na cl?nica, o objetivo do nosso estudo ? verificar o poss?vel efeito anticonvulsivante da duloxetina atrav?s do modelo de convuls?es induzidas pelo pentilenotetrazol (PTZ) em camundongos. Para tal, camundongos foram pr?-tratados com duloxetina (10, 20...

High-performance liquid chromatography method for the quantification of duloxetine in rat plasma

Lakshmana Prabu, S.; Shahnawaz, S.; Karthik, A.; Dinesh Kumar, C.; Vasantharaju, S.G.
Fonte: Universidad de Granada, Facultad de Farmacia Publicador: Universidad de Granada, Facultad de Farmacia
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG; SPA
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27.8%
A sensitive and selective HPLC method was developed for quantifi cation of duloxetine, in rat plasma. Trifluoperazine was used as an internal standard (IS). The present method used protein precipitation for extraction of the drug from rat plasma. Separation and quantification was carried using in isocratic mode using 25 mM phosphate buffer (pH 3.0)/acetonitrile (60:40, % v/v) as mobile phase and on reverse-phase C18 phenyl column (250 mm x 4.6 mm, 5??) and the column effluent was monitored by UV detector at 217 nm. This method was linear over the range of 44 - 2816.00 ng/ml with regression coefficient greater than 0.99. The mean recovery of duloxetine and IS were 82.33 ?? 2.10 and 75.37 ?? 1.07, respectively and the method was found to be precise, accurate and specific during the study. This validated method is sensitive and reproducible and it can be used for pharmacokinetic studies.; Se desarroll?? un m??todo HPLC selectivo y sensible para la cuantifi caci??n de duloxetina en plasma de ratas. Se utiliz?? trifluoperacina como est??ndar interno (IS). El presente m??todo utiliz?? la precipitaci??n de prote??nas para la extracci??n del f??rmaco del plasma de las ratas. La separaci??n y cuantificaci??n se realizaron en modo isocr??tico utilizando como fase m??vil tamp??n fosfato de 25 mM (pH 3...

Análisis farmacoterapéutico del uso de duloxetina como coadyuvante del dolor en pacientes ambulatorios con dolor neuropático, del Hospital Clínico Mutual de Seguridad.

Castillo Millán, Grace Andrea
Fonte: Universidad Andrés Bello Publicador: Universidad Andrés Bello
Tipo: Tesis
ES
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28.01%
Tesis (Químico Farmacéutico); Dolor neuropático es una afección neurológica que aparece como consecuencia de alteraciones del sistema nervioso, tanto periférico como central. Los tratamientos para el síndrome de dolor neuropático siguen siendo una fuente de frustración para los pacientes y los especialistas en el dolor ya que muy pocos tratamientos han demostrado ser eficaces. Gran parte de los tratamientos que se ofrecen actualmente a los pacientes se basan en la experiencia clínica del médico y en tratamientos empíricos. Duloxetina es un fármaco utilizado en psiquiatría como antidepresivo y del cual existen algunos estudios preliminares que han demostrado su utilidad en el manejo del dolor neuropático. En el Hospital Clínico Mutual de Seguridad se utiliza como tratamiento estándar para el dolor neuropático la pregabalina. Objetivo principal: Determinar la efectividad de duloxetina adicionada al tratamiento estándar con pregabalina en la disminución del dolor neuropático en pacientes ambulatorios del Hospital c1úiico Mutual de Seguridad (CChC). Método: Este es un estudio observacional retrospectivo en el cual se evaluó la efectividad de duloxetina como coadyuvante del dolor en pacientes con dolor neuropático. Se realizó una revisión de fichas clínicas utilizando el sistema Medisyn. Se obtuvo información del diagnóstico médico del paciente y los fármacos prescritos. Se utilizó como instrumento de cuantificación del dolor la escala visual análoga (BVA)...

New Generation Antidepressants in Painful Diabetic Neuropathy; Antidepresivos de nueva generación en neuropatía diabética dolorosa; Antidepressivos de nova geração na neuropatia diabética dolorosa

Gutiérrez-Álvarez, Ángela M.; Moreno, Carlos B.
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 27/05/2011 SPA
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17.45%
The incidence of diabetic neuropathy increases with the duration of diabetes and the degree of hyperglycaemia. Pain is one of the most common and incapacitating symptoms of diabetic neuropathy and its pharmacological control is complex. The effectiveness of antidepressive agents has been described in different types of neuropathic pain, but their effectiveness, when used as analgesics in painful diabetic neuropathy, still remains controversial. Objective: To review the possible role of new-generation antidepressive agents in the treatment of pain in diabetic peripheral neuropathy. This work has thus consisted of a meta-analysis for determining which antidepressive agent had the best analgesic potential in managing pain in patients suffering from painful diabetic neuropathy. Methods: This search covered the Cochrane, MEDLINE, EMBASE and LILACS databases, between January 2000 and August 2007. The following information was obtained from each article: criteria for diagnosing diabetic neuropathy, patients' age average, antidepressant drug received and dose, sample size, duration of the disease and treatment follow-up, outcome measurement, evaluation of pain and rescue medication. Results: A combined RR: 1.67 (95% CI 1.38 - 2.02) was obtained; this result indicated that the antidepressive agent duloxetine...

Duloxetina y otros antidepresivos tricíclicos: efectos farmacodinámicos en el tracto urinario inferior

Vela Navarrete,R.; Pérez Martínez,F.C.; Cabrera Pérez,J.; Ramírez Pérez del Yerro,M.; González Enguita,C.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2003 SPA
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37.8%
INTRODUCCIÓN: Durante años la farmacología de la dinámica miccional ha estado presidida por el protagonismo del sistema nervioso autónomo y sus componentes simpático y parasimpático. Recientes investigaciones advierten de una mayor complejidad de la dinámica miccional, atribuyendo un papel más relevante al sistema nervioso central (SNC), al esfínter estriado y al arco aferente, ofreciendo nuevas opciones farmacológicas entre las que hay que destacar a los Antidepresivos Tricíclicos (A.T.), motivo de esta revisión de conjunto. MATERIAL Y MÉTODOS: A partir del trabajo de la Primera Consulta sobre Incontinencia (Montecarlo, 1999), se han revisado las publicaciones anteriores y posteriores sobre los A.T. tanto experimentales (estudios isométricos e "in vivo") como clínicas, indagando sobre evidencias farmacológicas, mecanismo de acción, tolerancia y otros efectos. RESULTADOS: Sólo un grupo reducido de A.T. ha sido sometido a estudios urodinámicos y empleados en clínica. Los recientes trabajos sobre Duloxetina han despertado un interés especial por su potencial farmacológico. Simultáneamente se ha producido un cambio notable en la interpretación fisiológica de la dinámica miccional de singular trascendencia. CONCLUSIONES: Nuevos conocimientos sobre el control periférico y central de la dinámica continencia-micción ofrecen respaldo a innovadoras estrategias farmacológicas entre las que destacan los A.T....

Nuevas perspectivas en el tratamiento del dolor neuropático: duloxetina

Pérez-Cajaraville,J.; Gil-Aldea,I.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2006 SPA
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38.01%
Duloxetina es un nuevo fármaco antidepresivo, que inhibe selectivamente la recaptación de serotonina y de noradrenalina aporta una nueva perspectiva en el tratamiento del dolor neuropático. Se absorbe de manera adecuada tras la administración oral. Se elimina fundamentalmente mediante metabolismo hepático mediado por las isoenzimas del citocromo P450, CYP1A2 y el CYP2D6. La mayoría de los efectos adversos que produce como náuseas, sequedad de boca y estreñimiento son intensidad de leve a moderada, y por lo general desaparecen con la continuación del tratamiento. Actualmente, duloxetina está indicado en el tratamiento de la depresión mayor y del dolor neuropático diabético. Más recientemente ha sido aprobado su empleo para el tratamiento en mujeres de la incontinencia urinaria de esfuerzo moderada a grave. Además su eficacia en otras patologías como la fibromialgia continúa siendo estudiada en diversos ensayos clínicos.

Efectos de duloxetina y amitriptilina en el dolor neuropático: estudio en 180 casos

Cánovas,L.; Illodo,G.; Castro,M.; Mouriz,L.; Vázquez-Martínez,A.; Centeno,J.; Calvo,T.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2007 SPA
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Objetivo. Valoración de la eficacia analgésica y la tolerancia de duloxetina frente a amitriptilina en el tratamiento del dolor neuropático. Material y Método. Estudio prospectivo en 180 pacientes durante un periodo de 3 meses. Se excluyeron del estudio los pacientes con depresión y ansiedad. Se dividieron, aleatoriamente, en 3 grupos: Grupo A (recibieron 30 mg de duloxetina con la cena, con incremento a los 3 días a 60 mg, y posteriores incrementos semanales de 30 mg hasta alivio del dolor); Grupo B (recibieron 60 mg de duloxetina con la cena, con incrementos semanales de 30 mg hasta alivio del dolor); Grupo C (recibieron 10 mg de amitriptilina los >60 años y 25 mg los menores, con la cena, con incrementos semanales de 25 mg hasta alivio del dolor). Se valoraron: 1. Edad; 2. Diagnóstico; 3. Duración e intensidad del dolor (EVA); 4. Eficacia analgésica (EVA); 5. Tiempo de alivio del dolor; 6. Dosis media analgésica; 7. Efectos indeseable: incidencia, duración e intensidad; 8. Satisfacción del paciente. Los pacientes fueron evaluados a la semana, 15 días, mes y 3 meses de comenzar el tratamiento. Se utilizaron la t de Student para la comparación de medias y una prueba binomial simple para la comparación de proporciones. Resultados. La edad de los pacientes se encontraba...

Eficacia analgésica de la asociación duloxetina más pregabalina en el dolor neuropático: experiencia en 60 casos

Cánovas Martínez,L.; Gómez Gutiérrez,I.; Castro Bande,M.; Peralta Espinosa,E.; Prieto Gutiérrez,J.M.; Segado Jiménez,I.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2009 SPA
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Objetivo: Duloxetina y pregabalina han demostrado su eficacia por separado, y cuentan con la aprobación de la Food and Drug Administration para el tratamiento de determinados tipos de dolor neuropático. Nuestro objetivo fue valorar si la asociación de ambos puede mejorar su eficacia analgésica y el impacto de esta asociación en la calidad de vida del paciente. Material y métodos: Se estudiaron 60 pacientes con dolor neuropático severo (escala visual analógica [EVA] > 6) durante un período de 3 meses. Se distribuyeron aleatoriamente en 3 grupos (n = 20): grupo A (duloxetina 30 mg/24 h los primeros 3 días y luego 60 mg/24 h en medio del desayuno, con incrementos progresivos de 30 mg/3 días hasta alivio del dolor); grupo B (pregabalina 75 mg/noche los primeros 3 días, con incrementos de 75 mg/3 días hasta alivio del dolor; pautado/12h), y grupo C (A+B). Las variables estudiadas fueron: edad; sexo; diagnóstico; EVA; componente lancinante, sordo y alodinia (EVA); dosis necesaria para alivio del dolor > 50%; impresión clínica de mejoría del paciente y del sueño (0-3; 0: nula, 1: leve, 2: moderada y 3: importante), y efectos indeseables. Los pacientes fueron evaluados semanalmente el primer mes, cada 15 días el segundo mes y luego mensualmente. Resultados: No se encontraron diferencias significativas en edad y diagnóstico según el grupo...