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Dor crónica, vinculação e acontecimentos de vida stressantes

Oliveira, Cristina Mendoza
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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66.82%
Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Psicologia, ramo de Psicologia Clínica e da Saúde; O presente trabalho de investigação tem como principal objectivo analisar se existe relação entre a dor crónica (severidade, interferência e duração), vinculação (dimensões/estilos de vinculação) e acontecimentos de vida stressantes (stress total, distress e eustress). Para a sua concretização, definiram-se três objectivos específicos: analisar se existe relação entre stress e dor crónica na amostra total e em cada um dos sexos; analisar se existe relação entre as dimensões da vinculação e dor crónica, na amostra total e em cada um dos sexo e verificar se existem diferenças entre os estilos de vinculação e a dor crónica, na amostra total e em cada um dos sexos. A relação entre a dor crónica, vinculação e acontecimentos de vida stressantes foi estuda em função de variáveis sociodemográficas (sexo; idade; estado civil; situação profissional e zona de residência) e clinicas (existência de doença crónica; duração da dor; relação entre acontecimentos de vida marcantes e inicio dos sintomas da dor crónica). Foi administrado um protocolo que contempla 3 instrumentos adaptados à população portuguesa: Escala de Vinculação do Adulto...

Preditores biopsicossociais de dor, incapacidade e depressão em pacientes brasileiros com dor crônica; Psychosocial predictors of pain, incapacity and depression in Brazilian chronic pain patients

Sardá Júnior, Jamir João; Nicholas, Michael Keneth; Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos; Asghari, Ali
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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76.72%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Esta pesquisa foi baseada na perspectiva biopsicossocial de dor crônica, que sugere a existência de interrelação dinâmica entre alterações biológicas, estado psicológico e contexto social, onde cada uma destas dimensões apresenta um papel diferenciado na dor crônica, incapacidade e ajuste emocional. Este estudo examinou a aplicabilidade de preditores de dor, incapacidade e sofrimento propostos pelos modelos biopsicossociais de dor em amostra de pacientes brasileiros com dor crônica. MÉTODO: Estudo de corte transversal realizado com amostra de conveniência de 311 participantes atendidos em diversos centros de dor localizados no Sul e Sudeste do Brasil. As análises estatísticas para examinar as propriedades dos testes e relações entre as variáveis incluíram teste t, Análise de Variância, correlações, regressão hierárquica múltipla e logística. Todas as análises estatísticas foram realizadas com o programa SPSS-14. RESULTADOS: Os fatores orgânicos, sócio-demográficos e cognitivos contribuíram para incapacidade, depressão, intensidade da dor e empregabilidade de forma diferenciada. Nessa amostra, grau de escolaridade, local da dor e autoeficácia contribuíram para incapacidade; pensamentos catastróficos foram o único preditor de depressão; gênero e autoeficácia contribuíram para a intensidade da dor; e idade...

Cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo, Moçambique; Headache in chronic pain patients interviewed by the Pain Unit, Central Hospital of Maputo, Mozambique

Ferreira, Karen dos Santos; Schwalbach, Maria Teresa; Schwalbach, João; Speciali, José Geraldo
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
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76.79%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Nos últimos anos, a abordagem da dor crônica em Maputo, capital de Moçambique, ganhou espaço, com a construção da Unidade de Dor do Hospital Central. No continente africano existem poucos estudos epidemiológicos sobre dor crônica. Em Moçambique, nenhum estudo prévio foi publicado. O objetivo deste estudo foi descrever e analisar as características da cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados no referido hospital. MÉTODO: Participantes com dor crônica de acordo com critérios da International Association for the Study of Pain (IASP), maiores de 18 anos, fluentes em português foram incluídos. Dados demográficos, características da dor crônica e presença de cefaleia foram investigados. RESULTADOS: Cento e dezoito pacientes foram avaliados. Destes, 79 (66,9%) eram mulheres e 39 (33,1%) eram homens, com média de idade de 52,4 anos. Presença de cefaleia foi frequente entre estes pacientes (53/ 44,9%) embora esta não fosse necessariamente sua dor principal. Cefaleia foi o principal segundo sítio de dor. Migrânea foi diagnóstico em 14 (11,9%) pacientes, cefaleia tensional em 28 (23,8%), cefaleia cervicogênica em 9 (7,6%). CONCLUSÃO: Os dados revelam que nos pacientes com dor crônica na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo há prevalência de cefaleias semelhante àquela descrita na população em geral por outros estudos.

Dor crônica refratária de tornozelo controlada com radiofrequência pulsada: relato de caso; Refractory chronic ankle pain controlled with pulsed radiofrequency: case report

Pelloso, Lia Rachel Chaves do Amaral; Freire, George Miguel Góes; Ashmawi, Hazem Adel
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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76.62%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A radiofrequência (RF) é uma corrente alternada com frequência de oscilação de 500.000 Hz, que tem sido usada com sucesso no tratamento de algumas morbidades que cursam com dor crônica. O objetivo deste relato de caso foi mostrar o uso bem sucedido da RF pulsátil do nervo sural para o tratamento de dor crônica no tornozelo. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 60 anos, que há 5 anos apresentava dor em tornozelo direito, refratária ao tratamento com opioides, anti-inflamatório não esteroides (AINES), dipirona, antidepressivos e anticonvulsivantes, fisioterapia, infiltrações localizadas, acupuntura e palmilha. A paciente foi submetida a aplicação de RF pulsátil de nervo sural direito. O local da inserção da agulha foi na linha entre o tendão de Aquiles e maléolo lateral, região inicial de tendão de Aquiles e final dos músculos sóleo e gastrocnêmio. A estimulação sensitiva para identificação do nervo sural foi com 0,5 volts e 50 Hz. A corrente pulsátil foi aplicada durante 140 segundos com 45 volts com temperatura de até 42º C. Foram realizadas duas aplicações, ocorrendo melhora de cerca de 80% da dor, permitindo que a paciente pudesse deambular ou permanecer em pé, sem maiores dificuldades. CONCLUSÃO: A RF pulsátil do nervo sural pode ser uma opção para o controle das dores crônicas em tornozelo.

Dor crônica em pacientes esquizofrênicos: prevalência e características; Chronic pain in schizophrenics patients: prevalence and characteristics

Almeida, Jouce Gabriela de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/05/2009 PT
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66.81%
A prevalência de dor crônica entre pacientes com transtornos psiquiátricos é, possivelmente, no mínimo igual à da população geral; no entanto, são poucos os estudos na área. Objetivos: Avaliar a prevalência e as características da dor crônica em pacientes com esquizofrenia e comparar a qualidade de vida dos pacientes com e sem dor crônica. Método: Estudo transversal que envolveu uma amostra probabilística de 205 pacientes adultos, com diagnóstico de esquizofrenia (idade média 37 anos; 65% homens; média de anos de escolaridade 9 anos; 87% sem companheiro(a); 65% residiam com os pais; como ocupação principal, 25% eram trabalhadores dos serviços), atendidos em um ambulatório de hospital público do município de São Paulo, Brasil. Os pacientes foram entrevistados por meio de dois instrumentos caracterização da população e da dor e a Escala de Qualidade de Vida WHOQOL-bref. Resultados: A prevalência de dor em pacientes esquizofrênicos foi de 36,6% (75 pacientes). A dor foi mais presente no abdômen (30,7%), seguida da cabeça, face e boca (24%) e região lombar, sacra e cóccix (14,7%). Com relação à freqüência, 24% dos entrevistados referiram ter dor todos os dias, com duração entre 1 a 6 horas, 33...

Avaliação e mensuração da dor crônica isquêmica e da qualidade de vida; Evaluation and measurement of chronic ischemic pain and quality of life.

Pedrosa, Débora Fernanda Amaral
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/08/2009 PT
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66.81%
O objetivo geral desse estudo foi avaliar a dor crônica isquêmica percebida e a qualidade de vida do cliente relacionada a essa dor. Os objetivos específicos foram: descrever o perfil sócio-demográfico e econômico dos clientes com dor crônica isquêmica, mensurar a intensidade da dor crônica isquêmica percebida, identificar os descritores de maior e menor atribuição para a dor crônica isquêmica, escalonar os principais descritores de dor crônica isquêmica e avaliar a qualidade de vida dos clientes que queixam de dor crônica isquêmica. Para tal, foram realizados 4 Experimentos, nos quais utilizamos métodos psicofísicos diferentes. Cem clientes portadores de Doença Arterial Obstrutiva Periférica destes participaram dos Experimentos 1, 2 e 4 e trinta do Experimento 3. Os resultados para análise descritiva foram: média de idade de 64,83 ± 12,14 anos, 67 pertencem ao gênero masculino, 54 casados, 63 aposentados, 79 católicos, 58 frequentaram o ensino fundamental incompleto, sendo que 89 queixavam-se de dor há mais de seis meses. A maioria dos participantes atribuiu o valor 10 para a intensidade da dor, sendo média aritmética de 5,59 ± 3,16 pontos. Os cinco descritores de maior atribuição (estimação de categorias) que caracterizam a dor crônica foram: desagradável...

Avaliação de dor crônica pós-cesariana. Influência da técnica anestésico-cirúrgica e da analgesia pós-operatória; Chronic pain after cesarean delivery. Influence of anesthetics, surgical techniques and postoperative analgesia

Cançado, Thais Orrico de Brito
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/03/2013 PT
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66.82%
INTRODUÇÃO: O Brasil ocupa o primeiro lugar entre os países com maiores taxas de cesariana no mundo. Pouco se sabe a respeito das consequências futuras deste procedimento, sobre a saúde materna. Este estudo investigou a influência da técnica anestésico-cirúrgica e analgesia pós-operatória, no aparecimento de dor crônica após a cesariana. Procuramos também identificar os fatores de risco de dor crônica pós-cesariana. MÉTODO: Este estudo prospectivo com distribuição aleatória foi conduzido em 443 pacientes que foram submetidas à cesariana (eletivas e emergenciais), com diferentes doses de bupivacaína 0,5% hiperbárica e opioides na raquianestesia, bem como uso de anti-inflamatórios não esteroidais peri-operatório. Os grupos foram: G8SMA- 8 mg bupivacaína hiperbárica + 2,5 mcg sufentanil + 100 mcg morfina; G10SMA- 10 mg bupivacaína hiperbárica + 2,5 mcg sufentanil + 100 mcg morfina; G12,5MA- 12,5 mg bupivacaína hiperbárica + 100 mcg morfina; G15MA- 15 mg bupivacaína hiperbárica + 100 mcg morfina; G12,5M - 12,5 mg bupivacaína hiperbárica + 100 mcg morfina. Somente as pacientes do grupo G12,5M não receberam AINE no peri-operatório. Dor em repouso e em movimento foram avaliadas no pós-operatório imediato. Fatores peri-operatórios...

Prevalência de dor crônica e identificação de fatores associados em um segmento da população da cidade de São Paulo; Chronic pain prevalence and associated factors in a segment of the population of Sao Paulo City

Cabral, Dayane Maia Costa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/05/2014 PT
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66.85%
INTRODUÇÃO: A dor crônica é considerada a primeira causa de anos vividos com incapacidade no mundo e uma das razões mais comuns pela qual as pessoas procuram por atendimento médico. Estima-se que pessoas com dor crônica utilizam os serviços de saúde cinco vezes mais do que o restante da população. OBJETIVOS: Estimar a prevalência de dor crônica e identificar fatores associados em uma amostra de pessoas com 15 anos ou mais de idade de um segmento da cidade de São Paulo, Brasil. MÉTODO: Foi realizado um estudo de corte transversal. Do total de 1.108 indivíduos elegíveis, 826 (74.5%) foram selecionados para entrevistas face a face no período entre dezembro de 2011 e fevereiro de 2012. Os instrumentos utilizados para verificar características da dor crônica e problemas psicológicos associados à dor crônica foram: a Escala Graduada de Dor Crônica (EGDC), a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), o teste de Fagerström para dependência de nicotina (FTND), o teste para identificação de problemas relacionados ao uso de álcool (AUDIT) e a Escala EuroQol-5D. RESULTADOS: A prevalência de dor crônica encontrada foi de 42% (intervalo de 95% de confiança 38,6% - 45,4%). Os participantes com dor crônica apresentaram uma média de 5...

Uso de terapias complementares, alternativas no controlo da dor crónica na região da Beira Interior

Cardoso, Telma Joana Bernardino
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 POR
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66.81%
Introdução: 4 em cada 10 portugueses sofrem de dor crónica. Trata-se de uma calamidade, quando a este número associamos um conjunto de alterações físicas, psicológicas, emocionais e económicas que acrescentam imenso ao já demasiado peso da dor do doente. Nas últimas décadas tem-se assistido a uma crescente utilização de terapias complementares/alternativas (TC/A), nomeadamente no que concerne ao alívio da dor. Objectivos: Estimar a prevalência de dor crónica na região da Beira Interior e avaliar a frequência de uso de TC/A nos doentes com dor crónica na mesma região. Metodologia: Estudo transversal, descritivo e analítico. Foram elaborados questionários telefónicos aos habitantes da Beira Interior, com telefone fixo, seleccionados de forma aleatória e recolhidos dados referentes aos utentes inscritos nas consultas de dor da mesma região (CHCB, HAL e HSM), através do registo da mesma consulta. Os dados foram tratados com recurso ao software Statistical Package for Social Sciences® (SPSS - versão 19.0 para Windows) e ao Microsoft Excel ®, considerando-se significativos para p < 0,05. Resultados: A prevalência de dor crónica na região da Beira Interior é de 57%, sendo que as queixas mais frequentes são a lombalgia com ou sem ciatalgia...

Dependência de opioide em pacientes com dor crônica

Nascimento,Daiana Ciléa Honorato; Sakata,Rioko Kimiko
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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76.68%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos opioides serem úteis no tratamento da dor crônica não oncológica, há reservas, principalmente devido ao abuso e dependência. O objetivo deste estudo foi rever o uso de opioides em pacientes com dor crônica não oncológica. CONTEÚDO: Foram descritas as definições de tolerância, abuso e dependência, a incidência do uso de opioide e de dependência em pacientes com dor crônica, os fatores de risco, os sinais de dependência, as estratégias para reduzir o risco e o tratamento da dor em dependente. CONCLUSÃO: Tanto o diagnóstico, quanto o tratamento dos pacientes dependentes de opioides podem ser difíceis. No entanto, a dor não pode ser subtratada e o médico deve estar atento às alterações que indiquem abuso. Portanto, o conhecimento médico sobre dependência de opioides deve ser acurado para possibilitar a melhor conduta.

Atividade laboral em pacientes atendidos em um serviço ambulatorial de dor crônica

Garcia,João Batista Santos; Torres Neto,Elmar
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 PT
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76.66%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O presente estudo objetivou determinar o perfil clínico dos pacientes em atividade remunerada e licença-saúde atendidos no serviço de dor crônica, envolvendo características sociodemográficas, intensidade da dor, principais alterações do exame físico e terapêutica proposta para cada caso. MÉTODO: Trata-se de um estudo transversal no qual foram analisados retrospectivamente prontuários de pacientes atendidos no serviço ambulatorial de dor crônica do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA). Um total de 308 pacientes foi avaliado através de informações que foram obtidas por meio de fichas-protocolo já existentes no serviço, que continham dados referentes aos objetivos da pesquisa. RESULTADOS: O sexo feminino foi maior no grupo em atividade 52,5% e o masculino maior no grupo em licença 65,5% (p = 0,028). A média de idade dos pacientes foi de 49,34 ± 14,01 anos. Os principais diagnósticos foram lombalgia com 100 (32,61%) pacientes, seguida de osteoartrose com 23 (7,76%) pacientes. A intensidade da dor crônica não apresentou diferença significante entre os dois grupos analisados (48,6% versus 60,9%), assim como não foram observadas alteração da força...

Preditores biopsicossociais de dor, incapacidade e depressão em pacientes brasileiros com dor crônica

Sardá Júnior,Jamir João; Nicholas,Michael Keneth; Pimenta,Cibele Andrucioli de Mattos; Asghari,Ali
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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76.72%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Esta pesquisa foi baseada na perspectiva biopsicossocial de dor crônica, que sugere a existência de interrelação dinâmica entre alterações biológicas, estado psicológico e contexto social, onde cada uma destas dimensões apresenta um papel diferenciado na dor crônica, incapacidade e ajuste emocional. Este estudo examinou a aplicabilidade de preditores de dor, incapacidade e sofrimento propostos pelos modelos biopsicossociais de dor em amostra de pacientes brasileiros com dor crônica. MÉTODO: Estudo de corte transversal realizado com amostra de conveniência de 311 participantes atendidos em diversos centros de dor localizados no Sul e Sudeste do Brasil. As análises estatísticas para examinar as propriedades dos testes e relações entre as variáveis incluíram teste t, Análise de Variância, correlações, regressão hierárquica múltipla e logística. Todas as análises estatísticas foram realizadas com o programa SPSS-14. RESULTADOS: Os fatores orgânicos, sócio-demográficos e cognitivos contribuíram para incapacidade, depressão, intensidade da dor e empregabilidade de forma diferenciada. Nessa amostra, grau de escolaridade, local da dor e autoeficácia contribuíram para incapacidade; pensamentos catastróficos foram o único preditor de depressão; gênero e autoeficácia contribuíram para a intensidade da dor; e idade...

Prevalência de dor crônica em uma Unidade Básica de Saúde de cidade de médio porte

Ruviaro,Luiz Fernando; Filippin,Lidiane Isabel
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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76.71%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor é um fenômeno multifatorial e um dos sintomas mais frequente nas consultas médicas. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de dor crônica nos usuários de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na cidade de Santa Maria, RS. MÉTODO: Estudo de caráter transversal em que foram avaliados indivíduos de ambos os sexos, maiores de 18 anos que se encontravam na sala de espera da UBS. Dados de identificação, questionário genérico de qualidade de vida (SF-12), escala de capacidade funcional em pacientes com dor crônica e a escala analógica visual (EAV) foram aplicados. RESULTADOS: 37,8% dos indivíduos entrevistados possuíam dor crônica, a média de idade foi de 46,3 ± 16,4 anos, com predominância feminina (87% dos entrevistados). Nos indivíduos portadores de dor crônica a intensidade da dor, avaliada pela EAV foi de 7,38 ± 2,16. CONCLUSÃO: Apesar da pequena população do estudo, é importante traçar estratégias preventivas visando o bem estar e a qualidade de vida dos pacientes.

Cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo, Moçambique

Ferreira,Karen dos Santos; Schwalbach,Maria Teresa; Schwalbach,João; Speciali,José Geraldo
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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76.79%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Nos últimos anos, a abordagem da dor crônica em Maputo, capital de Moçambique, ganhou espaço, com a construção da Unidade de Dor do Hospital Central. No continente africano existem poucos estudos epidemiológicos sobre dor crônica. Em Moçambique, nenhum estudo prévio foi publicado. O objetivo deste estudo foi descrever e analisar as características da cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados no referido hospital. MÉTODO: Participantes com dor crônica de acordo com critérios da International Association for the Study of Pain (IASP), maiores de 18 anos, fluentes em português foram incluídos. Dados demográficos, características da dor crônica e presença de cefaleia foram investigados. RESULTADOS: Cento e dezoito pacientes foram avaliados. Destes, 79 (66,9%) eram mulheres e 39 (33,1%) eram homens, com média de idade de 52,4 anos. Presença de cefaleia foi frequente entre estes pacientes (53/ 44,9%) embora esta não fosse necessariamente sua dor principal. Cefaleia foi o principal segundo sítio de dor. Migrânea foi diagnóstico em 14 (11,9%) pacientes, cefaleia tensional em 28 (23,8%), cefaleia cervicogênica em 9 (7,6%). CONCLUSÃO: Os dados revelam que nos pacientes com dor crônica na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo há prevalência de cefaleias semelhante àquela descrita na população em geral por outros estudos.

Dor crônica refratária de tornozelo controlada com radiofrequência pulsada: relato de caso

Pelloso,Lia Rachel Chaves do Amaral; Freire,George Miguel Góes; Ashmawi,Hazem Adel
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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76.62%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A radiofrequência (RF) é uma corrente alternada com frequência de oscilação de 500.000 Hz, que tem sido usada com sucesso no tratamento de algumas morbidades que cursam com dor crônica. O objetivo deste relato de caso foi mostrar o uso bem sucedido da RF pulsátil do nervo sural para o tratamento de dor crônica no tornozelo. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 60 anos, que há 5 anos apresentava dor em tornozelo direito, refratária ao tratamento com opioides, anti-inflamatório não esteroides (AINES), dipirona, antidepressivos e anticonvulsivantes, fisioterapia, infiltrações localizadas, acupuntura e palmilha. A paciente foi submetida a aplicação de RF pulsátil de nervo sural direito. O local da inserção da agulha foi na linha entre o tendão de Aquiles e maléolo lateral, região inicial de tendão de Aquiles e final dos músculos sóleo e gastrocnêmio. A estimulação sensitiva para identificação do nervo sural foi com 0,5 volts e 50 Hz. A corrente pulsátil foi aplicada durante 140 segundos com 45 volts com temperatura de até 42º C. Foram realizadas duas aplicações, ocorrendo melhora de cerca de 80% da dor, permitindo que a paciente pudesse deambular ou permanecer em pé, sem maiores dificuldades. CONCLUSÃO: A RF pulsátil do nervo sural pode ser uma opção para o controle das dores crônicas em tornozelo.

Percepção dos enfermeiros sobre o tratamento da dor crônica não maligna com opioides

Posso,Maria Belén Salazar; Giaretta,Vânia Maria de Araujo; Santanna,Ana Lucia Gargioni de; Ranzani,Regimar Carla Machado; Gouvea,Áquila Lopes
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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76.75%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor crônica, muitas vezes, é subtratada em pacientes com dor crônica não maligna pela sua complexidade, e o sucesso do tratamento em longo prazo é difícil de ser obtido. Este estudo teve como objetivo conhecer a percepção de enfermeiros sobre a administração de opioides para alívio da dor crônica não maligna (DCNM). MÉTODO: Após aprovação pelo Comitê de Ética foram incluídos enfermeiros clínicos com experiência em cuidar de pacientes com dor crônica, que responderam um formulário sobre o uso de opioides em DCNM. RESULTADOS: Foram incluídos 60 enfermeiros, sendo que 56,7% identificaram a dor do paciente pelas queixas, 40% informaram que a dipirona era a terapêutica farmacológica usada para tratar a DCNM, 50% informaram que a massagem era a terapêutica não farmacológica usada para tratar a DCNM, a maioria citou a morfina e o tramadol como os opioides mais usados para alivio da dor crônica não oncológica, 50% afirmaram que avaliam a intensidade da dor e administram o opioide prescrito se necessário se a dor for moderada ou intensa, 60% dos enfermeiros acreditam que o opioide interfere com a reabilitação do paciente, a maioria citou a dependência (65%) e a depressão respiratória (46...

Uso de terapêutica com ácidos graxos ômega-3 em pacientes com dor crônica e sintomas ansiosos e depressivos

Cortes,Matheus Lopes; Castro,Martha Moreira Cavalcante; Jesus,Rosangela Passos de; Barros Neto,João Araújo de; Kraychete,Durval Campos
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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76.73%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Desordens ansiosas e depressivas muitas vezes ocorrem simultaneamente com condições dolorosas crônicas e são associadas à uma gama de desfechos negativos. Apesar desta associação, tanto a dor quanto essas desordens são frequentemente tratadas de forma inadequada, causando incapacidade laboral, redução da saúde, da qualidade de vida e aumento dos custos com a saúde. Foi realizada uma revisão das ações terapêuticas dos ácidos graxos ômega-3 (w-3) no tratamento de pacientes com dor crônica que apresentam sintomas ansiosos e depressivos. CONTEÚDO: Estudos vêm demonstrando que sintomas ansiosos e depressivos contribuem para exacerbar o quadro álgico e que a presença de dor crônica contribui para o surgimento destes transtornos. É possível que o emprego de substâncias capazes de reduzir os sintomas álgicos possa aliviar os sintomas ansiosos e depressivos. O ácido graxo (w-3) pode atuar na neuroproteção e estabilização do humor, e na redução do estado inflamatório, comum na dor crônica. Ensaios clínicos evidenciaram a eficácia do ácido graxo em pacientes com sintomas ansiosos e depressivos, e com dor crônica. CONCLUSÃO: A suplementação com ácidos graxos w-3 em pacientes com dor crônica que apresentam sintomas ansiosos e depressivos pode ser uma estratégia efetiva tanto para a melhoria destes sintomas quanto do quadro álgico.

Relação entre dor crônica e atividade laboral em pacientes portadores de síndromes dolorosas

Garcia,Beatriz Tavares; Vieira,Erica Brandão Mores; Garcia,João Batista Santos
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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76.66%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O presente estudo objetivou identificar a influência da dor crônica no prejuízo da atividade laboral de pacientes atendidos no Serviço de Dor Crônica do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão. MÉTODOS: Realizou-se um estudo descritivo e transversal, com pacientes em tratamento de dor, por meio de dois questionários. Para obtenção dos dados clínicos, sociodemográficos, terapêuticos e ocupacionais foi elaborado uma ficha-protocolo, com questões acerca do gênero, idade, escolaridade, caracterização da dor, interferência da dor, tratamento proposto e status ocupacional. Para avaliação da qualidade de vida, foi utilizado o Medical Outcomes Study 36- Item Short-Form Health Survey (SF36). RESULTADOS: Foram entrevistados 74 pacientes, dos quais 25 (34%) eram do gênero masculino e 49 (66%) do gênero feminino. Cerca de 30% realizavam atividades de trabalho, enquanto 74,3% estavam inativos. Mais de 47% dos pacientes em atividade afirmaram que a dor sempre piorava durante a realização das atividades. Já no grupo de pacientes inativos, esta porcentagem foi de 80%. Houve diferença estatisticamente significante nos domínios "capacidade funcional", "dor", "vitalidade" e "aspectos sociais"...

Vitamina D e dor crônica em idosos

Oliveira,Welington Saraiva de; Moraes,Niele; Santos,Fania Cristina
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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76.76%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor crônica é queixa muito frequente nas consultas, principalmente entre os idosos. Na tentativa de buscar terapêuticas mais eficazes e com menos efeitos adversos, nessa população, especialmente considerando idosos com dor neuropática e musculoesquelética, tem-se observado estudos que vêm relacionando a vitamina D a quadros dolorosos, o que poderia propô-la como uma alternativa analgésica. O objetivo deste estudo foi rever, na literatura, o papel da vitamina D na dor crônica neuromusculoesquelética em idosos. CONTEÚDO: Realizada a revisão bibliográfica na base de dados do Pubmed, Medline, LILACS, Biblioteca Cochrane e Scielo, contemplando os últimos 10 anos, títulos em português e inglês. Os descritores usados na busca inicial foram "vitamina D" e "dor crônica", resultando 220 artigos, dos quais apenas os que se tratavam de dor neuromusculoesquelética em idosos foram utilizados. Destes, somente 10 preenchiam os critérios estabelecidos e foram analisados, resultando: um estudo de revisão sistemática, cinco estudos analíticos transversais, dois estudos retrospectivos do tipo série de casos, um estudo observacional prospectivo e um trial clínico randomizado e controlado. Observou-se em cinco estudos uma relação significativa entre a hipovitaminose D e dor crônica musculoesquelética...

Dor crônica em idosos: estudo populacional em uma metrópole da região centro-oeste do Brasil; Chronic pain in the elderly: a study population in a metropolis of the west central region of Brazil

Vasconcelos, Patrícia Pereira de
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Enfermagem (FEN); Faculdade de Enfermagem - FEN (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Enfermagem (FEN); Faculdade de Enfermagem - FEN (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Chronic pain is an unpleasant experience that reaches much of the world's population; however, population studies with the elderly are rare. The aim of this study was to assess chronic pain and self-rated health among community elders. Study population-based cross-sectional, in Goiania, Goias, December/2009 between April 2010 and. For this cut, we excluded those who reached  13 on the MEEM scores, and needed help for the answers. The random sample consisted of 872 participants. Chronic pain was considered as existing for six months or more. Pain intensity was measured by using a numeric scale (0-10: zero=no pain, 1,2,3,4=mild, 5.6=moderate, and strong=7,8,9, and 10=worst pain possible) the location investigated through body diagrams, and self-rated health assessed by the scale of verbal descriptors ("very good", "good," "regular," "bad," "worst"). The project was approved by the CEP/UFG (Protocol 050/2009) and seniors signed the Informed Consent. The data were analyzed using Stata version 8.0 and operated by means of absolute and relative frequency and Confidence Interval (95%). Of the 872 elderly, 460 (52.7%: 95% CI: 49.4% -56.1%) reported chronic pain. By age, the prevalence was 52.4, 53.1 and 53.0%, respectively...