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A dor como um problema psicofísico; Pain as a psychophysical problem

DA SILVA, José Aparecido; RIBEIRO-FILHO, Nilton Pinto
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Revisão de Livro
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A quantificação da dor enfrenta dificuldades especiais. Elas surgem devido à óbvia associação das sensações de dor com um conjunto de fatores emocionais, motivacionais e culturais. Apesar disso, a mensuração da dor é essencial para a avaliação e o tratamento dos seus efeitos. O objetivo deste estudo foi mostrar que os métodos psicofísicos podem ser adequadamente empregados para a mensuração, tanto da dor clínica quando da dor experimental. CONTEÚDO: Em adição, a metodologia pode ser útil para analisar os mecanismos da dor, a analgesia, os vieses metodológicos inerentes aos registros verbais da dor e dissociar os componentes sensoriais e cognitivos da sensação/percepção de dor. CONCLUSÃO: A metodologia psicofísica pode ser uma medida fidedigna e válida do quinto sinal vital, que é a dor, em todas as suas dimensões.; BACKGROUND AND OBJECTIVES: Pain quantification faces special difficulties. They appear due to the obvious association of pain to a set of emotional, motivational and cultural factors. However, pain measurement is essential to evaluate and treat its effects. This study aimed at showing that psychophysical methods might be adequately used to measure both clinical and experimental pain. CONTENTS: In addition...

Mapas de dor corporal aprimoram os relatos das queixas dolorosas em pacientes com dor orofacial; Body pain maps improve the report of painful complaints in patients with orofacial pain

Franco, Ana Lúcia; Runho, Gabriel Henrique Farto; Siqueira, José Tadeu Tesseroli de; Camparis, Cinara Maria
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Identificar as queixas dolorosas dos pacientes é essencial para determinar diagnósticos e intervenções terapêuticas adequadas em dor orofacial (DOF). Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a frequência das queixas de dor relatadas comparando-as àquelas marcadas pelos pacientes em mapas de dor. MÉTODO: Os dados foram coletados dos prontuários de 532 pacientes da Clínica de Dor Orofacial da Faculdade de Odontologia de Araraquara. Os indivíduos responderam a um questionário informando suas queixas de dor e completaram um mapa corporal indicando as áreas dolorosas. A frequência dos relatos foi comparada à frequência dos locais identificados nos mapas. Foram consideradas nove regiões anatômicas: cabeça, face, pescoço, ombros, braços, tórax, abdômen, costas e pernas. Também foram calculados sensibilidade, especificidade e valores kappa comparando os relatos de dor aos mapas, os últimos considerados padrão-ouro. RESULTADOS: A média etária da amostra foi de 33,5 ± 13,8 anos, 33,9 ± 13,9 anos para as mulheres e 31,7 ± 13,1 anos para os homens. Foi observada maior prevalência de dor entre as mulheres. Em ambos os gêneros, as regiões com mais queixas de dor estavam localizadas na parte superior do corpo e uma diferença significativa entre os relatos de dor e os desenhos de dor foi observada para as regiões abaixo do pescoço. Os mapas de dor corporal demonstraram superioridade sobre os relatos de dor na identificação das queixas dolorosas durante a anamnese. CONCLUSÃO: O relato da queixa principal não foi um método eficiente para conhecer todas as queixas dolorosas...

Preditores biopsicossociais de dor, incapacidade e depressão em pacientes brasileiros com dor crônica; Psychosocial predictors of pain, incapacity and depression in Brazilian chronic pain patients

Sardá Júnior, Jamir João; Nicholas, Michael Keneth; Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos; Asghari, Ali
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Esta pesquisa foi baseada na perspectiva biopsicossocial de dor crônica, que sugere a existência de interrelação dinâmica entre alterações biológicas, estado psicológico e contexto social, onde cada uma destas dimensões apresenta um papel diferenciado na dor crônica, incapacidade e ajuste emocional. Este estudo examinou a aplicabilidade de preditores de dor, incapacidade e sofrimento propostos pelos modelos biopsicossociais de dor em amostra de pacientes brasileiros com dor crônica. MÉTODO: Estudo de corte transversal realizado com amostra de conveniência de 311 participantes atendidos em diversos centros de dor localizados no Sul e Sudeste do Brasil. As análises estatísticas para examinar as propriedades dos testes e relações entre as variáveis incluíram teste t, Análise de Variância, correlações, regressão hierárquica múltipla e logística. Todas as análises estatísticas foram realizadas com o programa SPSS-14. RESULTADOS: Os fatores orgânicos, sócio-demográficos e cognitivos contribuíram para incapacidade, depressão, intensidade da dor e empregabilidade de forma diferenciada. Nessa amostra, grau de escolaridade, local da dor e autoeficácia contribuíram para incapacidade; pensamentos catastróficos foram o único preditor de depressão; gênero e autoeficácia contribuíram para a intensidade da dor; e idade...

Cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo, Moçambique; Headache in chronic pain patients interviewed by the Pain Unit, Central Hospital of Maputo, Mozambique

Ferreira, Karen dos Santos; Schwalbach, Maria Teresa; Schwalbach, João; Speciali, José Geraldo
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Nos últimos anos, a abordagem da dor crônica em Maputo, capital de Moçambique, ganhou espaço, com a construção da Unidade de Dor do Hospital Central. No continente africano existem poucos estudos epidemiológicos sobre dor crônica. Em Moçambique, nenhum estudo prévio foi publicado. O objetivo deste estudo foi descrever e analisar as características da cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados no referido hospital. MÉTODO: Participantes com dor crônica de acordo com critérios da International Association for the Study of Pain (IASP), maiores de 18 anos, fluentes em português foram incluídos. Dados demográficos, características da dor crônica e presença de cefaleia foram investigados. RESULTADOS: Cento e dezoito pacientes foram avaliados. Destes, 79 (66,9%) eram mulheres e 39 (33,1%) eram homens, com média de idade de 52,4 anos. Presença de cefaleia foi frequente entre estes pacientes (53/ 44,9%) embora esta não fosse necessariamente sua dor principal. Cefaleia foi o principal segundo sítio de dor. Migrânea foi diagnóstico em 14 (11,9%) pacientes, cefaleia tensional em 28 (23,8%), cefaleia cervicogênica em 9 (7,6%). CONCLUSÃO: Os dados revelam que nos pacientes com dor crônica na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo há prevalência de cefaleias semelhante àquela descrita na população em geral por outros estudos.

Mapas de dor corporal aprimoram os relatos das queixas dolorosas em pacientes com dor orofacial

Franco, Ana Lúcia; Runho, Gabriel Henrique Farto; Siqueira, José Tadeu Tesseroli de; Camparis, Cinara Maria
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 9-13
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Identificar as queixas dolorosas dos pacientes é essencial para determinar diagnósticos e intervenções terapêuticas adequadas em dor orofacial (DOF). Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a frequência das queixas de dor relatadas comparando-as àquelas marcadas pelos pacientes em mapas de dor. MÉTODO: Os dados foram coletados dos prontuários de 532 pacientes da Clínica de Dor Orofacial da Faculdade de Odontologia de Araraquara. Os indivíduos responderam a um questionário informando suas queixas de dor e completaram um mapa corporal indicando as áreas dolorosas. A frequência dos relatos foi comparada à frequência dos locais identificados nos mapas. Foram consideradas nove regiões anatômicas: cabeça, face, pescoço, ombros, braços, tórax, abdômen, costas e pernas. Também foram calculados sensibilidade, especificidade e valores kappa comparando os relatos de dor aos mapas, os últimos considerados padrão-ouro. RESULTADOS: A média etária da amostra foi de 33,5 ± 13,8 anos, 33,9 ± 13,9 anos para as mulheres e 31,7 ± 13,1 anos para os homens. Foi observada maior prevalência de dor entre as mulheres. em ambos os gêneros, as regiões com mais queixas de dor estavam localizadas na parte superior do corpo e uma diferença significativa entre os relatos de dor e os desenhos de dor foi observada para as regiões abaixo do pescoço. Os mapas de dor corporal demonstraram superioridade sobre os relatos de dor na identificação das queixas dolorosas durante a anamnese. CONCLUSÃO: O relato da queixa principal não foi um método eficiente para conhecer todas as queixas dolorosas...

A dor como um problema psicofísico

da Silva,José Aparecido; Ribeiro-Filho,Nilton Pinto
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A quantificação da dor enfrenta dificuldades especiais. Elas surgem devido à óbvia associação das sensações de dor com um conjunto de fatores emocionais, motivacionais e culturais. Apesar disso, a mensuração da dor é essencial para a avaliação e o tratamento dos seus efeitos. O objetivo deste estudo foi mostrar que os métodos psicofísicos podem ser adequadamente empregados para a mensuração, tanto da dor clínica quando da dor experimental. CONTEÚDO: Em adição, a metodologia pode ser útil para analisar os mecanismos da dor, a analgesia, os vieses metodológicos inerentes aos registros verbais da dor e dissociar os componentes sensoriais e cognitivos da sensação/percepção de dor. CONCLUSÃO: A metodologia psicofísica pode ser uma medida fidedigna e válida do quinto sinal vital, que é a dor, em todas as suas dimensões.

Perfil do paciente com dor crônica atendido em um ambulatório de dor de uma grande cidade do sul do Brasil

Cipriano,Anderson; Almeida,Daniel Benzecry de; Vall,Janaina
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Dor crônica afeta aproximadamente 30% da população mundial e a sua epidemiologia ainda é pouco descrita no Brasil. O objetivo deste estudo foi identificar o perfil dos pacientes com dor crônica que procuram atendimento num ambulatório de dor na cidade de Curitiba. MÉTODO: Estudo descritivo transversal retrospectivo, que incluiu 111 pacientes com queixas de dor crônica atendidos no ambulatório de dor do Instituto de Neurologia de Curitiba (INC). RESULTADOS: A maioria dos pacientes foi do sexo feminino, com idade entre 40 e 49 anos e casada. A profissão mais prevalente foram os autônomos que englobam as atividades de cozinheiro, cabeleireiro, vendedor, mecânico, arquiteto, advogado, entre outras. Mesmo com dor, a maioria dos pacientes continuava trabalhando, sendo que alguns vinham de cidades localizadas fora do estado. Entre as dores crônicas a mais prevalente foi a lombalgia, seguida de dor nos membros inferiores, cervicalgia, membros superiores, dor generalizada, cefaleia e dor orofacial. CONCLUSÃO: A dor crônica foi mais prevalente na população feminina e a dor mais prevalente no estudo foi a lombalgia.

Mapas de dor corporal aprimoram os relatos das queixas dolorosas em pacientes com dor orofacial

Franco,Ana Lúcia; Runho,Gabriel Henrique Farto; Siqueira,José Tadeu Tesseroli de; Camparis,Cinara Maria
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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46.92%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Identificar as queixas dolorosas dos pacientes é essencial para determinar diagnósticos e intervenções terapêuticas adequadas em dor orofacial (DOF). Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a frequência das queixas de dor relatadas comparando-as àquelas marcadas pelos pacientes em mapas de dor. MÉTODO: Os dados foram coletados dos prontuários de 532 pacientes da Clínica de Dor Orofacial da Faculdade de Odontologia de Araraquara. Os indivíduos responderam a um questionário informando suas queixas de dor e completaram um mapa corporal indicando as áreas dolorosas. A frequência dos relatos foi comparada à frequência dos locais identificados nos mapas. Foram consideradas nove regiões anatômicas: cabeça, face, pescoço, ombros, braços, tórax, abdômen, costas e pernas. Também foram calculados sensibilidade, especificidade e valores kappa comparando os relatos de dor aos mapas, os últimos considerados padrão-ouro. RESULTADOS: A média etária da amostra foi de 33,5 ± 13,8 anos, 33,9 ± 13,9 anos para as mulheres e 31,7 ± 13,1 anos para os homens. Foi observada maior prevalência de dor entre as mulheres. Em ambos os gêneros, as regiões com mais queixas de dor estavam localizadas na parte superior do corpo e uma diferença significativa entre os relatos de dor e os desenhos de dor foi observada para as regiões abaixo do pescoço. Os mapas de dor corporal demonstraram superioridade sobre os relatos de dor na identificação das queixas dolorosas durante a anamnese. CONCLUSÃO: O relato da queixa principal não foi um método eficiente para conhecer todas as queixas dolorosas...

Preditores biopsicossociais de dor, incapacidade e depressão em pacientes brasileiros com dor crônica

Sardá Júnior,Jamir João; Nicholas,Michael Keneth; Pimenta,Cibele Andrucioli de Mattos; Asghari,Ali
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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46.89%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Esta pesquisa foi baseada na perspectiva biopsicossocial de dor crônica, que sugere a existência de interrelação dinâmica entre alterações biológicas, estado psicológico e contexto social, onde cada uma destas dimensões apresenta um papel diferenciado na dor crônica, incapacidade e ajuste emocional. Este estudo examinou a aplicabilidade de preditores de dor, incapacidade e sofrimento propostos pelos modelos biopsicossociais de dor em amostra de pacientes brasileiros com dor crônica. MÉTODO: Estudo de corte transversal realizado com amostra de conveniência de 311 participantes atendidos em diversos centros de dor localizados no Sul e Sudeste do Brasil. As análises estatísticas para examinar as propriedades dos testes e relações entre as variáveis incluíram teste t, Análise de Variância, correlações, regressão hierárquica múltipla e logística. Todas as análises estatísticas foram realizadas com o programa SPSS-14. RESULTADOS: Os fatores orgânicos, sócio-demográficos e cognitivos contribuíram para incapacidade, depressão, intensidade da dor e empregabilidade de forma diferenciada. Nessa amostra, grau de escolaridade, local da dor e autoeficácia contribuíram para incapacidade; pensamentos catastróficos foram o único preditor de depressão; gênero e autoeficácia contribuíram para a intensidade da dor; e idade...

Avaliação de dor e do perfil epidemiológico, de pacientes atendidos no pronto-socorro de um hospital universitário

Barreto,Renato de Freitas; Gomes,Carlos Zair Lima; Silva,Rosa Maria da; Signorelli,Andreza Aparecida F.; Oliveira,Lucas Felix de; Cavellani,Camila Lourencini; Ribeiro,Sônia Beatriz Félix
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Dor é um dos principais motivos de procura por pronto-atendimento. No entanto, nem sempre é bem avaliada, documentada e tratada. O objetivo deste estudo foi descrever o perfil epidemiológico, caracterização da dor, tratamento analgésico instituído e satisfação de pacientes atendidos no pronto-socorro (PS) de um Hospital Universitário (HC). MÉTODO: Estudo prospectivo, transversal, realizado com 309 pacientes atendidos no PS/HC da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). As informações foram coletadas a partir de instrumento contendo identificação, dados sócio-demográficos, avaliação de dor pela escala numérica de dor (END), prescrição de analgésicos, satisfação com a analgesia. RESULTADOS: Houve predomínio do sexo masculino, cor branca e com ensino fundamental. Média de idade 46,7 anos. Desempregados: 10% e 15% aposentados. Prevalência de dor 45,6%. Principais causas: traumatismos, dor abdominal, cefaleia, picada por animais peçonhentos, vasculopatias. Cerca de 5% dos pacientes foram atendidos com menos de 1h de dor e 40% com mais de 72h. A localização mais comum foi abdômen (25,2%) e membros inferiores (MMII) (23,4%). A dor foi intensa em dois terços dos pacientes...

Cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo, Moçambique

Ferreira,Karen dos Santos; Schwalbach,Maria Teresa; Schwalbach,João; Speciali,José Geraldo
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Nos últimos anos, a abordagem da dor crônica em Maputo, capital de Moçambique, ganhou espaço, com a construção da Unidade de Dor do Hospital Central. No continente africano existem poucos estudos epidemiológicos sobre dor crônica. Em Moçambique, nenhum estudo prévio foi publicado. O objetivo deste estudo foi descrever e analisar as características da cefaleia em pacientes com dor crônica entrevistados no referido hospital. MÉTODO: Participantes com dor crônica de acordo com critérios da International Association for the Study of Pain (IASP), maiores de 18 anos, fluentes em português foram incluídos. Dados demográficos, características da dor crônica e presença de cefaleia foram investigados. RESULTADOS: Cento e dezoito pacientes foram avaliados. Destes, 79 (66,9%) eram mulheres e 39 (33,1%) eram homens, com média de idade de 52,4 anos. Presença de cefaleia foi frequente entre estes pacientes (53/ 44,9%) embora esta não fosse necessariamente sua dor principal. Cefaleia foi o principal segundo sítio de dor. Migrânea foi diagnóstico em 14 (11,9%) pacientes, cefaleia tensional em 28 (23,8%), cefaleia cervicogênica em 9 (7,6%). CONCLUSÃO: Os dados revelam que nos pacientes com dor crônica na Unidade de Dor do Hospital Central de Maputo há prevalência de cefaleias semelhante àquela descrita na população em geral por outros estudos.

Dor retal persistente após retossigmoidectomia: relato de caso

Redua,Marcelo Barcellos; Sousa,Angela Maria; Barbosa Neto,José Osvaldo
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Dor abdominal crônica após intervenção cirúrgica possui fisiopatologia ainda pouco estudada, sendo descrita após cesariana, hérnia inguinal, videolaparoscopia e colecistectomia. No andar inferior do abdômen, a proctalgia crônica tem sido descrita após hemorroidectomia sendo caracterizada por dor à evacuação acompanhada de urgência para defecar. A dor crônica pós-operatória persistente após retossigmoidectomia videolaparoscópica é pouco frequente. O objetivo deste estudo foi relatar um caso de dor pós-operatória persistente após retossigmoidectomia videolaparoscópica, controlada com bloqueio anestésico bilateral do plexo hipogástrico. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 54 anos, submetida à retossigmoidectomia com anastomose em cólon transverso-retal, por videolaparoscopia. No pós-operatório imediato evoluiu com dor retal em tenesmo, contínua, de forte intensidade, com queimação ocasional. Analgésicos não opioides não aliviavam a dor. Investigação do quadro não evidenciou complicações cirúrgicas, sendo encaminhada para a equipe de controle de dor. Foi realizado bloqueio diagnóstico bilateral de plexo hipogástrico superior com 4 mL de lidocaína a 1%, (sem vasoconstritor) por via transdiscal em L5/S1 guiado por radioscopia...

Dor durante o atendimento odontológico em unidades de saúde da família do município de Caruaru-PE

Cabral,Etenildo Dantas; Alves,Glissia Gisselle; Souza,Gerlane Caitano de
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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46.91%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O medo de sentir dor pode retardar ou impedir a ida de pessoas ao dentista, sobretudo na população assistida pelas Estratégias de Saúde da Família. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar a percepção de dor dos pacientes odontológicos em Unidades de Saúde da Família de Caruaru (USFC), PE. MÉTODO: Trata-se de um estudo epidemiológico transversal e analítico no qual foram coletados dados sociodemográficos e o histórico de atendimentos de 312 pacientes por meio de entrevista pessoal padronizada. A mensuração da intensidade da dor foi obtida por meio da escala numérica de 21 pontos (de 0 a 10, com intervalos de 0,5), em que o próprio paciente assinalava o número que correspondesse à dor percebida durante o atendimento. RESULTADOS: A presença de dor durante o tratamento totalizou 22,1% da amostra e foi mais frequente em pacientes mais jovens, que costumam procurar o dentista apenas quando sentem dor, ou que sempre, ou quase sempre, sentiram dor durante tratamentos anteriores. A média de intensidade de dor percebida foi de 4,1 e foi estatisticamente maior em pacientes que costumam procurar o dentista apenas quando sentem dor. A dor esteve mais presente nas exodontias, mas sua intensidade não variou significativamente entre os procedimentos. CONCLUSÃO: A dor durante o atendimento em USFC ocorreu com menor frequência que em outros estudos...

Analgesia no pós-cirúrgico: panorama do controle da dor

Moreira,Luciane; Truppel,Yvelise de Menezes; Kozovits,Francisco Guilherme de Paula; Santos,Valéria Aparecida; Atet,Viviane
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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46.9%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento da dor no pós-operatório, apesar de ter importância reconhecida, continua sendo descrito como inadequado. Assim, este estudo teve como objetivo expor o panorama do controle da dor pós-operatória em pacientes internados para cirurgia abdominal geral. MÉTODO: Estudo transversal, quantitativo, observacional, descritivo e não randomizado, realizado por meio da aplicação de questionário em pacientes internados até 48h após cirurgia abdominal. O questionário abrange as variáveis: idade, sexo, procedimento realizado, horas de pós-operatório, presença de dor e intensidade por meio da escala analógica visual (EAV). RESULTADOS: Foram entrevistados 165 pacientes; destes, 40 referiram dor, sendo 26 mulheres (28,57%) e 14 homens (18,92%). Os procedimentos aos quais os pacientes foram submetidos classificaram-se em abertos e fechados; os mais realizados foram os fechados. Dentre os mais dolorosos, destacam-se as cirurgias abertas (colectomia, hernioplastia hiatal, coledocotomia, colostomia, gastrostomia), com 100% de dor, e a laparotomia com aproximadamente 60%. Dentre os procedimentos fechados, o que gerou menos dor foi a colecistectomia (88,33%), e apenas 11,67% apresentaram dor leve a moderada. Observou-se a prevalência de dor leve nos adolescentes e de dor intensa na senescência. Houve um predomínio de dor leve a moderada em homens e moderada a intensa nas mulheres. CONCLUSÃO: A prevalência e a intensidade de dor verificadas no pós-operatório demonstraram que o controle desta está adequado para procedimentos laparoscópicos; entretanto se faz necessária a adequação em pacientes submetidos a procedimentos abertos...

Prevalência e características de dor em pacientes internados em hospital português

Silva,Eunice José da Graça Dias Gomes da; Dixe,Maria dos Anjos Coelho Rodrigues
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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46.94%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os estudos de prevalência da dor apontam, sistematicamente, para valores elevados. Embora não comparáveis, a análise global permite inferir que em cada dois pacientes internados, um tem dor. Este estudo teve como principais objetivos determinar a prevalência da dor, suas características, tratamento analgésico e satisfação de usuários internados num hospital da Zona Centro de Portugal face à avaliação e tratamento da dor. MÉTODOS: Estudo transversal e observacional realizado com 141 pacientes, internados há pelo menos 24 horas, em unidades cirúrgicas e médicas (excluídos os não comunicantes), com idade média de 69 anos, de ambos os gêneros, a quem foi realizada uma entrevista após o cumprimento dos respetivos procedimentos formais e éticos. RESULTADOS: Obteve-se prevalência de dor nas 24 horas anteriores ao estudo de 52,5% (28,8% dor intensa). Na altura da entrevista, a prevalência diminuiu para 41,1% (2,7% de dor intensa). Os pacientes com mais dor estavam internados nos serviços cirúrgicos e o tipo de dor era sobretudo musculoesquelética. A maioria dos pacientes com dor esperou, no máximo, 10 minutos para lhe ser administrado um analgésico. Dos 57 que referiram dor no momento da coleta dos dados...

Dor e analgesia pós-operatória: análise dos registros em prontuários

Oliveira,Roberta Meneses; Leitão,Ilse Maria Tigre de Arruda; Silva,Lucilane Maria Sales da; Almeida,Paulo César de; Oliveira,Sherida Karanini Paz de; Pinheiro,Milena Barbosa
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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46.91%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar de ser o tipo mais prevalente de dor aguda e de sua expressão clínica estar associada à morbimortalidade, a dor pós-operatória persiste subdiagnosticada e subtratada. O objetivo deste estudo foi analisar registros sobre dor e analgesia pós-operatória em prontuários de pacientes internados. MÉTODOS: Estudo documental, transversal, de natureza quantitativa, realizado em hospital privado de Fortaleza/CE. Analisaram-se 60 prontuários de pacientes nas primeiras 24 horas de pós-operatório. Utilizou-se check-list para avaliação dos registros sobre avaliação da dor em três momentos (pós-operatório imediato na sala de recuperação pós-anestésica, após uma hora de cirurgia e nas horas subsequentes). Também foram analisadas prescrições médicas e de enfermagem, evoluções diárias e folha de monitorização clínica. Realizou-se análise estatística descritiva e aplicou-se teste Qui-quadrado de tendência linear (χ2) para comparar respostas dos pacientes à analgesia nos diferentes momentos de avaliação da dor. RESULTADOS: Encontrou-se registro sobre dor e analgesia em 46,6% dos prontuários, limitado à descrição de intensidade, localização e analgesia. Prevaleceram pacientes do gênero feminino (55%)...

Prevalência de desnutrição e dor em pacientes admitidos pelo serviço de triagem em hospital oncológico

Silva,Patricia Blasco; Trindade,Lilian Cristine Teixeira; Gallucci,Maíra Carvalho; Schirr,Roberto Augusto
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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46.89%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor é um dos sintomas que influenciam em diversos aspectos da vida diária do paciente. O objetivo deste estudo foi identificar precocemente a presença de dor em pacientes com câncer, avaliar de que forma tal sintoma interferiu na ingestão alimentar e o impacto que exerceu sobre o estado nutricional do paciente. MÉTODOS: Estudo prospectivo, incluindo 222 pacientes oncológicos, encaminhados ao serviço de triagem de um hospital. Os participantes responderam a um questionário contendo perguntas sobre ingestão alimentar, presença de dor atual e no último mês, tipo de dor apresentada, distúrbio do sono associado à dor e perda de peso no último mês. RESULTADOS: A perda ponderal no último mês foi relatada por 48,6% dos idosos e 31,2% dos adultos. Houve redução no consumo de alimentos em 38,5% dos idosos e 31,9% dos adultos. Distúrbio do sono associado à dor foi relatado por 35% dos pacientes. As mais prevalentes foram dor intensa e moderada com 40% cada. Entre os participantes que relataram dor e perda ponderal, a maioria reduziu a ingestão alimentar. Quando relacionadas à diminuição da ingestão alimentar e presença de dor, obteve-se 74% dos indivíduos, mostrando que existe uma relação entre dor e redução no consumo alimentar (p=0...

Avaliação da dor em pacientes oncológicos internados em um hospital escola do nordeste do Brasil

Lima,Antonio Douglas de; Maia,Inês de Oliveira; Costa Junior,Iran; Lima,Jurema Telles de Oliveira; Lima,Luciana Cavalcanti
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor é uma das consequências do câncer, que gera sofrimento e diminuição na qualidade de vida.É um sintoma mal conduzido e negligenciado por médicos e outros profissionais de saúde em todo o mundo. O manuseio eficaz da dor é um dever de todos e um direito do paciente. O objetivo deste estudo foi descrever o controle da dor nos pacientes internados na Enfermaria da Oncologia Clínica. MÉTODOS: Foi realizado um estudo prospectivo do tipo corte transversal, no período de maio de 2010 a outubro de 2011. RESULTADOS: Foram estudados 150 pacientes, 65,3% eram do gênero feminino e 81% com idade acima de 40 anos. As neoplasias mais encontradas foram câncer do colo uterino (15,3%), e com doença avançada (80,6%). A dor foi classificada como visceral na maioria dos pacientes (46,7%). Para controle da dor foram utilizados fármacos analgésicos comuns (90,7%) e opioides fortes (51,3%), sedação paliativa (4%) e terapia não farmacológica (34,1%) dos pacientes. Houve alta taxa de pacientes com dor não controlada no momento inicial da internação (70%), e com controle adequado no ultimo dia (84%). A dor neuropática foi mais frequente em pacientes maiores de 60 anos e houve menor controle. CONCLUSÃO: Houve maior prevalência de pacientes do gênero feminino...

Situação difícil em dor oncológica: dor do tipo breakthrough

Nogueira,Rafael Toledo Enes; Vieira,Érica Brandão de Moraes; Sousa,Luis Henrique Albuquerque; Garcia,João Batista Santos
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor do tipo breakthrough ocorre com frequência em pacientes oncológicos e é pouco estudada no Brasil. Este estudo teve como objetivo estudar as características da dor do tipo breakthrough e comparar a evolução durante três dias. METODOS: Trata-se de um estudo longitudinal em que foi aplicado um questionário específico criado para a pesquisa e composto por dados sociodemográficos (idade, gênero, estado civil, profissão, renda, procedência), dados referentes ao câncer (tipos de tumor primário, existência de metástase, abordagem terapêutica como quimioterapia e/ou radioterapia, tratamento cirúrgico e fármacos) e parâmetros referentes à dor do tipo breakthrough (número de episódios por dia, duração da crise, intensidade, velocidade de inicio da dor e as variedades de dor do tipo breakthrough: espontânea, incidental e falha do fármaco no final da dose). RESULTADOS: A maioria era do gênero feminino (71,7%), com idade de 30 a 50 anos (41,7%), realizava quimioterapia e radioterapia concomitante (41,7%), e tinha câncer de colo uterino (54,2%). A média da intensidade dolorosa foi 7...

Perfil sócio-demográfico e clínico de uma coorte de pacientes encaminhados a uma Clinica de Dor

Forni,José Eduardo; Martins,Marielza Regina Ismael; Rocha,Carlos Eduardo Dall'Aglio; Foss,Marcos H. D.; Dias,Lilian Chessa; Santos Junior,Randolfo dos; Detoni,Michele; Cunha,Ana Márcia Rodrigues da; Silva Junior,Sebastião Carlos da
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: No Brasil há pouca informação do perfil dos usuários de Clinica de Dor e o impacto que esta demanda tem sobre a utilização dos serviços de saúde. O objetivo deste estudo foi identificar o perfil dos pacientes encaminhados a uma Clinica de Dor por meio de variáveis sócio-demográficas e clínicas obtidas em triagem específica, correlacionando estas variáveis ao tempo e intensidade da dor. MÉTODO: Estudo descritivo, exploratório de coorte transversal no qual foram incluídos 128 indivíduos, atendidos em ambulatório especializado no tratamento da dor. As variáveis independentes incluíram idade, gênero, estado civil, situação laboral, escolaridade, religiosidade, etnia, clinica que encaminhou, diagnóstico de origem, diagnóstico da Clinica da Dor, tempo e tipo de dor. Os instrumentos de avaliação foram uma ficha eletrônica e o exame fisico realizado por médico especialista em dor. A coleta de dados ocorreu no momento da primeira visita à clínica, antes da interação com qualquer provedor de cuidados de saúde. RESULTADOS: A prevalência de dor foi maior no sexo feminino (58,5%), nos casados (66,4%), nos inativos (62,5%) e naqueles com escolaridade média de 6,8 ± 3,5 anos. A maioria tem crenças religiosas (93...