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Mortes por doenças infecciosas em mulheres: ocorrências no ciclo gravídico-puerperal; Deaths due to infectious diseases in women: occurrences in pregnancy and puerperium

LAURENTI, Ruy; JORGE, Maria Helena Prado de Mello; GOTLIEB, Sabina Léa Davidson
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica
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OBJETIVO: Descrever os óbitos por doenças infecciosas como causa básica ou múltipla, caracterizando os casos de doença infecciosa preexistente ou desenvolvida na gravidez, aqueles que são mortes maternas por causas obstétricas indiretas e os óbitos por Aids ou outras doenças infecciosas, ocorridos no ciclo gravídico puerperal, havendo dúvidas na classificação. MÉTODOS: Adotou-se a metodologia RAMOS (partindo-se da declaração de óbito -DO- original, dados reais são resgatados por entrevista domiciliar, consultas a prontuários hospitalares e laudos de autopsia; elaborando-se uma nova DO, com as reais causas de morte). População foi constituída pelos óbitos femininos de 10 a 49 anos, de residentes nas capitais brasileiras, do 1º semestre de 2002. As causas foram analisadas em básicas e múltiplas. RESULTADOS: Dos 7.332 óbitos, 917 apresentaram uma doença infecciosa como causa básica (Aids e tuberculose, principalmente). Em 37 casos, a falecida estava no ciclo gravídico puerperal ampliado (englobando, inclusive, mortes ocorridas de 43 dias até um ano pós-parto); 10 não foram classificadas como obstétricas indiretas permanecendo como infecciosas e 14 eram obstétricas indiretas. Quanto às causas múltiplas...

Caracterização anatomopatológica, imuno-histoquímica e molecular de doenças infecciosas em aves de produção e ornamentais

Casagrande, Renata Assis
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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As doenças infecciosas causam importantes perdas econômicas para a produção avícola e para a criação de aves domésticas de subsistência, exóticas e selvagens. No Brasil, há poucos estudos sobre as doenças infecciosas que acometem as aves, que correlacionem às lesões macroscópicas com o exame histopatológico e a identificação do agente presente nos órgãos lesionados. O objetivo desse estudo foi realizar essa tríade de diagnóstico em doenças infecciosas que acometem as aves de produção e ornamentais. O presente estudo resultou em cinco artigos. O primeiro artigo descreve dois surtos de micoplasmose em galinhas de subsistência utilizando a técnica de imuno-histoquímica (IHQ) como método de diagnóstico da infecção por Mycoplasma gallisepticum. A técnica de IHQ apresentou boa concordância com os sinais clínicos, as lesões anatomopatológicas e os resultados da reação em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real. O segundo artigo foi realizado em frangos de corte condenados totalmente por colibacilose em um estabelecimento sob Serviço de Inspeção Federal. Em todas as aves condenados observou-se lesões macroscópicas e os órgãos mais acometidos foram fígado e sacos aéreos. Histologicamente, os diagnósticos mais frequentes foram hepatite necrosante aleatória...

Manejo de doenças infecciosas em gatos de abrigos

Lopes, Leticia Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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O presente trabalho aborda o manejo de doenças infecciosas em abrigos de felinos. É importante entender e controlar alguns fatores básicos que predispoem as doenças infeciosas. Os principais fatores são: estresse, densidade populacional e nutrição. Com enfoque específico nas populações felinas devemos observar princípios gerais de prevenção de doenças, como a higiene, desinfecção e a ventilação do ambiente. Os abrigos de gatos lidam com animais de diversas origens, faixas etárias, status imunológicos e doenças pré-existentes, por estes motivos devem estar preparados para conter e impedir a propagação descontrolada de doenças infecciosas através de configurações e manejos específicos. São de extrema importância locais como a área de quarentena, que abriga os recém-chegados saudáveis e os mantem em observação antes da sua introdução no restante da população e uma área de isolamento, para abrigar os animais que apresentam sinais clínicos de doença infecciosa. Os alojamentos onde ficam os gatos, tanto individuais como coletivos, devem ser projetados para permitir uma boa limpeza, desinfecção, qualidade do ar e ao mesmo tempo impedir que os animais sofram de estresse. As doenças do trato respiratório superior são as principais e mais comuns doenças infecciosas em um abrigo de gatos. São causadas principalmente pelos agentes herpesvírus felino e calicivírus felino. Também é comum se encontrar as retroviroses: vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV)...

Governança de novas dimensões de segurança internacional : doenças infecciosas emergentes

Silva, Felipe Ricardo Baptista e
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Relações Internacionais, 2014.; Esse estudo objetiva compreender de que forma se estrutura a governança de uma nova dimensão de segurança internacional: as doenças infecciosas emergentes (DIEs). Inicialmente, discute-se como o tema das doenças infecciosas – em geral – tem sido apresentado pela literatura acadêmica especializada como novos riscos à segurança internacional. A partir desse escrutínio, foi possível organizar as contribuições de diversos autores sobre o tema, propondo cinco abordagens diferentes da relação entre doenças infecciosas e segurança internacional. A partir disso, averígua-se a maneira mais adequada para compreender a governança das DIEs com a análise das teorias de governança nos campos das Relações Internacionais e da “saúde global”. Nesse contexto, e com essas ferramentas, mapeiam-se os atores e dispositivos internacionais que caracterizam a governança das doenças infecciosas, e, posteriormente a das DIEs. Do ponto de vista metodológico, essa dissertação adota o modelo analítico de Young (1999) e Fidler (2002) para analisar a principal peça jurídica desse regime, o Regulamento Sanitário Internacional...

Mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias em Salvador - Bahia: evolução e diferenciais intra-urbanos segundo condições de vida

Teixeira,Maria da Gloria; Meyer,Marcos de Argolo; Costa,Maria da Conceição N.; Paim,Jairnilson Silva; Silva,Ligia Maria Vieira da
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2002 PT
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Analisa-se a evolução da mortalidade por DIP em Salvador-BA e seus diferenciais intra-urbanos mediante estudo de série temporal e de agregados espaciais, nos anos noventa. O DATASUS e declarações de óbitos foram as fontes de dados. Na análise temporal, empregou-se mortalidade proporcional, taxa de mortalidade e razão de mortalidade padronizada (RMP). No estudo espacial, analisou-se as taxas de mortalidade por DIP segundo um índice de condições de vida (ICV). Entre 1991 e 1995, a mortalidade proporcional por DIP foi de 8,3% e o risco de morrer variou entre 55,9 e 34,0 por 100 mil habitantes. No período seguinte, a variação foi entre 52,8 e 41,1 por 100 mil habitantes. A razão de mortalidade padronizada por doenças infecciosas e parasitárias em 1998 foi de 1,3. As doenças infecciosas intestinais continuam sendo uma das principais causas de morte desse grupo. As áreas da cidade onde as condições de vida eram mais baixas concentravam as maiores taxas de mortalidade por DIP. A despeito do declínio, ainda existe um excesso de mortalidade por DIP em Salvador. O modelo de desenvolvimento do país e a reemergência de algumas doenças podem estar contribuindo para este padrão.

Doenças infecciosas emergentes no reino da complexidade: implicações para as políticas científicas e tecnológicas

Marques,Marília B.
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1995 PT
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66.61%
A atual emergência e reemergência de algumas doenças infecciosas ultrapassa fronteiras nacionais, afetando cada vez mais países desenvolvidos e em desenvolvimento. Este estudo alienta que a disseminação global de novas doenças infecciosas está afetando a previsibilidade implícita nos enfoques dominantes da transição em saúde. Este trabalho analisa, do ponto-de-vista epistemológico e político, enfoques alternativos para enfrentar estas novas tendências epidemiológicas globais.

O conceito de espaço na epidemiologia das doenças infecciosas

Silva,Luiz Jacintho da
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1997 PT
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66.61%
Análise teórica da utilização do conceito de espaço na epidemiologia das doenças infecciosas. Faz-se uma breve retrospectiva do uso de diferentes conceituações de espaço e de suas implicações. Ênfase é dada à teoria dos focos naturais de Pavlovsky e às interações entre a epidemiologia e a geografia. O problema atual das infecções emergentes é visto como determinante da necessidade de se intensificarem as discussões sobre este conceito na epidemiologia das doenças infecciosas.

Mortes por doenças infecciosas em mulheres: ocorrências no ciclo gravídico-puerperal

Laurenti,Ruy; Jorge,Maria Helena Prado de Mello; Gotlieb,Sabina Léa Davidson
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
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66.74%
OBJETIVO: Descrever os óbitos por doenças infecciosas como causa básica ou múltipla, caracterizando os casos de doença infecciosa preexistente ou desenvolvida na gravidez, aqueles que são mortes maternas por causas obstétricas indiretas e os óbitos por Aids ou outras doenças infecciosas, ocorridos no ciclo gravídico puerperal, havendo dúvidas na classificação. MÉTODOS: Adotou-se a metodologia RAMOS (partindo-se da declaração de óbito -DO- original, dados reais são resgatados por entrevista domiciliar, consultas a prontuários hospitalares e laudos de autopsia; elaborando-se uma nova DO, com as reais causas de morte). População foi constituída pelos óbitos femininos de 10 a 49 anos, de residentes nas capitais brasileiras, do 1º semestre de 2002. As causas foram analisadas em básicas e múltiplas. RESULTADOS: Dos 7.332 óbitos, 917 apresentaram uma doença infecciosa como causa básica (Aids e tuberculose, principalmente). Em 37 casos, a falecida estava no ciclo gravídico puerperal ampliado (englobando, inclusive, mortes ocorridas de 43 dias até um ano pós-parto); 10 não foram classificadas como obstétricas indiretas permanecendo como infecciosas e 14 eram obstétricas indiretas. Quanto às causas múltiplas...

Doenças infecciosas emergentes e a emergência das doenças: uma revisão conceitual e novas questões

Grisotti,Márcia
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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66.81%
Contrariamente às expectativas de erradicação das doenças infecciosas, constata-se a emergência, mundial, de doenças desconhecidas para a ciência ou consideradas erradicadas ou sob o controle dos serviços de vigilância epidemiológica. Neste artigo, pretende-se caracterizar o debate sobre as doenças infecciosas emergentes e analisar o conceito difundido pelas publicações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e pelas contribuições das ciências humanas. A revisão da literatura nacional e internacional sobre a temática aponta as ambiguidades na definição das categorias "doença nova" e "doença emergente" e as diferenças entre o conceito de doenças infecciosas emergentes e o estudo da emergência das doenças. Enquanto o primeiro inclui o estudo de infecções específicas e foca a análise no organismo, no paciente e na população humana, o segundo, menos trabalhado, envolve as dimensões epistemológicas do conhecimento médico e da ecologia das doenças infecciosas emergentes, no nível sistêmico (no ecossistema e populações de parasitos e hospedeiros, quaisquer que sejam as espécies, e no comportamento sociocultural), e demanda a integração de várias disciplinas acadêmicas.

A emergência das doenças emergentes e as doenças infecciosas emergentes e reemergentes no Brasil

Luna,Expedito J. A.
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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66.73%
O artigo discute a emergência do conceito de doenças infecciosas emergentes e reemergentes. Postula-se que o conceito surge frente às limitações da teoria da transição epidemiológica em explicar as tendências recentes da morbidade e mortalidade. São discutidas as bases da teoria da transição epidemiológica e as razões de sua superação. Em seguida, são apresentados o conceito de doenças emergentes e reemergentes, os fatores relacionados à emergência das doenças infecciosas e as principais ocorrências no Brasil. Por fim, são abordados os desafios colocados pela emergência e reemergência das doenças infecciosas, e propostas para o seu enfrentamento.

A mortalidade por doenças infecciosas no início e no final do século XX no Município de São Paulo

Buchalla,Cássia Maria; Waldman,Eliseu Alves; Laurenti,Ruy
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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66.71%
A melhora das condições de vida do homem durante o século XX contribuiu para transformações da estrutura demográfica e para mudanças dos padrões de morbi-mortalidade. Com o objetivo de discutir essas mudanças, pretende-se comparar os dados de mortalidade do Município de São Paulo em 1901, 1960 e 2000. As causas de morte foram obtidas das seguintes fontes: Anuários Estatísticos da FSEADE, para 1901; Anuário de 1961 do Departamento de Estatística do Estado e CD-ROM de Mortalidade do Ministério da Saúde, para o ano de 2000. Os demais dados - de população, de nascidos vivos, coeficientes de mortalidade geral e infantil - foram obtidos do CD-ROM "500 anos de Divisão territorial e 100 anos de Estatísticas Demográficas Municipais" da FSEADE. Do início até o final do século XX, a população do Município de São Paulo aumentou 36 vezes, o número de nascimentos quase 24 e o número de óbitos 13,6 vezes. No entanto, as taxas de mortalidade diminuíram, a mortalidade geral foi 2,6 vezes menor no ano 2000 e a mortalidade infantil 11,3 vezes menor. A proporção de óbitos por doenças infecciosas declina de 45,7% do total de óbitos em 1901 para 9,7% em 2000. Em 1901, entre as 10 principais causas de morte no Município...

Mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias no Município de Teresina-PI (Brasil), 1971-2000

Campelo,Viriato; Gonçalves,Maria Alice Guimarães; Donadi,Eduardo Antonio
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2005 PT
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66.71%
Este estudo relata a mortalidade por doenças infecto-parasitárias em Teresina, nos últimos trinta anos do século XX. Os resultados mostraram que as mortes por doenças infecto-parasitárias diminuíram em coeficientes e em anos potenciais de vida perdidos, e foram superadas pelas mortes relacionadas aos aparelhos circulatório e respiratório, causas externas e neoplasias, entre 1980 e 1990. Em 2000, a faixa etária mais acometida entre as mortes por doenças infecto-parasitárias foi a de cinqüenta anos e mais, e em especial nos homens. As causas de morte mais freqüentes foram as septicemias, as enterites, a tuberculose, a aids e a leishmaniose, e entre as doenças infecciosas que se encontram em outros grupos de causas, vale ressaltar as pneumonias. Durante o período analisado, três doenças emergentes apareceram no quadro das doenças infecciosas em Teresina: a aids, a dengue e a cólera, enquanto as permanecentes, como a tuberculose e a leishmaniose, voltaram a ter relevância no quadro de morbi-mortalidade. Nesse mesmo período, em Teresina, o impacto das doenças emergentes e o peso das permanecentes, junto com as transformações socioeconômicas, demográficas e ambientais, experimentadas pelo município, fizeram com que as doenças infecto-parasitárias voltassem a ter importância para o século XXI.

Tendências da Infecciologia Pediátrica nos Últimos 30 Anos — Experiência de Uma Unidade de Doenças Infecciosas

Martins, Paula; M Prata, Filipa; Almeida, Gabriela; Neves, Vitor; P. Prata, Cristina; Soares, Daniel; França, Jorge; G. Marques, José; Pinheiro, Manuel; Mota, Luís; Valente, Paula
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 22/09/2014 PT
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A ideia de que as doenças infecciosas estariam em vias de erradicação, devido aos avanços nas medidas profilácticas e terapêuticas, tem vindo a ser posta em causa pelo aparecimento de «novas» doenças e reaparecimento de outras, e pela emergência crescente de resistências aos antimicrobianos disponíveis.Apesar de, no nosso país, a mortalidade pediátrica atribuída às doenças infecciosas ter sido reduzida drasticamente nos últimos 30 anos, a morbilidade por doenças infecciosas continua a pesar fortemente nas estatísticas dos grupos etários pediátricos.A Unidade de Doenças Infecciosas do Serviço de Pediatria do Hospital de Santa Maria serviu de veículo para reflectir a dinâmica da Infecciologia Pediátrica Portuguesa nos últimos 30 anos. Consultaram-se os livros de registo das crianças internadas entre 1 de Janeiro de 1969 e 31 de Dezembro de 1998, e construiu-se uma base de dados, seguida da análise descritiva e estatística dos resultados.No período considerado ocorreram 13.150 internamentos, com um aumento da média de internamentos ao longo das três •décadas. O espectro das patologias foi-se alterando; algumas patologias deixaram de ser internadas, como difteria e poliomielite; outras reduziram francamente a sua representatividade no internamento...

Centro de Estudos de Vectores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac: inauguração das novas instalações - Águas de Moura, 2009

Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Livro
Publicado em 06/08/2009 POR
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Monografia comemorativa da inauguração das novas instalações do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco Cambournac (CEVDI) a 6-8-2009, com projeto arquitetónico da responsabilidade do ateliê Pardal Monteiro. Herdeiro do Instituto de Malariologia fundado pela Fundação Rockefeller em colaboração com a Direcção-Geral de Saúde em 1938, o CEVDI integra o Departamento de Doenças Infecciosas do INSA IP, ao qual compete desenvolver atividades nas áreas dos diversos agentes microbiológicos e da respetiva imunologia, assegura a resposta laboratorial em emergências de origem biológica e efetua estudos de vetores e doenças infecciosas.

Doenças infecciosas emergentes e a emergência das doenças: uma revisão conceitual e novas questões

Grisotti,Márcia
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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Contrariamente às expectativas de erradicação das doenças infecciosas, constata-se a emergência, mundial, de doenças desconhecidas para a ciência ou consideradas erradicadas ou sob o controle dos serviços de vigilância epidemiológica. Neste artigo, pretende-se caracterizar o debate sobre as doenças infecciosas emergentes e analisar o conceito difundido pelas publicações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e pelas contribuições das ciências humanas. A revisão da literatura nacional e internacional sobre a temática aponta as ambiguidades na definição das categorias "doença nova" e "doença emergente" e as diferenças entre o conceito de doenças infecciosas emergentes e o estudo da emergência das doenças. Enquanto o primeiro inclui o estudo de infecções específicas e foca a análise no organismo, no paciente e na população humana, o segundo, menos trabalhado, envolve as dimensões epistemológicas do conhecimento médico e da ecologia das doenças infecciosas emergentes, no nível sistêmico (no ecossistema e populações de parasitos e hospedeiros, quaisquer que sejam as espécies, e no comportamento sociocultural), e demanda a integração de várias disciplinas acadêmicas.

O conceito de espaço na epidemiologia das doenças infecciosas

Silva,Luiz Jacintho da
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1997 PT
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Análise teórica da utilização do conceito de espaço na epidemiologia das doenças infecciosas. Faz-se uma breve retrospectiva do uso de diferentes conceituações de espaço e de suas implicações. Ênfase é dada à teoria dos focos naturais de Pavlovsky e às interações entre a epidemiologia e a geografia. O problema atual das infecções emergentes é visto como determinante da necessidade de se intensificarem as discussões sobre este conceito na epidemiologia das doenças infecciosas.

A emergência das doenças emergentes e as doenças infecciosas emergentes e reemergentes no Brasil

Luna,Expedito J. A.
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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O artigo discute a emergência do conceito de doenças infecciosas emergentes e reemergentes. Postula-se que o conceito surge frente às limitações da teoria da transição epidemiológica em explicar as tendências recentes da morbidade e mortalidade. São discutidas as bases da teoria da transição epidemiológica e as razões de sua superação. Em seguida, são apresentados o conceito de doenças emergentes e reemergentes, os fatores relacionados à emergência das doenças infecciosas e as principais ocorrências no Brasil. Por fim, são abordados os desafios colocados pela emergência e reemergência das doenças infecciosas, e propostas para o seu enfrentamento.

A mortalidade por doenças infecciosas no início e no final do século XX no Município de São Paulo

Buchalla,Cássia Maria; Waldman,Eliseu Alves; Laurenti,Ruy
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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A melhora das condições de vida do homem durante o século XX contribuiu para transformações da estrutura demográfica e para mudanças dos padrões de morbi-mortalidade. Com o objetivo de discutir essas mudanças, pretende-se comparar os dados de mortalidade do Município de São Paulo em 1901, 1960 e 2000. As causas de morte foram obtidas das seguintes fontes: Anuários Estatísticos da FSEADE, para 1901; Anuário de 1961 do Departamento de Estatística do Estado e CD-ROM de Mortalidade do Ministério da Saúde, para o ano de 2000. Os demais dados - de população, de nascidos vivos, coeficientes de mortalidade geral e infantil - foram obtidos do CD-ROM "500 anos de Divisão territorial e 100 anos de Estatísticas Demográficas Municipais" da FSEADE. Do início até o final do século XX, a população do Município de São Paulo aumentou 36 vezes, o número de nascimentos quase 24 e o número de óbitos 13,6 vezes. No entanto, as taxas de mortalidade diminuíram, a mortalidade geral foi 2,6 vezes menor no ano 2000 e a mortalidade infantil 11,3 vezes menor. A proporção de óbitos por doenças infecciosas declina de 45,7% do total de óbitos em 1901 para 9,7% em 2000. Em 1901, entre as 10 principais causas de morte no Município...

Doenças infecciosas emergentes no reino da complexidade: implicações para as políticas científicas e tecnológicas

Marques,Marília B.
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1995 PT
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A atual emergência e reemergência de algumas doenças infecciosas ultrapassa fronteiras nacionais, afetando cada vez mais países desenvolvidos e em desenvolvimento. Este estudo alienta que a disseminação global de novas doenças infecciosas está afetando a previsibilidade implícita nos enfoques dominantes da transição em saúde. Este trabalho analisa, do ponto-de-vista epistemológico e político, enfoques alternativos para enfrentar estas novas tendências epidemiológicas globais.

Mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias no Município de Teresina-PI (Brasil), 1971-2000

Campelo,Viriato; Gonçalves,Maria Alice Guimarães; Donadi,Eduardo Antonio
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2005 PT
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Este estudo relata a mortalidade por doenças infecto-parasitárias em Teresina, nos últimos trinta anos do século XX. Os resultados mostraram que as mortes por doenças infecto-parasitárias diminuíram em coeficientes e em anos potenciais de vida perdidos, e foram superadas pelas mortes relacionadas aos aparelhos circulatório e respiratório, causas externas e neoplasias, entre 1980 e 1990. Em 2000, a faixa etária mais acometida entre as mortes por doenças infecto-parasitárias foi a de cinqüenta anos e mais, e em especial nos homens. As causas de morte mais freqüentes foram as septicemias, as enterites, a tuberculose, a aids e a leishmaniose, e entre as doenças infecciosas que se encontram em outros grupos de causas, vale ressaltar as pneumonias. Durante o período analisado, três doenças emergentes apareceram no quadro das doenças infecciosas em Teresina: a aids, a dengue e a cólera, enquanto as permanecentes, como a tuberculose e a leishmaniose, voltaram a ter relevância no quadro de morbi-mortalidade. Nesse mesmo período, em Teresina, o impacto das doenças emergentes e o peso das permanecentes, junto com as transformações socioeconômicas, demográficas e ambientais, experimentadas pelo município, fizeram com que as doenças infecto-parasitárias voltassem a ter importância para o século XXI.