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Manejo de doenças infecciosas em gatos de abrigos

Lopes, Leticia Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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O presente trabalho aborda o manejo de doenças infecciosas em abrigos de felinos. É importante entender e controlar alguns fatores básicos que predispoem as doenças infeciosas. Os principais fatores são: estresse, densidade populacional e nutrição. Com enfoque específico nas populações felinas devemos observar princípios gerais de prevenção de doenças, como a higiene, desinfecção e a ventilação do ambiente. Os abrigos de gatos lidam com animais de diversas origens, faixas etárias, status imunológicos e doenças pré-existentes, por estes motivos devem estar preparados para conter e impedir a propagação descontrolada de doenças infecciosas através de configurações e manejos específicos. São de extrema importância locais como a área de quarentena, que abriga os recém-chegados saudáveis e os mantem em observação antes da sua introdução no restante da população e uma área de isolamento, para abrigar os animais que apresentam sinais clínicos de doença infecciosa. Os alojamentos onde ficam os gatos, tanto individuais como coletivos, devem ser projetados para permitir uma boa limpeza, desinfecção, qualidade do ar e ao mesmo tempo impedir que os animais sofram de estresse. As doenças do trato respiratório superior são as principais e mais comuns doenças infecciosas em um abrigo de gatos. São causadas principalmente pelos agentes herpesvírus felino e calicivírus felino. Também é comum se encontrar as retroviroses: vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV)...

Influência da administração de cálcio no pós-parto na prevalência de doenças do puerpério em vacas de leite na Ilha Terceira

Oliveira, Tiago Machado
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em 29/06/2011 POR
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Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; Este estudo foi realizado em cinco explorações da ilha Terceira, Açores, que se caracterizam por serem explorações com sistemas de produção à base de pastagem. Das cinco explorações apenas duas delas suplementavam as suas vacas com dieta completa. O objectivo deste trabalho foi o de verificar a influência da administração parenteral de cálcio no pós-parto na prevalência de doenças puerperais de forma a relacioná-las com hipocalcémia. Entraram no estudo 114 animais, divididos em dois grupos: 56 animais foi-lhes administrado por via endovenosa no pós-parto um frasco de 500 ml de borogluconato de cálcio a 23% e 58 animais serviram de grupo controlo. Foram registados a data de parição, a paridade e a ocorrência de doenças desde o parto até à detecção do primeiro cio pós-parto. Durante o estudo aproximadamente 20% dos animais tiveram pelo menos uma doença, sendo a taxa de mortalidade de cerca de 3%. A incidência das doenças nos animais aos quais foi-lhes administrado cálcio no pós-parto foi: 7,1% para a infecção uterina e mamite, 5,4% para outras doenças, 3,6% para a retenção placentária, 0% para a hipocalcémia clínica e deslocamento do abomaso. Sendo a incidência total de doenças nestes animais de 23...

Desigualdade social e mortalidade precoce por doenças cardiovasculares no Brasil

Ishitani,Lenice Harumi; Franco,Glaura da Conceição; Perpétuo,Ignez Helena Oliva; França,Elisabeth
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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OBJETIVO: Investigar associação entre alguns indicadores de nível socioeconômico e mortalidade de adultos por doenças cardiovasculares no Brasil. MÉTODOS: Foram analisados os óbitos de adultos (35 a 64 anos), ocorridos entre 1999 a 2001, por doenças cardiovasculares, e pelos subgrupos das doenças isquêmicas do coração e doenças cerebrovasculares-hipertensivas, obtidos no Sistema de Informação sobre Mortalidade. Foram selecionados para análise 98 municípios brasileiros, com melhor qualidade de informação. Para analisar a associação entre indicadores socioeconômicos e a mortalidade por doenças cardiovasculares, foi utilizada a regressão linear simples e múltipla. RESULTADOS: Na análise univariada, verificou-se associação negativa para a mortalidade por doenças cardiovasculares e o subgrupo das cerebrovasculares-hipertensivas com renda e escolaridade, e associação direta com taxa de pobreza e condições precárias de moradia. Quanto às doenças isquêmicas, houve associação inversa com taxa de pobreza e escolaridade, e direta com condições precárias de moradia. A escolaridade, após ajuste pelo modelo de regressão linear múltipla, permaneceu associada à mortalidade pela doença investigada e seus subgrupos. A cada ponto percentual de aumento na proporção de adultos com alta escolaridade...

Mortalidade por doenças cardiorrespiratórias em idosos no estado de Mato Grosso, 1986 a 2006

Carmo,Cleber Nascimento do; Hacon,Sandra de Souza; Jacobson,Ludmilla da Silva Viana; Mourão,Dennys de Souza; Ignotti,Eliane
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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OBJETIVO: Descrever a evolução temporal da mortalidade por doenças cardiorrespiratórias em idosos. MÉTODOS: Estudo epidemiológico descritivo com delineamento ecológico de séries temporais realizado no estado do Mato Grosso, de 1986 a 2006. Foram utilizados dados sobre doenças dos aparelhos respiratório e circulatório obtidos do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde. Modelos de regressão linear simples foram ajustados para avaliar a tendência das taxas específicas de mortalidade por grupos específicos de idade (60 a 69, 70 a 79 e 80 ou mais anos) e sexo. RESULTADOS: Houve aumento na proporção de óbitos por doenças respiratórias e diminuição por doenças cardiovasculares. Na comparação de taxas entre os sexos, as mulheres apresentaram taxas 15% menores para as causas cardiovasculares e taxas similares ao sexo masculino para as causas respiratórias. Foi observada taxa elevada de mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, com importante tendência de incremento entre os grupos mais longevos. Em idosos com idade > 80 anos o aumento anual médio na taxa de mortalidade por doenças respiratórias foi de 1,99 óbitos e de 3,43 por doenças do aparelho circulatório. CONCLUSÕES: O estado de Mato Grosso apresenta elevada taxa de mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares em idosos...

Produtividade, estabilidade e adaptabilidade de cultivares de amendoim em três níveis de controle de doenças foliares

Godoy,Ignácio José de; Moraes,Sérgio Almeida de; Siqueira,Walter José; Pereira,José Carlos Vila Nova Alves; Martins,Antonio Lúcio de Mello; Paulo,Edson Martins
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/1999 PT
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O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho produtivo, a estabilidade da produção e a adaptabilidade de três cultivares de amendoim em diversos ambientes típicos de cultivo e severidade das doenças foliares que podem ocorrer no Estado de São Paulo. Foram avaliadas as cultivares Tatu, Florunner e IAC-Caiapó sob três níveis de controle de doenças foliares, em experimentos onde as doenças predominantes foram a mancha-preta (Cercosporidium personatum) e a ferrugem (Puccinia arachidis). Os experimentos utilizaram delineamento em parcelas subdivididas com quatro repetições, em subparcelas de quatro linhas de 5 m de comprimento. As parcelas principais consistiram de controle químico com duas ou quatro pulverizações, e um tratamento sem controle das doenças. Estimaram-se, também, a estabilidade e adaptabilidade entre os ambientes, dentro de cada nível de controle das doenças. A cultivar Florunner mostrou as maiores respostas ao controle químico, em relação à produtividade e adaptabilidade aos ambientes onde as doenças foram bem controladas. As cultivares Tatu e IAC-Caiapó apresentaram comportamentos semelhantes em resposta ao controle das doenças e superaram a cultivar Florunner em produtividade, na qual a pressão das doenças foi maior. A cultivar IAC-Caiapó mostrou produtividade...

Doenças periodontais causam doenças cardiovasculares? Análise das evidências epidemiológicas

Cunha-Cruz,Joana; Nadanovsky,Paulo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 PT
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Este artigo é uma análise de estudos epidemiológicos que avaliaram a doença periodontal como causa de doenças cardiovasculares. Foram identificados 35 estudos por meio de busca manual nos volumes especiais de resumos do periódico Journal of Dental Research; de busca nos bancos de dados eletrônicos MEDLINE, LILACS e ISI; e da inspeção de bibliografias dos artigos identificados. Os critérios de inclusão foram: artigos em qualquer idioma publicados entre 1989 e 2000, que relataram a ausência ou presença de associação entre doenças periodontais e doenças cardiovasculares. As evidências disponíveis ainda são esparsas e suas interpretações são limitadas por potenciais vieses e situação de confusão. Os estudos analisados, tanto separadamente quanto juntos, não fornecem evidência epidemiológica convincente para uma associação causal entre doenças periodontais e doenças cardiovasculares. Entretanto, a possibilidade das doenças bucais causarem doenças cardiovasculares ainda não pode ser descartada. Até que dados adequados estejam disponíveis, não se deve considerar as doenças periodontais ou qualquer outra infecção bucal como causa de doenças cardiovasculares.

Doenças infecciosas emergentes e a emergência das doenças: uma revisão conceitual e novas questões

Grisotti,Márcia
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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Contrariamente às expectativas de erradicação das doenças infecciosas, constata-se a emergência, mundial, de doenças desconhecidas para a ciência ou consideradas erradicadas ou sob o controle dos serviços de vigilância epidemiológica. Neste artigo, pretende-se caracterizar o debate sobre as doenças infecciosas emergentes e analisar o conceito difundido pelas publicações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e pelas contribuições das ciências humanas. A revisão da literatura nacional e internacional sobre a temática aponta as ambiguidades na definição das categorias "doença nova" e "doença emergente" e as diferenças entre o conceito de doenças infecciosas emergentes e o estudo da emergência das doenças. Enquanto o primeiro inclui o estudo de infecções específicas e foca a análise no organismo, no paciente e na população humana, o segundo, menos trabalhado, envolve as dimensões epistemológicas do conhecimento médico e da ecologia das doenças infecciosas emergentes, no nível sistêmico (no ecossistema e populações de parasitos e hospedeiros, quaisquer que sejam as espécies, e no comportamento sociocultural), e demanda a integração de várias disciplinas acadêmicas.

Doenças pulmonares intersticiais crônicas na criança

Paiva,Maria Aparecida Soares de Souza; Amaral,Sandra Mara Moreira
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 PT
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As doenças pulmonares intersticiais (DPIs) da criança constituem um grupo heterogêneo de doenças raras que têm sido definidas e classificadas de acordo com as experiências e as pesquisas em adultos. Entretanto, os pneumologistas pediátricos vêm observando que o espectro clínico é mais amplo nas crianças, e que muitas destas doenças evoluem e respondem ao tratamento de forma diferente. Além disso, provavelmente devido a estágios diferentes de desenvolvimento e maturação pulmonares, novas formas clínicas têm sido descritas, principalmente em lactentes, ampliando a classificação nessa faixa etária. A compreensão de que nem a definição nem as classificações estabelecidas se aplicam inteiramente ao grupo pediátrico tem motivado a realização de estudos multicêntricos com o objetivo de estudá-las melhor, unificando as estratégias diagnósticas e terapêuticas. Fizemos a revisão atualizando a conceituação das DPIs no grupo pediátrico, considerando as particularidades desse grupo na utilização do esquema de classificação dessas doenças para adultos e revendo o histórico dos esforços para uma melhor compreensão do problema com os estudos multicêntricos. Foram ressaltadas as diferenças na apresentação clínica...

Produtividade, estabilidade e adaptabilidade de cultivares de amendoim em tres niveis de controle de doencas foliares.

GODOY, I.J. de; MORAES, S.A. de; SIQUEIRA, W.J.; PEREIRA, J.C.V.N.A.; MARTINS, A.L de M.; PAULO, E.M.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.34, n.7, p.1183-91, jul. 1999. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.34, n.7, p.1183-91, jul. 1999.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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36.55%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho produtivo, a estabilidade da producao e a adaptabilidade de tres cultivares de amendoim em diversos ambientes tipicos de cultivo e severidade das doencas foliares que podem ocorrer no Estado de Sao Paulo. Foram avaliadas as cultivares Tatu, Florunner e IAC-Caiapo sob tres niveis de controle de doencas foliares, em experimentos onde as doencas predominantes foram a mancha-preta (Cercosporidium personatum) e a ferrugem (Puccinia arachidis). Os experimentos utilizaram delineamento em parcelas subdivididas com quatro repeticoes em subparcelas de quatro linhas de 5 m de comprimento. As parcelas principais consistiram de controle quimico com duas ou quatro pulverizacoes, e um tratamento sem controle das doencas. Estimaram-se, tambem, a estabilidade e adaptabilidade entre os ambientes, dentro de cada nivel de controle das doencas. A cultivar Florunner mostrou as maiores respostas ao controle quimico, em relacao a produtividade e adaptabilidade aos ambientes onde as doencas foram bem controladas. As cultivares Tatu e IAC-Caiapo apresentaram comportamento semelhantes em resposta ao controle das doencas e superaram a cultivar Florunner em produtividade, na qual a pressao das doencas foi maior. A cultivar IAC-Caiapo mostrou produtividade...

Impacto potencial das mudanças climáticas sobre as doenças do abacaxi no Brasil.

MATOS, A. P. de; JUNGHANS, D. T.; ANDRADE, E. C. de; MEISSNER FILHO, P. E.
Fonte: In: GHINI, R.; HAMADA, E.; BETTIOL, W. (Ed.). Impactos das mudanças climáticas sobre doenças de importantes culturas no Brasil. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2011. 356 p. il Publicação eletrônica. Publicador: In: GHINI, R.; HAMADA, E.; BETTIOL, W. (Ed.). Impactos das mudanças climáticas sobre doenças de importantes culturas no Brasil. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2011. 356 p. il Publicação eletrônica.
Tipo: Capítulo em livro técnico-científico (ALICE) Formato: p. 105-114.
PT_BR
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O abacaxizeiro e o clima; Doenças causadas por fungos e oomicetos; Doença causada por vírus; Doença abiótica.; 2011

Doenças Transmissíveis

Universidade Aberta do SUS da Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS/UFMA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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Material do curso de capacitação em Doenças Transmissíveis, produzido pela UNA-SUS/UFMA. O curso tem como público alvo discentes dos cursos de graduação que fazem parte do Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - PRÓ-SAÚDE no âmbito da Universidade Federal do Maranhão (enfermagem, farmácia, medicina e odontologia). Neste módulo estuda-se como a equipe de Atenção Básica pode atuar no combate e controle das doenças transmissíveis por vetores (Malária, Tripanossomíase americana, Leishmanioses, Esquistossomose, Febre amarela e Dengue), das doenças endêmicas prevalentes (Hanseníase, Tuberculose e Influenza), das doenças sexualmente transmissíveis (Gonorreia, Sífilis, AIDS) incluindo Hepatites Virais e Hepatites crônicas abordando aspectos de diagnóstico e tratamento. Além de apresentar os conceitos para reflexão sobre as doenças negligenciadas e como as condições ambientais podem influenciar na saúde das populações.

Doenças raras de origem não genética - Portaria 199/2014: Eixo II

TelessaúdeRS/UFRGS; Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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Cerca de 20% das doenças raras possuem etiologia não genética. É possível identificar alguns grupos de doenças raras não genéticas: doenças raras infecciosas, doenças raras inflamatórias e doenças raras autoimunes, entre outras. No quarto módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS são abordados os seguintes tópicos sobre doenças tópicas não genéticas: 1. Doenças raras infecciosas: algumas doenças raras infecciosas, embora no país sejam raras, podem ser frequentes em algumas regiões pelo seu caráter endêmico. Para muitas dessas doenças o Ministério da Saúde tem políticas específicas. Roteiro para anamnese com atenção para sinais e sintomas clínicos, residência em áreas de risco, exposição a outros afetados, vetores e ambientes de risco; roteiro para exame físico com atenção para órgãos mais frequentemente atingidos. 2. Doenças raras inflamatórias: diversas doenças raras de etiologia não genética podem ter natureza inflamatória; roteiro para anamnese e exame clínico com especial atenção para sinais e sintomas clínicos específicos; 3. Doenças raras autoimunes: diversas doenças raras de etiologia não genética podem ter natureza autoimune; roteiro para anamnese e exame clínico com especial atenção para sinais e sintomas clínicos específicos.

Diagnóstico e Tratamento de Doenças Lisossomais: relatório 2011

Grupo de Trabalho Coordenador do Diagnóstico e Tratamento de Doenças Lisossomais; Fortuna, Ana Maria
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Relatório
Publicado em 01/11/2013 POR
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46.54%
As Doenças Lisossomais de Sobrecarga (DLS) constituem um grupo de doenças hereditárias do metabolismo que se caracterizam por uma acumulação intralisossomal quer de substratos não degradados, quer de produtos do catabolismo. Estão descritas, atualmente, cerca de 50 DLS e em Portugal a prevalência deste grupo de patologias em recém-nascidos é de 25:100.000 nados vivos. As DLS apresentam uma grande variedade de sintomas clínicos que vão desde a presença de doença neurológica grave, a casos menos graves ou até mesmo assintomáticos. Os sintomas surgem geralmente nos primeiros meses/anos de vida e os sinais mais frequentes são alterações neurológicas, ósseas, cardiovasculares, cutâneas, oculares, hematológicas, organomelia, dismorfia facial e hidrópsia fetal. Nos últimos anos, várias terapêuticas de substituição enzimática e de redução do substrato têm sido desenvolvidas possibilitando o tratamento dos doentes com algumas destas patologias, nomeadamente, a Doença de Gaucher de tipo I, a Doença de Fabry, a Doença de Pompe, as Mucopolissacaridoses tipo I, II e VI e a Doença de Niemann Pick tipo C. Em 2011, o Grupo de Trabalho Coordenador do Diagnóstico e Tratamento de Doenças Lisossomais (GTCDTDL)...

Diagnóstico e Tratamento de Doenças Lisossomais: relatório 2012

Grupo de Trabalho Coordenador do Diagnóstico e Tratamento de Doenças Lisossomais; Fortuna, Ana
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Relatório
Publicado em /02/2014 POR
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Relatório anual do Grupo de Trabalho Coordenador do Diagnóstico e Tratamento de Doenças Lisossomais (GTCDTDL), relativo ao ano 2012, do qual se destaca a realização das seguintes atividades: − Discussão e avaliação de 43 casos clínicos relativos a pedidos de tratamento, ajuste de dose ou alteração do tratamento, mais 16 casos do que em 2011. Foram emitidos pareceres para Doença de Gaucher, Doença de Fabry, Mucopolissacaridoses tipo I, II e VI, Doença de Pompe e Doença de Niemann Pick tipo C. − Prossecução da compilação da documentação relativa aos doentes com a finalidade de constituir uma base de dados. − Avaliação atualizada e envio regular dos encargos mensais por doença e entidade prestadora dos cuidados de saúde, bem como a data de início e/ou suspensão das terapêuticas à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). − Consolidação da constituição do grupo de trabalho e formulação de convite a consultores científicos, quando pertinente. − Compilação de documentação científica e informação de entidades europeias. − Organização logística interna e externa e de documentos de suporte, existindo formulários de registo dos dados individuais para solicitação de início e seguimento da terapêutica. − Estabelecimento e fortalecimento de contactos com instituições ou organismos relevantes (INFARMED...

Doenças de Repetição de Trinucleótidos; doenças de antecipação

Marques, Vicente Manuel Santos
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas; As mutações dinâmicas envolvem a expansão do número de unidades repetitivas, presentes em determinado gene ou sua vizinhança, consistindo em unidades repetidas de três ou mais nucleótidos em tandem (isto é, adjacentes uma à outra). A repetição de tripletos pode ocorrer em diversos genes e codificar vários aminoácidos. A instabilidade do tamanho das repetições de tripletos poderá conduzir à sua expansão gradual, podendo os efeitos dessa expansão levar a doenças. De acordo com o tamanho das expansões podem surgir portadores não afetados (portadores de pré-mutações) e, como o tamanho da expansão pode crescer ao longo de gerações consecutivas, pode resultar em doenças cuja gravidade, apresentação clínica e idade de início da doença são variáveis. A expansão no número de repetições triplas através das gerações conduz ao fenómeno de antecipação. A antecipação genética é caracterizada por existir uma redução na idade do aparecimento da doença e também por um agravamento dos sintomas nas pessoas afetadas em gerações sucessivas. A presente monografia descreve detalhadamente as mutações dinâmicas com ênfase nas doenças de repetição de trinucleótidos...

Doenças raras de origem não genética - Portaria 199/2014: Eixo II

TelessaúdeRS/UFRGS; Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Vídeo Formato: Conjunto de slides do quinto módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS.
PT_BR
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36.62%
Cerca de 20% das doenças raras possuem etiologia não genética. É possível identificar alguns grupos de doenças raras não genéticas: doenças raras infecciosas, doenças raras inflamatórias e doenças raras autoimunes, entre outras. No quarto módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS são abordados os seguintes tópicos sobre doenças tópicas não genéticas: 1. Doenças raras infecciosas: algumas doenças raras infecciosas, embora no país sejam raras, podem ser frequentes em algumas regiões pelo seu caráter endêmico. Para muitas dessas doenças o Ministério da Saúde tem políticas específicas. Roteiro para anamnese com atenção para sinais e sintomas clínicos, residência em áreas de risco, exposição a outros afetados, vetores e ambientes de risco; roteiro para exame físico com atenção para órgãos mais frequentemente atingidos. 2. Doenças raras inflamatórias: diversas doenças raras de etiologia não genética podem ter natureza inflamatória; roteiro para anamnese e exame clínico com especial atenção para sinais e sintomas clínicos específicos; 3. Doenças raras autoimunes: diversas doenças raras de etiologia não genética podem ter natureza autoimune; roteiro para anamnese e exame clínico com especial atenção para sinais e sintomas clínicos específicos.

Doenças Transmissíveis

Universidade Aberta do SUS da Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS/UFMA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle de módulo composto por 4 unidades que contém textos e livros online.
PT_BR
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Material do curso de capacitação em Doenças Transmissíveis, produzido pela UNA-SUS/UFMA. O curso tem como público alvo discentes dos cursos de graduação que fazem parte do Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - PRÓ-SAÚDE no âmbito da Universidade Federal do Maranhão (enfermagem, farmácia, medicina e odontologia). Neste módulo estuda-se como a equipe de Atenção Básica pode atuar no combate e controle das doenças transmissíveis por vetores (Malária, Tripanossomíase americana, Leishmanioses, Esquistossomose, Febre amarela e Dengue), das doenças endêmicas prevalentes (Hanseníase, Tuberculose e Influenza), das doenças sexualmente transmissíveis (Gonorreia, Sífilis, AIDS) incluindo Hepatites Virais e Hepatites crônicas abordando aspectos de diagnóstico e tratamento. Além de apresentar os conceitos para reflexão sobre as doenças negligenciadas e como as condições ambientais podem influenciar na saúde das populações.; Ministério da Saúde

PREVALÊNCIA DAS DOENÇAS CARDIOMETABÓLICAS E RESPIRATÓRIAS E DE SEUS FATORES DE RISCO NO MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ/SC

NIEHUES, JANAINA ROCHA
Fonte: Araranguá, SC Publicador: Araranguá, SC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: xx f.
PT_BR
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TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Araranguá. Fisioterapia.; As doenças crônicas não transmissíveis, com destaque para as doenças cardiometabólicas e respiratórias, constituem grave problema de saúde pública, apresentando alta prevalência e impacto socioeconômico no Brasil e no mundo. Diversos fatores de riscos estão envolvidos no desenvolvimento dessas doenças, como o tabagismo, a obesidade, a hipertensão arterial, dentre outros. Diante da relevância dessas doenças no perfil epidemiológico da população brasileira e de alguns de seus fatores de risco serem modificáveis e passíveis de controle, esforços nacionais têm sido feitos no sentido de monitorar a prevalência e a morbimortalidade das doenças, bem como de seus fatores de risco. Essas informações estão disponíveis nas capitais brasileiras; no entanto, no município de Araranguá não existem dados sobre a prevalência dessas doenças e de seus fatores de risco. Dessa forma, oobjetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência das doenças cardiometabólicas e respiratórias e de seus fatores de risco em duas Unidades Básicas de Saúde no município de Araranguá/SC, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre o tema em cidades de pequeno porte do Brasil. Foi realizado um estudo observacional do tipo transversal por meio da coleta das seguintes variáveis dos prontuários dos usuários com idade igual e superior a 18 anos das UBS Coloninha I e II: sexo...

Doenças periodontais causam doenças cardiovasculares? Análise das evidências epidemiológicas

Cunha-Cruz,Joana; Nadanovsky,Paulo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 PT
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Este artigo é uma análise de estudos epidemiológicos que avaliaram a doença periodontal como causa de doenças cardiovasculares. Foram identificados 35 estudos por meio de busca manual nos volumes especiais de resumos do periódico Journal of Dental Research; de busca nos bancos de dados eletrônicos MEDLINE, LILACS e ISI; e da inspeção de bibliografias dos artigos identificados. Os critérios de inclusão foram: artigos em qualquer idioma publicados entre 1989 e 2000, que relataram a ausência ou presença de associação entre doenças periodontais e doenças cardiovasculares. As evidências disponíveis ainda são esparsas e suas interpretações são limitadas por potenciais vieses e situação de confusão. Os estudos analisados, tanto separadamente quanto juntos, não fornecem evidência epidemiológica convincente para uma associação causal entre doenças periodontais e doenças cardiovasculares. Entretanto, a possibilidade das doenças bucais causarem doenças cardiovasculares ainda não pode ser descartada. Até que dados adequados estejam disponíveis, não se deve considerar as doenças periodontais ou qualquer outra infecção bucal como causa de doenças cardiovasculares.

Doenças infecciosas emergentes e a emergência das doenças: uma revisão conceitual e novas questões

Grisotti,Márcia
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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Contrariamente às expectativas de erradicação das doenças infecciosas, constata-se a emergência, mundial, de doenças desconhecidas para a ciência ou consideradas erradicadas ou sob o controle dos serviços de vigilância epidemiológica. Neste artigo, pretende-se caracterizar o debate sobre as doenças infecciosas emergentes e analisar o conceito difundido pelas publicações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e pelas contribuições das ciências humanas. A revisão da literatura nacional e internacional sobre a temática aponta as ambiguidades na definição das categorias "doença nova" e "doença emergente" e as diferenças entre o conceito de doenças infecciosas emergentes e o estudo da emergência das doenças. Enquanto o primeiro inclui o estudo de infecções específicas e foca a análise no organismo, no paciente e na população humana, o segundo, menos trabalhado, envolve as dimensões epistemológicas do conhecimento médico e da ecologia das doenças infecciosas emergentes, no nível sistêmico (no ecossistema e populações de parasitos e hospedeiros, quaisquer que sejam as espécies, e no comportamento sociocultural), e demanda a integração de várias disciplinas acadêmicas.