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Auto-atualização e aceitação da doença crónica

Baptista, Gorete
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde Publicador: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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O estudo da dimensão psicológica dos doentes crónicos é de grande importância. Esta investigação versa o estudo da aceitação da doença crónica (IRC em tratamento de HD), avaliando o sucesso, ou não, dos doentes sentirem aceitação e valor, realizando-se, apesar da incapacidade, dependência e sentimentos de inutilidade que a doença potencialmente ocasiona. Neste sentido, foi feita uma exploração da relação entre o estado emocional referido como aceitação e o nível de auto-actualização que os doentes apresentam no seu continuum de vida. Avaliamos também a influência de algumas variáveis sócio-demográficas e clínicas. Palavras-chave: doença crónica, auto-atualização, aceitação OBJETIVOS O interesse teórico e prático deste estudo, situa-se na perspectiva de encontrarmos alguns subsídios que nos permitam compreender a influência da auto-atualização na aceitação da doença e sua importância na vivência da doença crónica. MATERIAL E MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal, exploratório descritivo em 150 indivíduos em tratamento de hemodiálise crónica. Critérios de inclusão idade entre 18 e 65 anos de idade, alfabetização, sem comprometimento cognitivo. Para medir as variáveis em estudo utilizamos a AIS (Acceptance of illness scale...

Cuidado da família ao idoso portador de doença crônica: análise do conceito na perspectiva da família; Family care to the elderly with chronic disease: concept analysis from the family's perspective.

Carreira, Lígia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/10/2006 PT
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O envelhecimento populacional vem sendo alvo de atenção no Brasil, uma vez que está ocorrendo um aumento significativo do número de idosos na população. Observa-se que juntamente com essa transição demográfica, ocorre a transição epidemiológica. A preocupação com doenças infecto-contagiosas perde lugar para a alta prevalência das doenças crônicas não-transmissíveis, e a população idosa é a mais acometida por essas doenças. Nesta situação, a família desempenha um papel fundamental na manutenção e controle da doença de seus membros, pois cabe a ela arcar com a continuidade do cuidado ao indivíduo no seu processo de viver. Assim, o estudo tem como objetivo construir um modelo conceitual de cuidado familiar ao idoso com condição crônica, com base nos significados construídos nas interações sociais, identificando, deste modo, como a família vivencia o processo de cuidar do idoso com condição crônica e interpretando os significados do cuidado familiar à este idoso. Utilizou-se como referencial metodológico a Teoria Fundamentada nos Dados e o referencial teórico do Interacionismo Simbólico. Participaram da pesquisa oito famílias de idosos com doença crônica não-transmissível. As famílias foram selecionadas a partir da Equipe de Saúde da Família 15 do município de Maringá-PR...

A espiritualidade no manejo da doença crônica do idoso; Spirituality in the self-management of the elderly chronic disease

Rocha, Ana Carolina Albiero Leandro da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/11/2011 PT
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Considerando a espiritualidade como parte do conceito de saúde do indivíduo e suas repercussões no viver a doença crônica, realizou-se o presente estudo. Trata-se de um estudo exploratório, com metodologia quanti-qualitativa que teve como objetivo principal identificar e compreender o papel da espiritualidade no manejo da doença crônica do idoso. Procurou-se ainda conhecer o perfil dos idosos participantes do estudo, as mudanças de vida ocasionadas pelo diagnóstico da doença crônica e a compreensão de como a religião/espiritualidade/fé interfere neste processo. O método da análise de conteúdo de Bardin foi escolhido para interpretação dos discursos. O estudo foi realizado com 20 idosos portadores de doença crônica atendidos no Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia José Ermírio de Moraes (IPGG), instituição que tem como missão promover o envelhecimento saudável e a integração social do idoso. A coleta de dados foi realizada em outubro de 2010, através de entrevistas semiestruturadas. Os idosos possuíam entre 60 e 81 anos, sendo 65% mulheres e 35% homens, 65% casados, 20% viúvos e 15% divorciados. Quanto à ocupação, 80% são aposentados, 10% do lar/donas de casa, 10% estão ativos no mercado de trabalho. Com relação às condições de moradia...

O impacto da doença crônica no cuidador; The impact of chronic disease on the caregivers

Ferreira, Hellen Pimentel
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/09/2010 PT
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Este trabalho investigou o impacto da doença na vida do cuidador familiar do paciente crônico de um hospital terciário em São Paulo. 99 cuidadores responderam a um questionário sobre o impacto da doença crônica em seus sentimentos e em sua rotina diária. Foram testadas associações entre as variáveis dependentes (Questionário: Impacto da Doença Crônica) e variáveis independentes (dados do Questionário Sócio-demográfico). O perfil destes cuidadores é de predomínio de filhos (57,6%) ou cônjuges (31,3%), do sexo feminino (74,7%), faixa etária até 53 anos (69,7%), nível superior (43,4%), casados (58,6%) e procedentes da região sudeste do país (63,6%). A melhor resposta adaptativa ao impacto da doença crônica foi nos indivíduos procedentes da região nordeste do Brasil e a pior, nos cuidadores procedentes da região sul. A análise fatorial proporcionou redução de 38% do questionário e composição de 6 domínios, com consistência interna acima de 0,6. Concluímos que a doença crônica exerce sofrimento para os cuidadores, afetando sua qualidade de vida, fato geralmente negligenciado e por vezes, demanda tratamento por profissionais da saúde. Este estudo resultou na elaboração de ferramenta de investigação do impacto da doença crônica em cuidadores.; We aimed to investigate the impact of chronic disease on the caregivers of outpatients from a tertiary hospital from San Paulo...

A experiência da maternidade e a interação mãe-criança em crianças com e sem doença crônica durante o segundo ano de vida

Castro, Elisa Kern de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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O presente estudo investigou os sentimentos de mães de crianças com e sem doença crônica com relação à sua experiência de maternidade e examinou a interação das díades nesses dois grupos. Participaram do estudo dezesseis díades mãe-criança, sendo oito com crianças portadoras de doença crônica física há pelo menos um ano, e oito cujas crianças não apresentavam problemas crônicos de saúde. As crianças eram de ambos os sexos e tinham entre 24 e 25 meses de idade. As mães responderam a uma entrevista sobre o desenvolvimento infantil e a experiência da maternidade, e as mães do grupo com doença crônica também foram solicitadas a responder a uma entrevista sobre as impressões e sentimentos sobre a doença crônica da criança. Além disso, foi realizada uma observação da interação das díades durante uma sessão de interação livre. A análise de conteúdo das entrevistas mostrou que a experiência da maternidade foi afetada pela presença de doença crônica na criança. Isto apareceu especialmente no sofrimento vivido por essas mães que despertam sentimentos ambivalentes em relação às crianças, culpa, ansiedade, superproteção, ansiedade de separação e sentimentos de pouca ajuda de outras pessoas. Contudo...

Impacto da doença crónica na adolescência

Santos, S.; Santos, E.; Ferrão, A.; Figueiredo, C.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /03/2011 POR
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RESUMO Introdução: A adolescência, as suas alterações biopsicossociais e a doença crónica influenciam-se mutuamente, com especial relevância no comportamento social, rendimento académico e comportamento sexual. Objectivos: Avaliar se a doença crónica influencia comportamentos de risco nesta idade. Material e Métodos: Estudo transversal e comparativo, realizado entre 15 de Julho e 30 de Setembro de 2008, a jovens entre os 13-20 anos com doença crónica (DC) seguidos em consultas do Hospital São Teotónio de Viseu (HSTV) e a adolescentes saudáveis de duas escolas. Foi aplicado um inquérito específico para avaliação de dados sociodemográficos, história da doença, comportamentos de risco, auto-estima e relacionamento amoroso. Os testes estatísticos utilizados para o tratamento de dados foram o teste X2 e de t-student. Resultados: A amostra foi constituída por 125 sujeitos do grupo adolescentes com DC e 135 do grupo de adolescentes saudáveis. Comparando os dois grupos, constatou-se que os adolescentes com DC reprovam mais que os adolescentes saudáveis. Todos os 22 sujeitos sexualmente activos com DC referiam o uso de preservativo. Registou-se um menor consumo de hábitos tabágicos e alcoólicos no grupo de DC. Nenhum adolescente com DC admitiu o consumo de outras drogas. Discussão: A literatura refere que os adolescentes com doença crónica têm a mesma ou maior tendência para comportamentos de risco. No entanto...

Adaptação dos pais no cuidar à criança com doença crónica: contacto de follow up

Alves, R; Jorge, D; Charepe, Z
Fonte: Associação Nomeiodonada Publicador: Associação Nomeiodonada
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2013 POR
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1º Prémio da comunicação livre; A incidência de doença crónica na idade pediátrica tem vindo nos últimos anos a aumentar devido às alterações dos padrões de morbilidade na infância, resultantes dos avanços tecnológicos e científicos na área da saúde materno-infantil, sendo que o seu diagnóstico inaugural é habitualmente feito em contexto hospitalar e em regime de internamento. Independentemente da natureza da doença, o choque da notícia repercute-se em toda a família, nomeadamente nos pais que são confrontados com novas exigências para as quais em regra não estão preparados. Simultaneamente, dá-se início a um processo de adaptação à nova condição onde cabe aos enfermeiros contribuir com a sua disponibilidade, escuta, compreensão e empatia, procurando facilitar o processo de adaptação à doença, privilegiando a qualidade da relação entre os profissionais de saúde, a criança e os pais. A adaptação dos pais no cuidar à criança com doença crónica é um processo contínuo que raramente se completa pois as reações não se limitam ao primeiro impacto da doença. Os pais, como principais responsáveis por proporcionar uma vida o mais normal possível à criança, devem ser apoiados e dotados de conhecimentos teóricos...

Custo da doença crónica em idade pediátrica: poderá o modelo de gestão da doença contribuir para a sua redução? O caso do Núcleo de Spina Bífida do Hospital de Dona Estefânia/CHLC, EPE

Alves, Maria de Fátima Gomes Alves de Carvalho
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Mestrado em Gestão dos Serviços de Saúde; As doenças crónicas são entidades nosológicas de grande complexidade, que exigem cuidados multidisciplinares e consomem uma elevada quantidade de recursos. O investimento em novas tecnologias permitiu prolongar a sobrevivência de indivíduos com doença crónica, aumentando os custos inerentes. Actualmente, os Governos da generalidade dos países, debatem-se com problemas orçamentais para suportar o elevado crescimento da despesa com a Saúde. Neste contexto, as doenças crónicas são consideradas ideais para aplicação do modelo de gestão da doença. A gestão da doença é uma abordagem orientada para a coordenação dos recursos através de todo o sistema de prestação de cuidados e ao longo de todo o ciclo de vida da doença, prevenindo descompensações agudas da doença de base, desenvolvendo a autonomia do doente e melhorando a qualidade de vida. A Spina bifida é a malformação mais comum do tubo neural, com uma prevalência estimada em 3 casos por 10000 nascimentos, em Portugal. Sendo uma doença crónica, com defices múltiplos, exige cuidados multidisciplinares desde o primeiro dia de vida. Realizou-se um estudo com carácter exploratório, abrangendo um período de três anos (2007-2009)...

Importância dos serviços de saúde na articulação com a família e escola da criança-adolescente com doença crónica

Ferreira, Patrícia
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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A doença crónica é uma doença de longa duração com aspectos multidimensionais e complexos que afecta o contexto da vida familiar, escolar e laboral. A Família, a Escola e os Serviços de Saúde têm um papel relevante em todo o processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças/adolescentes com doença crónica, permitindo-lhes uma melhor integração na sociedade. Pensa-se que esta articulação contribui de forma importante para a obtenção de ganhos em saúde (melhor integração no ambiente escolar, melhor desempenho escolar, redução do número de faltas à escola, diminuição do número de dias de internamento, diminuição dos episódios de recurso à urgência, redução do número de dias de falta ao trabalho por parte dos pais…). Como objectivos desta investigação destacam-se: descrever as necessidades das crianças/adolescentes com doença crónica na escola; reconhecer quais as dificuldades dos professores em lidar com alunos portadores de doença crónica; e reflectir sobre a importância atribuída, pela família e professores, à articulação dos Serviços de Saúde - Escola – Família. Os informantes-chave deste estudo foram os professores e a família das crianças/adolescentes portadores de doença crónica...

A doença crônica orgânica na infância e as práticas educativas maternas

Piccinini,Cesar Augusto; Castro,Elisa Kern; Alvarenga,Patrícia; Vargas,Silvia; Oliveira,Viviane Z.
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 PT
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Estudos apontam que a presença de doença crônica orgânica na infância pode se constituir num importante fator de mediação da qualidade da interação mãe-criança. Entretanto, poucos estudos investigam as práticas educativas maternas em crianças portadoras de doença crônica. Os cuidados diários exigidos pelo tratamento da enfermidade, bem como a fragilidade física e emocional da criança podem afetar as práticas educativas maternas. Participaram do estudo 40 mães, metade das quais eram mães de crianças portadoras de doença crônica orgânica e as demais de crianças sem doença crônica. As crianças eram de ambos os sexos e tinham entre 03 e 05 anos de idade. Os participantes foram recrutados em hospitais e pré-escolas públicas. Uma entrevista semi-estruturada foi utilizada para se investigar as práticas educativas maternas, examinadas através de análise de conteúdo. Os resultados revelaram uma tendência marginalmente significativa no grupo com doença crônica a utilizar um número menor de práticas coercitivas. Além disso, houve uma diferença significativa entre os grupos quanto ao uso de punição física e privação/castigo, indicando que as mães de crianças com doença crônica utilizaram com menor freqüência este tipo de prática. Os resultados apóiam a expectativa inicial de que as mães de crianças com doença crônica seriam menos coercitivas quando comparadas às mães do outro grupo.

A experiência de maternidade de mães de crianças com e sem doença crônica no segundo ano de vida

Castro,Elisa Kern; Piccinini,Cesar Augusto
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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O presente estudo investigou os sentimentos de mães de crianças com e sem doença crônica com relação à sua experiência de maternidade. Participaram do estudo dezesseis díades mãe-criança, sendo oito com crianças portadoras de doença crônica física há pelo menos um ano, e oito cujas crianças não apresentavam problemas crônicos de saúde. As crianças eram de ambos os sexos e tinham 24 meses de idade. Todas as mães responderam a uma entrevista sobre o desenvolvimento infantil e a experiência da maternidade, e as mães do grupo com doença crônica foram também solicitadas a responder a uma entrevista sobre as impressões e sentimentos sobre a doença crônica da criança. A análise de conteúdo das entrevistas mostrou que a experiência da maternidade foi afetada pela presença de doença crônica na criança. Isto apareceu especialmente no sofrimento vivido por essas mães, com sentimentos ambivalentes em relação às crianças, culpa, ansiedade, superproteção, ansiedade de separação e sentimentos de pouca ajuda de outras pessoas. Estes achados apontam para a importância de se fazer um trabalho preventivo e até mesmo de intervenção, que contribua para minimizar eventuais conseqüências da presença da doença crônica não só para a própria criança...

Relação entre doença crónica, qualidade de vida, stress e coping familiares: um estudo baseado numa amostra de dois Centros de Saúde de Coimbra

Carvalho, Alexandre da Silva
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O presente estudo debruça-se sobre a relação entre doença crónica e qualidade de vida, stress e coping familiares. Para além disso foi analisado o impacto do sexo, idade, nível socio-económico e existência de doença crónica, bem como a percepção do doente e dos seus familiares acerca da gravidade e do impacto da doença na família, na qualidade de vida, stress e coping familiares. Foi recolhida uma amostra de 248 sujeitos que compareceram num de dois centros de saúde da região de Coimbra. Os sujeitos responderam a três questionários, nomeadamente o “Quality of Life”(QOL), o “Family Inventory of Life Events and Changes” (FILE), e o “Family Crisis Oriented Personal Evaluation Scales” (F-copes). Os seus resultados foram analisados em função dessas variáveis no sentido de se saber se existiam diferenças significativas. Os resultados indicaram que os doentes crónicos e os seus familiares recorrem mais a vizinhos e amigos do que os restantes sujeitos, têm uma menor qualidade de vida relacionada com a saúde e o emprego e superior no que diz respeito ao tempo para si e para os seus familiares. Foram encontradas influências do sexo, nível socio-económico e existência de doença crónica sobre as estratégias de coping utilizadas pelos sujeitos com doença crónica e os seus familiares. Por outro lado também se encontraram influências da percepção dos sujeitos acerca do impacto da doença sobre a família sobre a qualidade de vida relacionada com os amigos e os mass media.; The present study analyses the relation between chronic illness...

Doença crónica, percepção da qualidade de vida e resiliência familiares: um estudo exploratório

Borges, Aida Emília Pereira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho em Andamento
POR
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O presente estudo exploratório procura identificar as dimensões mais fortes e mais frágeis da qualidade de vida familiar e das forças familiares numa subamostra de sujeitos com doença crónica na família; analisar as diferenças ao nível da percepção da qualidade de vida e forças familiares entre o grupo de sujeitos que sinalizaram doença crónica na família e o grupo de comparação; e avaliar a influência das variáveis moderadoras Género, Idade, Etapa do ciclo vital da família e Nível socioeconómico, na percepção da qualidade de vida familiar e das forças familiares dos sujeitos com doença crónica na família. A maioria das doenças crónicas sinalizadas na família pelos respondentes da nossa amostra, não aleatória ou não probabilística (N = 121), reporta-se essencialmente à Diabetes e à Hipertensão; tem um tempo de diagnóstico inferior a cinco anos; em situação estabilizada e com uma gravidade e impactos moderados. Verificamos que, quer no que diz respeito à Qualidade de Vida Familiar (QV), quer no que se reporta às Forças Familiares (QFF), não há evidência de diferenças estatisticamente significativas entre o grupo de respondentes que sinalizou doença crónica na família e o grupo de comparação...

A percepção do enfermeiro sobre o cuidado prestado a criança portadora de doença cronica hospitalizada em companhia de um familiar; Nurses' perceptions of the care for hospitalized children with chronic diseases accompanied by a member of their families

Juliana Bastoni da Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/2006 PT
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A presente pesquisa investiga o trabalho da enfermeira que presta assistência à criança portadora de doença crônica hospitalizada, em companhia de um familiar. O trabalho desta profissional, junto a crianças cronicamente doentes, é permeado de contradições, conflitos, impasses, que vão desde dificuldades encontradas nas relações que se estabelecem com seus familiares, até o enfrentamento da morte iminente destas crianças. Além disso, a enfermeira precisa ter habilidades técnicas, saber trabalhar com equipamentos e outras inovações científicas, bem como estabelecer relações interpessoais, com seus clientes, as quais possam ser efetivamente terapêuticas. A enfermeira, no seu dia-a-dia de trabalho, ainda se depara com questões de ordem institucional que exercem influência direta em seu trabalho. Assim, neste estudo busco compreender qual é o significado, para a enfermeira, do cuidar de uma criança hospitalizada portadora de doença crônica acompanhada por um familiar, em um hospital escola e de caráter público, identificando que aspectos são favoráveis, e quais são adversos neste cuidado de enfermagem prestado. A pesquisa é de natureza qualitativa, modalidade exploratória. O campo da pesquisa foi uma Unidade de Internação Pediátrica (UIP)...

A pessoa com doença crónica : uma teoria explicativa sobre a problemática da gestão da doença e do regime terapêutico

Bastos, Fernanda Santos
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012 POR
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A doença crónica é hoje no mundo e, em particular na Europa, a responsável por grande parte da mortalidade e morbilidade, prevendo-se uma acentuação deste cenário nos próximos anos. Com frequência a doença crónica e suas co morbilidades representam a causa de episódios de internamento, por descompensação da doença e, ou, das suas consequências. Este é um fenómeno complexo e não se explica através de um único fator; no entanto, sabe-se que uma gestão inadequada da doença e do regime terapêutico recomendado é uma das causas apontada com maior frequência. O elevado número de episódios de repetição de internamento demonstra carências em cuidados que os evitem e diminuam os custos sociais e económicos que lhes estão inerentes para além da qualidade de vida perdida. Este estudo equaciona as questões da gestão da doença e do regime terapêutico enquanto atividades de autocuidado (autogestão), partindo do pressuposto que a forma como é vivida a transição saúde/doença influencia a forma como se desenvolverão os processos adaptativos, de desenvolvimento da mestria e de uma identidade fluída que incorpore a doença como parte integrante do “eu”. Finalidade: Criar um modelo explicativo sobre a gestão do regime terapêutico levada a cabo por pessoas com manifestação de ineficácia dessa gestão...

Tabela Nacional de Funcionalidade (adulto em idade ativa com doença crónica). RELATÓRIO FINAL

Diniz, A.; Pereira, C.; Escoval, A.; Carvalho, A.; Loff, C.; Branco, J.C.; Lopes, M. J.; Amaral, M.T.; Narigão, M.; Domingos, M.P.; D'Arrábida, C.M.; Guerra, F.; Ribeiro, V.; Coelho, A.
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Na sequência da Resolução da Assembleia da República n.º 90/2010, de 10 de agosto, o Ministério da Saúde incumbiu a Direção-Geral da Saúde de elaborar uma tabela nacional de funcionalidade para pessoas com doenças crónicas, de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) da Organização Mundial de Saúde (OMS). A Direção-Geral da Saúde, ainda em 2010, através do Departamento de Qualidade na Saúde, criou um grupo de trabalho, para a elaboração da proposta de construção de uma Tabela Nacional de Funcionalidade para pessoas adultas com doença crónica. A população alvo, nesta tabela, são adultos em idade ativa, entre os 18 e os 64 anos. Um dos fatores que justifica não incluir a população com idade igual ou superior a 65 anos, no desenho e validação desta tabela, é o facto de estarem a decorrer estudos nacionais que responderão a esta necessidade (Lopes M. J., et al., 2012 e 2013). Para a identificação das doenças crónicas, a utilizar no desenvolvimento desta tabela, os critérios utilizados foram a prevalência de doenças crónicas, o grau de incapacidade associado à doença crónica e a evidência disponível. Foram incluídas as seguintes entidades clínicas: doença cardíaca isquémica crónica...

Adesão terapêutica do idoso hospitalizado com doença crónica

Azevedo, Célia Maria Alemão Mendes
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 27/04/2012 POR
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Dissertação de Mestrado em Gerontologia Social; A adesão ao regime terapêutico na pessoa idosa, com doença crónica, é um processo comportamental, multidimensional, complexo, contínuo e dinâmico, influenciado por vários factores (características do doente, do ambiente envolvente, da doença e do tratamento), não existindo um "gold standard" para a sua avaliação. Constitui um problema de saúde de grandes dimensões, compromete a eficácia do tratamento, tem implicações na gestão e controle da doença, com consequências na saúde e qualidade de vida do indivíduo, originando aumento dos encargos e sobrecarga do sistema de saúde. Para a compreensão do problema da adesão à terapêutica e da influência da adesão ao regime terapêutico efectuado no domicílio, procedemos à sua avaliação no internamento do idoso com doença crónica, de origem cardíaca, de onde resultou um estudo quantitativo, exploratório, descritivo e transversal, com o recurso à colheita de dados por questionário. A amostra foi por conveniência, constituída por pessoas idosas, com 65 e mais anos, internadas num serviço de Cardiologia, com doença cardíaca e que efectuavam no domicílio medicação prescrita para a doença cardíaca. Do estudo fizeram parte 44 pessoas idosas...

Importância dos serviços de saúde na articulação com a família e escola da criança-adolescente com doença crónica

Ferreira, Patrícia
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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A doença crónica é uma doença de longa duração com aspectos multidimensionais e complexos que afecta o contexto da vida familiar, escolar e laboral. A Família, a Escola e os Serviços de Saúde têm um papel relevante em todo o processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças/adolescentes com doença crónica, permitindo-lhes uma melhor integração na sociedade. Pensa-se que esta articulação contribui de forma importante para a obtenção de ganhos em saúde (melhor integração no ambiente escolar, melhor desempenho escolar, redução do número de faltas à escola, diminuição do número de dias de internamento, diminuição dos episódios de recurso à urgência, redução do número de dias de falta ao trabalho por parte dos pais…). Como objectivos desta investigação destacam-se: descrever as necessidades das crianças/adolescentes com doença crónica na escola; reconhecer quais as dificuldades dos professores em lidar com alunos portadores de doença crónica; e reflectir sobre a importância atribuída, pela família e professores, à articulação dos Serviços de Saúde - Escola – Família. Os informantes-chave deste estudo foram os professores e a família das crianças/adolescentes portadores de doença crónica...

Doença crônica, auto-avaliação de saúde e comportamento de risco: diferença de gênero; Enfermedad crónica, auto-evaluación de salud y comportamiento de riesgo: diferencia de género; Chronic diseases, self-perceived health status and health risk behaviors: gender differences

Barreto, Sandhi Maria; Figueiredo, Roberta Carvalho de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/11/2009 POR; ENG
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OBJETIVO: Analisar a associação entre relato de doenças crônicas com comportamentos de risco e auto-avaliação da saúde, segundo o gênero. MÉTODOS: Foram incluídos 39.821 participantes com idade >;30 anos do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) realizado em 27 capitais brasileiras em 2006. A variável dependente foi construída pelo relato de diagnóstico médico de diabetes, hipertensão e infarto e/ou acidente vascular cerebral. Os indivíduos foram agrupados segundo ausência de doença, uma doença crônica, e mais de uma. A associação dessa variável com comportamento de risco (composto por: fumar, consumir carnes com gordura e leite integral, não realizar atividade física regular no lazer, não consumir frutas e hortaliças regularmente e adicionar sal à refeição pronta), auto-avaliação da saúde, indicadores de saúde e sociodemográficos foi investigada por regressão logística multinomial segundo o sexo, tendo como referência a ausência de doença. RESULTADOS: O relato de uma e mais de uma doença crônica foi maior entre homens e mulheres mais velhos e com menor escolaridade, com IMC>;30kg/m², e que faziam dieta. Observou-se relação inversa entre número de comportamentos de risco e relato de duas ou mais doenças (OR=0...

Bullying e a criança com doença crónica

Azenha,Margarida Rita de Jesus; Rodrigues,Sandra Maria Antunes; Galvão,Dulce Maria Pereira Garcia
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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Constatando-se que a doença crónica na criança apresenta uma prevalência bastante elevada realizou-se um levantamento bibliográfico sistematizado de estudos indexados nas bases de dados SciElo, LILACS, CINAHL, PubMed, Nursing Reference Center, PEPsic, Medline, PsycoInfo e ScienceDirect, publicados entre 2001 e 2010, relativos ao tema bullying nas crianças com doença crónica no qual se procurou verificar se as crianças portadoras de doença crónica são mais vítimas de bullying do que as crianças saudáveis. Para orientar a revisão utilizaram-se as palavras de pesquisa: “criança”, “bullying”, “necessidades especiais”, “doença crónica”, “vitimização”, “violência”, “agressão” e “danos psicológicos” tendo-se identificado 97 artigos, dos quais foram selecionados 40, localizados 10 e utilizados 6. Os resultados da pesquisa foram analisados de acordo com o tema investigado e os aspetos metodológicos categorizados. Os principais tópicos abordados nos estudos foram a incidência do bullying, as diferentes formas de bullying e a quebra de silêncio por parte da criança. Os estudos analisados fazem a relação entre o facto de a criança ser portadora de uma doença crónica e ser vítima de bullying fazendo a comparação com o grupo de controlo...