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Preditores de mortalidade a curto e a longo prazo após uma síndrome coronária aguda : serão iguais?

Ferreira, João Luís Tavares
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Introdução: As Síndromes Coronárias Agudas são importantes causas de mortalidade prematura, morbilidade e admissões hospitalares na Europa e no Mundo. A identificação, aquando da admissão, dos doentes cujas características predigam maior probabilidade de mortalidade é necessária. Embora os efeitos das Síndromes Coronárias Agudas se mantenham durante anos, os estudos realizados têm-se focado principalmente no primeiro mês após a ocorrência. Objectivo: Comparar preditores de mortalidade, aos 30 dias e 1 ano, após uma Síndrome Coronária Aguda. Metodologia: Estudo retrospectivo de 1169 doentes internados durante o período compreendido entre Maio de 2004 e Dezembro de 2006 e que sobreviveram ao evento. Os doentes foram alvo de um seguimento clínico aos 30 dias e 1 ano após a alta hospitalar. Resultados: A mortalidade global aos 30 dias foi de 2,4% e aos 365 dias de 9,1%. Na análise univariada, associavam-se a mortalidade aos 30 dias e 1 ano a idade mais avançada, presença de fibrilhação auricular, pico elevado de troponina I, glicemia na admissão mais elevada, baixa taxa de filtração glomerular e fracção de ejecção do ventrículo esquerdo, diagnóstico de insuficiência cardíaca, uso intra-hospitalar de diuréticos e uma estratégia não-invasiva. Na análise multivariada os preditores de mortalidade aos 30 dias foram valores de Troponina I ≥44...

Estudo comparativo do tratamento da retração da pálpebra superior com toxina botulínica tipo A em pacientes nas fases aguda e crônica da orbitopatia distireoidiana ao longo de 6 meses de seguimento; Comparative study of botulinum toxin type A injection treatment for upper eyelid retraction with six-month follow-up in patients with thyroid eye disease in the congestive or fibrotic stage

Costa, Patricia Grativol
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/07/2008 PT
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INTRODUÇÃO: O objetivo do presente estudo é apresentar dados morfométricos da fenda palpebral e da função do músculo levantador da pálpebra superior, ao longo de 6 meses de seguimento, após a aplicação da toxina botulínica tipo A, em pacientes com retração palpebral nas fases aguda e crônica da orbitopatia distireoidiana. MÉTODOS: Estudo prospectivo, no qual foram incluídos 24 indivíduos, divididos em dois grupos, agudos (n=12) e crônicos (n=12). Foram submetidos à aplicação de toxina botulínica na dose de 5 UI/0,1 ml em uma das pálpebras superiores e seguidos por 6 meses. A avaliação palpebral foi registrada por meio de captação de imagens com uma câmera filmadora de vídeo conectada a um microcomputador. Os valores médios obtidos nos diferentes momentos analisados foram comparados entre os dois grupos. RESULTADOS: A maioria dos pacientes apresentou melhora da retração da pálpebra superior, com redução média de 3,05 mm no grupo agudo e 3,81 mm no grupo crônico. Esta redução foi significativa até 1 mês no grupo agudo e até 3 meses no grupo crônico. Houve diminuição da função do músculo levantador e da diferença entre as áreas lateral e medial da fenda palpebral nos olhos tratados em ambos os grupos. No olho contralateral...

Estudo comparativo das características clínicas das infecções por um ou mais vírus respiratórios em lactentes hospitalizados com doença aguda do aparelho respiratório inferior; Comparative study of clinical features of infections by one or more viruses in infants hospitalized with acute lower respiratory tract disease

Paulis, Milena de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/08/2010 PT
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INTRODUÇÃO: As infecções do aparelho respiratório inferior (IARI) constituem importante causa de morbi-mortalidade nas crianças abaixo dos cinco anos de idade e são responsáveis por um grande número de hospitalizações. Os vírus são os seus principais agentes causadores. A maioria das IARI, na criança, tem um único agente viral identificado. Com o advento de técnicas moleculares, tornou-se possível a identificação de mais de um agente viral numa mesma amostra de secreção respiratória. No que diz respeito à gravidade da doença entre crianças infectadas por um único vírus em relação às crianças infectadas por dois ou mais vírus (coinfecção), a literatura científica revela-se conflitante. No presente estudo, os autores comparam a gravidade da infecção entre um ou mais agentes virais em crianças até 24 meses de idade hospitalizadas com infecção aguda do aparelho respiratório inferior e os possíveis fatores associados à evolução clinica. CASUÌSTICA E MÉTODOS: em estudo de coorte retrospectivo foram analisadas 304 crianças hospitalizadas com infecção respiratória aguda no período de fevereiro a novembro de 2005. Foram avaliadas as características demográficas dos pacientes (idade, sexo)...

Influência da forma infectante do Toxoplasma gondii na doença aguda humana: revisão sistemática de surtos epidêmicos; Influence of infective form of Toxoplasma gondii in human acute illness: systematic review of outbreaks

Ekman, Claudio Cesar Jaguaribe
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/11/2012 PT
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A toxoplasmose é uma zoonose de distribuição mundial, altamente prevalente na população humana e animal. A doença é geralmente benigna e autolimitada, mas pode ocasionar déficits visuais graves em cerca de 2 a 3% dos indivíduos acometidos, e ainda, assumir formas graves e letais em pacientes imunossuprimidos e em fetos de gestantes com infecção aguda. As principais formas de transmissão da doença são o consumo de água e alimentos crus contaminados com oocistos e a ingestão de carne crua ou mal cozida contendo cistos teciduais do Toxoplasma gondii. Na literatura há relatos de vários surtos epidêmicos de toxoplasmose humana, porém a análise descritiva destes surtos é pontual e restrita, com informações isoladas em relação período de incubação e gravidade dos sintomas que poderiam estar relacionados à forma infectante do agente. No presente trabalho analisamos a influência da forma infectante do T. gondii no quadro da doença aguda humana, através de revisão sistemática das principais bases de dados bibliográficos na área de Saúde Pública (Cochrane, Embase, Food Sciences & Tech Abstracts, Lilacs, PubMed, Scopus e Web of Science), além de publicações em boletins epidemiológicos (Boletim Epidemiológico Paulista...

A crise como uma oportunidade de crescimento para a familia que enfrenta uma doença aguda-um desafio para a enfermagem

Dal Sasso, Grace Teresinha Marcon
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 228, [22]f.| il
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias da Saude; Este trabalho, utilizando a Teoria e Intervenção na Crise, descreve a experiência de duas famílias e/ou grupos que enfretam uma doença aguda como um infarto do miocárdio em um dos seus membros. Interpreta-se que esta experiência súbita, inesperada e que ameaça a vida provoca uma situação de crise para a unidade familiar. Através do marco conceitual e do processo de enfermagem "Enfretando a Crise", foi possível compreender a crise vivenciada pelas famílias desde o momento da hospitalização do familiar até o seu retorno para o domicílio. Os conceitos que compõem o marco conceitual são: crise, ser humano/família/grupo, meio, percepção e enfermagem/enfermeiro. Este marco serviu de guia para colocar em prática o processo de enfermagem que consiste das seguintes etapas: definindo a situação, descobrindo e propondo caminhos e avaliando a situação. Para a operacionalização do processo de enfermagem, desenvolveu-se algumas estrategias que contribuíram para compreender o fenômeno "A crise na família e/ou grupo por doença aguda". Esta experência foi descrita como um processo constituído de três períodos: pré-crise...

Suporte social e adesão terapêutica no doente com síndrome coronária aguda

Pina, Sílvia Mabel Mendes
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Enquadramento: O suporte social tem sido directamente relacionado com a diminuição da mortalidade dos doentes cardíacos ao promover e melhorar a adesão ao regime terapêutico. (ABREU-RODRIGUES; SEIDL, 2008). Objectivos: Relacionar as variáveis sociodemográficas, as referentes aos serviços de saúde, as referentes à terapêutica farmacológica e os estilos de vida com a satisfação com o suporte social; relacionar suporte social e a adesão terapêutica no doente com Síndrome Coronária Aguda (SCA). Métodos: Estudo transversal e correlacional. Amostra: 110 utentes com SCA, (68,2% masculinos e 31,8% femininos), frequentadores da consulta externa do Hospital Universitário Pêro da Covilhã, de 15 de Maio a 3 Junho de 2011. Usado o questionário, constituído por uma componente sociodemográfica e outra de saúde, uma escala de avaliação da satisfação com o suporte social (PAIS RIBEIRO, 1999) e uma medida de adesão aos tratamentos (DELGADO; LIMA, 2001). Resultados: Os indivíduos com companheiro possuem maior satisfação com o suporte social na satisfação com os amigos (p=0,000), na Intimidade (p=0,006) e no valor global (p=0,007). Os estilos de vida são preditores da satisfação com os amigos (β=0...

Doença aguda das vias aéreas inferiores em menores de cinco anos: influência do ambiente doméstico e do tabagismo materno

Prietsch,Silvio O.M.; Fischer,Gilberto B.; Cesar,Juraci A.; Fabris,Alisson R.; Mehanna,Halid; Ferreira,Tissyanna H.P.; Scheifer,Leopoldo A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2002 PT
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Objetivos: estudar a prevalência de doença aguda das vias aéreas inferiores e a influência dos fatores relacionados às condições de moradia e do tabagismo materno. Dentre os fatores de risco reconhecidos, tabagismo, aglomeração e condições de moradia desfavoráveis têm papel fundamental na cadeia causal dessas doenças. Métodos: foi obtida uma amostra de 775 crianças de zero a 59 meses, da cidade do Rio Grande, RS, Brasil, através de estudo transversal, de base populacional. Entrevistadores treinados aplicaram questionário padronizado às mães ou responsáveis pelas crianças em seus domicílios, e coletaram informações sobre características maternas, condições de habitação, nível socioeconômico da família e tabagismo. Os fatores ambientais foram estudados individualmente, e através de um escore capaz de avaliar a intensidade das associações com doença respiratória. Foram realizadas análises bivariada, com o cálculo das razões de prevalência de cada um dos fatores de risco, e multivariada, através de regressão logística não condicional. Resultados: estiveram diretamente associados com doença respiratória: ambiente desfavorável (p<0,01), escolaridade materna menor que cinco anos (p=0,01), renda familiar menor que US$200 (p=0...

Apendicite aguda isquêmica em coelhos: um novo modelo com estudo histopatológico

Nunes,Fernando Costa; Silva,Alcino Lázaro da
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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OBJETIVO: Avaliar a isquemia parcial ou total do apêndice vermiforme de coelhos, através da ligadura com fio inabsorvível dos vasos do meso apêndice bem como a obstrução mecânica, através da ligadura com fio inabsorvível da base do apêndice a 1 cm do ceco, na patogênese da apendicite aguda. Avaliar a histologia do apêndice (normal e acometido). Estudar a flora bacteriana residente no apêndice vermiforme (normal e acometido) e do exsudato peritoneal. MÉTODO: Foram utilizados 72 coelhos (Oryctogalus cuniculos), machos, da linhagem Nova Zelândia, com peso médio de 3.000 gramas. Foram divididos em grupos: piloto (A), flora bacteriana (B), controle (H) e experimento (C, D, E, F e G) com períodos de observação de 96 horas e 192 horas. Fez-se a ligadura dos vasos do meso apêndice com fio inabsorvível nos grupos (D, E, F e G) e da base do apêndice vermiforme a 1 cm do ceco, no grupo (C). No grupo experimento (D, E, F e G) foi praticado o modelo isquêmico. No grupo experimento (C) foi realizada a obstrução mecânica e no grupo controle (H) foi feita somente a simulação da cirurgia. RESULTADOS: Ocorreu apendicite aguda no grupo experimento (C,D,E,F, e G). CONCLUSÕES: O método utilizado causa apendicite aguda com alterações anatomopatológicas distintas. A bactéria residente encontrada na flora fisiológica do suco entérico do apêndice vermiforme e no exsudato peritoneal foi Escherichia coli.

O mosaico patogênico da pancreatite aguda grave

Carneiro,Márcio Cavalcante; Siqueira-Batista,Rodrigo
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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A pancreatite aguda tem sido alvo de grandes discussões que vão desde o entendimento de sua fisiopatologia até a investigação de novas modalidades terapêuticas. Reconhece-se que a necrose pancreática e a falência orgânica múltipla - mormente associadas à infecção - representam os principais fatores determinantes da evolução para o óbito, mas, apesar dos grandes avanços em seu estudo, a doença permanece como um desafio para o clínico e o cirurgião. Deste modo, um melhor conhecimento dos mecanismos envolvidos em sua fisiopatologia pode ser a chave para um tratamento mais eficaz, principalmente em relação às formas graves, cuja letalidade ainda encontra-se substancialmente elevada. Baseado nestas considerações, o presente trabalho tem por objetivo a revisão bibliográfica da fisiopatologia, dos fatores patogênicos envolvidos na história natural da pancreatite aguda grave e dos eventos associados à síndrome da resposta inflamatória sistêmica e à sepse, esboçando-se assim o mosaico patogênico desta importante condição.

Apendicite aguda: existe relação entre o grau evolutivo, idade e o tempo de internação?

Fischer,Carlos Augusto; Pinho,Mauro de Souza Leite; Ferreira,Sérgio; Milani,Celso Augusto Cardoso; van Santen,Charles Ronald; Marquardt,Richard Andrei
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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OBJETIVO: Identificar uma possível relação entre o grau evolutivo da apendicite aguda, a idade cronológica e a duração do período de internação. MÉTODO: Análise retrospectiva de 272 pacientes submetidos à apendicectomia quanto ao grau evolutivo da apendicite e seu respectivo período de internação. A evolução do processo inflamatório foi classificada pelo exame histopatológico em quatro graus: catarral, flegmonosa, supurativa e gangrenosa. RESULTADOS: A distribuição quanto ao sexo mostrou maior incidência em homens, com 193 casos (70%) e a média de idade foi de 29 anos. O período médio de internação foi de 4,3 dias. A incidência dos diferentes graus evolutivos foi de 88 casos (32,3%) para o tipo catarral, 79 (29%) flegmonosa, 70 (25,7%) supurativa e 35 (12,8%) gangrenosa. A análise da média de idade e tempo de internação relacionados ao grau evolutivo da apendicite aguda, respectivamente, foi de 27,9 anos e 3,7 dias (catarral), 28,4 anos e 3,9 dias (flegmonosa), 30,1 anos e cinco dias (supurativa) e 35 anos e 5,2 dias (gangrenosa). Ao agruparmos os graus obtivemos as médias de 28,1 anos e 3,8 dias para os tipos catarral/flegmonosa e 30,7 anos e cinco dias para supurativa/gangrenosa. Foi observada uma correlação significativa entre o grau de evolução da apendicite e o tempo de internação (p=0.01) e entre a idade e o grau evolutivo (p=0.01). CONCLUSÕES: Pacientes portadores de graus evolutivos mais avançados de apendicite aguda situam-se em faixa etária mais elevadas e tem tempo de internação mais prolongado.

Estado atual do diagnóstico e tratamento da apendicite aguda na criança: avaliação de 300 casos

Vital Jr,Pedro Félix; Martins,José Luiz
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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OBJETIVOS: Avaliar o estado atual do diagnóstico e tratamento da apendicite aguda em crianças operadas em dois grandes hospitais quaternários da cidade de São Paulo, no período de 30 meses. MÉTODO: Nossa casuística constou de 300 crianças operadas por apendicite aguda no período de 1998 a 2000 (65% do sexo masculino e 35% feminino). Foram analisadas as variáveis idade, sexo, manifestações clínicas, tempo gasto para o diagnóstico, achados de exame físico, laboratoriais e cirúrgicos, antimicrobianos administrados, complicações pós-operatórias e tempo de internação. Utilizou-se o teste t de Student para avaliar duas variantes e Análise de Variâncias quando mais de duas. RESULTADOS: Diagnosticou-se inicialmente apendicite aguda em apenas 63% dos casos, tendo os 35% restantes, diagnóstico de abdome agudo cirúrgico. O tempo decorrido na realização do diagnóstico foi superior a 24 horas em 57,4% dos casos, denotando retardo importante na sua elaboração. Dor abdominal (85,3%) e irritação peritoneal (82%) em fossa ilíaca direita foram os sinais e sintomas mais freqüentes. Identificou-se leucocitose em 83% dos pacientes e leucocitúria em 39,7 %. Em 92,4% das radiografias simples de abdome encontramos imagens sugestivas de apendicite aguda. A ultra-sonografia abdominal foi diagnóstica em 80...

O papel da avaliação inicial simplificada no prognóstico da pancreatite aguda

Carneiro,Márcio Cavalcante; Manso,José Eduardo Ferreira; Eulálio,José Marcus Raso; Renteria,Juan Miguel; Costa,Mariana Dias
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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OBJETIVO: Correlacionar a avaliação clínico-laboratorial inicial simplificada com a gravidade da pancreatite aguda e a presença de necrose. MÉTODO: Foi realizado um estudo retrospectivo dos pacientes com diagnóstico final de PA internados no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - UFRJ entre janeiro de 1990 e agosto de 2002. Foi considerado apenas o primeiro episódio de cada paciente. Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística. Foram estudados 164 pacientes onde a idade média foi de 43,7 anos. RESULTADOS: A etiologia biliar foi a mais freqüente com 43,9% dos casos. A incidência de necrose foi de 21,3% e a mortalidade global de 23,2%. Observamos que a ausência de taquicardia na admissão estava associada à forma branda da doença, e que os níveis plasmáticos de uréia e creatinina elevados na admissão estão associados à forma grave da doença, e a hiperglicemia (121mg/dl) à necrose pancreática. CONCLUSÕES: A avaliação inicial simplificada ainda tem espaço, embora que limitado, no acompanhamento do paciente com PA.

Classificação laparoscópica da apendicite aguda: correlação entre graus da doença e as variáveis perioperatórias

Gomes,Carlos Augusto; Nunes,Tarcizo Afonso
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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OBJETIVO: Apresentar a classificação laparoscópica da apendicite aguda e verificar a relação entre os graus da doença com o tempo de sintomas, tempo operatório, permanência hospitalar, complicações infecciosas e uso de antimicrobianos. MÉTODO: Estudo prospectivo, transversal, envolvendo 105 pacientes com diagnóstico de apendicite aguda e submetidos a apendicectomia laparoscópica entre Janeiro de 2000 e Julho de 2001. A doença foi classificada em grau 0 - Normal; 1 - Hiperemia e edema; 2 - Exsudato fibrinoso; 3 - Necrose segmentar; 4A - Abscesso; 4B - Peritonite regional; 4C - Necrose da base do apêndice; 5 - Peritonite difusa. RESULTADOS: A distribuição dos pacientes segundo a classificação foi: grau 0 (10,4%); 1 (40%); 2 (29,5%); 3 (2,9%); 4A (1,9%); 4B (4,8%); 4C (3,8%) e 5 (6,7%). O tempo médio de início de sintomas acima de 40 h correlacionou-se com possibilidade de necrose e peritonite. O tempo operatório variou de 18 a 126 minutos, média de 31,4 minutos. A permanência hospitalar variou de 12 a 192 h, média de 39,5 h. A maior incidência de complicações Infecciosa ocorreu nos graus 4 e 5. O antimicrobiano foi de uso profilático graus 0, 1 e 2 e terapêutico nos demais. A laparotomia foi necessária duas (1...

Colecistite aguda não-complicada: colecistectomia laparoscópica precoce ou tardia?

Sankarankutty,Ajith; Luz,Luis Teodoro da; Campos,Tercio De; Rizoli,Sandro; Fraga,Gustavo Pereira; Nascimento Jr,Bartolomeu
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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Metanálises recentes sugerem que a colecistectomia laparoscópica precoce (dentro de uma semana do início dos sintomas) para a doença aguda, não complicada, da vesícula biliar é segura e viável. No entanto, enquetes sobre as práticas cirúrgicas indicam que a colecistectomia laparoscópica precoce é realizada por apenas uma minoria dos cirurgiões. Além disso, o melhor momento para realização deste procedimento, bem como sua relação custo-eficácia continuam sendo uma questão de debate. A reunião de revista TBE - CiTE realizou uma avaliação crítica dos artigos mais relevantes, publicados recentemente, sobre o momento da colecistectomia laparoscópica e sua relação custo-eficácia para o tratamento da colecistite aguda não complicada e fornece recomendações baseadas em evidências sobre o tema. A literatura engloba pequenos ensaios com alto risco para vieses. Ela sugere que colecistectomia laparoscópica precoce é segura e encurta o período de internação. Há uma escassez de estudos bem desenhados e de grandes séries analisando custo-utilidade. As seguintes recomendações foram geradas: (1) a colecistectomia laparoscópica precoce deve ser tentada como o tratamento de primeira linha dentro de uma semana do início dos sintomas...

Classificação de gravidade na pancreatite aguda

Campos,Tercio De; Parreira,José Gustavo; Assef,José Cesar; Rizoli,Sandro; Nascimento,Barto; Fraga,Gustavo Pereira
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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De acordo com a Classificação de Atlanta a pancreatite aguda pode ser dividida, baseado em sua severidade, em uma forma leve ou grave. Uma série de aspectos têm sido discutidos nos últimos anos, tais como, quantas categorias de gravidade devem ser consideradas; se o doente com falência orgânica é igual ao doente com necrose infectada; qual o papel da falência orgânica transitória; e como avaliar a falência orgânica. A reunião de revista"Telemedicina Baseada em Evidência - Cirurgia do Trauma e Emergência" (TBE-CiTE) realizou uma avaliação crítica de artigos relacionados a este tema, considerando três artigos recentes que delinearam duas grandes revisões publicadas nos últimos meses. Estes artigos sugerem a classificação de gravidade em três ou quatro categorias, ao invés de pancreatite aguda leve ou grave, além de discutir qual o melhor escore para avaliar a falência orgânica. As seguintes recomendações foram propostas: (1) A pancreatite aguda deve ser classificada em quatro categorias: leve, moderada, grave e crítica, o que permite uma melhor determinação das características dos doentes; (2) Avaliação de falência orgânica com um escore de gravidade, preferencialmente algum que avalie diretamente cada falência orgânica...

Fatores preditivos da evolução da asma aguda em crianças

Paro,Maria Luisa Zocal; Rodrigues,Joaquim Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2005 PT
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46.21%
OBJETIVO: Identificar fatores preditivos da evolução da asma aguda, a partir de características clínicas e funcionais observadas no momento da admissão de crianças em unidade de emergência. MÉTODOS: Este estudo avaliou prospectivamente 130 crianças com asma aguda, na faixa etária de um a treze anos, no momento da admissão e durante a evolução em unidade de emergência, através de escore clínico e medidas de saturação arterial de oxigênio por oximetria de pulso e do pico de fluxo expiratório. RESULTADOS: Os valores iniciais de escore clínico, saturação arterial de oxigênio medida por oximetria de pulso e pico de fluxo expiratório apresentaram correlação com o número de inalações realizadas e a necessidade do uso de corticosteróide. As médias dos valores iniciais de escore clínico e da saturação arterial de oxigênio dos pacientes que foram internados foram estatisticamente diferentes das dos que não foram internados. Os valores iniciais de escore clínico e de saturação arterial de O2 e a existência de atendimento anterior pela mesma exacerbação foram preditivos da necessidade de hospitalização das crianças. CONCLUSÕES: A medida da saturação arterial de O2 e o escore clínico foram úteis para predizer a evolução da asma aguda em crianças. A medida do pico de fluxo expiratório é de difícil obtenção e interpretação nessa condição e demonstrou ter pouca aplicação prática.

Avaliação prognóstica precoce da asma aguda na sala de emergência

Piovesan,Deise Marcela; Menegotto,Diego Milan; Kang,Suzie; Franciscatto,Eduardo; Millan,Thaís; Hoffmann,Cristine; Pasin,Lílian Rech; Fischer,Josiane; Barreto,Sérgio Saldanha Menna; Dalcin,Paulo de Tarso Roth
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 PT
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46.21%
OBJETIVO: Estudar medidas clínicas e funcionais pulmonares utilizadas nos primeiros quinze minutos de manejo da asma aguda em um serviço de emergência, para predição prognóstica. MÉTODOS: Estudo de coorte, prospectivo, que incluiu pacientes consecutivos com asma aguda, com idades entre doze e 55 anos e medida do pico de fluxo expiratório menor ou igual a 50% do previsto. Realizaram-se avaliações na admissão, aos quinze minutos e em quatro horas após o início do tratamento. O tratamento incluiu salbutamol e ipratrópio, administrados por aerossol dosimetrado com espaçador, e 100 mg de hidrocortisona intravenosa. O desfecho favorável foi definido pelo pico de fluxo expiratório maior ou igual a 50% do previsto após a quarta hora de tratamento, e o desfecho desfavorável pelo pico de fluxo expiratório menor que 50% do previsto. RESULTADOS: Tiveram desfecho favorável 27 pacientes e desfavorável 24. A análise multivariada identificou o pico de fluxo expiratório em porcentagem do previsto aos quinze minutos como variável mais preditiva. O pico de fluxo expiratório maior ou igual a 40% aos quinze minutos mostrou significativa contribuição em predizer desfecho favorável (sensibilidade = 0,74, especificidade = 1,00 e valor preditivo positivo = 1...

Valor do teste de avidez da IgG como marcador de doença aguda ou crônica e de transmissão vertical na toxoplasmose; The value of specific IgG – avidity test to date infeccion and its relationship with vertical transmission in toxoplasmosis

Alvarenga, Fernanda Rassi
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública (IPTSP); Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública (IPTSP); Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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46.41%
Toxoplasmosis is a parasitic disease widespread around the world caused by Toxoplasma gondii. Infection acquired during pregnancy may cause intrauterine damage and sequelae in the newborn. Serological testing for IgG/IgM anti-Toxoplasma antibodies may fail to differentiate between recent and past infection. Despite that, rapid diagnosis of acute infection during pregnancy allows rapid treatment and prevents or attenuates congenital toxoplasmosis. PURPOSE: to establish the frequency of acute toxoplasmosis in pregnant women, the vertical transmission rate and the value of specific IgG-avidity test to date infection in pregnancy; to evaluate the relationship between IgG-avidity and congenital toxoplasmosis. MATERIAL AND METHODS: this report summarizes a retrospective study performed on 235,993 pregnant women attended by “The Pregnancy Protection Program” – public health system (SUS) of the State of Goiás – Brazil, from January 2004 to December 2007. ELISA (IgG / IgM) and IgG-avidity test were performed for maternal screening of toxoplasmosis. Fetal and newborn investigation of the infection was performed by “The Toxoplasmosis Vertical Transmission Control Program” protocols. The association between data was statistically analyzed by the x2 test (p < 0...

Doença de Chagas aguda, do risco ao medo

Justino, André Luís Andrade
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: viii, 72 f.| il., tabs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública; No início de 2005 um fato novo e inesperado ocorreu no Estado de Santa Catarina. Surgiram as primeiras notícias sobre a possibilidade de contaminação da doença de Chagas por uma via pouco usual. Pessoas teriam sido infectadas e algumas mortes ocorridas após a ingesta do caldo-de-cana contaminado pelo protozoário responsável pela doença aguda. Os números de possíveis casos da doença e de vítimas foram aumentando gradualmente, iniciando uma busca incessante do foco inicial da contaminação e, concomitantemente, medidas preventivas para evitar um dano maior foram postas em ação. Em poucos dias o pânico e o medo tomaram conta não só dos catarinenses, mas também dos turistas que por aqui transitaram no fim do verão daquele ano. Turistas e moradores da região buscavam informações e tentavam se assegurar de não terem se contaminado. Através deste estudo objetivamos descrever o episódio tendo como referencial as notícias dos jornais locais impressos na época. Buscamos mostrar como se deu o surgimento do surto na imprensa e como foi esta repercussão em que o medo, real ou não...

Lesões pancreáticas em Doença de Chagas aguda experimental; Pancreatic lesions in acute experimental Chagas' disease

Corbett, Carlos Eduardo Pereira; Scremin, Luciano Henrique Gazoni; Lombardi, Rafael Arsky; Gama-Rodrigues, Joaquim José; Okumura, Masayuki
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2002 ENG
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INTRODUÇÃO: A Doença de Chagas é uma endemia tropical encontrada desde o sul dos Estados Unidos até a Argentina. Os estudos de fase aguda da doença são difíceis de serem realizados em seres humanos porque os sintomas são inespecíficos e a maioria dos casos não requer socorro médico. Em modelos experimentais desenvolvidos a doença aguda aparece com intenso parasitismo em todos os órgãos e tecidos. OBJETIVO: Caracterizar histopatologicamente o envolvimento pancreático na Doença de Chagas aguda experimental. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Com esta finalidade utilizamos animais inoculados intraperitonialmente com 100.000 formas de cepa Y de Trypanosoma cruzi. Os animais foram sacrificados após 14 dias de infecção e os fragmentos colhidos foram processados em parafina e corados pela H&E. RESULTADOS: As características histopatológicas mais importantes da pancreatite aguda na Doença de Chagas experimental são: pseudocistos intensamente parasitados, íntegros ou rompidos, parasitas no espaço extracelular, necrose de células acinares e ductais, além de focos de esteatonecrose. CONCLUSÃO: O parasitismo dos tecidos é o principal mecanismo patogenético da pancreatite aguda na Doença de Chagas.; BACKGROUND: Chagas' disease is an endemic tropical affliction found from southern United States to Argentina. The acute phase of this disease is difficult to study in man because the symptoms are non-specific and most cases require no medical assistance. Experimental models have been developed for sequential studies...