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Análise biomecânica da influência da displasia da anca na locomoção do cão Serra da Estrela: um projecto de investigação.

Cruz, Carla; Gabriel, R.; Mourão, António; Filipe, Vitor; Barroso, João Manuel; Ginja, Mário
Fonte: FEUP Publicador: FEUP
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Nos últimos anos, têm surgido diversos estudos abordando a cinemática de canídeos, a maioria dos quais investigando a influência de diferentes patologias na movimentação. Este trabalho tem como objectivo contribuir para a caracterização morfológica e biomecânica do Cão da Serra da Estrela, com particular incidência para a movimentação típica da raça e desvios induzidos pela ocorrência de lassidão articular e displasia da anca. Pretende-se que contribua para o desenvolvimento de metodologias específicas baseadas em parâmetros cinéticos e cinemáticos que auxiliem a detecção não-invasiva da lassidão articular e displasia da anca, não só na raça, mas também nos cães em geral, assim como na análise da eficácia do seu tratamento paliativo. Esta metodologia torna-se assim particularmente relevante no âmbito da saúde e bem-estar animal.

Padrões de referência da pressão plantar no movimento do cão da Serra da Estrela

Cruz, Carla; Mourão, António; Gabriel, R.; Filipe, Vitor; Barroso, João Manuel; Ginja, Mário
Fonte: Sociedade Portuguesa de Biomecânica Publicador: Sociedade Portuguesa de Biomecânica
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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55.99%
Neste trabalho caracteriza-se em termos de pressão plantar o movimento do Cão da Serra da Estrela no andamento "Marcha Semelhante ao Pacing" ("Ambladura"). Foram analisados 11 cães Serra da Estrela, isentos de displasia da anca e sem sinais visíveis de patologias que afectem o movimento, recorrendo a um sistema de plataformas de pressão plantar (RSSCAN) com 2 metros de comprimento. Para a caracterização do movimento do Serra da Estrela foi desenvolvido um software de apoio que permite a análise cinética, determinando-se vários parâmetros espaciais, temporais e cinéticos relativos ao movimento do Cão da Serra da Estrela, que poderão servir de referência em futuros estudos sobre patologias do aparelho locomotor

Investigação - Influência da displasia da anca no movimento característico da raça Cão da Serra da Estrela

Cruz, Carla; Mourão, António; Gabriel, R.; Filipe, Vitor; Ginja, Mário; Barroso, João Manuel
Fonte: Associação Portuguesa do Cão da Serra da Estrela Publicador: Associação Portuguesa do Cão da Serra da Estrela
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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86.39%
A displasia da anca (DA) é uma doença hereditária responsável por uma osteoartrite nestas articulações, que pode passar despercebida ou ser responsável por claudicação e má qualidade de vida dos animais. Esta última situação pode justificar o recurso a tratamentos cirúrgicos, por vezes dispendiosos. O diagnóstico definitivo actual é o exame radiográfico envolvendo a sedação ou anestesia dos animais para a contenção, indispensável para o posicionamento dos animais, imprescindível à obtenção de uma radiografia com a qualidade requerida. Contudo, é expectável que nos animais aparentemente assintomáticos seja responsável por algumas limitações funcionais com interferência directa no tipo de passada ou de distribuição de cargas durante a passada. Uma vez que existem equipamentos informatizados desenvolvidos para a avaliação do movimento nos humanos e animais, estudando variáveis cinemáticas (comportamento das diversas articulações durante o movimento) e cinéticas (distribuição da carga pelos diferentes membros durante a passada) resolvemos aplicar esta tecnologia à avaliação da DA na raça Cão da Serra da Estrela, uma vez que esta raça um modelo ideal devido à elevada prevalência da DA e à grande frequência de casos assintomáticos. Os principais objectivos desta investigação são conhecer variáveis cinemáticas e cinéticas que caracterizem o movimento de animais com DA...

Displasia de desenvolvimento da anca: seis anos de rastreio ecográfico a crianças de risco

Gomes, S.; Antunes, S.; Diamantino, C.; Pinheiro, A.; Nabais, I.; Mendes, M.J.; Palácios, J.; Rosado, R.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /12/2012 POR
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66.44%
RESUMO Introdução: A displasia de desenvolvimento da anca (DDA) é uma patologia congénita, cujo rastreio é baseado no exame físico sistemático, existindo controvérsia sobre quais as crianças que deverão ser submetidas a métodos imagiológicos. O protocolo de rastreio utilizado na nossa maternidade inclui o exame físico a todos os recém-nascidos, complementado por ecografia das ancas, sempre que existam fatores de risco para DDA (suspeita clínica, antecedentes familiares, apresentação pélvica, gemelaridade, malformação dos membros inferiores, oligoâmnios). Se a ecografia revelar alterações é repetida após um mês, e aos cinco meses realizada radiografia das ancas. Objetivo: Avaliar a adequação e valor do protocolo de rastreio da DDA utilizado no nosso hospital. Identificar as implicações diagnósticas da inclusão de crianças com fatores de risco no protocolo. Material e Métodos: Análise descritiva retrospetiva dos dados clínicos das crianças incluídas no protocolo entre 2001 e 2006. Resultados: Foram incluídas no protocolo 668 crianças, 102 das quais com alterações sugestivas de DDA na primeira ecografia (incidência de 11,7/1000 nados-vivos). Os sinais de Ortolani e Barlow em conjunto tiveram especificidade de 99...

Avaliação genética para a displasia da anca na raça cão da Serra da Estrela

Coxo, Alexandre Manuel Cadavez Gouveia
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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76.68%
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, Ciências Veterinárias; A raça Cão Serra da Estrela tem predisposição para a Displasia da Anca, doença com uma forte componente hereditária. O controlo tem passado pela avaliação radiográfica da anca, na qual se baseia a reprodução seletiva, nem sempre com o sucesso desejado. Os principais objetivos deste trabalho foram: Estudar a população da raça Cão da Serra da Estrela registada no clube Português de canicultura e a evolução da consanguinidade; estimar do valor genético para a displasia da anca; e comparar a seleção de animais usando a fenótipo individual com a seleção por estimativa do valor genético. Com base nos registos genealógicos da raça Cão Serra da Estrela, com um total de 17437 indivíduos, estudaram-se as frequências associadas ao sexo e pelagem nos diferentes anos, bem como a evolução da consanguinidade na população. Com uma média de 500 animais registados por ano, 15042 são animais consanguíneos e os restantes são não consanguíneos, com um coeficiente de consanguinidade de 67,97%. Trezentos e setenta e cinco destes animais foram avaliados radiograficamente usando a projeção ventrodorsal convencional da bacia e segundo as normas da Federação Cinológica Internacional. Criou-se uma base de dados com a classificação FCI de ambas as articulações convertida num valor numérico (entre 1 e 6)...

Despiste precoce de displasia da anca: uma outra perspectiva sobre o diagnóstico radiológico da displasia da anca

Silva, Ricardo Filipe Fonseca
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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96.72%
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, Ciências Veterinárias; A Displasia da Anca (DA) é uma doença ortopédica, de natureza hereditária, que afecta maioritariamente cães de porte grande e gigante, que se caracteriza por uma falta de congruência entre a cabeça femoral e a cavidade acetabular e que leva invariavelmente à instauração de osteoartrite na articulação coxofemoral e a um consequente desconforto que se traduz na perda de qualidade de vida do animal afectado. O despiste oficial de DA é realizado em Portugal segundo os critérios da Federação Cinológica Internacional (FCI) ao ano de idade, no entanto, o despiste realizado em idades precoces traria um sem número de vantagens, já que além de permitir selecionar animais livres de displasia para reprodução, permitiria também atuar bem mais cedo no tratamento dos animais displásicos, nomeadamente através de cirurgias consideradas preventivas e que apenas podem ser realizadas em idades muito jovens. Aldo Vezzoni desenvolveu um despiste precoce que se destaca do PennHip porque visa o eventual tratamento precoce e não o controlo da doença. Para o efeito, além da lassidão articular passiva, avalia também a lassidão articular funcional ao englobar no seu exame uma outra variável...

Displasia de anca em canídeos

Marques, Ana Cecília de Sá Rodrigues
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2008 POR
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Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; Este trabalho está dividido em duas partes: a primeira descreve de forma resumida as actividades de Estágio Final de Curso, desenvolvidas na área de Medicina e Cirurgia de Animais de Companhia e Exóticos, no Hospital Escolar da Faculdade de Medicina Veterinária, durante um período de 6 meses; a segunda consiste na Tese de Mestrado subordinada ao tema “Displasia de Anca em Canídeos”. A Displasia de Anca é uma doença ortopédica hereditária, com elevada prevalência em canídeos, especialmente em raças de porte médio e grande, como o Labrador Retriever, Pastor Alemão e Rottweiler. É a primeira causa de doença degenerativa articular, sendo uma doença progressiva e incapacitante.; ABSTRACT - This work is divided in two parts: the first concerns the activities performed on a 6 month final internship in small animal studies, at the Faculty of Veterinary Medicine Hospital; the second consists of the Masters Degree Thesis entitled “Hip Dysplasia in Dogs”. Hip Dysplasia is a common orthopaedic disease in dogs, especially prevalent in medium to large breeds, such as Labrador Retriever, German Shepherd and Rottweiler. It is the first cause of degenerative joint disease...

Avaliação morfométrica dos músculos da coxa de canídeos displásicos em regime pós-cirúrgico

Ribeiro, Ana Margarida Barreiros Tavares de Almeida
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em 29/09/2009 POR
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Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; A Displasia da Anca (DA) é uma doença incapacitante, hereditária, poligénica, ortopédica do desenvolvimento, caracterizada pela instabilidade da articulação coxo-femoral e pelo subsequentemente aparecimento de doença degenerativa articular (DDA), assumindo uma maior expressão em canídeos de raças médias e grandes. Trata-se de uma doença complexa cuja expressão genética é influenciada por diversos factores exógenos, sendo o seu diagnóstico definitivo conseguido através do recurso à imagem com a realização de radiografia padronizada às coxo-femorais do doente, após o 2º ano de idade. Os protocolos terapêuticos existentes e aplicados dependem de parâmetros como a idade, sinais (físicos e radiológicos) e sintomas clínicos exibidos pelo doente e das possibilidades económicas dos seus proprietários. No estudo realizado em 40 indivíduos da espécie canis familiaris, foi possível dividir a amostra (n=40) em 2 grupos (G1, cães saudáveis e G2, cães displásicos) e medir o diâmetro das coxas em 2 locais (M1 e M2). Todos os doentes de G2 foram sujeitos a cirurgia correctiva e submetidos a reavaliação para registo dos dados de M1 e M2...

Displasia do desenvolvimento da anca: revisão da utilização do protocolo no departamento de Pediatria em RN com apresentação pélvica

Gouveia, N; Cunha, M; Beckert, P; Carreiro, H; Machado, MC
Fonte: ASIC - Associação de Saúde Infantil de Coimbra Publicador: ASIC - Associação de Saúde Infantil de Coimbra
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2006 POR
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66.36%
Introdução : o diagnóstico precoce da Displasia do Desenvolvimento da Anca (DDA) permite um tratamento eficaz. Quando existem factores de risco, a unificação de atitudes na prática clínica, pode ser apoiada pela aplicação de protocolos de actuação. Objectivos : verificar se, no ano 2004, foi aplicado o protocolo de detecção da DDA na apresentação pélvica. Métodos : estudo retrospectivo, com revisão dos processos dos recém-nascidos com apresentação pélvica. Variáveis estudadas: exame objectivo, ecografia das ancas e seguimento na consulta de Ortopedia. Resultados : em 4373 nados vivos, 216 (4.93%) tiveram apresentação pélvica, destes nasceram de parto distócico 192 (96.5%). O registo do exame objectivo foi feito em 183 (91.9%) recém-nascidos. Destes, realizaram ecografia das ancas 100 (54.6%) que mostrou alterações em 18, o que motivou a referenciação à consulta de Ortopedia de 8 (44.4%) recém-nascidos. Foram diagnosticados dois casos de DDA, com exame objectivo positivo e ecografia alterada. Conclusões : Apesar das falhas no protocolo, não realização de ecografia a todos os recém-nascidos, a preocupação no seguimento, é maior, quando o exame objectivo está alterado. A conjugação do exame objectivo...

Patologia Cirúrgica da Anca: conceitos gerais

Judas, F
Fonte: Clínica Universitária de Ortopedia, HUC-CHUC Publicador: Clínica Universitária de Ortopedia, HUC-CHUC
Tipo: Livro
Publicado em //2012 OTHER
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66.34%
O trabalho inclui conceitos gerais sobre a patologia cirúrgica da anca e da bacia, sob a forma de um sumário alargado, versando os seguintes temas: fraturas e luxações do anel pélvico; fraturas do acetábulo; fraturas da coluna sacrococcígea; luxações da anca; fraturas da cabeça femoral; fraturas do colo femoral; fraturas da região trocanteriana; fraturas da diáfise femoral; displasia de desenvolvimento da anca; doença de Legg-Calvé-Perthes; sinovite transitória da anca; epifisiólise femoral superior; necrose assética da cabeça do fémur; coxartrose; conflito femoroacetabular.

Abordagem da Displasia de Desenvolvimento da Anca Irredutível. Resultados Provisórios dos Doentes Tratados Cirurgicamente nos Últimos 5 Anos

Guerra Pinto, F; Varela, E; Ramos, A; Martins, JC; Moreira, R; Tavares, D; Sant'Anna, F; Cassiano Neves, M
Fonte: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2012 POR
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46.35%
Procedemos à revisão retrospetiva dos processos clínico e radiológico de todas as crianças submetidas a artrografia ou cirurgia por displasia de desenvolvimento da anca nos últimos 5 anos, na nossa instituição. Foram excluídos todos os casos teratológicos ou com seguimento inferior a 2 anos, para melhor avaliação da incidência de necrose avascular ou outras complicações do tratamento instituído. Descrevemos em pormenor o tratamento invasivo realizado em 84 ancas, consoante a idade de tratamento (0-6 meses, 7-18 meses, 19 meses a 4 anos), do grau de displasia (segundo Tonnis), a aplicação do protocolo do Serviço e a incidência de necrose avascular. Apurámos necrose avascular em 13% das crianças submetidas a artrografia ou cirurgia até ao 6º mês de vida, em 9% das crianças entre os 7 e os 18 meses e em 19% das crianças tratadas invasivamente entre os 19 meses e os 4 anos.

Doença Displásica da Anca - Conceitos Básicos e Orientações em Medicina Geral e Familiar

Sant'Anna, F
Fonte: Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral Publicador: Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 POR
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66.28%
O conceito de Luxação Congénita da Anca (LCA) tem vindo gradualmente a ser substituído pelo de Displasia de Desenvolvimento da Anca. A importância desta evolução respeita sobretudo à noção de doença acetabular e sua capacidade de conter a cabeça femoral em termos físicos. O autor apresentam algumas noções práticas sobre a semiologia desta entidade bem como uma abordagem racional sobre meios complementares de diagnóstico e referenciação à consulta de Ortopedia infantil.

Radiographic outcomes and evaluation of developmental dysplasia of the hip in children

Ventura, Sandra Rua; Monteiro, Altino
Fonte: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto - Politema Publicador: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto - Politema
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2010 ENG
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56.42%
The Developmental Dysplasia of the Hip (DDH), also know as Congenital Dislocation of the Hip, is common in infants and children and may persist into adulthood. The radiographic interpretation is highly conditioned by appropriate patient positioning and image quality criteria. The main goal of this study is to demonstrate the value of radiographic evaluation of DDH. Through the retrospective analysis of 65 radiographs of the hips, only 2 (3.1%) female patients with 1-2 years of age presented radiographic findings of DDH. The inappropriate field size and the improper placement and size of the gonadal shields, were the most common errors observed.; A Displasia de Desenvolvimento da Anca (DDA), também conhecida como Luxação Congénita da Anca, é comum em bebés e crianças, podendo persistir na idade adulta. A interpretação radiográfica é altamente condicionada pelo posicionamento do paciente e critérios de qualidade da imagem. O principal objectivo deste estudo é demonstrar o valor da avaliação radiográfica da DDH. Através da análise retrospectiva de 65 radiografias da bacia, apenas 2 (3,1%) pacientes do sexo feminino com idades entre 1-2 anos apresentaram achados radiográficos de DDH. O tamanho inadequado do chassi e a colocação e tamanho incorrecto das protecções gonadais...

Resultado dos casos referenciados a consulta de Ortopedia Infantil por suspeita de Displasia de Desenvolvimento da Anca

Bento-Rodrigues, J; Alves, C; Balacó, I; Cardoso, PS; Ling, TP; Matos, G
Fonte: Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra Publicador: Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2014 POR
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46.24%

Uso de cúpula acetabular tripolar constritiva no tratamento de fratura do colo do fémur em doente com elevado risco de luxação protética.

Santos, S; Carvalho, M; Pinheiro, V; Caetano, M; Faísca, J; Judas, F
Fonte: Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra Publicador: Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2015 POR
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46.33%
Introdução A artroplastia da anca é o procedimento mais usado para o tratamento das fraturas traumáticas do colo do fémur com desvio. Todavia, nos idosos, nos doentes com alterações cognitivas/demência, com patologia neuromuscular, com atrofia muscular, entre outros, o risco de luxação protética é uma séria complicação, que importa prevenir. Para além de outros fatores, a via de abordagem e o tipo de artroplastia podem contribuir para minimizar o risco de luxação protética. Neste sentido, as cúpulas acetabulares tripolares constritivas, bem como outros tipos de reconstruções acetabulares, podem encontrar indicação. O objetivo deste poster é mostrar o tipo de endoprótese implantada para o tratamento de uma fratura do colo do fémur, num doente com elevado risco de luxação protética pós-operatória. Material e Métodos Trata-se de um doente do sexo masculino, com 67 anos de idade, que sofreu uma fratura do colo do fémur esquerdo, tipo III segundo a classificação de Gardner. O exame radiográfico mostrou, também, a existência de obliquidade pélvica, associada a displasia acetabular e coxartrose ipsilateral grau II/III segundo a classificação de Tönnis. Clinicamente, o doente apresentava rigidez do joelho esquerdo com deficit de extensão de 35º e pé esquerdo em equino fixo...

Prótese total de anca para resolução de displasia coxo-femoral

Silva, Isabel Sanchez Gonçalves da
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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86.57%
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, Ciências Veterinárias; A displasia da anca é uma patologia do desenvolvimento, não congénita, poligénica e o mais comum problema ortopédico hereditário em cães, sobretudo de raças grandes ou gigantes. De um modo geral é uma malformação na qual, em cachorros, provoca instabilidade articular que por alterar a concentração de forças sobre o fémur e acetábulo afeta o crescimento e conformação do osso resultando numa má anatomia articular e doença articular degenerativa secundária. Na sua patogenia estão implicados tanto fatores ambientais como influência genética. Não há um tratamento efetivo para restaurar uma articulação displásica, sendo, no entanto, o objetivo do tratamento aliviar a dor, impedir alterações degenerativas secundárias e maximizar a função da articulação. Deste modo, a prótese total de anca é hoje a solução mais completa para a resolução da maioria destas complicações. Esta técnica consiste na implementação de um cálice de polietileno como substituição do acetábulo e uma nova cabeça e haste femoral permanentemente unidas ao osso por cimento ósseo de polimetilmetacrilato. É recomendada em animais com mais de 18 kg que atingiram a maturidade no que diz respeito ao crescimento ósseo e...

Abordagem da displasia de desenvolvimento da anca irredutível: Resultados provisórios dos doentes tratados cirurgicamente nos últimos 5 anos

Pinto,Francisco Guerra; Varela,Emanuel; Ramos,Acácio; Martins,José; Moreira,Rodrigo; Tavares,Delfin; Sant' Anna,Francisco; Neves,Manuel Cassiano
Fonte: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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66.48%
Procedemos à revisão retrospetivo dos processos clínico e radiológico de todas as crianças submetidas a artrografia ou cirurgia por displasia de desenvolvimento da anca nos últimos 5 anos, na nossa instituição. Foram excluídos todos os casos teratológicos ou com seguimento inferior a 2 anos, para melhor avaliação de incidência de necrose avascular (NA) ou outras complicações do tratamento instituído. Descrevemos em pormenor o tratamento invasivo realizado em 84 ancas, consoante a idade de tratamento (0-6 meses, 7-18 meses, 19 meses a 4 anos), do grau de displasia (segundo Tonnis), a aplicação do protocolo do Serviço e a incidência de NA. Apurámos necrose avascular em 13% das crianças submetidas a artrografia ou cirurgia até ao 6º mês de vida, em 9% das crianças entre os 7 e os 18 meses e em 19% das crianças tratadas invasivamente entre os 19 meses e os 4 anos.

Displasia de desenvolvimento da anca: seis anos de rastreio ecográfico a crianças de risco

Gomes,Susana; Antunes,Sónia; Diamantino,Catarina; Pinheiro,Ana; Nabais,Isabel; Mendes,Maria José; Palácios,Jorge; Rosado,Rui
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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66.44%
Introdução: A displasia de desenvolvimento da anca (DDA) é uma patologia congénita, cujo rastreio é baseado no exame físico sistemático, existindo controvérsia sobre quais as crianças que deverão ser submetidas a métodos imagiológicos. O protocolo de rastreio utilizado na nossa maternidade inclui o exame físico a todos os recém-nascidos, complementado por ecografia das ancas, sempre que existam fatores de risco para DDA (suspeita clínica, antecedentes familiares, apresentação pélvica, gemelaridade, malformação dos membros inferiores, oligoâmnios). Se a ecografia revelar alterações é repetida após um mês, e aos cinco meses realizada radiografia das ancas. Objetivo: Avaliar a adequação e valor do protocolo de rastreio da DDA utilizado no nosso hospital. Identificar as implicações diagnósticas da inclusão de crianças com fatores de risco no protocolo. Material e Métodos: Análise descritiva retrospetiva dos dados clínicos das crianças incluídas no protocolo entre 2001 e 2006. Resultados: Foram incluídas no protocolo 668 crianças, 102 das quais com alterações sugestivas de DDA na primeira ecografia (incidência de 11,7/1000 nados-vivos). Os sinais de Ortolani e Barlow em conjunto tiveram especificidade de 99...

Correlação clínica e ecográfica em displasia de desenvolvimento da anca

Vital,Luísa; Alegrete,Nuno; Lucas,Raquel
Fonte: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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76.5%
Objetivo: O objetivo deste estudo foi relacionar os achados clínicos do exame físico com os resultados ecográficos, utilizando o método de Graf para classificação da displasia da anca. Doentes e métodos: Foram analisados retrospetivamente os registos clínicos e ecográficos de doentes nascidos entre janeiro de 2010 e dezembro de 2012, orientados para consulta de Ortopedia Infantil. Foram registados parâmetros do exame clínico e da ecografia e comparados os resultados. Resultados: Foram identificadas 55 crianças (46 do sexo feminino), com uma mediana de idades de 53 dias. Trinta apresentavam pelo menos um critério de risco, sendo a apresentação pélvica o mais prevalente. Das 110 ancas, 80 apresentavam alterações ecográficas. Quarenta e oito ancas apresentavam, pelo menos, uma alteração no exame físico. A sensibilidade e especificidade da ecografia tendo como gold standard o exame clínico foi de 82,6% e 37,7%, respetivamente, considerando uma ecografia positiva quando esta é igual ou superior a classe IIa de Graf. Conclusões: A ecografia pode representar um bom método de rastreio, no entanto, não aumenta de forma significativa a acuidade diagnóstica do exame clínico.

Importância da ecografia no rastreio e diagnóstico precoce da displasia do desenvolvimento da anca

Silva,Carlos; Costa,Gilberto
Fonte: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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66.62%
Objetivo: O diagnóstico precoce da Displasia do Desenvolvimento da Anca (DDA) é fundamental para se iniciar um tratamento adequado, reduzindo a incidência de complicações a longo prazo. Esta revisão pretende reunir e sintetizar a informação mais recentemente publicada acerca da utilidade da ecografia no rastreio e diagnóstico precoce da DDA. Fontes dos dados: Efetuou-se uma pesquisa na base de dados MEDLINE com os termos MeSH “congenital hip dislocation” e “ultrasonography”, limitada a artigos publicados nos últimos 11 anos (2000-2011). As listas bibliográficas de todos os estudos e revisões selecionadas foram manualmente revistas. 89 artigos, incluindo estudos randomizados, ensaios clínicos, Guidelines Internacionais, meta-análises e revisões sistemáticas, foram incluídos. Síntese dos dados: Os riscos e benefícios do rastreio ecográfico da DDA não foram ainda claramente estabelecidos. O método de rastreio ótimo e a sua efetividade permanecem incertos, embora se considere essencial que, independentemente do método usado, o rastreio seja feito por profissionais experientes. Estudos observacionais demonstram que o rastreio ecográfico (seletivo ou universal) reduz o número de casos tardiamente diagnosticados e a necessidade de tratamento cirúrgico. Conclusões: O rastreio clínico e/ ou ecográfico identificam crianças com risco elevado de desenvolver DDA. Contudo...