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Método PELC - Método de Planejamento Epidemiológico de Linha de Cuidado; PELC Method - Method of Epidemiological Planning for the Line of Care

Eneida Rached Campos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2011 PT
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95.79%
Introdução: Ações são encadeadas nas linhas de cuidado para organizar o percurso assistencial do consumidor de saúde. Método: Determinação de interrelações entre os conceitos e as práticas da epidemiologia, da ciência da administração e da lógica de inferência para o estudo de linha de cuidado. Resultados: 1) Criação do Método de Planejamento Epidemiológico de Linha de Cuidado - PELC - para testar e determinar o melhor percurso assistencial e para garantir sua qualidade. O Método PELC forma uma Equipe de Árbitros para definir o Tratamento Padrão (TP) da linha de cuidado e seu Escore PELC-TP; compara cada linha de cuidado (LC) com o Tratamento Padrão e o resultado é representado no Escore PELC-LC; cria base de comparação entre o Grupo Caso- LC e o Grupo Controle-LC; instala estudos epidemiológicos para investigar os fatores clínicos-sociais-organizacionais mais determinantes para os resultados futuros da linha de cuidado. No estudo prospectivo, o Experimento de Gestão oferece as linhas do Grupo Controle-LC. O Sistema do Cuidado Advir monitora a qualidade do cuidado que está por vir. A Saúde Autorreferida pesquisa o grau de autopercepção de saúde do consumidor. 2) Aplicação do Método PELC com delineamento de caso-controle na linha de cuidado das crianças e dos adolescentes infectados pelo HIV. Definição do Tratamento Padrão com PELCTP= 100 e Escore PELC-RES = 51 (sucesso terapêutico). A análise de regressão logística mostrou os seguintes fatores como mais determinantes para PELCRES< 20 e para PELC-LC<75: ter adesão à terapia antirretroviral (OR=0...

Aspectos conceituais do planejamento em saúde

de Lacerda, Josimari Telino; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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125.82%
Em aspectos conceituais é destacado que os conceitos que orientam a estratégia de saúde da família são os de território, família e co-participação. A partir desses conceitos, caberá a equipe identificar os problemas de saúde no território, realizar o planejamento em conjunto com a comunidade e acompanhar as ações implantadas. Seguindo, o objeto conceitua Planejamento como sendo um instrumento que busca diagnosticar a realidade, propor alternativas para transformá-la, meios para viabilizar essa transformação e ação oportuna para executar as ações pensadas pelas organizações que, por sua vez, fazem com que a realidade seja novamente diagnosticada. Na sequência utiliza o Sistema Único de Saúde, que articula muitas instâncias, como um exemplo de projeto social complexo que seus objetivos só podem ser atingidos se articular um conjunto amplo e, em geral, heterogêneo de organizações. Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

Aspectos Gerais do Planejamento

Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - NUTEDS/UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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105.73%
Aborda os aspectos gerais do planejamento e sua importância no cotidiano das pessoas.

Métodos de Planejamento

Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - NUTEDS/UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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105.74%
Apresenta as diferenças fundamentais entre os modelos de planejamento estratégico e normativo, a partir da conceituação dos dois tipos de planejamento.

Instrumentos Básicos do Sistema de Planejamento do SUS

Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - NUTEDS/UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
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105.76%
Apresenta uma abordagem geral do funcionamento do Sistema de Planejamento do SUS, com enfoque para os seguintes instrumentos: Plano de Saúde, Programação Anual de Saúde e Relatório Anual de Gestão.

Processo de trabalho e planejamento na estratégia saúde da família

Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
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95.92%
Compreender a importância do desenvolvimento de atividades planejadas e como o planejamento se incorporou nas ações de saúde é o objetivo inicial deste recurso, que traça um breve relato de fatos históricos que mudaram o sistema de saúde, dentro do cenário brasileiro, como a 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986) e a Lei Orgânica da Saúde (Nº 8080/90). Aborda profundamente a definição de planejamento, focando no planejamento estratégico como instrumento de gestão no processo de trabalho das Equipes de Saúde da Família. Partindo desses conceitos elabora-se a proposta do Planejamento e Programação Local em Saúde (PPLS), compreendendo sua definição, objetivo e estratégias, além de como operacionalizá-lo dentro do processo de trabalho das Equipes de Saúde da Família. A próxima unidade trata sobre o surgimento do PlanejaSUS, sua definição e seu objetivo; em que contempla também a organização da saúde e suas três esferas da gestão: federal, estadual e municipal de acordo com a Lei Orgânica da Saúde. Discorre sobre o processo de regionalização do SUS, apresentando suas respectivas regiões dentro do estado do Maranhão. E por fim, na última unidade, dois materiais do Ministério de Saúde são disponibilizados como leitura complementar...

Planejamento e avaliação das ações em saúde

Campos, Francisco Carlos Cardoso de; Faria, Horácio Pereira de; Santos, Max André dos
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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115.83%
Este material contempla a disciplina obrigatória " Planejamento e avaliação das ações em saúde" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina tem como objetivo a discussão do processo do planejamento em saúde, desde a identificação dos problemas de saúde até o monitoramento e avaliação das ações nesse setor, e de sua importância como instrumento para a reorganização do processo de trabalho da equipe de Saúde da Família. A disciplina está composta de quatro unidades: Unidade 1 - Planejamento em saúde; Unidade 2 - Diagnóstico situacional em saúde; Unidade 3 - Elaboração do plano de ação; Unidade 4 - Monitoramento e avaliação das ações de saúde na Atenção Básica à Saúde.

Planejamento e avaliação das ações em saúde

Campos, Francisco Carlos Cardoso de; Faria, Horácio Pereira de; Santos, Max André dos
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Backup de Moodle Formato: Backup moodle da disciplina obrigatória - Planejamento e avaliação das ações em saúde - da Unidade didática 1 do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família , contendo materiais em formato PDF e na linguagem html, além de áudio e sl
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115.83%
Este material contempla a disciplina obrigatória " Planejamento e avaliação das ações em saúde" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina tem como objetivo a discussão do processo do planejamento em saúde, desde a identificação dos problemas de saúde até o monitoramento e avaliação das ações nesse setor, e de sua importância como instrumento para a reorganização do processo de trabalho da equipe de Saúde da Família. A disciplina está composta de quatro unidades: Unidade 1 - Planejamento em saúde; Unidade 2 - Diagnóstico situacional em saúde; Unidade 3 - Elaboração do plano de ação; Unidade 4 - Monitoramento e avaliação das ações de saúde na Atenção Básica à Saúde.; Ministério da Saúde

Processo de trabalho e planejamento na estratégia saúde da família

Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle contendo recursos em texto e vídeos direcionados para o Programa de Valorização da Atenção Básica - PROVAB
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95.92%
Compreender a importância do desenvolvimento de atividades planejadas e como o planejamento se incorporou nas ações de saúde é o objetivo inicial deste recurso, que traça um breve relato de fatos históricos que mudaram o sistema de saúde, dentro do cenário brasileiro, como a 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986) e a Lei Orgânica da Saúde (Nº 8080/90). Aborda profundamente a definição de planejamento, focando no planejamento estratégico como instrumento de gestão no processo de trabalho das Equipes de Saúde da Família. Partindo desses conceitos elabora-se a proposta do Planejamento e Programação Local em Saúde (PPLS), compreendendo sua definição, objetivo e estratégias, além de como operacionalizá-lo dentro do processo de trabalho das Equipes de Saúde da Família. A próxima unidade trata sobre o surgimento do PlanejaSUS, sua definição e seu objetivo; em que contempla também a organização da saúde e suas três esferas da gestão: federal, estadual e municipal de acordo com a Lei Orgânica da Saúde. Discorre sobre o processo de regionalização do SUS, apresentando suas respectivas regiões dentro do estado do Maranhão. E por fim, na última unidade, dois materiais do Ministério de Saúde são disponibilizados como leitura complementar...

Planejamento e avaliação das ações em saúde

Campos, Francisco Carlos Cardoso de; Faria, Horácio Pereira de; Santos, Max André dos;
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Texto Formato: 114 paginas. Ilustrado. 22 x 27cm
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115.83%
Este material contempla a disciplina obrigatória " Planejamento e avaliação das ações em saúde" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina tem como objetivo a discussão do processo do planejamento em saúde, desde a identificação dos problemas de saúde até o monitoramento e avaliação das ações nesse setor, e de sua importância como instrumento para a reorganização do processo de trabalho da equipe de Saúde da Família. A disciplina está composta de quatro unidades: Unidade 1 - Planejamento em saúde; Unidade 2 - Diagnóstico situacional em saúde; Unidade 3 - Elaboração do plano de ação; Unidade 4 - Monitoramento e avaliação das ações de saúde na Atenção Básica à Saúde.; 2. ed; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES; Ministério da Saúde

Aspectos Gerais do Planejamento

Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - NUTEDS/UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Recurso interativo em formato flash
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105.75%
Aborda os aspectos gerais do planejamento e sua importância no cotidiano das pessoas.; Versão 2.0; Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS)

Métodos de Planejamento

Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - NUTEDS/UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Recurso interativo em formato flash.
PT_BR
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105.77%
Apresenta as diferenças fundamentais entre os modelos de planejamento estratégico e normativo, a partir da conceituação dos dois tipos de planejamento.; Versão 2.0; Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS)

Instrumentos Básicos do Sistema de Planejamento do SUS

Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - NUTEDS/UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
PT_BR
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105.78%
Apresenta uma abordagem geral do funcionamento do Sistema de Planejamento do SUS, com enfoque para os seguintes instrumentos: Plano de Saúde, Programação Anual de Saúde e Relatório Anual de Gestão.; Versão 2.0; Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS)

Aspectos conceituais do planejamento em saúde

de Lacerda, Josimari Telino; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família. Arquivo .zip contendo página html com recursos de texto, imagens e animações em flash.
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125.84%
Em aspectos conceituais é destacado que os conceitos que orientam a estratégia de saúde da família são os de território, família e co-participação. A partir desses conceitos, caberá a equipe identificar os problemas de saúde no território, realizar o planejamento em conjunto com a comunidade e acompanhar as ações implantadas. Seguindo, o objeto conceitua Planejamento como sendo um instrumento que busca diagnosticar a realidade, propor alternativas para transformá-la, meios para viabilizar essa transformação e ação oportuna para executar as ações pensadas pelas organizações que, por sua vez, fazem com que a realidade seja novamente diagnosticada. Na sequência utiliza o Sistema Único de Saúde, que articula muitas instâncias, como um exemplo de projeto social complexo que seus objetivos só podem ser atingidos se articular um conjunto amplo e, em geral, heterogêneo de organizações. Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.; 1.0; Ministério da Saúdes/OPAS/OMS

Aspectos históricos do planejamento na esfera pública

de Lacerda, Josimari Telino; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família. Arquivo .zip contendo página html com recursos de texto, imagens e animações em flash.
PT_BR
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95.8%
O objeto inicia sua abordagem salientando que o planejamento, como parte de um ciclo administrativo, não é um conceito novo. Ele vem sendo utilizado e incrementado em sua essência desde o início do século passado. Logo após, demonstra uma sequência histórica de eventos e da utilização e modernização das ações de planejamento: Planejamento centralizado, depois como ferramenta de prevenção de crises, depois o de recuperação pós-guerra, a teoria da dependência e plano e metas e, por último, o planejamento normativo e o estratégico. Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.; 1.0; Ministério da Saúdes/OPAS/OMS

Diretriz para análises de impacto orçamentário de tecnologias em saúde no Brasil

Ferreira-Da-Silva,Andre Luis; Ribeiro,Rodrigo Antonini; Santos,Vânia Cristina Canuto; Elias,Flávia Tavares Silva; d'Oliveira,Alexandre Lemgruber Portugal; Polanczyk,Carisi Anne
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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Análises de impacto orçamentário (AIO) fornecem previsões financeiras operacionais para a implementação de uma nova tecnologia em um sistema de saúde. Até o momento, não havia recomendações específicas para o desenvolvimento de AIO no Brasil. O presente trabalho apresenta uma revisão dos métodos usados nas AIO de tecnologias da saúde e propõe recomendações para seu uso nos âmbitos do SUS e do sistema de saúde suplementar. As recomendações principais são: analisar pela perspectiva do gestor; empregar horizonte temporal de um a cinco anos; comparar cenários de referência e alternativos; considerar taxa de incorporação da tecnologia; delimitar a população de interesse pela abordagem epidemiológica ou por demanda aferida; considerar restrições para acesso ou fatores indutores de demanda; considerar custos diretos incorridos e evitados; não ajustar para inflação ou descontos; integrar as informações em planilha eletrônica; calcular o impacto orçamentário diferencial entre cenários; sintetizar as informações em um relatório de impacto orçamentário.

Aspectos Relevantes de Recomendações Para Prevenção Clínica em Idoso - 2013; Relevant Aspects of Recommendations for Clinic Prevention in Elderly - 2013

Villas Boas, Paulo J.F.; Vidal, Edson I. de O.; Mondelli, Alessandro L.; Valle, Adriana P. do; Wachholz, Patrick A.; Oliveira, Gabriel M. de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2013 POR
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A American Academy of Family Physicians (AAFP) atualizou, em 2012, as “Recommendations for Clinical Preventive Services”, com base na publicação homônima editada pela United States Preventive Services Task Force (USPSTF). Estas recomendações são fornecidas como um auxílio para os médicos na tomada de decisões clínicas quanto aos cuidados de seus pacientes. Refletem as melhores evidências clínicas existentes no momento da publicação. Devem ser usadas com o claro entendimento de que o desenvolvimento de novos conhecimentos pode resultar na necessidade de atualizações e modificações nas condutas recomendadas. Dentre essas recomendações algumas são importantes na prática clínica com o paciente idoso, sendo apresentadas em conjunto com de outras sociedades científicas.; The American Academy of Family Physicians (AAFP) updated, in 2012, the “Recommendations for Clinical Preventive Services.”, based on the homonymous publication by the United States Preventive Services Task Force (USPSTF). These recommendations are provided as an aid for physicians in clinical decision making regarding the care of their patients. They reflect the best clinical evidence available at the time of publication. It should be used with the clear understanding that development of new knowledge may consequently result in updates and modifications at the recommended statements. Some recommendations of the USPSTF are important in clinical practice with the elderly...

Diretrizes nacionais da vigilância em saúde

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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125.74%
108 p.; A publicação deste caderno da série Pactos pela Saúde busca a capilarização das novas diretrizes estratégicas para a Vigilância em Saúde para todos os envolvidos na construção, elaboração e execução das políticas de saúde, em particular da vigilância em saúde, incentivando as discussões e o aprimoramento do tema.

Diretrizes operacionais: pactos pela vida em defesa do SUS e de gestão. 2. ed.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Coordenação Geral de Apoio à Gestão Descentralizada
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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105.79%
75 p.; Esta publicação é o primeiro volume de uma série que detalhará diferentes dimensões do Pacto, ajudando a qualificar o seu processo de implementação que considere as diferentes realidades loco-regionais da saúde. Onde busca reforçar a organização das regiões sanitárias instituindo mecanismos de co-gestão e planejamento regional, fortalecendo os espaços e mecanismos de controle social, qualificando o acesso da população à atenção integral à saúde, redefinindo os instrumentos de regulação, programação e avaliação, buscando valorizar a macro função de cooperação técnica entre os gestores e propondo um financiamento tripartite que estimule critérios de eqüidade nas transferências fundo a fundo.

Diretriz para análises de impacto orçamentário de tecnologias em saúde no Brasil

Ferreira-Da-Silva,Andre Luis; Ribeiro,Rodrigo Antonini; Santos,Vânia Cristina Canuto; Elias,Flávia Tavares Silva; d'Oliveira,Alexandre Lemgruber Portugal; Polanczyk,Carisi Anne
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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115.73%
Análises de impacto orçamentário (AIO) fornecem previsões financeiras operacionais para a implementação de uma nova tecnologia em um sistema de saúde. Até o momento, não havia recomendações específicas para o desenvolvimento de AIO no Brasil. O presente trabalho apresenta uma revisão dos métodos usados nas AIO de tecnologias da saúde e propõe recomendações para seu uso nos âmbitos do SUS e do sistema de saúde suplementar. As recomendações principais são: analisar pela perspectiva do gestor; empregar horizonte temporal de um a cinco anos; comparar cenários de referência e alternativos; considerar taxa de incorporação da tecnologia; delimitar a população de interesse pela abordagem epidemiológica ou por demanda aferida; considerar restrições para acesso ou fatores indutores de demanda; considerar custos diretos incorridos e evitados; não ajustar para inflação ou descontos; integrar as informações em planilha eletrônica; calcular o impacto orçamentário diferencial entre cenários; sintetizar as informações em um relatório de impacto orçamentário.