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Informações e escolha no parto: perspectivas das mulheres usuárias do SUS e da Saúde Suplementar; Informed choice and childbirth: women´s perspectives: pulic and health insurance consumers

Zorzam, Bianca Alves de Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/07/2013 PT
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106.29%
Introdução O direito à escolha informada das mulheres sobre suas vivências na gravidez e no parto é fruto do percurso histórico dos direitos sexuais e reprodutivos, respaldados em bases éticas da autonomia, integridade corporal, igualdade e diversidade. No Brasil, sua história política e social vem sendo construída por meio da interlocução com o movimento de mulheres e os aparelhos governamentais, propulsionando políticas públicas que os garantam. Entretanto, as desigualdades de gênero no âmbito do conhecimento médico-científico levaram a uma leitura pessimista acerca do corpo feminino, que trata a experiência do parto como um evento patológico, dependente da tecnologia e de intervenções desnecessárias na assistência. Objetivo Descrever e analisar a perspectiva das mulheres sobre a dinâmica da disponibilização, acesso e qualidade das informações no pré-natal para as negociações do tipo de parto e os procedimentos da assistência focados na episiotomia, ocitocina e acompanhante, nas redes de saúde pública e suplementar. Metodologia Estudo qualitativo, alicerçado nas perspectivas teóricas de gênero e dos direitos reprodutivos, realizado por meio de entrevistas semiestruturadas de três tipos (por email...

Impacto da inserção da temática saúde sexual e reprodutiva na graduação de Medicina

Medeiros,Robinson Dias de; Azevedo,George Dantas de; Maranhão,Técia Maria de Oliveira; Gonçalves,Ana Katherine; Barros,Yasha Emerenciano; Araújo,Ana Cristina Pinheiro Fernandes de; Lima,Stênia Lins Leão
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 PT
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96.13%
OBJETIVO: Avaliar o impacto da inserção da temática saúde sexual e reprodutiva na graduação de Medicina em uma universidade pública do Brasil. MÉTODOS: Foi desenvolvido instrumento de avaliação cognitiva em saúde sexual e reprodutiva com base nos temas abordados no componente curricular optativo Saúde Reprodutiva, resultando em prova objetiva de múltipla escolha contendo 27 itens. Os temas selecionados foram: direitos humanos, sexuais e reprodutivos (DHSR), sexualidade, violência institucional, gênero, violência sexual, concepção, contracepção, aborto/interrupção legal da gestação, mortalidade materna e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) - HIV/AIDS. Os temas foram agrupados em três dimensões do conhecimento: DHSR, legal/institucional e biomédica. Na análise de covariância, dois modelos multivariados foram ajustados. RESULTADOS : Participaram do estudo 183 alunos, 127 do grupo que cursou o componente curricular eletivo saúde reprodutiva (Grupo SR) e 56 do grupo que não cursou (Grupo Não SR). Noventa e seis alunos (52,5%) eram do sexo masculino e 87 (47...

Direitos sexuais e reprodutivos na escola: avaliação qualitativa de um estudo piloto

Murta,Sheila Giardini; Rosa,Isabela Oliveira; Menezes,Jordana Calil Lopes de; Rieiro,Marcella Regina Silva; Borges,Ohary de Sousa; Paulo,Silvia Guimarães de; Oliveira,Verônica de; Ribeiro,Danilo Cruvinel; Del Prette,Almir; Del Prette,Zilda
Fonte: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília Publicador: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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126.28%
Este artigo descreve a avaliação de um programa preventivo para adolescentes, professores e familiares, focado em direitos sexuais e reprodutivos, resiliência e habilidades sociais assertivas. Foram conduzidas dez sessões psicoeducacionais com os adolescentes (N = 54), três oficinas com os docentes (N = 11) e duas visitas domiciliares às famílias (N = 7). Os resultados, avaliados por medidas qualitativas de autorrelato, mostram que os familiares buscaram serviços da comunidade recomendados na intervenção, os docentes relataram disposição para atuar no fortalecimento da rede social dos adolescentes e estes relataram melhoria na qualidade da comunicação com os pais, prática de sexo seguro e tolerância à diversidade. São discutidas as limitações e possibilidades de intervenções ecológicas e uma agenda de pesquisa na área.

Direitos sexuais e reprodutivos: percepção dos profissionais da atenção primária em saúde

Lemos,Adriana
Fonte: Centro Brasileiro de Estudos de Saúde Publicador: Centro Brasileiro de Estudos de Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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126.39%
Este estudo objetivou identificar a percepção de enfermeiras e assistentes sociais, que realizaram capacitação de ações educativas em contracepção, sobre direitos sexuais e reprodutivos e sua importância na promoção desses direitos. Realizou-se observação participante, com entrevistas e análise documental. Os resultados revelam restrito conhecimento sobre direitos sexuais e reprodutivos, permitindo concluir que a realização de treinamento não garante, necessariamente, a reflexão e a transformação das opiniões e práticas, desafio que se põe aos gestores da atenção à saúde e aos órgãos de formação em saúde.

Direitos sexuais de crianças e adolescentes: avanços e entraves

Carvalho,Cíntia de Sousa; Silva,Elisângela Ribeiro da; Jobim e Souza,Solange; Salgado,Raquel Gonçalves
Fonte: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Publicador: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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96.3%
O tenso encontro entre infância/adolescência e sexualidade é questão fundamental do presente trabalho. Neste sentido, pretende-se analisar de que modo instituições de atendimento que lidam com o público infanto-juvenil se posicionam frente à garantia dos direitos sexuais e reprodutivos destes sujeitos. As reflexões apresentadas foram construídas a partir de um recorte de situações vivenciadas em duas pesquisas de campo, realizadas em instituições de educação e saúde. Os excertos analisados sugerem que há uma dificuldade em se garantir, nas práticas institucionais, os direitos sexuais de crianças e adolescentes (e reprodutivos destes últimos), visto que há uma indiferenciação entre sexualidade e genitalidade, representação esta que afeta a compreensão dos limites entre autonomia e proteção. Compreende-se que para que se possa efetivar a garantia destes direitos é necessário que crianças e adolescentes participem desta construção teórico-prática.

Direitos sexuais e reprodutivos: uma perspectiva feminista

Corrêa,Sonia; Petchesky,Rosalind
Fonte: IMS-UERJ Publicador: IMS-UERJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1996 PT
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106.31%
Neste artigo as autoras problematizam o conceito de direitos sexuais e reprodutivos, de maneira a retirá-Io do campo do pensamento individualista. Propõem, então, a sua releitura segundo a perspectiva dos direitos sociais, anunciando uma abordagem feminista desta questão.

Os fatos & atos relacionados ao (difícil) exercício dos direitos sexuais e reprodutivos: em recortes, o processo de viver de um grupo de mulheres de classes populares

Souza,Kleyde Ventura de; Tyrrell,Maria Antonieta Rubio
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós Graduação em Enfermagem Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós Graduação em Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2007 PT
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126.39%
Realizamos uma pesquisa-acão, em que formamos um tipo especial de grupo denominado de "Círculo de Cidadania", com o objetivo de apresentar os fatos & atos que têm influenciado a conquista dos direitos sexuais e reprodutivos de um grupo constituído por 16 mulheres de classes populares. A pesquisa foi desenvolvida em 15 encontros, no período de dezembro de 2003 a julho de 2004. À luz das concepções de Paulo Freire foram discutidos dois temas geradores: "o corpo" e "direito a ter direitos". As discussões feitas nestes encontros deram origem a unidades temáticas, que evidenciaram as desigualdades sociais, econômicas e culturais - reforçando a condição de subordinação das mulheres de classes populares e, os dilemas e desafios originados da condição de ser mulher no (difícil) exercício dos direitos sexuais e reprodutivos, como integrantes do processo de viver do grupo estudado.

Direitos sexuais, direitos reprodutivos: concepções de mulheres negras e brancas sobre liberdade

Souzas,Raquel; Alvarenga,Augusta Thereza de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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106.31%
A saúde reprodutiva relaciona-se ao usufruto da liberdade intrínseca aos direitos sexuais e reprodutivos. A questão central, neste artigo, é como a noção de liberdade se articula à condição social, de gênero, raça/etnia, com o intuito de investigar diferenças de gênero e de raça nas questões reprodutivas de mulheres negras e brancas, em relação à concepção de liberdade. A pesquisa é de natureza qualitativa e aborda questões reprodutivas de mulheres, a partir de um recorte de gênero e raça. Foram entrevistadas 36 mulheres, autoclassificadas brancas e negras (pretas e pardas), em união conjugal há, pelo menos, um ano. Os discursos foram analisados articulando-se raça/etnia e diferentes níveis de escolaridade. No conjunto, observa-se que as condições de vida e saúde reprodutiva de mulheres negras e brancas diferenciam-se em razão das condições socioeconômicas e culturais. Comparativamente, os discursos dos dois grupos podem ser interpretados em dois níveis característicos, da vida privada e do espaço público: enquanto mulheres brancas focam a defasagem das mulheres, no exercício eqüitativo da liberdade em relação aos homens, mas destacam conquistas no mundo do trabalho, mulheres negras pensam a liberdade mais circunscrita à possibilidade de vivência democrática da conjugalidade. As diferenças de discurso em relação à liberdade podem estar relacionadas tanto à questão do racismo no Brasil...

Que direito à saúde para a população GLBT? Considerando direitos humanos, sexuais e reprodutivos em busca da integralidade e da eqüidade

Lionço,Tatiana
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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96.32%
Este artigo tem como objetivo problematizar a pertinência de uma política de saúde para a população de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - GLBT. A partir da consideração dos processos de violação de seus direitos humanos, sistematicamente comprometidos devido a estigmas e processos discriminatórios, busca-se evidenciar a necessidade de uma política de saúde específica a esta população, na perspectiva da integralidade da atenção e da eqüidade no sistema de saúde. O desafio da construção de uma política de atenção integral à saúde dessa população, tal como prevista no programa de governo federal Brasil sem Homofobia, implica a complexificação e alargamento do que se compreende por direitos sexuais e reprodutivos para a efetiva promoção da eqüidade e universalidade do acesso aos bens e serviços.

Direitos sexuais e reprodutivos na adolescência

Moraes,Silvia Piedade de; Vitalle,Maria Sylvia de Souza
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 PT
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96.13%
OBJETIVO: Apresentar marcos legais brasileiros que garantam ao adolescente autonomia no trato com sua saúde sexual e reprodutiva. MÉTODOS: Levantamento bibliográfico das legislações nacionais publicadas em site dos órgãos oficiais (Ministério da Saúde e Educação) e Associações de Classe (Conselho Federal de Medicina - CFM - e Conselho Federal de Enfermagem - COFEN). RESULTADOS: Encontraram-se oito legislações sendo três de Associação de Classe (CFM e COFEN), uma Portaria Interministerial (Ministério da Saúde e Educação), uma Nota Técnica do Programa Nacional de DST/AIDS e três Leis Federais. Muitas das garantias legais afetam diretamente a população adolescente (garantia de escolarização durante a gestação e período puerperal ou licença maternidade, distribuição de preservativos, não discriminação por sorologia em ambiente escolar). São instrumentos importantes de preservação dos direitos sexuais e reprodutivos, da privacidade no atendimento médico, na busca por informações seguras de saúde e no acesso a insumos como preservativos e métodos contraceptivos. CONCLUSÃO: As análises das legislações levantadas demonstraram que estes marcos legais são imprescindíveis na garantia da vivência da sexualidade de forma mais segura e saudável...

O aborto e o uso do corpo feminino na política: a campanha presidencial brasileira em 2010 e seus desdobramentos atuais

Almeida,Tânia Mara Campos de; Bandeira,Lourdes Maria
Fonte: Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu Publicador: Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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96.13%
O tema do aborto ocupou o segundo turno da última eleição presidencial no Brasil, que teve pela primeira vez uma candidata mulher. A partir dos discursos públicos, analisam-se as pressões sofridas pela e pelo candidata/o em enfrentar a descriminalização do aborto, os argumentos religiosos contra o aborto em um Estado laico, o tratamento dos grupos religiosos dado ao corpo das mulheres, sendo esse um de seus redutos de controle, e o embate entre a visão da sexualidade feminina como um "território" de manipulação política e a perspectiva dos direitos sexuais e reprodutivos.

Direitos sexuais e reprodutivos na adolescência: interações ONU-Brasil

Moraes,Silvia Piedade de; Vitalle,Maria Sylvia de Souza
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 PT
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96.44%
ResumoO objetivo deste artigo é descrever os documentos internacionais da ONU e as legislações produzidas no Brasil a partir de 1950 com foco nos direitos sexuais e reprodutivos na adolescência. Estudo descritivo com consulta ao site oficial da Comisión Económica para América Latina y el Caribe, órgão das Nações Unidas e em sites da Presidência da República, Ministério da Saúde e Educação e na Biblioteca Virtual em Saúde. Os documentos foram organizados de 1950 a 2010 com recorte sobre direitos sexuais e reprodutivos e a adolescência. No âmbito da ONU encontraram-se dez conferências: seis sobre População e Desenvolvimento, duas sobre Direitos Humanos, uma Convenção dos Direitos da Criança e as Metas do Milênio. No campo da legislação nacional encontraram-se trinta e dois documentos (quatro decretos, treze leis federais, três normas técnicas, duas portarias, três resoluções, uma nota técnica e seis programas). A atuação da ONU e do Brasil em consolidar um conceito amplo de direitos sexuais e reprodutivos obteve avanços significativos, no entanto, ainda prevalecem maiores conquistas na área dos direitos reprodutivos.

Saberes e orientações sobre saúde sexual e reprodutiva de adolescentes infectados e não infectados pelo HIV

Cordellini, Júlia Valéria Ferreira
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: 157f. : il. tabs., grafs.; application/pdf
PORTUGUêS
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106.44%
Orientadora: Profª. Drª. Cristina de Oliveira Rodrigues; Co-orientadora: Profª. Drª. Lídia Natalia Dobrianskyj Weber; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente. Defesa: Curitiba, 24/07/2013; Inclui referências; Resumo: Em decorrência da terapia antirretroviral (TARV) uma grande proporção de crianças com HIV adquirido no período perinatal sobreviveu e atingiu a adolescência e idade adulta jovem, trazendo novos desafios para os profissionais de saúde, principalmente referentes aos aspectos preventivos e assistenciais da sexualidade e saúde reprodutiva desses adolescentes. O objetivo deste trabalho foi comparar os conhecimentos e as orientações recebidas sobre saúde sexual e reprodutiva de adolescentes infectados pelo HIV, por transmissão vertical, e de adolescentes não infectados pelo HIV, suas opiniões sobre os direitos sexuais e reprodutivos, identificando também os sentimentos sobre a doença e sobre a adolescência. Foi realizado um estudo observacional, analítico, transversal, com coleta de dados prospectiva, com abordagem quantitativa e qualitativa, nos Serviços de Infectologia Pediátrica e de Adultos e no Ambulatório de Adolescentes do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná...

Direitos sexuais e reprodutivos, vias de parto e assistência à gestação : “vamos fazer cesária, mamãezinha?”

Verch, Alessandra Gisele Fagundes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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126.31%
Este trabalho analisa a bibliografia disponível no banco de dados ScIELO sobre a assistência de saúde prestada à mulher gestante enfocando a construção da escolha pela via de parto. A partir dos direitos sexuais e reprodutivos da mulher gestante, assim como do conceito de gênero, se pretendeu problematizar o encontro da mulher gestante com os serviços de saúde. Assim sendo, se analisou 53 artigos que tinham como foco a qualidade da assistência à gestação e ao parto e/ou as percepções femininas sobre o atendimento recebido. Os artigos foram selecionados através de uma revisão sistemática dos trabalhos publicados nos últimos dez anos. A partir da perspectiva feminista propomos uma reflexão sobre os comportamentos institucionalizados de médicos e de equipes de saúde que violam os direitos das mulheres, bem como o comportamento materno que, por vezes não raro, naturaliza violências, omissões e negligências.; This paper has examined the available literature in the ScIELO’s database about the health care provided to pregnant women focusing on the construction of the choice of child-birth. From the sexual and reproductive rights of women, as well as the concept of gender was intended to discuss the meeting of the patient with the health services provide by the government. Therefore we have analyzed 53 studies that was focused on the quality of care during pregnancy and childbirth as well as female perceptions of the care received. The articles were selected from a systematic review of studies published in the last ten years. Based on the feminist perspective we propose a reflection on the institutionalized behavior of medical and health teams that violate women's rights...

Os mecanismos de repressão sexual e suas implicações na consolidação dos direitos sexuais e reprodutivos na adolescência feminina

Martins, Helem Mara Rocha
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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126.44%
O presente artigo se dedicou a fornecer subsídios para a compreensão do processo que legitima a repressão sexual da mulher, problematizando a construção da sexualidade feminina na adolescência, assim como as implicações da repressão sexual na consolidação dos direitos sexuais e reprodutivos nessa fase. A fim de abarcar o objetivo proposto, os autores e autoras utilizados para dar base à fundamentação teórica sobre o assunto foram: Foucault (1978, 1984, 1999), Heilborn (2002, 2006) e Ávila (2003). Trata-se de um estudo exploratório, bibliográfico e de natureza qualitativa. A técnica utilizada para interpretar as categorias de análise deste artigo foi a análise de conteúdo. Concluiu-se com o decorrer deste estudo que a repressão sexual imposta à sexualidade feminina é um entrave para a consolidação da equidade entre os gêneros, além de impedir que as políticas públicas destinadas aos adolescentes atuem sobre esse tema de modo a contribuir para a autonomia feminina e ratificar os direitos sexuais e reprodutivos na adolescência. Para além dos limites que este artigo oferece, o aprofundamento da discussão sobre a interrupção voluntária de uma gravidez indesejada, como uma das temáticas centrais para a consolidação dos direitos sexuais e reprodutivos femininos no Brasil...

What do health rights mean for the GLBT population?Considering human, sexual and reproductive rights in the search for equity and integrality in the health system; Que direito à saúde para a população GLBT? Considerando direitos humanos, sexuais e reprodutivos em busca da integralidade e da eqüidade

Lionço, Tatiana
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2008 POR
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96.32%
Este artigo tem como objetivo problematizar a pertinência de uma política de saúde para a população de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - GLBT. A partir da consideração dos processos de violação de seus direitos humanos, sistematicamente comprometidos devido a estigmas e processos discriminatórios, busca-se evidenciar a necessidade de uma política de saúde específica a esta população, na perspectiva da integralidade da atenção e da eqüidade no sistema de saúde. O desafio da construção de uma política de atenção integral à saúde dessa população, tal como prevista no programa de governo federal Brasil sem Homofobia, implica a complexificação e alargamento do que se compreende por direitos sexuais e reprodutivos para a efetiva promoção da eqüidade e universalidade do acesso aos bens e serviços.; This paper discusses whether a specific health policy for Gays, Lesbians, Bisexuals, Transvestites and Transsexuals is a good way to improve their lives and health situation, recognizing that their human rights are systematically violated by prejudice and discrimination processes. A health policy could be a strong political and technical instrument for achieving integrality in health care and equity in the health system. Building a health policy according to the constitutional right of universality and integrality in health care is proposed by the Federal Government's program called No Homophobia in Brazil. For its consolidation...

Direitos sexuais, direitos reprodutivos: concepções de mulheres negras e brancas sobre liberdade; Sexual and reproductive rights: the conceptions of black and white women regarding freedom

Souzas, Raquel; Alvarenga, Augusta Thereza de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2007 POR
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106.31%
A saúde reprodutiva relaciona-se ao usufruto da liberdade intrínseca aos direitos sexuais e reprodutivos. A questão central, neste artigo, é como a noção de liberdade se articula à condição social, de gênero, raça/etnia, com o intuito de investigar diferenças de gênero e de raça nas questões reprodutivas de mulheres negras e brancas, em relação à concepção de liberdade. A pesquisa é de natureza qualitativa e aborda questões reprodutivas de mulheres, a partir de um recorte de gênero e raça. Foram entrevistadas 36 mulheres, autoclassificadas brancas e negras (pretas e pardas), em união conjugal há, pelo menos, um ano. Os discursos foram analisados articulando-se raça/etnia e diferentes níveis de escolaridade. No conjunto, observa-se que as condições de vida e saúde reprodutiva de mulheres negras e brancas diferenciam-se em razão das condições socioeconômicas e culturais. Comparativamente, os discursos dos dois grupos podem ser interpretados em dois níveis característicos, da vida privada e do espaço público: enquanto mulheres brancas focam a defasagem das mulheres, no exercício eqüitativo da liberdade em relação aos homens, mas destacam conquistas no mundo do trabalho, mulheres negras pensam a liberdade mais circunscrita à possibilidade de vivência democrática da conjugalidade. As diferenças de discurso em relação à liberdade podem estar relacionadas tanto à questão do racismo no Brasil...

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E DIREITOS HUMANOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS NA FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS E MÉDICOS

Xavier, Jéssica Nascimento; Marconsin, Mariana Nogueira; Nascimento, Mariane Marçal; Adesse, Leila; Silveira, Lia; Lemos, Adriana
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 29/03/2013 POR
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116.38%
Esta pesquisa teve por objetivo identificar conteúdos referentes aos Direitos Humanos Sexuais e Reprodutivos e Estatuto da Criança e do Adolescente nos programas de disciplinas das áreas de Saúde da Mulher, Saúde do Adolescente e Saúde Coletiva dos cursos de graduação em Enfermagem e Medicina das Universidades Públicas do Estado do Rio de Janeiro. Foram analisados 30 programas de disciplinas da graduação em Enfermagem e 18 de Medicina através de matriz de análise sob a técnica de análise temática. O tema Direitos Sexuais e Reprodutivos está presente apenas no item Referência Bibliográfica de um programa, e o Estatuto da Criança e do Adolescente consta nas Referências de três programas, apenas do curso de Enfermagem. Identificou-se não padronização e bibliografia desatualizada nos programas dos cursos deste estudo com possíveis prejuízos à formação profissional.

Direitos sexuais e reprodutivos da mulher no Brasil e o estado de exceção no caso Adelir

Santos, Marina França
Fonte: Revista Ártemis Publicador: Revista Ártemis
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 03/01/2015 POR
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126.28%
O presente trabalho se insere em um contexto histórico e político brasileiro em que a discussão da violência obstétrica, do parto humanizado e dos direitos sexuais e reprodutivos se faz cada vez mais presente e relevante para o enfrentamento dos obstáculos à plena vivência da igualdade e da liberdade pelas mulheres. Neste estudo, propõe-se uma reflexão crítica das práticas de poder na sociedade brasileira atual por ocasião do caso de Adelir, a grávida que foi forçada pelo Estado Brasileiro a realizar uma cesariana em 1o de abril de 2014. A noção de estado de exceção, enunciada por Walter Benjamin, e seu desenvolvimento em Giorgio Agamben, combinados com a perspectiva crítica feminista, conforme trabalhada por Nancy Fraser, são os marcos teóricos utilizados. A hipótese a ser discutida é a de que o direito brasileiro ainda hoje admite que medidas tidas como formalmente excepcionais sejam, em verdade, a própria técnica dos poderes no que concerne às mulheres. Conclui-se que o discurso da normalidade e do garantismo esconde práticas de poder que legam às mulheres, conseguintemente, uma posição de participação não paritária, sobreviventes marginais de uma sociedade contemporânea ainda patriarcal e sexista.

Direitos sexuais e reprodutivos na adolescência: interações ONU-Brasil

Moraes,Silvia Piedade de; Vitalle,Maria Sylvia de Souza
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 PT
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96.44%
Resumo O objetivo deste artigo é descrever os documentos internacionais da ONU e as legislações produzidas no Brasil a partir de 1950 com foco nos direitos sexuais e reprodutivos na adolescência. Estudo descritivo com consulta ao site oficial da Comisión Económica para América Latina y el Caribe, órgão das Nações Unidas e em sites da Presidência da República, Ministério da Saúde e Educação e na Biblioteca Virtual em Saúde. Os documentos foram organizados de 1950 a 2010 com recorte sobre direitos sexuais e reprodutivos e a adolescência. No âmbito da ONU encontraram-se dez conferências: seis sobre População e Desenvolvimento, duas sobre Direitos Humanos, uma Convenção dos Direitos da Criança e as Metas do Milênio. No campo da legislação nacional encontraram-se trinta e dois documentos (quatro decretos, treze leis federais, três normas técnicas, duas portarias, três resoluções, uma nota técnica e seis programas). A atuação da ONU e do Brasil em consolidar um conceito amplo de direitos sexuais e reprodutivos obteve avanços significativos, no entanto...