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A adolescência e sexualidade a óptica do enfermeiro dos cuidados de saúde primários português

Brás, Manuel; Anes, Eugénia; Brás, Maria de Fátima Morais; Praça, Maria Isabel Fernandes
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Lidar com a adolescência e a “sexualidade”, faz parte das actividades que, embora não oficialmente explicitadas, permeiam todas as acções e comportamentos do profissional de enfermagem dos cuidados de saúde primários, enquanto exigência maior, para desempenhar o seu papel profissional. Os profissionais de enfermagem dos cuidados de saúde primários que se propõem trabalhar com grupos de adolescentes nos Centros de Saúde, Escolas ou Centros Comunitários, sabem que a questão que emerge com particular significado nas discussões é a sexualidade. Objetivos: Identificar conhecimentos e informação, opiniões e atitudes dos enfermeiros dos CSP, face à sexualidade dos adolescentes. Metodologia: Desenvolvemos um estudo descritivo-transversal, com metodologia quantitativa, que faz a abordagem da população em estudo, através de amostragem probabilística, apoiada na amostra aleatória simples. Na recolha de dados foi usado um questionário, constituído por questões fechadas e semiabertas, questões escala e cenário e uma escala de atitudes. Participaram no estudo 1735 enfermeiros, que exercem actividade em 226 Centros de Saúde das 18 Sub-regiões de Saúde do continente e das regiões autónomas Madeira e Açores. Os dados foram colhidos entre 24 de Março a 25 de Junho de 2005. Resultados: A idade média dos enfermeiros inquiridos é de 39 anos. Pela análise da mediana...

A adolescência e a sexualidade. A óptica do enfermeiro dos cuidados de saúde primários português

Brás, Manuel; Anes, Eugénia; Brás, Maria de Fátima Morais; Praça, Maria Isabel Fernandes
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e a Unidade de Investigação em Ciências da Saúde Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e a Unidade de Investigação em Ciências da Saúde
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Lidar com a adolescência e a “sexualidade”, faz parte das actividades que, embora não oficialmente explicitadas, permeiam todas as acções e comportamentos do profissional de enfermagem dos cuidados de saúde primários, enquanto exigência maior, para desempenhar o seu papel profissional. Os profissionais de enfermagem dos cuidados de saúde primários que se propõem trabalhar com grupos de adolescentes nos Centros de Saúde, Escolas ou Centros Comunitários, sabem que a questão que emerge com particular significado nas discussões é a sexualidade. Pretendemos Identificar conhecimentos e informação, opiniões e atitudes dos enfermeiros dos CSP, face à sexualidade dos adolescentes. Desenvolvemos um estudo descritivo-transversal, com metodologia quantitativa, que faz a abordagem da população em estudo, através de amostragem probabilística, apoiada na amostra aleatória simples. Na recolha de dados foi usado um questionário, constituído por questões fechadas e semiabertas, questões escala e cenário e uma escala de atitudes. Participaram no estudo 1735 enfermeiros, que exercem actividade em 226 Centros de Saúde das 18 Sub-regiões de Saúde do continente e das regiões autónomas Madeira e Açores. Os dados foram colhidos entre 24 de Março a 25 de Junho de 2005. A idade média dos enfermeiros inquiridos é de 39 anos. Pela análise da mediana...

Mulheres esterilizadas voluntariamente pelo sistema único de saúde em Ribeirão Preto - SP, segundo o tipo de parto; Voluntarily sterilized women by the Unified Health System in Ribeirão Preto-São Paulo, according to the type of delivery.

Rodrigues, Adriana Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/2007 PT
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No Brasil, a saúde, como direito do cidadão e dever do Estado, é garantida pela constituição de 1998. Em 1983 foi criado o PAISM, propondo a perspectiva de atendimento integral à saúde da mulher, com o objetivo de considerar, no âmbito da saúde, também o entorno social, emo cional e psicológico da mulher, bem co mo as questões relacionadas à contra cepção. No entanto, sua implantação ainda não se realizou efetivamente até o momento atual, o que pode ser observa do pela alta prevalência de gestações indesejadas, dificuldade de acesso a informações sobre planejamento familiar, predomínio da esterilização cirúrgica feminina como método contraceptivo e da cesárea como via de parto, aspectos que ferem os direitos sexuais e reprodu tivos das mulheres. Um novo contexto tem se desenhado a partir da implanta ção da Lei 9 263, que regulamenta o planejamento familiar, e pela qual a este rilização cirúrgica é aprovada e passa a ser ofertada pelo sistema público de saúde, o que,por sua vez, permite a desvinculação da esterilização com o parto. O presente estudo tem por objeti vo conhecer as características das mu lheres que se esterilizaram pelo SUS, em Ribeirão Preto, entre 2000 e 2004, segun do o tipo de parto...

Assistência em planejamento familiar em um programa de saúde da família no município de Ribeirão Preto - SP; Family Planning Care in a Family Health Program in Ribeirão Preto-SP.

Santos, Luzia Aparecida dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2009 PT
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O planejamento familiar é uma ação de saúde que permite a regulação da fecundidade, faz parte da Atenção Básica, atualmente vem sendo oferecido através do Programas de Saúde da Família é um direito reprodutivo. A qualidade da assistência em planejamento familiar é imprescindível para os índices de saúde reprodutiva e sexual, sendo a oferta, a livre escolha por métodos contraceptivos e a informação dada aos clientes são elementos fundamentais para garantir a qualidade dessa assistência. Este estudo teve como objetivo descrever a assistência prestada em planejamento familiar segundo as mulheres em idade fértil e os profissionais de saúde do Núcleo de Saúde de Família I no município de Ribeirão Preto, São Paulo. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem quantitativa. A amostra foi composta por 242 mulheres em idade fértil cadastradas no Núcleo de Saúde da Família I e por 11 profissionais de saúde que atuavam neste serviço. Os dados foram coletados através de entrevistas estruturadas em domicilio e no serviço de saúde. A estatística descritiva e os testes quiquadrado de Pearson ou Exato de Fisher foram utilizados para a análise dos dados. Os resultados revelam que a maioria das mulheres (69...

Era uma vez... meninas que engravidaram: histórias e trajetórias; Once upon a time... girls who got pregnant: stories and paths

Silva, Lucilia Nunes da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/11/2010 PT
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Introdução A gravidez na faixa etária de 10 a 14 anos traz alguns desafios quanto à abordagem e análise do tema. Objetivo Compreender o significado da gravidez em meninas gestantes de 10 a 14 anos. Método Pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, com orientação analíticodescritiva, por meio de entrevistas individuais, abertas e semi-estruturadas, gravadas e transcritas pela pesquisadora, mediante prévia aprovação dos Comitês de Ética em Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP e do Hospital Municipal Maternidade-Escola Vila Nova Cachoeirinha, além de consentimento esclarecido assinado pelas entrevistadas e seus responsáveis legais. Resultados e Discussão Foram entrevistadas 10 meninas gestantes, nulíparas, em acompanhamento de pré-natal, no período de agosto a outubro de 2009. O tratamento dos dados foi realizado por meio da análise de conteúdo, com enfoque na análise temática. Foram definidas quatro categorias de análise: 1) A sexualidade como expressão do feminino; 2) Saúde: uma relação tão delicada; 3) Tecendo redes sociais e 4) Autopercepção e projetos de vida. No grupo entrevistado a maioria dos parceiros tem idade superior em pelo menos 20% a das meninas. Houve relato de sofrimento de violência psicológica e física causada por parceiros e familiares...

O papel da educação na melhoria da qualidade de atenção em planejamento familiar

Maria Margarita Diaz Montenegro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //2002 PT
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Nos últimos anos, têm-se observado grandes mudanças na área de Planejamento Familiar, desde seu próprio conceito, que de controle da natalidade passou a uma abordagem em que se reconhece o direito das pessoas de decidir quando e quantos filhos quer ter e de, livremente e de maneira informada, escolher o método anticoncepcional. Também houve, nas últimas décadas, grandes avanços na tecnologia de desenvolvimento de novos Métodos Anticoncepcionais, visando contribuir para a melhoria da saúde sexual e reprodutiva. Entretanto, também se pôde notar uma distância entre a teoria e a prática, ou seja, apesar dos avanços, eles não se traduziram numa melhoria das condições de saúde das pessoas, nem dos serviços de saúde. Isso motivou o desenvolvimento de uma nova metodologia desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde, chamada de “Enfoque Estratégico para a Introdução de Métodos Anticoncepcionais”. O Brasil foi o primeiro país no mundo a pôr em prática essa abordagem teórica, cujo objetivo é melhorar a qualidade de atenção em saúde sexual e reprodutiva. Esse projeto, coordenado pela autora deste estudo, incluiu três etapas de atividades: o diagnóstico estratégico (Etapa I), a pesquisa participativa (Etapa II) e a expansão (Etapa III). A avaliação mostrou que é possível...

Legislação brasileira relativa ao aborto: o conhecimento na formação médica

Almeida,Margareth Aparecida Santini de; Amorim,Fernando Henrique Ramos; Barbosa,Ítalo Antunes França; Dias,Adriano; Morita,Ione
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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O aborto faz parte da realidade brasileira e deve ser abordado pelos programas públicos de saúde e enfatizado na formação dos profissionais da área. Este trabalhou buscou identificar e comparar o conhecimento da legislação brasileira relativa ao aborto entre estudantes de curso médico, verificar entre os concluintes as abordagens recebidas com relação ao aborto durante o curso e discutir possíveis implicações para o desempenho profissional. A pesquisa foi realizada mediante a aplicação de um questionário estruturado a todos os estudantes do 1º e 6º ano do curso médico (90 alunos em cada turma) de uma Universidade pública do estado de São Paulo, e os dados foram analisados com o pacote estatístico SPSS, versão 17. Verificou-se que não há diferença entre o conhecimento dos alunos do 1º e 6º ano com relação aos casos previstos na legislação brasileira para a prática do aborto. Embora 87% dos concluintes mencionem ter recebido algum conteúdo a respeito do tema aborto, 72,7% não consideravam que esse conteúdo era suficiente para o conhecimento que deveriam ter na formação médica. Considera-se fundamental revisitar a formação médica que, além do conhecimento técnico, deve incorporar questões do direito sexual e reprodutivo na saúde da mulher.

Sem Direito de Amar?: A Vontade de Ter Filhos Entre Homens (e Mulheres) Vivendo Com o HIV

Paiva,Vera; Lima,Tiago Novaes; Santos,Naila; Ventura-Filipe,Elvira; Segurado,Aluisio
Fonte: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo Publicador: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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Desafios permanecem na prevenção e cuidado da aids. Nesse artigo apresentamos resultados de pesquisa com 250 homens portadores do HIV que fazem sexo com mulheres, sobre o cuidado à sua saúde reprodutiva em centros de referência de aids e comparamos com estudos entre mulheres portadoras. 43% dos homens e até 20 % das mulheres entrevistadas querem ter filhos, principalmente os que não têm filhos. 85% dos homens mantém atividade sexual e é baixo o nível de informação sobre reprodução na condição de portadores. Apesar das conquistas que permitem a paternidade sem infecção da parceira e da criança, os resultados indicam pouco acolhimento, mesmo nos centros de excelência pesquisados. Sugerimos como temas centrais no treinamento de profissionais e na organização de programas: a obrigatoriedade ética e constitucional de promoção dos direitos reprodutivos, desafiar o estigma anti-família associado às pessoas vivendo com HIV e às noções essencialistas que naturalizam as definições sobre a família e os gêneros.

O direito à saúde sexual e reprodutiva na adolescência no Município de Oeiras/PI

do Socorro Marques do Nascimento Filha, Maria; Pereira Viana Schmaller, Valdilene (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O direito à saúde e os direitos do adolescente são direitos humanos reconhecidos internacionalmente. Destaquem-se os reprodutivos e sexuais como parte também dos direitos de cidadania, no qual o entendimento de saúde sexual reprodutiva ultrapassa e muito o mero aconselhamento e assistência relativa à reprodução e às doenças relacionadas. Sendo de responsabilidade do Estado, a garantia dos direitos dos adolescentes é estabelecida através da implementação de programas pelo Ministério da Saúde como o PROSAD e por publicações que constituem marco legal da temática. A pesquisa foi então realizada com vistas a investigar as ações de promoção e educação em saúde para a efetivação do direito à saúde sexual e reprodutiva na adolescência. Optamos pela pesquisa explicativa; o tipo de estudo foi qualitativo. O universo de pesquisa realizada foram as 14 unidades da Estratégia Saúde da Família do município de Oeiras/PI. Foram levantados dados ante a Secretaria de Saúde e Educação do município e Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) bem como nos documentos das equipes da ESF, usamos a tecnica de análise de conteúdo para obter os resultados. Os dados demonstram que o município investigado desenvolve as ações de prevenção de agravos...

Comments concerning the legislative bill on sexual and reproductive health and voluntary interruption of pregnancy; Comentarios al proyecto de ley orgánica de salud sexual y reproductiva y de la interrupción voluntaria del embarazo; Comentários ao projeto de lei orgânica de saúde sexual e reprodutiva e da interrupção voluntária da gravidez

Germán-Zurriaráin, Roberto; Universidad de La Rioja
Fonte: Universidad de la Sabana Publicador: Universidad de la Sabana
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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The article examines, from a scientific, legal and ethical standpoint, the bill approved by the Spanish government to amend the law on abortion. The new law would guarantee abortion during the first fourteen weeks of pregnancy. As a result, abortion would go from being a crime to being a woman’s right to terminate the life of her child. However, pursuant to constitutional doctrine and Constitutional Court Ruling 53/1985, the woman’s right does not take absolute precedence over the life of the nasciturus, since that primacy assumes the disappearance of something that is not only protected constitutionally, but embodies a core value of the constitutional order.The article also reflects on abortion as a dilemma not only for the woman, but also for the unborn child, the father and society. Given the steady rise in abortions in Spain, it advocates legislation that is designed to protect the human being from the onset of life and the mother, as opposed to decriminalizing and favoring abortion. For that reason, it is urgent to promote legislation that offers the pregnant woman alternatives to abortion and public powers that guarantee protection for a woman who decides not to abort, by placing the necessary means at her disposal. Legislation of that sort would do justice to the unborn child and to the mother. Only then would abortion cease to be a completely isolated decision by the woman and become an informed...

O estudo da Política LGBT e seus marcos

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle em HTML da unidade 02 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
PT_BR
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O estudo da Política LGBT e seus marcos é a unidade 02 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Nela é apresentada a Política de Saúde Integral LGBT, focando na sua efetiva implementação e aplicação como direito à saúde, de forma a reconhecer a relevância da participação da comunidade LGBT no SUS. A unidade é dividida em 6 temas: introdução aos estudos da política LGBT; a participação da comunidade LGBT no SUS; Nome Social; interface com outras políticas de saúde; intersetorialidade; compreendendo a política de saúde integral LGBT.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Introdução aos estudos da política LGBT

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle em HTML do livro 1 da unidade 2 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
PT_BR
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Introdução aos estudos da Política LGBT é o primeiro livro da unidade 02 do curso Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "O estudo da Política LGBT e seus marcos". Neste livro é apresentada a Política de Saúde Integral LGBT, com foco em sua efetiva implementação e aplicação como direito à saúde.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Gênero, saúde materna e o paradoxo perinatal; Gender, maternal health and the perinatal paradox

Diniz, Simone Grilo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2009 POR
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Nos últimos 20 anos, houve uma melhoria de praticamente todos os indicadores da saúde materna no Brasil, assim como grande ampliação do acesso aos serviços de saúde. Paradoxalmente, não há qualquer evidência de melhoria na mortalidade materna. Este texto tem como objetivo trazer elementos para a compreensão deste paradoxo, através do exame dos modelos típicos de assistência ao parto, no SUS e no setor privado. Analisaremos as propostas de mudança para uma assistência mais baseada em evidências sobre a segurança destes modelos, sua relação com os direitos das mulheres, e com os conflitos de interesse e resistências à mudança dos modelos. Examinamos os pressupostos de gênero que modulam a assistência e os vieses de gênero na pesquisa neste campo, expressos na superestimação dos benefícios da tecnologia, e na subestimação ou na negação dos desconfortos e efeitos adversos das intervenções. Crenças da cultura sexual não raro são tidas como explicações 'científicas' sobre o corpo, a parturição e a sexualidade, e se refletem na imposição de sofrimentos e riscos desnecessários, nas intervenções danosas à integridade genital, e na negação do direito a acompanhantes. Esta 'pessimização do parto' é instrumental para favorecer...

Sem Direito de Amar?: A Vontade de Ter Filhos Entre Homens (e Mulheres) Vivendo Com o HIV; Got no Right to Love?: The Desire to Have Children Among Men and Women Living With HIV; Sans Droit à Aimer ?: Le Désir D'enfanter entre Hommes et Femmes sideens

Paiva, Vera; Lima, Tiago Novaes; Santos, Naila; Ventura-Filipe, Elvira; Segurado, Aluisio
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2002 POR
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Desafios permanecem na prevenção e cuidado da aids. Nesse artigo apresentamos resultados de pesquisa com 250 homens portadores do HIV que fazem sexo com mulheres, sobre o cuidado à sua saúde reprodutiva em centros de referência de aids e comparamos com estudos entre mulheres portadoras. 43% dos homens e até 20 % das mulheres entrevistadas querem ter filhos, principalmente os que não têm filhos. 85% dos homens mantém atividade sexual e é baixo o nível de informação sobre reprodução na condição de portadores. Apesar das conquistas que permitem a paternidade sem infecção da parceira e da criança, os resultados indicam pouco acolhimento, mesmo nos centros de excelência pesquisados. Sugerimos como temas centrais no treinamento de profissionais e na organização de programas: a obrigatoriedade ética e constitucional de promoção dos direitos reprodutivos, desafiar o estigma anti-família associado às pessoas vivendo com HIV e às noções essencialistas que naturalizam as definições sobre a família e os gêneros.; Many challenges persist beyond achievements on HIV prevention and care. This article discusses results of a study that interviewed 250 men living with HIV who have sex with women and their perception of reproductive health care...