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O Humor em dicionários de variedades regionais do português brasileiro: preconceito linguístico e processos morfológicos

Paula, Laís Ribeira de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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Buscando contribuir e mesmo incentivar novos e mais aprofundados estudos sobre o modo como os dialetos do português são tratados e apresentados à população brasileira, o presente trabalho procura realizar uma breve análise da construção e abordagem do humor nos dicionários de dialetos do português do Brasil, bem como classificar os tipos de dicionários existentes. Busca-se, sobretudo, estudar quais os mecanismos utilizados para provocar o riso, como se reproduz determinado modo de falar e se por traz disto tudo há alguma manifestação velada de preconceito linguístico; Buscando contribuir e incentivar nuevos y más profundizadas investigaciones sobre la manera como los dialectos del portugués son tratados y presentados a la populación, la presente pesquisa quiere realizar un breve análisis de la construcción y abordaje del humor en los diccionarios de dialectos del portugués de Brasil, así como clasificar los tipos de diccionarios existentes. De sobre manera, se quiere investigar cuales son los mecanismos utilizados para producir la risa, cómo se reproduce cierta manera de hablar y si por detrás de todo eso existe alguna encubierta manifestación de prejuicio lingüístico

Protótipo de um glossário dos dialetos portugueses com informação sintática

Pereira, Sandra Maria de Brito, 1977-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2013 POR
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Tese de doutoramento, Linguística (Linguística Portuguesa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2013; Esta dissertação apresenta um modelo de um glossário dos dialetos portugueses com informação sintática: o GloDiP. Tomando como suporte empírico o CORDIAL-SIN – Corpus Dialectal para o Estudo da Sintaxe –, propõe-se um modelo de descrição de verbos que inclui informação sintática de forma direta, através de códigos explícitos, e indireta, ilustrando o comportamento dos verbos com atestações extraídas do corpus. Uma vez que os exemplos das entradas lexicais estão identificados quanto à origem, o glossário também veicula informação sobre distribuição geográfica das atestações. De modo a ilustrar de que forma a informação sintática disponível nas entradas verbais do GloDiP poderá contribuir para o conhecimento da sintaxe dialetal do PE, é apresentado um estudo sobre a variação dialetal presente no corpus envolvendo construções causativas (com os verbos deixar, mandar e fazer) e construções afins com verbos percetivos (ouvir, ver e sentir). Dado que o glossário também veicula informação sobre distribuição geográfica, os dados relativos às construções causativas e percetivas são cartografados na tentativa de detetar alguma variação geolinguística e identificar áreas sintáticas. Este estudo mostra que GloDiP não só dá conta da variação dialetal existente...

José Leite de Vasconcelos e o percurso da dialetologia portuguesa

Guimarães, Rui Dias
Fonte: CEL/Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: CEL/Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O tema do estudo é o percurso da dialetologia portuguesa a partir de José Leite de Vasconcelos (1858-1941). O problema que formulamos, consiste em detetar algumas fontes que lhe serviram de apoio e distinguir parte do seu legado dialetológico e filológico. Delimitamos este problema à área dos dialetos transmontanos e alto-minhotos, e o galego (1993). O Dialecto Mirandez (Vasconcelos, J. L.:1882) costuma ser apontado como o início da sua investigação em filologia, posteriormente aprofundado em dois volumes, e os estudos «dialectos transmontanos» publicados na Revista Lusitana, em 1890-1892 e em 1895. Segundo alguns autores, Leite de Vasconcelos foi o fundador da dialetologia científica portuguesa. Em termos de fontes que cita, detetam-se as Regras da Língua Portugueza, Espelho da Língua Latina, de Dom Jeronymo Contador de Argote, publicado em 1725 e o Vocabulário Português Latino (1712-1722) de Dom Rafael Bluteau (1638-1734) e Faria y Sousa (1590-1649) os primeiros citados em Esquisse d´une dialectologie portugaise (Vasconcelos, J. L.: 1901) e o último em Opúsculos vol. VI (Vasconcelos, J. L.: 1985). Na Carta Dialectológica de Portugal Continental (1894) Leite de Vasconcelos distingue diversos dialetos do português europeu e em Esquisse D´une dialectologie portugaise (1901) acrescenta-lhe os «dialectos insulares»...

José Leite de Vasconcelos e o percurso da dialetologia portuguesa

Guimarães, Rui Dias
Fonte: Nodus Publikationen Wissenschaflicher Vrelag - Munster, Germany Publicador: Nodus Publikationen Wissenschaflicher Vrelag - Munster, Germany
Tipo: Parte de Livro
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O tema do estudo é o percurso da dialectologia portuguesa a partir de José Leite de Vasconcelos (1858-1941). O problema que formulamos, consiste em detectar algumas fontes que lhe serviram de apoio e distinguir parte do seu legado dialectológico e filológico. Delimitamos este problema à área dos dialectos transmontanos e alto-minhotos, e o galego (1993). O Dialecto Mirandez (Vasconcelos, J. L.:1882) costuma ser apontado como o início da sua investigação em filologia, posteriormente aprofundado em dois volumes, e os estudos «dialectos transmontanos» publicados na Revista Lusitana, em 1890-1892 e em 1895. Segundo alguns autores, Leite de Vasconcelos foi o fundador da dialectologia científica portuguesa. Em termos de fontes que cita, detectam-se as Regras da Língua Portugueza, Espelho da Língua Latina, de Dom Jeronymo Contador de Argote, publicado em 1725 e o Vocabulário Português Latino (1712-1722) de Dom Rafael Bluteau (1638-1734) e Faria y Sousa (1590-1649) os primeiros citados em Esquisse d´une dialectologie portugaise (Vasconcelos, J. L.: 1901) e o último em Opúsculos vol. VI (Vasconcelos, J. L.: 1985). Na Carta Dialectológica de Portugal Continental (1894) Leite de Vasconcelos distingue diversos dialectos do português europeu e em Esquisse D´une dialectologie portugaise (1901) acrescenta-lhe os «dialectos insulares»...

Implementation of the RIF-PRD

Veiga, Frédéric Daniel Jacinto
Fonte: Faculdade de Ciências e Tecnologia Publicador: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Informática; O Rule Interchange Format (RIF) é uma recomendação da W3C que define um conjunto de dialectos para promover a interoperabilidade entre sistemas de regras. A necessidade destes dialectos proveio de um crescente número de linguagens de regras (lógicas ou de produção), com algumas tão específicas que o intercãmbio de regras entre sistemas diferentes é uma tarefa quase impossível. A criação de uma linguagem de regras convencional não seria bem aceite, como tal, a W3C optou por desenvolver o RIF, com o objectivo de fornecer uma solução para o intercãmbio de regras entre diferentes sistemas. Um dos dialectos do RIF é o Rule Interchange Format Production Rule Dialect (RIFPRD), que define uma linguagem de regras de produção orientada para a SemanticWeb. Até à data actual, não é conhecida nenhuma implementação completa de RIF-PRD, mas uma primeira especificação declarativa completa do RIF-PRD baseada em programação por conjuntos de resposta foi proposta na nona conferência internacional de Semantic Web (ISWC2010). Nesta dissertação implementamos um motor de RIF-PRD baseando-nos nessa especificação, e desenvolveremos outras duas implementações...

China y España, lengua y dialecto: Mismos términos, significados diferentes

Garayzábal Heinze, Elena; Zhang, Jianfeng
Fonte: Murcia, Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones Publicador: Murcia, Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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Repercusiones lingüísticas de la colonización de América en el siglo XVI: origen y destino de los primeros pobladores.

Pedroviejo Esteruelas, Juan Manuel
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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la colonización de todo un continente como América fue realizado por unos valientes pobladores procedentes de la península ibérica, fundamentalmente, que llevaron consigo su lengua y sus usos y costumbres. El origen regional y social de estos colonizadores influyó decisivamente en la configuración de una koiné durante las primeras décadas del siglo XVI, en donde los rasgos del andaluz occidental predominaron sobre el resto de dialectos peninsulares. No obstante, descubriremos que los andaluces no estuvieron solos en este proceso porque los habitantes de otras regiones y sus dialectos también estuvieron presentes en este proceso de normalización del español en América

Los "falsos amigos" como recurso cómico en dos comedias del siglo XVIII

Ruggieri, Lorenza
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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Las comedias plurilingües italianas de los siglos XVI y XVII aprovechan la presencia de diferentes idiomas y dialectos para crear malentendidos y equívocos lingüísticos a fin de engendrar la hilaridad del público. En las comedias I due anelli simili y I comici schiavi del autor genovés Anton Giulio Brignole Sale (1605-1665) –comedias en las que el italiano se alterna con los dialectos genovés, napolitano y lombardo y con la lengua española– se puede destacar el uso de los hoy llamados “falsos amigos” como recurso cómico. El artículo tiene como objeto el análisis de los quid pro quo y juegos de palabras en los diálogos entre el personaje español y los personajes italianos.

Carta de cautivo en ??rabe dialectal del Archivo de la Alhambra

D??az Garc??a, Amador
Fonte: Universidad de Granada Publicador: Universidad de Granada
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Con la colaboraci??n de Antonio Fern??ndez Puertas.; EL dialecto ??rabe de al-Andalus, es de todos los dialectos ??rabes postcl??sicos, el mejor conocido, para la epoca medieval, gracias a las m??1tiples fuentes que, si no siempre de modo directo, al menos indirectamente, nos ayudan a conocer con bastante amplitud las caracter??sticas fon??ticas, morfol??gicas, sint??cticas y l??xicas del habla popular en uso en la Pen??nsula Ib??rica. Si bien es cierto que las caracter??sticas dialectales andalus??es no siempre encuentran su fiel reflejo en los dem??s dialectos ??rabes, creemos que no se puede considerar al lenguaje vulgar de la Espa??a musulmana como un fen??meno ling????stico extra??o, aislado y sin conexi??n con las dem??s hablas dialectales del mundo ??rabe.

O marcador de negação metalinguística agora nos dialectos do português europeu

Pereira, Sílvia Afonso
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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Tese de mestrado, Linguística, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2010; Esta dissertação tem como objecto de estudo o marcador de negação metalinguística agora, analisando o seu comportamento sintáctico sob uma perspectiva dialectal. Partindo do conceito de negação metalinguística proposto por Horn (1985, 1989) e dos trabalhos sobre esse tema realizados por Martins (2010a, no prelo) para o Português Europeu (PE), pretendemos com este trabalho atingir os seguintes objectivos: (i) provar que a palavra agora deve ser considerada um marcador de negação metalinguístca (segundo Horn 1985, 1989); (ii) provar, na linha de Martins (2010a, no prelo), que agora é um marcador de negação metalinguística do tipo periférico; (iii) apresentar evidência empírica que comprova a existência de variação dialectal relativamente ao marcador de negação metalinguística agora; (iv) apontar as propriedades que nitidamente distinguem o comportamento sintáctico do marcador agora no dialecto do Minho de outras áreas dialectais, e apresentar uma descrição detalhada das construções com agora naquele dialecto. Os dados desta investigação mostram, amplamente, a existência de fenómenos indicadores de variação dialectal relativamente ao marcador agora...

Grámatica del indoeuropeo moderno: Lengua y Cultura, Escritura y Fonética, Morfología, Sintaxis

Kūriákī, Kárlos
Fonte: España: Asociación Cultural Dnghu, 2007 Publicador: España: Asociación Cultural Dnghu, 2007
Tipo: Livro Formato: application/pdf
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82 p. Libro electrónico; Esta primera edición de la Gramática del indoeuropeo moderno supone un esfuerzo por sistematizar la fonética y morfología reconstruída de la lengua proto-indoeuropea en una lengua europea moderna, después de la publicación en 2006 de Europaio: A Breve gramática de la lengua europea. El indoeuropeo moderno es, a diferencia del latín, el germano o el eslavo, común a la mayoría de los indoeuropeos, y no sólo a algunos de ellos. A diferencia de lingua ignota, solresol, volapück, esperanto, quenya, klingon, lojban y las mil lenguas inventadas que han sido creadas desde que los humanos son capaces de hablar, el indoeuropeo es natural, i.e. evolucionó a partir de una lengua más antigua – PIE medio o IE II, de la que tenemos un conocimiento básico –, y se cree que fue hablado por comunidades prehistóricas durante una época comprendida entre 3.000 y 2.000 A.C., habiendo evolucionado a su vez en diversos dialectos, algunas ramas lingüísticas muy bien conocidas del IE IIIa (greco-armenio e indo-iranio), otras bien atestigudas del IE IIIb (italo-celta, germano) y otros dialectos posiblemente de tránsito (como el baltoeslavo), algunos todavía vivos.; 1a ed.

Génesis y clasificación de los dialectos neoárabes

Vicente, Ángeles
Fonte: CSIC-UZA-Cortes de Aragón - Instituto de Estudios Islámicos y de Oriente Próximo (IEIOP) Publicador: CSIC-UZA-Cortes de Aragón - Instituto de Estudios Islámicos y de Oriente Próximo (IEIOP)
Tipo: Capítulo de libro Formato: 436825 bytes; application/pdf
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El estudio y la enseñanza de los dialectos árabes es algo extremadamente rico y útil, sobre todo por su potencial comunicativo que al fin y al cabo es el primer objetivo de toda lengua. No obstante, también debemos admitir el prestigio del árabe clásico1 en los países con una mayoría de población musulmana, primero, porque es la lengua de un texto considerado sagrado por la mayor parte de los arabófonos, y segundo, por ser la lengua de una cultura transmitida desde hace muchos siglos al lado de los distintos dialectos. La dialectología árabe tiene como objetivo el estudio de los distintos dialectos árabes, es decir, de las lenguas vernáculas utilizadas para la comunicación en distintas partes y épocas del mundo arabófono, desde Marruecos en el oeste hasta Uzbekistán en el este, y desde la época preislámica hasta la actualidad. Vemos, por tanto, que los marcos tanto geográfico como cronológico que abarca esta disciplina son muy extensos. Comprende, además, los dos tipos de lengua árabe que existen, es decir, el árabe antiguo, a través de algunos dialectos árabes preislámicos, y el neoárabe, que abarca algunos dialectos preislámicos y todos aquellos que surgieron tras la expansión del imperio islámico desde el siglo VII.

Bibliografía sobre dialectos árabes

Sánchez García, Pablo
Fonte: CSIC-UZA-Cortes de Aragón - Instituto de Estudios Islámicos y de Oriente Próximo (IEIOP) Publicador: CSIC-UZA-Cortes de Aragón - Instituto de Estudios Islámicos y de Oriente Próximo (IEIOP)
Tipo: Capítulo de libro Formato: 605874 bytes; application/pdf
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Bibliografía especializada sobre dialectos árabes

El plural mixto en los dialectos árabes

Vicente, Ángeles
Fonte: Institución Fernando el Católico Publicador: Institución Fernando el Católico
Tipo: Artículo Formato: 2731050 bytes; application/pdf
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El objetivo de este trabajo es realizar un estudio comparativo de varios dialectos tanto magrebíes como orientales para describir el uso que se hace en cada uno de ellos de un esquema de plural que, siguiendo a David Cohen, voy a denominar plural mixto. Vamos a ver que este tipo de plural no es una innovación dialectal reciente, sino más bien se puede encontrar en fases más antiguas del neoárabe, en árabe antiguo y en al menos otra lengua semítica.; Peer reviewed

Un análisis descriptivo de la traducción de los dialectos geográficos y sociales italianos al castellano : el caso de Il cane di terracotta de Andrea Camilleri

Taffarel, Margherita; Hurtado Albir, Amparo
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Publicado em //2009 SPA
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El éxito internacional de Andrea Camilleri, escritor siciliano cuyas novelas están caracterizadas por la presencia del dialecto, ha fomentado el debate sobre la posibilidad de traducir textos caracterizados por la presencia de variación lingüística. Esta cuestión ha sido tratada de forma marginal por la traductología y, a menudo, los estudiosos han abogado por la supresión de las marcas dialectales en las traducciones. Un análisis del sistema lingüístico italiano y de su literatura, sin embargo, no puede prescindir del estudio de los dialectos y de las variedades regionales, cuya presencia es todavía muy fuerte. El presente trabajo se centra en un análisis descriptivo, de tipo cualitativo y cuantitativo, de las réplicas de tres personajes de la novela de Camilleri Il cane di terracotta en la versión original y en su traducción al castellano. Este estudio, suportado por la descripción del marco teórico en el que se inscribe el tema de la variación lingüística, nos permite, en primer lugar, evaluar el peso de la presencia de marcas de dialecto geográfico y social en el texto original y trazar la compleja relación existente entre lengua nacional, dialectos y variedades regionales en Italia. En segundo lugar, a través del análisis de la versión en castellano podremos verificar si existe una supresión considerable de las marcas dialectales en la traducción

Problemas de traducción de la variación lingüística: la traducción de dialectos geográficos y sociales en la novela "Il cane di terracotta" de Andrea Camilleri al castellano

Taffarel, Margherita
Fonte: [Bellaterra] : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: [Bellaterra] : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2014 SPA; SPA
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Andrea Camilleri es uno de los autores italianos más leídos de los últimos años, tanto en Italia como en el extranjero. Su característico uso de la lengua, que mezcla el italiano estándar y variedades dialectales geográficas y sociales, ha favorecido el debate en torno a la posibilidad (o imposibilidad) de reproducir el mosaico lingüístico de sus novelas en otros idiomas. La situación de los dialectos en Italia es de gran interés desde el punto de vista traductológico por su complejidad, tanto en el plano lingüístico como extralingüístico. La cuestión de la traducción de la variación lingüística ha sido tratada de manera marginal por la traductología hasta tiempos recientes. Sin embargo, en los últimos años asistimos al despertar de un nuevo interés, gracias también al gran éxito internacional de la obra de Andrea Camilleri. El objetivo de esta tesis es caracterizar los problemas de la traducción de la variación lingüística y, concretamente, los problemas derivados de la presencia de dialectos geográficos y sociales en un texto literario. A este fin, nos centramos en el análisis de las marcas dialectales presentes en los diálogos de cuatro personajes de la obra Il cane di terracotta (1996) de Andrea Camilleri y en su traducción al castellano. Los personajes elegidos se caracterizan...

Mexican immigrants’ views on the Spanish dialects in Mexico: a language attitudes study

Stockler, Sarah
Fonte: Universidad de Alcalá. Servicio de Publicaciones Publicador: Universidad de Alcalá. Servicio de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
ENG
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Since the 1960s, sociolinguists have been examining the social factors that influence language variation and the attitudes speakers have towards those variations. In this study, the language attitudes about the perceived Spanish dialects in Mexico are analyzed using a maptask. A group of Mexican immigrants in the U.S. was asked to draw on a map of Mexico where they felt that people speak Spanish differently. They were then asked to explain/elaborate on the divisions that they drew. These maps and interviews were used to determine the perceived major dialects of Mexican Spanish according to the majority of participants. Perceptions of dialects are measured via reoccurring themes that were brought up by a majority of interviewees. Salient themes include language contact, such as influence of English or indigenous languages, and whether a dialect was deemed urban or rural.; Percepciones de los inmigrantes mexicanos de los dialectos del español de México: un estudio de actitudes lingüísticas. Desde los años 60, los sociolingüistas han estudiado los factores sociales que influyen en la variación lingüística y las actitudes de los hablantes hacia esa variación. En este estudio, se analizan, usando una técnica de mapeo...

Dialects and standard language: the language education of the italians living in Italy, and contexts of immigration (1861-2015); Dialectos y lengua estándar: la educación en Lengua Italiana en patria y en contextos de inmigración (1861-2015); Dialetos e língua padrão: a educação linguística dos italianos em pátria e em contextos de imigração (1861-2015)

Freitas, Paula Garcia de; Universidade Federal do Paraná - UFPR Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC/ PGL; Balthazar, Luciana Lanhi; Universidade Federal do Paraná; Lunati, Manuela; Centro de Lingua e Interculturalidade (CELIN-UFPR)
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Linguística - UFSC Publicador: Programa de Pós-Graduação em Linguística - UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; avaliado por pares; Pesquisa histórica Formato: application/pdf
Publicado em 11/09/2015 POR
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This paper aims to present the relationship existent between the standard Italian language, and the dialects used both in the language education of Italians living in Italy, and of Italians living in Brazil, to where they emigrated in search of better opportunities from the middle of the century XIX. This relationship is analyzed under the prism of different political and educational measures sanctioned by both countries, which somehow represent a subjective position on the language concept. Initially, the analysis was focused on how unstable such a relationship has been in Italy, varying from phases of great antagonism to phases of cooperation, since the dialects were used as a complementary tool in the teaching/learning process of the standard Italian language. Secondly, the analysis was focused on how this same relationship happened in the immigration context, particularly with regards to Brazil, where the Italian language and its dialects were mixed with Portuguese. Our conclusion offers an overview on the current stage, and the perspectives for the teaching of the Italian language both in Italy and in Brazil.; Este artículo tiene como objetivo presentar la relación entre la lengua italiana estándar y dialectos en la educación lingüística de los italianos en Italia y en Brasil...

Multidialectismo: Un reto para la enseñanza de una segunda lengua

Pizarro-Chacón,Ginneth
Fonte: Revista Electrónica Educare Publicador: Revista Electrónica Educare
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 ES
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Este trabajo tuvo como objetivo el investigar y recolectar información relacionada con la enseñanza multidialectal del idioma inglés. Esto por cuanto dicha lengua es enseñada siguiendo las normas estándares impuestas por un dialecto dominante, el inglés americano estándar. El artículo indica cómo una lengua se desarrolla a partir de sus dialectos, y cómo evoluciona de acuerdo con los cambios históricos, generacionales o sociales. Además, se menciona la variedad lingüística y cómo esta es una manifestación de las necesidades individuales y grupales de una comunidad. Asimismo, se menciona cómo la mutua inteligibilidad es fundamental en el diálogo entre hablantes nativos y no nativos que requieren comunicarse. Otro aspecto primordial es la relevancia del aprendizaje de las diferentes variaciones dialectales y sus rasgos distintivos de acuerdo con la zona geográfica, los hablantes y el uso formal o informal que se le dé. Sin embargo, se manifiesta el dilema lingüístico que plantea la siguiente interrogante: ¿deben los profesores de lengua enseñar un dialecto en particular y omitir la referencia a otros dialectos de esa lengua en cuestión? Se realizó un análisis exhaustivo de la bibliografía existente, así como un análisis de la información recolectada por medio de un cuestionario aplicado a 35 estudiantes de lengua de la Escuela de Literatura de la Universidad Nacional de Costa Rica. Además...

SER MÁS PRO O MENOS PRO: VARIACIÓN EN LA EXPRESIÓN DE SUJETO PRONOMINAL EN EL CASTELLANO LIMEÑO

CERRÓN-PALOMINO LÓPEZ,ÁLVARO
Fonte: Lingüística Publicador: Lingüística
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2014 ES
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Este estudio tiene dos propósitos: por un lado, establecer los factores que determinan la expresión de sujeto pronominal en la variedad castellana de Lima, Perú; por otro, comparar dichos factores con aquellos que condicionan la misma variable en otros dialectos. A través de un estudio variacionista con el programa estadístico Goldvarb, se determinó que los factores que favorecen la ocurrencia de sujetos pronominales en esta variedad son segunda persona singular, primera persona singular, verbos psicológicos, verba dicendi, cambio referencial y desinencia ambigua de tiempo, modo y aspecto. En general, los resultados son similares a los de los demás dialectos, aunque la jerarquía de los factores involucrados es diferente. Además, se halló que la variedad limeña tiene la menor tasa de sujetos pronominales estudiada, y que, en ese sentido, armoniza con dialectos peninsulares y mexicanos. Se concluye que la variedad limeña es conservadora en cuanto a la expresión de sujeto pronominal