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A fé de Jacques Derrida num "deus por vir"

Marques, Bruno Carlos Padilha
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A nossa tese – A fé de Jacques Derrida num «deus por vir» – parte das declarações de Jacques Derrida relativas a uma outra figura do direito internacional a que, diz o filósofo, se pode chamar «deus por vir». A nossa hipó-tese é então a seguinte: neste sintagma Derrida dá a pensar a incondicionalidade e a aporeticidade do seu pensamento – um pensamento que se expõe ao absolutamente outro ou ao impossível na sua desconstrução do horizonte ontoteológico da metafísica ocidental. Neste sentido, começaremos por assinalar, no primeiro capítulo, a singularidade da Desconstrução enquanto pensamento da escrita e da différance, procurando ao mesmo tempo contrastar o pensamento de Derrida com outros momentos de ruptura dentro da metafísica da presença. O segundo capítulo traçará a abertura absoluta da Desconstrução derridiana ao absolutamente outro mostrando como esta abertura se reflecte na sua paixão pela justiça (para além do direito) e pelo acolhimento incondicional do absolutamente outro. Finalmente, no capítulo terceiro, investigamos o sentido do sintagma «deus por vir» em sede derridiana – um sintagma que revela a fé de Derrida numa “figura” por vir do direito internacional e da mundialização e que tem implícito um repensar do político e da democracia – somos reféns desta exigência.; Our thesis – The faith of Jacques Derrida in a «god to come» – stems from the statements of Jacques Derrida regarding a figure of international droit (right or law) which...

Arquitetura e representação : as Casas de papel, de Peter Eisenman e textos da desconstrução, de Jacques Derrida, anos 60 a 80

Dorfman, Beatriz Regina
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Os avanços científicos e tecnológicos e a superação dos paradigmas filosóficos que fundamentaram o pensamento moderno provocaram profundas modificações na representação, ao longo do século XX. A arquitetura e a filosofia, como as mais diversas manifestações contemporâneas associaram-se nessas mudanças. Nas décadas de 1960 a 80, os trabalhos do arquiteto Peter Eisenman e os do filósofo Jacques Derrida partiram de questões da linguagem e da representação e propuseram uma série de rupturas em termos formais e conceituais. Este processo ganhou expressão na arquitetura e em sua representação e obteve projeção internacional na exposição que deu nome ao fenômeno que ficou conhecido como arquitetura desconstrutivista. Após este período, as obras do arquiteto e o pensamento do filósofo seguiram por caminhos diferentes. Arquitetura e representação: as Casas de papel de Peter Eisenman e textos da desconstrução em Jacques Derrida, anos 60 a 80 analisa obras selecionadas do arquiteto e do filósofo que abordam questões da linguagem e da representação. Discute conceitos da desconstrução, que permanecem válidos para a arquitetura contemporânea, e relaciona-os com outras modalidades de expressão artística. Demonstra que não há correspondência entre a filosofia da desconstrução e o fenômeno que ficou conhecido como arquitetura desconstrutivista.; Scientific and technological advances and the passing by of philosophic paragons witch founded modern thought promoted deep changes in representation...

A literatura na língua do outro: Jacques Derrida e Abdelkebir Khatibi

Deângeli, Maria Angélica
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 202 f.
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Pós-graduação em Letras - IBILCE; À l’heure actuelle, la notion d’identité et ses problématiques occupent une place définitivement légitimée dans plusieurs domaines de la connaissance scientifique, ainsi que dans le champ de la littérature. Celle-ci semble avoir été un lieu d’accueil privilégié pour les mouvements d’errance identitaire, et ce pour beaucoup d’écrivains: en effet, ils sont nombreux à avoir trouvé une place dans une langue autre, dans un pays autre, ce qui leur a permis de se forger aussi des identités autres. Quelques exemples: pour Samuel Beckett, Paul Celan, Elias Canetti, Franz Kafka, Georges Perec, Assia Djebar et pour bien d’autres encore, l’écriture a été le non-lieu d’un lieu, ou encore le lieu d’un non-lieu poétique. Dans l’écriture de tous ces écrivains, l’on constate une préoccupation récurrente, ressentie de façon plus ou moins directe: dans quelle langue écrire? L’objectif général de ce travail est de comprendre le statut, le sens et le rôle du langage dans des oeuvres écrites dans une langue qui n’est pas celle considérée maternelle. Pour ce faire, il se proposera d’analyser deux textes qui rendent problématique la définition de ce qu’est une langue non-maternelle dans une écriture littéraire: Amour Bilingue (1983/1992)...

Pensando o limiar entre o direito e a política, nos rastros de Habermas, Derrida e Benjamin

Koehler, Juliana
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2009.; Neste trabalho, disserto sobre os aspectos principais das perspectivas de Habermas, Derrida e Benjamin acerca da relação entre o direito e a política. Para Habermas, o direito positivo legítimo pressupõe um processo político-democrático, em que sejam garantidas a liberdade de comunicação e a igualdade de participação a todos os cidadãos, o que exige um sistema de direitos e uma democracia constitucional, por meio dos quais a autonomia pública e autonomia privada sejam co-originariamente relacionadas. Nessas condições, alcança-se, por meio do uso público da razão, um acordo em torno de questões morais, do qual emergem princípios de justiça. Em Derrida, a relação entre direito e política é entendida em termos de diferença entre os planos do possível e do impossível. O direito e a política estariam situados, segundo Derrida, no plano do possível e, em última instância, teriam por fundamento a autoridade mítica da lei, mantendo uma relação interna e complexa com a violência. No plano do impossível, estariam a justiça, os direitos humanos e a política como hospitalidade. Embora este plano seja, de certa forma, utópico...

Desconstrução e direito: uma leitura sobre ―Força de lei‖ de Jacques Derrida

Carlos Uchôa de Oliveira, Manoel; Just da Costa e Silva, Gustavo (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
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A desconstrução irrompeu à tradição filosófica ocidental enquanto uma marca do filósofo Jacques Derrida. Em Força de lei: o fundamento místico da autoridade, o filósofo franco-argelino problematiza o direito e a justiça a partir da perspectiva desconstrutivista. Sua conclusão cabal: a desconstrução é a justiça. Nesta dissertação, busca-se explicar a concepção derridiana de justiça. Para tanto, é preciso definir introdutoriamente a desconstrução: trata-se de um acontecimento inscrito na estrutura teórica da metafísica ocidental. Ela se apresenta contra o pensamento dogmático, rompendo a cristalização estrutural do pensamento. Na tradição filosófica, a justiça é concebida em uma estrutura metafísica ordenadora. Categoricamente, há uma metonímia entre direito e justiça: esta é uma consequência ou fim daquele. Nesse sentido, Derrida produz uma análise do discurso jurídico. O direito possui uma linguagem calcada em performatividade. Sob a influência de John L. Austin, filósofo da linguagem inglês, Derrida assume os atos de fala, radicalizando a ação da força simbólica sobre o contexto institucional. O direito prescreve normas, toma decisões e autoriza instituições na medida em que enuncia atos performativos e performáticos. Logo...

Da tolerância à hospitalidade na democracia por vir. Um ensaio a partir do pensamento de Jacques Derrida

Pereira, Gustavo Oliveira de Lima
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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O principal objetivo desta tese concentra-se em articular, primordialmente a partir do pensamento de Jacques Derrida, uma rota alternativa para pensar-se a ética, a política e a democracia dos tempos atuais, tendo como ponto de partida a categoria da "hospitalidade", aventura filosófica que pode ser compreendida como um outro nome da desconstrução e um conceito central no pensamento do filósofo argelino-francês. Assim, refuta-se a categoria da "tolerância", ideia que sintetiza, em linhas gerais, uma tradição de pensadores identificados com a herança iluminista, tanto na Filosofia Moderna quanto Contemporânea, e que se proclama ainda como o último passo da história, no contexto das relações humanas e entre Estados. Dessa forma, a hospitalidade, no pensamento de Derrida, seria a categoria suficientemente potente para redirecionar a discussão a respeito da liberdade, da política e da democracia (e demais circunstâncias que resvalam a tais categorias) para a dimensão do por vir e, portanto, para a reinserção da temporalidade como elemento filosófico que se insurge para bem além das tratativas de domesticação impostadas pelo desejo de controle, sintetizado na ideia de desejo de soberania.A soberania, nessa tese...

A impossibilidade de morrer e a desconstrução da morte: Blanchot e Derrida

Milone, Jerônimo de Camargo
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Esta dissertação trata de elencar subsídios para uma interpretação a respeito da morte na obras de Maurice Blanchot e Jacques Derrida. Os pontos de pertinência em cuja tese se desdobra são os seguintes. Primeiramente, a pertinência da morte dentro do pensamento blanchotiano, destacando suas relações ao pensamento de Hegel, Heidegger e Bataille, abordando, principalmente, “La littérature et le droit à la mort”. Neste sentido, a dissertação trata de apresentar argumentos que demonstram uma separação de Blanchot às interpretações sobre a morte nos autores citados, inserindo sua pertinência maior na discussão com Derrida e, de certo modo, com Levinas – perspectiva tomada, sobretudo, de L’entretien infini e L’écriture du désastre.Em seguida apresenta-se, detidamente em Derrida, a crucialidade da morte para o desenvolvimento em sentido lato do pensamento derridiano e da desconstrução. Assim, trata-se de destacar os argumentos derridianos, em setores parcialmente diversos da sua obra, para evidenciar a estreita ligação da desconstrução com uma crítica da morte e da apreensão filosófica do pensamento da morte como atributo arquétipo de uma sensificação que legitima o discurso conceitual. Neste ponto...

Économie de la perversité baudelairienne. Une lecture de Donner le temps de Jacques Derrida

Cotton Lizotte, Nicholas
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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Jacques Derrida n’a écrit qu’un seul ouvrage sur Baudelaire : Donner le temps I. La fausse monnaie (1991). Dans cette étude, il s’agit de préciser, notamment autour de la question de la perversité, les liens unissant le poète au philosophe en accordant une attention particulière aux textes « Le mauvais vitrier » (Baudelaire), « The Imp of the Perverse » (Edgar Poe), « La fausse monnaie » (Baudelaire) et Mémoires d’aveugle (Derrida). Imbriquées dans une logique de l’événement, les deux notions de perversité et de don peuvent s’éclairer mutuellement et ont des répercussions jusque dans les textes et pour la littérature elle-même.; Jacques Derrida only wrote one book on Baudelaire, entitled Given Time: I. Counterfeit Money (1991). With special focus on a number of other texts, including “The Bad Glazier” (Baudelaire), The Imp of the Perverse (Edgar Allan Poe), “Counterfeit Money” (Baudelaire) and Memoirs of the Blind (Derrida), this analysis clarifies the relations linking the poet to the philosopher, particularly with regard to the question of perversity, or rather, in Poe’s words, perverseness. Bound up in event logic, the two notions of perversity and gift can explain one another and their repercussions are far-reaching both in the texts and in literature itself.

El cine y sus fantasmas: conversaci??n con Jacques Derrida

Derrida, Jacques; Baecque, Antoine de; Jousse, Thierry; Delorme, St??phane; Tudela-Sancho, Antonio
Fonte: Arena Libros Publicador: Arena Libros
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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Pr??logo y traducci??n (del franc??s) de la entrevista realizada por Antoine de Baecque, Thierry Jousse y St??phane Delorme al fil??sofo franc??s Jacques Derrida para el n??mero 556 de la revista gala Cahiers du Cin??ma (abril de 2001).

Le pouvoir du mot : le performatif, l'événement et la traduction dans quelques textes de Jacques Derrida

Bernard, Matthieu A. R.
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
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Pour exprimer ou définir une idée nouvelle, Derrida détourne souvent le sens d’un mot en se l’appropriant. La relation de Derrida avec les idées est telle que leur transmission passe par un vocabulaire spécifique, notamment l’analyse de l’étymologie (vraie et fausse). Mais quelle est sa conception du mot ? Quelles en sont les implications et les conséquences ? Pour répondre à ces questions, l’approche la plus féconde consiste à suivre au plus près celle que Derrida utilise en abordant la langue par rapport à la grammaire au sens large (c’est-à-dire tout ce qui fait événement dans la langue). En effet, la relation entre le mot et l’idée prend tout son sens dans l’analyse de certaines scènes bibliques, telles celles de la Genèse ou encore du mythe de Babel. Le fameux énoncé inaugural de l’Évangile de Jean, « Au commencement était la parole... », fait retour dans l’œuvre de Derrida, où il connaît plusieurs variations : il mérite examen, dans la perspective d’une déconstruction du logos et des origines de la langue. Le corpus de notre étude porte principalement sur trois textes de Jacques Derrida : « Des tours de Babel » (L’art des confins, PUF, 1979), Schibboleth – Pour Paul Celan (Galilée...

Derrida et Bergson : dialogue médiat sur la question de l'immédiat

Fradet, Pierre-Alexandre
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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Si le rapport entre Derrida et Bergson n’a pas fait l’objet de nombreuses études, les commentaires existants témoignent à peu près tous d’une vision commune : entre les deux philosophes, les divergences peuvent être atténuées, voire dissoutes, par la considération de convergences plus fondamentales. Les pages qui suivent seront l’occasion pour nous de faire contrepoids à cette vulgate interprétative. Sans nier l’existence de points de contact entre Derrida et Bergson, nous voudrions en effet montrer qu’un important désaccord subsiste entre eux au sujet de la possibilité de l’intuition. Alors que Derrida met en cause les doctrines intuitionnistes, Bergson érige l’intuition en méthode philosophique. Le présent mémoire prendra pour fil conducteur les motifs de cette discorde. Réduit à sa plus simple expression, l’objectif que nous y poursuivrons sera de montrer que les pensées bergsonienne et derridienne, lorsque mises en dialogue, révèlent un désaccord partiel qui permet de réfléchir de façon féconde sur la possibilité de l’intuition. Pour être plus exact, nous caresserons ici une triple ambition : i/ cerner étroitement l’objet du litige entre Derrida et Bergson, trop peu souligné par les commentateurs...

Un non-événement qui a pourtant eu lieu : la rencontre entre Gadamer et Derrida

Haché, Luc
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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La rencontre tant attendue entre Hans-Georg Gadamer et Jacques Derrida a finalement eu lieu au Goethe-Institut de Paris en 1981. Le dialogue espéré entre l'herméneutique et la déconstruction s'y est cependant à peine engagé. Selon la plupart des commentateurs, la conférence qu'y a prononcée Derrida n'était d'ailleurs même pas liée à la rencontre. Nous ne partageons pas cette opinion. Derrida a choisi de critiquer l'interprétation heideggérienne de Nietzsche, alors que Gadamer venait de faire un plaidoyer inconditionnel en sa faveur. De plus, la structure axiomatique de l'unité et de la totalité que Derrida met en question dans sa conférence est la même que celle qu'il a ailleurs attribuée à l'herméneutique. En mettant en doute la primauté de cette structure, il s'en prenait donc aux fondements de l'herméneutique telle qu'il la concevait. Enfin, sa conférence a laissé entrevoir une conception de l'interprétation dont l'absence d'horizon de vérité exclut l'herméneutique.; The long-awaited encounter between Hans-Georg Gadamer and Jacques Derrida finally took place in Paris' Goethe-Institut in 1981. However, the expectations of a dialogue between hermeneutics and deconstruction were hardly fulfilled. Most commentators even agree that the conference Derrida read on this occasion had nothing to do with the actual encounter. We disagree with this assessment. Gadamer had already openly and unconditionally endorsed Heidegger's interpretation of Nietzsche and Derrida chose this occasion to criticize it. Moreover...

Lo imposible de la muerte – de Jacques Derrida.; The imposible of the death – of Jacques Derrida. [Spanish]

Erik Del Bufalo; Universidad Simón Bolívar, Caracas.
Fonte: Universidad del Norte Publicador: Universidad del Norte
Tipo: article; publishedVersion Formato: application/pdf
SPA
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Recientemente ha muerto Jacques Derrida. Nos deja su obra y nos deja con un nombre que es más que su obra. Su nombre que, como todo nombre, es el nombre de alguien. Este texto trata de mostrar que el propio nombre de Derrida, ahora un alguien más allá de la vida, es también otra imposibilidad de la ontología y otra desconstrucción de la pretensión del juego metafísico de la presencia y su representación. Tratamos de mostrar aquí cómo este alguien ausente cuestiona, en su imposibilidad, todas las posibilidades de su representación, incluyendo los epitafios del signo.; Jacques Derrida has died recently. He leaves us his work and it lets us with a name that it is more than his work. Derrida names, as any name does, somebody. This text tries to show that the own name of Derrida, now somebody beyond life, is also another impossibility of the ontology and another desconstrucción of the presence of the metaphysical game of the presence and its representation. We try to show here as this somebody’s absence questions, in its impossibility, all the possibilities of its representation, including the epitaphs of any sign.

El problema de la escritura en las relaciones entre filosofía y literatura : Lyotard, Bajtín y Derrida

González Moreno, Ariel Camilo
Fonte: Facultad de Economía Publicador: Facultad de Economía
Tipo: info:eu-repo/semantics/masterThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2009 SPA
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El artículo examina las relaciones entre filosofía y literatura, partir de un examen de la noción de Archipiélago de Lyotard. Lyotard propone una comprensión del lenguaje como la multitud de las formas de constitución de los discursos. La obra literaria se toma como la posibilidad de la convivencia de la multitud de los discursos. Entonces se examinan las propuestas de Bajtín y Derrida, para mostrar cómo la filosofía se apropia del texto literario. Bajtín habla de una polifonía de la obra literaria, en la cual diversas voces confluyen al interior del texto. Derrida se apropia de esta polifonía, y su filosofía es una construcción de espacios para la convivencia de muchas y contradictorias escrituras al interior de sus obras. De esta forma, la literatura se entiende como una manera de habitar el lenguaje, que pretende abrirse hacia diferentes voces, diferentes otredades. La filosofía, al aproximarse a estas escrituras, se abre ella misma hacia la experiencia de un afuera en el que residen multitudes de otros.; The trouble of writing in the relation between philosophy and literature: Lyotard, Bajtín and Derrida. The article makes different questions about the relations between philosophy and literature, taking the Lyotard"s notion of Archipelago as start point. Lyotard understands the language as the multiple ways of constitution of discourses. We understand the literary work as the possibility of coexistence of the multitude of discourses. Therefore...

A escritura da natureza: derrida e o materialismo experimental

Pinto Neto, Moysés da Fontoura
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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A tese procura ler a obra de Jacques Derrida para, opondo-se à interpretação correlacionista predominante, potencializar o aspecto especulativo desse pensamento. As principais chaves de leitura são a escritura e a dyferença. Para tanto, traço uma articulação poligonal entre Derrida, Quentin Meillassoux, Sigmund Freud e Catherine Malabou, buscando reconstruir as posições do filósofo de forma afirmativa enquanto um materialismo. O efeito desse poliedro funciona por contrastes, refletindo (como um espelho invertido) sobre outros pensadores com os quais Derrida debateu ao longo da sua vida (em especial Kant, Hegel, Levinas, Husserl e Heidegger). A figura é construída em três movimentos: comparativo, estrutural e experimental. A comparação emerge a partir de uma genealogia do pensamento de Derrida a partir do que nomeio materialismo francês do século XX, procurando demonstrar que esse pensamento nunca se orientou pelas cisões kantianas entre coisa em si e fenômeno, natureza e humano, empírico e transcendental. Ele emerge em um específico contexto filósofico, científico, político e cultural que apenas recentemente vem sendo reconstituído. Tecido esse primeiro fio, passo ao argumento estrutural.A partir da crítica da ideia de totalidade (Livro)...

Derrida-Freud y el movimiento de la huella

Ramírez Guzmán, Loreto
Fonte: Universidad de Chile; CyberDocs Publicador: Universidad de Chile; CyberDocs
Tipo: Tesis
ES
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En la presente tesis se realiza un recorrido que permite mostrar la recepción del concepto de huella mnémica freudiana, en el trabajo del filósofo francés Jacques Derrida. Para Derrida, la huella constituye una gran palanca estratégica de la deconstrucción. Dicha estrategia implica una constante atención por parte de Derrida a los principales hitos que consolidan a la filosofía como una episteme cerrada, capaz de rearmar sus recursos críticos y con ello, establecer jerarquías dominantes respecto a los conceptos que la metafísica mantiene como hegemónicos. Una consecuencia de este ejercicio, es el rechazo de una alteridad radical ya sea bajo la forma de la represión de la escritura o la primacía de la voz simulando el rodeo de una diferencia constitutiva. Será necesario recurrir a otros discursos contemporáneos que hayan hecho estremecer la seguridad con la que la metafísica ha contado. En este contexto, el discurso freudiano entonces, se hace pertinente. El tratamiento que Freud realiza sobre el concepto de huella mnémica para explicar la constitución de la vida anímica, vendría a cuestionar de manera radical dicha seguridad. Todo indica que el psicoanálisis inaugurado por Sigmund Freud, atendió al trabajo de una alteridad radical en el interior mismo de la conciencia que ninguna filosofía había podido radicalizar...

Tradução manifesta e double bind: a escritura de Jacques Derrida e suas traduções; The manifestation of translation and the ‘double bind’: the writing of Jacques Derrida and his translations

Ottoni, Paulo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2000 POR
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A desconstrução proposta por Derrida nos permite ver a tradução como um acontecimento lingüistico singular. Esta dimensão enseja a reflexão sobre a diferença entre a chamada língua materna e a língua estrangeira. O pressuposto é que, com base nessa diferença, a língua do tradutor adquire um novo papel, como meio de transformação e produção de significado na língua para a qual se traduz. Esse acontecimento lingüístico cria um certo tipo de manifestação da tradução. Meu objetivo principal neste artigo é refletir sobre a relação existente entre as línguas envolvidas no processo de tradução através do double bind. O artigo analisa os prefácios, posfácios e notas de tradução de versões inglesas de alguns textos de Derrida a fim de verificar como os tradutores utilizam a desconstrução para explicar e justificar suas traduções. A hipótese desta reflexão é que entre a língua de Jacques Derrida — o francês — e a língua do tradutor — o inglês — há tradução recíproca.; The manifestation of translation and the ‘double bind’: the writing of Jacques Derrida and his translations. — The deconstruction proposed by Jacques Derrida allows us to see translation as a distinct language event. This dimension calls for a reflection on the distinction between the so-called mother tongue and the foreign language; we assume that...

O pensamento da violência em Walter Benjamin e Jacques Derrida

Avelar, Idelber; Tulane University
Fonte: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais Publicador: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/2009 POR
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Este artigo examina o clássico ensaio de Walter Benjamin, Zur Kritik der Gewalt, a luz de um dos momentos importantes de sua fortuna critica, o Force de loi, de Jacques Derrida. Em primeiro lugar, questiono a associação que faz Derrida entre o ensaio de Benjamin e uma suposta “onda anti-parlamentar” no pensamento weimariano. Dai, passo a um exame da identificação feita por Derrida entre a noção benjaminiana de violência divina e o conceito de Destruktion que elaboraria Heidegger alguns anos depois. Para finalizar, tiro algumas conclusões acerca dos vínculos entre a leitura de Benjamin proposta em Force de loi e alguns postulados de outro ensaio de Derrida, "Interpretações em guerra", lido em Jerusalém, num colóquio realizado em 1988, durante a segunda Intifada, e marcado pela ausência de convidados palestinos.

The impossible testimony: Celan in Derrida; El imposible testimonio: Celan en Derrida; O impossível testemunho: Celan em Derrida

Forster, Ricardo
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa Histórica Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2005 POR
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Having as background the events associated to the genocide of the Jews in the Second World War, we will try to analyze the possibility conditions of the historical memory in general, and the testimony to events such as the holocaust, in particular. Following the French philosopher Jacques Derrida’s argument line, we will search in Paul Celan’s poetical work, the necessary elements to overcome the hurdles that hinder our understanding of the existence of revolting event; Teniendo como telón de fondo los acontecimientos asociados al genocidio del pueblo judío en la Segunda Guerra Mundial, se intentará analizar las condiciones de posibilidad de la memoria histórica, en general, y del testimonio de hechos como el holocausto, em particular. Siguiendo una línea de argumento basada en el filósofo francés Jacques Derrida, se irá a procurar en la obra poética de Paul Celan los elementos necesarios para superar los obstáculos que levantan para nuestra comprensión la existencia de hechos innombrables.; Tendo como pano de fundo os acontecimentos associados ao genocídio do povo judeu na Segunda Guerra Mundial, se tentarão analisar as condições de possibilidade da memória histórica, em geral, e do testemunho de fatos como o holocausto...

Quais as chances de traduzir Derrida e seu idioma?

Ferreira, Elida; Universidade Estadual de Santa Cruz.
Fonte: Revista Cerrados Publicador: Revista Cerrados
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 16/07/2014 POR
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A partir de uma dimensão desconstrutivista e do texto Mes Chances, de Jacques Derrida, proponho discutir nesta comunicação a questão da apropriação do texto e do idioma derridiano pelo tradutor. A escrita de Derrida joga com o idiomatismo da língua francesa até os limites do intraduzível, o que leva o tradutor a inventar na sua língua o que a língua derridianizada traz à tona no francês. A pergunta que se impõe é: como traduzir o jogo de disseminação de sentido, quando se traduz o idioma do outro? Como fazer falar em português o idioma de Derrida? Buscando responder a esses questionamentos, esta reflexão propõe, também, discutir a tradução do idioma de Derrida, levando em consideração o movimento de tradução de sua obra no Brasil e o legado teórico de sua reflexão deixado para os estudos da tradução.