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Você tem uma moto ou uma Harley? Vínculos com a marca Harley-Davidson em São Paulo; Have you got a motorcycle or a Harley? Connections with the Harley-Davidson brand in São Paulo

Pinto, Fatima Regina de Toledo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/03/2012 PT
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36.84%
Este trabalho é uma etnografia das práticas sociais que tornam visíveis os processos de criação de sentidos e vínculos com a marca Harley-Davidson pelos pilotos que frequentaram os encontros do H.O.G. Harley Owners Group na cidade de São Paulo, entre maio de 2009 a fevereiro de 2011. Por meio da combinação das técnicas de observação participante, entrevistas e análise de imagens, busco entender quais as dimensões do envolvimento com a marca. A tese apresenta uma análise da organização do H.O.G. na capital paulista e acompanha o movimento dos pilotos para identificar as relações que se formam entre eles, e entre eles e a marca. A partir de imagens cinematográficas é possível identificar a constituição de um quadro de referências que inspiram a performance dos pilotos que participam das viagens semanais. A importância das imagens neste universo é reforçada pela fotografia, prática comum nos encontros e que auxiliou na identificação do que é entendido por Estilo Harley e a categoria daí decorrente o harleiro. O pertencimento ao grupo é resultado da articulação de vários elementos que envolvem a estetização da motocicleta e do piloto. Alguns aspectos escolhidos e compartilhados pelo grupo caracterizam uma masculinidade hegemônica que orienta comportamento...

A construção do conceito de incerteza: uma comparação das contribuições de Knight, Keynes, Shackle e Davidson

Andrade,Rogerio P. de
Fonte: Nova Economia Publicador: Nova Economia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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O objetivo deste artigo é discutir o conceito de incerteza através da reconstituição das formas como o mesmo aparece nas versões de Knight, Keynes, Shackle e Davidson. O artigo procura se concentrar nas peculiaridades de cada uma destas abordagens da noção de incerteza. É indubitável que as teorias da incerteza destes autores apresentam paralelismo e afinidades significativas. Ainda que estes vários tratamentos comunguem de uma ênfase na diferença conceitual entre risco (probabilístico) e incerteza, assim como no aspecto da não mensurabilidade, suas abordagens e realces na conceituação da incerteza são distintos. Diante disso, o artigo compara e contrasta estas análises, concentrando-se nos aspectos que lhe são únicos e singulares. Foi a partir da visão "clássica" de incerteza de Knight, Keynes, Shackle e Davidson que se pode construir a hoje já consolidada visão "moderna" do "princípio da incerteza", irreversivelmente enraizada em boa parte do pensamento econômico heterodoxo.

An abbreviated version of the Connor-Davidson Resilience Scale (CD-RISC), the CD-RISC2: Psychometric properties and applications in psychopharmacological trials

Vaishnavi, Sandeep; Connor, Kathryn; Davidson, Jonathan R.T.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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Resilience may be an important component of prevention of neuropsychiatric disease. Resilience has proven to be quantifiable by scales such as the Connor-Davidson Resilience Scale (CD-RISC). Here, we introduce a 2-item version of this scale, the CD-RISC2. We hypothesize that this shortened version of the scale has internal consistency, test-retest reliability, convergent validity, and divergent validity as well as significant correlation with the full scale. Additionally, we hypothesize that the CD-RISC2 can be used to assess pharmacological modification of resilience. We test these hypotheses by utilizing data from treatment trials of post-traumatic stress disorder, major depression, and generalized anxiety disorder with setraline, mirtazapine, fluoxetine, paroxetine, venlafaxine XR, and kava as well as data from the general population, psychiatric outpatients, and family medicine clinic patients.

Interpretação radical e princípio de caridade: conceitos-chave da filosofia de Donald Davidson

Arruda, Laura Patrício de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Esta pesquisa visa discutir aspectos importantes da filosofia de Donald Davidson, um dos mais influentes filósofos da tradição analítica da segunda metade do século XX. Para tanto, foram escolhidos dois conceitos-chave de sua obra: Interpretação Radical e Princípio de Caridade. Por meio desses conceitos, Davidson defende a possibilidade de falar em objetividade, uma vez que, se a comunicação entre pessoas ocorre, então é porque uma parte considerável do que partilhamos é comum. A primeira pessoa perde seu privilégio ontológico e epistemológico e passa a ser vista como um pólo em relação com o mundo e com as outras pessoas, pois o homem está inserido em um mundo social e natural, interagindo com ele. Sua obra oferece uma imagem coerente da mente, linguagem e racionalidade humana, aliando uma argumentação rigorosa com um diálogo vivo.; This research will discuss important aspects of Donald Davidson´s Philosophy. He was one of the most influent philosophers of analytic tradition in the second half of twenty century. For this, we focus on two key concepts of his writings: Radical Interpretation and Principle of Charity. Through these concepts, Davidson defends the possibility to talk about objectivity. Since the communication between people occurs...

Chance, ed., The Assembly of Gods (Davidson)

Roberta Davidson
Fonte: The Medieval Review Publicador: The Medieval Review
Tipo: Revisão
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Roberta Davidson , Whitman College, davidson@whitman.edu

Hindley, ed., Drama and Community: People and Plays in Medieval Europe (Davidson)

Clifford Davidson
Fonte: The Medieval Review Publicador: The Medieval Review
Tipo: Revisão
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Clifford Davidson, Western Michigan University, davidson@wmich.edu

McAleer, Rochester Cathedral, 604-1540: An Architectural History (Davidson-Cragoe)

Carol Davidson-Cragoe
Fonte: The Medieval Review Publicador: The Medieval Review
Tipo: Revisão
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Carol Davidson-Cragoe, Institute of Historical Research, cdavidso@a1.sas.ac.uk

French, People of the Parish (Carol Davidson Cragoe)

Carol Davidson Cragoe
Fonte: The Medieval Review Publicador: The Medieval Review
Tipo: Revisão
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Carol Davidson Cragoe, Victoria County History Institute of Historical Research, c_cragoe@hotmail.com

Grudin, Chaucer and the Politics of Discourse (Davidson)

Roberta Davidson
Fonte: The Medieval Review Publicador: The Medieval Review
Tipo: Revisão
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Roberta Davidson, Whitman College, davidson@wpoffice.whitman.edu

Kant y Davidson sobre escepticismo

Coll Mármol, Jesús Antonio
Fonte: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones Publicador: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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En este texto intentaré evaluar las consecuencias que podemos extraer de los argumentos que KANT y DAVIDSON han desarrollado contra el ESCEPTICISMO FILOSÓFICO. La tesis que se mantendrá será la similitud de ambos planteamientos en la lucha contra el escéptico, no sólo en la forma que adoptan, sino en las posibles consecuencias que se pueden extraer de los mismos. Siguiendo la lectura que hace STROUD de los argumentos de ambos autores, se defenderá que quizá la estrategia más prometedora que encontramos en dichos argumentos sea la disolución de la posición escéptica debido a que asume elementos filosóficos que no le está permitido asumir.

Davidson y la adquisición del pensamiento

Martínez Manrique, Francisco
Fonte: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones Publicador: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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La concepción de Davidson del pensamiento descansa en tres ideas principales: el pensamiento es conceptual, holista y objetivo. Ello supone que los seres sin lenguaje no tienen pensamiento, cosa que entraña un problema para dar cuenta de la adquisición del pensamiento. En este artículo defiendo que es posible desarrollar un modelo de adquisición davidsoniano. Primeramente identifico restricciones que plantea dicho modelo. A continuación señalo cómo dichas restricciones no son trivialmente satisfechas por un modelo innatista y uno no-conceptualista. Por último, apunto cómo algunas teorías empíricas actuales acerca de la adquisición del pensamiento se ubican en el espacio que delimitan las restricciones de Davidson.

From Davidson to the Theory of Emotions, Back and Forth; De Davidson a la teor??a de la emoci??n, y vuelta

P??rez Jim??nez, Miguel ??ngel
Fonte: Universidad EAFIT Publicador: Universidad EAFIT
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; article; Art??culo Formato: application/pdf
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This paper explores three different conceptions of emotions we find in the work of Donald Davidson, discussing them with the three main philosophical views on emotions: the cognitivistic, the naturalistic and the sui generis. The text considers pride in relation to the cognitivistic view, surprise in relation to the naturalistic view, and smile in relation to the sui generis view. The main thesis of the paper is that both Davidson and the theory of emotions enrich their respective accounts when we oscillate between the two. The theory of emotions is strengthened when we refine it with the davidsonian concepts of singular causation, and individuative and non-individuative attitudes. The davidsonian theory of radical interpretation may be stronger if enhanced by the concept of emotional expression.; El texto expone tres distintas concepciones de las emociones que hay en la filosof??a de Donald Davidson, en discusi??n con tres conceptualizaciones filos??ficas importantes sobre las mismas. Considera el orgullo en relaci??n con la concepci??n cognitivista de la emoci??n, la sorpresa en relaci??n con la concepci??n naturalista y la sonrisa en relaci??n con la concepci??n sui generis. Se defiende que allegar el pensamiento de Davidson y las concepciones de la emoci??n es fruct??fero de ida y vuelta: enriquece los estudios sobre la naturaleza de la emoci??n con los conceptos davidsonianos de causalidad singular...

A construção do conceito de incerteza: uma comparação das contribuições de Knight, Keynes, Shackle e Davidson

Andrade, Rogerio P. de; IE/UNICAMP
Fonte: Nova Economia; Nova Economia Publicador: Nova Economia; Nova Economia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 17/01/2012 POR
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O objetivo deste artigo é discutir o conceito de incerteza através da reconstituição das formas como o mesmo aparece nas versões de Knight, Keynes, Shackle e Davidson. O artigo procura se concentrar nas peculiaridades de cada uma destas abordagens da noção de incerteza. É indubitável que as teorias da incerteza destes autores apresentam paralelismo e afinidades significativas. Ainda que estes vários tratamentos comunguem de uma ênfase na diferença conceitual entre risco (probabilístico) e incerteza, assim como no aspecto da não mensurabilidade, suas abordagens e realces na conceituação da incerteza são distintos. Diante disso, o artigo compara e contrasta estas análises, concentrando-se nos aspectos que lhe são únicos e singulares. Foi a partir da visão “clássica” de incerteza de Knight, Keynes, Shackle e Davidson que se pode construir a hoje já consolidada visão “moderna” do “princípio da incerteza”, irreversivelmente enraizada em boa parte do pensamento econômico heterodoxo.

Davidson on turing: rationality misunderstood?; Davidson on Turing: Rationality Misunderstood?

Kuczynski, John Michael; University of California
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2005 POR
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Alan Turing advocated a kind of functionalism: A machine M is a thinker provided that it responds in certain ways to certain inputs. Davidson argues that Turing’s functionalism is inconsistent with a certain kind of epistemic externalism, and is therefore false. In Davidson’s view, concepts consist of causal liasons of a certain kind between subject and object. Turing’s machine doesn’t have the right kinds of causal liasonsto its environment. Therefore it doesn’t have concepts. Therefore it doesn’t think. I argue that this reasoning is entirely fallacious. It is true that, in some cases, a causal liason between subject and object is part of one’s concept of that object. Consequently, to grasp certain propositions, one must have certain kids of causal ties to one’s environment. But thismeans that we must rethink some old views on what rationality is. It does not mean, pace Davidson, that a precondition for being rational is being causally embedded in one’s  environment in a certain way. If Turing’s machine isn’t capable of thinking (I leave it open whether it is or is not), that has nothing to do with its lacking certain kinds of causal connectionsto the environment. The larger significance of our discussion isthis: rationality consists either in one’s ability to see the bearing of purely existential propositions on one another or rationality is simply not to be understood as the ability see the bearing that propositions have on one another.; Alan Turing defendia uma espécie de funcionalismo: uma máquina M pensa desde que responda de certas maneiras a certos inputs. Davidson argumenta que o funcionalismo de Turing é inconsistente com certa espécie de externalismo epistêmico...

Davidson on the impossibility of thought without language: comments on Diana I. Pérez; Davidson on the impossibility of thought without language: comments on Diana I. Pérez

Fischborn, Marcelo; Universidade Federal de Santa Maria
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 20/12/2012 ENG
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36.84%
http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n3p489Diana Pérez (2005) criticizes Davidson’s argument for the thesis that there is no thought without language, and offers an alternative defense of that thesis on the basis of empirical studies on developmental psychology. In this comment I argue that more recent studies do not seem to affect Davidson’s argument in the way Pérez suggests, and that her alternative defense of the thesis that there is no thought without language is insufficient. At the end, I offer a sketch of how a weaker and more tenable version of the argument could be articulated.; Diana Pérez (2005) critica o argumento de Davidson em favor da tese de que não há pensamento sem linguagem e oferece uma defesa alternativa dessa mesma tese com base em estudos de psicologia do desenvolvimento. Neste comentário argumento que estudos mais recentes não parecem afetar o argumento de Davidson da maneira sugerida por Pérez e que sua defesa alternativa da tese de que não há pensamento sem linguagem é insuficiente. Ao final, ofereço um esboço de como uma versão mais fraca e defensável do argumento poderia ser articulada.

Davidson and Skepticism: How not to Respond to the Skeptic; Davidson on Skepticism: How not to Respond to the Skeptic

Bueno, Otávio; University of South Carolina
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2005 POR
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36.92%
In his defense of a coherence theory of truth and knowledge, Donald Davidson insists that (i) we must take the objects of a belief to be the causes of that belief, and (ii) given the nature of beliefs, most of our beliefs are veridical. As result, a response to skepticism is provided. If most of our beliefs turn out to be true, global skepticism is ultimately incoherent. In this paper, I argue that, despite the many attractions that a coherence theory has, a response to skepticism is not among them. After distinguishing three forms of skepticism (global skepticism, Pyrrhonianskepticism and lottery skepticism), I argue that none of them is affected by Davidson’s strategy.; Em sua defesa de uma teoria da coerência da verdade e do conhecimento, Donald Davidson insiste que (i) temos que considerar os objetos de uma crença como as causas dessa crença, e (ii) dada a natureza das crenças, a maioria de nossas crenças são verídicas. Em conseqüência, é fornecida uma resposta ao ceticismo. Se a maioria de nossas crenças mostra-se verdadeira, o ceticismo global é, ao fim das contas, incoerente. Neste artigo, argumento que, apesar dos muitos atrativos que tem um ateoria da coerência, uma resposta ao ceticismo não se encontra entre eles. Depois de discutir três formas de ceticismo (global...

Mind, Davidson and reality; Mind, Davidson and Reality

Laurier, Daniel; University of Montreal
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2005 POR
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36.89%
The aim of this article is to show that the prospects for intentional irrealism are much brighter than it is generally thought. In the first section, I provide a general haracterization of some of the various forms that the realism/irrealism debates might take. In the second, I ask whether there is any defensible form of realism about intentional states. I show thatmost candidates are nearly trivially false, and that the only form of intentional realism which is not, is a restricted one which is prima facie no more plausible than the corresponding form of irrealism. In the third and last section, I defend my interpretation of what intentional irrealism amounts to against some possible misunderstandings, give some reasons why it should be taken seriously and argue that it could plausibly be attributed to Davidson.; O objetivo deste artigo é mostrar que as perspectivas para o irrealismo intencional são muito melhores do que geralmente se pensa. Na primeira seção, pergunto se há alguma forma de realismo acerca de estados intencionais que seja defensável. Mostro que a maioria dos candidatos são praticamente trivialmente falsos, e que a única forma de realismo intencional que não é falsa é uma forma restrita que, à primeira vista...

Treading Water in Neurth's Ship: Quine, Davidson, Rorty

Norris, Chistopher; Univeristy of wales
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1998 POR
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This article examines what I take to be some of the wrong turns and false dilemmas that analytic philosophy has run into since Quine's well-known attack on the two `last dogmas' of old style Logical Empiricism. In particular it traces the consequences of Quine's argument for a thoroughly naturalized epistemology, one that would view philosophy of science as 'all the philosophy we need', and that defines `philosophy of science' in narrowly physicalist terms. I contend that this amounts to a third residual dogma of empincism and that its effect has been chiefly to restrict the range of post-Quinean debate by setting an agenda which preemptively excludes all interest in the wider (i. e., critical and normative) dimensions of philosophic enquiry. Its znfluence can be seen In various responses to Quine, among them those of Donald Davidson and Richard Rorty, both of whom adopt a similar, reductively physicalist approach to issues of meaning, knowledge and truth. Where Davidson takes issue with other Quinean doctrines such as framework-relativism and radical meaning-variance, Rorty pushes those doctrines right through to a wholesale relativist (or `textualist´) position according to which interpretation is completely unconstrained by the mere face of a causal 'correspondence' between beliefs and reality. What they both share — and what thus lays Davidson open to a revisionist reading zn Rorty's favoured style — is this Quine-derived notion that beliefs can be explained in terms of a reflex stimulus-response psychology that finds no room for nor mative issues of epistemological warrant or justification. For it will then seem plausible for Rorty to claim that any 'beliefs' acquired by such a rudimentary mechanism are compatible with pretty much any higher-level theory or description that one cares to place upon them. My article goes on to criticize Rorty's most extreme statement of the case — in his essay 'Texts and Lumps' — and (more constructively) to suggest some ways forward from this post-empiricist predicament.

Verdad y justificación en la filosofía de Donald Davidson

Caorsi,Carlos
Fonte: Areté Publicador: Areté
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 ES
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En este artículo me propongo tratar la tensión existente en la obra de Davidson entre su concepción de las creencias como verídicas por naturaleza y su radical oposición a las teorías epistémicas de la verdad. Para ello introduzco dos modalidades de elucidación filosófica, elucidación analítica no reductiva y elucidación conectiva y sostengo que caracterizan dos periodos en el tratamiento de Davidson del concepto de verdad. Me propongo mostrar que la consideración de estos dos tipos de elucidación permite echar luz sobre el tratamiento del problema de la verdad en la obra de Davidson y sobre la particular tensión anteriormente mencionada.

Dos sentidos de verdad masiva en la filosofía de Donald Davidson

Melogno,Pablo
Fonte: Areté Publicador: Areté
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 ES
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El presente trabajo propone una revisión crítica de la noción de verdad masiva, en el contexto de la crítica de Donald Davidson al escepticismo. Se distingue en la obra de Davidson un sentido cuantitativo y uno cualitativo de verdad masiva, afirmando que el primero ha sido de uso más frecuente y ha contado con un nivel de elucidación solamente intuitivo. Se revisan los principales problemas asociados a la noción cuantitativa de verdad masiva, en relación con la cuantificación de las creencias, la detección del error sobre un trasfondo de verdad y la aplicación de la metodología davidsoniana a creencias no perceptuales. Sobre esta revisión se propone la sustitución de la noción cuantitativa de verdad masiva por una noción cualitativa, y se analizan sus ventajas frente a eventuales objeciones escépticas.