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Electrophilic Components of Diesel Exhaust Particles (DEP) Activate Transient Receptor Potential Ankyrin-1 (TRPA1): A Probable Mechanism of Acute Pulmonary Toxicity for DEP

Deering-Rice, Cassandra E.; Romero, Erin G.; Shapiro, Darien; Hughen, Ronald W.; Light, Alan R.; Yost, Garold S.; Veranth, John M.; Reilly, Christopher A.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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36.42%
Inhalation of environmental particulate matter (PM) is correlated with adverse health effects in humans, but gene products that couple detection with cellular responses, and the specific properties of PM that target different pathways, have not been fully elucidated. TRPA1 and V1 are two cation channels expressed by sensory neurons and non-neuronal cells of the respiratory tract that have been implicated as possible mediators of PM toxicity. The goals of this research were to determine if environmental PM preferentially activated TRPA1 and to elucidate the criteria responsible for selectivity. Quantification of TRPA1 activation by 4 model PM revealed that diesel exhaust PM (DEP) and coal fly ash PM (CFA1) were TRPA1 agonists at concentrations >0.077 mg/ml. DEP was more potent and approximately 97% of the activity of DEP was recovered by serial extraction of the solid DEP with ethanol and hexane:n-butyl chloride. Modification of the electrophile/agonist binding sites on TRPA1 (C621, C641, C665 and K710) to non-nucleophilic residues reduced TRPA1 activation by DEP and abolished activation by DEP extracts as well as multiple individual electrophilic chemical components of DEP. However, responses to CFA1 and DEP solids were not affected by these mutations. Activity-guided fractionation of DEP and high resolution mass spectroscopy identified several new DEP-derived TRPA1 agonists and activation of mouse dorsal root ganglion neurons demonstrated TRPA1 is a primary target for DEP in a heterogeneous population of primary sensory nerves. It is concluded that TRPA1 is a specific target for electrophilic chemical components of DEP and proposed that activation of TRPA1 in the respiratory tract is likely to be an important mechanism for DEP pneumotoxicity.

Biophysical and Molecular-Dynamics Studies of Phosphatidic Acid Binding by the Dvl-2 DEP Domain

Capelluto, Daniel G.S.; Zhao, Xiaolin; Lucas, Andrew; Lemkul, Justin A.; Xiao, Shuyan; Fu, Xiangping; Sun, Furong; Bevan, David R.; Finkielstein, Carla V.
Fonte: The Biophysical Society Publicador: The Biophysical Society
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 04/03/2014 EN
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36.32%
The Wnt-dependent, β-catenin-independent pathway modulates cell movement and behavior. A downstream regulator of this signaling pathway is Dishevelled (Dvl), which, among other multiple interactions, binds to the Frizzled receptor and the plasma membrane via phosphatidic acid (PA) in a mechanism proposed to be pH-dependent. While the Dvl DEP domain is central to the β-catenin-independent Wnt signaling function, the mechanism underlying its physical interaction with the membrane remains elusive. In this report, we elucidate the structural and functional basis of PA association to the Dvl2 DEP domain. Nuclear magnetic resonance, molecular-dynamics simulations, and mutagenesis data indicated that the domain interacted with the phospholipid through the basic helix 3 and a contiguous loop with moderate affinity. The association suggested that PA binding promoted local conformational changes in helix 2 and β-strand 4, both of which are compromised to maintain a stable hydrophobic core in the DEP domain. We also show that the Dvl2 DEP domain bound PA in a pH-dependent manner in a mechanism that resembles deprotonation of PA. Collectively, our results structurally define the PA-binding properties of the Dvl2 DEP domain, which can be exploited for the investigation of binding mechanisms of other DEP domain-interacting proteins.

Arcabou?o tectono-estratigr?fico da bacia do S?o Francisco nos arredores das serras da ?gua Fria e da On?a, por??o centro-norte do Estado de Minas Gerais

Hercos, C?zia Mara
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia. Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia. Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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46.34%
A ?rea investigada est? situada nos setor oriental da bacia do S?o Francisco, por??o centro-norte de Minas Gerais, e compreende as imedia??es da cidade de Jequita? e das serras da ?gua Fria, da On?a e das Porteiras. No contexto geotect?nico essa regi?o se encontra inserida na zona de antepa?s do Cr?ton do S?o Francisco, afetada por uma tect?nica epid?rmica sem envolvimento do embasamento na deforma??o da cobertura. O objetivo deste estudo foi reconstruir o arcabou?o tectono-estratigr?fico do segmento em quest?o, a partir da integra??o de dados s?smicos com dados de superf?cie, al?m de investigar o posicionamento estratigr?fico das rochas que afloram na serra da ?gua Fria, incluindo os diamictitos da Forma??o Jequita?. Foram utilizadas as se??es s?smicas RL-060 e RL-300, al?m dos dados dos po?os 1- RF-1-MG e PSB-17. O levantamento dos dados de superf?cie foi concentrado pr?ximo ? linha RL-300 que atravessa parte da ?rea, com dire??o NW-SE. As atitudes estruturais e os contatos foram projetados para a se??o de modo a completar a geometria estrutural, bem como buscar a correla??o entre as unidades estratigr?ficas aflorantes com aquelas reconhecidas em subsuperf?cie. A partir da an?lise dos padr?es s?smicos de reflex?o, identificou-se que o preenchimento da bacia do S?o Francisco no segmento considerado ? representado por tr?s megasseq??ncias: (a) megasseq??ncia inferior...

Estudos isot?picos (Pb, O, H, S) em zonas alteradas e mineralizadas do dep?sito cupro-aur?fero Visconde, Prov?ncia Mineral de Caraj?s

SILVA, Antonia Railine da Costa
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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36.49%
O dep?sito cupro-aur?fero Visconde est? localizado na Prov?ncia Mineral de Caraj?s, a cerca de 15 km a leste do dep?sito cong?nere de classe mundial Sossego. Encontra-se em uma zona de cisalhamento de dire??o WNW-ESE, que marca o contato das rochas metavulcanossedimentares da Bacia Caraj?s com o embasamento. Nessa zona ocorrem outros dep?sitos hidrotermais cupro-aur?feros com caracter?sticas similares (Alvo 118, Cristalino, Jatob?, Bacaba, Bacuri, Castanha), que t?m sido enquadrados na classe IOCG (Iron Oxide Copper-Gold), embora muitas d?vidas ainda existam quanto a sua g?nese, principalmente no que diz respeito ? idade da mineraliza??o e fontes dos fluidos, ligantes e metais. O dep?sito Visconde est? hospedado em rochas arqueanas variavelmente cisalhadas e alteradas hidrotermalmente, as principais sendo metavulc?nicas f?lsicas (2968 ? 15 Ma), o Granito Serra Dourada (2860 ? 22 Ma) e gabros/dioritos. Elas registram diversos tipos de altera??o hidrotermal com forte controle estrutural, destacando-se as altera??es s?dica (albita + escapolita) e s?dico-c?lcica (albita + actinolita ? turmalina ? quartzo ? magnetita ? escapolita), mais precoces, que promoveram a substitui??o ub?qua de minerais prim?rios das rochas e a dissemina??o de calcopirita...

Estudos de inclus?es fluidas e de is?topos est?veis no dep?sito Moreira Gomes do campo mineralizado do Cui?-Cui?, Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, Estado do Par?

ASSUN??O, Rose de F?tima Santos
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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36.38%
Moreira Gomes ? um dos dep?sitos do campo mineralizado do Cui?-Cui?, prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, com recursos de 21,7 t de ouro. A zona mineralizada, com 1200 metros de comprimento, 30-50 metros de largura e, pelo menos, 400 metros de profundidade ? controlada por uma estrutura subvertical de orienta??o E-W, associada a um sistema de falhas transcorrentes sinistrais. As rochas hospedeiras nesse dep?sito s?o predominantemente tonalitos de 1997 ? 2 Ma (Suite Intrusiva Creporiz?o). O estilo da altera??o hidrotermal relacionado ? mineraliza??o ? predominantemente fissural e localmente pervasivo. Os tipos de altera??o hidrotermal s?o sericitiza??o, carbonata??o, cloritiza??o, sulfeta??o, silicifica??o e epidotiza??o, al?m da forma??o de veios de quartzo de espessuras variadas. Pirita ? principal sulfeto e cont?m inclus?es de galena, esfalerita, calcopirita e, em menor quantidade, de hessita e bismutinita. O ouro ocorre mais comumente como inclus?o em cristais de pirita e, secundariamente, na forma livre em veios de quartzo. Ag, Pb e Bi foram detectados por an?lise semi-quantitativa como componentes das part?culas de ouro. Estudo de inclus?es fluidas identificou fluidos compostos por CO2 (Tipo 1), H2O-C O2-sal (Tipo 2) e H2O-sal (Tipo 3). O vol?til CO2 ? predominante na fase carb?nica. O fluido do Tipo 2 apresenta densidade baixa a moderada...

Evolu??o dos fluidos mineralizantes e modelo gen?tico dos veios de quartzo aur?feros em zona de cisalhamento do dep?sito Ouro Roxo, Prov?ncia Tapaj?s, Jacareacanga (PA), Brasil

VELOSO, ?ngela Su?lem Rocha; SANTOS, M?rcio Dias; JAVIER RIOS, Francisco
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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36.37%
O dep?sito aur?fero Ouro Roxo, localizado no munic?pio de Jacareacanga, Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, sudoeste do Par?, formou-se em um sistema hidrotermal que gerou veios de quartzo sulfetados, em zona de cisalhamento N-S, d?ctil-r?ptil, obl?qua, denominada Ouro Roxo-Canta Galo, cortando granitoides calcioalcalinos da Su?te Intrusiva Tropas, de idade paleoproterozoica e hospedeira da mineraliza??o, em rochas localmente milonitizadas. Tr?s tipos de fluidos foram caracterizados como geradores do dep?sito: 1) fluido aquoso H2O-NaCl-MgCl2-FeCl2 de salinidade baixa a moderada, com temperatura de homogeneiza??o total (Th) = 180-280?C; 2) salmoura H2O-NaCl-CaCl2 com Th = 270-400?C, provavelmente portadoras de Cu e Bi, relacionadas geneticamente a um evento magm?tico contempor?neo ao cisalhamento que sofreu dilui??o pela mistura com ?gua mete?rica, baixando sua salinidade e temperatura (Th = 120-380?C); 3) fluido aquocarb?nico de m?dia salinidade, com Th = 230-430?C, que foi interpretado como o fluido mineralizante mais primitivo, provavelmente aur?fero, relacionado com o cisalhamento. As condi??es de temperatura e press?o (T-P) de forma??o do min?rio, estimadas conjuntamente pelo geoterm?metro da clorita e as is?coras das inclus?es fluidas...

Geologia, petrografia e geocronologia das rochas do dep?sito aur?fero Ouro Roxo, Prov?ncia Tapaj?s, Jacareacanga (PA), Brasil

VELOSO, ?ngela Su?lem Rocha; SANTOS, M?rcio Dias
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.44%
O dep?sito Ouro Roxo localiza-se pr?ximo da cidade de Jacareacanga, Prov?ncia Aur?fera Tapaj?s, sudoeste do Par?. O dep?sito consiste em um sistema hidrotermal de veios de quartzo sulfetados, hospedado em granitoides paleoproterozoicos milonitizados da Su?te Intrusiva Tropas e controlado estruturalmente pela zona de cisalhamento N-S Ouro Roxo-Canta Galo (ZCOC). Os granitoides hospedeiros s?o granodioritos e tonalitos oxidados, calcioalcalinos, t?picos de arco magm?tico. A ZCOC ? obl?qua sinistral d?ctil-r?ptil e enquadra-se no terceiro evento de deforma??o da Prov?ncia Tapaj?s que transformou os granitoides Tropas em protomilonitos e milonitos intercalados com brechas. A folia??o milon?tica NNE mergulhando para ESSE e uma linea??o de estiramento em gr?os de quartzo indicam a dire??o do movimento para NW. Fil?es e corpos tubulares de quartzo mineralizados ocorrem encaixados nos milonitos e brechas, envolvidos por halos de altera??o hidrotermal. Al?m da silicifica??o e sulfeta??o concentradas nos corpos mineralizados, tr?s tipos de altera??o hidrotermal ocorrem: propilitiza??o (clorita + fengita + carbonato); altera??o f?lica (fengita + quartzo + carbonato + pirita); carbonata??o. Al?m do quartzo magm?tico e do quartzo microcristalino dos milonitos...

The Tocantinzinho gold deposit, Tapaj?s province, state of Par?: host granite, hydrothermal alteration and mineral chemistry

SANTIAGO, ?rika Suellen Barbosa; VILLAS, Raimundo Netuno Nobre; OCAMPO, Ruperto Castro
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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36.4%
Este trabalho apresenta dados geol?gicos, petrogr?ficos e mineral?gicos referentes ao granito que hospeda o dep?sito aur?fero Tocantinzinho e objetivou contribuir ao entendimento dos processos hidrotermais associados ? sua g?nese. O dep?sito ocorre em biotita monzogranito tardi a p?s-tect?nico, do subtipo oxidado da s?rie ilmenita, que foi alojado a profundidades de 6 - 9 km. Esse granitoide encontra-se bastante fraturado e localmente brechado, tendo experimentado processos hidrotermais de grau fraco a moderado, os quais geraram duas principais variedades (salame e smoky) sem diferen?as mineral?gicas ou qu?micas importantes, por?m macroscopicamente muito distintas. V?rios tipos de altera??o hidrotermal foram reconhecidos nas rochas granitoides, sendo representados principalmente por v?nulas e pela substitui??o de minerais prim?rios. A hist?ria hidrotermal teve in?cio com a microcliniza??o, durante a qual o prot?lito gran?tico foi em parte transformado na variedade salame. A temperaturas em torno de 330 oC ocorreu a cloritiza??o, que produziu chamosita com XFe na faixa de 0,55 - 0,70. Seguiu-se a sericitiza??o, durante a qual os fluidos mineralizadores precipitaram pirita, calcopirita, esfalerita, galena e ouro. ? medida que a altera??o progrediu...

Contexto geol?gico, estudos isot?picos (C, O e Pb) e associa??o met?lica do dep?sito aur?fero Tocantinzinho, dom?nio Tapaj?s, Prov?ncia Tapaj?s-Parima

VILLAS, Raimundo Netuno Nobre; SANTIAGO, ?rika Suellen Barbosa; CASTILHO, Mar?lia Portela
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.32%
O dep?sito Tocantinzinho, localizado em um lineamento de dire??o NW?SE, a SW de Itaituba (PA), ? atualmente o maior dep?sito aur?fero conhecido na Prov?ncia Tapaj?s. Est? hospedado no granito hom?nimo, essencialmente is?tropo, no qual dominam rochas sieno e monzogran?ticas, que foram fraca a moderadamente alteradas por fluidos hidrotermais. Microcliniza??o (mais precoce), cloritiza??o, sericitiza??o, silicifica??o e carbonata??o (mais tardia) s?o os mais importantes tipos de altera??o. O principal est?gio de mineraliza??o ? contempor?neo ? sericitiza??o/silicifica??o e ? representado por v?nulas com sulfetos (pirita ? calcopirita ? galena ? esfalerita) e ouro associado, as quais mostram localmente trama stockwork. Al?m de teores expressivos de Cu, Pb e Zn, s?o an?malos, em algumas amostras, os de As, Bi e Mo. A rela??o dos teores do Au com os dos metais-base ? aleat?ria e as raz?es Au/Ag variam de 0,05 a 5,0. O Au ? mais enriquecido nas por??es com maior abund?ncia de sulfetos de metais-base, embora ocorra principalmente incluso na pirita. Monocristais de zirc?o, extra?dos do granito Tocantinzinho, forneceram idade Pb-Pb m?dia de 1982 ? 8 Ma, permitindo interpret?-lo como uma manifesta??o magm?tica precoce do arco Creporiz?o. Valores de ?13CPDB em calcita do est?gio de carbonata??o...

Dep?sitos sedimentares neoproterozoicos do Grupo Tucuru? - Cintur?o Araguaia, Nordeste do Par?

DUTRA, Alessandra de C?ssia dos Santos; GORAYEB, Paulo S?rgio de Sousa; NOGUEIRA, Afonso C?sar Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.33%
O Grupo Tucuru? de idade do final do Neoproterozoico aflora na regi?o de Tucuru?, nordeste do Par?, ao longo da zona de transi??o entre o Cr?ton Amaz?nico e o Cintur?o Araguaia, e constitui uma sucess?o vulcanossedimentar contendo derrames bas?lticos e sills de diab?sio intercalados com dep?sitos silicicl?sticos. A Falha de Tucuru?, por cavalgamento, projetou estes conjuntos rochosos para oeste, resultando em cisalhamento e percola??o de fluidos. Os dep?sitos silicicl?sticos s?o constitu?dos por subarc?seos e siltitos amalgamados, cujas camadas orientam-se na dire??o NNE-SSW com mergulho baixo para SE, al?m de apresentar granocresc?ncia e espessamento ascendente. Foram reconhecidas duas associa??es de f?cies sedimentares: dep?sitos de antepraia e tempestitos de face litor?nea. Estas associa??es de f?ceis sugerem processos de transporte e sedimenta??o ligados a um ambiente marinho raso, seguindo da zona de foreshore at? a zona de shoreface, sob influ?ncia de onda de tempestade. A an?lise petrogr?fica revelou a imaturidade textural e composicional dos arenitos e siltitos arcosianos, indicando, sobretudo, ?rea fonte com proveni?ncia pr?xima, predominantemente constitu?da de rochas ?gneas de composi??o m?fica a intermedi?ria que estiveram sujeitas a condi??es mesodiagen?ticas. Assim...

Dep?sitos fl?vio-costeiros da Forma??o Raizama, Ediacarano-Cambriano da faixa Paraguai Norte, regi?o de Nobres, Mato Grosso, Brasil

SANTOS, Hudson Pereira; SILVA J?NIOR, Jos? Bandeira Cavalcante da; NOGUEIRA, Afonso C?sar Rodrigues; ABRANTES J?NIOR, Francisco Rom?rio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.37%
Dep?sitos silicicl?sticos da Forma??o Raizama de idade ediacarana-cambriana s?o expostos descontinuamente ao longo da margem sul do Cr?ton Amaz?nico e Faixa Paraguai Norte, centro-oeste do Brasil. Estes dep?sitos s?o interpretados por sucess?es costeiras progradacionais, sobrepondo em conformidade os dep?sitos carbon?ticos do Grupo Araras. A an?lise faciol?gica e estratigr?fica da se??o aflorante na regi?o de Nobres, Estado do Mato Grosso, permitiu a individualiza??o de dezessete f?cies sedimentares agrupadas em cinco associa??es de f?cies (AF): AF1) shoreface inferior consiste de arenitos com lamina??o plano-paralela e truncada por onda (microhummocky), intercalados por pelitos laminados, e com n?veis bioturbados por tubos verticais perfurantes; AF2) shoreface superior, formada por arenitos com estratifica??o plano-paralela e cruzada swaley; AF3) submar?, composta por arenitos com estratifica??es cruzadas tangenciais e acanaladas com recobrimentos de siltito/arenito muito fino interpretados como dep?sitos de canal e barras; AF4) plan?cie de mar? ? caracterizada por arenitos com estratifica??o cruzada tangencial e sigmoidal, lamina??o plano-paralela a cruzada de baixo ?ngulo, gretas de contra??o, intercalados por siltititos/arenito muito finos com acamamento flaser...

Geocronologia e evolu??o crustal da ?rea do dep?sito de Cu-Au Gameleira, Prov?ncia Mineral de Caraj?s (Par?), Brasil

GALARZA TORO, Marco Antonio; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.31%
O dep?sito de Cu-Au Gameleira est? hospedado nas rochas do Grupo Igarap? Pojuca, pertencente ao Supergrupo Itacai?nas, Prov?ncia Mineral de Caraj?s, SE do Cr?ton Amaz?nico. Esse grupo est? representado principalmente por rochas metavulc?nicas m?ficas (RMV), anfibolitos, biotita xistos, forma??es ferr?feras e/ou hidrotermalitos, cortadas por rochas intrusivas m?ficas (RIM), bem como por granitos arqueanos (2,56 Ga, Granito Deformado Itacai?nas) e paleoproteroz?icos (1,87 - 1,58 Ga, Granito Pojuca e Leucogranito do Gameleira). Cristais de zirc?o de um saprolito (2615 ? 10 Ma e 2683 ? 7 Ma) e de uma amostra de RIM (2705 ? 2 Ma), mostraram ser contempor?neos aos dos gabros do dep?sito ?guas Claras. Data??es Pb-Pb em rocha total e calcopirita de RMV indicaram idades de 2245 ? 29 Ma e 2419 ? 12 Ma, respectivamente, enquanto lixiviados de calcopirita indicaram idades de 2217 ? 19 Ma e 2180 ? 84 Ma. Essas idades s?o interpretadas como rejuvenescimento parcial provocado pelas intrus?es gran?ticas proteroz?icas (1,58 e 1,87 Ga) ou pelas reativa??es tect?nicas associadas aos Sistemas Transcorrentes Caraj?s e Cinzento, ou total, provocada pelas ?ltimas. As idades-modelo TDM de 3,12 e 3,33 Ga para as RMV e RIM e os valores de ?Nd (t) de -0...

Dep?sito Cu-Au Visconde, Caraj?s (PA): geologia e altera??o hidrotermal das rochas encaixantes

CRAVEIRO, Gustavo Souza; VILLAS, Raimundo Netuno Nobre; SILVA, Antonia Railine da Costa
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.38%
Distante 15 km a leste da mina Sossego (Cana? de Caraj?s, no Par?), o dep?sito Visconde jaz na zona de contato entre o Supergrupo Itacai?nas (2,76 Ga) e o embasamento (> 3.0 Ga). No dep?sito e arredores, ocorrem, principalmente, o granito Serra Dourada, riodacitos e gabrodioritos, variavelmente deformados e hidrotermalizados. A Su?te Intrusiva Planalto, tamb?m identificada, n?o mostra fei??es de altera??o das demais rochas. Diques m?ficos e f?lsicos cortam o pacote rochoso. Sob condi??es d?ctil-r?pteis iniciais a r?pteis, subsequentemente, a altera??o hidrotermal evoluiu de s?dico-c?lcica (albita, escapolita e anfib?lios) precoce e ub?qua para pot?ssica (K-feldspato e Cl-biotita), retomando, em seguida, o car?ter s?dico-c?lcico de efeito local (albita, epidoto, apatita, turmalina e fluorita), para, finalmente, assumir car?ter c?lcio-magnesiano (clinocloro, actinolita, carbonatos e talco subordinado). No granito Serra Dourada, albitiza??o, epidotiza??o e turmaliniza??o s?o mais proeminentes e se contrap?em ? escapolitiza??o, biotitiza??o, anfibolitiza??o e magnetitiza??o, muito expressivas nos gabros/quartzodioritos, e ? K-feldspatiza??o, mais comum nos riodacitos. Os principais corpos de min?rio s?o representados por veios e brechas...

Missioning with minimal Delayed Entry Program (DEP) loss

Burris, Bryan D.
Fonte: Monterey, California. Naval Postgraduate School Publicador: Monterey, California. Naval Postgraduate School
Tipo: Tese de Doutorado
EN_US
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36.41%
Approved for public release; distribution is unlimited.; This thesis addresses the missioning problem which is to determine the number of individuals to be recruited or contracted each month by Army recruiters. After signing the contracts, these individuals are enrolled in the Delayed Entry Program (DEP) prior to their basic training. During DEP, some individuals may renege on their contracts, thus becoming DEP losses. Although DEP is costly, it is necessary since it acts as an inventory of recruits to smooth out the training loads at boot camps and allows the Army to perform a background check for each recruit. The missioning problem is formulated as a linear program that minimizes the expected DEP loss subject to requirements imposed by the Deputy Chief of Staff for Personnel (DCSPER) and U.S. Army Recruiting Command (USAREC). Integral to the formulation are the estimates of DEP loss probabilities for various combinations of recruit categories and DEP durations. The estimates are based on a Binomial assumption and Isotonic regression. The linear programming model of the missioning problem is implemented in GAMS and provides results indicating that DEP loss can be reduced from the current level of 11.46% to 8.59%. This translates to nearly $11 million saving annually. Other applications of the model are also provided.

Esterasa, procedimiento de obtenci??n y su utilizaci??n para el control enzim??tico de los dep??sitos de brea (pitch) formados durante la fabricaci??n de pasta de papel

Calero Rueda, Olga; Guti??rrez Su??rez, Ana; R??o Andrade, Jos?? Carlos del; Mu??oz Mart??n, Mar??a Carmen; Plou Gasca, Francisco Jos??; Mart??nez Ferrer, ??ngel Tom??s; Mart??nez Hern??ndez, Mar??a Jes??s
Fonte: Madrid: Oficina espa??ola de patentes y marcas Publicador: Madrid: Oficina espa??ola de patentes y marcas
Tipo: Patente
ES
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46.33%
N??mero de publicaci??n: 2 179 768 N??mero de solicitud: 200100618; Esterasa, procedimiento de obtenci??n y su utilizaci??n para el control enzim??tico de los dep??sitos de brea (pitch) formados durante la fabricaci??n de pasta de papel. Esterasa de inter??s comercial secretada por el hongo Ophiostoma piceae, procedimiento de obtenci??n de la enzima, y su utilizaci??n para el control de los dep??sitos de brea (???pitch???) durante la producci??n de pasta de papel a partir de maderas de frondosas y con??feras. Los resultados obtenidos muestran que la nueva enzima posee elevada afinidad y actividad sobre tributirina y oleato y linoleato de colesterol, siendo capaz de reducir las concentraciones de diferentes ??steres de esteroles y triglic??ridos durante el tratamiento de l??quidos de proceso de la fabricaci??n de pastas de eucalipto y pino, as?? como al actuar directamente sobre la pasta obtenida. Ambos tipos de compuestos son responsables de la formaci??n de dep??sitos de ???pitch??? en pastas y maquinaria causando importantes p??rdidas econ??micas durante la fabricaci??n de pasta y papel.

Origen de los metales en dep??sitos tipo ???manto??? y skarn. Is??topos de Pb y Cu (Cabildo, Chile Central)

Moreno-Rodr??guez, Ver??nica; Carrillo-Ros??a, Javier; Morales-Ruano, Salvador; Ruiz-C??rdenas, Mauricio; Figueroa-Cisterna, Juan; R??o Salas, Rafael del; Chesley, John; Ruiz, Joaqu??n
Fonte: Sociedad Espa??ola de Mineralog??a Publicador: Sociedad Espa??ola de Mineralog??a
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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36.32%
Este art??culo ha sido publicado por la revista Macla y est?? accesible en: http://www.ehu.eus/sem/macla_pdf/macla13/Macla13_161.pdf; El distrito minero de Cabildo, situado en la Cordillera de la Costa de Chile Central, constituye un ??rea minera de especial inter??s, dado que en la misma confluyen dos tipos de dep??sitos minerales: mineralizaciones de Cu-(Ag) de tipo ???manto??? chileno y dep??sitos de tipo skarn. Los dep??sitos de tipo skarn son bien conocidos a nivel mundial, pero poco frecuentes en la Cordillera de la Costa, siendo el skarn de Cu de Cabildo el ??nico en producci??n para el Cu en la regi??n. Los dep??sitos tipo ???manto???, presentan a??n bastantes inc??gnitas respecto a su g??nesis a pesar de su importancia econ??mica y abundancia en la zona (Maksaev y Zentilli, 2002). En este estudio se aportan datos isot??picos de Pb y Cu de las mineralizaciones principales del distrito minero de Cabildo. Los resultados presentados ofrecen la oportunidad de discutir el origen y el comportamiento de los metales en estos dep??sitos.

An analysis of marine corps Delayed Entry Program (DEP) attrition by high school graduates and high school seniors

Baykiz, Murat Sami.
Fonte: Monterey California. Naval Postgraduate School Publicador: Monterey California. Naval Postgraduate School
Tipo: Tese de Doutorado Formato: xiv, 90 p. : ill. ;
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36.36%
This study investigates the effects of personal background characteristics on USMC Delayed Entry Program (DEP) attrition for high school senior and high school graduate recruits and recommends policy changes to decrease DEP attrition rates. Logistic regression models to explain DEP attrition are estimated using data from the USMC Total Force Data Warehouse for all high school graduates and high school seniors who enlisted between fiscal years 2000 and 2005. DEP attrition is regressed on fiscal year, recruiting district, time spent in DEP, separation month, age, gender, AFQT score, race, marital status and dependent status, day of enlistment, and unemployment rate. Model results show that high school seniors are more likely to be DEP losses than high school graduates. Female recruits, single recruits and recruits without dependents show higher attrition rates, as do those with lower AFQT scores. Recruits who enlisted in eastern recruiting districts, who spent longer time in DEP, and who enlisted on the last day or in the last week of the month are more likely to attrite. High School seniors are most likely to attrite in March and April. Unemployment rates were negatively associated with high school graduates' DEP attrition...

Petrografia, qu?mica mineral e processos hidrotermais associados ao dep?sito de ouro S?o Jorge, Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, Cr?ton Amaz?nico

BORGES, R?gis Munhoz Kr?s; DALL'AGNOL, Roberto; LAMAR?O, Claudio Nery; FIGUEIREDO, Marco Aur?lio Benevides Maia; LEITE, Albano Ant?nio da Silva; BARROS, Carlos Eduardo de Mesquita; COSTI, Hilton T?lio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O dep?sito de ouro S?o Jorge, de idade paleoproteroz?ica, est? situado na Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, Cr?ton Amaz?nico. Ele est? hospedado em um anfib?lio-biotita-monzogranito constitu?do por quartzo, feldspato pot?ssico, plagiocl?sio, anfib?lio, biotita, titanita e opacos. Quatro associa??es minerais foram reconhecidas no dep?sito. A associa??o 1, formada durante o est?gio magm?tico, ? caracterizada pela presen?a de anfib?lio e andesina-oligocl?sio. A associa??o 2 mostra substitui??o total do anfib?lio e intensa saussuritiza??o do plagiocl?sio prim?rio; o epidoto ? uma fase marcante e a biotita ? parcialmente cloritizada. As associa??es 3 e 4 est?o relacionadas aos processos hidrotermais que geraram a mineraliza??o de sulfeto e ouro. A assembl?ia 3 ? dominada por clorita e plagiocl?sio alb?tico, com quantidade subordinada de mica branca e, por vezes, biotita. A associa??o 4 ? dominada por mica branca, pirita e carbonatos sendo o resultado de uma altera??o f?lica com carbonata??o associada. O geoterm?metro da clorita sugere temperaturas de 300?40 ?C para as associa??es 3 e 4. O geobar?metro do Al na hornblenda indica press?es em torno de 1 kbar para a cristaliza??o dos granitos mineralizados. Condi??es oxidantes, acima do tamp?o NNO...

Dep?sitos carbon?ticos de Tangar? da Serra (MT): uma nova ocorr?ncia de capa carbon?tica neoproteroz?ica no sul do Cr?ton Amaz?nico

SOARES, Joelson Lima; NOGUEIRA, Afonso C?sar Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Capas carbon?ticas se traduzem num dos mais importantes dep?sitos relacionados ao final das glacia??es globais neoproteroz?icas. Na regi?o de Tangar? da Serra, margem sul do Cr?ton Amaz?nico, foi descrita uma sucess?o carbon?tica neoproteroz?ica de aproximadamente 20 m de espessura que inclui o topo da Forma??o Mirassol d'Oeste e a base da Forma??o Guia, respectivamente as capas dolom?tica e calc?ria da base do Grupo Araras. A capa dolom?tica ? composta por dolograisntones peloidais rosados com lamina??o plano paralela e truncamentos de baixo ?ngulo, interpretados como registros de uma plataforma rasa a moderadamente profunda. A capa calc?ria consiste em siltitos maci?os e laminados e calc?rios finos cristalinos com acamamento de megamarcas onduladas, interpretados como dep?sitos de plataforma mista moderadamente profunda dominada por ondas. Calc?rios finos cristalinos com lamina??o ondulada/marcas onduladas e leques de cristais (pseudomorfos de aragonita) intercalados com folhelhos foram interpretados como dep?sitos de plataforma profunda e supersaturada em CaCO3. Calc?rios com estruturas de escorregamento (slump), lamina??es convolutas e falhas sin-sedimentares caracterizam dep?sitos de talude e diques neptunianos, preenchidos por brechas calc?rias...

Tendencias Genéticas y Fenotípicas de Características de Crecimiento en el Ganado Brahman de Registro de México.

Parra-Bracamonte,Gaspar Manuel; Martínez-González,Juan Carlos; García-Esquivel,Francisco Javier; González-Reyna,Arnoldo; Briones-Encinia,Florencio; Cienfuegos-Rivas,Eugenia Guadalupe
Fonte: UNIVERSIDAD DEL ZULIA Publicador: UNIVERSIDAD DEL ZULIA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2007 ES
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El objetivo de este estudio fue estimar las tendencias fenotípicas y genéticas para las características de crecimiento: peso al nacimiento (PN), peso al destete (P205), peso al año (P365) y peso a los 550 días (P550), en ganado Brahman de registro de México. Los datos correspondieron a 23.570 registros de pesos de becerros que se encontraban en el Programa de Control de Desarrollo Ponderal (PCDP) de la Asociación Mexicana de Criadores de Cebú (AMCC). Para las tendencias fenotípicas se utilizaron los promedios ajustados de las variables por el año de nacimiento; y para las tendencias genéticas fueron ajustadas las medias de los valores genéticos predichos (VGP) por año de nacimiento. Los períodos ajustados fueron de 1993 a 2003. Los VGP se estimaron mediante las diferencias esperadas de progenie (DEP’s) obtenidas en un estudio previo. Todos los ajustes de cambio fenotípico fueron significativos (P<0,05), resultando de 0,142; 2,134; 8,570 y 12,820 kg/año para PN, P205, P365 y P550, respectivamente. Para las tendencias genéticas directas, se obtuvieron cambios significativos para P205 y P550 (P<0,05); y las estimaciones fueron, 1 g/año para PN; 191 g/año para P205; 262 g/año para P365; y 608 g/año para P550, respectivamente. Para el cambio genético materno...