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A capa carbon?tica do sudoeste do cr?ton amaz?nico, estado de Rond?nia: nova ocorr?ncia e extens?o dos eventos p?s-glacia??o marinoana (635 Ma)

GAIA, Valber do Carmo de Souza
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Na por??o oeste da Bacia dos Parecis, Estado de Rond?nia, inserida no sudoeste do Cr?ton Amaz?nico, rochas carbon?ticas expostas nas bordas dos gr?bens Pimenta Bueno e Colorado t?m sido consideradas como parte do preenchimento eopaleozoico da bacia. A avalia??o das f?cies/microf?cies e quimioestratigrafia dessas rochas nas regi?es de Chupinguaia e Pimenta Bueno, confirmou a ocorr?ncia de dolomitos rosados que sobrep?em, em contato direto, diamictitos glaciais previamente interpretados como dep?sitos de leques aluviais. Trabalhos pr?vios reportaram excurs?o negativa de ?13C, tamb?m confirmados neste trabalho, com varia??es entre -4.6 e -3,8?VPDB em Chupinguaia e m?dia de - 3,15?VPDB em Pimenta Bueno. Esse padr?o, de sedimenta??o e quimioestratigr?fico, ausente nas rochas paleozoicas, ? comumente encontrado nos dep?sitos carbon?ticos an?malos do Neoproterozoico. No sul do Cr?ton Amaz?nico, Estado do Mato Grosso, rochas com essas mesmas caracter?sticas s?o descritas como capas carbon?ticas relacionadas ? glacia??o marinoana (635 Ma). Neste trabalho, consideramos que os dolomitos rosados sobre diamictitos, em Rond?nia, fazem parte do mesmo contexto das capas carbon?ticas encontradas no Mato Grosso. Adicionalmente...

Geologia, petrografia e geoqu?mica e suscetibilidade magn?tica do Granito Paleoproterozoico S?o Jo?o, Sudeste do Cr?ton Amaz?nico, Prov?ncia Caraj?s

LIMA, Paulo Henrique Ara?jo
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O Granito S?o Jo?o (GSJ) ? um bat?lito anorog?nico de formato circular, com aproximadamente 160 km? de ?rea, que secciona unidades arqueanas pertencentes ao Terreno Granito-Greenstone de Rio Maria, sudeste do Cr?ton Amaz?nico. ? constitu?do dominantemente por quatro f?cies petrogr?ficas distintas: biotita-anfib?lio monzogranito (BAMG), biotita-anfib?lio sienogranito (BASG), anfib?lio-biotita monzogranito a sienogranito (ABMSG) e biotita monzogranito a sienogranito (BMSG). O GSJ possui natureza metaluminosa a fracamente peraluminosa, raz?es FeOt/(FeOt+MgO) entre 0,94 e 0,99 e K2O/Na2O entre 1 e 2, mostra afinidades geoqu?micas com granitos intraplaca do tipo A, subtipo A2 e granitos ferrosos, sugerindo uma fonte crustal para sua origem. O GSJ possui conte?dos de ETRL mais elevados que os ETRP e um padr?o sub-horizontalizado para esses ?ltimos, al?m de anomalias negativas de Eu crescentes no sentido das rochas menos evolu?das para as mais evolu?das (BAMG ? BASG? ABMSG? BMSG). Os dados de suscetibilidade permitiram identificar seis popula??es com diferentes caracter?sticas magn?ticas, onde os valores mais elevados de SM relacionam-se ?s f?cies menos evolu?das e os mais baixos ?s mais evolu?das. O estudo comparativo entre o GSJ e as su?tes gran?ticas da Prov?ncia Caraj?s mostra que ele apresenta maiores semelhan?as geol?gicas...

Estudos isot?picos e de inclus?es fluidas no dep?sito central do campo mineralizado do Cui?-Cui?, prov?ncia aur?fera do Tapaj?s, estado do Par?

ARA?JO, Ana Claudia Sodr?
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Central ? um dep?sito aur?fero do campo mineralizado do Cui?-Cui?, Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, Cr?ton Amaz?nico. A zona mineralizada est? hospedada em falha e compreende 800m de comprimento na dire??o NW-SE, seguindo o trend regional da prov?ncia Tapaj?s, com largura entre 50 e 70m e profundidade vertical de pelo menos 450m. A mineraliza??o est? hospedada em monzogranito datado em 1984?3 Ma e atribu?do ? Su?te Intrusiva Parauari. Os recursos aur?feros preliminarmente definidos s?o de 18,6t de ouro. A altera??o hidrotermal ? predominantemente fissural. Sericitiza??o, cloritiza??o, silicifica??o, carbonata??o e sulfeta??o foram os tipos de altera??o identificados. Pirita ? o sulfeto principal e os demais sulfetos (calcopirita, esfalerita e galena) est?o em fraturas ou nas bordas da pirita. O ouro preenche fraturas da pirita e an?lises semi-quantitativas detectaram Ag associada ao ouro. Foram identificados tr?s tipos de inclus?es fluidas hospedados em veios e v?nulas de quartzo. O tipo 1 ? o menos abundante e consiste em inclus?es fluidas compostas por uma (CO2vapor) ou duas fases (CO2liq-CO2vapor), o tipo 2 tem abund?ncia intermedi?ria e ? formado por inclus?es fluidas compostas por duas (H2Oliq-CO2liq) ou tr?s fases (H2Oliq-CO2liq-CO2vapor) e o tipo 3 ? o mais abundante e consiste em inclus?es fluidas compostas por duas fases (H2Oliq- H2Ovapor). O CO2 representa o vol?til nas inclus?es com CO2 e essas (tipo 1 e 2) foram geradas pelo processo de separa??o de fases oriundo de um fluido aquo-carb?nico. A densidade global (0...

A se??o-tipo da Forma??o Serra do Quilombo, Grupo Araras, Neoproterozoico da Faixa Paraguai Norte, Mato Grosso

MILHOMEM NETO, Jo?o Marinho; NOGUEIRA, Afonso C?sar Rodrigues; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Ap?s a ?ltima glacia??o criogeniana (ca. 635 Ma), extensas plataformas carbon?ticas desenvolveram-se sobre diversas regi?es crat?nicas da Terra e, apesar da intensa dolomitiza??o desses dep?sitos, muitas informa??es paleoambientais e paleoceanogr?ficas est?o preservadas. Um dos exemplos mais importantes deste per?odo no Brasil s?o os dolomitos da Forma??o Serra do Quilombo, pertencente ? por??o superior do Grupo Araras, no segmento norte da Faixa Paraguai, sul do Cr?ton Amaz?nico. A reavalia??o estratigr?fica da se??o-tipo da forma??o e de uma se??o de refer?ncia na regi?o de Nobres, com base na an?lise de f?cies e estratigr?fica, permitiu ampliar as interpreta??es paleoambientais e elaborar um modelo deposicional. A sucess?o estudada, de 140 m de espessura, inclui a Forma??o Serra do Quilombo em contato basal brusco com os calc?rios da Forma??o Guia e a passagem gradual para os dolomitos arenosos da Forma??o Nobres, no topo. A Forma??o Serra do Quilombo representa um megaciclo de raseamento ascendente, constitu?do por duas associa??es de f?cies: 1) plataforma carbon?tica profunda ? moderadamente rasa, composta por um dolomito fino laminado rico em mat?ria org?nica e outro maci?o a laminado; e 2) face litor?nea influenciada por tempestades...

Cerro Por? Batholith: post-orogenic A-type granite from the Amoguij? Magmatic Arc - Rio ApaTerrane - South of the Amazonian Craton

PLENS, Dalila Pexe; RUIZ, Amarildo Salina; SOUSA, Maria Z?lia Aguiar de; BATATA, Maria Elisa Fr?es; LAFON, Jean Michel; BRITTES, Ana Fl?via Nunes
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O Bat?lito Cerro Por? ? um corpo de aproximadamente 30 por 4 km de extens?o, localizado na regi?o de Porto Murtinho, Mato Grosso do Sul. Situa-se nos dom?nios do Terreno Rio Apa, por??o sul do Cr?ton Amaz?nico. Constitui-se pela F?cies sienogran?tica rosa e F?cies monzogran?tica cinza. A primeira ? caracterizada por textura equi a, essencialmente, inequigranular xenom?rfica e pela presen?a constante de intercrescimentos gr?fico e granof?ric; constitui-se por feldspatos alcalinos, quartzo e plagiocl?sio, tendo biotita como ?nico m?fico prim?rio. A F?cies monzogran?tica cinza apresenta textura porfir?tica, com uma matriz de granula??o fina gr?fica a granof?rica e consiste de quartzo, plagiocl?sio, feldspatos alcalinos e agregados m?ficos (biotita e anfib?lio). Ambas foram metamorfizadas na f?cies xisto verde e a F?cies sienogran?tica rosa mostra-se milonitizada quando em zonas de cisalhamento. Foi identificado um evento deformacional d?ctil-r?ptil originado em regime compressivo, respons?vel pela gera??o de xistosidade e linea??o de estiramento mineral. A Zona de Cisalhamento Esperan?a relaciona-se a esta fase e reflete a hist?ria cinem?tica convergente, reversa a de cavalgamento, com transporte de topo para NWW. Quimicamente, esses litotipos classificam-se como granitoides do tipo A2 da s?rie alcalina pot?ssica saturada em s?lica. Determina??o geocronol?gica obtida pelo m?todo U-Pb (SHRIMP) em zirc?o...

Bat?lito Guapore?: uma extens?o do Complexo Granitoide Pensamiento em Mato Grosso, SW do Cr?ton Amaz?nico

NALON, Patr?cia Alves; SOUSA, Maria Z?lia Aguiar de; RUIZ, Amarildo Salina; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O Bat?lito Guapore? ? um corpo de aproximadamente 240 km2 alongado segundo a dire??o NW, localizado na regi?o de Vila Bela da Sant?ssima Trindade, estado de Mato Grosso. Situa-se nos dom?nios da Prov?ncia Rondoniana-San Ign?cio, no Terreno Paragu?, na por??o meridional do Cr?ton Amaz?nico. ? formado por monzogranitos e, subordinadamente, granodioritos, quartzo-monzonitos e sienogranitos, caracterizados por granula??o grossa e textura, em geral, porfir?tica a porfirocl?stica. Possui biotita como mineral m?fico prim?rio, por vezes, associada a anfib?lio, e encontra-se metamorfizado na f?cies xisto verde, exibindo estrutura milon?tica, em estreitas zonas de cisalhamento. Evid?ncias geoqu?micas indicam que essas rochas derivam de um magma c?lcio-alcalino de alto pot?ssio a shoshon?tico, metaluminoso a levemente peraluminoso evolu?do por cristaliza??o fracionada associada ? assimila??o crustal, possivelmente gerado em ambiente de arco continental. Duas fases de deforma??o relacionadas ? Orogenia San Ign?cio, caracterizadas pelo estiramento e alinhamento mineral evidenciadas pelas folia??es S1 e S2, foram identificadas nestas rochas. Foi obtida pelo m?todo de evapora??o de Pb em zirc?o uma idade de 1.314 ? 3 Ma...

Evolu??o geol?gica das sequ?ncias do embasamento do Cintur?o Araguaia na regi?o de Para?so do Tocantins (TO), Brasil

ARCANJO, Silvia Helena de Souza; ABREU, Francisco de Assis Matos de; MOURA, Candido Augusto Veloso
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Estudos isot?picos baseados nas metodologias Pb-Pb em zirc?o e Sm/Nd (rocha total), permitiram avan?os no entendimento do quadro geol?gico evolutivo e litoestratigr?fico do embasamento do segmento sul do Cintur?o Araguaia. Os processos geol?gicos identificados aconteceram a partir do Arqueano (2,6 Ga e TDM 2,78 ? 3,25 Ga) e se estenderam at? o Neoproterozoico. Os ortognaisses do Complexo Rio_dos Mangues posicionam-se no Paleoproterozoico (2,05 ? 2,08 Ga) e TDM 2,35 ? 2,21 Ga. Um forte encurtamento crustal e fus?o parcial de compartimentos isolados e espessados, gerou corpos ?gneos de 1,85 e 1,82 Ga e o Granito Serrote (1,86 Ga), que prov?m de fontes entre 2,50 e 2,43 Ga. No final do Mesoproterozoico a regi?o foi marcada por processos tafrogen?ticos, evidenciados por magmatismo m?fico e alcalino (1,05 Ga) e bacias deposicionais, como a que acolheu os sedimentos que originaram as supracrustais do Cintur?o Araguaia. No Neoproterozoico, atrav?s da invers?o nas condi??es geodin?micas, ocorreu novo processo de encurtamento/espessamento crustal com fus?es que originaram expressivas massas batol?ticas (Granitos Matan?a e Santa Luzia). O Cintur?o Araguaia foi edificado a partir dessa movimenta??o tect?nica. O transporte de massas tect?nicas no sentido do Cr?ton Amaz?nico teria ocorrido...

Geology, petrology and geochronology (Pb-Pb) of the Serra da Bocaina Formation: evidence of an Orosirian Amoguij? Magmatic Arc in the Rio Apa Terrane, south of the Amazonian Craton

BRITTES, Ana Fl?via Nunes; SOUSA, Maria Z?lia Aguiar de; RUIZ, Amarildo Salina; BATATA, Maria Elisa Fr?es; LAFON, Jean Michel; PLENS, Dalila Pexe
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Neste trabalho apresentam-se os resultados do mapeamento geol?gico e caracteriza??o petrol?gica da Forma??o Serra da Bocaina, pertencente ao Arco Magm?tico Amoguij? do Terreno Rio Apa, sul do Cr?ton Amaz?nico. A Forma??o Serra da Bocaina, na serra da hom?nima, consiste de rochas vulc?nicas paleoproterozoicas de composi??o intermedi?ria a predominantemente ?cida, classificadas como andesito e riolitos, subdivididas em cinco f?cies petrogr?ficas sendo quatro pirocl?sticas e uma efusiva, que mant?m contato tect?nico, a leste, com o Granito Carand?. Nas rochas estudadas estruturas tect?nicas s?o formadas em duas fases deformacionais compressivas de natureza d?ctil e d?ctil-r?ptil, respectivamente. A primeira fase, mais intensa, ? observada ao longo de toda a ?rea estudada e ? respons?vel pela Zona de Cisalhamento Santa Rosa enquanto a segunda fase ? mais discreta e localizada. O tratamento geoqu?mico indica que essas rochas foram geradas num ambiente de arco-vulc?nico a partir de um magmatismo calcioalcalino de m?dio a alto-K, peraluminoso. Estas rochas retratam um evento magm?tico extrusivo, de natureza explosiva, relacionado ? evolu??o do Arco Magm?tico Amoguij?, conforme resultado Pb-Pb em zirc?o de 1877,3 ? 3,9 Ma., interpretada como idade de cristaliza??o destas rochas.; ABSTRACT: This work presents the results of the geological mapping and the petrological characterization of the Serra da Bocaina Formation belonging to the Amoguij? Magmatic Arc of the Rio Apa Terrain. In the Bocaina hills...

Gnaisse Turvo: registro de magmatismo paleoproterozoico no Terreno Paragu? - sudoeste do Cr?ton Amaz?nico, Vila Bela da Sant?ssima Trindade, Mato Grosso

FIGUEIREDO, Fernando Lisboa Pinto de; RUIZ, Amarildo Salina; SOUSA, Maria Z?lia Aguiar de; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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O Gnaisse Turvo, objeto deste trabalho, corresponde a um ortognaisse polideformado exposto na regi?o de Vila Bela da Sant?ssima Trindade, sudoeste do estado de Mato Grosso. Do ponto de vista geotect?nico, est? inserido no Cr?ton Amaz?nico e representa o embasamento paleoproterozoico do Terreno Paragu?, um dos blocos crustais que formam a Prov?ncia Rondoniana-San Ign?cio (1,55 - 1,3 Ga). Duas f?cies foram identificadas a partir do estudo petrogr?fico: ?granada-anfib?lio-biotita gnaisse formada por granodioritos e ?anfib?lio-biotita gnaisse, mais abundante, de composi??o granodior?tica a sienogran?tica. A parag?nese identificada caracteriza o metamorfismo respons?vel por esses gnaisses como da f?cies anfibolito. A an?lise estrutural caracteriza duas fases de deforma??o em n?vel crustal d?ctil. A mais antiga (F1) ? respons?vel pelo desenvolvimento do bandamento gn?issico, enquanto as estruturas da fase (F2), orientadas segundo a dire??o N30-60W, indicam esfor?os compressivos com transporte tect?nico de SW para NE. A idade m?nima de cristaliza??o do Gnaisse Turvo, definida pelo m?todo Pb-Pb em evapora??o de zirc?o, corresponde a 1651 ? 4 Ma, sendo interpretada como idade de coloca??o do prot?lito ?gneo. Os dados litogeoqu?micos indicam que significativo magmatismo calcioalcalino de alto-K...

Vulcanismo f?lsico paleoproterozoico do Grupo Iricoum?, Dom?nio Erepecuru-Trombetas, Prov?ncia Amaz?nia Central: dados de campo, caracteriza??o petrogr?fica e geocronologia Pb-Pb em zirc?o

BARRETO, Carla Joana Santos; LAFON, Jean Michel; COSTA, L?cia Travassos da Rosa; LIMA, Evandro Fernandes de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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O Grupo Iricoum? compreende rochas vulc?nicas efusivas e pirocl?sticas, com texturas e estruturas bastante preservadas, que pertence a um extenso evento vulcano-plut?nico que marcou a regi?o central do Cr?ton Amaz?nico durante o Orosiriano. Tais rochas est?o expostas no noroeste do estado do Par?, na por??o meridional do sudoeste do Dom?nio Erepecuru-Trombetas, sul do Escudo das Guianas. Estudos petrogr?ficos permitiram distinguir um vulcanismo explosivo, predominante e representado por rochas pirocl?sticas (ignimbritos, reoignimbritos, tufo coignimbr?tico de queda e l?pili-tufo relacionado a surge), e um efusivo, subordinado, representado por fluxos de lavas coerentes e rochas hipabissais (andesitos, lampr?firos espessart?ticos e latitos). A maioria das rochas pirocl?sticas exibe fei??es diagn?sticas da deposi??o dos piroclastos sob altas temperaturas, sugerindo que as rochas vulc?nicas est?o provavelmente relacionadas a ambientes de gera??o de caldeiras. As idades Pb-Pb de 1888 ? 2,5 e 1889 ? 2 Ma obtidas em zirc?o de ignimbritos traquidac?ticos confirmam que a maioria das rochas estudadas pertence ao Grupo Iricoum?. Por outro lado, a idade Pb-Pb de 1992 ? 3 Ma obtida em zirc?o de um andesito evidencia um epis?dio vulc?nico efusivo orosiriano mais antigo...

Dep?sitos fl?vio-costeiros da Forma??o Raizama, Ediacarano-Cambriano da faixa Paraguai Norte, regi?o de Nobres, Mato Grosso, Brasil

SANTOS, Hudson Pereira; SILVA J?NIOR, Jos? Bandeira Cavalcante da; NOGUEIRA, Afonso C?sar Rodrigues; ABRANTES J?NIOR, Francisco Rom?rio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Dep?sitos silicicl?sticos da Forma??o Raizama de idade ediacarana-cambriana s?o expostos descontinuamente ao longo da margem sul do Cr?ton Amaz?nico e Faixa Paraguai Norte, centro-oeste do Brasil. Estes dep?sitos s?o interpretados por sucess?es costeiras progradacionais, sobrepondo em conformidade os dep?sitos carbon?ticos do Grupo Araras. A an?lise faciol?gica e estratigr?fica da se??o aflorante na regi?o de Nobres, Estado do Mato Grosso, permitiu a individualiza??o de dezessete f?cies sedimentares agrupadas em cinco associa??es de f?cies (AF): AF1) shoreface inferior consiste de arenitos com lamina??o plano-paralela e truncada por onda (microhummocky), intercalados por pelitos laminados, e com n?veis bioturbados por tubos verticais perfurantes; AF2) shoreface superior, formada por arenitos com estratifica??o plano-paralela e cruzada swaley; AF3) submar?, composta por arenitos com estratifica??es cruzadas tangenciais e acanaladas com recobrimentos de siltito/arenito muito fino interpretados como dep?sitos de canal e barras; AF4) plan?cie de mar? ? caracterizada por arenitos com estratifica??o cruzada tangencial e sigmoidal, lamina??o plano-paralela a cruzada de baixo ?ngulo, gretas de contra??o, intercalados por siltititos/arenito muito finos com acamamento flaser...

Evolu??o da regi?o de Santana do Araguaia (PA) com base na geologia e geocronologia Pb-Pb em zirc?o de granitoides

C?RREA, L?vio Wagner Chaves; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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A regi?o de Santana do Araguaia, foco deste trabalho, localiza-se no sudeste do Estado do Par?, que, por sua vez, fica no sudeste do Cr?ton Amaz?nico. Sob o ponto de vista tect?nico, posiciona-se no Dom?nio Santana do Araguaia, interpretado como um terreno arqueano afetado pelo Ciclo Transamaz?nico. Um estudo petrogr?fico e geocronol?gico, com suporte de dados de campo, foi empreendido em granitoides da regi?o com o intuito de desvendar a evolu??o desse dom?nio. Em termos modais, as rochas estudadas comp?em-se de biotita monzogranito, biotita metagranodiorito, hornblenda-biotita granodiorito, hornblenda-biotita metatonalito e enderbito. Essas rochas apresentam-se n?o deformadas a moderadamente deformadas, com algumas particularidades: o biotita metagranodiorito apresenta folia??o seguindo um trend E-W; o hornblenda-biotita metatonalito possui uma folia??o seguindo a dire??o NW-SE, com mergulhos normalmente altos a subverticais; o biotita monzogranito ? isotr?pico e os litotipos hornblenda-biotita granodiorito e enderbito apresentam apenas uma leve orienta??o de seus cristais, percept?vel principalmente em l?mina delgada. Esses litotipos foram analisados pelo m?todo de evapora??o de Pb de zirc?o, tendo sido obtidas as seguintes idades: biotita metagranodiorito...

Qu?mica mineral do vulcano-plutonismo paleoproterozoico da regi?o de S?o F?lix do Xingu (PA), Cr?ton Amaz?nico

CRUZ, Raquel Souza da; FERNANDES, Carlos Marcello Dias; JULIANI, Caetano; LAGLER, Bruno; MISAS, Carlos M?rio Echeverri; NASCIMENTO, Tatiane de Souza; JESUS, Aguinaldo Jos? Corr?a de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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As forma??es Sobreiro e Santa Rosa s?o resultado de intensas atividades vulc?nicas paleoproterozoicas na regi?o de S?o F?lix do Xingu (PA), SE do Cr?ton Amaz?nico. A Forma??o Sobreiro ? composta por rochas de f?cies de fluxo de lava andes?tica, com dacito e riodacito subordinados, al?m de rochas que comp?em a f?cies vulcanocl?stica, caracterizadas por tufo, lapilli-tufo e brecha polim?tica maci?a. Essas rochas exibem fenocristais de clinopirox?nio, anfib?lio e plagiocl?sio em uma matriz microl?tica ou traqu?tica. O clinopirox?nio ? classificado predominantemente como augita, com diops?dio subordinado, e apresenta caracter?siticas geoqu?micas de minerais gerados em rochas de arco magm?tico. O anfib?lio, representado pela magnesiohastingsita, foi formado sob condi??es oxidantes e apresenta texturas de desequil?brio, como bordas de oxida??o vinculadas ? degaseifica??o por al?vio de press?o. As rochas da Forma??o Santa Rosa foram extravasadas em grandes fissuras crustais de dire??o NE-SW, t?m caracter?sticas de evolu??o polif?sica e comp?em uma f?cies de fluxo de lava riol?tica e riodac?tica e uma f?cies vulcanocl?stica de ignimbritos, lapilli-tufos, tufos de cristais f?lsicos e brechas polim?ticas maci?as. Diques m?tricos e stocks de p?rfiros gran?ticos e granitoides equigranulares completam essa su?te. Fenocristais de feldspato pot?ssico...

Geocronologia e evolu??o crustal da ?rea do dep?sito de Cu-Au Gameleira, Prov?ncia Mineral de Caraj?s (Par?), Brasil

GALARZA TORO, Marco Antonio; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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O dep?sito de Cu-Au Gameleira est? hospedado nas rochas do Grupo Igarap? Pojuca, pertencente ao Supergrupo Itacai?nas, Prov?ncia Mineral de Caraj?s, SE do Cr?ton Amaz?nico. Esse grupo est? representado principalmente por rochas metavulc?nicas m?ficas (RMV), anfibolitos, biotita xistos, forma??es ferr?feras e/ou hidrotermalitos, cortadas por rochas intrusivas m?ficas (RIM), bem como por granitos arqueanos (2,56 Ga, Granito Deformado Itacai?nas) e paleoproteroz?icos (1,87 - 1,58 Ga, Granito Pojuca e Leucogranito do Gameleira). Cristais de zirc?o de um saprolito (2615 ? 10 Ma e 2683 ? 7 Ma) e de uma amostra de RIM (2705 ? 2 Ma), mostraram ser contempor?neos aos dos gabros do dep?sito ?guas Claras. Data??es Pb-Pb em rocha total e calcopirita de RMV indicaram idades de 2245 ? 29 Ma e 2419 ? 12 Ma, respectivamente, enquanto lixiviados de calcopirita indicaram idades de 2217 ? 19 Ma e 2180 ? 84 Ma. Essas idades s?o interpretadas como rejuvenescimento parcial provocado pelas intrus?es gran?ticas proteroz?icas (1,58 e 1,87 Ga) ou pelas reativa??es tect?nicas associadas aos Sistemas Transcorrentes Caraj?s e Cinzento, ou total, provocada pelas ?ltimas. As idades-modelo TDM de 3,12 e 3,33 Ga para as RMV e RIM e os valores de ?Nd (t) de -0...

Field and petrographic data of 1.90 to 1.88 Ga I- and A-type granitoids from the central region of the Amazonian Craton, NE Amazonas State, Brazil

VALERIO, Crist?v?o da Silva; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano; SOUZA, Valmir da Silva
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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O SW do munic?pio de Presidente Figueiredo, localizado no Estado do Amazonas, Nordeste do Cr?ton Amaz?nico Central, Brasil, hospeda granitoides do tipo I de idade entre 1890 a 1898 Ma (Terra Preta Granito, Su?te ?gua Branca), hornblenda-sienogranitos do tipo A (Sienogranito Canoas da Su?te Mapuera), rochas vulc?nicas ?cidas ? intermedi?rias (Grupo Iricoum?) e granitos rapakivi de idades entre 1883 a 1889 Ma (Granito S?o Gabriel da Su?te Mapuera), e rochas afins (quartzo-gabro-anortosito e diorito), al?m de quartzo-monzonito Castanhal, milonitos e hornfels. A f?cies quartzo-diorito do granito Terra Preta foi formada por processos de mistura entre um dique quartzo-gabro sinplut?nico e um granodiorito hornblenda. Gl?bulos parcialmente assimilados de sienogranitos hornblenda Canoas e seus contatos com o granodiorito hornblenda Terra Preta sugerem que o sienogranito Canoas ? um pouco mais jovem do que o Granito Terra Preta. Xen?litos do sienogranito Canoas no interior do Granito S?o Gabriel mostram que o granito ? mais jovem do que o sienogranito Canoas. Novas evid?ncias geol?gicas e petrogr?ficas avan?am na compreens?o petrol?gica destas rochas e sugerem que, al?m de cristaliza??o fracionada, assimila??o e mistura de magma, desempenharam um papel importante...

Ambiente fl?vio-delt?ico influenciado por mar? e tempestade da Forma??o Rio Maria, leste da Prov?ncia Caraj?s (SE) do Cr?ton Amaz?nico

NASCIMENTO, Marivaldo dos Santos; OLIVEIRA, Camila Vilar de; ALTHOFF, Fernando Jacques
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A Forma??o Rio Maria compreende uma sucess?o sedimentar progradante depositada em mar epicontinental desenvolvido ao longo da borda leste da Prov?ncia Caraj?s ? a mais antiga prov?ncia do Cr?ton Amaz?nico ? tendo sido intrudida por granitos em torno de 1.88 Ga. Quatro associa??es de f?cies foram reconhecidas: prodelta-barras distais, frente deltaica-shoreface, plan?cie deltaica-distribut?rios e canais fluviais. Estratifica??es cruzadas hummocky e swaley de grande porte (> 1 m) atestam influ?ncia de ondas de tempestade nos dep?sitos de shoreface (tempestitos) e estratifica??es bipolares com recobrimento argiloso indicam atua??o de processos de mar?. As composi??es modais dos componentes detr?ticos do quartzarenito, sublitarenito e arc?seo indicam fontes de blocos continentais (Cr?ton interior, segundo a classifica??o de Dickinson). Os minerais pesados (por exemplo, zirc?o, turmalina, estaurolita, epidoto, etc.) sugerem contribui??es de rochas plut?nicas f?lsicas e metam?rfica. Gr?os de zirc?o muito bem arredondados podem ser relacionados a sedimentos reciclados ou intensamente retrabalhados, ou fontes metam?rficas. Esses litotipos podem ser atribu?dos ?s rochas que constituem o Bloco Rio Maria, que inclui granitos e rochas metam?rficas do terreno granito-greenstone de Rio Maria (3.0 ? 2.86 Ga).; ABSTRACT: The Rio Maria Formation is a siliciclastic sedimentary sequence deposited in an eiperic sea formed along of eastern edge of the Caraj?s Province ? the oldest Archean province of the Amazonian Craton ? being intruded by rapakivi-type granite (1.88 Ga). Four facies associations have been recognized: prodelta-distal bar...

Geologia, Petrografia e Geoqu?mica do Bat?lito Seringa, Prov?ncia Caraj?s, SSE do Par?

PAIVA J?NIOR, Ant?nio Lima de; LAMAR?O, Claudio Nery; LIMA, Paulo Henrique Ara?jo
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O Granito Seringa, com cerca de 2250 km2 de superf?cie afl orante, representa o maior bat?lito da Prov?ncia Caraj?s. ? intrusivo em unidades arqueanas do Terreno Granito-Greenstone de Rio Maria, sudeste do Cr?ton Amaz?nico. ? constitu?do por dois grandes conjuntos petrogr?ficos: a) rochas monzogran?ticas, representadas por bitotita-anfib?lio monzogranito grosso (BAMGrG) e anfib?lio-bitotita monzogranito grosso (ABMGrG); b) rochas sienogran?ticas, representadas por anfib?lio-biotita sienogranito porfir?tico (ABSGrP), leucosienogranito heterogranular (LSGrH), leucomicrosienogranito (LMSGr) e anfib?lio-biotita sienogranito heterogranular (ABSGrH). Biotita e anfib?lio s?o os minerais varietais e zirc?o, apatita, minerais opacos e allanita, os acess?rios. O Granito Seringa mostra car?ter subalcalino, metaluminoso a fracamente peraluminoso e possui altas raz?es FeOt/FeOt+MgO (0,86 a 0,97) e K2O/Na2O (1 a 2). Os ETR mostram padr?o de fracionamento moderado para os ETRL e sub-horizontalizado para os ETRP. As anomalias negativas de Eu s?o fracas nas rochas monzogran?ticas e moderadas a acentuadas nas sienogran?ticas e leucomonzogran?ticas, respectivamente, com exce??o dos ABSGrP. Mostra afinidades geoqu?micas com granitos intraplacas ricos em ferro...

Petrografia, qu?mica mineral e processos hidrotermais associados ao dep?sito de ouro S?o Jorge, Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, Cr?ton Amaz?nico

BORGES, R?gis Munhoz Kr?s; DALL'AGNOL, Roberto; LAMAR?O, Claudio Nery; FIGUEIREDO, Marco Aur?lio Benevides Maia; LEITE, Albano Ant?nio da Silva; BARROS, Carlos Eduardo de Mesquita; COSTI, Hilton T?lio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O dep?sito de ouro S?o Jorge, de idade paleoproteroz?ica, est? situado na Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s, Cr?ton Amaz?nico. Ele est? hospedado em um anfib?lio-biotita-monzogranito constitu?do por quartzo, feldspato pot?ssico, plagiocl?sio, anfib?lio, biotita, titanita e opacos. Quatro associa??es minerais foram reconhecidas no dep?sito. A associa??o 1, formada durante o est?gio magm?tico, ? caracterizada pela presen?a de anfib?lio e andesina-oligocl?sio. A associa??o 2 mostra substitui??o total do anfib?lio e intensa saussuritiza??o do plagiocl?sio prim?rio; o epidoto ? uma fase marcante e a biotita ? parcialmente cloritizada. As associa??es 3 e 4 est?o relacionadas aos processos hidrotermais que geraram a mineraliza??o de sulfeto e ouro. A assembl?ia 3 ? dominada por clorita e plagiocl?sio alb?tico, com quantidade subordinada de mica branca e, por vezes, biotita. A associa??o 4 ? dominada por mica branca, pirita e carbonatos sendo o resultado de uma altera??o f?lica com carbonata??o associada. O geoterm?metro da clorita sugere temperaturas de 300?40 ?C para as associa??es 3 e 4. O geobar?metro do Al na hornblenda indica press?es em torno de 1 kbar para a cristaliza??o dos granitos mineralizados. Condi??es oxidantes, acima do tamp?o NNO...

Dep?sitos carbon?ticos de Tangar? da Serra (MT): uma nova ocorr?ncia de capa carbon?tica neoproteroz?ica no sul do Cr?ton Amaz?nico

SOARES, Joelson Lima; NOGUEIRA, Afonso C?sar Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Capas carbon?ticas se traduzem num dos mais importantes dep?sitos relacionados ao final das glacia??es globais neoproteroz?icas. Na regi?o de Tangar? da Serra, margem sul do Cr?ton Amaz?nico, foi descrita uma sucess?o carbon?tica neoproteroz?ica de aproximadamente 20 m de espessura que inclui o topo da Forma??o Mirassol d'Oeste e a base da Forma??o Guia, respectivamente as capas dolom?tica e calc?ria da base do Grupo Araras. A capa dolom?tica ? composta por dolograisntones peloidais rosados com lamina??o plano paralela e truncamentos de baixo ?ngulo, interpretados como registros de uma plataforma rasa a moderadamente profunda. A capa calc?ria consiste em siltitos maci?os e laminados e calc?rios finos cristalinos com acamamento de megamarcas onduladas, interpretados como dep?sitos de plataforma mista moderadamente profunda dominada por ondas. Calc?rios finos cristalinos com lamina??o ondulada/marcas onduladas e leques de cristais (pseudomorfos de aragonita) intercalados com folhelhos foram interpretados como dep?sitos de plataforma profunda e supersaturada em CaCO3. Calc?rios com estruturas de escorregamento (slump), lamina??es convolutas e falhas sin-sedimentares caracterizam dep?sitos de talude e diques neptunianos, preenchidos por brechas calc?rias...

Granitos p?rfiros da regi?o de vila Riozinho, prov?ncia aur?fera do Tapaj?s: petrografia e geocronologia

LAMAR?O, Claudio Nery; SOUZA, Kleber Silva de; DALL'AGNOL, Roberto; GALARZA TORO, Marco Antonio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A Prov?ncia Aur?fera do Tapaj?s (PAT) est? localizada na por??o central do cr?ton Amaz?nico e ? dominada por rochas gran?ticas e vulc?nicas paleoproteroz?icas intermedi?rias a f?lsicas em composi??o. A regi?o de Vila Riozinho, situada na parte centro-leste da PAT e formada pelas localidades de Vila Riozinho, Moraes Almeida e Jardim do Ouro, engloba as principais unidades geol?gicas que caracterizam a PAT. Este trabalho apresenta novos dados petrogr?ficos e geocronol?gicos de granitos p?rfiros que ocorrem associados a rochas monzogran?ticas do corpo S?o Jorge Antigo e a ignimbritos e riolitos da Forma??o Moraes Almeida e leucogranitos da Su?te Intrusiva Maloquinha. Os dados geocronol?gicos revelaram, pelo menos, dois per?odos distintos de gera??o de granitos p?rfiros na regi?o. O primeiro, associado ao magmatismo c?lcico-alcalino de 1,98 Ga e o segundo, a rochas alcalinas de idades em torno de 1,88 Ga. Imagens de el?trons retro-espalhados e an?lises de EDS (Energy Dispersive Spectrometry) obtidas atrav?s de um microsc?pio eletr?nico de varredura (MEV) mostraram que s?o freq?entes as ocorr?ncias de part?culas de ouro nos granitos p?rfiros ora preenchendo cavidades em cristais de quartzo e plagiocl?sio, ora associadas a cristais de epidoto e ?lcali-feldspato. Tal fato sugere que esses granitos podem ter contribu?do para a mineraliza??o de ouro da regi?o de Vila Riozinho e mostra a necessidade de estudos detalhados para elucidar a import?ncia metalogen?tica dessas rochas na mineraliza??o aur?fera da regi?o.; ABSTRACT: The Tapaj?s Gold Province (TGP) is located in the center of the Amazonian craton. It is dominated by Paleoproterozoic calc-alkaline and A-type granitoids and intermediate to felsic volcanic sequences. The Vila Riozinho region...