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Gestão da fertilização azotada em couve Penca de Mirandela (Brassica oleracea, var. costata) recorrendo a fertilizantes que libertam os nutrientes de forma condicionada

Santos, Helga; Rodrigues, M.A.; Dias, L.G.; Arrobas, Margarida
Fonte: Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo Publicador: Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A couve Penca de Mirandela foi recentemente certificada e tem sido objecto de promoção pelas autoridades locais com a organização de feiras e concursos. O ciclo cultural típico desta couve inicia-se ao Verão com a instalação dos viveiros, sendo a transplantação efectuada no final desta estação. A colheita ocorre próximo do fim do Outono, tendo como pico de consumo a época natalícia, O ciclo cultural deste vegetal toma difícil a gestão da fertilização azotada. As taxas de crescimento mais elevadas, e também as maiores necessidades de azoto, 000item no Outono, quando o risco potencial de lixiviação de nitratos á já bastante elevado, Neste contexto, fará todo o sentido equacionar-se o uso de fertilizantes que condicionem a libertação de azoto, Neste trabalho silo apresentados resultados de um ensaio de campo com couve tronchuda que decorreu em Bragança em que se utilizaram fertilizantes que libertam N de forma condicionada Floranid (FIo) (adubo de libertação lenta, Isodor/lBDU) Basacote (Bas) (adubo revestido por polímero), Entec (Ent) (adubo com inibidor da nitrificação DMPP). Foi também utilizada ureia e incluída uma modalidade testemunha. Os fertilizantes foram aplicados na dose de 120 kg N há-1. A ureia foi aplicada integralmente em fundo (Uf) e fraccionada a 50% (Uf+c). Os quantitativos dos outros nutrientes foram ajustados usando adubos simples. Os tratamentos foram dispostos num delineamento experimental completamente casualizado com três repetições

Resposta da couve Tronchuda (Brassica oleracea var costata) à aplicação de azoto, boro e um fertilizante orgânico para agricultura biológica

Rodrigues, M.A.; Pereira, J.A.; Arrobas, Margarida; Andrade, P.B.; Bento, Albino
Fonte: Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo Publicador: Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Resposta da couve Tronchuda (Brassica oleracea var. costata) à aplicação de azoto e boro e de um fertilizante orgânico autorizado em agricultura biológica

Rodrigues, M.A.; Pereira, J.A.; Arrobas, Margarida; Andrade, P.B.; Bento, Albino
Fonte: Sociedade Portuguesa de Ciências Agrárias Publicador: Sociedade Portuguesa de Ciências Agrárias
Tipo: Artigo de Revista Científica
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47.15%
Os portugueses são dos maiores apreciadores mundiais de brássicas. A couve Tronchuda é cultivada em Portugal em área superior a 1000 ha. O seu consumo é sobretudo apreciado na quadra natalícia. Neste trabalho reportam-se resultados da fertilização com azoto e boro, na forma de adubos convencionais, e da utilização de Dix10 (com 10 % N total), um fertilizante orgânico autorizado em agricultura biológica. Plantas de raiz protegida foram transplantadas a 29 de Agosto de 2005 num compasso 0,8x0,5 m. O solo, de textura franca, continha 0,83 % matéria orgânica, 5,2 pH(H2O) e teores em P e K médios e altos, respectivamente. Foram estabelecidas seis modalidades: sem adubação (SAd); Dix10, em dose equivalente a 80 kg N/ha; modalidades com 80 (NB) e 160 (N+) kg N/ha, na forma de ureia; e modalidades sem B (B-) e com aplicação de 2,2 (NB) e 4,4 (B+) kg B/ha. Todas as modalidades de B foram fertilizadas com 80 kg N/ha e as de N com 2,2 kg B/ha, coincidindo na modalidade NB as doses médias de N e B. As plantas SAd produziram 13,7 Mg biomassa/ha e exportaram 33,9 kg N/ha e 40,9 g B/ha, valores significativamente inferiores às modalidades fertilizadas. Dix10 produziu 18,0 Mg de biomassa/ha e exportou 45,1 kg N/ha e 51,3 g B/ha. A modalidade NB originou maior produção de biomassa (38...

Composição química e actividade antioxidante das folhas internas da couve tronchuda

Pereira, J.A.; Sousa, C.; Ferreres, F.; Valentão, P.; Seabra, R.M.; Andrade, P.B.
Fonte: Instituto Politécnico de Beja Publicador: Instituto Politécnico de Beja
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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67.65%
A couve tronchuda (Brassica oleracea L. var. costata DC) é uma das couves mais consumidas pelos portugueses, especialmente durante o Inverno, apresentando as folhas (internas e externas) diferenças organolépticas marcadas. No presente trabalho procedeu-se à caracterização química das folhas internas de couve tronchuda, através da identificação e quantificação dos compostos fenólicos e dos ácidos orgânicos que as compõem e avaliou-se o seu potencial antioxidante. Foram identificados e quantificados, por HPLC-DAD-ESI-MS e HPLC/DAD, respectivamente, 17 compostos fenólicos: quercetina 3-O-soforósido-7-O-glucósido, ácido 3-p-cumaroilquínico, campferol 3-O-soforósido-7-O-glucósido, campferol 3-O-(cafeoil)-soforósido-7-O-glucósido, ácido sinapoilglucósido, campferol 3-O-(sinapoil)-soforósido-7-O-glucósido, campferol 3-O-(feruloil)-soforósido-7-O-glucósido, campferol 3-O-(p-cumaroil)-soforósido-7-O-glucósido, ácido 4-p-cumaroilquínico, ácido sinápico, campferol 3-O-soforósido, 3 isómeros de 1,2-di-sinapoilgentiobiose, 1-sinapoil-2-feruloilgentiobiose, 1,2,2-tri-sinapoilgentiobiose e 1,2’-di-sinapoil-2-feruloilgentiobiose. Foram também identificados e quantificados, por HPLC/UV, sete ácidos orgânicos (ácidos aconítico...

Valor nutricional e potencial nutracêutico de inflorescências de couve-nabo (Brassica napus var napus) e couve-tronchuda (Brassica oleraceae var costata).

Barros, Lillian; Batista, Cátia Emanuela Oliveira; Carvalho, Ana Maria; Ferreira, Isabel C.F.R.
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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67.64%
Neste trabalho, avaliou-se a composição nutricional e o potencial nutracêutico, nomeadamente antioxidante, dos grelos, inflorescências da couve-nabo (Brassica napus L. var. napus) e dos espigos, inflorescências da couve-tronchuda (Brassica oleracea L. var. costata). As duas variedades de Brassica estudadas mostraram ser verduras nutricionalmente equilibrados, em particular os espigos que mostraram conter teores mais elevados de humidade, proteínas, energia, lípidos, β-caroteno e vitamina C. Os grelos revelaram maiores teores de cinzas, glúcidos totais, açúcares livres (incluindo frutose, glucose, sacarose e rafinose), ácido gordo n-3 essencial, ácido α- linolénico, as melhores razões PUFA/SFA e ácidos gordos n-6/n-3, tocoferóis, licopeno, clorofilas, fenóis, flavonóides, apresentando também mais propriedades antioxidantes.

Valor nutricional e potencial nutracêutico de inflorescências de couve-nabo (Brassica napus var napus) e couve-tronchuda (Brassica oleraceae var costata).

Barros, Lillian; Batista, Cátia Emanuela Oliveira; Carvalho, Ana Maria; Ferreira, Isabel C.F.R.
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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47.37%
Na Península Ibérica as verduras (silvestres ou tradicionalmente cultivadas) têm sido alimentos importantes na dieta humana. O valor nutricional de verduras e os seus benefícios para a saúde têm sido reconhecidos como importantes alvos de investigação. Os grelos, inflorescências da couve-nabo (Brassica napus L. var. napus) e os espigos, inflorescências da couve-tronchuda (Brassica oleracea L. var. costata DC.) são exemplos de espécies tradicionalmente cultivadas e amplamente consumidas nas regiões do Norte de Portugal. Neste trabalho, avaliou-se a composição nutricional e o potencial nutracêutico, nomeadamente antioxidante, das espécies mencionadas anteriormente. O valor nutricional foi determinado através dos índices de lípidos, proteínas, cinzas e glúcidos, tendo sido também calculado o seu valor energético. A caracterização nutracêutica incluiu a determinação de antioxidantes hidrofílicos (ácido ascórbico, fenóis, flavonóides e açúcares), lipofílicos (carotenóides, clorofilas, tocoferóis e ácidos gordos). As propriedades antioxidantes foram avaliadas por métodos químicos e bioquímicos [1]. As duas variedades de Brassica estudadas mostraram ser verduras nutricionalmente equilibrados...

Análise cromatográfica de ácidos orgânicos em cogumelos silvestres comestíveis do Nordeste de Portugal: validação de uma técnica de UFLC-PDA

Barros, Lillian; Pereira, Carla; Ferreira, Isabel C.F.R.
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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26.82%
Na Península Ibérica as verduras (silvestres ou tradicionalmente cultivadas) têm sido alimentos importantes na dieta humana. O valor nutricional de verduras e os seus benefícios para a saúde têm sido reconhecidos como importantes alvos de investigação. Os grelos, inflorescências da couve-nabo (Brassica napus L. var. napus) e os espigos, inflorescências da couve-tronchuda (Brassica oleracea L. var. costata DC.) são exemplos de espécies tradicionalmente cultivadas e amplamente consumidas nas regiões do Norte de Portugal. Neste trabalho, avaliou-se a composição nutricional e o potencial nutracêutico, nomeadamente antioxidante, das espécies mencionadas anteriormente. O valor nutricional foi determinado através dos índices de lípidos, proteínas, cinzas e glúcidos, tendo sido também calculado o seu valor energético. A caracterização nutracêutica incluiu a determinação de antioxidantes hidrofílicos (ácido ascórbico, fenóis, flavonóides e açúcares), lipofílicos (carotenóides, clorofilas, tocoferóis e ácidos gordos). As propriedades antioxidantes foram avaliadas por métodos químicos e bioquímicos [1]. As duas variedades de Brassica estudadas mostraram ser verduras nutricionalmente equilibrados...

Propriedades nutricionais e nutracêuticas de grelos e espigos

Batista, Cátia Emanuela Oliveira
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária Publicador: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária
Tipo: Dissertação de Mestrado
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27.46%
Neste trabalho, estudaram-se duas das hortaliças cultivadas e tradicionalmente consumidas nas regiões do Norte de Portugal: espigos e grelos, designações que correspondem às inflorescências de couve-nabo (Brassica napus var napus) e de couve-tronchuda ou couve-Portuguesa (Brassica oleracea var costata), respetivamente. Determinou-se a sua composição química, o perfil nutricional e as suas propriedades antioxidantes, avaliadas in vitro utilizando quatro ensaios diferentes: atividade captadora de radicais 2,2-difenil-1-picril-hidrazilo (DPPH), poder redutor, inibição da descoloração do -caroteno e inibição da peroxidação lipídica pela diminuição da formação de substâncias reativas do ácido tiobarbitúrico (TBARS) em homogeneizados de células cerebrais. As amostras estudadas revelaram ser vegetais nutricionalmente equilibrados, em particular os espigos que mostraram conter teores mais elevados de humidade, proteínas, energia, lípidos, β-caroteno e vitamina C. Os grelos revelaram maiores teores de cinzas, glúcidos, açúcares (incluindo frutose, glucose, sacarose e rafinose), ácido gordo n-3 essencial, ácido α- linolénico, as melhores razões PUFA/SFA e ácidos gordos n-6/n-3, tocoferóis, licopeno...

Abundância de larvas e pupas de Plutella xylostella (Linnaeus, 1758) (Lepidoptera: Plutellidae) em Brassica oleracea l.var. Acephala d.c., mortalidade causada por parasitóides e biologia de Tetrastichus sokolowskii Kurdjmov, 1912 (Hymenoptera: Eulophidae)

Ferronatto, Edna Maria de Oliveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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16.56%
Com o objetivo de estimar-se a densidade de Plutella xylostella (Linnaeus, 1758) numa cultura de Brassica oleracea L. var. acephala D C., cultivar "tronchuda portuguesa", foram realizadas amostras a intervalos regulares durante a estação 1980/81, na Estação Experimental Fitotécnica de Viamão, Distrito de Águas Claras, Município de Viamão, R.S. A área experimental consistiu de 500 plantas de couve; a unidade de amostra foi a folha. Na estação de 1980/81, em paralelo, estimou-se a mortalidade ocasionada por parasitóides aos estágios de larva e pupa. Acompanharam-se durante todo o período de ocorrência em campo as variações nas taxas de parasitismo em relação ao nível da população da praga. As três espécies predominantes de parasitóides foram Tetrastichus sokolowskii Kurdjmov, 1912. Apanteles piccotrichosus Blanchard, 1943 e Spilochalcis sp. aff. a fulvovariegata (Cameron, 1884). Em 1981/82, o parasitismo foi estimado independentemente da densidade do hospedeiro. Para as amostras, consideraram-se apenas os dois últimos estádios larvais. Nas condições em que foram realizados os experimentos, a ocorrência de P. xylostella e de seu complexo de parasitóides restringiu-se a um curto período do ano. Fora deste...

Resistência de genótipos de couve-de-folha Brassica oleracea var. acephala a Ascia monuste orseis (Godart, 1818) (Lepidoptera: pieridae)

Schlick-Souza, Eunice Cláudia
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xiv, 71 f. : il. color., grafs., tabs.
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37.25%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; A couve-de-folha, Brassica oleracea (L.) var. acephala, é atacada por diversas pragas, e o curuquerê, Ascia monuste orseis (Godart) (Lepidoptera: Pieridae), destaca-se como uma das mais importantes, causando intensas desfolhas às plantas. O principal método de controle deste inseto é feito através da aplicação de inseticidas sintéticos, com reconhecidos prejuízos ao meio ambiente. Considerando-se a importância desse inseto para a cultura da couve-de-folha e também os efeitos indesejáveis decorrentes de aplicações de inseticidas para seu controle, a presente pesquisa teve como objetivo avaliar a resistência de genótipos de couve-de-folha frente A. monuste orseis e estudar os tipos de resistência envolvidos através da realização de ensaios com adultos (atratividade e preferência para oviposição) e lagartas (preferência alimentar e antibiose), sob condições de laboratório e casade- vegetação. Para a instalação dos bioensaios, foi mantida uma criação de A. monuste orseis em casa-de-vegetação. Foram avaliados 29 genótipos de couve-de-folha: Manteiga de Ribeirão Pires I-2620 (MRP I-2620)...

Levantamento das espécies de nematoides das galhas em áreas de cultivo de olerícolas e reação de espécies vegetais a Meloidogyne enterolobii E M. Javanica

Rosa, Juliana Magrinelli Osório
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: ix, 149 f : il. , color. , gráfs., tabs.
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16.56%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; O objetivo do estudo foi realizar levantamentos em áreas produtoras de olerícolas na região de Botucatu, SP, e a multiplicação de M. enterolobii e M. javanica em diferentes espécies vegetais. Primeiramente, levantamentos nematológicos foram realizados em 32 propriedades com produção de olerícolas (Botucatu, São Manuel, Arealva, Bauru, Manduri, Pirajuí e Taguaí). Nesse estudo, M. javanica, M. incognita e M. hapla foram detectadas no município de Botucatu; M. incognita em Arealva e Bauru; M. incognita e M. javanica em Taguaí. M. enterolobii foi detectada em Pirajuí e Manduri, sendo neste último município também detectadas as espécies M. javanica e M. incognita. No processamento de solo, 29% apresentaram infestação com Meloidogyne spp., 46% apresentaram Helicotylenchus spp., 8% de Pratylenchus spp., 3% de Rotylenchulus reniformis, 1% de Tylenchulus semipenetrans e 88% de nematoides de vida livre. O processamento de raiz mostraram que 40% das amostras apresentaram Meloidogyne spp., 28% de Helicotylenchus spp., 9% de Pratylenchus spp., 1% de R. reniformis e 72% de nematoides vida livre. Na segunda etapa...

Identificação de marcadores moleculares ligados ao gene de resistência ao míldio, PpALG1 em Brassica oleracea var tronchuda

Alabaça, Cláudia S.
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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37.15%
Dissertação mest., Engenharia Biológica, Universidade do Algarve, 2009; O míldio das Crucíferas, causado pelo oomicete Hyaloperonospora Constant. parasitica (Pers. Ex Fr.) (Constantinescu e Fatehi, 2002), é uma doença que afecta a família Brassicaceae, sobretudo as espécies do género Brassica. Anteriormente, tinha sido identificada uma linha de Couve Algarvia (Brassica oleracea var tronchuda) resistente ao míldio na fase adulta cuja resistência se demonstrou ser controlada por um único gene dominante, designado PpALG1 (Monteiro et al., 2005). Este trabalho teve como objectivo a identificação de marcadores moleculares ligados ao gene PpALG1. Utilizando a estratégia de “Bulked Segregant Analysis” (BSA) para testar marcadores mapeados ao longo do mapa genético de B. oleracea concluiu-se que o gene PpALG1 se encontra ligado no mesmo grupo de ligamento (LG3) onde se encontra localizado o gene de resistência ao míldio, Pp523, identificado numa linha de brócolo. A estratégia de BSA foi novamente utilizada para testar marcadores seleccionados deste grupo, bem como para identificar novos marcadores RAPD ligados ao gene em estudo. Paralelamente foram testados marcadores STS provenientes de clones BAC de B. oleracea...

Compostos bioactivos em plantas Brassicacea e o potencial efeito na Saúde Humana

Aires, Alfredo Augusto de Carvalho
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Tese de Doutorado
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28.09%
Tese de Doutoramento em Ciências Agronómicas,; Em Portugal, entre a grande diversidade de espécies hortícolas produzidas e consumidas, destacam-se as pertencentes à família Brassicaceae, em particular o género Brassica, normalmente designadas por “Brássicas” ou simplesmente “couves”. Estas plantas, para além de constituírem uma fonte de proteína e fibra, hidratos de carbono, vitaminas e minerais, contêm também outro tipo de compostos que desempenham um papel biológico importante, na medida em que podem intervir em mecanismos de eliminação de radicais livres resultantes do metabolismo celular e na prevenção de doenças de diversa etiologia. São os chamados “compostos bioactivos”. Entre estes, destacam-se os glucosinolatos e seus hidrolisados e os polifenóis. A investigação que se apresenta nesta dissertação centra-se no estudo dos glucosinolatos, compostos fenólicos totais e flavonóides totais, vitamina C, aminoácidos-livres e minerais, tendo por objectivo avaliar as suas variações e alguns dos seus efeitos biológicos. Com este propósito foram estruturados os seguintes capítulos: Capítulo 1 - “Introdução Geral”. Neste capítulo, faz-se uma introdução geral ao tema, com a respectiva justificação e apresentam-se os principais objectivos. Capítulo 2 - “Revisão Bibliográfica”. Compreende a informação relativa à importância sócio-económica das Brássicas em Portugal e no Mundo e da respectiva composição e valor alimentar...

Calcium, phosphorus, iron and ashes determination in some vegetables in the fam. cruciferae; Determinação do cálcio, fósforo, ferro e Cinzas em algumas hortaliças da família das cruciferae

Roperto, Roberto; Bonoldi, Virgílio; Monzoni, Isaltina Prestes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/1952 POR
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27.6%
The article has no abstract.; Os autores determinaram pelos métodos correntes clássicos os teôres de cálcio, fósforo e ferro, além das cinzas, em diversas hortaliças da família das Cruciferae, ou seja, na couve verde (Brassica oleracea. L. var. acephala. D.C.); couve. tronchuda (Brassica oleracea, L. var. bullata, D.C.); repôlho (Brassica oleracea, L. var. capitata, L.); agrião d’água (Koripa nasturlium, Rusby). Encontraram como média os resultados das determinações realizadas sôbre dezesseis amostras de cada uma das citadas hortaliças, e em estado crú os seguintes valores (mg para 100 g de amostra):                               Cinzas   Fe     Ca       P   Couve tronchuda.... 1565   5,1   210,4   48,3Couve verde.......... 1561   3,0   260,0   44,5Repolho................. 921     3,4    75,0    40,2Agrião d'água......... 1109   3,8   105,9   43,5A relação cálcio-fósforo é: para a couve tronchuda — 4,3:1; para a couve verde — 6:1; para o repôlho — 2:1; e para o agrião d’água — 2,5:1. Tais dados referem-se à parte comestível do vegetal e de exemplares provenientes das chácaras dos arredores de São Paulo ou dos outros produtores que o abastecem normalmente.       

Resposta da couve Tronchuda (Brassica oleracea var. costata) à aplicação de azoto e boro e de um fertilizante orgânico autorizado em Agricultura Biológica

Rodrigues,M. A.; Pereira,J. A.; Arrobas,M.; Andrade,P. B.; Bento,A.
Fonte: Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal Publicador: Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
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47.15%
Os portugueses são dos maiores apreciadores mundiais de brássicas. A couve Tronchuda é cultivada em Portugal em área superior a 1000 ha. O seu consumo é sobretudo apreciado na quadra natalícia. Neste trabalho reportam-se resultados da fertilização com azoto e boro, na forma de adubos convencionais, e da utilização de Dix10 (com ˜10 % N total), um fertilizante orgânico autorizado em agricultura biológica. Plantas de raiz protegida foram transplantadas a 29 de Agosto de 2005 num compasso 0,8x0,5 m. O solo, de textura franca, continha 0,83 % matéria orgânica, 5,2 pH(H2O) e teores em P e K médios e altos, respectivamente. Foram estabelecidas seis modalidades: sem adubação (SAd); Dix10, em dose equivalente a 80 kg N/ha; modalidades com 80 (NB) e 160 (N+) kg N/ha, na forma de ureia; e modalidades sem B (B-) e com aplicação de 2,2 (NB) e 4,4 (B+) kg B/ha. Todas as modalidades de B foram fertilizadas com 80 kg N/ha e as de N com 2,2 kg B/ha, coincidindo na modalidade NB as doses médias de N e B. As plantas SAd produziram 13,7 Mg biomassa/ha e exportaram 33,9 kg N/ha e 40,9 g B/ha, valores significativamente inferiores às modalidades fertilizadas. Dix10 produziu 18,0 Mg de biomassa/ha e exportou 45,1 kg N/ha e 51,3 g B/ha. A modalidade NB originou maior produção de biomassa (38...