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A influência do estresse experimentado por cavalos de corrida, em determinados momentos de sua rotina, sobre a função imune in vitro; Influence of stress on in vitro immune function in Thoroughbred racehorses

Meleiro, Mônica Cristina Zandoná
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/07/2006 PT
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37.45%
Embora os cavalos apresentem características excepcionais frente a situações de estresse na natureza, foi considerada a possibilidade do cavalo de corrida ser submetido, por vezes, a alguma situação de estresse, que afetasse sua saúde e bem estar. Foram verificadas alterações do número e da função de populações celulares implicadas com a defesa, principalmente neutrófilos e linfócitos. Trinta cavalos de corrida da raça puro-sangue inglês, locados no Jockey Club de São Paulo, na cidade de São Paulo, foram utilizados. Os animais foram divididos em dois grupos e as amostras de sangue foram coletadas em momentos diferentes da rotina dos animais. No grupo I, foram coletadas amostras onze dias antes da corrida (-11d), imediatamente após a corrida (0d), um dia após a corrida (+1d), dois dias após a corrida (+2d) e três dias após a corrida (+3d). Enquanto, no grupo II as amostras foram coletadas oito dias antes da corrida (-8d), imediatamente após a corrida (0d), um dia após a corrida (+1d) e cinco dias após a corrida (+5d). Foram realizados ensaios de fagocitose e burst oxidativo dos neutrófilos, determinação de cortisol sérico, ensaios de apoptose, linfoproliferação e hemograma. A função de fagocitose, tanto em porcentagem...

Distribuição dinâmica de sobrecargas no pé durante a corrida em diferentes pisos; In-shoe dynamic foot loading during running in different running surfaces

Tessutti, Vitor Daniel
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2008 PT
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37.36%
Associado ao aumento do número de praticantes de corrida, houve o aumento proporcional no número de lesões em corredores. Esta ocorrência pode estar relacionada ao volume semanal de treino, aos desvios posturais em membros inferiores, ao tipo de calçado e ao piso selecionados para a prática da corrida, e até mesmo à experiência prévia na modalidade. A superfície de corrida pode ser considerada como um fator extrínseco relacionado a estas lesões e tem sido pesquisada atualmente mas com resultados controversos ainda quanto a sua influência nas sobrecargas do aparelho locomotor. Já, o tempo de experiência na corrida também pode ser considerado um importante fator extrínseco que foi até agora superficialmente estudado. O objetivo do presente trabalho foi investigar a influência de quatro diferentes superfícies de corrida (asfalto, concreto, grama natural e borracha) e da experiência prévia na prática da corrida (até 2 anos, entre 2 e 5 anos e acima de 5 anos) na distribuição da pressão plantar. Foram realizados 3 experimentos para responder aos objetivos do presente trabalho, cada um com sua casuística particular: experimento 1 (n=44) e 2 (n=57) para responder a influência do tipo de piso nas cargas plantares; e experimento 3 (n=126) para responder a influência da experiência da corrida nas pressões plantares. Em todos eles...

Análise da estratégia de corrida e suas relações com variáveis de desempenho de atletas; Relationship of the pacing strategy with performance variables

Pacheco, Marcelo da Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/04/2012 PT
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37.36%
O objetivo do estudo foi examinar a influência de variáveis fisiológicas, perceptuais e mecânicas nas diferentes estratégias de corrida e no desempenho de atletas. Doze corredores especialistas em 5.000m realizaram: 1) um teste escalonado máximo para identificação do consumo máximo de oxigênio (VO2máx), velocidade de corrida associada ao VO2máx (vVO2máx), pico de velocidade em esteira (PVE) e velocidade de corrida associada ao limiar anaeróbio (vLAn); 2) uma prova de corrida de 5.000m avaliada a cada trecho (n = 5) de 1.000m em pista de atletismo para registro da frequência cardíaca (FC), percepção subjetiva de esforço (PSE) e velocidade de corrida. Os sujeitos foram divididos em dois grupos: saída lenta (SL) e saída rápida (SR) de acordo com a estratégia adotada, que por sua vez foi baseada na relação da velocidade de corrida no trecho inicial (Vel20%) com a velocidade média do teste de 5.000m. Os dados foram comparados entre os grupos de estratégia e posteriormente entre os trechos da prova esportiva para cada variável analisada. A velocidade de corrida no trecho inicial (SL = 16,9km.h-1 e SR = 19,1km.h-1) e no trecho final (SL = 19,1km.h-1 e SR = 16,7km.h-1) foi significantemente diferente (p < 0,05)...

Impacto de 4 semanas de treinamento intervalado de alta intensidade sobre variáveis fisiológicas determinantes da aptidão aeróbia e a estratégia de corrida adotada durante um teste contra-relógio de 5 km; Impact of 4-weeks high intensity interval training program over physiological variables determinants of endurance performance and over pacing strategy adopted during a 5-km time-trial test

Silva, Rogerio Carvalho da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2013 PT
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37.33%
Estratégia de corrida é forma pela qual os corredores distribuem a velocidade durante uma competição. Objetivando otimizar a utilização dos recursos energéticos, bem como melhorar o desempenho geral na prova, durante uma corrida de 5 km os atletas comumente adotam uma estratégia caracterizada por um início em alta velocidade, seguido por um trecho intermediário em velocidade inferior, e finalmente os atletas aumentam a velocidade quando se aproximam dos 400 m finais da prova. Sabe-se que o treinamento intervalado de alta intensidade (TIAI) realizado ao longo de 3 a 6 semanas é capaz de promover melhoras significativas nas variáveis fisiológicas determinantes do desempenho aeróbio, tais como VO2max, EC, VP, e OBLA. Uma vez que os atletas monitoram a PSE baseado em sinais internos (fisiológicos) e externos (ambiente), e desta forma alteram a velocidade para evitarem o término prematuro do exercício, acredita-se que melhoras em tais variáveis fisiológicas possam permitir que os corredores modifiquem a estratégia de corrida. Portanto, o principal objetivo do presente estudo foi analisar a influência de quatro semanas de TIAI sobre a PSE e também sobre a estratégia de corrida adotada por corredores durante um teste contra-relógio de 5 km (T5). Vinte sujeitos...

Efeitos fisiológicos e biomecânicos do treinamento complementar de corrida em piscina funda no desempenho de corredores de rendimento

Tartaruga, Leonardo Alexandre Peyré
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.33%
Embora os benefícios fisiológicos da corrida sejam bastante documentados na literatura, a freqüência de lesões nos segmentos inferiores, devido ao uso excessivo, é bastante grande. A corrida em piscina funda é uma modalidade utilizada por corredores de elite para diminuir riscos de lesão por volume excessivo de treinamento. Não obstante, dados sobre as adaptações fisiológicas e biomecânicas, da corrida em piscina funda em corredores de rendimento são insuficientes. O objetivo geral deste estudo foi avaliar os efeitos da inclusão da corrida em piscina funda dentro do treinamento regular no desempenho de corredores de rendimento. Dezoito corredores foram divididos em grupo experimental 1 (GE1) e experimental 2 (GE2). O GE1 substituiu 30 por cento do volume de treinamento em terra pelo treinamento de corrida em piscina funda e o GE2 treinou apenas em terra. O período de treinamento foi de 8 semanas com 6 sessões semanais nas primeiras quatro semanas e 7 sessões semanais nas últimas quatro semanas No pré e pós-testes verificou-se o consumo máximo de oxigênio (VO2máx), limiar ventilatório (LV), volume expiratório máximo (VEmáx), economia de corrida (Eco), freqüência cardíaca máxima (FCmáx), freqüência de passada (FP)...

Análise de lesão muscular e comportamento do VO2máx entre um programa de treinamento de corrida em piscina funda e corrida em terra

Vendrusculo, Alecsandra Pinheiro
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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37.31%
É bem documentada na literatura a alta incidência de lesões mioarticulares em corredores; e um método atrativo de treinamento desenvolvido não só para complementar a corrida em terra, mas até mesmo para substituí-la é a corrida em piscina funda. É uma modalidade que além de melhorar a capacidade aeróbia, não oferece riscos de traumas ortopédicos devido à menor incidência de estresse mioarticular e auxilia durante o processo de recuperação de lesões de membro inferior. Este estudo teve por objetivo avaliar e comparar a ocorrência de lesão muscular e o comportamento do consumo máximo de oxigênio (VO2máx) entre um programa de treinamento de corrida em terra (CT) e um programa de treinamento de corrida em piscina funda (CPF), em indivíduos não-treinados. Os sujeitos foram divididos em dois grupos experimentais: CT e CPF. Os programas de treinamento foram realizados durante 12 semanas, sendo a intensidade do treinamento avaliada a partir da sensação subjetiva ao esforço. Analisou-se o comportamento do VO2máx pré e pós-treinamento. Para a análise de lesão muscular, utilizaram-se a concentração sangüínea de creatina quinase (CK) e a ultra-sonografia (US) na região dos isquiostibiais, em vários momentos do treinamento. Para a determinação da CK entre as medidas de cada coleta e entre os grupos experimentais...

Comparação das variáveis cinemáticas, eletromiográficas e do conusmo de oxigênio da corrida no triathlon com uma corrida prolongada e uma corrida isolada; Comparison of kinematic and electromyographic variables and oxygen uptake of the triathlon running with a prolonged run and an isolated run

Fraga, Carina Helena Wasem
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.44%
A corrida representa um importante segmento do triathlon, sendo precedida pela prova de ciclismo. A compreensão dos efeitos do ciclismo sobre o desempenho da corrida, portanto, se torna indispensável para a otimização dos resultados finais de uma prova. O objetivo desse estudo foi comparar as variáveis cinemáticas, eletromiográficas e o consumo de oxigênio da corrida no triathlon com àquelas de uma corrida isolada e de uma corrida prolongada. As seguintes variáveis foram avaliadas no presente estudo: (1) freqüência e amplitude de passada; (2) o valor RMS (root mean square) médio do sinal EMG dos músculos bíceps femoral, reto femoral, vasto lateral, gastrocnêmio medial e tibial anterior; e, (3) o VO2. Participaram desse estudo nove triatletas do sexo masculino. O protocolo de avaliação foi realizado em três etapas: (1) teste para obtenção do VO2 máx, realizado em esteira ergométrica; (2) teste que envolveu a sucessão ciclismo-corrida da prova de triathlon (CT), com 40 km de ciclismo, seguidos de10 km de corrida – em um contexto de prova simulada; e (3) teste de corrida prolongada (CP), em que o atleta correu o tempo correspondente aos 40 km de ciclismo somado a 10 km de corrida. Os primeiros 10 km dessa corrida prolongada constituíram a corrida isolada (CI). Os dados cinemáticos...

Efeitos da fadiga na mecânica da corrida humana; The mechanic effects of fatigue in human running

Fischer, Gabriela
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.31%
Na corrida humana, a demanda metabólica aumenta com o efeito da fadiga. A menor contribuição da energia elástica das unidades músculo-tendíneas, responsáveis pela propulsão, poderia explicar este fenômeno. O presente estudo analisou os efeitos da fadiga sobre parâmetros do bouncing elástico e sobre as assimetrias contato despregue assim como as implicações da mesma sobre o trabalho mecânico total em diferentes velocidades de corrida. Quatorze participantes corredores recreacionais (8 homens e 6 mulheres) correram em uma faixa de velocidades entre 9 e 14 km.h-1 antes e depois de realizar 60 segundos de saltos verticais máximos (protocolo de fadiga). As corridas foram registradas com uma câmera de vídeo e uma plataforma de força. O processamento dos dados foi realizado utilizando um programa elaborado em Labview versão 8.5. Para determinar os efeitos da fadiga e da velocidade foi utilizado teste ANOVA dois fatores. A mecânica da corrida com o efeito da fadiga apresentou diferenças significativas (p<0,05) tais como: menor trabalho mecânico externo e menor potência mecânica durante trabalho positivo. Esta redução pode ser atribuída à maior rigidez vertical presente na corrida com fadiga, o que diminui a deformação do corpo como um todo prejudicando o armazenamento de energia elástica. A redução da contribuição de energia elástica para o trabalho externo foi de 8%. Porém...

Características neuromusculares e economia de corrida de triatletas competitivos

Jacques, Tiago Canal
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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37.42%
O triatlo é uma modalidade que envolve três atividades: natação, ciclismo e corrida. O ciclismo e a corrida são decisivos no tempo total de prova. O ciclismo e a corrida diferem em vários aspectos, passando por fatores biomecânicos, atividade e padrão de recrutamento muscular. A economia de corrida tem sido considerada um parâmetro confiável na determinação do desempenho da corrida, e triatletas mais econômicos possuem mais chances de melhorar seu desempenho na corrida e portanto o seu tempo total de prova. Sabe-se que correr após pedalar resulta em maior custo energético em comparação a corrida isolada. Alguns estudos têm investigado os fatores que podem explicar o aumentado custo energético da corrida após o ciclismo, a maioria deles utilizando parâmetros metabólicos para esse propósito. Contudo, pouco se sabe a respeito da contribuição de fatores neuromusculares na economia de corrida de triatletas. O objetivo do presente estudo foi o de investigar se triatletas mais econômicos possuem características neuromusculares diferentes de triatletas menos econômicos. Medidas da produção de força isométrica, produção de força dinâmica, taxa de produção de força, espessura muscular do reto femoral e do vasto lateral...

Correlação entre parâmetros biomecânicos e a economia de corrida

Sanseverino, Marcela Alves
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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37.33%
A Teoria de Geração de Força foi primeiramente proposta por Taylor (1980) aplicada à corrida de mamíferos. O autor sugere que o consumo de energia metabólica estaria principalmente relacionado com a força exercida pela musculatura ativa durante esta atividade. Com isso, o volume muscular ativo seria proporcional ao tamanho do animal que se locomove, pois a força gerada está ligada com a sustentação do peso corporal. Além disso, esse consumo de energia também deve ser proporcional ao tempo disponível para aplicação de força no solo, o qual corresponde ao tempo em que o pé mantém contato com o solo durante a corrida. Neste caso, quanto menor o tempo que o animal tem para gerar a força, maior seria o despêndio metabólico durante a corrida. Com isso, o objetivo do estudo foi verificar e correlacionar esses parâmetros biomecânicos da teoria de geração de força com a economia de corrida avaliada em um grupo de corredores. Foram selecionados treze corredores para participar dessa pesquisa, os quais realizaram testes de consumo máximo de oxigênio (VO2MÁX), economia de corrida (ECO) - com análise cinemática - e uma prova de 10.000 metros de corrida em pista aberta. No software LabVIEW 8.5 foram criadas três rotinas matemáticas com base nas equações advindas da literatura. Para análise estatística verificou-se a normalidade dos dados através do teste de Shapiro-Wilk. Além disso...

"A corrida mudou minha vida!" : emoções, motivações e hábitos de consumo de corredores amadores

Stapassoli, Marco Bampi
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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A corrida de rua vem ganhando espaço nas grandes cidades brasileiras e conquistando cada dia mais praticantes. Mais do que apenas um esporte, a corrida é considerada para alguns um estilo de vida, com jargões, rituais e expressões simbólicas próprias, características de uma “sub cultura”. O crescimento do esporte atraiu maior concorrência nesse mercado, criando desafios apontados pela consultoria Crowe Horwath (2011): necessidade de estratégias de marketing criativas e criação de benefícios intangíveis pelas marcas. Para dar conta desses desafios é necessário conhecer mais profundamente os corredores. Apesar de existir estudos sobre o fenômeno da corrida, não há, até onde se sabe, pesquisas acadêmicas que tratam das mudanças ocasionadas pela corrida na vida dos seus praticantes. Através da utilização de entrevistas em profundidade com inspiração na técnica ZMET (Zaltman Metaphor Elicitation Technique) em uma amostra de doze corredores definidos por conveniência, buscou-se compreender como a prática de corrida gera mudanças na vida de seus praticantes, não só em relação aos hábitos de consumo, mas também em relação aos sentimentos e emoções associadas a essa prática. Apesar da corrida ser associada a “sofrimento” antes dos participantes começarem a correr...

SNPS em genes candidatos para potencial atlético como possíveis marcadores para desempenho em corrida em equinos da raça quarto de milha

Pereira, Guilherme Luis
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: iv, 69 p.
POR
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Pós-graduação em Genética e Melhoramento Animal - FCAV; In the Quarter Horse, different selection objectives led to the formation of lines with different skills, including racing and cutting. Less effective, but with great economic representation, the racing line present great sprinting speed over short distances on straight tracks. The cutting line is intended to evidence of functional character, exploring skills such as agility and obedience. The main objectives of this study were to estimate the allele and genotype frequencies of the g.38973231A>G (PDK4) and g.22684390C>T (COX4I2) SNPs in Quarter Horses (racing and cutting lines), as well as, in the racing line, to assess the occurrence of associations of these polymorphisms with performance trait (SI - speed Index); (2) verify the occurrence of differences in allele frequencies of g.66493737C>T (MSTN) and g.22999655C> (DMRT3) SNPs in racing line of contrasting to IV, and (3) to estimate genetic and environmental parameters for body measurements and IV of the racing line. The results showed the MSTN gene with the C allele near fixed with just an animal heterozygote (CT). In the analysis of 296 racing animals and 68 cutting animals, the differences in allele and genotype frequencies were statistically significant for PDK4 and COX4I2 genes between the two lines. The same was not observed when these frequencies were compared between extreme phenotypes race. There was also no significant effects on test of association between the alleles of the two polymorphisms and IV. The g.22999655C>A (DMRT3) SNP was genotyped in 60 animals. Heritability from 0.21 to 0.69 for morphometric traits and 0.17 for IV were observed. There was moderate negative correlation between body and rump length and performance (-0.44 and -0.30...

Análise cinemática 3D da corrida de 100m por videogrametria; 3D kinematic analysis of the 100m sprint using a video-based system

Natália de Almeida Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/01/2014 PT
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37.33%
A análise cinemática da corrida visa descrever o movimento de atletas por meio da quantificação de variáveis permitindo identificar padrões de movimento e assimetrias entre os membros com a finalidade de melhorar o desempenho ou prevenir e tratar lesões. Entretanto, a prova dos 100m rasos tem sido estudada freqüentemente com volumes reduzidos de aquisição e com a avaliação de poucos passos dentro de fases específicas da corrida, sendo então necessário propor métodos mais específicos. Assim, o objetivo deste trabalho foi propor a análise cinemática tridimensional da corrida 100m por videogrametria. O objetivo específico da análise consistiu em: a) descrever a trajetória do centro de massa (CM) e obter as variáveis cinemáticas (comprimento de passo, largura de passo, ângulo de ataque e componente vertical do CM) dos atletas em todas as fases da corrida (aceleração, manutenção e desaceleração), e b) avaliar o método. Foi avaliada uma corrida de cada um dos cinco corredores velocistas, do sexo masculino e de nível nacional. Doze câmeras foram distribuídas ao longo da pista formando três regiões e duas áreas de intersecção: a região 1 (30m x 1.37m x 2.32m), a região 2 (30m x 1.37m x 2.32m) e a região 3 (50m x 1.37m x 2...

Intensidade variável vs constante durante o ciclismo : efeitos na economia de corrida e tempo até à exaustão em triatletas

Lourenço, Rodolfo Lino Narciso Marques
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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37.36%
Mestrado em Treino de Alto Rendimento; O objectivo deste estudo foi investigar a resposta cardio-respiratória, economia de corrida (EC) e tempo até à exaustão na corrida após um ciclismo constante vs variável. Nove triatletas (idade: 19,8±1 anos; altura: 176,4±6,5 cm; massa corporal: 65,1±6kg; V ̇O2max Corrida= 70,4±3,1 ml x kg-1 x min-1; V ̇O2max Ciclismo= 71,7±5,3 ml x kg-1 x min-1) realizaram um total de cinco testes. Dois testes progressivos máximos em cicloergómetro e tapete rolante para determinação da potência aeróbia máxima (PAM), velocidade aeróbia máxima (VAM); um teste de corrida sem fadiga prévia a 85%VAM; bem como duas combinações de ciclismo-corrida (CC) em laboratório. Nas combinações CC os sujeitos realizaram aleatoriamente 30 minutos de ciclismo, ora constante (C) (70%PAM) ora variável (V) (70%PAM ±15%, ±5%, ±10% a cada 3:30 minutos) seguidos de uma corrida a 85%VAM até à exaustão (Tcorrida) com um tempo de transição fixado em 00:40 mm:ss. Em ambas as condições de ciclismo os últimos dois minutos foram realizados a 100% PAM ou até à exaustão (Tciclismo). Os resultados demonstram que o Tciclismo não foi afectado pela estratégia de ciclismo empregue (C=1:16±0:27 mm:ss vs V=1:29±0:32 mm:ss; p=0...

Transição caminhada-corrida: considerações fisiológicas e perspectivas para estudos futuros

Monteiro,Walace David; Araújo,Claudio Gil Soares de
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 PT
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37.31%
Freqüentemente, os profissionais que atuam na atividade física deparam-se com um dos seguintes questionamentos: Qual a melhor atividade, caminhar ou correr? Quando devo parar de caminhar e começar a correr? Seria interessante alternar as duas formas de atividade? Se, por um lado, as perguntas podem ser facilmente respondidas para um indivíduo saudável e bem condicionado, para os demais permanecem dúvidas que devem ser esclarecidas. Enquanto andar e correr são mais eficientes em velocidades, respectivamente, abaixo de 6km.h-1 e acima de 8km.h-1, permanece indefinida qual a melhor forma de locomoção na faixa intermediária de velocidade, ou seja, na intensidade de esforço em que ocorre a transição entre a caminhada e a corrida. É nesse ponto que recaem dúvidas sobre os mecanismos fisiológicos que regulam a seleção da locomoção. Além disso, também permanecem sem explicações convincentes quais as implicações que os diferentes modos de locomoção podem exercer sobre as variáveis que caracterizam a intensidade de esforço. Dessa forma, este artigo objetiva revisar os estudos que abordam os mecanismos envolvidos na transição caminhada-corrida, apontando lacunas que possam ser objeto de pesquisas acerca dos mecanismos e implicações das respostas fisiológicas obtidas nessa faixa de esforço. O texto foi organizado com os seguintes tópicos: estudo da locomoção humana através de modelos matemáticos; protocolos utilizados nos estudos de transição caminhada-corrida; aspectos metabólicos do trabalho em esteira e no solo; características antropométricas e transição caminhada-corrida; demanda energética e transição caminhada-corrida; estabilidade locomotora e transição caminhada-corrida. Em todos...

Comparação das variáveis eletromiográficas e cinemáticas entre uma corrida do "triathlon" e uma corrida prolongada

Fraga,Carina Helena Wasem; Bianco,Roberto; Serrão,Júlio Cerca; Souza,Pedro Ernesto Sales de; Amadio,Alberto Carlos; Guimarães,Antônio Carlos Stringhini; Vaz,Marco Aurélio
Fonte: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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37.42%
A corrida e o ciclismo realizados com uma mesma duração e intensidade podem apresentar diferentes respostas biomecânicas e metabólicas durante um protocolo de fadiga devido à sobrecarga mecânica e à especificidade técnica de cada modalidade. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da fadiga proveniente de uma corrida de 10 km, precedida por ciclismo ou corrida, no padrão de passada e no sinal eletromiográfico (EMG). Nove triatletas do sexo masculino com tempo de prática superior a dois anos participaram do estudo. Os testes foram realizados em duas etapas: corrida do "triathlon" (40 km de ciclismo seguidos de 10 km de corrida) e corrida prolongada (corrida com duração igual ao tempo que o atleta levou para percorrer os 40 km de ciclismo, seguidos de mais 10 km de corrida). Uma análise cinemática (frequência e amplitude de passada) e eletromiográfica correspondentes às 10 passadas registradas no 5º km de cada corrida foi realizada. As curvas de EMG foram retificadas e filtradas para cálculo das curvas de RMS. A partir da média das curvas de EMG foram obtidos os valores de pico de RMS para os músculos reto femoral, vasto lateral e bíceps femoral. Maiores valores de frequência de passada e do sinal EMG do músculo bíceps femoral foram obtidos na corrida prolongada quando comparada com a corrida do "triathlon". Esses resultados parecem estar relacionados a maior fadiga proveniente da corrida prolongada devido às maiores exigências mecânicas.

Efeitos da alteração na posição do selim da bicicleta sobre a corrida subsequente

Baltazar,Rodrigo; Andrade,Mariana Borges de; Caputo,Fabrizio
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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O propósito desse estudo foi analisar os efeitos da alteração no ângulo do tubo do selim (ATS) da bicicleta sobre variáveis fisiológicas e biomecânicas, durante o ciclismo e no desempenho de corrida subsequente. Seis triatletas amadores do sexo masculino (24,1+7,8 anos; 71,3+7,6 kg; 1,76+4,8 m) submeteram-se, em dias diferentes e aleatórios, a dois testes de 20km de ciclismo (um a 73º e outro a 80ºATS) em uma intensidade autosselecionada, em suas próprias bicicletas, acopladas a um ciclossimulador com transição imediata para o desempenho de corrida na distância de 3km. A intensidade autosselecionada, no primeiro teste de ciclismo, foi fixada durante o segundo teste. Não foram observadas diferenças significantes durante o ciclismo entre os diferentes ATS. Durante a corrida, a velocidade do 2ºkm foi significativamente maior no ângulo de 80º (3,99+0,44m/s) comparado ao de 73º (3,92+0,45m/s), sem diferença significativa (P= 0,065) entre os ângulos na velocidade média total (4,07+0,46m/s a 73º e 4,18+0,47m/s a 80º). Houve um aumento significativo na frequência de passada a 73º quando comparado a 80º ATS no 3ºkm (88,2+0,12 passadas/min e 91,2+0,12 passadas/min, respectivamente) e na média total da corrida (87...

Mensuração da potência mecânica em esforços de alta intensidade na condição laboratorial de corrida atada e na condição de campo em corrida semi-atada e livre; Mechanical power measurements in laboratory during tethered run sprints and in the field during semi-tethered run and free running sprints

Filipe Antônio de Barros Sousa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/04/2013 PT
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37.33%
Buscando fornecer ferramentas confiáveis para avaliação do desempenho durante a corrida, o objetivo do presente estudo é comparar resultados de potência mecânica horizontal obtida através de uma proposta de fácil aplicação prática (protocolo de RAST) com aqueles oriundos de um sistema de elevada sensibilidade na avaliação de corredores. Dez estudantes universitários ativos e saudáveis do gênero masculino (19,8 ± 2,1 anos; 72,3 ± 6,8 kg; 179 ± 19 cm; 9,8 ± 5,1 %g) e nove atletas especializados em corrida de velocidade também do gênero masculino (20,1 ± 1,9 anos; 68,46 ± 6,18 kg; 178 ± 5 cm; 4,44 ± 1,18 %g) se voluntariaram para o estudo. A coleta de dados se dividiu em duas etapas: a primeira foi realizada com o grupo de indivíduos ativos, com a finalidade de acessar e comparar a reprodutibilidade do sistema de corrida atada em laboratório (CA) e o sistema de corrida semi-atada em campo (CSA). Para isso, os indivíduos realizaram uma sessão em cada ergômetro, composta por duas corridas de 35 metros divididas por um intervalo de 30 minutos e uma corrida de 35 metros em situação de corrida livre em campo. Os resultados oriundos do sistema de CSA se mostraram diferentes em magnitude, porém correlacionados com os dados de CA quando relativizados pelo peso corporal. A reprodutibilidade de ambos os sistemas foi semelhante...

Analise comparativa das caracteristicas cinematicas da coluna durante a marcha e a corrida; Comparative analysis of the kinematics characteristics of the spine during the gait and the running

Marcelo Costa de Paula
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2009 PT
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A marcha e a corrida são duas atividades amplamente empregadas pela população por serem as principais formas de locomoção. Além de serem de fácil execução e praticáveis nos mais variados lugares, a marcha e a corrida são caracterizadas por movimentos cíclicos e de alta reprodutibilidade, o que as qualificam como valiosas fontes de informações a respeito da condição biomotora. É consenso na literatura científica que a locomoção é um movimento complexo porque exige integração e sinergismo entre as diversas estruturas do aparelho locomotor. Por isto, espera-se que as diferenças vistas na movimentação dos membros inferiores, entre marcha e corrida, sejam visíveis também na mobilidade vertebral. O objetivo do presente trabalho é analisar e comparar, através da metodologia proposta por Brenzikofer et al. (2000), as adaptações geométricas da coluna vertebral durante a marcha e a corrida em esteira ergométrica. Os voluntários foram submetidos às seguintes velocidades: 1.2 m/s; 1.5 m/s; 1.8 m/s; 2.2 m/s; 2.6 m/s; e 3.0 m/s. A amostra foi composta por vinte e três sujeitos assintomáticos. Os procedimentos metodológicos consistiram numa avaliação físico-funcional/antropométrica, na fixação de marcadores retro refletivos analérgicos aderidos à pele do dorso do voluntário e na filmagem do dorso e de membros inferiores durante o protocolo experimental. A metodologia empregada para análise dos dados é um procedimento não invasivo que consiste na reconstrução tridimensional (3D)...

Comparação das variáveis eletromiográficas e cinemáticas entre uma corrida do "triathlon" e uma corrida prolongada; Comparison of electromyographic and kinematics variables between a triathlon running and a prolonged running

Fraga, Carina Helena Wasem; Bianco, Roberto; Serrão, Júlio Cerca; Souza, Pedro Ernesto Sales de; Amadio, Alberto Carlos; Guimarães, Antônio Carlos Stringhini; Vaz, Marco Aurélio
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2013 POR
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A corrida e o ciclismo realizados com uma mesma duração e intensidade podem apresentar diferentes respostas biomecânicas e metabólicas durante um protocolo de fadiga devido à sobrecarga mecânica e à especificidade técnica de cada modalidade. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da fadiga proveniente de uma corrida de 10 km, precedida por ciclismo ou corrida, no padrão de passada e no sinal eletromiográfico (EMG). Nove triatletas do sexo masculino com tempo de prática superior a dois anos participaram do estudo. Os testes foram realizados em duas etapas: corrida do "triathlon" (40 km de ciclismo seguidos de 10 km de corrida) e corrida prolongada (corrida com duração igual ao tempo que o atleta levou para percorrer os 40 km de ciclismo, seguidos de mais 10 km de corrida). Uma análise cinemática (frequência e amplitude de passada) e eletromiográfica correspondentes às 10 passadas registradas no 5º km de cada corrida foi realizada. As curvas de EMG foram retificadas e filtradas para cálculo das curvas de RMS. A partir da média das curvas de EMG foram obtidos os valores de pico de RMS para os músculos reto femoral, vasto lateral e bíceps femoral. Maiores valores de frequência de passada e do sinal EMG do músculo bíceps femoral foram obtidos na corrida prolongada quando comparada com a corrida do "triathlon". Esses resultados parecem estar relacionados a maior fadiga proveniente da corrida prolongada devido às maiores exigências mecânicas.; Running and cycling executed with the same duration and intensity may produce different biomechanical and metabolical responses during a fatigue protocol due to the mechanical overload and technical specificity of each modality. The purpose of this study was to evaluate the fatigue effects resultant from a 10 km running...