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A cooperação para o desenvolvimento portuguesa : uma análise da saúde na (e da) relação com os PALOP

Silva, Alexandre Miguel Rodrigues Manaia da
Fonte: FEUC Publicador: FEUC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Nesta dissertação pretende-se analisar a forma como Portugal se relaciona com os seus parceiros preferenciais em matéria de cooperação para o desenvolvimento, os PALOP e Timor-Leste. A forma como as teorias em Relações Internacionais analisam a cooperação para o desenvolvimento está longe de ser unânime. Esta complexidade torna a cooperação para o desenvolvimento uma das práticas diplomáticas mais interessantes de ser estudada e, simultaneamente, uma das mais utilizadas actualmente. O empenho de Portugal para com as suas antigas colónias é bastante meritório e merece destaque nesta dissertação. Contudo este empenho, numa altura de graves problemas orçamentais, é posto em causa pelo constante incumprimento de Portugal das metas internacionais estabelecidas. Esta realidade torna urgente a necessidade de actuar de forma diferenciada e com menos recursos, de forma a fazer mais pelos países receptores. A área da saúde foi escolhida para demonstrar alguns dos erros que têm sido cometidos, bem como formas alternativas de agir. Outro dos erros que podemos verificar é a existência de uma linha discursiva comum, ao longo dos anos, que cria expectativas constantemente defraudadas nos estados beneficiários. Estes erros de actuação...

Cooperação internacional para o desenvolvimento e interesses organizados: os atores privados na cooperação técnica entre países em desenvolvimento brasileira; International cooperation for development and organized interests: private actors and brazilian technical cooperation for development among developing countries

Viana, Suhayla Mohamed Khalil
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/05/2015 PT
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O presente trabalho aborda a atuação de atores privados nos programas brasileiros de cooperação internacional para o desenvolvimento. Sua contribuição específica é tratar aqueles atores como grupos de interesse que perseguem objetivos próprios. A literatura que se dedica ao estudo de atores privados na cooperação internacional para o desenvolvimento (CID) tem considerado as organizações não-governamentais como os atores privados clássicos desse tipo de atividade. Alicerçada em premissas construtivistas, parcela substancial de tal literatura defende que os atores privados que atuam na CID se diferenciam dos outros atores por realizarem a prática de advocacy e, assim, defenderem interesses coletivos. Ao mesmo tempo, a globalização e o processo de liberalização política que atingiu diferentes países latino-americanos modificaram a natureza da política externa, que, além de representar interesses coletivos no plano internacional, passou a ter de negociar mais intensamente interesses setoriais, a partir de sua inserção no conflito distributivo interno. Apesar disso, o estudo da atuação desses atores privados como grupos de interesse na formulação de política externa ainda constitui uma área a ser explorada na literatura. Tal lacuna se aprofunda significativamente nos estudos sobre a atuação de atores privados na CID. Esta tese busca...

As políticas de cooperação internacional para o desenvolvimento do Brasil e da Índia em perspectiva comparada: o comportamento de dois doadores emergentes na cooperação sul-sul

Rosa, Jonathan Raphael Vieira da
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 82 f.
PT_BR
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TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Curso de Graduação em Relações Internacionais.; O presente trabalho busca analisar as políticas de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID) do Brasil e da Índia em perspectiva comparada, identificado as principais semelhanças e diferenças do modelo de CID de ambos os países. Primeiramente, discute-se a posição desses países no Sistema Internacional de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, no qual o Brasil e a Índia se inserem como Doadores Emergentes e promotores da Cooperação Sul-Sul. Em seguida, considera-se as políticas de CID do Brasil e da Índia como elemento integrante de suas políticas externas, analisando sobretudo a forma como as ações cooperativas empreendidas por ambos os países inserem-se e facilitam o avanço dos principais temas de suas agendas externas no período do pós Guerra Fria.

O POSICIONAMENTO DO BRASIL NO SISTEMA INTERNACIONAL DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

Willrich, Marina Pruner
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 89 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Relações Internacionais.; O contexto do fim da Segunda Guerra Mundial e a necessidade de retomar o dinamismo da economia mundial deu impulso a um modelo específico de relacionamento entre os Estados, que consiste na transferência de técnicas e recursos com o objetivo de estimular desenvolvimento do país beneficiário. Ao longo da Guerra Fria, a Ajuda Externa foi se desenvolvendo, assumindo novas características, modalidades, terminologias e formando o que hoje é conhecido como o Sistema Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento (SICD), formado por um grande número de organizações de naturezas distintas. No âmbito deste sistema, formou-se a Agenda da Efetividade da Ajuda, que reúne princípios e ações a serem empreendidas para tornar a cooperação mais efetiva. Nesse sentido, este trabalho pretende descrever e analisar o posicionamento do Brasil no debate em torno desta Agenda, segregando o parecer oficial do governo brasileiro daquele das organizações da sociedade civil.

A cooperação internacional para o desenvolvimento na viragem do século: a cooperação portuguesa com Timor Leste

Mesquita, Ana Virgínia Guedes
Fonte: Instituto Superior de Economia e Gestão Publicador: Instituto Superior de Economia e Gestão
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /09/2004 POR
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Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional; Em 1999, o grupo dos principais beneficiários da ajuda pública ao desenvolvimento de Portugal, ocupado desde sempre pelos cinco países africanos de língua oficial portuguesa, sofreu uma mudança considerável ao contar com a inclusão de Timor Leste. Esta mudança é ulterior à viragem na história ocorrida no país nesse mesmo ano. Subjugado ao domínio indonésio durante 24 anos, após mais de 400 anos de colonização portuguesa, Timor apenas deu início ao seu caminho para a independência no seguimento da consulta popular de 30 de Agosto de 1999. A proclamação da República Democrática de Timor Leste aconteceria formalmente em 20 Maio de 2002. Durante a transição para a independência, Timor Leste contou com o apoio da comunidade internacional, sendo palco de ensaio de uma experiência de cooperação multilateral única, na qual Portugal também participou. Porém, à cooperação portuguesa com Timor faltou a capacidade de definir claramente prioridades, que lhe permitissem apoiar e desenvolver projectos de cooperação para o desenvolvimento sustentáveis e adequados à realidade local. Aliás, a apreciação final é a de que a cooperação com Timor respondeu fundamentalmente...

A função do microcrédito na cooperação para o desenvolvimento

Valério, Inês Filipa Rebocho
Fonte: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Publicador: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Dissertação de Mestrado em Relações Internacionais; A comunidade internacional está comprometida em redobrar esforços na luta contra a pobreza que, apesar de alguns progressos, continua a afectar uma população mundial que supera um bilião de pessoas. O microcrédito tem sido apontado como instrumento poderos o. Mas até que ponto pode ser uma solução sustentável? A presente dissertação procura identificar a função do microcrédito na Cooperação para o Desenvolvimento, tendo por referência a actuação da Católica - MOVE na Ilha de Moçambique, ONG que disponibiliza microcrédito, formação e serviços de consultoria pro bono . Em 2012, a organização levou a cabo uma avaliação de impacto do projecto. A amostra incluía 30 empreendedores residentes na Ilha e a análise conclui que os microcréditos atribuídos geraram um aumen to significativo no rendimento médio (4,3%) por cada empreendedor, além de estimular o importante hábito de poupança. Considera - se que a função do microcrédito é, efectivamente, de intermediação financeira, c om vista à empregabilidade, desenvolvimento econ ómico e ao crescimento inclusivo. É também considerado uma importante política social...

Estágio no Instituto de Estudos para o Desenvolvimento

Caldeira, Inês Feijó Müller Cajado
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /07/2010 POR
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Relatório de Estágio apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais; O presente relatório apresenta os resultados das 800 horas de estágio no Instituto de Estudos para o Desenvolvimento (IED), uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), que desenvolve a sua actividade na cooperação para o desenvolvimento internacional, e na intervenção para o desenvolvimento nacional. O estágio desenvolveu-se sob duas actividades principais: a primeira delas consistiu na elaboração de um estudo sobre as quatro fases do ciclo dos projectos das ONGD – Identificação, Formulação, Implementação e Avaliação. O enfoque principal esteve nas duas primeiras fases referidas, as quais foram demonstradas recorrendo a um estudo de caso – Capacitação do Tribunal Provincial de Malanje – Angola, redigindo-se assim um projecto de cooperação para o desenvolvimento, sob as directrizes da União Europeia. Paralelamente à realização deste estudo foram realizadas actividades de carácter profissional relacionadas com o projecto a decorrer no IED aquando o início do estágio – Cursos de Educação e Formação de Adultos (CEFA). No âmbito destas actividades...

A política de cooperação para o desenvolvimento da UE e dos EUA para Angola ( 2000-2004)

Quá, Eduardo José Gaspar da Fonseca
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /09/2010 POR
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais; A Política de Cooperação para o Desenvolvimento tem vindo a ver a sua importância a aumentar no contexto das Relações Internacionais, constituindo actualmente um dos elementos a considerar para o estudo do posicionamento dos Estados na hierarquia internacional. Nesse pressuposto, a análise comparativa das políticas desenvolvidas pela União Europeia e pelos Estados Unidos da América revela-se importante para compreender o posicionamento dos países ocidentais. Este trabalho procura investigar as motivações políticas, históricas e económicas da Política de Cooperação para o Desenvolvimento da União Europeia e dos Estados Unidos da América relativamente a Angola, no período de 2000 a 2004. Para tal, analisaram-se os fundamentos teóricos da Política de Cooperação para o Desenvolvimento numa perspectiva realista, explicitando-se ainda a evolução do conflito armado em Angola, com todas as suas repercussões regionais e internacionais.

Os BRICS, a cooperação sul-sul e o campo da cooperação para o desenvolvimento internacional

Besharati,Neissan; Esteves,Paulo
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 PT
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A última década foi palco de importantes transformações no campo da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID). Nesse período, novos provedores - países em desenvolvimento, agentes privados e organizações civis - tornaram-se protagonistas no campo. Entre os "novos provedores", os países BRICS ocupam posição de destaque. Este artigo discute as transformações estruturais do campo da CID e, particularmente, os efeitos da emergência de novos provedores, como os BRICS, sobre as posições e as dinâmicas que caracterizam o campo. Pretende demonstrar que a emergência de "novos provedores" e de novas modalidades de cooperação internacional resultou no descentramento do campo da CID. Nesse contexto, abre-se um processo de reordenamento do campo no qual a arquitetura institucional da CID se torna palco de intensa disputa política entre doadores tradicionais e "novos provedores". O artigo analisa alguns aspectos centrais dessa disputa e sugere que o processo, em curso, de descentramento e reordenamento do campo da CID desestabilizou não apenas a posição ocupada pelos doadores tradicionais, como também a posição dos novos provedores.

Funcionamento e sustentabilidade das organizações não governamentais para o desenvolvimento, em Portugal

Rebola, Elisabete Cristina Carona
Fonte: Instituto Superior de Economia e Gestão Publicador: Instituto Superior de Economia e Gestão
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /09/2004 POR
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Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional; As Organizações não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) são instituições sem fins lucrativos, que actuam em três áreas: I) - Cooperação para o Desenvolvimento, II) - Ajuda Humanitária e de Emergência e III) - Educação para o Desenvolvimento. Em Portugal, a actividade destas organizações está regulamentada pela Lei 66/98, de 14 de Outubro, que define o seu estatuto. Em 20 de Agosto de 2003 existiam 91 ONGD inscritas no Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) e 46 ONGD inscritas na Plataforma Portuguesa das ONGD, associação reconhecida como sua estrutura representativa. Trata-se de uma realidade bastante heterogénea: com diversas formas jurídicas, diferentes áreas, formas, domínios e volumes de intervenção, graus distintos de tradição e profissionalismo mas com uma identificação comum de pertença a um sector mais vasto da economia: o Terceiro Sector / Economia Social, identificando-se com os seus princípios e valores e com um objectivo geral comum: a promoção da Cooperação e do Desenvolvimento. Actualmente, este movimento padece de três grandes problemas: I) - falta de uma cultura de cooperação nacional, II) - falta de reconhecimento do seu trabalho...

Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional; Narrativas de Pesquisas do RCIpea: Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional; Brazilian Cooperation for International Development

Brígido, João
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Tipo: Narrativas de Pesquisas do RCIpea - vídeo
PT-BR
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Registra narrativa do Técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, João Brígido Bezerra Lima, atual coordenador do levantamento da Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (Cobradi). A narrativa é dividida em seis blocos temáticos nos quais é analisado o trabalho da Cobradi ao longo de sua existência. O depoimento inicia-se com uma apresentação de sua missão e perfil. Ao longo dos blocos temáticos há o relato de parcerias e cooperações técnicas, bem como de participação em ações de paz. É feita uma reflexão a respeito das perspectivas de atuação na América Latina, e dos impactos das ações e situação dos refugiados no Brasil. O último bloco temático sintetiza os resultados e as contribuições.; 1 vídeo em 6 partes (ca. entre 6 a 8 min cada)

Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (Cobradi) : o Brasil e os Fundos Multilaterais de Desenvolvimento; Comunicados do Ipea 136 : Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (Cobradi) : o Brasil e os Fundos Multilaterais de Desenvolvimento

Gonzalez, Manuel Jose Forero; Pereira, Ricardo Mendes
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Comunicados do Ipea
PT-BR
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Este comunicado busca antecipar resultados da pesquisa sobre as principais características da cooperação para o desenvolvimento internacional e a inserção do Brasil. Ademais, descreve brevemente o papel, prioridades e condições de financiamento dos fundos multilaterais de desenvolvimento, destacando a participação do Brasil. Finalmente, procura alinhavar, para discussão, alguns elementos presentes no debate atual a respeito da qualidade da ajuda oferecida por essas instituições que concedem recursos para o desenvolvimento dos países mais pobres do mundo e às quais o Brasil destinou uma parcela significativa de suas contribuições durante o período.; 18 p. : il.

A cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional : elementos para reflexão e prospecção de uma política pública em formação

Lima, João Brígido Bezerra; Campos, Rodrigo Pires de; Pereira Júnior, José Romero
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Brasil em Desenvolvimento (BD) - Artigos
PT-BR
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Este capitulo discute a cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional, buscando apresentar elementos para reflexão e prospecção de uma política pública em formação. Os estudos em andamento sinalizam para a possibilidade de caracterização e análise da atuação internacional do Estado brasileiro no passado e no presente a fim de aprimorar instituições e a própria política pública de cooperação internacional do país no futuro. Destarte, representam um primeiro passo rumo à preocupação central com as repercussões destas ações sobre o desenvolvimento, em seus sentidos setoriais e intersetoriais.; p. 465-491 : il.

A Cooperação triangular e as transformações da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento; Texto para Discussão (TD) 1845: A Cooperação triangular e as transformações da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento

Pino, Bruno Ayllón
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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Nas últimas décadas, a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID) tem experimentado modalidades alternativas de execução, integrando países desenvolvidos, países em desenvolvimento e organismos multilaterais em formatos triangulares. Em um contexto de crise econômica, as limitações da CID para promover o desenvolvimento, somadas às dúvidas sobre o cumprimento dos compromissos financeiros dos doadores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), propiciaram o surgimento de novos papéis e responsabilidades para os países emergentes, nas tarefas do desenvolvimento internacional, apostando em formas de cooperação mais horizontais, com enfoques e práticas a priori distintas da tradicional Cooperação Norte-Sul (CNS). Para os países emergentes, como Brasil, a Cooperação Triangular (CTR) é um instrumento de apoio à Cooperação Sul-Sul (CSS), que permite aumentar a escala de seus projetos, aprofundar seu impacto e explorar complementaridades com outros países e organizações internacionais.; 54 p.

Cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional (Cobradi): o Brasil e os fundos multilaterais de desenvolvimento; Texto para Discussão (TD) 1719: Cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional (Cobradi): o Brasil e os fundos multilaterais de desenvolvimento; Brazilian Cooperation for International Development (COBRADI): Brazil and the multilateral development funds

Gonzalez, Manuel Jose Forero; Pereira, Ricardo Mendes
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em colaboração com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) o Brasil contribuiu, durante o período de 2005 a 2009, com recursos para o desenvolvimento internacional na ordem de R$ 3,2 bilhões, em valores de 2009. Deste total de cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional (Cobradi), R$ 929,7 milhões, quase 30%, corresponderam a contribuições para fundos multilaterais de desenvolvimento, como a Associação Internacional de Desenvolvimento (AID), do Banco Mundial; o Fundo de Operações Especiais (FOE), do Banco Interamericano de Desenvolvimento; e o Fundo Africano de Desenvolvimento (FAD), do Banco Africano de Desenvolvimento. Este texto procura descrever o papel destas instituições, as suas prioridades e condições de financiamento e a contribuição do Brasil ao longo de sua participação como cotista. De igual forma procura-se lançar, para discussão, alguns elementos presentes no debate atual a respeito da qualidade da ajuda oferecida por estas instituições que concedem recursos para o desenvolvimento dos países mais pobres do mundo, em termos altamente concessionais, e às quais o Brasil destinou uma parcela significativa de suas contribuições durante o período.; 41 p. : il.

Cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional: 2005-2009; Brazilian cooperation for international development: 2005-2009

Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte); Brasil. Ministério das Relações Exteriores. Agência Brasileira de Cooperação
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Livros
PT-BR
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Apresentar o primeiro levantamento dos recursos do governo federal brasileiro (investidos com o propósito de contribuir para o desenvolvimento de outros países), no âmbito da administração pública federal, com o objetivo de identificar, resgatar e sistematizar os dados e as informações do investimento público para atividades, projetos e programas da Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional no período 2005-2009.; 61 p. : il.

A Cooperação para o desenvolvimento Sul-Sul : os casos do Brasil, da Índia e da China

Souza, André de Mello e
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Boletim de Economia e Política Internacional - Artigos
PT-BR
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116.06%
Este artigo apresenta uma análise comparativa resumida entre a cooperação para o desenvolvimento do Brasil, da Índia e da China, e, a partir dessa análise, busca extrair algumas conclusões tentativas e preliminares sobre i) a suposta diferenciação entre a cooperação (ou assistência) para o desenvolvimento Sul-Sul e Norte-Sul; e ii) as diferenças entre a cooperação para o desenvolvimento oferecida por esses três países.; p. 89-99

Cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional : primeiro levantamento de recursos investidos pelo Governo Federal

Schmitz, Guilherme de Oliveira; Lima, João Brigido Bezerra; Campos, Rodrigo Pires de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Boletim de Economia e Política Internacional - Artigos
PT-BR
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Registra e caracteriza os esforços da primeira iniciativa do governo federal em quantificar o volume de recursos aplicados pelo Brasil na cooperação internacional para o desenvolvimento. Neste sentido, o texto se inicia com um breve registro histórico da cooperação Sul-Sul, para apresentar, em seguida, uma abordagem da cooperação internacional para o desenvolvimento na conjuntura nacional da atualidade e finalizar com algumas definições que nortearão o primeiro levantamento da cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional.; p. 35-45

Questões conceituais e metodológicas sobre os estudos da cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional

Campos, Rodrigo Pires de; Lima, João Brígido Bezerra; Forero Gonzalez, Manuel José
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Boletim de Economia e Política Internacional - Artigos
PT-BR
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Em 2010, a Presidência da República, por intermédio da Casa Civil, incumbiu o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de realizar, em conjunto com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores (MRE), o primeiro levantamento de gastos públicos federais com a chamada Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (Cobradi). A experiência acumulada na identificação, captura, registro e validação de dados primários oficiais relativos aos gastos do governo com a Cobradi seguiu na esteira dos esforços governamentais de tornar acessíveis e transparentes informações de interesse do cidadão e permitiu suscitar questões de ordem conceitual e metodológica merecedoras de maior discussão em âmbito nacional. O objetivo deste artigo é explicitar tais reflexões conceituais e metodológicas a partir da experiência do Brasil com os estudos da Cobradi. Após a introdução, que apresenta e problematiza a conjuntura que levou à realização dos estudos, o artigo está organizado em duas partes principais. A primeira parte explora questões conceituais da literatura sobre cooperação internacional e aponta a complexidade e os desafios de se definir o que vem a ser cooperação para o desenvolvimento internacional. A segunda parte relata como o Brasil enfrentou tal complexidade e desafio conceitual para operacionalizar os estudos da Cobradi. Por fim...

Cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional (2010); Brazilian cooperation for international development (2010)

Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Brasil. Agência Brasileira de Cooperação (ABC)
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Livros
PT-BR
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Apresenta os dispêndios dos órgãos da administração pública federal em 2010 com a cooperação brasileira para o desenvolvimento internacional (Cobradi) e caracteriza os arranjos institucionais para sua execução. As despesas públicas consideradas neste relatório correspondem aos desembolsos realizados por agentes públicos na consecução de responsabilidades assumidas em tratados, convenções, acordos, protocolos, atos institucionais ou compromissos internacionais. Esses gastos correspondem à disponibilização de pessoal, infraestrutura e recursos financeiros mediante a capacitação de indivíduos e fortalecimento de organizações e instituições no exterior; organização ou participação em missões ou operações de manutenção da paz; gestão de programas e projetos científico-tecnológicos conjuntos com outros países e institutos de pesquisa; cooperação humanitária; apoio à integração de refugiados em território nacional; pagamento de contribuições e integralizações de participação em organismos internacionais e doações oficiais, organizados por modalidades em conformidade com a nomenclatura internacional vigente. Duas abordagens nortearam os trabalhos de pesquisa para este estudo: o levantamento de gastos efetivamente realizados e a descrição dos arranjos institucionais correspondentes. O levantamento dos gastos da União com a Cobradi realizou-se mediante o envolvimento e o comprometimento de cerca de 91 instituições federais. Estas instituições disponibilizaram seus registros e os referendaram em formulário eletrônico em ambiente web com a mobilização de aproximadamente 250 servidores e colaboradores. Ao levantamento dos gastos e às descrições de arranjos institucionais acrescentaram-se informações relativas às diretrizes de políticas de cooperação internacional obtidas mediante entrevistas com autoridades...