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Regulação Farmacológica da Ovulação

Matos, Raquel Isabel Gonçalves de
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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17.37%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas; A regulação farmacológica da ovulação tema desta monografia, será abordada em dois tópicos principais: o primeiro aborda as terapias utilizadas na indução da ovulação e o segundo métodos farmacológicos utilizados na inibição da ovulação. A indução da ovulação é dirigida às disfunções, que promovem ciclos anovulatórios, tendo a Organização Mundial da Saúde dividido as causas da anovulação em três categorias: hipogonadismo hipogonadotrófico (WHO I), hipogonadismo normagonadotrófico (WHO II) e por último, hipogonadismo hipergonadotrófico (WHO III), ao qual a indução da ovulação não é aplicável. A metodologia de indução da ovulação vai depender da causa da anovulação. Assim sendo, o WHO I irá requerer uma terapia à base de gonadotrofinas e análogos da GnRH. Quando a disfunção é causada por uma disfunção ovárica é na maior parte das vezes causada pelo síndrome do ovário policístico, traduz a variante WHO II e, neste caso a terapia de primeira linha é o citrato de clomifeno e o letrozole e, a de segunda linha gonadotrofinas e metformina Em relação à inibição da ovulação...

O uso de métodos contracetivos de emergência em estudantes do ensino superior

Lima, Joana; Rocha, Sara; Carona, Tatiana; Pires, Tânia; Pereira, Olívia R.
Fonte: Instituto Politécnico de Leiria Publicador: Instituto Politécnico de Leiria
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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27.71%
Os métodos contracetivos apresentam dois objetivos principais: prevenir a gravidez e em alguns casos evitar a transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST ́s). Atualmente existe uma grande diversidade de métodos contracetivos, para ambos os sexos, no entanto a utilização de qualquer um deles exige uma decisão consciente e responsável. A contraceção de emergência refere - se aos métodos que podem ser utiliza- dos para evitar a gravidez, como resultado de uma relação sexual desprote- gida, falha no método contracetivo ou em caso de violação

Boas práticas no uso de contracetivos em alunos do Instituto Politécnico de Bragança

Loio, Duarte; Festa, Eva; Ferreira, Carlos; Soares, Diana; Fernandes, António; Nascimento, Luís
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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17.37%
A contraceção pode ser definida, simplesmente, como a prevenção voluntária da gravidez, permitindo afirmar que a eficácia das estratégias contracetivas depende, principalmente, da motivação dos jovens que a usa e sublinhar que nenhuma opção contracetiva é 100 por cento eficaz, fácil de usar e isenta de efeitos secundários.[1] Aliás, a contraceção não é um percurso linear, havendo oscilação de métodos de baixa e de alta eficácia e muitas vezes prevalecendo a não utilização de qualquer método. A questão passa, sobretudo, pela não consistência no uso dos métodos contracetivos, pois certamente ocorrem alternâncias de métodos conforme as relações sexuais se vão estabilizando ou quando novos relacionamentos se iniciam.[2] Objectivos Determinar o grau de conhecimento e o uso adequado dos métodos contracetivos. Comparar o conhecimento dos métodos contracetivos e o seu uso adequado tendo em consideração género, estado civil, escola e idade. Verificar se existe relação entre o conhecimento dos métodos contracetivos e o seu uso adequado. Determinar qual o método contracetivo mais utilizado pelos alunos do IPB. Material e métodos Esta investigação tem caráter quantitativo, transversal...

Conhecimento e utilização da contraceção de emergência em mulheres jovens estudantes do ensino superior

Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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38.24%
A contraceção pós-coital de emergência (CE) é o único método que pode ser utilizado após a relação sexual para prevenir a gravidez [1]. Não é considerado um método abortivo e não tem efeitos teratogénicos [1-2]. A sua eficácia é tanto maior quanto menor o tempo de administração após a relação sexual desprotegida. Assim, é recomendado que a toma da pílula seja efetuada nas primeiras 12 a 72 horas após a relação sexual. O mecanismo de ação da pilula do dia seguinte depende da fase do ciclo menstrual onde se encontre a mulher só sendo eficaz se ainda não tiver ocorrido a implantação do óvulo [3-4]. Objectivos: Avaliar o nível de conhecimento e a frequência de uso da contraceção de emergência em mulheres jovens estudantes do ensino superior; e, verificar se o nível de conhecimentos está correlacionado com a idade e o ano curricular frequentado. Material e Métodos: Trata-se de um estudo transversal, analítico, observacional e quantitativo que teve como base uma amostra probabilística aleatória simples constituída por 245 mulheres com idades compreendidas entre ao 18 e os 24 anos. Os dados foram recolhidos, aplicando um questionário anónimo de autopreenchimento, em contexto de sala de aula...

Conhecimento e utilização da contraceção de emergência em mulheres jovens estudantes do ensino superior

Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde Publicador: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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38.24%
A contraceção pós-coital de emergência (CE) é o único método que pode ser utilizado após a relação sexual para prevenir a gravidez [1]. Não é considerado um método abortivo e não tem efeitos teratogénicos [1-2]. A sua eficácia é tanto maior quanto menor o tempo de administração após a relação sexual desprotegida. Assim, é recomendado que a toma da pílula seja efetuada nas primeiras 12 a 72 horas após a relação sexual. O mecanismo de ação da pilula do dia seguinte depende da fase do ciclo menstrual onde se encontre a mulher só sendo eficaz se ainda não tiver ocorrido a implantação do óvulo [3-4]. Objectivos: Avaliar o nível de conhecimento e a frequência de uso da contraceção de emergência em mulheres jovens estudantes do ensino superior; e, verificar se o nível de conhecimentos está correlacionado com a idade e o ano curricular frequentado. Material e Métodos: Trata-se de um estudo transversal, analítico, observacional e quantitativo que teve como base uma amostra probabilística aleatória simples constituída por 245 mulheres com idades compreendidas entre ao 18 e os 24 anos. Os dados foram recolhidos, aplicando um questionário anónimo de autopreenchimento, em contexto de sala de aula...

Trajetórias Relacionais e Reprodutivas Conducentes à Gravidez na Adolescência: a Realidade Nacional e Regional Portuguesa

Pires, Raquel; Pereira, Joana; Pedrosa, Anabela Araújo; Bombas, Teresa; Vilar, Duarte; Vicente, Lisa; Canavarro, Maria Cristina
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Artigo de Revista Científica
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27.71%
Introdução: Este estudo pretendeu caracterizar as trajetórias relacionais e reprodutivas conducentes à gravidez na adolescência em Portugal, explorando a existência de especificidades regionais. Material e Métodos: O estudo decorreu entre 2008 e 2013 em 42 serviços de saúde públicos. A amostra, nacionalmente representativa, incluiu 459 grávidas com idades entre os 12 e os 19 anos. Os dados foram obtidos por autorrelato, através de uma ficha de caracterização construída para o efeito. Resultados: Independentemente de terem tido um (59,91%) ou múltiplos parceiros sexuais (40,09%), as adolescentes engravidaram de forma mais frequente numa relação de namoro, utilizando contraceção à data da conceção e tendo identificado a falha contracetiva que esteve na origem da gravidez (39,22%). A nível regional, outras trajetórias surgiram com elevada prevalência, refletindo opções como a decisão de engravidar (Alentejo/Açores), a não utilização de contraceção (Centro/Madeira) ou a sua utilização ineficaz sem que a falha contracetiva fosse identificada (Madeira). As relações de namoro revelaram-se maioritariamente duradouras (> 19 meses), com homens mais velhos (> 4 anos) e fora do sistema de ensino (75,16%); estes resultados foram particularmente expressivos quando a gravidez foi planeada. Discussão: O conhecimento gerado por este estudo reflete a necessidade de investir em abordagens preventivas que atendam às necessidades específicas das jovens de cada região e integrem a população masculina de maior risco. Conclusão: Os nossos resultados podem contribuir para o delineamento de políticas de saúde mais eficazes e para uma atuação multidisciplinar mais informada ao nível da educação sexual e do planeamento familiar nas diferentes regiões do país.; Introduction: The current study aimed to describe the relational and reproductive trajectories leading to adolescent pregnancy in Portugal...

Intervenção Farmacêutica na Contraceção Hormonal e de Emergência

Fernandes, Filipe Mendonça
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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38.39%
O acesso aos métodos contracetivos hormonais regulares e de emergência configura para as mulheres a possibilidade de controlar a sua natalidade com elevada eficácia e segurança. A contraceção de emergência deve ser encarada como um método de recurso, a um método principal de contraceção. A sua disponibilidade representa um valioso recurso para as mulheres, ao permitir efetuar uma contraceção com elevado grau de eficácia e segurança após o coito. Devido ao aumento do consumo de contracetivos de emergência em Portugal, associado à possibilidade em adquiri-los sem intervenção farmacêutica, torna-se necessário perceber o perfil de consumo da contraceção de emergência. O farmacêutico devido à sua proximidade geográfica e permanente disponibilidade para com a população que serve, aliado ás suas competências na área do medicamento, assume cada vez mais uma importância crescente ao nível da contraceção hormonal. O recurso à contraceção de emergência representa em grande parte dos casos uma falha contracetiva ou a não utilização de métodos contracetivos durante o coito. O farmacêutico ao estar diretamente envolvido na dispensa de ambos os métodos tem a capacidade de com a sua intervenção melhorar as praticas contracetivas entre as mulheres portuguesas e contribuir para a utilização racional de medicamentos. Os objetivos do trabalho monográfico foram: efetuar uma revisão sobre métodos contracetivos hormonais incluindo os de emergência e respetiva intervenção farmacêutica em Portugal. Analisar o consumo e utilização da contraceção de emergência em Portugal. Neste contexto o trabalho desenvolvido consistiu numa revisão sobre os principais métodos contracetivos hormonais e de emergência. Realizou-se uma análise entre o consumo de contracetivos de emergência e a interrupção voluntaria da gravidez na tentativa de estabelecer uma relação entre ambos. Explorou-se a ideia da inclusão do farmacêutico na consulta de planeamento familiar e outros serviços em que este poderia representar uma mais valia para a população. Sugeriu-se uma intervenção ativa do farmacêutico em Portugal...

Experiência da realização de uma interrupção voluntária da gravidez (IVG) : dois anos depois

Azeredo, Helena Isabel Cardoso
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 08/07/2013 POR
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27.92%
Atualmente, não existe concordância entre alguns dos estudos, acerca das consequências psicológicas da IVG. Por um lado, prevalece a assunção de que a decisão de interromper uma gravidez pode conduzir ao desenvolvimento de problemas de saúde mental em diversos níveis (e.g. Cameron & Dean, 2010). Por outro, surgem frequentemente, evidências de que apenas algumas mulheres, experimentam reações negativas após a IVG ou sintomas psicológicos clinicamente significativos (e.g. Robinson, Stotland, Russo, Lang & Occhiogrosso, 2009). Contudo, é consensual que sendo as consequências psicológicas da IVG complexas, deverá ser dada atenção a alguns aspetos que lhe estão subjacentes, nomeadamente, a sexualidade, a contraceção e os relacionamentos interpessoais, no sentido de se caracterizar a diversidade de experiencias e significados desta experiencia (e.g. Major, Appelbaum, Beckam, Dutton, Russo & West, 2008). Constitui-se como objetivo geral, para este estudo, a exploração da vivência do processo da IVG e o seu impacto na vida de mulheres que realizaram este procedimento há dois anos. Esta exploração, foca-se ao nível da saúde mental, do planeamento familiar e contraceção, do suporte social e relações interpessoais...

Conhecimentos sobre Sexualidade e Duplo Padrão Sexual em Estudantes de Enfermagem

Barros, Maria da Luz; Sim-Sim, Margarida
Fonte: I Forum Internacional de Violência e Maus-Tratos Publicador: I Forum Internacional de Violência e Maus-Tratos
Tipo: Aula
POR
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17.37%
Introdução: A sexualidade como temática na formação em Enfermagem é área carente, explorada superficialmente, orientada para a prevenção de IST, gravidez, gerando-se um espaço interdito de assexualização do cuidador e do beneficiário (Pereira, 2007) . Visões fluidas e limitadas espelham lacunas curriculares e ocultação do tem na formação (Gir, Nogueira & Pelá, 2000) (Ressel & Gualda, 2002) . Como temática curricular para universitários, revela benefícios no conhecimento e posturas dos Estudantes concorrendo para menor tradicionalismo (Low, 2004) . Objetivo: Descrever a relação entre o conhecimento sobre sexualidade e o duplo padrão sexual. Metodologia: Estudo quantitativo transversal. Amostra de conveniência de 117 estudantes do 3º Ano. Média de idades de 22,2 anos (DP=3.961). Questionário aplicado no inicio do ano com questões sobre Anatomofisiologia, Contraceção e Resposta Sexual Humana [RSH] e escala de Duplo Padrão Sexual (alfa de Cronbach .833). Resultados: Fisiologia Feminina e RSH são os conteúdos mais precários no conhecimento. Através de teste t de Student de amostras emparelhadas, constatam-se diferenças significativas entre a dimensão da RSH face às dimensões de Anatomia, Fisiologia Masculina e Contraceção. Os estudantes tendem a ser liberais no Duplo Padrão Sexual...

Contraceção para adolescentes com lúpus eritematoso sistémico

Couto, C.; Sousa, H.; Guedes, M.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/2012 POR
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37.71%
A escolha de um método anticoncecional nas adolescentes com lúpus eritematoso sistémico (LES) tem sido controversa, nomeadamente no que respeita aos contracetivos hormonais combinados pelo risco aumentado de eventos trombóticos e pelo possível impacto na atividade da doença. Revisões recentes sugerem que as doentes com LES podem usar a maioria dos métodos contracetivos, incluindo os métodos hormonais. Os contracetivos hormonais combinados são uma boa opção nas adolescentes com anticorpos antifosfolipídeos negativos, que não apresentam outros factores de risco pró-trombóticos e cuja doença se encontra inativa. Os contracetivos progestativos são uma alternativa nos casos de maior risco tromboembólico e nos casos de LES ativo. Os métodos de barreira são sempre recomendados, a contraceção de emergência não tem contra-indicação nas adolescentes com LES e o dispositivo intra-uterino (DIU) não está atualmente contra-indicado, sendo uma opção segura e eficaz, pelo que constitui uma alternativa contracetiva a considerar, particularmente o DIU com levonorgestrel. ABSTRACT The selection of a contraceptive method in the adolescents with systemic lupus erythematosus (SLE) has been controversial, namely with respect to combined hormonal contraceptives for the risk of thrombosis and possible impact in the disease activity. Recent reviews suggest that patients with SLE may use the majority of the contraceptive methods...

As Jovens e a Contraceção   de Emergência: Vivências da sexualidade

Morgado, Ana Paula; Coutinho, Emília; Duarte, João
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /01/2013 POR
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38.06%
Resumo Ser adolescente…jovem faz parte do percurso do ser humano no seu crescimento e desenvolvimento. É dos períodos da vida mais saudáveis e de conquista que se têm ao longo da vida. No entanto, atendendo aos comportamentos de risco, nomeadamente aos que surgem naturalmente fruto desta fase de desenvolvimento, e às novas realidades com que os jovens se defrontam socialmente no seu quotidiano, torna-se pertinente entender este período de vida e as particularidades que nele assume a sexualidade. Com Portugal a ocupar o lugar cimeiro entre os jovens europeus infetados com o VIH/SIDA (Frade et al., 2006; Matos, 2010) e com gravidezes indesejadas, a sexualidade na adolescência é um tema importante na atualidade portuguesa. O presente estudo teve como objetivos: compreender os significados atribuídos pela jovem à vivência da sua sexualidade; compreender os significados atribuídos pela jovem à experiência de utilização de contraceção de emergência. Participaram no estudo vinte e três (23) jovens do sexo feminino, todas utilizadoras do Gabinete de Apoio à Sexualidade Juvenil, de uma Delegação Regional da Zona Centro do Instituto Português da Juventude. Recorreu-se a uma abordagem fenomenológica...

Promoção da saúde sexual em jovens universitários portugueses : conhecimentos e atitudes face à contraceção e à prevenção das ISTs

Reis, Marta Sofia Pereira dos
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012 POR
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27.37%
Doutoramento em Ciências da Educação, especialidade Educação para a Saúde.

Lupus eritematoso : contraceção e gravidez

Lopes, Sara Isabel Pacheco
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 POR
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38.06%
O Lupus Eritematoso Sistémico é uma doença reumática, inflamatória, crónica, de natureza autoimune, capaz de afetar uma grande diversidade de órgãos do corpo e que acomete sobretudo as mulheres em idade fértil. A gravidez em mulheres com Lupus Eritematoso Sistémico constitui um grande desafio, já que se trata de uma doença que pode colocar a grávida e o feto em risco. A ideia geral de que constitui um período de maior vulnerabilidade para exacerbações da doença, e até de aparecimento da mesma, entra em contraste com a opinião de alguns investigadores que consideram este tema controverso. É, no entanto, obrigatório que o seu planeamento seja adequadamente ponderado e organizado. Assim, atualmente a gravidez deixou de ser uma contraindicação nestas doentes, tornando-se uma opção viável. Não está definido um consenso global quanto ao acompanhamento das mulheres com Lupus Eritematoso Sistémico durante a gravidez, contudo, considera-se essencial a monitorização apertada da atividade e gravidade da doença neste período, bem como o conhecimento das opções terapêuticas e a sua toxicidade. Um método contracetivo eficaz deverá ser usado para evitar gestações não planeadas, mas a escolha do mesmo deve ter em conta determinados critérios. A segurança da contraceção oral...

Percursos conducentes à maternidade adolescente em Portugal

Pires, Raquel Sofia Antunes
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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17.71%
Introdução: A maternidade adolescente continua a ser uma preocupação incontornável em diversos países desenvolvidos. Em função da diversidade e potencial magnitude das suas consequências, a fundamentação de políticas e práticas de saúde destinadas à sua prevenção e à minimização do seu impacto, bem como a adequação destas às necessidades de cada realidade sociocultural, têm sido amplamente recomendadas, quer nacional quer internacionalmente. Ancorada numa perspetiva desenvolvimental e ecológica, a presente investigação centrou-se nos percursos conducentes à maternidade adolescente em Portugal, procurando: 1) conhecer as trajetórias individuais na origem da maternidade adolescente nas diferentes regiões do país e 2) identificar fatores e processos explicativos dos comportamentos sexuais e contracetivos de risco para a ocorrência da gravidez, da decisão reprodutiva das jovens que engravidam e do seu ajustamento socioemocional durante a gravidez. Metodologia: A presente investigação é de natureza transversal. Recolhemos dados de 483 adolescentes (< 20 anos) grávidas, 177 que optaram pela interrupção voluntária da gravidez (IVG) e 883 sem história de gravidez, em 81 serviços de saúde e educação de todo o país. Para além de informações sociodemográficas e sobre outras áreas de vida (e.g....

Relational and Reproductive Trajectories Leading to Adolescent Pregnancy in Portugal: a National and Regional Characterization; Trajetórias Relacionais e Reprodutivas Conducentes à Gravidez na Adolescência: a Realidade Nacional e Regional Portuguesa

Pires, Raquel; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. Universidade de Coimbra. Coimbra. Portugal. Unidade de Intervenção Psicológica. Maternidade Daniel de Matos. Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Coimbra. Portugal.; Pereira
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 31/10/2014 POR; ENG
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17.71%
Introduction: The current study aimed to describe the relational and reproductive trajectories leading to adolescent pregnancy in Portugal, and to explore whether there were differences in this process according to adolescents’ place of residence.Material and Methods: Data were collected between 2008 and 2013 in 42 public health services using a self-report questionnaire developed by the researchers. The sample consisted of a nationally representative group of pregnant adolescents (n = 459).Results: Regardless of having had one (59.91%) or multiple sexual partners (40.09%), the majority of adolescents became pregnant in a romantic relationship, using contraception at the time of the conception and knowing the contraceptive failure which led to pregnancy (39.22%). In some regions other trajectories were highly prevalent, reflecting options such as planning the pregnancy (Alentejo Region/ Azores Islands), not using contraception (Centro Region/Madeira Islands) or using it incorrectly, without identifying the contraceptive failure (Madeira Islands). On average, romantic relationships were longer than 19 months and adolescents’ partners were older than themselves (> 4 years) and no longer in school (75.16%); these results were particularly significant when the pregnancy was planned.Discussion: The knowledge gained in this study shows that prevention efforts must be targeted according to the adolescents’ needs in each region and should include high-risk male groups.Conclusion: Our results may enable more efficient health policies to prevent adolescent pregnancy in different country regions and support educators and health care providers on sexual education and family planning efforts.Keywords: Adolescent; Contraception; Sex Education; Pregnancy in Adolescence; Portugal.; Introdução: Este estudo pretendeu caracterizar as trajetórias relacionais e reprodutivas conducentes à gravidez na adolescência em Portugal...

Contraceção oral: enquadramento histórico e farmacológico

Santos, Ana Catarina Mendes dos
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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38.42%
Dissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2013; A contraceção oral possui um impacto geográfico extenso, sendo consumida por milhões de pessoas. Desde 1960, ano em que foi introduzida a primeira pilula, Enovid - 10®, a contraceção oral tem passado por grandes progressos ao longo das décadas, comemorando em 2010, 50 anos de existência. A pilula, constituída por estrogénios e progestogénios sintéticos passou por alterações a nível da concentração de estrogénios, no tipo de progestogénio, como o desenvolvimento de novos progestogénios, como a drosperinona, dianogest, acetato de ciproterona, acetato de clorimadrona e acetato de normegestrel (4ªgeração) e no regime de pausa hormonal com a finalidade de diminuir os efeitos secundários. A principal função da contraceção hormonal é a inibição da ovulação e assim prevenir a ocorrência de uma gravidez não desejada. No entanto, a contraceção hormonal é acompanhada de uma série de benefícios a nível não concecional. Com a evolução farmacológica, foram associados riscos de tromboembolismo venoso e cancro o que é condicionado com fatores de risco associados. Certos medicamentos como antibióticos...

Fatores de influência individuais, psicossociais e relacionais para a ocorrência de gravidez na adolescência em Portugal Continental

Carvalho, Paula Susana L. Saraiva
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012 POR
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17.71%
O reconhecimento da importância dos contextos individuais e relacionais/afectivos das adolescentes na construção das trajectórias de desenvolvimento (in)adaptativas contribuiu para a exploração do impacto dos aspectos individuais, relacionais e sociais, no seio dos quais sobressaem algumas variáveis que se têm mostrado passíveis de conduzir a uma gravidez na adolescência. Os resultados da investigação empírica apontam no sentido de que a gravidez precoce ocorre sobretudo em adolescentes que vivem em situações desfavorecidas do ponto de vista social, económico e pessoal, nomeadamente no que toca a situações de pobreza, baixos níveis educacionais e condições adversas ao longo da sua trajectória desenvolvimental. Os dados disponíveis salientam uma tendência consistente, nas últimas duas décadas, para um decréscimo da gravidez na adolescência em Portugal Continental. Apesar da evolução positiva deste indicador no panorama nacional, este continua a ser bastante desfavorável, sendo um problema social incontornável na actualidade. Não obstante a relevância, tanto teórica como prática deste fenómeno e o crescente interesse pela sua investigação, são ainda escassos ou inexistentes os estudos portugueses que incluam as diversas regiões geográficas do país. Com a presente dissertação...

Lupus eritematoso : contraceção e gravidez

Lopes, Sara Isabel Pacheco
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 POR
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O Lupus Eritematoso Sistémico é uma doença reumática, inflamatória, crónica, de natureza autoimune, capaz de afetar uma grande diversidade de órgãos do corpo e que acomete sobretudo as mulheres em idade fértil. A gravidez em mulheres com Lupus Eritematoso Sistémico constitui um grande desafio, já que se trata de uma doença que pode colocar a grávida e o feto em risco. A ideia geral de que constitui um período de maior vulnerabilidade para exacerbações da doença, e até de aparecimento da mesma, entra em contraste com a opinião de alguns investigadores que consideram este tema controverso. É, no entanto, obrigatório que o seu planeamento seja adequadamente ponderado e organizado. Assim, atualmente a gravidez deixou de ser uma contraindicação nestas doentes, tornando-se uma opção viável. Não está definido um consenso global quanto ao acompanhamento das mulheres com Lupus Eritematoso Sistémico durante a gravidez, contudo, considera-se essencial a monitorização apertada da atividade e gravidade da doença neste período, bem como o conhecimento das opções terapêuticas e a sua toxicidade. Um método contracetivo eficaz deverá ser usado para evitar gestações não planeadas, mas a escolha do mesmo deve ter em conta determinados critérios. A segurança da contraceção oral...

Planeamento familiar: saber nunca é demais!: os métodos contraceptivos

Vilar, Duarte; Tavares, Maria José Ferro
Fonte: Universidade Aberta Publicador: Universidade Aberta
Tipo: Aula
Publicado em //1999 POR
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27.37%
Recursos Educativos - Ciências; Objetivos da consulta de Planeamento Familiar. A importância da contraceção para a saúde da mulher e da criança e para uma sexualidade mais saudável. Mesa redonda sobre os métodos hormonais.

Contraceção para adolescentes com lúpus eritematoso sistémico

Couto,Cristiana; Sousa,Helena; Guedes,Margarida
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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A escolha de um método anticoncecional nas adolescentes com lúpus eritematoso sistémico (LES) tem sido controversa, nomeadamente no que respeita aos contracetivos hormonais combinados pelo risco aumentado de eventos trombóticos e pelo possível impacto na atividade da doença. Revisões recentes sugerem que as doentes com LES podem usar a maioria dos métodos contracetivos, incluindo os métodos hormonais. Os contracetivos hormonais combinados são uma boa opção nas adolescentes com anticorpos antifosfolipídeos negativos, que não apresentam outros factores de risco pró-trombóticos e cuja doença se encontra inativa. Os contracetivos progestativos são uma alternativa nos casos de maior risco tromboembólico e nos casos de LES ativo. Os métodos de barreira são sempre recomendados, a contraceção de emergência não tem contra-indicação nas adolescentes com LES e o dispositivo intra-uterino (DIU) não está atualmente contra-indicado, sendo uma opção segura e eficaz, pelo que constitui uma alternativa contracetiva a considerar, particularmente o DIU com levonorgestrel.