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Pensar a educação: contributos da filosofia na procura da qualidade

Rebelo, Hugo; Bonito, J
Fonte: Associação da Educação Pluridimensional e da Escola Cultural Publicador: Associação da Educação Pluridimensional e da Escola Cultural
Tipo: Parte de Livro
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Neste trabalho abordaremos o papel da reflexão como um dos importantes contributos que a Filosofia presta à Educação. Como fio condutor exploramos a relação entre a Filosofia e o conhecimento, focando a atenção no acto de conhecer, enquanto gerador de conhecimento, pelo qual o homem se faz homem, aliando a virtude à sabedoria. Imbuir a educação desta sageza é um imperativo actual. Só uma educação pensada poderá orientar o homem para si mesmo e para o seu semelhante, no entanto, o que de facto se efectiva rumo à excelência educativa nem sempre coincide com o proclamado, pelo que fazemos também uma aproximação aos conceitos de qualidade e qualidade do ensino, apontando algumas das variáveis que concorrem para a educação com a qualidade que se preconiza.

Conhecimento

Estevinha Rodrigues, Luís
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2013 POR
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O conhecimento é objecto de inquérito na filosofia ocidental desde Parménides e Platão. O interesse pelo conhecimento proposicional despontou a partir da década de 60 do Século 20 com o Problema de Gettier. A Definição Tradicional do Conhecimento, ou análise tripartida, foi então seriamente questionada e o projecto de encontrar uma análise em ordem do conceito de conhecimento teve início. Cinquenta nos volvidos, muitos aceitam que o problema está por solucionar. Neste artigo, introduz-se de forma concisa o roteiro para a compreensão destes problemas.

Linguagem e conhecimento no Crátilo de Platão

Montenegro,Maria Aparecida de Paiva
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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Ao final do diálogo Crátilo de Platão, deparamo-nos com a constatação de que os nomes não seriam capazes de dizer a essência das coisas, o que parece pôr em xeque a tarefa da filosofia pensada como atividade de busca do conhecimento presidida pelo lógos. O presente artigo pretende mostrar que é possível entrever, a partir da própria construção dos elementos que compõem o diálogo, sobretudo em sua dimensão dramática, indicações de que a linguagem não é destituída de seu papel de viabilizar o conhecimento.

Conceitos de filosofia na escola e no mundo e a formação do filósofo segundo I. Kant

Seneda,Marcos César
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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Este texto pretende discutir, do ponto de vista kantiano, o que pode ser ensinado e o que pode ser aprendido em Filosofia. Seu objetivo é construir os argumentos hipotéticos de Kant em face do método estruturalista de leitura de textos filosóficos. Para circunscrever este tema, aparentemente muito amplo, tomaremos como fio condutor um célebre texto de aula de I. Kant, publicado por G. B. Jäsche sob o título Manual dos Cursos de Lógica Geral. Kant ministrou este curso por mais de quarenta anos, até o término de suas atividades docentes em 1797, e nele apresenta considerações bastante fecundas e atuais sobre o ensino da História da Filosofia e sobre a formação do filósofo. A partir da distinção entre conhecimento histórico e conhecimento racional, e da distinção entre o conceito de filosofia na escola e o conceito de filosofia no mundo (AK 9:24), procuraremos apresentar as contribuições kantianas que podem ainda ser consideradas pertinentes para se discutir o modo de ensinar Filosofia e a formação do filósofo.

Uma revisão/discussão sobre a filosofia da ciência

Furlan,Reinaldo
Fonte: Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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O objetivo deste artigo é introduzir e estimular a reflexão sobre a natureza do conhecimento científico. A intenção não é dogmática, no sentido de dizer o que é a metodologia científica, mas apresentar questões que estão na base da discussão de sua fundamentação e que rompem com a aparente certeza do senso comum sobre a natureza do conhecimento científico: a relação entre história da ciência interna e externa, a crítica à noção de indução, o papel da teoria na observação, o princípio de verificação. Privilegia-se nessa apresentação as duas principais teorias que polarizaram as discussões da filosofia da ciência nas últimas décadas, as teorias de Popper e de Kuhn sobre os fundamentos da metodologia científica.

A leitura filosófica dos clássicos: Vico, a filosofia moderna e a instauração da filosofia da arte

Lizardo, Janaína Balbino
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Esta dissertação é o resultado do trabalho de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia Moderna e Contemporânea da Universidade Federal de Uberlândia; o trabalho está inscrito na Linha de Pesquisa “Filosofia Social e Política”. O tema da pesquisa foi a investigação do conceito de sabedoria poética na obra magna de Giambattista Vico (1668-1744). A formulação do problema da pesquisa permitiu uma breve investigação sobre o contexto filosófico com o qual as obras de Vico travaram o debate relativo à formação da sociedade civil, mas, sobretudo do homem que a constitui. O filósofo napolitano percorre a história da filosofia e se propõe a descobrir a verdadeira sabedoria dos antigos a partir do seu método aqui elucidado. Este tópico da pesquisa é contemplado no segundo capítulo, onde se discute os argumentos de Vico a respeito da sabedoria humana nos tempos obscuros e fabulosos. O terceiro capítulo apresenta a aplicação do método de investigação filosófica-filológica de Vico, que embasado no conceito de sabedoria poética analisa a sabedoria de Homero, ou, a descoberta do verdadeiro Homero. Em suma, a dissertação permite o aprofundamento da discussão dos pressupostos filosóficos da História das Nações que podem ser conhecidos com a abordagem das fábulas...

The Applicability of Carlos Cardona Pescador’s State of the Art in Philosophy, Anthropology, Ethics and Bioethics; Aplicabilidad del estado del arte de Carlos Cardona Pescador en filosofía, antropología, ética y bioética; Aplicabilidade do estado da arte de Carlos Cardona Pescador em filosofia, antropologia, ética e bioética

Posada-González, Nubia; Universidad de La Sabana
Fonte: Universidad de la Sabana Publicador: Universidad de la Sabana
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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After providing a brief biography of the author, this article outlines a study in which two new definitions of state of the art are constructed and compared, then applied to Carlos Cardona Pescador’s definition. The state of the art or highest level of development is presented as one of the best resources to develop the compiling phase of any scientific research on a particular topic, or in this case, an author, with a proposal that breaks down economic barriers in terms of access to obtaining and producing cutting edge scientific knowledge by including the greatest possible approximation to the universal range of sources and to a critical study of the author, and of these as a whole. It includes the work of an author and intellectual products about the author in which he or she is quoted or mentioned, thereby facilitating, in its interdisciplinary applicability, the development of secularity in bioethics founded on a scientific resource that allows for a better understanding of those who enrich it, and a way to develop global bioethics, as it takes into account the external context and internal characteristics of what constitutes its object or subject of study.; Después de una breve biografía del autor, se presenta la investigación en la que se construyen y contrastan dos nuevas definiciones de estado del arte...

Filosofia da linguagem e organização do conhecimento nos anos 1930: a pragmática em Wittgenstein e em Ranganathan.

Saldanha, Gustavo
Fonte: ISKO Publicador: ISKO
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Reconhecida a relevância dos estudos filosóficos para a organização do conhecimento, propomos um estudo histórico-epistemológico focado na década de 1930. A principal questão abordada se refere ao desenvolvimento de um pensamento orientado para a pragmática da linguagem no cenário filosófico no período. Este pensamento toma a linguagem ordinária como elemento fundador do sentido. A ideia de uso é reconhecida como estrutural e apenas através dela se pode conceber a significação. Em focos distintos, o filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein e o filósofo indiano Shiyali Ramamrita Ranganathan discutem o desenvolvimento epistemológico segundo os pressupostos de uma pragmática da linguagem. O pensamento dos autores aborda a produção de sentido a partir do uso. A pragmática ranganthaniana possibilita o afastamento da noção ocidental-moderna de “conhecimento”. A partir da filosofia da linguagem presente no filósofo indiano podemos pensar em “saberes”, tomando a prática de organização no âmbito informacional como responsável por uma noção plural de epistemologia. Este posicionamento aproxima Ranganathan do pensamento wittgensteiniano. O objetivo central deste trabalho é propor análise do diálogo entre as visões de Ranganathan e Wittgenstein no âmbito da construção das possibilidades do conhecer a partir do uso da linguagem no âmbito dos anos 1930. Como objetivos específicos...

One revision/discussion about the philosophy of science; Uma revisão/discussão sobre a filosofia da ciência

Furlan, Reinaldo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2002 POR
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O objetivo deste artigo é introduzir e estimular a reflexão sobre a natureza do conhecimento científico. A intenção não é dogmática, no sentido de dizer o que é a metodologia científica, mas apresentar questões que estão na base da discussão de sua fundamentação e que rompem com a aparente certeza do senso comum sobre a natureza do conhecimento científico: a relação entre história da ciência interna e externa, a crítica à noção de indução, o papel da teoria na observação, o princípio de verificação. Privilegia-se nessa apresentação as duas principais teorias que polarizaram as discussões da filosofia da ciência nas últimas décadas, as teorias de Popper e de Kuhn sobre os fundamentos da metodologia científica.; The objective of this paper is to stimulate the reflection on the nature of scientific knowledge. The intention is not dogmatic, in the sense of saying what is scientific methodology, rather to present the following points that are the basis for the discussion of its foundation and break up with the apparent certainty of the common sense on the nature of scientific knowledge: (1) the relationship among internal and external science history, (2) the critic to the induction notion, (3) the role of theory in observation...

One revision/discussion about the philosophy of science; Uma revisão/discussão sobre a filosofia da ciência

Furlan, Reinaldo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2002 POR
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46.08%
The objective of this paper is to stimulate the reflection on the nature of scientific knowledge. The intention is not dogmatic, in the sense of saying what is scientific methodology, rather to present the following points that are the basis for the discussion of its foundation and break up with the apparent certainty of the common sense on the nature of scientific knowledge: (1) the relationship among internal and external science history, (2) the critic to the induction notion, (3) the role of theory in observation, (4) the principle of verification. In that presentation it is privileged the two main theories that polarized the discussions of philosophy of science in the last decades: the theories of Popper and Kuhn on the scientific methodology foundations.; O objetivo deste artigo é introduzir e estimular a reflexão sobre a natureza do conhecimento científico. A intenção não é dogmática, no sentido de dizer o que é a metodologia científica, mas apresentar questões que estão na base da discussão de sua fundamentação e que rompem com a aparente certeza do senso comum sobre a natureza do conhecimento científico: a relação entre história da ciência interna e externa, a crítica à noção de indução, o papel da teoria na observação...

Sobre o estudo da filosofia indiana

Sacrini, Marcus
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 18/09/2014 POR
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A tese geral deste texto é que muitas escolas indianas de pensamento podem fazer parte da formação acadêmica brasileira em filosofia. Afinal, um dos aspectos marcantes das obras filosóficas comumente estudadas em nossas instituições de ensino é a formulação de discursos argumentados, passíveis de aperfeiçoamento por meio de discussões ou debates. Ora, pode-se encontrar vários exemplos dessesdiscursos nos textos produzidos na Índia clássica.

GEOGRAFIA E DISCURSO CRÍTICO (DA EPISTEMOLOGIA À CRÍTICA DO CONHECIMENTO); GEOGRAFIA E DISCURSO CRÍTICO (DA EPISTEMOLOGIA À CRÍTICA DO CONHECIMENTO)

Vesentini, José Willian
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 08/11/2011 POR
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Este ensaio, apresentado inicialmente como iniciação no Seminário “Filosofia e Geografia” (Rio de Janeiro, 1983), busca retomar e problematizar algumas questões atuais nesta fase de reconstrução do discurso geográfico. A partir da análise de problemas metodológicos de três autores – Harvey, Quaini e Lacoste -, demonstra-se que a elaboração de uma geografia crítica ou radical não está isenta de ambigüidades oriundas especialmente da predominância de categorias teóricas dos discursos do entendimento, com uma percepção mítica do conhecimento científico. O apelo ao marxismo como “tábua de salvação” para a crise da geografia é um outro aspecto analisado neste texto. Chama-se igualmente a atenção para a necessidade de uma percepção do espaço geográfico como realidade “viva” ou em construção, na qual ganha destaque as relações sujeito-objeto.; Este ensaio, apresentado inicialmente como iniciação no Seminário “Filosofia e Geografia” (Rio de Janeiro, 1983), busca retomar e problematizar algumas questões atuais nesta fase de reconstrução do discurso geográfico. A partir da análise de problemas metodológicos de três autores – Harvey, Quaini e Lacoste -, demonstra-se que a elaboração de uma geografia crítica ou radical não está isenta de ambigüidades oriundas especialmente da predominância de categorias teóricas dos discursos do entendimento...

A CRÍTICA DE RICHARD RORTY À TEORIA DO CONHECIMENTO E UMA POSSIBILIDADE DE REDESCRIÇÃO

Pereira, Maria José; Doutora em Educação pela Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Marília, São Paulo. Professora Adjunta no Departamento de Filosofia e Teologia da PUC-Goiás e no Pro
Fonte: GT de Pragmatismo e Filosofia Americana Publicador: GT de Pragmatismo e Filosofia Americana
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/save
Publicado em 15/04/2012 POR
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Resumo: este artigo cumpre o propósito de expor a crítica de Richard Rorty à teoria do conhecimento e ao mesmo tempo tecer a possibilidade de uma redescrição nos moldes rortianos. A primeira etapa do texto pontua a crítica deste filósofo com base no livro A filosofia e o espelho da natureza. A segunda trata do pensamento de Rorty na ótica de alguns autores e, finalmente, na terceira, faz-se uma tentativa de redescrição com o foco no filme As Mil e Uma Noites.Palavras-chave: teoria de conhecimento, Richard Rorty, redescrição, cinemaAbstract: This article accomplishes the purpose of exposing Richard Rorty's critique to the theory of knowledge and the same time to weave the possibility of redescription in the Rortianos molds. The first part of the text punctuates that philosopher's critique based in the book The philosophy and the mirror of the nature. The second deals with Rorty's thought from the perspective of some other authors, and finally in the third stage, there is an attempt to do "redescription" with the focus in the movie The Thousand and One Nights. Keywords:Teory of knowledge, Richard Rorty, redescription, movies

Sociologia da ciência: realismo, idealismo e construtivismo

Gomes, Vicente de Paula; Universidade Federal do Piauí - UFPI, Departamento de Filosofia
Fonte: Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea Publicador: Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 21/02/2014 POR
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A virada neopragmática, crítica avassaladora da função fundante dos saberes autodefendida pela filosofia, radical ao ponto de incluir a própria vertente analítica de onde se originou, é, inexoravelmente, a fronteira atual do conhecimento filosófico, o golpe do movimento neopragmático à filosofia e à razão; contudo, deve ser avaliado como positivo. Ele possibilitou o retorno à consciência das matrizes conceituais genuínas desse saber ao apontar as propostas de superação do impasse: naturalismo estrito (QUINE, 1969), naturalismo fraco (HABERMAS, 2004), idealismo objetivo (HÖSLE, 1987), contextualismo (RORTY, 1994). Contribuíram, inquestionavelmente, para esse desfecho, os estudos históricos e sociológicos da ciência pós-kuhnianos, inspirados em sua filosofia da ciência. Inserindo-se tangencialmente nesse debate, o objeto de reflexão deste estudo é contrapor o ponto de vista da sociologia da ciência ao realismo e ao idealismo. Nosso intuito é demonstrar que o construtivismo que caracteriza seu modelo de inquirição não nega, como ingênua ou maliciosamente entendem seus críticos, a função determinante da natureza na construção da ciência. A força do nosso argumento emergirá da análise realizada pelos expoentes do strong programme em sociologia da ciência...

SUBJETIVIDADE E EDUCAÇÃO A PARTIR DA FILOSOFIA BERGSONIANA

Gusmão, Luka de Carvalho; Universidade de Brasília; Monteiro, Sandrelena da Silva; Pinto, Tarcísio Jorge Santos
Fonte: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação Publicador: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 15/07/2014 POR
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Bergson concebeu sua teoria do conhecimento fundamentada numa teoria da vida: com base nos dados da experiência, defende que a vida desenvolve potenciais de consciência, liberdade, inteligência e intuição que culminam no ser humano. Neste artigo, após contextualizarmos sua vida e obra, buscamos mostrar como, a partir de sua teoria do conhecimento, delineia-se uma forma inovadora de se compreender a subjetividade e a educação.

O Sentido da Filosofia na Escola: (Não) É O Que Não Pode Ser

Oliveira, Paula Ramos de; Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
Fonte: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação Publicador: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 14/10/2011 POR
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Qual o lugar da filosofia na escola? Qual a liberdade que a filosofia encontra na escola para poder ser o que quer? A escola sustenta-se em modelos, busca a padronização, o igual; já a filosofia procura aquilo que nem mesmo ela é para poder continuar sendo filosofia. A filosofia pode incomodar a estrutura de poder da escola e colaborar com a construção de um espaço mais humano, mas também estimular o seu inverso ao não enfrentar as relações de poder nesta instituição, preservando o que deveria ser eliminado. Em diversos textos - ―Educação após Auschwitz‖, ―Tabus a respeito do professor‖, ―Educação contra a barbárie‖, entre outros - Adorno aponta a necessidade de a escola opor resistência à barbárie, que é o contrário da formação (Bildung). Assim, a escola deve servir à desbarbarização da humanidade, mas para isto deve libertar-se dos tabus. Que papel tem o professor de filosofia neste contexto? Sua postura frente ao conhecimento, as relações que estabelece com os alunos e com o conteúdo, marcam uma postura política e uma concepção de educação que podem afirmar ou negar a própria filosofia. Como fazer efetivamente filosofia na escola? Se a filosofia levasse a cabo discussões consideradas pedagógicas...

Da danificação da cultura ao dilaceramento do sujeito: O ensino da filosofia entre o preconceito e a experiência

Giordano, Rosi; Universidade Federal do Pará
Fonte: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação Publicador: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 14/10/2011 POR
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Este ensaio consubstancia uma reflexão tecida do interior da Teoria Crítica, conjugando aportes da Psicologia e da Filosofia. Para tanto, busca-se argumentos em 'Opinião, loucura e sociedade', de Adorno, para, a seguir, iluminar a temática delimitada - ensino da filosofia: preconceito 'versus' experiência-, juntamente a outros autores, propositores, também, da relevância da 'experiência' para a filosofia. Concebe-se o filosofar como expressão da auto-reflexão, do conhecimento forjado na experiência.

O existencialismo em Sartre: subjetividade e sociedade do conhecimento

Reginaldo, Thiago; Pereira, Maria Elivete da Silva
Fonte: Filosofia e Educação Publicador: Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares; Pesquisa bibliográfica Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2015 POR
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Este artigo relaciona a teoria existencialista de Sartre com os aspectos atuais da sociedade do conhecimento atrelados à educação. Para tanto o ser é tomado a partir da sua (inter) subjetividade que se estabelece na relação consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A partir da trama dessas relações o conhecimento disseminado passa a ser filtrado e orientado entre os sujeitos. Para que haja um resgate à subjetividade, autonomia da consciência humana assentada no desenvolvimento das capacidades cognitivas e afetivas de problematização e apreensão da realidade, no entanto, necessitará de uma formação global com participação crítica baseada na ação e compreensão no mundo.

Afetividade e construção de conhecimento: a produção textual como portadora de conteúdo

Silva, Anna Selmira Jardim
Fonte: Filosofia e Educação Publicador: Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Ensaio; Pesquisa Bibliográfica Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2011 POR
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RESUMO              Este trabalho aborda a Afetividade através da produção textual de alunos do Ensino Fundamental e Médio e busca evidenciar como a produção textual, enquanto prática pedagógica representa um poderoso e eficiente instrumento de aproximação entre o sujeito cognitivo e o objeto de conhecimento. A relação sujeito/objeto é dinamizada por representações simbólicas e do mundo, promotoras da aprendizagem da língua, mediante a linguagem escrita e o processo de subjetivação, a partir da tomada de consciência e da reflexão dos conteúdos veiculados pelo texto. Evidencia-se a importância da afetividade no processo de aprendizagem e na construção da subjetividade e da consciência crítica do sujeito.  Palavras-chave: Construção do Conhecimento; Afetividade; Produção Textual.

O debate da pós-modernidade: as teorias do conhecimento em jogo

Gamboa, Silvio Ancizar Sánchez
Fonte: Filosofia e Educação Publicador: Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Ensaio Formato: application/pdf
Publicado em 11/09/2010 POR
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O texto apresenta o debate sobre as correntes pós-modernas que repercutem na pesquisa em educação. Essas correntes tem seu fundamento no “giro linguístico”. Essas abordagens que criticam o racionalismo moderno, paradoxalmente, tem como base uma teoria do conhecimento. A polêmica entre as tendências da pesquisa torna-se mais radical e esclarecedora quando são recuperadas as teorias do conhecimento que as sustentam. Os pesquisadores perante esse quadro de correntes diversas não podem ignorar o jogo de concepções e pressupostos, que revelam os limites e das implicações ideológicas dessas tendências. Essa necessária vigilância crítica poderá propiciar maior qualificação da pesquisa em educação.