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Caracterização da capacidade fotossintética e da condutância estomática em árvores de Pinus caribaea var. hondurensis e de Pinus taeda em Itatinga, São Paulo; Characterization of photosynthetic capacity and stomatal conductance in trees of Pinus caribaea var. hondurensis and Pinus taeda in Itatinga, São Paulo

Carneiro, Rafaela Lorenzato
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/08/2013 PT
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67.11%
Realizaram-se campanhas em árvores de cinco anos de idade de Pinus caribaea var. hondurensis e Pinus taeda em parcelas controle (sem fertilização e sem irrigação) e parcelas fertilizadas e irrigadas, durante o verão e o inverno de 2012 visando caracterizar as seguintes variáveis fisiológicas: i) Capacidade máxima fotossintética (Amax); ii) Fotossíntese ao longo do dia (A); iii) Variação da condutância estomática (gs) em relação ao aumento do déficit de pressão de vapor (DPV); e iv) Taxas máximas de carboxilização (Vcmax) e de transporte de elétrons (Jmax) via curvas A/Ci. O estudo foi realizado no projeto Produtividade Potencial do Pinus no Brasil, localizado na Estação Experimental da ESALQ/USP em Itatinga-SP.Foram escolhidas três árvores médias por parcela para as avaliações fisiológicas, realizadas com o LiCor 6400XT. A mensuração da Amax foi realizada no terço médio da copa, em dois galhos por árvore e em duas posições por galho, sendo realizada das 8 às 10 horas, e o comportamento da A, gs com o aumento do DPV, ocorreram de hora em hora, das 11 às 15 horas. Ao final, as acículas foram coletadas para a determinação da área foliar específica (AFE) e do nitrogênio foliar. As curvas A/Ci foram realizadas nas três árvores...

O papel da histerese no comportamento  complexo da condutância estomática; The role of hysteresis in the complex behavior of the stomatal conductance

Ramos, Antônio Mário de Torres
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/02/2013 PT
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67.27%
Estômatos são poros responsáveis pela troca gasosa entre a folha e o meio externo. A partir da década de 80, experimentos revelaram um complexo padrão espaço temporal na abertura e fechamento dos estômatos. As experiências apontam para uma possível coordenação entre estômatos em algumas áreas da folha chamada de patches. Esse fenômeno é conhecido na literatura como patchy stomatal conductance. Frequentemente a coordenação dinâmica dos estômatos está associada à oscilações temporais na condutãncia estomática (média especial da abertura dos estômatos). Em 1997 Haefner, Buckley e Mott (HBM) publicaram uma análise numérica de um modelo dinâmico para explorar o comportamento complexo dos estômatos. O modelo é baseado em algumas características conhecidas dos estômatos e assume transporte hídrico em uma rede definida por uma geometria simples e bastante restritiva. De acordo com os autores, o modelo reproduz qualitativamente os dados experimentais. Recentemente, Ferraz e Prado mostraram que esse modelo não é capaz de reproduzir os resultados experimentais. Usando ingredientes do modelo sugerido por HBM, Ferraz e Prado sugeriram uma geometria realística de distribuição reservatórios hídricos. Embora essa configuração reproduza os patches...

Condutância estomática como indicador de estresse hídrico em feijão

Oliveira, Alexsandra D. de; Fernandes, Edemo João; Rodrigues, Teresinha de J. D.
Fonte: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA) Publicador: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 86-95
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47.33%
O objetivo do trabalho foi verificar os indicadores de estresse hídrico, bem como seu efeito na cultura do feijão, por meio da condutância estomática. O experimento foi realizado na Área Experimental de Irrigação da Universidade Estadual Paulista - Jaboticabal, no ano agrícola de 2000. Foram estudados quatro tratamentos de irrigação com níveis crescentes de ETm: (T1) ETm acumulada = 22 mm; (T2) ETm acumulada = 33 mm; (T3) ETm acumulada = 44 mm; (T4) ausência de irrigação. Nas plantas com suprimento adequado de água, os maiores valores de condutância estomática ocorreram por volta do meio-dia solar, atingindo cerca de 159 e 174 mmol m-2 s-1, para T1 e T2, respectivamente, enquanto nos tratamentos T3 e T4, os maiores valores encontrados foram de 83 e 52 mmol m-2 s-1, respectivamente. A condutância estomática ao longo do ciclo apresentou valor máximo de 165 mmol m-2 s-1 para o tratamento T4, enquanto para T1 e T2 os valores máximos obtidos variaram de 179 a 183 mmol m-2 s-1. A temperatura da folha e a transpiração apresentaram estreita relação com a resistência estomática, enquanto a radiação fotossinteticamente ativa não diferiu entre os tratamentos.; The objective of this work was to evaluate the water deficit and its effects on the beans crop by the stomatal conductance as water deficit indicator. This study was carried out at the Experimental Irrigation Station of the São Paulo State University - Jaboticabal...

Condutância estomática em folhas de feijoeiro submetido a diferentes regimes de irrigação

Paiva, Auricleia S.; Fernandes, Edemo João; Rodrigues, Teresinha J. D.; Turco, José E. P.
Fonte: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA) Publicador: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 161-169
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47.46%
O controle estomático é importante propriedade fisiológica por meio da qual as plantas limitam a perda de água, ocasionando reduções na condutância estomática e, geralmente, reduzindo as trocas gasosas como forma de resposta das plantas a diversos fatores, incluindo o estresse hídrico. O objetivo deste trabalho foi determinar a condutância estomática em folhas de feijoeiro submetido a diferentes regimes de irrigação. O experimento foi conduzido no Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal - SP. As irrigações nos tratamentos foram determinadas em função do esgotamento de água no solo: T1 - irrigado quando esse atingiu 40% da capacidade de água disponível (CAD); T2 - quando atingiu 60% da CAD; T3 - quando atingiu 80% da CAD, e T4 - não irrigado (irrigado somente para favorecer a emergência das plântulas). As medições de condutância estomática foram realizadas diariamente no campo, nas duas faces da folha, utilizando-se de um porômetro. em todos os tratamentos, em diversas medições, foi observada redução da condutância estomática em resposta a baixos valores de potencial mátrico e a altos valores de déficit de pressão de vapor e vice-versa. As folhas das plantas do tratamento T4...

Fotossíntese, condutância estomática e transpiração em pupunheira sob deficiência hídrica

Oliveira, Maria Aparecida José de; Bovi, Marilene Leão Alves; Machado, Eduardo Caruso; Gomes, Mara Menezes de Assis; Habermann, Gustavo; Rodrigues, João Domingos
Fonte: Universidade de São Paulo (USP), Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) Publicador: Universidade de São Paulo (USP), Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 59-63
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47.38%
Resultados de pesquisa envolvendo aspectos fisiológicos da pupunheira (Bactris gasipaes Kunth), fruteira nativa da América Tropical, são escassos. Procurando completar essa lacuna, um experimento sob deficiência hídrica foi conduzido em casa de vegetação, durante um período de 13 dias, utilizando plantas de 12 meses de idade. O objetivo principal foi avaliar as respostas da pupunheira à deficiência hídrica. As variáveis observadas foram: taxa de assimilação de CO2, transpiração, condutância estomática e potencial de água das folhas. As coletas dos dados foram realizadas diariamente em laboratório e sob fluxo de 1200 mim-2 s-1. Os resultados foram submetidos à análise de variância e de regressão. Verificou-se decréscimo no potencial de água da folha e nas trocas gasosas quando a irrigação foi interrompida por mais de seis dias. Valores mínimos foram obtidos no décimo dia, com redução de 92% da fotossíntese líquida, 87% da condutância estomática e 70% da transpiração. O menor potencial de água nas folhas (-1,9 MPa) foi também observado nesse período. Houve recuperação total de todas as variáveis dois dias após reirrigação, com exceção da condutância estomática. A diminuição da condutância estomática e a queda mais rápida da taxa de transpiração que a queda na fotossíntese...

CONDUTÂNCIA ESTOMÁTICA DE EUCALYPTUS CITRIODORA E E. GRANDIS, EM RESPOSTA A DIFERENTES NÍVEIS DE ÁGUA NO SOLO E DE CONVIVÊNCIA COM BRACHIARIA BRIZANTHA STAPF

SILVA,WILSON DA; SEDIYAMA,TOCIO; SILVA,ANTÔNIO ALBERTO DA; FERREIRA,FRANCISCO AFFONSO
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1998 PT
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47.46%
Objetivou-se avaliar os efeitos da interferência de Brachiaria brizantha sobre a condutância estomática (gs) de mudas de Eucalyptus citriodora e E. grandis, cultivadas em solos com diferentes níveis de água, em condições de casa de vegetação, entre dezembro de 1995 e fevereiro de 1996. O delineamento foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições, em arranjo fatorial (2 x 3 x 4): duas espécies de eucalipto (E. citriodora e E. grandis), três níveis de água (20, 23 e 26%) e quatro populações de B. brizantha (zero, uma, duas e três plantas por vaso). O nível de água nos vasos foi mantido praticamente constante, até a última avaliação do experimento, aos 70 dias após o transplante das mudas, por microtensiômetro e pesagens diárias, com reposições de água evapotranspirada. A mensuração da condutância estomática foi realizada com um analisador de gás infravermelho (IRGA). A presença de B. brizantha cultivada em um mesmo vaso com E. citriodora e/ou E. grandis promoveu redução da condutância estomática dos eucaliptos, independentemente do nível de água no solo. As folhas do terço superior das mudas de E. citriodora e/ou E. grandis cultivadas em um mesmo vaso com e sem B. brizantha, apresentaram maior condutância estomática que aquelas dos terços mediano e inferior...

Fotossíntese, condutância estomática e produtividade de clones de Eucalyptus sob diferentes condições edafoclimáticas

Otto,Marina Shinkai Gentil; Vergani,Aline Regina; Gonçalves,Antônio Natal; Vrechi,Arthur; Silva,Sérgio Ricardo; Stape,José Luiz
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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47.27%
O objetivo deste trabalho foi avaliar a fotossíntese, condutância estomática e produtividade de clones de Eucalyptus em duas áreas distintas: uma no Município de Eunápolis, Sul da Bahia, com precipitação bem distribuída ao longo do ano (área úmida); e outra em Salto da Divisa, Leste de Minas Gerais, com precipitação concentrada nos meses quentes do ano (área seca). Foram estudados quatro clones, avaliando-se o crescimento, através do inventário das árvores; e as variáveis fotossintéticas, medidas com o aparelho Infrared Gas Analyser (IRGA). Dentro de cada área só houve diferença significativa entre clones na área úmida quanto à variável volume de madeira. A produtividade dos clones na área úmida foi 3,3 vezes superior à produtividade da área seca. Na área úmida, todos os clones diminuíram a condutância estomática com o aumento do déficit de pressão de vapor, com queda de 0,16 mol m² s-1 para cada 1 kPa de aumento no DPV e taxa fotossintética máxima variando de 12,5 a 16,4 µmol m² s-1. A comparação entre os clones da área úmida resultou em diferença significativa do clone A, que apresentou fotossíntese máxima superior à dos demais. Na área seca não houve relação entre condutância estomática e DPV e não se observou diferença na fotossíntese entre os clones...

Condutância estomática como indicador de estresse hídrico em feijão

Oliveira,Alexsandra D. de; Fernandes,Edemo J.; Rodrigues,Teresinha de J. D.
Fonte: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola Publicador: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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47.33%
O objetivo do trabalho foi verificar os indicadores de estresse hídrico, bem como seu efeito na cultura do feijão, por meio da condutância estomática. O experimento foi realizado na Área Experimental de Irrigação da Universidade Estadual Paulista - Jaboticabal, no ano agrícola de 2000. Foram estudados quatro tratamentos de irrigação com níveis crescentes de ETm: (T1) ETm acumulada = 22 mm; (T2) ETm acumulada = 33 mm; (T3) ETm acumulada = 44 mm; (T4) ausência de irrigação. Nas plantas com suprimento adequado de água, os maiores valores de condutância estomática ocorreram por volta do meio-dia solar, atingindo cerca de 159 e 174 mmol m-2 s-1, para T1 e T2, respectivamente, enquanto nos tratamentos T3 e T4, os maiores valores encontrados foram de 83 e 52 mmol m-2 s-1, respectivamente. A condutância estomática ao longo do ciclo apresentou valor máximo de 165 mmol m-2 s-1 para o tratamento T4, enquanto para T1 e T2 os valores máximos obtidos variaram de 179 a 183 mmol m-2 s-1. A temperatura da folha e a transpiração apresentaram estreita relação com a resistência estomática, enquanto a radiação fotossinteticamente ativa não diferiu entre os tratamentos.

Condutância estomática em folhas de feijoeiro submetido a diferentes regimes de irrigação

Paiva,Auricleia S.; Fernandes,Edemo J.; Rodrigues,Teresinha J. D.; Turco,José E. P.
Fonte: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola Publicador: Associação Brasileira de Engenharia Agrícola
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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47.46%
O controle estomático é importante propriedade fisiológica por meio da qual as plantas limitam a perda de água, ocasionando reduções na condutância estomática e, geralmente, reduzindo as trocas gasosas como forma de resposta das plantas a diversos fatores, incluindo o estresse hídrico. O objetivo deste trabalho foi determinar a condutância estomática em folhas de feijoeiro submetido a diferentes regimes de irrigação. O experimento foi conduzido no Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal - SP. As irrigações nos tratamentos foram determinadas em função do esgotamento de água no solo: T1 - irrigado quando esse atingiu 40% da capacidade de água disponível (CAD); T2 - quando atingiu 60% da CAD; T3 - quando atingiu 80% da CAD, e T4 - não irrigado (irrigado somente para favorecer a emergência das plântulas). As medições de condutância estomática foram realizadas diariamente no campo, nas duas faces da folha, utilizando-se de um porômetro. Em todos os tratamentos, em diversas medições, foi observada redução da condutância estomática em resposta a baixos valores de potencial mátrico e a altos valores de déficit de pressão de vapor e vice-versa. As folhas das plantas do tratamento T4...

Características estomáticas de pares congenéricos de cerrado e mata de galeria crescendo numa região transicional no Brasil central

Rossatto,Davi Rodrigo; Hoffmann,William Arthur; Franco,Augusto César
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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47.33%
Em áreas protegidas do fogo, espécies arbóreas predominantemente florestais conseguem se estabelecer no cerrado e crescer lado a lado com espécies do mesmo gênero que são características destas formações savânicas. Devido às condições ambientais diferenciadas encontradas nas formações de cerrado e de mata, estas espécies congenéricas podem se comportar como grupos funcionais distintos. Neste trabalho foi realizado um estudo comparativo da anatomia dos estômatos e da condutância estomática e taxas de transpiração foliar em 10 pares de espécies congenéricas do cerrado e de mata de galeria e das relações entre as características estomáticas selecionadas e a condutância estomática, já que a morfologia dos estômatos e sua densidade afetam a área para difusão dos gases e sua trajetória através dos poros estomáticos. Cada par foi de uma família diferente. Para a maioria das espécies, a área do poro estomático foi o fator de maior influencia no processo de trocas gasosas, pela sua correlação com a condutância estomática, enquanto a densidade estomática mostrou uma correlação negativa significativa tanto com o comprimento da célula-guarda quanto com a área do poro estomático. As espécies do cerrado apresentaram valores significativamente maiores do comprimento da célula-guarda e do poro estomático. No entanto...

Variabilidade sazonal da condutância estomática em um ecossistema de manguezal amazônico e suas relações com variáveis meteorológicas

Rodrigues,Hernani José Brazão; Costa,Rafael Ferreira da; Ribeiro,João Batista Miranda; Souza Filho,José Danilo da Costa; Ruivo,Maria de Lourdes Pinheiro; Silva Júnior,João de Athaydes
Fonte: Sociedade Brasileira de Meteorologia Publicador: Sociedade Brasileira de Meteorologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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67.19%
No presente trabalho foram estudadas as variações da condutância estomática (g s) para o período chuvoso (março) e seco (agosto) do ano de 2003, e suas relações de dependência com algumas variáveis meteorológicas medidas em um ecossistema de manguezal amazônico. As informações utilizadas foram do projeto ECOBIOMA, parte integrante do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera da Amazônia (LBA). A g s acompanha a tendência de variação do balanço de radiação, atingindo valores máximos durante o dia e mínimos durante a noite. A condutância apresentou maiores flutuações no período chuvoso, com valor médio de g s = 0,015 m s-¹, porém com magnitudes inferiores as do período seco. Durante a época seca apresentou um valor médio de g s = 0,027 m s-¹, com menor amplitude, variando de 0,010 < g s < 0,042 m s-¹. As variáveis meteorológicas utilizadas para o estabelecimento de relações de dependência com a variabilidade diária de g s foram déficit de umidade específica (δq), déficit de pressão de vapor (DPV), saldo de radiação (Rn) e velocidade do vento (Vv). O DPV apresentou as melhores correlações com a g s sendo o R² = 0,99 em ambos os períodos. Apesar de também ser importante nas trocas gasosas entre a vegetação e a atmosfera...

Fotossíntese, condutância estomática e transpiração em pupunheira sob deficiência hídrica

Oliveira,Maria Aparecida José de; Bovi,Marilene Leão Alves; Machado,Eduardo Caruso; Gomes,Mara Menezes de Assis; Habermann,Gustavo; Rodrigues,João Domingos
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2002 PT
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47.38%
Resultados de pesquisa envolvendo aspectos fisiológicos da pupunheira (Bactris gasipaes Kunth), fruteira nativa da América Tropical, são escassos. Procurando completar essa lacuna, um experimento sob deficiência hídrica foi conduzido em casa de vegetação, durante um período de 13 dias, utilizando plantas de 12 meses de idade. O objetivo principal foi avaliar as respostas da pupunheira à deficiência hídrica. As variáveis observadas foram: taxa de assimilação de CO2, transpiração, condutância estomática e potencial de água das folhas. As coletas dos dados foram realizadas diariamente em laboratório e sob fluxo de 1200 mim-2 s-1. Os resultados foram submetidos à análise de variância e de regressão. Verificou-se decréscimo no potencial de água da folha e nas trocas gasosas quando a irrigação foi interrompida por mais de seis dias. Valores mínimos foram obtidos no décimo dia, com redução de 92% da fotossíntese líquida, 87% da condutância estomática e 70% da transpiração. O menor potencial de água nas folhas (-1,9 MPa) foi também observado nesse período. Houve recuperação total de todas as variáveis dois dias após reirrigação, com exceção da condutância estomática. A diminuição da condutância estomática e a queda mais rápida da taxa de transpiração que a queda na fotossíntese...

Atividade fotossintética e peroxidação de lipídios de membrana em plantas de aroeira-do-sertão sob estresse hídrico e após reidratação

Queiroz,Cristina G. S.; Garcia,Queila S.; Lemos Filho,José Pires
Fonte: Brazilian Journal of Plant Physiology Publicador: Brazilian Journal of Plant Physiology
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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47.33%
Avaliaram-se os efeitos do estresse hídrico e da reidratação sobre parâmetros de fluorescência, condutância estomática e peroxidação de lipídios em plantas de Myracrodruon urundeuva Fr. All. (Anacardiaceae). As plantas foram cultivadas em casa de vegetação e a seca foi induzida por suspensão da irrigação durante 14 dias. Sob estresse hídrico, observou-se queda acentuada no conteúdo relativo de água foliar, o qual alcançou valores próximos a 60 %. Essa queda foi acompanhada por grande diminuição na condutância estomática e na taxa aparente de transporte de elétrons (ETR) e extensivos danos às membranas evidenciados por aumentos na peroxidação de lipídios. Apesar do decréscimo nos valores de ETR, não se observaram alterações nos valores do rendimento quântico potencial do fotossistema II (Fv/Fm) em conseqüência do estresse hídrico. Durante a fase de recuperação, as plantas apresentaram valores de condutância estomática, parâmetros de fluorescência e peroxidação lipídica similares àqueles verificados antes do período de seca. Todos os parâmetros fotossintéticos investigados mostraram valores normais 6h após o início de reidratação. O ajuste linear entre os valores de condutância e ETR mostrou alta correlação entre essas duas variáveis...

Consumo de água em plantios de eucalipto: parte 1 determinação da condutância estomática em tratamentos irrigado e não-irrigado; Water consumption in eucalypt plantation: part 1 determination of stomatal conductance in irrigated and non-irrigated treatments

CARNEIRO, Rogério Lessa de Castro; RIBEIRO, Aristides; MARTINEZ Y HUAMAN, Carlos Alberto; LEITE, Fernando Palha; SEDIYAMA, Gilberto Chohaku; BASTOS, Nairam Felix de
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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67.49%
Devido ao grande interesse sobre a necessidade hídrica em cultivos de eucalipto e qual a resposta da planta às condições ambientais, esta pesquisa teve como objetivo calcular o consumo de água em plantios de eucalipto com 2 anos de idade. O trabalho foi composto por duas partes, sendo a primeira dedicada à determinação da condutância estomática em clones de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla irrigados e não-irrigados e à verificação do efeito da variação sazonal das varáveis ambientais. A segunda parte compreendeu a modelagem da resistência estomática e o cálculo da transpiração pelo método de Penman-Monteith. O sítio experimental localizava-se no Município de Belo Oriente, Estado de Minas Gerais, a 19(0)18'23" S de latitude, 42(0)22'46" W de longitude e 220 m de altitude. Na primeira parte, a condutância estomática foi medida em três períodos diferentes: período úmido, início do período seco e período seco. Valores médios da condutância estomática variando entre 0,41 e 0,22 mol m-2 s-1 no plantio irrigado e entre 0,38 e 0,24 mol m-2 s-1 no não-irrigado foram encontrados. Também, verificou-se que a condutância estomática sofreu variação entre os períodos úmido e seco, a qual foi relacionada com algumas variáveis ambientais e umidade do solo.; In response to the growing interest in hydric need in eucalypt plantations and plant response as a function of environmental conditions...

Estimativa do nível de dano de Orthezia praelonga Douglas, 1891 e de Leucoptera coffeella (Guérin-Mèneville, 1842) por varíaveis fisiológicas vegetais.; Damage estimate of Orthezia praelonga Douglas, 1891 and Leucoptera coffeella (Guérin-Mèneville, 1842) by plant physiological variables.

Neves, Ademir Diniz
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/01/2005 PT
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47.46%
O objetivo do trabalho foi avaliar, por meio de variáveis fisiológicas vegetais como fotossíntese, condutância estomática, transpiração foliar, concentração interna de CO2 e temperatura foliar, o efeito de insetos pragas de diferentes hábitos alimentares em suas plantas hospedeiras. Foram estimados os níveis de dano de um sugador, Orthezia praelonga Douglas, 1891, em limão cravo (Citrus limonia L.), e de Leucoptera coffeella (Guérin-Mènevile, 1842), um mastigador, em mudas de café 'Obatã'. Os ensaios foram realizados em condições ótimas de temperatura, com luz e CO2 saturantes, e diferentes porcentagens de área foliar lesionada, obtidas pela variação do número de insetos por folha, no caso de O. praelonga em limão cravo (de 0 a 35 cochonilhas/folha (0-6%), de 40 a 70 cochonilhas/folha (7-13%), de 80 a 220 cochonilhas/folha (14-40%) e >220 cochonilhas/folha (>40%)) ou por tecido vegetal consumido (intervalos de 0-25%, 26-36% e >37%), no caso de L. coffeella em mudas de cafeeiro. As leituras das variáveis fisiológicas vegetais foram feitas com um medidor portátil de fotossíntese (IRGA). Os dados foram analisados por meio de uma regressão não linear, e, nos dois casos, existe uma correlação negativa entre fotossíntese e área foliar lesionada...

Consumo de água em plantios de eucalipto: parte 1 determinação da condutância estomática em tratamentos irrigado e não-irrigado

Carneiro,Rogério Lessa de Castro; Ribeiro,Aristides; Martinez y Huaman,Carlos Alberto; Leite,Fernando Palha; Sediyama,Gilberto Chohaku; Bastos,Nairam Felix de
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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67.49%
Devido ao grande interesse sobre a necessidade hídrica em cultivos de eucalipto e qual a resposta da planta às condições ambientais, esta pesquisa teve como objetivo calcular o consumo de água em plantios de eucalipto com 2 anos de idade. O trabalho foi composto por duas partes, sendo a primeira dedicada à determinação da condutância estomática em clones de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla irrigados e não-irrigados e à verificação do efeito da variação sazonal das varáveis ambientais. A segunda parte compreendeu a modelagem da resistência estomática e o cálculo da transpiração pelo método de Penman-Monteith. O sítio experimental localizava-se no Município de Belo Oriente, Estado de Minas Gerais, a 19(0)18'23" S de latitude, 42(0)22'46" W de longitude e 220 m de altitude. Na primeira parte, a condutância estomática foi medida em três períodos diferentes: período úmido, início do período seco e período seco. Valores médios da condutância estomática variando entre 0,41 e 0,22 mol m-2 s-1 no plantio irrigado e entre 0,38 e 0,24 mol m-2 s-1 no não-irrigado foram encontrados. Também, verificou-se que a condutância estomática sofreu variação entre os períodos úmido e seco, a qual foi relacionada com algumas variáveis ambientais e umidade do solo.

Produção e partição de matéria seca e abertura estomática do limoeiro 'Cravo' submetido a estresse salino

Cruz,Jailson Lopes; Pelacani,Claudinéia Regina; Soares Filho,Walter dos Santos; Castro Neto,Manoel Teixeira de; Coelho,Eugênio Ferreira; Dias,Antonivalda Tosta; Paes,Rafael Amoedo
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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56.98%
O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência da salinidade sobre alguns parâmetros fisiológicos do limoeiro 'Cravo' (Citrus limonia Osbeck), principal porta-enxerto da citricultura baiana. Esses estudos são importantes, porque podem viabilizar a utilização de água de baixa qualidade para irrigação, com vistas a melhoria da produtividade dessa cultura. Sementes de limão 'Cravo' foram selecionadas quanto ao tamanho e colocadas para germinar em areia lavada. Três dias após a germinação as plantas foram transferidas para vasos plásticos contendo solução nutritiva. Após um período de adaptação de dez dias, os tratamentos salinos foram induzidos pela adição de quantidades de NaCl à solução de crescimento para a obtenção das concentrações finais de 0, 20, 40 e 80 mM de NaCl. O experimento foi montado em um delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos (concentrações de NaCl) e cinco repetições. Quarenta e dois dias após o início da imposição do estresse salino o experimento foi encerrado. Observou-se que a salinidade reduziu as produções das matérias secas totais, do caule e das raízes. Nos níveis intermediários de NaCl (20 e 40 mM) nem a área foliar e nem a matéria seca das folhas foram afetadas; esses caracteres foram afetados apenas no nível de 80 mM. O aumento dos níveis de salinidade determinou reduções na relação raiz:parte aérea das plantas...

Fluxo de seiva e fotossíntese em laranjeira 'Natal' com clorose variegada dos citros

Machado,Eduardo Caruso; Oliveira,Ricardo Ferraz de; Ribeiro,Rafael Vasconcelos; Medina,Camilo Lázaro; Stuchi,Eduardo Sanches; Marin,Fábio Ricardo; Silva,José Aliçandro Bezerra da; Silva,Simone Rodrigues da
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da clorose variegada dos citros (CVC), no fluxo de seiva, trocas gasosas e atividade fotoquímica em laranjeira 'Natal', com e sem CVC, em condição de campo. O curso diário do fluxo de seiva, potencial da água na folha, assimilação de CO2, transpiração, condutância estomática e eficiência quântica máxima e efetiva do fotossistema II foram avaliados. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com cinco repetições. O fluxo de seiva foi 1,9 vez superior nas plantas sadias em relação às doentes. Em plantas doentes ocorreu queda de 43, 28 e 33% na assimilação de CO2, condutância estomática e transpiração, respectivamente. As plantas com CVC apresentaram fotoinibição dinâmica. Uma vez que a eficiência quântica efetiva apresentou um padrão de resposta semelhante, durante o dia, em ambos os tratamentos, o efeito protetor da fotorrespiração no aparato fotoquímico em plantas com CVC é discutido. As quedas de assimilação de CO2, transpiração e de fluxo de seiva, nas plantas com CVC, foram decorrentes do menor valor da condutância estomática, possivelmente causado pela colonização dos vasos do xilema pela Xylella fastidiosa.

Fluxo de seiva e fotossíntese em laranjeira 'Natal' com clorose variegada dos citros.

MACHADO, E.C.; OLIVEIRA, R.F. de; RIBEIRO, R.V.; MEDINA, C.L.; STUCHI, E.S.; MARIN, F.R.; SILVA, J.A.B. da; SILVA, S.R. da
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.41, n. 6, p.911-918, jun. 2006. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.41, n. 6, p.911-918, jun. 2006.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da clorose variegada dos citros (CVC), no fluxo de seiva, trocas gasosas e atividade fotoquímica em laranjeira 'Natal', com e sem CVC, em condição de campo. O curso diário do fluxo de seiva, potencial da água na folha, assimilação de CO2, transpiração, condutância estomática e eficiência quântica máxima e efetiva do fotossistema II foram avaliados. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com cinco repetições. O fluxo de seiva foi 1,9 vez superior nas plantas sadias em relação às doentes. Em plantas doentes ocorreu queda de 43, 28 e 33% na assimilação de CO2, condutância estomática e transpiração, respectivamente. As plantas com CVC apresentaram fotoinibição dinâmica. Uma vez que a eficiência quântica efetiva apresentou um padrão de resposta semelhante, durante o dia, em ambos os tratamentos, o efeito protetor da fotorrespiração no aparato fotoquímico em plantas com CVC é discutido. As quedas de assimilação de CO2, transpiração e de fluxo de seiva, nas plantas com CVC, foram decorrentes do menor valor da condutância estomática, possivelmente causado pela colonização dos vasos do xilema pela Xylella fastidiosa.; 2006

Photosynthesis, stomatal conductance and transpiration in peach palm under water stress; Fotossíntese, condutância estomática e transpiração em pupunheira sob deficiência hídrica

Oliveira, Maria Aparecida José de; Bovi, Marilene Leão Alves; Machado, Eduardo Caruso; Gomes, Mara Menezes de Assis; Habermann, Gustavo; Rodrigues, João Domingos
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2002 POR
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Research results on physiological aspects of peach palm (Bactris gasipaes Kunth), a native fruit tree from tropical America, are scarce. Trying to fill this gap, a water deficit experiment was performed under nursery conditions during 13 days, utilizing 12 months old plants. The main objective was to evaluate peach palm responses to water deficit. The measured variables were: CO2 assimilation rate, transpiration rate, stomatal conductance and leaf water potential. Data were collected daily in a laboratory, under a photosynthetic photon flux (PPF) of 1200 mum-2 s-1, and studied by variance and regression analysis. Significant decreases of leaf water potential values and gas exchange rates were verified when water was withhold for more than six days. The smallest values were found at the tenth day without water replacement, with a reduction of 92% of the net photosynthetic rate, 87% of the stomatal conductance and 70% of the transpiration. By that time, the smallest measured leaf water potential was --1.9 MPa. Recovering from water stress was accomplished two days after rewatering, except for stomatal conductance. The partial closing of the stomata (decrease in stomatal conductance) and the reduction of photosynthesis, suggest the existence of an acclimation mechanism of the peach palm...