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Qualidade de vida relacionada à saúde de mulheres com câncer de colo uterino submetidas à radioterapia; Quality of life the women with cervical câncer submitted to the radiotherapy

Fernandes, Wanessa Cassemiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/04/2009 PT
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Tanto o diagnóstico de câncer do colo do útero como os tratamentos propostos têm diferentes repercussões na vida da mulher. Fatores físicos e psicológicos proporcionam impacto que comprometem o bem estar e a qualidade de vida, o que justificam a necessidade de uma avaliação da Qualidade de Vida relacionada à Saúde, pois embora a cura seja de principal importância, a qualidade da sobrevivência não deve ser negligenciada. Estudos que permitem determinar e avaliar os resultados funcionais das diferentes modalidades terapêuticas sob a visão dos pacientes, como os estudos de Qualidade de Vida relacionada à Saúde, tornam-se essenciais. Podendo contribuir na melhor definição de estratégias de tratamento e nas decisões dos diferentes profissionais envolvidos no cuidar; nas ações dos programas de reabilitação e na comunicação entre as equipes de cuidado e os pacientes. Neste contexto, os objetivos deste estudo foram: avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde de mulheres com câncer de colo do uterino submetidas à radioterapia, identificando os fatores sociodemográficos, clínicos e relacionados à vida sexual, preditores de qualidade de vida. Foram estudadas 149 mulheres na faixa etária de, no mínimo 18 anos...

Avaliação do colo uterino pela ultrassonografia transvaginal para predição do sucesso da indução do parto; Cervix evaluation by transvaginal ultrasound for success prediction on labor induction

Pitarello, Patricia da Rocha Pennachiotti
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/06/2011 PT
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Objetivo: Correlacionar as variáveis ultrassonográficas do colo uterino ao sucesso da indução do parto e ao Índice de Bishop. Métodos: Estudo observacional prospectivo envolvendo 190 gestantes candidatas à indução do parto, que foram submetidas à ultrassonografia transvaginal para avaliação do comprimento do colo uterino, da distância da apresentação fetal ao OCE, dilatação cervical e identificação da imagem em funil no OCI, no período de fevereiro de 2008 a fevereiro de 2010. As pacientes foram categorizadas segundo o escore de Bishop em favoráveis e desfavoráveis à IP. Os seguintes desfechos foram analisados: probabilidade de sucesso da IP, parto vaginal em 24 horas e presença de fase ativa do parto. A análise estatística foi realizada usando testes qui-quadrado, teste t-Student e Mann- Whitney para as variáveis numèricas, além do cálculo das curvas ROCs para cada variável e cada desfecho. Através de regressão logística foram avaliados os preditores dos desfechos assim como determinadas equações de probabilidade dos eventos. Resultados: O sucesso da IP, o parto vaginal em 24 horas e a presença de fase ativa do parto foram observados em 133 (70%) 119 (62%) e 155 (82%) das gestantes, respectivamente. O comprimento do colo uterino...

Expressão das proteínas p53, Ki-67 e CD31 no tumor e nas margens vaginais após histerectomia radical em pacientes com carcinoma invasor do colo uterino

Silva Filho, Agnaldo Lopes da
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 96 f.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB; O processo de carcinogênese implica a aquisição de alelos mutantes de genes supressores de tumor, aumento na proliferação celular e necessidade de angiogênese. Este estudo analisa a expressão das proteínas p53, Ki-67 e CD31 no tumor e nas margens vaginais após histerectomia radical em pacientes com carcinoma invasor do colo uterino. Métodos: Foram estudadas amostras de tumor ou de colo uterino normal e de margem vaginal anterior e posterior obtidas de 30 pacientes submetidas à histerectomia radical para carcinoma de células escamosas (CCE) do colo uterino estádio IB (FIGO) e 30 pacientes submetidas à histerectomia vaginal para tratamento de miomas uterinos (grupo controle). O material foi fixado em formol, incluído em parafina e processado para marcação imunohistoquímica para as proteínas p53, Ki- 67 e CD31. Resultados: A idade das pacientes variou de 27 a 73 anos (48,7 ± 10,4 anos). A expressão das proteínas p53, Ki-67 e CD31 foi maior no tumor que no colo uterino normal. As margens vaginais de histerectomia radical, de pacientes com CCE invasor do colo uterino, histologicamente negativas...

Desempenho da inspeção visual com acido acetico e da citologia oncologica no rastreamento do cancer do colo uterino

Marcus Vinicus von Zuben
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2005 PT
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Introdução. Em regiões com grande carência de recursos de saúde, é pouco provável que em curto prazo seja possível implementar um programa de controle de câncer do colo uterino que alcance alta cobertura, com qualidade e resolutividade. Nestas condições, impõe-se pesquisar tecnologias alternativas que se ajustem aos recursos existentes. Objetivos. Avaliar o desempenho da inspeção visual com ácido acético e da citologia oncológica na detecção de lesões precursoras do carcinoma do colo uterino. Sujeitos e métodos. Este foi um estudo de corte transversal e de validação de teste diagnóstico que incluiu 2782 mulheres. Citologia oncológica e inspeção visual com ácido acético a 5% foram realizadas em todas as mulheres, e aquelas com pelo menos um exame positivo foram convocadas para colposcopia e biópsia das áreas anormais. Freqüências, prevalências, sensibilidade e especificidade, com seus respectivos intervalos de confiança a 95%, foram calculadas, assim como valores preditivos positivo e negativo para a inspeção visual e citologia oncológica. A associação das variáveis categóricas foi testada pelo Teste de Qui-quadrado. O software ?Epi-info? versão 3.2.2 foi usado para as análises estatísticas. Resultados: A citologia oncológica foi positiva em 6...

Influencia da cidade ao inicio da atividade sexual e do numero de parceiros sexuais da mulher na historia natural da neoplasia do colo uterino

Luiz Carlos Zeferino
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/11/1994 PT
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o uso da idade como parâmetro exclusivo para estabelecer quando as mulheres deveriam iniciar os controles para a prevenção do câncer do colo uterino é questionado. Com o objetivo de analisar esta questão, realizou-se um estudo observacional-transversal com 1326 mulheres com infecção por Papilomavírus Humano (HPV)e 2471 com neoplasia do colo uterino, de displasia leve a carcinoma invasor e III/IV. A associação da idade, idade da primeira relação sexual, tempo de atividade sexual ao diagnóstico e número de parceiros sexuais da mulher com a história natural desta neoplasia foi analisada. Os resultados mostraram que o diagnóstico das fases evolutivas da neoplasia do colo uterino associaram-se mais com o tempo de atividade sexual ao diagnóstico do que a idade, e não se associaram com a idade da primeira relação sexual e nem com o número de parceiros sexuais. À medida que a idade da primeira relação sexual aumentou,a partir Do período mais inicial da adolescência, a idade ao diagnóstico aumentou para todas as fases evolutivas. O período de latência, considerado como o tempo de atividade sexual ao diagnóstico, não alterou em função da idade da primeira relação sexual para a infecção por HPV, as neoplasias intra-epiteliais e o carcinoma invasor E-I. A idade ao diagnóstico e o período de latência não se associaram com o número de parceiros sexuais. A conclusão foi que a idade da primeira relação sexual é um marco epidemiológico da carcinogênese do epitélio cervical e o tempo de atividade sexual pode ser utilizado como um parâmetro para definir quando as mulheres deveriam iniciar os controles para a prevenção do câncer do colo uterino. As evidências mostram que o tempo de atividade sexual permite selecionar uma população de mulheres mais homogênea em termos de risco para esta neoplasia do que o uso apenas da idade. Conseqüentemente...

Contribuições da enfermagem para a detecção precoce do câncer de colo uterino

Arzuaga Salazar, María Angélica
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 248 p.| grafs., tabs.
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2011; Neste estudo analisam-se o câncer de colo uterino como problema social e as contribuições da enfermagem na realização de testes para detectá-lo precocemente. Metodologicamente se fundamenta na epidemiologia descritiva e na revisão sistemática. Os resultados são apresentados na forma de artigos. No primeiro, Câncer de colo do útero: um problema social mundial, é analisado o câncer de colo de útero como problema social. Estudo transversal, com dados populacionais coletados na base de dados Globocan-2008. Foram utilizados dados das Taxas de Incidência e das Taxas de Mortalidade por 100.000 mulheres e percentuais de risco acumulado de incidência e mortalidade antes dos 75 anos pela doença nas regiões desenvolvidas e em desenvolvimento do mundo. Na análise são aplicadas as classificações da Organização das Nações Unidas (ONU) de desenvolvimento dos países ou regiões com base em projeções sociais e demográficas e os níveis de classificação das Taxas de Incidência e de Mortalidade do International Agency for Research on Cancer (IARC). O segundo artigo...

Diagnóstico do parto pré-termo pela medida ultrassonográfica do comprimento do colo uterino

Novaes,Carlos Eduardo Ferreira; Koch,Hilton Augusto; Montenegro,Carlos Antônio Barbosa; Rezende Filho,Jorge Fonte de
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
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OBJETIVO: Medir o comprimento do colo uterino, utilizando a ultrassonografia transvaginal, em pacientes com quadro clínico compatível com ameaça de parto pré-termo, e correlacionar a medida do colo uterino, em cada caso, com a interrupção espontânea da gravidez dentro de sete dias. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram realizados exames ultrassonográficos em 72 pacientes com quadro clínico compatível com ameaça de parto pré-termo. RESULTADOS: A sensibilidade do exame foi de 90,5%, a especificidade, de 98%, o valor preditivo positivo, de 95%, e o valor preditivo negativo, de 96%. A análise foi realizada utilizando-se a medida de 15 mm de comprimento do colo uterino como valor preditivo do parto pré-termo. CONCLUSÃO: Parece ser possível prever o parto pré-termo em pacientes com colo uterino menor que 15 mm. Tal observação poderá trazer contribuição para a administração mais oportuna de corticoides, com o intuito de acelerar a maturidade pulmonar fetal.

Avaliação do Risco de Parto Prematuro: Teste da Fibronectina Fetal e Medida do Colo Uterino

Oliveira,Tenilson Amaral; Carvalho,Carla Muniz Pinto de; Souza,Eduardo de; Santos,Jorge F. Kuhn dos; Guaré,Sandra de Oliveira; Mariani-Neto,Corintio; Camano,Luiz
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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Objetivo: avaliar o risco de parto prematuro em gestantes com antecedentes de parto pré-termo espontâneo por meio do teste da fibronectina fetal e da medida do colo uterino pela ultra-sonografia transvaginal. Métodos: foram relacionadas 107 gestantes na 24ª, 28ª e 32ª semana de gestação para realização do teste da fibronectina fetal no conteúdo cérvico- vaginal. No mesmo período, o comprimento do colo uterino foi medido, entre o orifício interno e externo, pela ultra-sonografia transvaginal. Consideramos o colo curto quando a medida da cérvice foi menor ou igual ao ponto de corte estabelecido pela curva ROC ("receiver-operating characteristic") para predição do parto prematuro. Comparamos o resultado dos exames com a ocorrência do parto antes de 34 e 37 semanas de gestação. Resultados: a incidência do parto prematuro foi de 37,4% (40/107). O melhor ponto de corte do comprimento do colo uterino indicado pela curva ROC para maximizar sensibilidade e especificidade foi 30 mm para 24 e 28 semanas de gestação e 25 mm para 32 semanas. O teste positivo da fibronectina fetal teve um risco relativo (RR) significante apenas na 28ª semana (RR: 1,77; intervalo de confiança (IC) 95%: 1,10-2,84) para a ocorrência do parto antes de 37 semanas. O colo curto mostrou um RR significativo para ocorrência do parto antes de 37 semanas...

Avaliação do Comprimento do Colo Uterino nas Posições Ortostática e Decúbito Horizontal nas Gestações Gemelares

Bernáth,Tatiana; Brizot,Maria de Lourdes; Liao,Adolfo Wenjaw; Cury,Luciana; Banduki,Jorge Demétrio; Zugaib,Marcelo
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2002 PT
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Objetivo: avaliação ultra-sonográfica e comparação da medida do comprimento do colo uterino nas gestações gemelares com as pacientes nas posições de decúbito dorsal horizontal (DDH) e ortostática. Métodos: 50 gestações gemelares foram submetidas a avaliações ultra-sonográficas para medida do comprimento do colo uterino no período de maio de 1999 a dezembro de 2000. Os exames foram realizados pela via transvaginal com periodicidade de 4 semanas totalizando 136 avaliações. A cérvice uterina foi avaliada, segundo técnica normatizada, com a paciente nas posições de decúbito dorsal horizontal e ortostática. Resultados: as medidas do colo uterino nas posições DDH e ortostática na primeira avaliação apresentaram correlação inversa com a idade gestacional (DDH: r=-0,60; p<0,001; ortostático: r=-0,46; p=0,008). A média da medida do colo uterino em DDH foi de 35,2 mm (DP=9,9mm), e 33,4 mm (DP=9,5mm) na posição ortostática (p=0,06). Quando a diferença entre as medidas obtidas nas posiões ortostática e DDH era expressa como percentual da medida na posição DDH, não houve correlação significativa com a idade gestacional (p=0,07) e a média das diferenças percentuais foi de -2,9% (p=0,3). Comparando-se todas as avaliações...

Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez

Carvalho,Mário Henrique Burlacchini de; Bittar,Roberto Eduardo; Gonzales,Midgley; Brizot,Maria de Lourdes; Zugaib,Marcelo
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 PT
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Objetivos:avaliar, no primeiro e segundo trimestres da gravidez, a correlação entre o comprimento do colo uterino e a ocorrência de parto prematuro espontâneo. Métodos:em 641 grávidas do pré-natal geral, a medida do comprimento do colo uterino foi realizada em dois momentos: entre a 11ª e a 16ª e entre a 23ª e a 24ª semana da gravidez. A avaliação do colo uterino foi feita pela ultra-sonografia transvaginal, com a grávida em posição ginecológica e tendo realizado previamente esvaziamento da bexiga. O comprimento do colo uterino foi medido linearmente do seu orifício interno ao externo. A medida do comprimento do colo uterino foi correlacionada com a idade gestacional no momento do parto. Para comparação das médias do grupo de grávidas que tiveram parto prematuro e a termo utilizamos o teste t de Student. A sensibilidade, especificidade, taxa de falso-positivos, falso-negativos e acurácia para o parto prematuro foram calculadas para os comprimentos de colo menores ou iguais a 30 mm, 25 mm e 20 mm. Resultados:a medida do comprimento do colo uterino entre a 11ª e a 16ª semana de gestação não apresentou diferença significativa entre o grupo de parto prematuro e o grupo a termo (40,6 mm e 42,7 mm, respectivamente...

Comprimento do colo uterino de gestantes com rotura prematura pré-termo de membranas avaliado pela ultra-sonografia transvaginal

Spara,Patricia; Mauad Filho,Francisco; Costa,Antonio Gadelha da; Ferreira,Adilson Cunha; Freitas-Júnior,Reginaldo Antônio de Oliveira; Berezowski,Aderson Tadeu
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2004 PT
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OBJETIVO: avaliar o comprimento do colo uterino, por meio da ultra-sonografia transvaginal, em gestantes com rotura prematura pré-termo de membranas. PACIENTES E MÉTODOS: o grupo de estudo (Ge) foi constituído por 26 grávidas entre a 24ª e a 36ª semana de gestação e o grupo controle (Gc) por 49 pacientes clinicamente normais, na mesma idade gestacional. As pacientes foram avaliadas entre a 24ª e 28ª, 28ª e 32ª, 32ª e 36ª semana de gestação, sendo subdivididas nos subgrupos Ge24-28, Ge28-32, Ge32-36 e Gc24-28, Gc28-32, Gc32-36, conforme pertencessem ao grupo de estudo e controle, respectivamente. O comprimento do colo uterino foi obtido por meio da ultra-sonografia transvaginal, em vista sagital, realizando-se a medida linear da distância entre os orifícios cervicais interno e externo. RESULTADOS: observamos diferenças significantes das medidas do comprimento do colo uterino entre Ge24-28 e Gc24-28, cujos valores foram 24,3 e 33,0 mm, respectivamente (p=0,04), como também entre Ge32-36 e Gc32-36, cujos valores foram, respectivamente, 20,1 e 28,0 mm (p=0,005). Os períodos de latência dos grupos Ge24-28, Ge28-32 e Ge32-36 foram, respectivamente, sete, cinco e três dias, apresentando correlação positiva com o comprimento do colo uterino (r=0...

Fatores associados ao câncer do colo uterino em Propriá, Sergipe, Brasil

Lima,Carlos Anselmo; Palmeira,José Arnaldo Vasconcelos; Cipolotti,Rosana
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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O câncer do colo uterino apresenta uma alta incidência nas regiões pobres dos países em desenvolvimento. Relaciona-se a fatores ligados ao estilo de vida que levam à infecção pelo Papilomavirus humano (HPV). O objetivo do estudo foi avaliar quais os fatores que favoreciam a infecção pelo HPV e ao desenvolvimento do carcinoma do colo uterino no Município de Própria, Sergipe, Brasil. Para o desenvolvimento da pesquisa, realizou-se um estudo de caso-controle, pareando-se quatro controles para cada caso quanto à idade, procedência e condição sócio-econômica. Foram identificadas vinte mulheres portadoras de carcinoma do colo uterino e oitenta controles. As mulheres do grupo casos apresentaram maior número de gestações e freqüência menor de realização de exame preventivo de rotina. Verificou-se também que as mulheres nos dois grupos tinham conhecimento pobre sobre o câncer e as suas formas de prevenção, alto índice de analfabetismo e os seus companheiros tinham múltiplas parceiras sexuais. O estudo concluiu que no Município de Própria, o maior número de gestações e a não realização de exames preventivos de rotina associaram-se à ocorrência de carcinoma do colo uterino.

Estudo do linfonodo sentinela no câncer do colo uterino com azul patente

Vieira,Sabas Carlos; Zeferino,Luiz Carlos; Silva,Benedito Borges da; Santana,Jerúsia O. Ibiapina de; Santos,Lina Gomes dos; Carvalho,Teresinha Castello Branco; Rocha,Maria Castelo Branco de Deus
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar a identificação do linfonodo sentinela em pacientes com carcinoma do colo uterino submetidas a histerectomia radical e linfadenectomia pélvica através do mapeamento linfático com o corante azul patente. MÉTODOS: Cinquenta e um pacientes com carcinoma do colo uterino estádio I e II da Figo submeteram-se a histerectomia radical e linfadenectomia pélvica. O corante azul patente foi injetado em torno do tumor antes do início da cirurgia. No momento da linfadenectomia pélvica, os linfonodos claramente corados foram separados do restante do espécime da linfadenectomia. RESULTADOS: Em 32 das 51 pacientes foram identificados linfonodos sentinela. Foram observados quatro casos de falso negativo. A especificidade foi de 38,6%, a sensibilidade 42,8%, o valor preditivo positivo 10% e o valor preditivo negativo foi de 80.9%. CONCLUSÕES: A identificação do linfonodo sentinela em câncer do colo uterino é exeqüível com o corante azul patente. Entretanto, um estudo com maior número de casos é necessário para estabelecer a validade do conceito do linfonodo sentinela em câncer do colo uterino.

Coriocarcinoma primário do colo uterino

Ferraz,Maria Fernanda Moreira; Nai,Gisele Alborghetti; Peretti,Suzete Motta
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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Coriocarcinomas geralmente ocorrem no corpo uterino durante o período reprodutivo. Raramente podem acontecer alterações de localização e de idade de acometimento. Coriocarcinomas primários do colo uterino são extremamente raros, geralmente ocorrem no pós-parto de seis meses a dois anos e se apresentam com sangramento por via vaginal. Existem três teorias para o desenvolvimento dos coriocarcinomas no colo uterino: 1) a paciente ter tido uma gestação cervical que sofreu transformação maligna; 2) que o coriocarcinoma da cérvice seja uma metástase de um tumor primário do corpo que desapareceu; 3) que seu desenvolvimento seja devido ao transporte de células coriônicas da gestação precedente como êmbolos, os quais ficaram latentes e posteriormente sofreram transformação maligna. A terapêutica preconizada é a realização de histerectomia com manutenção dos anexos e posterior quimioterapia. Relatamos o caso de uma mulher de 34 anos que, seis meses após parto normal, iniciou com sangramento vaginal. O exame especular mostrou massa vegetante e hemorrágica do colo uterino e a dosagem de gonadotrofina coriônica humana fração b (b-HCG) revelou altos níveis sangüíneos. O exame histopatológico mostrou uma neoplasia maligna composta por sincício e citotrofoblasto malignos comprometendo apenas o colo uterino. Nosso caso é um coriocarcinoma ectópico e acreditamos que seu desenvolvimento no colo uterino seja devido ao transporte de células coriônicas da gravidez precedente que sofreram posterior transformação maligna.

A sa??de como direito: o exame preventivo de c??ncer de colo uterino sob o olhar da faltosa

Madureira, Alexandra Bittencourt
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Disserta????o(mestrado)- Universidade Federal do Rio Grande, Programa de P??s-Gradua????o em Enfermagem, Escola de Enfermagem, 2003.; O exame citopatol??gico de Papanicolaou ?? o mais utilizado como estrat??gia para a detec????o precoce de c??ncer de colo uterino. No entanto, um grande n??mero de mulheres agenda sua realiza????o nos Postos de Sa??de, mas n??o comparece para a coleta do material. Assim, este estudo tem como objetivos: - conhecer os motivos apresentados pelas mulheres para agendarem um Exame Preventivo de C??ncer de Colo Uterino e n??o comparecem para a sua realiza????o; - elaborar estrat??gias para a redu????o do n??o comparecimento de usu??rias ao exame preventivo do c??ncer de colo uterino agendado nas Unidades B??sicas de Sa??de. A pesquisa se deu em duas etapas: a primeira, consistiu na realiza????o de 25 entrevistas semi-estruturadas, com mulheres que agendaram o exame em duas Unidades de Sa??de e n??o compareceram para a coleta; a partir da identifica????o dos motivos apontados pelas mulheres, na segunda etapa foram realizados encontros com as enfermeiras dos postos de sa??de que serviram de capta????o das mulheres faltosas, a fim de elaborar estrat??gias de enfrentamento. A partir da an??lise do conte??do dos dados...

Perfil Imunoistoquímico do Câncer de Colo Uterino

Pires, Guacyra Magalhães; Amorim Junior, Adelmar Afonso de (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Introdução: O câncer de colo uterino é um importante problema de saúde pública mundial, terceira causa de morte por câncer em mulheres. Os receptores de membrana com atividade intrínseca de tirosina quinase controlam funções celulares como proliferação e diferenciação celular através da ativação de vias intracelulares de transdução de sinal, relacionando-se com a angiogênese que desempenha papel crucial no crescimento tumoral e promoção de metástases. Objetivos: Identificar características histopatológicas de amostras de câncer de colo uterino; verificar a expressão e o grau de expressão dos marcadores imunoistoquímicos VEGF (fator de crescimento vascular endotelial), PDGFR- (receptor do fator de crescimento derivado de plaquetas), EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico); descrever associação entre características histopatológicas e perfil imunoistoquímico. Métodos: Estudo transversal, retrospectivo. Coleta de dados no Laboratório Romualdo Lins, Caruaru, Pernambuco, entre setembro de 2010 e junho de 2011. 31 blocos de parafina de espécimes exclusivos de carcinomas de colo uterino obtidos unicamente por histerectomia. Excluídos: espécimes obtidos por biópsia ou conização; os cedidos para revisão em outro laboratório e não devolvidos; insuficiência de material ou presença de desgaste comprometendo realização de revisão histológica e imunoistoquímica. Dados organizados em planilha Excel® e analisados com programa SPSS®...

Perfil epidemiologico das neoplasias do colo uterino (in situ e invasoras) diagnosticadas na cidade de goiânia: análise de 17 anos (1988-2004); Epidemiological profile of cancer of the cervix (in situ and invasive) diagnosed in the city of goiânia: analysis of 17 years (1988-2004)

ALMEIDA, Fábio Marques de
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde - Medicina Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde - Medicina
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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67.16%
Determine the epidemiological profile of in situ and invasive neoplasias of the uterus cervix in Goiânia during the period from 1988 to 2004. Methodology: The cases were identified in the Population Base Register of Cancer database of Goiânia. The studied variables were: age, histological type, extension of the disease and mortality. Analysis was done by central tendency in which the incidence rates were calculated by age, extension of the disease using Census population data and the standard population of Segi; for the mortality analysis the data were extracted from Mortality Information System. Results: We identified 4446 cases of in situ and invasive neoplasias of the uterus from the period of 1988 to 2004. Histopathology was used in 91,9% of the cases; average age was 40 years old for the in situ neoplasias and 52 years for the invasive ones (DP ± 13 and 14 years old, respectively). There were 2213 (58,28%) in situ cases, 1603 invasives (41,8%) and, in 633 cases (14,2%), it was not possible to verify their extension. The annual rate of percentage change (AAPC) for the in situ incidence was 13.08% (IC 95% 9.75 16.50; p<0.0000) per year and1.27% (IC95% -1.74 4.37; p<0.3862) for the invasive cases. The standard mortality rate was 12.2 and 8.2 per 100...

Tipos de HPV e câncer do colo uterino: impacto no prognóstico das pacientes com tumores nos estádios iniciais; Human papillomavirus types 16 and 18 and the prognosis of patients with stage I cervical cancer

Zampronha, Rossana de Araújo Catão
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Publica (IPTSP); Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Publica (IPTSP); Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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67.11%
INTRODUCTION: The cervical cancer is the third most frequent malignant neoplasia among women in Brazil and it is responsible for the fourth cause of death for cancer. It is related among other causes to persistent infection by human papillomavirus. Doubts persist if HPV type could influence the tumor prognosis. OBJECTIVE: To study the prevalence of HPV 18 and HPV 16 in women presenting cervical cancer in clinic stage Ib, treated by radical hysterectomy with linfadenectomy, establishing prognostic correlation. METHODS: A retrospective cohort study, including 86 pacients with cervical cancer Ec I, submitted to radical hysterectomy, in a single center, in which were analysed the known prognostic factors and the positivity to HPV by PCR. Univariate analysis was performed, with Kaplan-Meir curves, for survival estimative. RESULTS: The prevalence of HPV 16 infection was 65.3% and HPV 18 prevalence was 33.3%. To both virus the prevalence was 26.9%. The overall survival for women presenting HPV 18 infection, in sixty months, was 91% and those women without HPV 18 infection, the overall survival was 96%. The overall survival for women with and without HPV16 infection was 94% and 96%, respectively. The disease free survival was not influenced by the presence of either virus. CONCLUSION: In the present study...

Efeito térmico da cirurgia de alta frequência no tecido do colo uterino

Sommacal, Luiz Fernando
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 72 p.| il., tabs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas; Introdução: O câncer de colo uterino constitui um problema de saúde pública relevante, devido à sua alta incidência e mortalidade. No Brasil é a neoplasia ginecológica mais frequente, com uma das maiores taxas de incidência do mundo, embora não exista uma estatística real devido às dificuldades de notificação inerentes a um país em desenvolvimento. Objetivos: A pesquisa visa avaliar as alterações provocadas pela cirurgia de alta frequência (CAF) no tecido do colo uterino quando este é submetido a este tipo de procedimento com o objetivo de evidenciar a extensão do dano no tecido, em que circunstâncias este dano é mais frequente e se esta alteração pode ter origem quando do uso mais frequente da alça de alta frequência. Avaliar se existem fatores relacionados ao efeito térmico como a idade e o trofismo do colo uterino. Método: Estudo descritivo e experimental controlado e de caráter exploratório envolvendo 70 mulheres do Ambulatório de Oncologia Genital do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina que tiveram diagnóstico histológico de biópsia de colo uterino de lesão intra-epitelial de alto grau (neoplasia intra-epitelial grau II e neoplasia intra-epitelial grau III) e carcinoma micro invasor. Todas as mulheres foram submetidas à CAF na primeira fase do ciclo menstrual para confirmação histológica e tratamento. As alças foram utilizadas de forma contínua até sete vezes. A procura do dano térmico no fragmento do colo uterino foi realizada através do estudo histológico da peça cirúrgica no Serviço de Anatomia Patológica do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina. O dano térmico foi medido em milímetros na área de maior presença do artefato térmico. Conclusão: A análise dos dados mostrou dano térmico em todos os casos de cirurgia de alta frequência. Não foi observado um incremento do dano tecidual quando a alça foi utilizada até sete vezes. O estudo confirma a ocorrência do dano térmico sempre que se utiliza a cirurgia de alta frequência para biópsia de colo uterino. Nossos dados sugerem que a mesma alça pode ser usada até 7 vezes sem prejudicar o diagnóstico histológico.; Introduction: Uterine cervical cancer constitutes a relevant public health care problem due to its high incidence and mortality. In Brazil it is the most frequent gynecological neoplasia and the country has one of the highest incidence rates in the world...

Fatores associados ao câncer do colo uterino em Propriá, Sergipe, Brasil

Lima,Carlos Anselmo; Palmeira,José Arnaldo Vasconcelos; Cipolotti,Rosana
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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O câncer do colo uterino apresenta uma alta incidência nas regiões pobres dos países em desenvolvimento. Relaciona-se a fatores ligados ao estilo de vida que levam à infecção pelo Papilomavirus humano (HPV). O objetivo do estudo foi avaliar quais os fatores que favoreciam a infecção pelo HPV e ao desenvolvimento do carcinoma do colo uterino no Município de Própria, Sergipe, Brasil. Para o desenvolvimento da pesquisa, realizou-se um estudo de caso-controle, pareando-se quatro controles para cada caso quanto à idade, procedência e condição sócio-econômica. Foram identificadas vinte mulheres portadoras de carcinoma do colo uterino e oitenta controles. As mulheres do grupo casos apresentaram maior número de gestações e freqüência menor de realização de exame preventivo de rotina. Verificou-se também que as mulheres nos dois grupos tinham conhecimento pobre sobre o câncer e as suas formas de prevenção, alto índice de analfabetismo e os seus companheiros tinham múltiplas parceiras sexuais. O estudo concluiu que no Município de Própria, o maior número de gestações e a não realização de exames preventivos de rotina associaram-se à ocorrência de carcinoma do colo uterino.