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Prevenção do cancro do colo do útero

Costa, Ana Rita Lima de Sousa
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2012 POR
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Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Licenciada em Enfermagem; O cancro do colo do útero é o segundo tipo de cancro mais frequente na mulher em todo o mundo. No entanto, a prevenção do cancro do colo do útero é a estratégia-chave. São meios de prevenção do cancro do Colo do Útero: a abstinência de relações sexuais, uso regular de preservativo nas relações sexuais e limitar o número de parceiros. Em 2008 foi instituída no Plano Nacional de Vacinação a vacina contra o HPV. A citologia ou Papanicolau, constitui um meio de diagnóstico precoce.Existem várias formas de prevenção para o cancro do colo do útero. A Ordem dos Enfermeiros preconiza que é competência do enfermeiro de cuidados gerais a promoção da saúde e a prevenção da doença. Desta forma, o tema escolhido foi o seguinte: “Prevenção do Cancro do Colo do Útero: Informação e Comportamento das Mulheres”. O objetivo geral é determinar a informação e os comportamentos das mulheres em idade adulta residentes em Ponte de Lima, acerca da prevenção do cancro do colo do útero. Optou-se por realizar um estudo quantitativo, descritivo. Os dados foram colhidos através de um questionário autoadministrável. A população em estudo é constituída por mulheres...

Predição do parto prematuro espontâneo em gestações gemelares pela medida do colo uterino: comparação entre medida obtida entre 18-21 semanas e 22-25 semanas de gestação e análise do encurtamento cervical; Prediction of spontaneous preterm birth in twin pregnancies by cervical length measurement: comparison between assessment at 18- 21 weeks and 22-25 weeks gestation and analyses of cervical shortening

Mansú, Carolina Hofmeister de Andrade
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 02/12/2009 PT
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OBJETIVO: O objetivo do presente estudo é comparar o poder da medida do comprimento do colo uterino quando obtida no período de 18-21 semanas com a obtida no período de 22-25 semanas de gestação na predição do parto prematuro espontâneo em gestações gemelares e analisar o valor do encurtamento cervical observado entre essas duas medidas. MÉTODO: estudo retrospecto envolvendo 383 gestantes gemelares que foram avaliadas entre a 18ª e a 21ª semanas (GRUPO 1- 241 pacientes) e a 22ª e a 25ª semanas de gestação (GRUPO 2- 266 pacientes). Esses dois períodos foram avaliados de maneira independente e as pacientes foram incluídas em um deles ou em ambos, com ao menos 3 semanas entre os exames. Pacientes incluídas nos dois períodos (GRUPO 3- 124 pacientes) permitiram a análise do encurtamento cervical. Não foram incluídas gestações com as seguintes complicações: síndrome da transfusão feto-fetal, poliidrâmnio, malformação fetal, patologia uterina, gestações submetidas a procedimento invasivo, cerclagem uterina, parto prematuro eletivo e os casos em que não foi possível obter o desfecho da gestação. O parâmetro avaliado foi o comprimento do colo. Curvas ROC foram usadas para comparar a capacidade de predição do parto prematuro. Na determinação de sensibilidade...

Avaliação do colo uterino pela ultrassonografia transvaginal para predição do sucesso da indução do parto; Cervix evaluation by transvaginal ultrasound for success prediction on labor induction

Pitarello, Patricia da Rocha Pennachiotti
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/06/2011 PT
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Objetivo: Correlacionar as variáveis ultrassonográficas do colo uterino ao sucesso da indução do parto e ao Índice de Bishop. Métodos: Estudo observacional prospectivo envolvendo 190 gestantes candidatas à indução do parto, que foram submetidas à ultrassonografia transvaginal para avaliação do comprimento do colo uterino, da distância da apresentação fetal ao OCE, dilatação cervical e identificação da imagem em funil no OCI, no período de fevereiro de 2008 a fevereiro de 2010. As pacientes foram categorizadas segundo o escore de Bishop em favoráveis e desfavoráveis à IP. Os seguintes desfechos foram analisados: probabilidade de sucesso da IP, parto vaginal em 24 horas e presença de fase ativa do parto. A análise estatística foi realizada usando testes qui-quadrado, teste t-Student e Mann- Whitney para as variáveis numèricas, além do cálculo das curvas ROCs para cada variável e cada desfecho. Através de regressão logística foram avaliados os preditores dos desfechos assim como determinadas equações de probabilidade dos eventos. Resultados: O sucesso da IP, o parto vaginal em 24 horas e a presença de fase ativa do parto foram observados em 133 (70%) 119 (62%) e 155 (82%) das gestantes, respectivamente. O comprimento do colo uterino...

Avaliação sequencial do colo uterino e do teste para proteína-1 fosforilada ligada ao fator de crescimento insulina -símile na predição do parto prematuro; Sequential evaluation of the cervix and test for phosphorylated insulin-like growth factor binding protein-1 in the prediction of preterm delivery

Rolnik, Daniel Lorber
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/11/2013 PT
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INTRODUÇÃO: O antecedente de parto prematuro espontâneo em gestação anterior é considerado o principal e mais importante fator de risco clínico para prematuridade, principal causa de morbidade e mortalidade neonatal. Cerca de 25% das pacientes que tiveram parto prematuro apresentarão recorrência. A prevenção secundária consiste na pesquisa de marcadores de maior risco, com o intuito de instituir medidas terapêuticas apropriadas e de evitar tratamentos desnecessários. A hipótese do presente estudo é a de que existe correlação entre os resultados da avaliação do colo uterino e do teste para proteína-1 fosforilada ligada ao fator de crescimento insulina-símile (phIGFBP-1) e que a utilização de ambos em associação possa predizer a ocorrência de parto prematuro com maior sensibilidade. OBJETIVOS: Averiguar a utilidade da medida do comprimento do colo uterino e do teste para phIGFBP-1 na predição do parto prematuro antes de 37 e de 34 semanas, a existência de relação dos testes entre si, o melhor valor de corte da medida do colo em diferentes idades gestacionais e a melhor época de realização de cada um dos exames. MÉTODO: Foram compilados e submetidos a análise secundária os dados de 101 gestantes com antecedente de parto prematuro atendidas no Setor de Baixo Peso Fetal da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo...

Hospitalizações por câncer de colo de útero na rede pública do Brasil, 2002 – 2004

Cunha, Fernanda Crossetti
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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O câncer de colo de útero, quando diagnosticado e tratado precocemente, constitui-se em uma causa de morte perfeitamente evitável. Entretanto, no Brasil, a mortalidade por esta causa ainda é elevada, persistindo um desafio para a saúde pública. Sabe-se que a efetividade de programas de controle de câncer de colo de útero depende da cobertura populacional alcançada. Este trabalho tem por objetivo analisar o perfil das mulheres que internaram na rede pública do Brasil, no período de 2002-2004, com diagnóstico de câncer de colo de útero. Os dados foram obtidos através do Sistema de Informação Hospitalar do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS) no período citado e após foram apropriados no Excel. As variáveis utilizadas foram faixa etária, região, ocorrência de óbito,internação em UTI, duração das internações e valores pagos. Observou-se maior volume de internações por câncer de colo de útero na faixa etária dos 20 - 44 anos (45,8%). Essa também é a faixa etária que mais apresenta complicações durante a internação, necessitando permanência em UTI. A letalidade hospitalar por câncer de colo de útero é de 3,9%. A maior proporção de óbitos está na faixa etária de 80 e mais (15%). No registro dos óbitos por diagnóstico...

Análise da expressão imunohistoquímica de integrina alfa(v) beta(3) em lesões malignas e pré-malignas de colo uterino

Guerra, Lieverson Augusto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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Introdução: O câncer do colo uterino apresenta alta prevalência no Brasil, representando 10% de todas as neoplasias malignas nas mulheres. Estima-se para o ano de 2010, 18.430 novos casos de câncer de colo do útero no Brasil. Em um elevado número de mulheres com doença localmente avançada, a neoplasia recorre após o tratamento inicial com quimioradioterapia e, poucas opções terapêuticas estão disponíveis neste cenário. Entretanto, faz-se necessário o estudo de novos alvos terapêuticos, assim como novos fatores prognósticos para o câncer de colo uterino. Estudos pré-clinicos demonstraram que a expressão de diversas integrinas estão associadas com a invasão celular, angiogênese e carcinogênese. Objetivos: Avaliar a expressão imunohistoquímica da integrina alfa(v) beta(3) (V 3) em lesões malignas e pré-malignas de colo uterino e correlacionar os achados com o desfecho das pacientes. Métodos: Realizou-se um estudo de coorte retrospectivo não controlado. Foram revisados os laudos anatomopatológicos do Serviço de Patologia do Hospital São Vicente de Paulo da Universidade de Passo Fundo e do Instituto de Patologia de Passo Fundo, com diagnóstico de neoplasia de colo uterino, no período entre novembro de 2001 a novembro de 2008...

Programa nacional de controle de câncer de colo uterino : avaliação das ações e impacto na mortalidade, Rio Grande do Sul, 2000-2010

Armando, António
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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Introdução: O câncer de colo é a constitui a terceira neoplasia feminina mais incidente no Brasil. Estima-se que ocorra cerca de 20 mil novos casos em 2011. Objetivo: Avaliar o Programa de Controle de Câncer de Colo Uterino no Rio Grande do Sul, criado em 1996 com o objetivo de reduzir a incidência e mortalidade por esta doença no Brasil. Métodos: Emprego de dados secundários presentes no Sistema de Informações de Controle do Câncer do Colo do Útero (SISCOLO), empregando como categorias de análise cobertura de 80% ou mais da população alvo; percentual de amostras insatisfatórias para a leitura; número de exames que cada laboratório realiza anualmente e redução da mortalidade por câncer de colo uterino em 50% (meta do Programa). Resultados: No período em estudo (2000 – 2010) foram coletados 3.969.967 exames citopatológicos, 92% considerados satisfatórios para leitura. Destes, 1% apresentou alterações sugestivas de lesões precursoras de câncer de colo. Das pacientes que realizaram exames citopatológicos, 74% estavam na faixa etária de 25 a 59 anos da idade. Dados disponíveis no SISCOLO não permitem estimar a cobertura da população alvo. O número de laboratórios que realizam citopatológicos aumentou de 41 em 2000 para 74 em 2010...

Expressão das proteínas p53, Ki-67 e CD31 no tumor e nas margens vaginais após histerectomia radical em pacientes com carcinoma invasor do colo uterino

Silva Filho, Agnaldo Lopes da
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 96 f.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB; O processo de carcinogênese implica a aquisição de alelos mutantes de genes supressores de tumor, aumento na proliferação celular e necessidade de angiogênese. Este estudo analisa a expressão das proteínas p53, Ki-67 e CD31 no tumor e nas margens vaginais após histerectomia radical em pacientes com carcinoma invasor do colo uterino. Métodos: Foram estudadas amostras de tumor ou de colo uterino normal e de margem vaginal anterior e posterior obtidas de 30 pacientes submetidas à histerectomia radical para carcinoma de células escamosas (CCE) do colo uterino estádio IB (FIGO) e 30 pacientes submetidas à histerectomia vaginal para tratamento de miomas uterinos (grupo controle). O material foi fixado em formol, incluído em parafina e processado para marcação imunohistoquímica para as proteínas p53, Ki- 67 e CD31. Resultados: A idade das pacientes variou de 27 a 73 anos (48,7 ± 10,4 anos). A expressão das proteínas p53, Ki-67 e CD31 foi maior no tumor que no colo uterino normal. As margens vaginais de histerectomia radical, de pacientes com CCE invasor do colo uterino, histologicamente negativas...

Contribuições da enfermagem para a detecção precoce do câncer de colo uterino

Arzuaga Salazar, María Angélica
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 248 p.| grafs., tabs.
POR
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2011; Neste estudo analisam-se o câncer de colo uterino como problema social e as contribuições da enfermagem na realização de testes para detectá-lo precocemente. Metodologicamente se fundamenta na epidemiologia descritiva e na revisão sistemática. Os resultados são apresentados na forma de artigos. No primeiro, Câncer de colo do útero: um problema social mundial, é analisado o câncer de colo de útero como problema social. Estudo transversal, com dados populacionais coletados na base de dados Globocan-2008. Foram utilizados dados das Taxas de Incidência e das Taxas de Mortalidade por 100.000 mulheres e percentuais de risco acumulado de incidência e mortalidade antes dos 75 anos pela doença nas regiões desenvolvidas e em desenvolvimento do mundo. Na análise são aplicadas as classificações da Organização das Nações Unidas (ONU) de desenvolvimento dos países ou regiões com base em projeções sociais e demográficas e os níveis de classificação das Taxas de Incidência e de Mortalidade do International Agency for Research on Cancer (IARC). O segundo artigo...

HPV e c??ncer do colo do ??tero: um olhar sobre a etiologia infecciosa das doen??as cr??nicas

Rodrigues, Henrique de Castro
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Dissertação
PT_BR
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O estudo teve por objetivo analisar as quest??es levantadas na literatura sobre a associa????o entre o HPV e o c??ncer do colo uterino e suas implica????es para a pol??tica de controle da doen??a. Buscou-se correlacionar esta discuss??o com antigas pol??micas entre modelos te??ricos divergentes sobre etiologia e as medidas de controle por eles prescritas. Trata-se de uma revis??o de artigos cient??ficos com abordagem hist??rica/conceitual acerca das mudan??as recentes no conhecimento cient??fico relacionado ?? etiologia do c??ncer do colo do ??tero. A an??lise do estudo se deu mediante um di??logo entre o discurso produzido pela epidemiologia e pela biologia molecular sobre a g??nese do c??ncer do colo uterino e a reflex??o que vem sendo realizada pela Sa??de P??blica, tendo como eixo tem??tico a cr??tica ao modelo ainda hegem??nico a respeito da etiologia das doen??as, focada na especificidade causal e, de acordo com esta, na generaliza????o de interven????es para preven????o e controle. O caso da rela????o etiol??gica entre o HPV e o c??ncer do colo uterino ilustra bem as caracter??sticas e os limites deste modelo, hegem??nico desde o final do s??culo XIX. Apesar dos avan??os obtidos na compreens??o sobre a etiologia das doen??as...

Prevenção do cancro do colo do útero: intervenção do enfermeiro ao nível primário e secundário

Oliveira, A; Ferreira, F; Leão, MM
Fonte: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca Publicador: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2010 POR
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Introdução: O cancro do colo do útero apresenta-se como a 2ª causa de morte entre as mulheres. É das patologias cuja prevenção e detecção precoce trava a evolução do processo oncológico. Cabe ao enfermeiro, enquanto elemento promotor da saúde da comunidade, intervir nos vários níveis de actuação de modo a contribuir para um maior esclarecimento das mulheres face a esta patologia e capacitar a população para procurar os programas de rastreio e tratamento, melhorando os níveis de morbilidade e consequentemente de mortalidade associados a esta doença. Objectivo: Apresentar as acções de Enfermagem no âmbito da prevenção primária e secundária do cancro do colo do útero, enquanto elemento integrado numa equipa pluridisciplinar de uma Unidade de Colposcopia. Desenvolvimento: Numa Unidade de Colposcopia, a equipa de saúde recebe, no compto geral, mulheres com citologias cervico-vaginais alteradas. Assim sendo, a função do enfermeiro evidencia-se sobretudo ao nível secundário – isto é, participado activamente no processo de diagnóstico histológico, tratamento e acompanhamento das mulheres com lesões pré cancerígenas e sensibilizando para a gigantesca importância da execução da citologia cervico-vaginal na detecção precoce de alterações celulares. No entanto...

Flora vaginal e neoplasia intra-epitelial do colo do útero

Cardoso, Sarah Catarina Rodrigues
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 POR
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Introdução: O Cancro do Colo do Útero é o 2º cancro mais frequente, no sexo feminino (nos grupos etários dos 40-50 anos), e representa, aproximadamente, 10% de todas as neoplasias nas mulheres. A nível nacional, atinge 13 a 14 mulheres por cada 100 000, com cerca de 1 000 novos casos anuais e é responsável pela morte de, aproximadamente, 350 mulheres/ano. A persistência da infecção pelo HPV de alto risco constitui o principal factor epidemiológico para o cancro do colo do útero, no entanto, apenas um pequeno número de mulheres infectadas desenvolve a doença. A infecção do colo uterino, por este tipo de vírus, constitui um factor necessário, mas não suficiente para a sua carcinogénese. É necessária a acção de co-factores para o desenvolvimento da neoplasia intra-epitelial e do carcinoma invasivo. Objectivo: Através da avaliação de características das mulheres e de factores de risco associados, determinar a influência da flora vaginal no desenvolvimento de neoplasia intra-epitelial do colo do útero. Material e Métodos: Avaliaram-se, retrospectivamente, os processos clínicos de todas as doentes referenciadas à Unidade de Patologia Cervical do Serviço de Obstetrícia e Ginecologia do CHCB, Covilhã...

Avaliação do Risco de Parto Prematuro: Teste da Fibronectina Fetal e Medida do Colo Uterino

Oliveira,Tenilson Amaral; Carvalho,Carla Muniz Pinto de; Souza,Eduardo de; Santos,Jorge F. Kuhn dos; Guaré,Sandra de Oliveira; Mariani-Neto,Corintio; Camano,Luiz
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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Objetivo: avaliar o risco de parto prematuro em gestantes com antecedentes de parto pré-termo espontâneo por meio do teste da fibronectina fetal e da medida do colo uterino pela ultra-sonografia transvaginal. Métodos: foram relacionadas 107 gestantes na 24ª, 28ª e 32ª semana de gestação para realização do teste da fibronectina fetal no conteúdo cérvico- vaginal. No mesmo período, o comprimento do colo uterino foi medido, entre o orifício interno e externo, pela ultra-sonografia transvaginal. Consideramos o colo curto quando a medida da cérvice foi menor ou igual ao ponto de corte estabelecido pela curva ROC ("receiver-operating characteristic") para predição do parto prematuro. Comparamos o resultado dos exames com a ocorrência do parto antes de 34 e 37 semanas de gestação. Resultados: a incidência do parto prematuro foi de 37,4% (40/107). O melhor ponto de corte do comprimento do colo uterino indicado pela curva ROC para maximizar sensibilidade e especificidade foi 30 mm para 24 e 28 semanas de gestação e 25 mm para 32 semanas. O teste positivo da fibronectina fetal teve um risco relativo (RR) significante apenas na 28ª semana (RR: 1,77; intervalo de confiança (IC) 95%: 1,10-2,84) para a ocorrência do parto antes de 37 semanas. O colo curto mostrou um RR significativo para ocorrência do parto antes de 37 semanas...

Avaliação do Comprimento do Colo Uterino nas Posições Ortostática e Decúbito Horizontal nas Gestações Gemelares

Bernáth,Tatiana; Brizot,Maria de Lourdes; Liao,Adolfo Wenjaw; Cury,Luciana; Banduki,Jorge Demétrio; Zugaib,Marcelo
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2002 PT
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Objetivo: avaliação ultra-sonográfica e comparação da medida do comprimento do colo uterino nas gestações gemelares com as pacientes nas posições de decúbito dorsal horizontal (DDH) e ortostática. Métodos: 50 gestações gemelares foram submetidas a avaliações ultra-sonográficas para medida do comprimento do colo uterino no período de maio de 1999 a dezembro de 2000. Os exames foram realizados pela via transvaginal com periodicidade de 4 semanas totalizando 136 avaliações. A cérvice uterina foi avaliada, segundo técnica normatizada, com a paciente nas posições de decúbito dorsal horizontal e ortostática. Resultados: as medidas do colo uterino nas posições DDH e ortostática na primeira avaliação apresentaram correlação inversa com a idade gestacional (DDH: r=-0,60; p<0,001; ortostático: r=-0,46; p=0,008). A média da medida do colo uterino em DDH foi de 35,2 mm (DP=9,9mm), e 33,4 mm (DP=9,5mm) na posição ortostática (p=0,06). Quando a diferença entre as medidas obtidas nas posiões ortostática e DDH era expressa como percentual da medida na posição DDH, não houve correlação significativa com a idade gestacional (p=0,07) e a média das diferenças percentuais foi de -2,9% (p=0,3). Comparando-se todas as avaliações...

Avaliação Ultra-sonográfica Longitudinal do Colo Uterino em Gestações Gemelares

Fujita,Mariza Marie; Brizot,Maria de Lourdes; Liao,Adolfo Wenjaw; Bernáth,Tatiana Neves; Cury,Luciana; Banduki Neto,Jorge Demétrio; Zugaib,Marcelo
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2002 PT
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Objetivo: analisar a evolução do comprimento do colo uterino ao longo da gestação gemelar e descrever a sua relação com a idade gestacional na época do parto. Métodos: estudo retrospectivo com análise de dados obtidos prospectivamente entre 1994 e 2000, no qual foram incluídas 149 grávidas com gestações gemelares. Estas foram submetidas a avaliações ultra-sonográficas para medida do comprimento do colo uterino no período de 1994 a 2000. A medida do colo uterino foi realizada na primeira avaliação ultra-sonográfica e, a partir desta, repetida em intervalos de quatro semanas. O exame foi realizado pela via endovaginal com a bexiga vazia. Resultados: em 127 gestações (85,2%), o parto ocorreu após a 34ª semana; em 20 (13,4%), entre a 24ª e a 33ª semanas, e 2 casos (1,3%) resultaram em abortamento espontâneo antes da 24a semana. A idade gestacional média na época dos partos foi 36,3 semanas. Um total de 497 avaliações do colo foram realizadas nas 127 gestações gemelares que resultaram em parto após 34 semanas (média de 4 avaliações por paciente). As avaliações foram realizadas entre a 91ª e a 39ª semana (idade gestacional média = 29,4 semanas). O teste de regressão polinomial demonstrou correlação inversa entre a medida do colo uterino e a idade gestacional (r=-0...

Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez

Carvalho,Mário Henrique Burlacchini de; Bittar,Roberto Eduardo; Gonzales,Midgley; Brizot,Maria de Lourdes; Zugaib,Marcelo
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 PT
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Objetivos:avaliar, no primeiro e segundo trimestres da gravidez, a correlação entre o comprimento do colo uterino e a ocorrência de parto prematuro espontâneo. Métodos:em 641 grávidas do pré-natal geral, a medida do comprimento do colo uterino foi realizada em dois momentos: entre a 11ª e a 16ª e entre a 23ª e a 24ª semana da gravidez. A avaliação do colo uterino foi feita pela ultra-sonografia transvaginal, com a grávida em posição ginecológica e tendo realizado previamente esvaziamento da bexiga. O comprimento do colo uterino foi medido linearmente do seu orifício interno ao externo. A medida do comprimento do colo uterino foi correlacionada com a idade gestacional no momento do parto. Para comparação das médias do grupo de grávidas que tiveram parto prematuro e a termo utilizamos o teste t de Student. A sensibilidade, especificidade, taxa de falso-positivos, falso-negativos e acurácia para o parto prematuro foram calculadas para os comprimentos de colo menores ou iguais a 30 mm, 25 mm e 20 mm. Resultados:a medida do comprimento do colo uterino entre a 11ª e a 16ª semana de gestação não apresentou diferença significativa entre o grupo de parto prematuro e o grupo a termo (40,6 mm e 42,7 mm, respectivamente...

A expressão da proteína p16 e herpes simples vírus tipo 2 em lesões pré-neoplásicas e neoplásicas do colo do útero

Salcedo,Mila de Moura Behar Pontremoli; Silveira,Gustavo Py Gomes da; Zettler,Cláudio Galeano
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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OBJETIVO: demonstrar a expressão de biomarcadores, detectados por técnicas de imunohistoquímica, em tecidos sadios, lesões pré-neoplásicas e neoplásicas do colo do útero. MÉTODOS: para avaliação da reatividade imunohistoquímica de tecidos do colo do útero ao p16 e ao herpes simples vírus tipo 2 (HSV-2), foram avaliadas 187 amostras de lesões intra-epiteliais de baixo grau (LIE-BG) e lesões intra-epiteliais de alto grau (LIE-AG) e carcinoma do colo do útero, e comparadas com grupo de pacientes sem lesões no colo uterino. A análise estatística foi realizada pelo teste do chi2 para tendências. O nível de significância foi de alfa=0,05. RESULTADOS: foi avaliada a reatividade ao p16 com a seguinte distribuição: grupo sem lesão no colo do útero: 56% (24/43), LIE-BG: 92% (43/47), LIE-AG: 94% (43/46) e câncer: 98% (46/47) (p<0,001, tendência linear). Com relação ao HSV-2: grupo sem lesão no colo do útero: 27% (12/45), LIE-BG: 58% (22/38), LIE-AG: 78% (35/45) e câncer: 59% (29/49) (p<0,001, tendência linear). Foi observado aumento na proporção de reatividade para os dois marcadores entre os grupos controle, LIE-BG, LIE-AG e câncer do colo do útero (p<0,001). Não houve diferença significativa, quando comparamos apenas os grupos LIE-BG e LIE-AG entre si. CONCLUSÕES: FOI VErificado um aumento progressivo nas taxas de reatividade aos marcadores de imunohistoquímica estudados...

Câncer do colo uterino: rastreamento, marcador biológico e polimorfismo genético

Cobucci, Ricardo Ney Oliveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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Existem fortes evidências de que os programas de rastreamento baseados em citologia resultaram em diminuição significativa da incidência e mortalidade por câncer do colo do útero, no entanto, um excesso substancial de tratamento de lesões intraepiteliais de baixo grau que dificilmente progrediriam para carcinoma cervical resulta da baixa especificidade do tradicional rastreio citológico. A detecção precoce das lesões através do rastreamento citológico e a avaliação do grau histológico em espécimes cervicais são fundamentais, entretanto não permitem identificar quais pacientes terão maior probabilidade de progressão para lesões de alto grau e carcinoma invasivo. A busca de potenciais marcadores de prognóstico; objetivando o entendimento da progressão das lesões intraepiteliais é de suma importância. Acredita-se que fatores imunoregulatórios, imunogenéticos e proteínas do ciclo celular estejam intimamente envolvidos no processo de carcinogênese. Considerando o exposto, a proposta do projeto foi inicialmente avaliar a eficácia da citologia oncológica no rastreamento do câncer cervical, foi investigado ainda o polimorfismo do gene do fator de transcrição FOXP3 e a expressão da proteína do ciclo celular P63 (P63) associados respectivamente a diagnóstico e prognóstico das lesões cervicais. Em um primeiro momento foi realizado estudo transversal que envolveu 3194 mulheres. As participantes foram submetidas à citologia e biópsia de colo dirigida por colposcopia e os resultados foram comparados para verificar-se a acurácia do teste de Papanicolaou na detecção de lesões intraepiteliais e câncer cervical. Posteriormente...

Comportamentos de adesão ao rastreio do cancro do colo do útero

Areias, Paula Alexandra Pombo Pereira
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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36.13%
Enquadramento: O cancro do colo do útero é o segundo tipo de cancro mais frequente na mulher, a adesão ao rastreio possibilita a identificação do problema numa fase precoce. Objectivos: O nosso estudo tem como objectivo analisar em que medida as características sóciodemográficas e profissionais, os conhecimentos em relação ao cancro do colo do útero e rastreio, as crenças de saúde afectam a adesão ao rastreio. Métodos: Realizamos um estudo de natureza quantitativa, não experimental, explicativo, descritivo, correlacional, transversal, retrospectivo. O estudo foi realizado através da aplicação de um questionário, onde exploramos os dados sóciodemográficos, os conhecimentos acerca do cancro do colo do útero e do rastreio e as crenças de saúde. O questionário foi aplicado a 306 mulheres inscritas no ACES Dão Lafões I, com idades compreendidas entre os 24 e os 64 anos, que se encontravam nas salas de espera dos vários serviços. Resultados: Quando analisada a adesão ao rastreio do cancro do colo do útero, verificou-se que a maioria das mulheres faz o rastreio. As mulheres que apresentam maior adesão ao rastreio do cancro do colo do útero, são as que se encontram casadas ou a viver em união de facto...

Flora vaginal e neoplasia intra-epitelial do colo do útero

Cardoso, Sarah Catarina Rodrigues
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 POR
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36.1%
Introdução: O Cancro do Colo do Útero é o 2º cancro mais frequente, no sexo feminino (nos grupos etários dos 40-50 anos), e representa, aproximadamente, 10% de todas as neoplasias nas mulheres. A nível nacional, atinge 13 a 14 mulheres por cada 100 000, com cerca de 1 000 novos casos anuais e é responsável pela morte de, aproximadamente, 350 mulheres/ano. A persistência da infecção pelo HPV de alto risco constitui o principal factor epidemiológico para o cancro do colo do útero, no entanto, apenas um pequeno número de mulheres infectadas desenvolve a doença. A infecção do colo uterino, por este tipo de vírus, constitui um factor necessário, mas não suficiente para a sua carcinogénese. É necessária a acção de co-factores para o desenvolvimento da neoplasia intra-epitelial e do carcinoma invasivo. Objectivo: Através da avaliação de características das mulheres e de factores de risco associados, determinar a influência da flora vaginal no desenvolvimento de neoplasia intra-epitelial do colo do útero. Material e Métodos: Avaliaram-se, retrospectivamente, os processos clínicos de todas as doentes referenciadas à Unidade de Patologia Cervical do Serviço de Obstetrícia e Ginecologia do CHCB, Covilhã...