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O valor da biópsia do fígado na doença hepática gordurosa não alcoólica em pacientes com colelitíase submetidos à colecistectomia laparoscópica; The importance of liver biopsy in non-alcoholic fatty liver disease in patients with cholelithiasis submitted to laparoscopic cholecystectomy

Pinto, Monica Madeira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/04/2011 PT
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A colelitíase é uma doença frequente na população geral. Um dos seus fatores de risco é a diabetes melitus tipo 2, relacionada à anormalidades metabólicas associadas a sobrepeso, obesidade, resistência à insulina, hipertrigliceridemia e hábitos dietéticos. Fatores de risco semelhantes são encontrados na doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA). A DHGNA engloba um espectro de condições patológicas que pode evoluir da esteatose, para esteato-hepatite (EHNA), fibrose, cirrose e neoplasia hepática. A distinção entre esteatose e EHNA é de grande relevância na prática clínica, em virtude de a primeira ser uma condição benigna e reversível, enquanto que a segunda apresenta potencial evolutivo para cirrose e carcinoma hepatocelular. Somente a biópsia hepática pode classificar e estadiar a DHGNA. A DHGNA e a colelitíase têm similaridade quanto à patogênese e aos fatores de risco, o que nos motivou a realizar este estudo. Os objetivos do trabalho foram: a) Definir a frequência da esteatose hepática e da EHNA em pacientes com colelitíase submetidos à colecistectomia laparoscópica. b) Avaliar as alterações histopatológicas da DHGNA nos pacientes com colelitíase. c) Avaliar a acurácia dos exames de imagem-ultrassonografia abdominal (US) e tomografia computadorizada (TC) no diagnóstico da DHGNA. d) Relacionar aspectos clínicos...

Colecistectomia laparoscópica, revisão bibliográfica e análise retrospectiva dos protocolos de 1160 pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica no Hospital Sousa Martins, Guarda, no período de 1 de Abril de 1995 a 31 de Dezembro de 2007

Fernandes, Ana Rita Santos Ramalho
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2008 POR
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67.61%
Introdução: A colecistectomia laparoscópica é a técnica mais utilizada no tratamento da patologia vesicular. Este procedimento é seguro e muito vantajoso na relação custo/efectividade em pacientes seleccionados. Estima-se que actualmente 90% das colecistectomias sejam realizadas pela técnica laparoscópica. Método: Efectuou-se uma análise retrospectiva dos protocolos de 1160 pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica no Hospital Sousa Martins (Guarda) no período de 1 de Abril de 1995 a 31 de Dezembro de 2007. Objectivos: Procurou-se valorizar a colecistectomia laparoscópica em termos de indicações, morbilidade e mortalidade comparando a série do Hospital Sousa Martins com três grandes séries de colecistectomia laparoscópica (Nacional, Europeia e Americana). Resultados: Obteve-se uma taxa de conversão para colecistectomia laparotómica de 7,1 %, sendo a dificuldade na identificação do triângulo de Calot a causa mais relevante. A morbilidade major foi de 2,3 %, sendo as lesões iatrogénicas da via biliar principal, a causa principal. Conclusão: Estes resultados acompanham os seus congéneres a nível nacional e no estrangeiro.

Ultra-sonografia intra-operatória durante colecistectomia laparoscópica

Tinoco,Augusto Claudio de Almeida; Tinoco,Renam Catharina; El-Kadre,Luciana Janene; Tinoco,Luiz Antônio; Thomé,José Newton; Oliveira,Alexandre Cardoso de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 PT
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Durante um período de sete meses, em noventa pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica foi realizada ultra-sonografia intra-operatória e, em 81 pacientes, a colangiografia intra-operatória foi possível. A ultra-sonografia laparoscópica (USL) foi realizada através dos trocartes umbilical e epigástrico, sem mobilização duodenal e após a colangiografia sistemática. A USL detectou coledocolitíase em 11 pacientes (12,2%), embora apenas seis (6,6%) destes pacientes tivessem este diagnóstico antes da cirurgia. A colangiografia diagnosticou coledocolitíase em 8,8% dos casos. As vias biliares foram visualizadas pela USL em todos os casos. Durante a colecistectomia laparoscópica, a ultra-sonografia intra-operatória é uma técnica simples e eficiente na detecção de cálculos na via biliar principal.

Colecistectomia laparoscópica em transplantados

Coelho,Júlio Cezar Uili; Contieri,Fabiana L.C.; Freitas,Alexandre Coutinho Teixeira de; Silva,Fernanda Cristina da; Kozak,Vanessa Nascimento; Silva Junior,Alzemir Santos da
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2010 PT
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OBJETIVO: Apresentar a nossa experiência com a colecistectomia laparoscópica no tratamento da colelitíase em transplantados. MÉTODOS: Dados demográficos, medicamentos utilizados e dados operatórios e pós-operatórios de todos transplantados que foram submetidos à colecistectomia laparoscópica por colelitíase no nosso hospital foram obtidos. Resultados: Quinze pacientes (13 transplantes renais e dois transplantes de medula óssea) foram submetidos à colecistectomia laparoscópica. Todos pacientes foram internados no hospital no dia da operação. O esquema imunossupressor não foi modificado durante a hospitalização. A apresentação clínica da colelitíase foi cólica biliar (n=12), colecistite aguda (n=2) e icterícia (n=1). A colecistectomia transcorreu sem intercorrências em todos pacientes. Complicações pós-operatórias foram náusea e vômitos em dois pacientes, intubação traqueal prolongada em um, infecção de ferida operatória em um e hematoma superficial grande em um paciente. CONCLUSÃO: Colecistectomia laparoscópica é associada à baixa morbidade e mortalidade e bom prognóstico pós-operatório em pacientes transplantados com colecistite não complicada.

Colecistite aguda não-complicada: colecistectomia laparoscópica precoce ou tardia?

Sankarankutty,Ajith; Luz,Luis Teodoro da; Campos,Tercio De; Rizoli,Sandro; Fraga,Gustavo Pereira; Nascimento Jr,Bartolomeu
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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Metanálises recentes sugerem que a colecistectomia laparoscópica precoce (dentro de uma semana do início dos sintomas) para a doença aguda, não complicada, da vesícula biliar é segura e viável. No entanto, enquetes sobre as práticas cirúrgicas indicam que a colecistectomia laparoscópica precoce é realizada por apenas uma minoria dos cirurgiões. Além disso, o melhor momento para realização deste procedimento, bem como sua relação custo-eficácia continuam sendo uma questão de debate. A reunião de revista TBE - CiTE realizou uma avaliação crítica dos artigos mais relevantes, publicados recentemente, sobre o momento da colecistectomia laparoscópica e sua relação custo-eficácia para o tratamento da colecistite aguda não complicada e fornece recomendações baseadas em evidências sobre o tema. A literatura engloba pequenos ensaios com alto risco para vieses. Ela sugere que colecistectomia laparoscópica precoce é segura e encurta o período de internação. Há uma escassez de estudos bem desenhados e de grandes séries analisando custo-utilidade. As seguintes recomendações foram geradas: (1) a colecistectomia laparoscópica precoce deve ser tentada como o tratamento de primeira linha dentro de uma semana do início dos sintomas...

Colecistectomia laparoscópica com abordagem supra-púbica

Silva,Marcus Vinícius Andrade Chalar; Almeida,Dionísio Ferreira de; Alves,Maxley Martins; Barbosa,Marco Aurélio Gonçalves de Andrade; Vieira,Miro Walter Carneiro
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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RACIONAL: As colecistectomias laparoscópicas realizadas através de acesso abdominal único, apesar de seu inquestionável resultado estético, são procedimentos de custo elevado e tecnicamente difíceis de serem realizados. A abordagem supra-púbica é alternativa mais simples e barata com bom resultado estético. OBJETIVO: Relatar a experiência do Hospital Garavelo com a colecistectomia laparoscópica com abordagem supra-púbica. MÉTODO: Estudo descritivo de delineamento transversal e coleta retrospectiva dos dados. Foram avaliados o tempo cirúrgico, taxas de sucesso e de conversão para procedimento laparoscópico tradicional ou mesmo operação aberta, bem como a ocorrência de complicações intra ou pós-operatórias e tempo de internação. Os dados foram coletados através de instrumento criado especificamente para realização do estudo, permitindo a coleta de dados quantitativos dos registros hospitalares e observações feitas durante avaliações ambulatoriais. RESULTADOS: A amostra foi constituída por 42 pacientes. O sexo feminino foi predominante (76,2%). A média de idade foi de 36 anos (18-65). A taxa de sucesso foi de 95,3%. O tempo médio para realização do procedimento foi de 33,4 minutos. Não houve complicações intra-operatórias e todos os pacientes receberam alta hospitalar nas primeiras 24 horas após a operação. CONCLUSÃO: A colecistectomia laparoscópica com abordagem supra-púbica é técnica segura...

Diagnósticos de enfermagem de pacientes em período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica

Dalri,Cristina Camargo; Rossi,Lídia Aparecida; Dalri,Maria Célia Barcellos
Fonte: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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67.28%
Os objetivos deste estudo foram identificar e analisar os diagnósticos de enfermagem de pacientes no período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica. Foi elaborado e validado um instrumento de coleta e registro de dados. Foram avaliados 15 pacientes adultos no período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica: 4 homens e 11 mulheres, com idade média de 45 anos. Os diagnósticos de enfermagem identificados foram: Integridade tissular prejudicada (100%), Risco para infecção (100%), Percepção sensorial perturbada (100%), Risco para aspiração (100%), Risco para função respiratória alterada (80%), Hipotermia (60%), Risco para temperatura corporal desequilibrada (40%), Nutrição desequilibrada: mais do que as necessidades corporais (33,3%) e Dor aguda (26,7%). Todos os pacientes foram admitidos em regime ambulatorial e receberam alta do Centro de recuperação pós-anestésica, apresentando ainda os diagnósticos de enfermagem Integridade tissular prejudicada e Risco para infecção.

Eficácia da dexametasona na profilaxia de náuseas e vômitos no pós-operatório de colecistectomia laparoscópica

Bernardo,Wanderley Marques; Aires,Felipe Toyama
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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OBJETIVO: Verificar a eficácia da dexametasona na profilaxia de náuseas e vômitos em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica. MÉTODOS: Revisão sistemática da literatura através das bases de dados MEDLINE, EMBASE e LILACS. Foram incluídos apenas ensaios clínicos controlados e randomizados que compararam a dexametasona ao placebo na profilaxia de náusea e vômito em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica. RESULTADOS: Os resultados desta revisão basearam-se em dados de 12 ensaios clínicos controlados e randomizados, totalizando 947 pacientes. O grupo de pacientes que recebeu dexametasona pré-operatória apresentou menor incidência de náusea (NNT = 7), de vômito (NNT = 7) e de necessidade de antieméticos de resgate (NNT = 6). CONCLUSÃO: A infusão pré-operatória de 8 mg de dexametasona diminui o risco de complicações no pós-operatório de pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica.

Colecistectomia laparoscópica, revisão bibliográfica e análise retrospectiva dos protocolos de 1160 pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica no Hospital Sousa Martins, Guarda, no período de 1 de Abril de 1995 a 31 de Dezembro de 2007

Fernandes, Ana Rita Santos Ramalho
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2008 POR
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67.61%
Introdução: A colecistectomia laparoscópica é a técnica mais utilizada no tratamento da patologia vesicular. Este procedimento é seguro e muito vantajoso na relação custo/efectividade em pacientes seleccionados. Estima-se que actualmente 90% das colecistectomias sejam realizadas pela técnica laparoscópica. Método: Efectuou-se uma análise retrospectiva dos protocolos de 1160 pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica no Hospital Sousa Martins (Guarda) no período de 1 de Abril de 1995 a 31 de Dezembro de 2007. Objectivos: Procurou-se valorizar a colecistectomia laparoscópica em termos de indicações, morbilidade e mortalidade comparando a série do Hospital Sousa Martins com três grandes séries de colecistectomia laparoscópica (Nacional, Europeia e Americana). Resultados: Obteve-se uma taxa de conversão para colecistectomia laparotómica de 7,1 %, sendo a dificuldade na identificação do triângulo de Calot a causa mais relevante. A morbilidade major foi de 2,3 %, sendo as lesões iatrogénicas da via biliar principal, a causa principal. Conclusão: Estes resultados acompanham os seus congéneres a nível nacional e no estrangeiro.

Diagnósticos de enfermagem de pacientes em período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica; Diagnósticos de enfermería de pacientes en período post-operatorio inmediato de colecistectomía por laparoscopia; Nursing diagnoses of patients in immediate postoperative period of laparoscopic cholecystectomy

Dalri, Cristina Camargo; Rossi, Lídia Aparecida; Dalri, Maria Célia Barcellos
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2006 POR
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Os objetivos deste estudo foram identificar e analisar os diagnósticos de enfermagem de pacientes no período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica. Foi elaborado e validado um instrumento de coleta e registro de dados. Foram avaliados 15 pacientes adultos no período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica: 4 homens e 11 mulheres, com idade média de 45 anos. Os diagnósticos de enfermagem identificados foram: Integridade tissular prejudicada (100%), Risco para infecção (100%), Percepção sensorial perturbada (100%), Risco para aspiração (100%), Risco para função respiratória alterada (80%), Hipotermia (60%), Risco para temperatura corporal desequilibrada (40%), Nutrição desequilibrada: mais do que as necessidades corporais (33,3%) e Dor aguda (26,7%). Todos os pacientes foram admitidos em regime ambulatorial e receberam alta do Centro de recuperação pós-anestésica, apresentando ainda os diagnósticos de enfermagem Integridade tissular prejudicada e Risco para infecção.; Este estudio tuvo como objetivos identificar y analizar los diagnósticos de enfermería de pacientes en el período post-operatorio inmediato de colescistectomía por laparoscopia. Fue elaborado y validado un instrumento de recolecta y registro de datos. Fueron evaluados a 15 pacientes adultos en el período post-operatorio inmediato de colecistectomía laparoscópica: cuatro hombres y once mujeres...

Colecistectomía laparoscópica y la importancia de un laboratorio de entrenamiento en cirugía mínimamente invasiva, a propósito de su reciente creación en la Universidad de Costa Rica

Blanco Benavides,Priscilla; Fonseca Alvarado,José Andrés; Mora Leandro,Marisela; Moya Conejo,Xiomara; Navarro González,Jessica; Paniagua González,Mariel; Quirós-Montero,José Fernando
Fonte: Medicina Legal de Costa Rica Publicador: Medicina Legal de Costa Rica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 ES
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La colecistectomía es un procedimiento quirúrgico empleado para tratar la colelitiasis y constituye un tratamiento valioso porque esta patología tiene una alta prevalencia en Costa Rica. En contraste con la colecistectomía abierta, la colecistectomía laparoscópica se asocia con beneficios como menor mortalidad operatoria, menor dolor postoperatorio, menor duración de la estadía hospitalaria y menor tiempo de recuperación. La importancia de que el personal médico reciba entrenamiento en procedimientos de cirugía mínimamente invasiva, dentro de los cuales se encuentra la colecistectomía laparoscópica, ha llevado al desarrollo de laboratorios de entrenamiento en este tipo de cirugía. En Costa Rica, la reciente implementación de dichos centros de entrenamiento hace vislumbrar un futuro promisorio en el tratamiento de las colecistectomías.

Colecistectomía laparoscópica ambulatoria: Reporte preliminar de 100 casos

Vega-Vega,Marlen; Orlich-Carranza,Claudio; Gómez-Hernández,Karen
Fonte: Acta Médica Costarricense Publicador: Acta Médica Costarricense
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 ES
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Justificación y objetivo: La laparoscopía es el abordaje de elección para la colecistectomía y tiene grandes beneficios sobre la colecistectomía abierta, que incluyen una mejor recuperación. También se sabe que puede realizarse en forma ambulatoria. Sin embargo, en el sistema de seguridad social costarricense no se ha implementado aún un programa de colecistectomía laparoscópica ambulatoria. El objetivo de este trabajo es demostrar que en Costa Rica, en un hospital clase A, se puede realizar la colecistectomía laparoscópica ambulatoria de una manera segura y de rutina. Métodos: De febrero a julio de 2005, en el Servicio de Cirugía Uno del Hospital San Juan de Dios, se seleccionaron 100 pacientes de 16 a 61 años, previo consentimiento informado, con colelitiasis, sin comorbilidades de importancia, sin colecistitis ni vesículas escleroatróficas. Los pacientes ingresaron a las 6 de la mañana, se operaron durante las siguientes 4 horas, fueron egresados a las 4 de la tarde y evaluados a los quince días después de la cirugía en la Consulta Externa. Resultados: Se operaron 100 pacientes, de los cuales 6 requirieron ser hospitalizados. Como única complicación hubo una fístula biliar. No hubo reintervenciones ni mortalidad. Conclusiones: La colecistectomía laparoscópica es un procedimiento de cirugía mayor que puede realizarse de forma segura y ambulatoria en los hospitales clase A de Costa Rica...

Reintervenciones por complicaciones después de realizada colecistectomía laparoscópica

Roque González,Rosalba; Martínez Alfonso,Miguel Ángel; Torres Peña,Rafael; López Milhet,Ana Bertha; Pereira Fraga,Jorge Gerardo; Barreras González,Javier
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 ES
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Durante estos años varios centros con experiencia en colecistectomía laparoscópica han publicado sus complicaciones y tratamiento a estas. El objetivo de este estudio es describir la experiencia en 23 pacientes reintervenidos por complicaciones posoperatorias de la colecistectomía laparoscópica realizadas en el Centro Nacional de Cirugía de Mínimo Acceso, según el reporte de los resultados obtenidos. Se realizó un estudio descriptivo, retrospectivo y longitudinal, en el que se revisaron las historias clínicas de los pacientes reintervenidos por sospecha de complicaciones después de la colecistectomía laparoscópica, en el período comprendido de enero de 1998 a junio de 2010. Durante el período de la investigación se realizaron 10 039 colecistectomías laparoscópicas. Fueron reintervenidos 23 pacientes (0,2 %), con una edad media de 49 años (rango 22 a 73 años, DE ± 10). La relaparoscopia fue la vía para la reintervención (70 %) y solo 3 (13 %) requirieron cirugía abierta. Fue la colangiopancreatografía retrógrada endoscópica un procedimiento útil para complementar la solución de algunas de estas complicaciones. El tiempo quirúrgico medio en las reintervenciones fue de 67 min (rango 30-120 min), la estadía hospitalaria tuvo una media de 4 y 5 días respectivamente. Hubo 2 pacientes (9 %) que se reintervinieron tardíamente...

Logros y retos de la colecistectomía laparoscópica en Cuba

Zamora Santana,Orlando; Rodríguez López-Calleja,Carlos Arturo; Hernández Gutiérrez,José Manuel; Legrá Legrá,Jorge; Peña Pupo,Nerza Enid; Silvera García,José Ricardo
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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67.28%
Objetivo: conocer los resultados de la generalización de la colecistectomía laparoscópica en Cuba. Métodos: se realizó un estudio retrospectivo y descriptivo a través de una encuesta completada por 16 grupos de cirugía de mínimo acceso de hospitales universitarios en 9 provincias del país para definir carácter, conversiones, conducta ante litiasis de la vía biliar, morbilidad y mortalidad perioperatoria. Resultados: se obtuvieron datos relacionados con 56 878 intervenciones realizadas, desde los inicios de la actividad en esos servicios, hasta noviembre de 2007, y se definió carácter, conversiones, conducta ante litiasis de la vía biliar, morbilidad y mortalidad perioperatoria. El acceso laparoscópico se usó en 80,7 % de los casos, electivo en 97,1 %, con índices de conversión de 1,4 %, morbilidad de 0,58 % y mortalidad de 0,10 %. Predominó, ante el hallazgo de litiasis coledociana, el convertir y explorar de forma convencional. Conclusiones: los resultados de la generalización de la colecistectomía laparoscópica en Cuba son excelentes, pero es necesario extender su uso como arsenal en el tratamiento de las complicaciones de la litiasis biliar.

Colecistectomía laparoscópica en el paciente geriátrico: Estudio comparativo

Rodríguez Tápanes,Vivian; Montero Ferrer,Sigifredo; Rivas Cartaya,José R.
Fonte: Revista Cubana de Medicina Militar Publicador: Revista Cubana de Medicina Militar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1999 ES
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Se estudiaron los resultados de 86 pacientes de 60 años o más y los de 239 pacientes menores de 60 años, sometidos a colecistectomía laparoscópica, y se comparó entre ambos grupos los hallazgos quirúrgicos, morbimortalidad, índice de conversión, enfermedades asociadas, incidencia de colelitiasis complicada, tiempo quirúrgico, estancia hospitalaria y recuperación posoperatoria. Hubo una incidencia mayor de enfermedades asociadas en los pacientes geriátricos, y fueron las cardiovasculares (60 vs 23,8 %) y gastrointestinales (22 vs 17,5 %) las más frecuentes. En ambos grupos más del 50 % de las colecistectomías presentaron algún grado de dificultad en la disección quirúrgica de acuerdo con los hallazgos encontrados (68,2 vs 61,2 %). Todas las complicaciones perioperatorias fueron resueltas sin necesidad de conversión, hubo una sola conversión (0,3 %) en un paciente geriátrico y no se presentó mortalidad en ninguno de los 2 grupos. La incidencia de colelitiasis complicada fue mayor en el grupo geriátrico (36,2 %), y fue la colecistitis subaguda (22 %) la más frecuente. Se requirió un tiempo quirúrgico mayor para la colecistectomía laparoscópica en los pacientes geriátricos (63,4 vs 56,6 %), la diferencia no fue significativa; además una vez operados la estancia hospitalaria resultó ser semejante en ambos grupos con una media general de 24...

Colangiografía transoperatoria en colecistectomía laparoscópica: ¿sistemática o selectiva?

Castro Pérez,Raúl; Delgado Fernández,Juan Carlos; Dopico Reyes,Eduardo; Echevarría Hernández,Fidel; González García,Pedro
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 ES
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67.28%
Se realizó un estudio comparativo en pacientes operados de colecistectomía laparoscópica, con el empleo de la indicación de la colangiografía transoperatoria, en 151 pacientes por el método de selección y en 456 de forma sistemática. En los 2 grupos se utilizaron los mismos criterios de inclusión. El tiempo quirúrgico medio en ambos fue inferior de 1 hora. Se comprobó que con el entrenamiento se logran índices de factibilidad por encima del 90 %, lo cual es similar a la cirugía abierta. La realización de la colangiografía de forma sistemática detectó un mayor tanto por ciento de litiasis no sospechada en la vía biliar principal; diagnosticó afecciones del colédoco no litiásicas; identificó anomalías potencialmente peligrosas y detectó iatrogenias sobre la vía biliar principal durante el transoperatorio. Se concluye que en la colecistectomía laparoscópica la colangiografía transoperatoria debe realizarse de forma sistemática

Lesiones de la vía biliar: Prevalencia en pacientes con colecistectomía laparoscópica en un hospital de especialidades

Gutiérrez Pérez,Jorge Octavio; Medina García,Pablo; Ortiz Reyes,Sergio Fernando; Lozano Cervantes,Hiram Efraín
Fonte: Asociación Mexicana de Cirugía General A.C. Publicador: Asociación Mexicana de Cirugía General A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 ES
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67.28%
Objetivo: Conocer la prevalencia de lesión de la vía biliar por colecistectomía laparoscópica y compararla con la prevalencia internacional de 0.4% a 0.6%. Sede: Hospital de Especialidades de la Ciudad de México ''Dr. Belisario Domínguez''. Diseño: Retrospectivo, transversal, observacional y descriptivo. Estadística: Porcentajes como medida de resumen para variables cualitativas Material y métodos: Se realizó un estudio de los expedientes de pacientes operados de colecistectomía laparoscópica durante los años 2005 a 2008 por el Servicio de Cirugía General. Las variables a estudiar fueron prevalencia de lesión de la vía biliar clasificándola de acuerdo a las escalas de Strasberg, edad y género. Resultados: Durante 4 años se realizaron 532 colecistectomías laparoscópicas a pacientes de sendos géneros de 15 a 89 años de edad, identificándose 3 pacientes con lesión de la vía biliar (0.56%). En dos, la lesión consistió en sección total del conducto colédoco y en el tercero hubo fuga de bilis por el muñón del conducto cístico. La reparación consistió en colédoco-colédoco anastomosis término terminal con colocación de sonda en T en dos casos y en ligadura del muñón del conducto cístico en el tercero. Uno (33.3%) de los 3 pacientes falleció...

Relación entre la ecografía pre-operatoria y la dificultad de la colecistectomía laparoscópica en el Hospital Militar Central

Pinto Paz,Mirian Elizabeth
Fonte: Revista de Gastroenterología del Perú Publicador: Revista de Gastroenterología del Perú
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 ES
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El presente estudio se realizó sobre 62 pacientes con enfermedad vesicular conocida quienes fueron operados mediante Colecistectomía Laparoscópica, desde Agosto de 1999 a Marzo del 2000, en el Hospital Militar Central. Se excluyó del trabajo a aquellos pacientes que presentaron alteración de las pruebas de función hepática y aquellos pacientes que presentaron la vía biliar dilatada en la ecografía pre-operatoria. Los pacientes seleccionados, fueron sometidos un día antes de la cirugía a la evaluación de los parámetros ecográficos, determinando el volumen vesicular y la fracción de eyección. La máxima fracción de eyección vesicular se calculó como la diferencia entre el volumen de ayuno y el volumen residual, en porcentaje del volumen de ayuno. Al día siguiente, luego de concluirse la Colecistectomía Laparoscópica, se evaluaron los parámetros operatorios, tanto la dificultad operatoria y el sangrado durante la cirugía usando la escala análogo visual (VAS); la duración operatoria fue medida en minutos. Posteriormente, se relacionaron los parámetros ecográficos preoperatorios, exceptuando el parámetro cálculo en la vía biliar principal, con los parámetros operatorios los resultados fueron: Que los parámetros ecográficos preoperatorios...

ANALGESIA INFILTRATIVA EN COLECISTECTOMÍA LAPAROSCÓPICA

Grünberg,Gustavo; Noya,Beatriz; Heuguerot,Fernando; Amestoy,Virginia; Basignani,Natalia; Baptista,William; Perine,Christian; Rodríguez,Graciela; López,Enrique; Barrios,Teresita
Fonte: Anestesia Analgesia Reanimación Publicador: Anestesia Analgesia Reanimación
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 ES
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67.39%
RESUMEN El objetivo de este estudio fue determinar la efectividad de la infiltración con anestésico local a nivel de la herida quirúrgica en Colecistectomía Laparoscópica, para reducir el dolor postoperatorio. Se realizó un estudio prospectivo, randomizado y doble ciego de 40 pacientes, ASA I-III, coordinados para colecistectomía laparoscópica con anestesia general. Los pacientes fueron aleatorizados en 2 grupos; Grupo I: se infiltró la herida operatoria antes del cierre de piel, con Bupivacaína al 0.25% (25 a 37.5 mg); Grupo P: grupo control. Los pacientes fueron evaluados durante las primeras 2 horas del postoperatorio consignándose el dolor según la escala visual análoga, la necesidad de opioides, las respuestas hemodinámicas y los efectos adversos. RESULTADOS: Los grupos fueron similares en edad, sexo, peso, talla, antecedentes personales, dosis intraoperatoria de Fentanil, duración de la cirugía, y si requirieron colangiografía intraoperatoria. El dolor promedio fue siempre mayor en el grupo P con respecto al grupo I, y el estudio mostró diferencia estadísticamente significativa a la primera (p = 0.012) y segunda hora (p = 0.001). El número de pacientes que requirieron analgesia con opioides fue significativamente mayor en el grupo P con respecto al grupo I (p = 0.0098)...

Dificultades de la colecistectomía laparoscópica en el hombre

Lucena Olavarrieta,JR
Fonte: Universidad Central de Venezuela. Facultad de Medicina. Comisión de Publicaciones de la Facultad de Medicina Publicador: Universidad Central de Venezuela. Facultad de Medicina. Comisión de Publicaciones de la Facultad de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 ES
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Antecedentes: La edad y la forma clínica de presentación de la colelitiasis son variables predictoras de suma importancia en los resultados de la colecistectomía. Adicionalmente; el sexo es un factor de significativo en el pronóstico. Objetivo: Conocer la relevancia del sexo en la presentación clínica dificultades técnicas- riesgo de conversión; y complicaciones post operatorias post colecistectomía laparoscópica. Diseño: Estudio prospectivo-longitudinal- no randomizado. Ambiente: Servicio de cirugía general número 1 hospital universitario Miquel Pérez Carreño. Pacientes y Métodos: En el lapso Julio 991 Noviembre del 2003, se estudiaron 1970 que pacientes con diagnóstico de colelitiasis sintomática que fueron sometidos a colecistectomía, por técnica laparoscópica o convencional. Los criterios de exclusión fueron: colecistectomía por trauma, o asociada a otras intervenciones, pancreatitis, enfermedad biliar maligna. Los pacientes fueron clasificados en tres categorías: 1. cólico biliar-colecistitis crónica-2. colecistitis aguda 3. pancreatitis biliar. Las intervenciones fueron clasificadas de acuerdo a la forma de colecistectomía realizada (laparoscópica - abierta o conversión). Se midieron las variables demográficas; sexo...