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"Contribuição da ressonância magnética na avaliação de doadores do lobo direito ao transplante hepático intervivos" ; Contribuition of magnetic resonance in the evaluation of donors for right lobe living liver transplantation

Warmbrand, Gisele
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2004 PT
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27.25%
Este estudo teve, por finalidade, estabelecer o valor da ressonância magnética em 30 doadores potenciais do lobo direito do fígado, na determinação dos seguintes fatores: esteatose hepática; anatomia biliar; anatomias arterial hepática, venosas portal e hepática, e volume hepático lobar, comparando-os, respectivamente, com os achados anatomopatológicos da biópsia hepática, da colangiografia intraoperatória, da angiografia digital e/ou com os achados cirúrgicos, e com o peso real do enxerto. A RM subestimou a infiltração gordurosa hepática; permitiu identificar a anatomia biliar, com concordância em 83% dos casos; apresentou 100% de concordância na avaliação das anatomias arterial e venosas portal e hepática, e superestimou, em pequeno grau, o volume hepático lobar ; The purpose of this study was to establish the value of the magnetic resonance in 30 potential donors for right lobe living liver transplantation. The main goal was to determine the following factors: steatosis; biliar anatomy; hepatic arterial anatomy; portal and hepatic venous anatomy, and lobar liver volume, comparing them to liver biopsy results, to intraoperative colangiography, to digital angiography and/or surgical findings, and to the real graft weight...

Colangiografia transhepática percutânea.

Anzanello, Júlio Romeu Notari
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 26 p.| grafs.,tabs.
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Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Clínica Cirúrgica, Curso de Medicina, Florianópolis, 1989

Colangiografia Peroperatória

Schiappa, JM; Oliveira Martins, F
Fonte: Sociedade Portuguesa de Cirurgia Publicador: Sociedade Portuguesa de Cirurgia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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27.25%

Colangiografia Peroperatória

Schiappa, JM; Oliveira Martins, F
Fonte: Sociedade Portuguesa de Cirurgia Publicador: Sociedade Portuguesa de Cirurgia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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O papel da colangiografia por ressonância magnética na avaliação da anatomia biliar em doadores de transplante hepático intervivos

Arruda,Elaine Cristina de Moraes; Coelho,Julio Cezar Uili; Yokochi,Jorge Massayuki; Matias,Jorge Eduardo Fouto
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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OBJETIVO: Avaliar a acurácia da colangiografia por ressonância magnética no estudo da anatomia biliar de doadores de fígado em correlação com achados operatórios. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 50 doadores submetidos a transplante hepático intervivos no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR. As colangiografias foram analisadas e os resultados dos exames foram comparados com os achados intra-operatórios. Apenas alterações anatômicas que promoveram mudança de estratégia cirúrgica, não-evidenciadas previamente pela colangiografia por ressonância magnética, foram consideradas como discordantes. RESULTADOS: Foram encontradas variações pela colangiografia por ressonância magnética em 7 doadores e em 14 durante a cirurgia. Do total de pacientes, 41 resultados foram concordantes e 9 foram discordantes. A sensibilidade, a especificidade, o valor preditivo positivo, o valor preditivo negativo e a acurácia da colangiografia por ressonância magnética foram, respectivamente, de 43%, 97%, 86%, 81% e 81,6%. CONCLUSÃO: Conclui-se que a ressonância magnética é um método de imagem seguro e não-invasivo para avaliação pré-operatória das vias biliares de doadores e que algumas anomalias não são detectadas pela colangiografia por ressonância magnética.

Ultra-sonografia intra-operatória durante colecistectomia laparoscópica

Tinoco,Augusto Claudio de Almeida; Tinoco,Renam Catharina; El-Kadre,Luciana Janene; Tinoco,Luiz Antônio; Thomé,José Newton; Oliveira,Alexandre Cardoso de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 PT
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Durante um período de sete meses, em noventa pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica foi realizada ultra-sonografia intra-operatória e, em 81 pacientes, a colangiografia intra-operatória foi possível. A ultra-sonografia laparoscópica (USL) foi realizada através dos trocartes umbilical e epigástrico, sem mobilização duodenal e após a colangiografia sistemática. A USL detectou coledocolitíase em 11 pacientes (12,2%), embora apenas seis (6,6%) destes pacientes tivessem este diagnóstico antes da cirurgia. A colangiografia diagnosticou coledocolitíase em 8,8% dos casos. As vias biliares foram visualizadas pela USL em todos os casos. Durante a colecistectomia laparoscópica, a ultra-sonografia intra-operatória é uma técnica simples e eficiente na detecção de cálculos na via biliar principal.

A colangiografia peroperatória

Bastos,Eduardo Lemos de Souza; Micheloni,Paulo Roberto Teixeira; Silvado,Rubens Augusto Brazil
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1998 PT
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Os autores revisam 96 procedimentos colangiográficos peroperatórios realizados no Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) entre janeiro de 1993 e fevereiro de 1995. Dos exames estudados, setenta foram considerados normais, 23 alterados e três inconclusivos. Os autores apresentam casos onde a colangiografia peroperatória (CPO) não confirmou a suspeita pré-operatória, o que evitou explorações desnecessárias da via biliar (6,25%) ou não permitiu diagnóstico incorreto (9,36%). Do exposto, os autores concluem que a CPO continuará sendo rotina nas operações sobre a vesícula e vias biliares e sugerem a necessidade do estabelecimento de padrão técnico para a realização do exame.

Colangiografia transoperatória em colecistectomia laparoscópica

Fontes,Paulo Roberto Ott; Nectoux,Mauro; Eilers,Rene Jacobsen; Chem,Eduardo Mainieri; Reidner,Charles Edison
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1998 PT
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37.91%
Com o objetivo de analisar os resultados e a experiência acumulada com a realização de colangiografia transoperatória nos pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica, revisamos os prontuários de 309 pacientes com colelitíase sintomática tratados por videocirurgia no nosso serviço entre maio de 1993 e junho de 1997. Realizamos a colangiografia transoperatória rotineiramente, o que foi possível em 244 (78,9%) pacientes. O principal motivo para a não realização do exame nos demais pacientes foi a presença do ducto cístico de pequeno calibre em 21 (6,8%) casos. Entre os pacientes nos quais foi realizado o exame, o resultado foi normal em 229 (93,8%). Em 11 (4,5%) identificou-se coledocolitíase, sendo insuspeita em sete (2,8%); em três (1,2%), o ducto cístico desembocava no ducto hepático direito, e, em um (0,4%), diagnosticou-se um grande cisto coledociano com calculose intra e extra-hepática. A colangiografia transoperat6ria durante colecistectomia laparoscópica mostrou-se um procedimento seguro nos pacientes em que conseguimos realizá-la, já que não tivemos complicações relacionadas ao exame. Ao definir a anatomia, previne ou demonstra alterações biliares e permite a detecção de coledocolitíase insuspeita. Assim...

Colecistectomia laparoscópica: experiência em 500 casos, enfatizando as vantagens da colecistocolangiografia e da ligadura do ducto e artéria cística utilizando fio de náilon

Perim,Carlos Alberto; Guedes,Marcelo Arimatéia E.
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1999 PT
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27.25%
São apresentados os resultados clínicos de quinhentos pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica (CL), com o emprego da colecistocolangiografia intra-operatória e da ligadura do ducto cístico e da artéria cística utilizando- se fio de náilon em vez de clipes metálicos. A maioria (79,4%) dos pacientes era do sexo feminino. A média de idade foi de 48,2 anos. Colecistite crônica ocorreu em 424 casos, colecistite aguda em 68, câncer da vesícula em quatro, colecistite alitiásica em três e um paciente apresentava pólipo de vesícula biliar. Coledocolitíase foi detectada em vinte (4%) pacientes. O tempo médio de cirurgia foi de 84 minutos. A permanência hospitalar foi de um a dois dias para 93,4% dos pacientes. A mortalidade foi de 0,4%. Conversão se fez necessária em 39 (7,8%) casos, principalmente por coledocolitíase (15 pacientes) e colecistite aguda (14 pacientes). Complicações importantes ocorreram em 12 (2,4%) casos, incluindo uma (0,2%) lesão de colédoco. A co1ecistocolangiografia foi satisfatória em 80,5% e inconclusiva em 19,5% dos pacientes. A co1ecistoco1angiografia é uma excelente opção técnica na CL, principalmente nos pacientes com colecistite crônica. Todavia, nos casos com obstrução flagrante do ducto cístico...

Colangiografia peroperatória sistemática em colecistectomia videolaparoscópica

Yasojima,Edson Yuzur; Lopes Filho,Gaspar de Jesus
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 PT
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OBJETIVO: Analisar os resultados de colangiografias peroperatórias (CPO), realizadas sistematicamente durante colecistectomias videolaparoscópicas (CVL). MÉTODO: No período de janeiro de 1998 a dezembro de 1999, foram realizadas CVL em 250 pacientes não selecionados, 65 (26%) do sexo masculino e 185 (74%) do sexo feminino, independente da presença ou não de sinais clínicos, laboratoriais, ultra-sonográficos ou de outros métodos diagnósticos, indicativos de coledocolitíase ou outras doenças da via biliar principal. RESULTADOS: A CPO pôde ser realizada em 237 (94,6%) pacientes. Foram encontradas 31 (13%) alterações, entre as quais seis (2,5%) casos de coledocolitíase e 25 (10,5%) casos de anomalias anatômicas. CONCLUSÃO: A CPO, durante a CVL, mostrou-se um procedimento seguro, sem complicações relacionadas ao exame, definindo a anatomia, prevenindo as lesões biliares e permitindo a detecção de coledocolitíase insuspeitada.

Predição da coledocolitíase pela associação de indicadores clínicos e laboratoriais em dois momentos do pré-operatório da colecistectomia

Araújo Neto,Newton Pinto; Gonçalves,José Eduardo; Bromberg,Sansom Henrique; Guz,Betty; Zanoto,Arnaldo
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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27.25%
OBJETIVO: O propósito deste estudo foi determinar a probabilidade de ocorrência de coledocolitíase através do estudo da associação de indicadores clínicos e laboratoriais desta doença em dois momentos do pré-operatório de colecistectomia. MÉTODO: Entre março de 2001 e março de 2002, 48 pacientes consecutivos com colelitíase foram submetidos a colecistectomia e colangiografia intra-operatória (CIO). Os pacientes foram divididos em dois grupos, sendo o grupo A constituído por 13 pacientes com coledocolitíase e o grupo B por 35 pacientes sem esta doença. Os pacientes foram investigados quanto aos indicadores clínicos e laboratoriais da coledocolitíase, analisados em dois períodos, tomando como ponto de corte as 48 horas que precederam a cirurgia. Posteriormente, estes indicadores pré-operatórios foram associados na equação da regressão logística em diferentes combinações. RESULTADOS: Utilizando a equação da regressão logística, constatou-se que a associação de dois indicadores clínicos em ambos os períodos (icterícia e sinal de Murphy) e dois laboratoriais ( nível de corte da gama glutamil transpeptidase e bilirrubina direta 48 horas antes da cirurgia) foi a mais adequada para a predição da coledocolitíase. Os valores obtidos por esta equação mostraram concordância com os grupos A e B...

Avaliação da positividade da colangiografia peroperatória em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica eletiva

Crema,Eduardo; Camara,Carlos Augusto Canteras Raposo; Pastore,Ricardo; Teles,Celso Júnior Oliveira; Terra Júnior,Júverson Alves; Silva,Alex Augusto
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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37.91%
OBJETIVO: A colecistectomia laparoscópica é o tratamento de escolha para pacientes com colecistopatia calculosa, embora o manejo da coledocolitíase associada ainda permaneça assunto controverso. O presente estudo baseou-se na análise prospectiva de pacientes submetidos à colecistectomia eletiva com colangiografia peroperatória, pretendendo assim avaliar a positividade do exame contrastado das vias biliares em pacientes com colelitíase sem indicação para colangiografia. MÉTODOS: Foram incluídos, no estudo, 100 pacientes cujos parâmetros clínicos, laboratoriais e de imagem feitos até no máximo 10 dias antes da colecistectomia não apresentaram qualquer alteração no pré-operatório e, portanto, considerados pacientes insuspeitáveis para coledocolitíase. As colangiografias foram analisadas e examinadas pela equipe cirúrgica, pelo radiologista e pelos autores deste estudo. Os laudos foram comparados e correlacionados com achados clínicos e laboratoriais prévios dos pacientes. RESULTADOS: A incidência de coledocolitíase insuspeitável no pré-operatório foi de apenas um único caso entre 100 pacientes sem indicação para o exame (1% de positividade). CONCLUSÃO: Com base neste material, pode-se concluir que o emprego da colangiografia seletiva é segura e deve ser empregada no tratamento da colecistite calculosa.

Nova opção técnica para colangiografia transoperatória

Silva,Alcino Lázaro da; Portela,André Rossetti
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 PT
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37.91%
RACIONAL: Descrita há mais de 70 anos, a colangiografia transoperatória é método eficaz de estudo da via biliar. Existem diversas formas de sua realização. OBJETIVO: Acrescentar uma nova forma de colangiografia em relação à técnica clássica usando somente duas radiografias para interpretação estática e dinâmica. MÉTODOS: A colangiografia é feita com duas radiografias, a primeira em hiperpressão e a segunda três minutos após, em esvaziamento. Ela foi realizada em 39 pacientes portadores de colecistolitíase, submetidos à colecistectomia por laparotomia. A avaliação dos radiogramas foi feita com base em uma classificação radiográfica, criada pelos autores em graus que variam na hiperpressão de 0 a 3 e no esvaziamento de 1 a 3. RESULTADOS: O enchimento total ou quase total da árvore biliar foi encontrado em 66,7% dos pacientes na fase de hiperpressão. Na fase de esvaziamento, 59% dos pacientes estavam com um terço ou menos de contraste. Houve a necessidade de acrescentar radiografia adicional em 5% dos pacientes após sete minutos, com esvaziamento completo. CONCLUSÃO: A proposta técnica mostrou-se exequível, simples, rápida e eficaz.

Fatores preditivos de coledocolitíase em doentes com litíase vesicular

Campos,Tércio de; Parreira,José Gustavo; Moricz,André de; Rego,Ronaldo Elias Carnut; Silva,Rodrigo Altenfelder; Pacheco Junior,Adhemar Monteiro
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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27.57%
OBJETIVO: Identificar fatores clínicos, bioquímicos e ultra-sonográficos preditivos de coledocolitíase no período pré-operatório de doentes portadores de litíase vesicular avaliados por colangiografia. MÉTODOS: Analisamos prospectivamente 148 doentes portadores de litíase vesicular, relacionando critérios pré-operatórios clínicos, bioquímicos e ultra-sonográficos. Todos estes doentes foram submetidos à colangiografia, podendo esta ser endoscópica pré-operatória ou realizada pelo cirurgião durante a colecistectomia. Foram calculados os valores da sensibilidade, especificidade, valores preditivos positivo (VPP) e negativo (VPN), e acurácia para cada um dos critérios estudados, além da correlação de Spearman, Odds ratio e análise de regressão logística para a variável coledocolitíase. RESULTADOS: Os resultado obtidos mostraram que na análise univariada, a presença de icterícia na internação, a elevação de fosfatase alcalina, gama glutamiltransferase (gamaGT), aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, bilirrubina total, e ultra-sonografia (USG) com presença de dilatação de vias biliares e visibilização de cálculo na via biliar principal (VBP) tiveram diferença estatisticamente significante para coledocolitíase em nossa amostra (p<0...

Fatores preditivos de coledocolitíase em doentes com pancreatite aguda biliar

Parreira,José Gustavo; Rego,Ronaldo Elias Carnut; Campos,Tercio De; Moreno,Cristina Hachul; Pacheco Jr,Adhemar Monteiro; Rasslan,Samir
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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27.57%
OBJETIVO: Avaliar o papel da fosfatase alcalina (FA), gama glutamiltransferase (gamaGT) e ultra-sonografia (US) como fatores preditivos de coledocolitíase em doentes com pancreatite aguda biliar (PAB). MÉTODOS: Os dados foram coletados prospectivamente durante um período de 31 meses. Quarenta doentes foram incluídos, sendo 30 mulheres, com média etária de 49 + 16 anos. Foram registrados os dados de todos os doentes com pancreatite aguda biliar. Aqueles doentes ictéricos e com a forma grave da doença foram excluídos. As dosagens de FA e GGT, assim como a US, eram realizadas na admissão e 48 horas antes da cirurgia. Todos os pacientes foram submetidos à colangiografia intra-operatória (CIO) ou à colangiografia retrógrada endoscópica (CPRE) pré-operatória, que era definida baseada na probabilidade de coledocolitíase. Com o intuito de identificar os indicadores de coledocolitíase, as variáveis foram comparadas entre os pacientes com ou sem coledocolitíase. Os testes t de Student, Qui-quadrado e Fisher foram empregados para a análise estatística, considerando-se p<0,05 como significativo. Os valores preditivos positivo (VPP) e negativo (VPN) foram calculados para cada variável. RESULTADOS: Na US realizada à admissão...

Uso do contraste oral negativo em exames de colangiografia por ressonância magnética

Galvão Filho,Mário de Melo; D'Ippolito,Giuseppe; Borri,Maria Lucia; Wolosker,Angela M. Borri
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2002 PT
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OBJETIVO: Realizamos estudo prospectivo das vias biliares e pancreáticas através de colangiografia por ressonância magnética, com a utilização de meio de contraste oral negativo. Os nossos objetivos foram verificar se este novo meio de contraste melhora a visualização das vias biliar e pancreática, além de identificar a freqüência de efeitos colaterais ao contraste e sua aceitação pelo paciente. MATERIAL E MÉTODO: Quinze voluntários (oito homens e sete mulheres) com idades variando entre 18 e 54 anos (média de 29 anos), sem queixas ou cirurgias abdominais, foram submetidos a colangiografia por ressonância magnética. Foram realizadas duas seqüências colangiográficas em apnéia, antes e cinco minutos após a ingestão de 300 ml de contraste oral negativo. Os exames foram realizados em equipamento operando a 1,0 T. RESULTADOS: Setenta e três por cento dos voluntários consideraram o gosto ruim ou muito ruim, sugerindo uma aceitação discutível; 27% dos voluntários apresentaram náuseas; 20%, cólicas; 14%, azia ou parestesia labial; e 7%, diarréia. A visualização da via biliar extra-hepática foi considerada melhor após o contraste oral negativo em 9/15 voluntários (60%) e do ducto pancreático principal em todos os cinco em que havia interposição de alças. CONCLUSÃO: O contraste oral negativo melhora a visualização dos ductos hepatocolédoco e pancreático principal em exames de colangiografia por ressonância magnética...

Resultados de 1 000 colangiografías transoperatorias laparoscópicas realizadas de forma sistemática

Castro Pérez,Raúl; Delgado Fernández,Juan Carlos; Dopico Reyes,Eduardo; Echevarría Hernández,Fidel; González García,Pedro; Monduy Matías,Roberto
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2001 ES
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Se realizó un estudio en 1 097 pacientes con litiasis vesicular, a los cuales se les indicó colangiografía transoperatoria de forma sistemática por vía transcística, en el período comprendido entre el 1 de junio de 1996 y el 14 de junio de 1998. Se excluyeron de este estudio a los pacientes con indicación de colangiografía selectiva, según los criterios que tienen en cuenta los que defienden este último proceder. Se hizo factible realizarla a 1 000 pacientes (91,15 %). La principal causa de no-factibilidad correspondió a los conductos císticos extremadamente finos (5,65 %). La colangiografía se efectuó mediante el uso de catéter percutáneo a 173 enfermos y con la pinza de Olsen a 827. El tiempo promedio del proceder fue de 8,5 min. La colangiografía detectó en 55 pacientes (5,5 %) afecciones quirúrgicas no sospechadas, dentro de éstas a 41 pacientes con cálculos coledocianos. Se diagnosticaron además 72 anomalías congénitas potencialmente peligrosas (7,2 %). Se concluye que en la colecistectomía laparoscópica la colangiografía transoperatoria se debe realizar de forma liberal

Colangiografía transoperatoria en colecistectomía laparoscópica: ¿sistemática o selectiva?

Castro Pérez,Raúl; Delgado Fernández,Juan Carlos; Dopico Reyes,Eduardo; Echevarría Hernández,Fidel; González García,Pedro
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 ES
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37.91%
Se realizó un estudio comparativo en pacientes operados de colecistectomía laparoscópica, con el empleo de la indicación de la colangiografía transoperatoria, en 151 pacientes por el método de selección y en 456 de forma sistemática. En los 2 grupos se utilizaron los mismos criterios de inclusión. El tiempo quirúrgico medio en ambos fue inferior de 1 hora. Se comprobó que con el entrenamiento se logran índices de factibilidad por encima del 90 %, lo cual es similar a la cirugía abierta. La realización de la colangiografía de forma sistemática detectó un mayor tanto por ciento de litiasis no sospechada en la vía biliar principal; diagnosticó afecciones del colédoco no litiásicas; identificó anomalías potencialmente peligrosas y detectó iatrogenias sobre la vía biliar principal durante el transoperatorio. Se concluye que en la colecistectomía laparoscópica la colangiografía transoperatoria debe realizarse de forma sistemática

Experiencias en el tratamiento de afecciones biliopancreáticas mediante colangiografía endoscópica retrógrada

Ramos Contreras,Juan Yerandy; Martínez Leyva,Ludmila; Infante Velázquez,Mirtha; de la Rosa Ortega,Maritza; Almenares García,Zenayda; Brizuela Quintanilla,Raúl
Fonte: Revista Cubana de Medicina Militar Publicador: Revista Cubana de Medicina Militar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 ES
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37.91%
Introducción: la colangiografía retrógrada endoscópica constituye una opción terapéutica eficiente, segura y muchas veces de primera elección para las enfermedades biliopancreáticas. Objetivo: mostrar los principales resultados del primer año de trabajo en la realización de la colangiografía para el diagnóstico y tratamiento de afecciones biliopancreáticas. Métodos: estudio retrospectivo, descriptivo, de las colangiografías retrógradas endoscópicas realizadas en un período de 12 meses. Descripción de variables relacionadas con los resultados. Resultados: se indicó el proceder fundamentalmente para el estudio de la ictericia (39,8 %). Se logró canulación en el 87,3 %. Se constató litiasis en el 19,6 % de los casos. Se realizó esfinterotomía (51,9 %) y precorte papilar (20,9 %). Se logró la extracción de cálculos en el 60,8 % de los casos. Se presentaron complicaciones en el 4,06 %. La mortalidad fue del 1,26 %. Conclusiones: se confirmó el valor de la colangiografía retrógrada endoscópica para el manejo de afecciones biliopancreáticas, con la que pueden alcanzarse buenos resultados.

Colangiografía Intraoperatoria por Laparascópia con Cateter de Cholangiocath y de Teflón

Navarrete,SA; Cantele,HE; Leyba,JL; Pérez,Y; Navarrte Llopis,S
Fonte: Universidad Central de Venezuela. Facultad de Medicina. Comisión de Publicaciones de la Facultad de Medicina Publicador: Universidad Central de Venezuela. Facultad de Medicina. Comisión de Publicaciones de la Facultad de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2000 ES
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27.57%
En el siguiente trabajo se describe una técnica para la realización de colangiografía intraoperatoria en el curso de colecistectomía laparoscópica por un mismo cirujano en 20 pacientes consecutivos. En la era de la colecistectomía laparoscópica, la colangiografía intraoperatoria constituye un método efectivo y seguro para diagnosticar la litiasis coledociana concomitante, así como también aclarar dudas anatómicas; esto permite tratar al paciente con un procedimiento único mediante las técnicas laparoscópicas de exploración de la vía biliar extrahepática y tomar las previsiones necesarias para evitar las temidas iatrogenias de las vías biliares. La técnica descrita en este trabajo resultó en un 100% de colangiografías completas, representa un método sencillo que permite el diagnóstico de patología en el conducto biliar principal y también facilita la adquisición de habilidades al cirujano que se entrena en técnicas laparoscópicas.