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A hermenêutica de Paul Ricoeur: da poética à teoria da narrativa e à identidade narrativa; The hermeneuthical theory of Paul Ricoeur: from Aristoteles' Poetics to narrativity and narrative indentity

Siqueira, Paula Frassinete de Queiros
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/06/2009 PT
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Essa tese realiza, em um primeiro momento, uma investigação sobre a vinculação e o diálogo que pensamento de Paul Ricoeur estabelece com outras tendências filosóficas, em especial aquelas formuladas por Wilhelm Dilthey, Martin Heidegger e Hans-Georg Gadamaer e com a fenomenologia de Edmund Husserl, com ênfase em seu método fenomenológico. Nesse momento, também apresenta o diálogo que Paul Ricoeur mantém com a filosofia reflexiva de Nabert e as críticas que faz às chamadas filosofias do sujeito, em especial ao Cogito cartesiano. Apresenta dessa forma, os principais conceitos da filosofia hermenêutica, desde Friedrich Shcleiermacher, seu principal precursor, até Hans- Georg Gadamer, com ênfase na contribuição que Paul Ricoeur oferece para esse campo. Em um segundo momento, este trabalho examina a aplicação, por Paul Ricoeur, dos conceitos de sua hermenêutica na exegese que faz da Poética de Aristóteles, precisamente do ternário mimesis, muthos e katharsis. Apresenta, em seguida, a reinscrição que Ricoeur promove de seus resultados em uma teoria da narratividade, que ele chama de metagênero do narrativo. Este trabalho faz um recorte nesse metagênero, passando a acompanhar apenas o desenvolvimento promovido por Ricoeur que dá lugar à narrativa de ficção. Em seguida...

O sujeito em situação-limite: o cogito torquatiano

Andrade, Paulo
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Ao estabelecer um diálogo com o cogito de Descartes, o cogito torquatiano aponta para um sujeito em crise, fragmentado, contraditório, aberto e plural, desconstruindo a idéia humanista e cartesiana de sujeito como ser autônomo, dotado de uma personalidade coerente. O comportamento de Torquato Neto é muito bem representado pelo mito vampírico e pela metáfora do escorpião, definitivamente amalgamados à persona e à imagem do poeta.Palavras-chave: Torquato Neto; anos 60; arte/comportamento; literatura brasileira; poesia contemporânea; crise do sujeito.

Projecto COGITO

Raínho, Avelina
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /01/2000 POR
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Uma das funções das instituições do ensino superior de formação de professores é, ou deveria ser, desenvolver investigação sobre o processo educativo nas escolas e ao serviço das escolas. Cabe neste contexto o desenvolvimento de projectos de investigação que estudem as potencialidades didácticas e formativas de materiais e recursos, a utilizar na prática docente, e a divulgação dos objectos, dos objectivos e dos resultados desses estudos. O Projecto COGITO, em curso na Área Científica de Matemática, visa concretizar a linha de investigação acima referida, o que significa enveredarmos por um projecto multicomponente a todos os níveis. Foi iniciado este ano lectivo, com um estudo parcelar que visa modos de explorar um dos recursos didácticos mais rico e mais disponível, mas também um dos mais ignorado e/ou mal explorado: o manual escolar.

Do determinismo psíquico às escolhas subjetivas

Chatelard,Daniela Scheinkman
Fonte: Universidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia Publicador: Universidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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O artigo trata da questão do sujeito sobre o qual operamos na psicanálise, sendo diferente daquele sujeito da psicologia clássica; nesta subjetividade estava fundada na consciência e nela se inscreve o eu. Esta visão do subjetivo, a referência à consciência como predominante, fazia parte do discurso psicológico vigente no século XIX. Na mesma veia corre a tradição cartesiana com o cogito: "Penso, logo existo". Desta visão do homem, a categoria da existência está atrelada à categoria do pensamento. O texto vai discorrer e demonstrar a passagem, a ruptura que se dá entre o sujeito do cogito e o sujeito do inconsciente.

A passagem do "eu penso" ao "eu existo" em Jaakko Hintikka e em Jacques Lacan

Sales,Léa Silveira
Fonte: Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Publicador: Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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Apesar de validar o cogito no ato da enunciação, o interesse que Lacan nele deposita se distancia da autoverificabilidade existencial da proposição "eu existo", tal como defendida por Jaako Hintikka. Embora ambos os autores assumam a necessidade de remeter o ato da representação a algo além do nível da representação (a qualificação performativa do cogito), se, para o primeiro, a força do argumento cartesiano concentra-se na proposição "eu existo", na medida que saberíamos a quem este "eu" encontrar-se-ia referido, para o psicanalista, essa é justamente a proposição ameaçada de invalidação e, tal saber, aquele que deve ser questionado.

As provas metafísicas da existência de deus em René Descartes

Souza, José Francisco das Chagas
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Le but de cet article est de présenter les éléments de preuve de l existence de Dieu présentée dans les Méditationes Métaphysiques de René Descartes, en soulignant son importance et son rôle dans le projet philosophique cartésien. La recherche visait á comprendre comment Descartes, étant um homme de science, la recherche de Dieu dans le pilier et d assurer leur philosophie. Par consé quence que Descartes propose de remplacer lui promettant de construire une nouvelle science fondée sur des bases sûres. Ainsi, le texte suit um ordre qu une partie de doute méthodologique comme um élément essentiel pour surmonter une connaissance née de l incertitude et généralisée et d opinions comme étant de droite, pour finalement atteindre la vérité dans les sciencies, Grace à la découverte Du premier cours, le cogito, moi pensant, alors existantes. Trouvé cette certitude, le sujet qui a en elle l idée d um être infini qui contient toutes perfections et, comme Il fera la démonstration de la preuve a posteriori et a priori. Et donc cet être ne peut pas être considéré comme inexistant projet assurant Descartes; O presente trabalho tem por meta apresentar as provas da existência de Deus apresentadas nas Meditações Metafísicas de René Descartes...

Existência e liberdade: a trans-descendência extática da vida no livro A religião e o nada de Nishitani Keiji

Prazeres, Amanda Sayonara Fernandes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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The dialog between the East philosophy and the Western thinking allow us to think the problems inherent to our time from several point of views. Nishitani Keiji, from the Kyoto School, sees the contemporaneity, or the time of the technic, for Heidegger, as derivation and as an immediate consequence of perspective introduced in the modern era form the Cartesian s cogito which creates a barrier that separates man and world. Scientific thinking that dominates our era was created from the thinking that ennobles human reason to the detriment of the others things in the world, determining that the knowledge just can be produced by the man himself and his set of rational powers. However, alerts us Nishitani, this point of view derived from modern thought which imposes subjectivity egocentric type besides not apprehend things in their truth, neither achieves the true self of man. In an attempt to overcome the abuses produced in modernity and that reverberates in our way of be until today, our philosopher will propose the point of view of the nothingness (śūnyatā) as a way to trans-descendance, that is, to overcome the traditional thinking overvalues the reason for the encounter with the original face of man, which by no longer impose its cognitive power can know all things in their true...

Descartes e a primeira parte da meditação segunda: da natureza da mente humana ou de uma suposta equivocidade do cogito?

Pinto, Weiny César Freitas
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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A presente Dissertação reflete uma pesquisa sobre o cogito cartesiano. Seu pressuposto básico encontra-se na constatação de que esse princípio de Descartes, embora notavelmente conhecido por todo o universo filosófico, é, não poucas vezes, mal compreendido; sobretudo, porque parece haver uma tendência muito difundida em relega-lo à exclusividade de uma única e redutora dimensão definitória, qual seja, aquela que o concebe exclusivamente sob o signo da razão. Em objeção a essa tendência, defende-se, aqui, a hipótese de uma suposta equivocidade desse princípio cartesiano; em termos precisos: o cogito é um dado, mas também é um fato; é uma certeza lógica, mas também intuitiva; é metafísica, mas também é psicologia, é entendimento, mas é também vontade; em suma, o cogito é indiscutivelmente razão, mas, definitivamente, também é desejo. Para sustentar essa posição, a análise deste trabalho se divide em duas partes principais. Na primeira, destacam-se alguns aspectos segundo os quais o cogito se constitui no pensamento de Descartes em geral e discute-se o estatuto mesmo desse princípio no Discurso do Método , obra na qual ele foi anunciado pela primeira vez. Depois, na parte seguinte, trata-se...

Subjetividade, ideias e coisas : estudo crítico e tradução da primeira parte da Lógica de Port-Royal, I-VIII; Subjectivity, ideas and things: a critical study of the first part of the logic of Port-Royal, I-VIII and the translation of the first part

Peixoto, Katarina Ribeiro
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Estudo crítico e tradução da Primeira Parte da Lógica ou A Arte de Pensar, que ficou conhecida como Lógica de Port-Royal (1683), para a língua portuguesa. O estudo volta-se para a análise dos capítulos I a VIII da Primeira Parte e visa a explicitar o caráter híbrido desse manual de lógica, estruturado com o formato dos manuais de lógica escolásticos, inspirados no Organon aristotélico, e marcado pela recepção e vigência de teses cartesianas fundamentais. Embora o legado de Aristóteles se manifeste mais do que em seu formato, a Lógica de Port-Royal deve ser lida como um manual de lógica moderna naquilo que condiciona a sua inteligibilidade: a introdução de requisitos epistêmicos na determinação do domínio da lógica. No processo de reforma da lógica iniciado no século XV, Port-Royal se inscreve não apenas na crítica da concepção de lógica como instrumento para a demonstração silogística da ciência (como já o tinham feito, por exemplo, os lógicos renascentistas), mas na defesa da lógica como reflexão prática epistemicamente orientada, caracterizada pela tomada do juízo como ação mental definidora do domínio lógico. A presença de exigências epistêmicas deriva, em Port-Royal, da leitura de Descartes e do debate deste com Antoine Arnauld. Teses fundamentais do cartesianismo são arregimentadas para o projeto lógico de Port-Royal: a prioridade do pensamento sobre a linguagem; o desprezo da linguagem e da imaginação; a tese de que o uso de palavras derivaria da função...

Descartes: a unidade das ciências e a metafísica

Luz, José Luís Brandão da
Fonte: Faculdade de Filosofia da U.C.P. Publicador: Faculdade de Filosofia da U.C.P.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1994 POR
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O ideal de construção sistemática dos saberes assumiu na filosofia cartesiana formas sucessivas de expressão, consoante a radicalidade dos problemas que o preocuparam e a correspondente exigência de fundamentação. A reflexão sobre a consistência ontológica do cogito levou a reconhecer a insuficiência do plano representativo para justificar toda a realidade presente na consciência. Esta descoberta poderá permitir uma maior atenção à expressividade noética da imaginação, conforme se manifesta na produção poética.; ABSTRACT: The ideal of the systmatic construction of sciences assumed in the cartesian philosophy successive forms of expression, depending upon the radicalism of the problems that troubled him and the correspondent validation requirement The meditation on the ontological consistency of the cogito led to recognize the inadequacy of the representative purpose in order to justify all the reality present in the conscience. This discovery may allow more attention to the noetic expresivity of the imagination, as it is manifested in what concerns the production of poetry.; RÉSUMÉ: L'idéal de construction systémaquique des savoirs prit dans la philosophie cartésienne des formes successives d'expression, suivant la radicalité des problèmes dont il s'occupait et l'exigence de leur niveau de fondamentation. La réflexion sur la consistence ontologique du cogito aboutit à la reconnaissance de l'insuffisance du plan réprésentatif comme justification de la réalité présente dans la consience. Cette découverte permettre de porter une attention plus approfondie sur l'expressivité noétique de l'imagination...

Cogito, ergo sum : from an enthymeme to bioethics

Pavlenko, Andrey N.
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2012 ENG
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The work analyzes the Cartesian expression “cogito ergosum” from the points of view of the traditional and the modern logics. The expression is shown to be an enthymeme with the major premise omitted. Two ways of the major premise interpretation are made clear: 1) as a conventional assertion (a most commonly accepted view among philosophers); 2) as a proposition containing an equivalence. It is shown that the equivalence of “thinking and being” assumed by Descartes has once opened up the logical-anthropological opportunity to proclaim as “non-existing” what does not think. The last assertion provides the basis of “Ratiofundamentalism”. The work demonstrates that the Cartesian enthymeme analysis concerns directly our understanding of the ontological status of man and is inseparable from the questions of biomedical ethics.; El trabajo analiza la expresión cartesiana “cogito ergo sum” desde el punto de vista las lógicas tradicional y moderna. La expresión se muestra como un entimema con la premisa mayor omitida. Dos formas de interpretar la premisa mayor son claras: 1) como una afirmación convencional (la visión más aceptada entre los filósofos), 2) como una proposición que contiene una equivalencia. Se demuestra que la equivalencia de “pensar y ser” asumida por Descartes una vez abierta la oportunidad lógico-antropológica para proclamar como “no existente” lo no pensante. La última afirmación es la base del fundamentalismo racionalista. El trabajo demuestra que el análisis del entimema cartesiano se refiere directamente a nuestra comprensión de la condición ontológica del ser humano y es inseparable de la cuestión de la ética biomédica.

Interview with D. H. Mellor (1993)

Mellor, David Hugh
Fonte: Cogito Publicador: Cogito
Tipo: Article; Book or Book Chapter Formato: 33852 bytes; text/html
EN
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The interview is reproduced here by permission of the Editor of Cogito. It is reprinted in Key Philosophers in Conversation: The Cogito Interviews, edited by Andrew Pyle, London: Routledge (1999).; This article is the text of an interview with D. H. Mellor conducted by Andrew Pyle and first published in the Spring 1993 issue of the philosophical journal Cogito.

Émile Benveniste y la subjetivización de la semiótica; Émile Benveniste e a subjetivização da semiótica

Verón, Eliseo
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 15/06/2009 POR
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Se discuten primero algunos aspectos del reciente trabajo de Schaeffer sobre el cogito cartesiano y de sus consecuencias en la historia de la filosofía y de las ciencias humanas y sociales. Se discute después la subjetivización de las teorías de los signos, tomando el caso de la teoría de la enunciación de Emile Benveniste, como un ejemplo de lo que Schaeffer llama la Tesis de la excepción humana, mostrando lo que el autor considera las contradicciones de la crítica de Benveniste al principio saussuriano de la arbitrariedad del signo.; Primeiramente, discutem-se alguns aspectos do trabalho recente de Schaeffer sobre o cogito cartesiano e de suas consequências na história da filosofia e das ciências humanas e sociais. Em seguida discute-se a subjetivização das teorias dos signos e considera-se o caso da teoria da enunciação de Émile Benveniste como um exemplo que Schaeffer chama de “Tese da exceção humana”, mostrando, de acordo com o ponto de vista do autor, as contradições da crítica de Benveniste ao princípio saussureano da arbitrariedade do signo.

Pode o Cogito ser posto em questão?

Landim Filho, Raul
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/1994 POR
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Este artigo pretende analisar o estatuto do cogito antes da prova da Veracidade Divina: é ele  uma verdade da ciência (“scientia"), “o primeiro princípio verdadeiro da filosofía”, que escapa a qualquer dúvida, ou é apenas uma verdade momentânea e fugaz (uma “persuasio”), que não resiste à dúvida metafísica, embora possa dela emergir? Para esclarecer esta questão, são analisadas, no Discurso do Método e nas Meditações Metafísicas, as noções cartesianas de ciência (que envolve as noções de verdade, certeza e Regra Geral de Verdade) e de Veracidade Divina. O artigo conclui que, antes da prova da Veracidade Divina, embora o cogito não possa ser considerado como a primeira verdade da ciência, é, no entanto, o primeiro princípio da filosofía que permite a descoberta de outros conhecimentos verdadeiros.

No, World-System, Cogito Interruptus; No, World-System, Cogito Interruptus

Albano, Sebastião Guilherme
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/08/2014 POR
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Em face da emergência de um modelo de análise do cinema inspirado na teoria do sistema-mundo de Fernand Braudel e Immanuel Wallerstein, elaboramos uma reflexão acerca do filme NO (Pablo Larraín, 2012), em que vinculamos a circunstância histórica de sua matéria-prima temática, o plebiscito de 1988 no Chile, com a da feitura do filme. Comparamos aspectos relativos à política e à poética a fim de aventar um diagnóstico desse filme como articulação retórica de enunciados sociais que atravessaram os últimos quatro decênios a fomentarem um padrão de interpretação e imaginação de longo alcance temporal e com muita influência na esfera pública que provoca uma espécie de cogito interruptus.; Based on the emergence of cinema analysis models related to the World-System theory by Fernand Braudel and Immanuel Wallerstein, we built a reflection on the Chilean movie NO (Pablo Larraín, 2012) that includes both the historical circumstances of the movie plot, which is the 1988's Plebiscite, and the context in which the movie was produced. We compare political and poetical issues in order to suggest that the film is a rethorical articulation of some social contents which have been in the spotlight throughout the last four decades and enable long term interpretative and imaginative patterns. 

Ainda o cogito II: A recusa da definição de homem como animal racional na Segunda Meditação (segunda parte)

Levy, Lia; Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2013 POR
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Este artigo prolonga a análise do argumento apresentado por Descartes em favor da primeira certeza no início da Segunda Meditação, iniciada em um artigo anterior. É examinada a passagem subseqüente ao referido argumento com vistas a estabelecer que sua compreensão aponta para um debate velado entre Descartes e seus leitores versados na doutrina escolástica, mais particularmente nas concepções da definição como estruturada pela composição do gênero e da diferença específica, assim como a noção de conceito como universal abstrato. Procuro mostrar que as razões que Descartes dispõe para recusar essas concepções podem ser extraídas de certa interpretação do argumento em favor da certeza da proposição eu existo e que essa recusa é imprescindível para a compreensão adequada do penso, logo existo e, portanto, de seu argumento em favor do dualismo. RésuméCet article prolonge l´analyse, publiée dans un article précédent, sur l´argumentation cartésienne qui le conduit à la première certitude au début de la Seconde Méditation. Je propose une interprétation du passage, qui vient juste après cet argument, où Descartes décline la réponse « animal rational » à la question sur sa nature. Ce passage...

The Cogito: Indubitability without Knowledge?; The Cogito: Indubitability without Knowledge?

Hetherington, Stephen; University of New South Wales
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/01/2009 ENG; POR
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How should we understand both the nature, and the epistemic potential, of Descartes’s Cogito? Peter Slezak’s interpretation of the Cogito’s nature sees it strictly as a selfreferential kind of denial: Descartes cannot doubt that he is doubting. And what epistemic implications flow from this interpretation of the Cogito? We find that there is a consequent lack of knowledge being described by Descartes: on Cartesian grounds, indubitability is incompatible with knowing. Even as the Cogito halts doubt, therefore, it fails to be knowledge.; http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2009v13n1p85

La lectura ricoeuriana de Freud sobre la cuestión del sujeto

Corona,Néstor Ángel
Fonte: Revista latinoamericana de filosofía Publicador: Revista latinoamericana de filosofía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 ES
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RESUMEN: El artículo desarrolla los siguientes puntos del pensamiento de Ricoeur sobre Freud: 1) la imposibilidad de fijar un sujeto, siguiendo a Freud en sus conceptualizaciones de la conciencia, lo inconsciente, el ello, el yo, el superyo; 2) la no existencia de un yo transparente constituyente; y desde allí, el darse del cogito en el ser, advertido todo ello en la naturaleza primariamente afectiva -y finalmente energético-orgánica- de la pulsión; 3) el narcisismo como lo que impide progresar reflexivamente desde un supuesto sujeto hasta el fondo múltiple pulsional -y hasta lo orgánico-, que constituye a tal sujeto como derivado "provisorio"; y con ello, la valoración positiva de la advertencia de la existencia del narcisismo como falso cogito que, sometido a crítica, permite desalojar al sujeto del centro de todo acontecer, 4) la posiblidad de pensar, con Freud y Hegel, hasta cierto punto, un sujeto "hecho de" vida y deseo, pero éstos subsumidos y superados en un dinamismo creador de novedad -espíritu-, 5) en continuación e interpretación del pensamiento de Ricoeur, se puede decir que la experiencia religiosa, viviendo en el símbolo, impugna la transparencia total sujeto-objeto del pensamiento hegeliano y abre a la posibilidad de una constitución del sujeto humano como respuesta al llamado de lo totalmente Otro.

RATIONES IMPLÍCITAS Y SENSACIONES INTERNAS EN LAS MEDITATIONES DE PRIMA PHILOSOPHIA

OTAÍZA,MAURICIO
Fonte: Ideas y Valores Publicador: Ideas y Valores
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 ES
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Descartes afirma que el cogito se "experimenta en uno" (apud se experiatur)o se "siente en uno mismo" ("il sent in lui-même"), pero también ha señalado que uno no siente sino a través del cuerpo. El problema es que, en las Meditaciones, el cogito fue caracterizado cuando todavía no se había demostrado la existencia del cuerpo. Pese a esto, Descartes parece haberse dejado influir por ciertas sensaciones internas de duda y certeza. En el trabajo se sostiene que esto fue posible porque esas sensaciones internas son efecto de una ratio implícita: la existencia de un Dios no engañador.

Constitución epistemológica del cogito cartesiano

Rojas Cuautle,Anakaren Monserrat
Fonte: Colegio de Humanidades y Ciencias Sociales, Universidad Autónoma de la Ciudad de México Publicador: Colegio de Humanidades y Ciencias Sociales, Universidad Autónoma de la Ciudad de México
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 ES
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El presente trabajo tiene como objetivo investigar en qué consiste la primera certeza filosófica de René Descartes, la naturaleza del cogito ergo sum. En primer lugar, se describen los argumentos escépticos que el filósofo francés introduce en su doctrina. Posteriormente se analiza la Segunda meditación metafísica para investigar la constitución epistemológica del cogito cartesiano.