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Scale architecture of the palmar and plantar epidermis of Polychrus acutirostris Spix, 1825 (Iguania, Polychrotidae) and its relationship to arboreal locomotion

HOEFLING, Elizabeth; RENOUS, Sabine
Fonte: ELSEVIER GMBH, URBAN & FISCHER VERLAG Publicador: ELSEVIER GMBH, URBAN & FISCHER VERLAG
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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15.99%
In tetrapod squamates, the diversity of micro-ornamentations of the epidermis of the contact areas of hands and feet is generally associated with constraints and modalities related to locomotion. Polychrus acutirostris is a medium-sized lizard that occurs in open heterogeneous habitats in South America, such as the cerrados, caatingas, and fallow lands. It progresses slowly on branches of various diameters in its arboreal environment. It can also move more rapidly on the ground. The hands and feet are prehensile and may be considered an adaptation for grasping and climbing. Epidermal surfaces from the palmar and plantar areas of the hands and feet of P. acutirostris were prepared for SEM examination, and studied at various magnifications. They show three major levels of complexity: (1) scale types, organized in gradients of size and imbrication, (2) scalar ornamentations, organized by increasing complexity and polarity, and (3) presence of Oberhautchen showing typically iguanian honeycomb micro-ornamentations. The shape and surface structure of the scales with their pattern of micro-ornamental peaks, which improve grip, and the grasping hands and feet indicate that P. acutirostris is morpho-functionally specialized for arboreality. (C) 2009 Elsevier GmbH. All rights reserved.; Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico (CNPq) Brazil[307542/2006-8]; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); UMR 7179 France; UMR 7179 France[CNRS/MNHN/UMPC-P6/Coll.Fr.]

Filogenia e evolução dos Tropidurus do grupo torquatus (Squamata: Tropiduridae); Phylogeny and evolution of Tropidurus of the torquatus group (Squamata: Tropiduridae)

Sena, Marco Aurélio de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/03/2015 PT
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66.37%
Os lagartos Tropidurus do grupo torquatus compreendem um conjunto de 15 espécies atualmente reconhecidas que se distribuem pelas áreas abertas da América do Sul cis-Andina. Estas espécies apresentam populações saxícolas e arenícolas, cuja relação não era bem compreendida. O objetivo deste trabalho foi, utilizando cinco marcadores moleculares, dois mitocondriais e três nucleares, propor uma hipótese filogenética robusta. Foi feita a mais extensa cobertura geográfica da distribuição conhecida do grupo, o que proporcionou incluir o maior número possível de populações arenícolas e saxícolas. Juntamente com as análises moleculares, foram feitas contagens de caracteres merísticos e medidas morfométricas de modo a delimitar as linhagens encontradas. Foram incluídas nas análises moleculares 14 das 15 espécies, e para os dados morfológicos, todas as espécies contaram com pelo menos um indivíduo. O gênero Tropidurus não foi recuperado como monofilético. Embora a monofilia do grupo torquatus não tenha sido formalmente testada pela ausência de T. chromatops nas análises moleculares, todas as demais espécies foram recuperadas em um grupo monofilético. Das 14 espécies estudadas, seis provaram-se monofiléticas: T. erythrocephalus...

Recursos alimentares explorados pelos cupins (Insecta: Isoptera)

Lima, Juliana Toledo; Costa-Leonardo, Ana Maria
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade (BIOTA/FAPESP) Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade (BIOTA/FAPESP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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26.37%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Os cupins são insetos sociais pertencentes à ordem Isoptera e constituem um dos grupos de invertebrados dominantes em ambientes terrestres tropicais. Atualmente, existem cerca de 2.900 espécies descritas, que estão distribuídas em sete famílias: Mastotermitidae, Kalotermitidae, Termopsidae, Hodotermitidae, Serritermitidae, Rhinotermitidae e Termitidae. A região neotropical engloba 537 espécies, e dessas, aproximadamente 300 ocorrem no Brasil e pertencem às famílias Kalotermitidae, Rhinotermitidae, Serritermitidae e Termitidae. Apesar dos isópteros serem bastante conhecidos pelo seu potencial como praga, o papel ecológico dos térmitas no ambiente é primordial, visto que desempenham o papel de consumidores primários e/ou decompositores nos ecossistemas naturais. Esses insetos participam ativamente na trituração, decomposição, humificação e mineralização de uma variedade de recursos celulósicos. Uma grande diversidade de material orgânico, em vários estágios de decomposição, pode servir de alimento para os cupins, incluindo madeira (viva ou morta), gramíneas, plantas herbáceas...

O genero Gomphrena L. (Amaranthaceae) no Brasil

Josafa Carlos de Siqueira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/10/1991 PT
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16.37%
O presente trabalho é um estudo taxonômico do gênero Gomphrena L.(Arnaranthaceae) no Brasil. Após o presente estudo o gênero Gomphrena L. passa a englobar 46 espécies ocorrentes no Brasil, distribuídas principalmente nas vegetações de cerrados, campos rupestres, campos napeádicos, caatingas e restingas. Poucas espécies ocorrem nos ambientes florestais. As espécies estão compreendidas em 5 seções, a saber: GOMPHRENA (L. ) Holhz. com 25 espécies, GOMPHRENULA Seub. com 17 espécies, XEROSIPHON (Turcz.)Moq. com 2 espécies, STACHYATHUS Seub. com 1 espécie e PSEUDOGOMPHRENA (R.E.Fries) J.C.Siqueira com 1 espécie, sendo esta última uma nova seção proposta para o genero. O autor sinonimizou 22 epítetos em nive1 especifico e infra-especifico, realizando também 2 novas combinações, C. scandens (R.E.Fries)J.C.Siqueira e C. glabratoides(Susseng.)J.C.Siqueira. O exame de 1550 exsicatas, procedentes de 44 herbários brasileiros e estrangeiros, assim como as observações de campo, permitiram a elaboração de descrições, chaves de identificação de seções e espécies, comentários e discussões sobre morfologia de sistemas subterrâneos e partes aéreas das plantas e também a construção de padrões de distribuição geográfica. A análise critica da literatura possibilitou a redação de um minucioso histórico do gênero e discussões sobre morfologia e posição taxonômica e evolução do gênero Gomphrena L; The present paper is a contribution to the taxonomic study of the genus Gomphrena L.(Amaranthaceae) in Brasil. According to the present study the genus Gomphrena L. encompasses 46 species in Brasil; they are found mainly in the "cerrados" in the so called "campos rupestres" and "campos napeádicos"...

Serpentes do pantanal de Pocone, Mato Grosso : composição faunistica, historia natural e ecologia comparada

Christine Strussmann
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/1992 PT
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26.02%
Em uma área aberta e sazonalmente inundável localizada na porção norte do Pantanal Mato-grossense, no sudoeste brasileiro, foram estudadas a composição faunística e a história natural de uma comunidade de serpentes. Em 28 meses de estudo de campo, encontrei 232 serpentes, representando 26 espécies, 19 gêneros e cinco famílias. A maior parte das espécies são comuns a outras formações abertas sul-americanas, como as de cerrados, caatingas e chaco. As espécies mais abundantes são o boídeo Eunectes notaeus (a única com distribuição restrita ao Pantanal) e os colubrídeos Helicops leopardinus, Hydrodynastes gigas, Lophis peocilogyrus e Thamnodynastes cf. strigilis. Com base na história natural das espécies, foram determinadas as tendências ecológicas da comunidade quanto ao uso de substrato, período de atividade e alimento. Algumas das tendências observadas no Pantanal (PA), enumeradas abaixo, aproximam-se (-><-) ou afastam-se (<- ->) das observadas em comunidades de serpentes da caatinga (CA), do cerrado (CE) ou de regiões da floresta amazônica (FL): 1- baixa riqueza em espécies (PA-><-CA,CE;PA<- ->FL); 2- alta proporção de espécies e de indivíduos com hábitos aquáticos ou semi-aquáticos (PA<- ->CA...

Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil

Forattini,Oswaldo Paulo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1980 PT
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46.37%
Considerando a distribuição atual da domicialiação triatomínea no Brasil, pode-se verificar sua associação com a referente aos espaços abertos. Estes podem ser considerados como naturais e artificiais. Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes a paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico. Embora tentativamente, procurou-se aplicar o modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante. O Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parece ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem. A invasão domiciliar...

Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil

Forattini,Oswaldo Paulo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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46.37%
Considerando a distribuição atual da domicialiação triatomínea no Brasil, pode-se verificar sua associação com a referente aos espaços abertos. Estes podem ser considerados como naturais e artificiais. Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes a paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico. Embora tentativamente, procurou-se aplicar o modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante. O Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parece ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem. A invasão domiciliar...

Composição florística da vegetação de carrasco, Novo Oriente, CE

ARAÚJO,FRANCISCA SOARES DE; SAMPAIO,EVERARDO V. S. B.; FIGUEIREDO,MARIA ANGÉLICA; RODAL,MARIA JESUS NOGUEIRA; FERNANDES,AFRÂNIO GOMES
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1998 PT
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16.16%
Foi caracterizada a composição florística da vegetação de carrasco do sul do planalto da Ibiapaba em Novo Oriente, Ceará (5°28’ - 5°43’S e 40°52’ - 40º55’W ; 750-850 m de altitude), ocorrendo em Areias Quartzosas profundas. Foram coletadas 184 espécies, incluindo ervas, cipós, subarbustos, arbustos e árvores, distribuídas em 52 famílias. As famílias com maior número de espécies foram Caesalpiniaceae (17), Fabaceae (16), Euphorbiaceae (15), Myrtaceae (11), Bignoniaceae (10) e Mimosaceae (9). De 102 espécies arbustivas e arbóreas da área estudada, 24 ocorreram em áreas de caatingas e cerrados, 29 em cerrados, 17 em caatinga, uma espécie em mata e 31 foram exclusivas do carrasco. Não foi possível definir se o carrasco é um cerradão degradado ou um tipo próprio de vegetação, sendo necessária para isso a realização de levantamentos em outras áreas similares.

Recursos alimentares explorados pelos cupins (Insecta: Isoptera)

Lima,Juliana Toledo; Costa-Leonardo,Ana Maria
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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26.02%
Os cupins são insetos sociais pertencentes à ordem Isoptera e constituem um dos grupos de invertebrados dominantes em ambientes terrestres tropicais. Atualmente, existem cerca de 2.900 espécies descritas, que estão distribuídas em sete famílias: Mastotermitidae, Kalotermitidae, Termopsidae, Hodotermitidae, Serritermitidae, Rhinotermitidae e Termitidae. A região neotropical engloba 537 espécies, e dessas, aproximadamente 300 ocorrem no Brasil e pertencem às famílias Kalotermitidae, Rhinotermitidae, Serritermitidae e Termitidae. Apesar dos isópteros serem bastante conhecidos pelo seu potencial como praga, o papel ecológico dos térmitas no ambiente é primordial, visto que desempenham o papel de consumidores primários e/ou decompositores nos ecossistemas naturais. Esses insetos participam ativamente na trituração, decomposição, humificação e mineralização de uma variedade de recursos celulósicos. Uma grande diversidade de material orgânico, em vários estágios de decomposição, pode servir de alimento para os cupins, incluindo madeira (viva ou morta), gramíneas, plantas herbáceas, serapilheira, fungos, ninhos construídos por outras espécies de cupins, excrementos e carcaças de animais, liquens e até mesmo material orgânico presente no solo (húmus). Essa vasta gama de fontes alimentares permitiu aos cupins ocuparem quase todas as regiões quentes e temperadas da Terra...

Phyllanthus (Phyllanthaceae) no estado do Rio de Janeiro

Martins,Erika Ramos; Lima,Letícia Ribes de; Cordeiro,Inês
Fonte: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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16.01%
Phyllanthus ocorre em quase todas as regiões do planeta. No Brasil são registradas cerca de 100 espécies, que ocorrem em florestas, cerrados, campos e nas caatingas. O objetivo do presente trabalho foi estudar as espécies de Phyllanthus ocorrentes no estado do Rio de Janeiro, contribuindo para o Projeto "Flora Fanerogâmica do Estado do Rio de Janeiro". Para cada uma das espécies é indicada a obra original, coleções-tipo, distribuição geográfica, período de floração e frutificação, além de comentários sobre caracteres morfológicos diagnósticos. Além disso, foram propostos alguns novos sinônimos e apresentadas ilustrações originais de algumas espécies, bem com uma chave de identificação para as 20 espécies do gênero encontradas no estado.

Sinopse do gênero Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) do Estado de São Paulo

Martins,Erika Ramos; Lima,Letícia Ribes de
Fonte: Instituto de Botânica Publicador: Instituto de Botânica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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36.01%
O gênero Phyllanthus ocorre em todas as regiões do planeta e no Brasil, o levantamento mais recente aponta a ocorrência de 107 espécies, das quais cerca de um quarto são encontradas, principalmente, nos campos rupestres, cerrados e caatingas. O objetivo do presente trabalho foi elaborar a monografia do gênero Phyllanthus do Estado de São Paulo, contribuindo assim para o término da monografia da família Phyllanthaceae para o Projeto "Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo". Além disso, esse trabalho visou buscar um melhor conhecimento e circunscrição das espécies que ocorrem no estado, bem como apresentar informações sobre morfologia, distribuição geográfica e taxonomia sobre os táxons estudados. No Estado de São Paulo foram encontradas 16 espécies do gênero.

Caracterização e composição florística de uma comunidade savânica no Rio Grande do Norte, Brasil : subsídios para a conservação

Oliveira, Ana Claudia Pereira de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente PRODEMA; Meio Ambiente, Cultura e Desenvolvimento Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente PRODEMA; Meio Ambiente, Cultura e Desenvolvimento
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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36.17%
Studies on Brazilian biodiversity are still very few and can observe the difference of knowledge between the different regions of the country. This affirmation can be verified in the investigation to identify the rare species in Brazil and the key biodiversity areas (ACBs). In that study were identified for Brasil 2.256 rare species and 752 ACBs. The Rio Grande do Norte (RN) was the only Brazilian state that has not been identified any rare species and no ACBs, possibly due to the lack of floristic studies in this state. A particular area was selected for this study: an area of ecological tension with savanna physiognomy in Rio do Fogo, RN. This savanna community is represented in RN in a fragment and immersed in restinga and caatinga and was identified and described only through of radar imagens there are no studies to date in loco . We have prepared the following questions about this community savanna: 1) The region delimited and described by through of radar images by the RADAMBRASIL, 1976, can be associated of the Cerrado, in terms of floristic ?; 2) What is the floristic composition of this area? This area includes rare species, endemic or endangered? 3) What is the geographical and phytogeographical distribution of plant species registered in this area? 4) Those plant species registered are endemic or have affinity with other areas phytoecological Brazilian? To answer these questions we performed a floristic inventory of the August 2007 to September/2009. The results are presented in two chapters (manuscripts). The first chapter...

Do Código Florestal para o Código da Biodiversidade; Evolving from a Forest Code to a Biodiversity Code

AB'SÁBER, Aziz Nacib
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP
Tipo: Artigo de Revista Científica
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16.45%
Em face do gigantismo do território e da situação real em que se encontram os seus macro biomas - Amazônia Brasileira, Brasil Tropical Atlântico, Cerrados do Brasil Central, Planalto das Araucárias, e Pradarias Mistas do Brasil Subtropical - e de seus numerosos mini-biomas, faixas de transição e relictos de ecossistemas, qualquer tentativa de mudança no "Código Florestal" tem que ser conduzido por pessoas competentes e bioeticamente sensíveis. Por muitas razões, se houvesse um movimento para aprimorar o atual Código Florestal, teria que envolver o sentido mais amplo de um Código de Biodiversidades, levando em conta o complexo mosaico vegetacional de nosso território. Enquanto o mundo inteiro trabalha para a diminuição radical de emissão de CO2, o projeto de reforma proposto na Câmara Federal de revisão do Código Florestal defende um processo que significará uma onda de desmatamento e emissões incontroláveis de gás carbônico, fato observado por muitos críticos em diversos trabalhos e entrevistas. A utopia de um desenvolvimento com o máximo de florestas em pé não pode ser eliminada por princípio em função de mudanças radicais do Código Florestal, sendo necessário pensar no território total de nosso país...

Especies de Aristolochia L. (Aristolochiaceae) ocorrentes no estado de São Paulo

Lindolpho Capellari Junior
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/08/1992 PT
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26.37%
O presente trabalho tem por objetivo apresentar o levantamento das espécies de Aristolochia L. (Aristolochiaceae) que ocorrem de forma espontânea e subespontânea, e as cultivadas no estado de São Paulo. Verificou-se que ocorrem na área de estudo, dezesseis espécies, das quais treze são espontâneas, duas cultivadas e apenas uma subespontânea, originária do sul do Brasil, Argentina e Paraguai. As diagnoses específicas foram elaboradas através de coletas de dados de coleções herborizadas provenientes de diversos Herbários nacionais e estrangeiros. Informações a respeito da anatomia foliar de cinco espécies, bem como a descrição morfológica de estruturas vegetativas de propagação e reserva, e a observação de aspectos fenológicos foram obtidas através de materiais observados e/ou coletados diretamente no campo. Os critérios utilizados na elaboração da chave analítica dicotômica para a identificação das espécies, foram baseados em caracteres morfológicos vegetativos e reprodutivos. Procurou-se fazer um estudo comparativo da morfologia do perigônio juntamente com a presença ou ausência de pseudoestípulas, de forma a sugerir uma provável relação evolutiva das espécies envolvidas, bem como a sua relação com outros gêneros afins da família...

Modelos numericos para a descrição do crescimento da planta de soja (Glycine max L. Merril, cultivar IAC-15) em condições saxonais diferenciadas

Markus Michael Liedgnes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //1993 PT
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26.37%
O presente trabalho tem por objetivo apresentar o levantamento das espécies de Aristolochia L. (Aristolochiaceae) que ocorrem de forma espontânea e subespontânea, e as cultivadas no estado de São Paulo. Verificou-se que ocorrem na área de estudo, dezesseis espécies, das quais treze são espontâneas, duas cultivadas e apenas uma subespontânea, originária do sul do Brasil, Argentina e Paraguai. As diagnoses específicas foram elaboradas através de coletas de dados de coleções herborizadas provenientes de diversos Herbários nacionais e estrangeiros. Informações a respeito da anatomia foliar de cinco espécies, bem como a descrição morfológica de estruturas vegetativas de propagação e reserva, e a observação de aspectos fenológicos foram obtidas através de materiais observados e/ou coletados diretamente no campo. Os critérios utilizados na elaboração da chave analítica dicotômica para a identificação das espécies, foram baseados em caracteres morfológicos vegetativos e reprodutivos. Procurou-se fazer um estudo comparativo da morfologia do perigônio juntamente com a presença ou ausência de pseudoestípulas, de forma a sugerir uma provável relação evolutiva das espécies envolvidas, bem como a sua relação com outros gêneros afins da faIll11ia...

Variações florística e estrutural e relações fitogeográficas de um fragmento de floresta decídua no Rio Grande do Norte, Brasil

Cestaro,Luiz Antonio; Soares,João Juares
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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26.23%
O trabalho foi realizado num fragmento de floresta decídua com cerca de 270ha centrado em 5°53'S e 35°23'W e que se estende por dois ambientes edáficos distintos (Moda 1 e Moda 2). Os objetivos do trabalho foram caracterizar florística e estruturalmente o componente arbóreo nos dois ambientes, compará-los entre si e avaliar suas relações fitogeográficas. Todos os indivíduos vivos e mortos em pé com perímetro à altura do peito >10cm foram considerados como árvore e amostrados pelo método dos quadrantes. Para Moda 1 e Moda 2 foram estimados, respectivamente: densidade total de 1.587 e de 1.924 indivíduos.ha-1, área basal total de 15,88 e de 15,86m².ha-¹, freqüências modais das alturas entre 5 e 5,9m e entre 6 e 6,9m e dos diâmetros de caule entre 5,0 e 9,9cm e entre 3,2 e 4,9cm, índice de diversidade de Shannon de 3,19 e de 3,26 e índice de eqüabilidade de Pielou de 0,79 e de 0,86. Os estratos arbóreos nos dois ambientes foram considerados estruturalmente semelhantes. Foram observadas no total 66 espécies de árvores, sendo 56 em Moda 1 e 45 em Moda 2. Piptadenia moniliformis Benth. é a espécie com maior valor de importância nas duas áreas, seguidas por Tabebuia impetiginosa (Mart. ex DC.) Standl. em Moda 1 e por Chamaecrista ensiformis (Vell.) H.S. Irwin & Barneby em Moda 2. As áreas apresentam grande similaridade florística (S S = 0...

Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil; Biogeography, origin, and distribution of triatominae domiciliarity in Brazil

Forattini, Oswaldo Paulo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/1980 POR
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46.49%
Considerando a distribuição atual da domicialiação triatomínea no Brasil, pode-se verificar sua associação com a referente aos espaços abertos. Estes podem ser considerados como naturais e artificiais. Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes a paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico. Embora tentativamente, procurou-se aplicar o modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante. O Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parece ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem. A invasão domiciliar...

Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil; Biogeography, origin, and distribution of triatominae domiciliarity in Brazil

Forattini, Oswaldo Paulo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2006 POR
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46.49%
Considerando a distribuição atual da domicialiação triatomínea no Brasil, pode-se verificar sua associação com a referente aos espaços abertos. Estes podem ser considerados como naturais e artificiais. Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes a paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico. Embora tentativamente, procurou-se aplicar o modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante. O Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parece ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem. A invasão domiciliar...

Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil

Forattini,Oswaldo Paulo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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46.37%
Considerando a distribuição atual da domicialiação triatomínea no Brasil, pode-se verificar sua associação com a referente aos espaços abertos. Estes podem ser considerados como naturais e artificiais. Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes a paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico. Embora tentativamente, procurou-se aplicar o modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante. O Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parece ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem. A invasão domiciliar...

Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil

Forattini,Oswaldo Paulo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1980 PT
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46.37%
Considerando a distribuição atual da domicialiação triatomínea no Brasil, pode-se verificar sua associação com a referente aos espaços abertos. Estes podem ser considerados como naturais e artificiais. Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes a paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico. Embora tentativamente, procurou-se aplicar o modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante. O Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parece ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem. A invasão domiciliar...