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Da sedição dos mulatos à conjuração baiana de 1798: a construção de uma memória histórica; From the Sedition of the mulattoes to the Conspiração baiana de 1798: the construction of a historical memory

Valim, Patricia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/10/2007 PT
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55.85%
Em 8 de novembro de 1799, quatro homens foram enforcados e esquartejados em praça pública na cidade de Salvador. Condenados por conspirarem contra a Coroa de Portugal, os alfaiates João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino, e os soldados Lucas Dantas de Amorim Torres e Luiz Gonzaga das Virgens e Veiga foram considerados pelos Desembargadores do Tribunal da Relação da Bahia como sendo os únicos protagonistas de um movimento conhecido atualmente como Conjuração Baiana de 1798. O trágico fim desses homens foi reputado pela historiografia oitocentista como sendo uma anomalia social e manifestação da barbárie habilmente abortada pelas autoridades régias. Sob a pena dos intelectuais do século XX, entretanto, o evento foi considerado como a mais popular das revoltas que antecederam a emancipação política do Brasil, em 1822. Sendo que o exemplo mais notável, nesse caso, é a importante obra de Affonso Ruy, A Primeira Revolução Social Brasileira. Dessa feita, após as comemorações do primeiro centenário da Independência do Brasil, percebe-se que a pena histórica encarregou-se não só de alargar as bases sociais do evento, originalmente circunscrita aos médios e baixos setores da sociedade baiana da época, como...

Nos gramados do Sul: A seleção baiana de futebol e o torneio do Centenário da Independência em 1922

Dos Santos, Henrique Sena
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 469-504
POR
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This article aims to understand how the participation and performance of the state of Bahia at the I Campeonato Brasileiro de Seleções (I Brazilian Soccer Championship), also known as the Torneio do Centenário (Centenary Championship) in 1922 represented an opportunity for the state to claim a centrality in the formation of a national identity associated with soccer. The tournament was conceived as a draft for the formation of a national soccer team that would participate in the VI Campeonato Sul Americano (VI South American Championship) in Brazil. In addition, the event also came to be regarded as a celebration of the fi rst centenary of the Independence, a date that has encouraged the country to refl ect upon its national identity, as well as to reconsider its insertion in modernity. Bahia did well in the tournament, ensuring the second position. As a result, the local press went on to claim the participation of their athletes in the national team and to criticize the disregard of the states of Rio de Janeiro and São Paulo towards the Northern region of the country. The local press would also challenge the policies of the Confederação Brasileira de Desportos (Brazilian Sports Confederation), the CBD, claiming that they favored the Southern states. Moreover...

Entre o Pavilhão Mexicano e o Cine Azteca: cultura visual e formação de identidade no Brasil e México na primeira metade do século XX

Barbosa, Carlos Alberto Sampaio
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 262-280
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The article seeks to reflect from a visual history of the elaboratión imaginary political and national identities and transnational comparative perspective between Brazil and Mexico in the first half of the twentieth century. The main focus is Mexican participation in the exhibition commemorating the centennial of Brazilian independence in 1922 and the dialogues in the film industry of both countries in the second half of the 1940s and beginning of 1950s.; O artigo procura refletir a partir de uma história visual a elaboração de imaginários políticos e identidades nacionais e transnacionais em perspectiva comparada entre Brasil e México na primeira metade do século XX. O foco principal é a participação mexicana na exposição comemorativa do centenário da independência brasileira em 1922 e os diálogos na indústria cinematográfica de ambos os países na segunda metade dos anos 1940 e início da década de 1950.

Brasil, visão do que fomos, do que somos e do que devemos ser: a causa Luso- Brasileira em João de Barros, 1912-1922

Miranda, Luciana Lilian de
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em /07/2014 POR
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Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História; Esta dissertação de doutoramento visou recuperar o percurso do reconhecido escritor-cidadão, poeta, pedagogo, publicista e republicano português João de Barros (1881-1960), enquanto protagonista da campanha pela aproximação cultural luso-brasileira, nos anos de 1912 a 1922. Para situarmos melhor tal campanha, é importante destacar que houve um marcante debate de ideias sobre as relações luso-brasileiras, estimulado por grupos de intelectuais em ambas as margens do Atlântico, sobretudo, nas duas primeiras décadas do século XX. João de Barros deixou relevante contribuição sobre as coisas e as gentes do Brasil, numa militância pela melhor compreensão entre as culturas portuguesa e brasileira. Tal empenho pode ser conferido nas onze obras dedicadas ao tema, ao lado dos inúmeros artigos publicados em periódicos e coletâneas. Devemos ressaltar, ainda, a fundação da revista Atlântida (1915-1920), numa parceria com o escritor brasileiro Paulo Barreto (1881-1921), o “João do Rio”, dentre outras iniciativas que alimentaram a utopia do luso-brasileirismo. Buscamos, portanto, analisar as ideias defendidas por Barros no conjunto de obras batizadas de Campanha Atlântica...

Raízes da historiografia educacional brasileira (1881-1922)

Kuhlmann Jr,Moysés
Fonte: Fundação Carlos Chagas Publicador: Fundação Carlos Chagas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1999 PT
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55.88%
A comunicação pretende analisar as primeiras iniciativas de elaboração de uma história da educação brasileira, apresentando várias publicações. As principais fontes utilizadas neste estudo foram divulgadas durante as Exposições Nacionais e Internacionais realizadas no final do século XIX e início do século XX. O marco inicial, no ano de 1881, refere-se à realização da Exposição de História do Brasil, ocorrida no Rio de Janeiro, e a data de 1922, à Exposição do Centenário da Independência do Brasil, ocorrida também naquela cidade. A cada exposição, anunciava-se o trilhar da nação rumo ao progresso, amparada pela ciência, pela indústria e pela técnica. Impulsionava-se a elaboração de nossa história, da história de cada um dos setores e das instituições que representariam os pilares da civilização "moderna", entre elas a história da educação brasileira. Anunciava-se uma "evolução" a ser alcançada em um futuro mais ou menos distante. A análise irá mostrar ainda que o privilégio ao uso de fontes oriundas da legislação, dos relatórios elaborados por representantes do executivo, ou dos debates parlamentares e anuários estatísticos, assim como a eleição de certos temas recorrentes em nossa historiografia educacional...

Imagens da nação, do progresso e da tecnologia: a Exposição Universal de Filadélfia de 1876

Pesavento,Sandra Jatahy
Fonte: Museu Paulista, Universidade de São Paulo Publicador: Museu Paulista, Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1994 PT
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Após considerar premissas sobre as imagens como representações sociais e sobre as Exposições Universais como um teatro privilegiado para a exibição daquela hermenêutica do real engendra-da pela transformação capitalista do mundo e pelo ideá rio burguês, incluindo ainda a dimensão utópica da época, a A. brevemente caracteriza a Exposição do Centenário (da Independência Americana), na Filadélfia, 1876. Comenta a presença de um pavilhão brasileiro e os ecos da visita do Imperador D.Pedro 11. Enfim, confronta sentidos divergentes, quer se trate da auto-imagem de sucesso do "sonho americano", quer das contradições de uma identidade brasileira que tenta incorporar a nova ética do trabalho livre mecanizado, numa sociedade escravocrata e vinculada ao mercado internacional.

Cada coisa em seu lugar: ensaio de interpretação do discurso de um museu de história

Bittencourt,José
Fonte: Museu Paulista, Universidade de São Paulo Publicador: Museu Paulista, Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
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35.79%
O Museu Histórico Nacional, situado no Rio de Janeiro, foi criado em 1922, como parte das comemorações do Centenário da Independência do Brasil. Ao longo dos seguintes 38 anos, foi dirigido por Gustavo Barroso. Este intelectual, figura bastante típica da “república das letras” brasileira, imprimiu no MHN uma forte marca pessoal, cristalizada no discurso conservador expresso pelas exposições. Baseado nas formulações teóricas de Carlo Ginzburg, conforme apresentadas em um artigo intitulado “Sinais - raízes de um paradigma indiciário”, bem como em diversos textos que abordam museus como discursos, o autor analisa a exposição do MHN nos anos 30, 40 e 50. Apoiando-se também na produção científica dos conservadores, publicada em livros e na revista institucional, os “Anais do Museu Histórico Nacional”, procura ver o circuito como representação das posições ocupadas pelos “agentes ativos da história” - aristocracia, funcionários públicos civis e militares, dentre outras categorias - em relação a uma categoria não claramente definida, o “povo”, que foi representada através da ausência.

História nacional em São Paulo: o Museu Paulista em 1922

Brefe,Ana Cláudia Fonseca
Fonte: Museu Paulista, Universidade de São Paulo Publicador: Museu Paulista, Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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86.07%
O texto trata dos cinco primeiros anos da gestão de Affonso de Escragnolle de Taunay no Museu Paulista, de 1971 a 1922. Neste curto período, essencial para entender o perfil que o Museu adquiriu posteriormente, Taunay deu à vetusta instituição do Ipiranga os principais contornos de um museu histórico, ou mais precisamente, de um "lugar de memória" nacional, pretendendo fixá-lo como lugar de origem da nação brasileira e, ao mesmo tempo, concedendo a São Paulo o ansiado destaque no cenário nacional. A autora aborda assim as principais transformações que foram feitas no Museu, em relação à diretoria anterior do naturalista Hermman von Ihering, acompanhando ano a ano abertura de novas salas dedicadas à história nacional e paulista e a realização paulatina da decoração histórica dos espaços monunentais do Museu para a festa do centenário da Independência brasileira em 1922.

Na Primeira República, Bulhões Carvalho legaliza a atividade estatística e a põe na ordem do Estado

Senra,Nelson de Castro
Fonte: MCTI/Museu Paraense Emílio Goeldi Publicador: MCTI/Museu Paraense Emílio Goeldi
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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35.8%
Recriada nos primórdios da República (jan./1890), como órgão central, a Diretoria Geral de Estatística (DGE) enfrentou dificuldades para consolidar a atividade estatística brasileira. Um novo rumo só foi ensaiado, e razoavelmente alcançado, quando José Luiz Sayão de Bulhões Carvalho (1866-1940), médico e sanitarista, dedicado aos estudos e pesquisas demográficas, assumiu sua direção (em dois períodos) por quase 17 anos. Em várias frentes de atuação, aplicou-se em facilitar o convívio da DGE com seus similares na federação (extremada) então vigente. Idealizou acordos com órgãos estaduais; imaginou conselhos para tomada de decisões coletivas; imaginou uma conferência estatística, baseada na experiência de participação em dois congressos do International Statistical Institute (1S1); ajudou a formar uma comunidade estatística, pensando a formação do profissional especializado, para tanto tendo estimulado e patrocinado a tradução de livros; entre outras medidas. O Censo de 1920, que idealizou e conduziu, sendo o único grande censo na Primeira República, pautou-se em relações amistosas com os governos federal e estaduais e com a sociedade organizada (Igreja, imprensa, sindicatos, clubes etc.). Realizou...

A Exposição Internacional do Centenario da Independencia : modernidde e politica no Rio de Janeiro do inicio dos anos 1920; The 1922 International Centennial Exhibition : modernity and politics in Rio de Janeiro in the beginning of the 1920s

Thais Rezende da Silva de Sant'Ana
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2008 PT
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86.26%
A Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil, realizada no Rio de Janeiro em 1922, foi o maior evento republicano do início do século XX. Visitantes e autoridades de todo o país e do mundo foram atraídos à essa primeira exposição internacional brasileira, organizada pelas elites nacionais como espécie de vitrine para exibir os avanços do país ? do ponto de vista industrial, econômico e social - e afirmar a identidade da nação no ano em que era comemorada a emancipação política brasileira. O certame ainda motivou uma série de transformações no espaço urbano da então capital republicana; impulsionou o emprego de novos materiais e técnicas de construção, agregou grande valor aos arquitetos e consagrou o neocolonial como o ?estilo nacional?. A ocasião do Centenário da Independência do Brasil favoreceu a instauração de um ambiente que incentivava autocrítica entre as diversas camadas sociais do Rio de Janeiro. As idéias que surgiram desses questionamentos repercutiram nas mostras exibidas no certame de 1922. Porém, não houve na historiografia oficial o reconhecimento da Exposição do Centenário como acontecimento relevante para uma melhor compreensão das mudanças e transformações sociais...

A edição comemorativa do Jornal do Commercio no primeiro centenário da Independência do Brasil: uma memória-histórica

Junqueira, Júlia Ribeiro
Fonte: Cadernos de História Publicador: Cadernos de História
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 27/06/2012 POR
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66.14%
As comemorações do centenário da Independência do Brasil, em 1922, se constituíram em um momento ímpar para os intelectuais, para os republicanos e para a elite letrada brasileira. Como novos c o n s t r  u t o r e s   d a   n a ç ã o,   e s s e s   g  r  u p o s,   a t r a v é s   d a   i m p r e n s a , di v u l g a r am  idé i a s ,  mu i t a s   v e z e s  di v e r g ent e s ,   q u e  obj e t i v a r am desenvolver no Brasil uma maior coesão social.  Os periódicos produzidos funcionaram como veículos propagandísticos que buscavam: colocar a nação brasileira em padrões modernos; e c o n s o l i d a r   uma   u n i d a d e,   em me i o   a   um  t e r  r i t ó r i o   e x t e n s o, h e t e r o g ê n e o   e   a i n d a   p o u c o   c o n h e c i d o.   N e s s a   p e r  s p e c t i v a analisaremos, particularmente, o Jornal do Commercio – em um r e c o r t e   t emp o r a l   q u e   v a i   d e   1 8 2 2   a   1 8 3 1   – ,   em  s u a   e d i ç ã o comemorativa do centenário da Independência do Brasil. O artigo consiste, portanto, em demonstrar, a partir de uma apresentação selecionada de suas notícias, a história-memória que esse jornal pôde construir.

Os trabalhos de Gödel e as denominadas ciências exatas: em homenagem ao centenário do nascimento de Kurt Gödel

D'Alkaine,C.V.
Fonte: Sociedade Brasileira de Física Publicador: Sociedade Brasileira de Física
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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35.79%
Após uma breve resenha da vida de Gödel, assinalando as origens de suas tradições intelectuais, são analisados o seu teorema da completude, o seu trabalho de tese, o teorema da incompletude e o teorema sobre a impossibilidade de demonstrar a consistência de sistemas formais complexos dentro do mesmo sistema formal. A seguir, são discutidas suas contribuições à independência da Hipótese do Contínuo e do Axioma de Escolha dos outros axiomas da teoria dos conjuntos. Nesse contexto são finalmente discutidas algumas idéias em relação à pequena influência que as contribuições de Gödel, para descrever alguns dos limites do pensamento racional, têm tido nas assim chamadas ciências exatas ou naturais, especialmente, Física e Química. Algumas reflexões são, nesse sentido, propostas.

Cada coisa em seu lugar: ensaio de interpretação do discurso de um museu de história; Each thing in its place: essay on the interpretation of a history museum's speech

Bittencourt, José
Fonte: Universidade de São Paulo. Museu Paulista Publicador: Universidade de São Paulo. Museu Paulista
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2001 POR
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35.79%
O Museu Histórico Nacional, situado no Rio de Janeiro, foi criado em 1922, como parte das comemorações do Centenário da Independência do Brasil. Ao longo dos seguintes 38 anos, foi dirigido por Gustavo Barroso. Este intelectual, figura bastante típica da “república das letras” brasileira, imprimiu no MHN uma forte marca pessoal, cristalizada no discurso conservador expresso pelas exposições. Baseado nas formulações teóricas de Carlo Ginzburg, conforme apresentadas em um artigo intitulado “Sinais - raízes de um paradigma indiciário”, bem como em diversos textos que abordam museus como discursos, o autor analisa a exposição do MHN nos anos 30, 40 e 50. Apoiando-se também na produção científica dos conservadores, publicada em livros e na revista institucional, os “Anais do Museu Histórico Nacional”, procura ver o circuito como representação das posições ocupadas pelos “agentes ativos da história” - aristocracia, funcionários públicos civis e militares, dentre outras categorias - em relação a uma categoria não claramente definida, o “povo”, que foi representada através da ausência.; The National History Museum (Museu Histórico Nacional), in Rio de Janeiro, was created in 1922, as part of the commemorations of Brazil's Independence Centennial party. Throughout the next 38 years...

História nacional em São Paulo: o Museu Paulista em 1922; National history of São Paulo: the Museu Paulista in 1922

Brefe, Ana Cláudia Fonseca
Fonte: Universidade de São Paulo. Museu Paulista Publicador: Universidade de São Paulo. Museu Paulista
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2003 POR
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86.07%
O texto trata dos cinco primeiros anos da gestão de Affonso de Escragnolle de Taunay no Museu Paulista, de 1971 a 1922. Neste curto período, essencial para entender o perfil que o Museu adquiriu posteriormente, Taunay deu à vetusta instituição do Ipiranga os principais contornos de um museu histórico, ou mais precisamente, de um "lugar de memória" nacional, pretendendo fixá-lo como lugar de origem da nação brasileira e, ao mesmo tempo, concedendo a São Paulo o ansiado destaque no cenário nacional. A autora aborda assim as principais transformações que foram feitas no Museu, em relação à diretoria anterior do naturalista Hermman von Ihering, acompanhando ano a ano abertura de novas salas dedicadas à história nacional e paulista e a realização paulatina da decoração histórica dos espaços monunentais do Museu para a festa do centenário da Independência brasileira em 1922.; The essay is about the five first years of Affonso de Escragnolle de Taunay's term in the Museu Paulista, from 1971 to 1922. In this short period, essential to understand the profile the museum acquired later, Taunay gave the ancient institution of Ipiranga the main outlines of a museum of History, or even more precisely, a "place of national memory"...

Imagens da nação, do progresso e da tecnologia: a Exposição Universal de Filadélfia de 1876; Images of the nation, progress and technology: the World Exposition of Philadelphia 1876 Sandra Jatahy Pesavento

Pesavento, Sandra Jatahy
Fonte: Universidade de São Paulo. Museu Paulista Publicador: Universidade de São Paulo. Museu Paulista
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1994 POR
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55.96%
Após considerar premissas sobre as imagens como representações sociais e sobre as Exposições Universais como um teatro privilegiado para a exibição daquela hermenêutica do real engendra-da pela transformação capitalista do mundo e pelo ideá rio burguês, incluindo ainda a dimensão utópica da época, a A. brevemente caracteriza a Exposição do Centenário (da Independência Americana), na Filadélfia, 1876. Comenta a presença de um pavilhão brasileiro e os ecos da visita do Imperador D.Pedro 11. Enfim, confronta sentidos divergentes, quer se trate da auto-imagem de sucesso do "sonho americano", quer das contradições de uma identidade brasileira que tenta incorporar a nova ética do trabalho livre mecanizado, numa sociedade escravocrata e vinculada ao mercado internacional.; After laying down her assumptions on images as social representations and on World's Fairs as a privileged scene for displaying the hermeneutics of reality engendered by the capitalist transformation ot the world, along with the bourgeois ideology and the utopian IIongings of the epoch, the A. briefly describes the main features of Philadelphia's Centennial Exposition in 1876. She then com ments the presence of a Brazilian pavillion and the visit of Brazil's Emperor...

Apresentação

Editores, Os
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 23/06/2012 POR
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Neste seu 37º número, a Revista Significação apresenta dois temas em destaque: o cinema documental e a reflexão sobre as múltiplas possibilidades de uso da imagem na sociedade contemporânea. Em relação ao primeiro tema, o texto de Roger Odin, traduzido por Samuel Paiva, trata predominantemente da relação entre o cinema documental e o cinema de ficção. Já Barbara Lemaître, em texto traduzido por Krishna Gomes Tavares, oferece um novo olhar sobre o filme Sans Soleil, de Chris Marker. Consuelo Lins e Thais Blank, por sua vez, debruçam-se sobre os filmes de família e sobre a obra de Péter Forgács. Vinculados o segundo tema, temos os textos de Rose de Melo Rocha, que trata da ditadura dos padrões estéticos e das estratégias juvenis de visibilidade; de José Luiz Aidar Prado, que discute o conceito de imagem dialética na era da convocação; de Maurício de Bragança, que reflete sobre a narcocultura na mídia latino-americana; e de Ciro Marcondes Filho, que compara as formas de comunicação presencial, telefônica e eletrônica, tomando como exemplo o rosto e o avatar. A Revista traz ainda contribuições de Pedro Maciel Guimarães, que analisa a obra do ator-autor Matheus Nachtergaele; de Eduardo Victorio Morettin...

Um apóstolo do modernismo na Exposição Internacional do Centenário: Armando Pamplona e a Independência Film; An apostle of modernism at the International Exhibition for the Centennial of Brazilian Independence: Armando Pamplona and Independência Film

Morettin, Eduardo Victorio
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 23/06/2012 POR
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56.09%
The aim of this paper is to trace the trajectory of Armando Pamplona at the International Exhibition for the Centennial of Brazilian Independence, in 1922, analyzing the participation of his production company, Independência Film, and his films. We intend to evaluate the relationship between cinema and the state in this period, taking Pamplona — named ‘apostle of modernism’ by Menotti del Picchia — as a case study.; O objetivo deste paper é traçar a trajetória de Armando Pamplona na Exposição Internacional do Centenário da Independência Brasileira, em 1922, a partir da análise da participação de sua produtora, a Independência Film, e de seus filmes. Pretendemos avaliar as relações entre cinema e Estado neste período, tomando Pamplona — denominado ‘apóstolo do modernismo’ por Menotti del Picchia — como estudo de caso.

Dos movimentos modernizantes ao espírito novo: arquitetura brasileira após a Semana de Arte Moderna;

Queiroz, Rodrigo; Freitas, Maria Luiza de
Fonte: Universidade de São Paulo. Superintendência de Comunicação Social Publicador: Universidade de São Paulo. Superintendência de Comunicação Social
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/08/2012 POR
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O presente texto se propõe a discutir a tomada de consciência do moderno na arquitetura brasileira perpassando assim por episódios como a exposição de arquitetura da Semana de Arte Moderna de 1922, a Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência, as vindas do arquiteto franco-suíço Le Corbusier em 1929 e 1936 ao Brasil e os momentos que intercalam essas datas e constroem um complexo cenário. Procura-se demonstrar pela fala de um dos protagonistas da Semana, Mário de Andrade, como a noção de moderno se transmuta ao longo do tempo, até a suaconformação final no seu texto “O Movimento Modernista”. Demonstra-se como ocorre a criação da “consciência coletiva”no âmbito da arquitetura, iniciada em 1922, que tem como marco o ano de 1936, data do projeto para o edifício-sede do Ministério de Educação e Saúde Pública, denotando omomento de construção da “nova arquitetura” no Brasil.; The aim of this work is to discuss the process by which Brazilian architecture took notice of modernness, so it covers events such as the Architecture Exhibition of the 1922 Modern Art Week, The Commemorative International Exhibition of theIndependence Centennial, the visits of Swiss-born French architect Le Corbusier in 1929 and 1936 to Brazil; and the moments between those two dates which built up a complex scenario. Through the speech of Mário de Andrade...

AS COMEMORAÇÕES DO SETE DE SETEMBRO EM 1922: UMA RE(LEITURA) DA HISTÓRIA DO BRASIL

Junqueira, Júlia Ribeiro; Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em História Política da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Fonte: Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) Publicador: Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 31/05/2012 POR
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No ano de 1922, uma antiga personagem da história do Brasil  — a Independência — voltava a ser o centro das atenções e, certamente, induzia a nação brasileira a se repensar. Tal reflexão se inseria no âmbito das comemorações do centenário da emancipação política do Brasil que, sem dúvida, se constituíram em uma oportunidade ímpar para que houvesse uma reelaboração tanto da memória imperial como daqueles fatos que marcaram a história brasileira. Sob esse prisma, o artigo pretende demonstrar, a partir de alguns dos preparativos para o sete de setembro, como a publicação do Livro de Ouro e o lançamento de uma edição especial pelo Jornal do Commercio, representaram um artifício para uma re(leitura) da história do Brasil.

Entre o Pavilhão Mexicano e o Cine Azteca: cultura visual e formação de identidade no Brasil e México na primeira metade do século XX

Barbosa, Carlos Alberto Sampaio
Fonte: Dimensões Publicador: Dimensões
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 18/07/2013 POR
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O artigo procura refletir a partir de uma história visual a elaboração de imaginários políticos e identidades nacionais e transnacionais em perspectiva comparada entre Brasil e México na primeira metade do século XX. O foco principal é a participação mexicana na exposição comemorativa do centenário da independência brasileira em 1922 e os diálogos na indústria cinematográfica de ambos os países na segunda metade dos anos 1940 e início da década de 1950.