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Frequency of headache among the employees of a rubber company in the state of São Paulo, Brazil; Frequência de cefaleia em trabalhadores de uma empresa de borracha no Estado de São Paulo, Brasil

STUGINSKI-BARBOSA, Juliana; SPECIALI, José Geraldo
Fonte: Associação Paulista de Medicina - APM Publicador: Associação Paulista de Medicina - APM
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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37.61%
CONTEXT AND OBJECTIVE: Primary headaches may be responsible for absenteeism and a fall in the yield and productivity of work. The aim of this study was to establish the presence and frequency of primary headache among employees of a rubber shoe sole company, and its link to absenteism. DESIGN AND SETTING: Cross-sectional study carried out with help from the staff of the medical and social department of a rubber factory located in the municipality of Franca, São Paulo. METHOD: A questionnaire on headache characteristics was distributed to all employees. The returned and completed questionnaires were divided into two groups: with and without reports of headache. The headaches were classified into four main groups: migraine, tension-type headache (TTH), cluster headache and others. In terms of the reported frequency, headaches were also classified as chronic daily headache (CDH). RESULTS: The number of valid questionnaires was 392 (59%); 80.9% were from male and 19.1% from female employees. Headaches were reported by 120 subjects (30.6%), with 17.4% belonging to the migraine group and 8.9% to the TTH group. Migraine was more frequent (p < 0.001) among all participants and also among the women (p < 0.05). TTH was more frequent among the men (p < 0.05). CDH was identified in 14 individuals (3.6%). CONCLUSIONS: Headache was a common problem among the employees of this company and was a cause of absenteeism for 8.7% of the respondents to the questionnaire.; CONTEXTO E OBJETIVO: Cefaleias primárias podem ser causa de absenteísmo...

Prevalência de cefaleia relacionada com alguns hábitos de vida em escolares do ensino fundamental e médio de Ribeirão Preto (SP); Prevalence of headache associated with some lifestyle habits in schoolchildren of Ribeirão Preto

Grassi, Luiz Eduardo Vieira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/10/2011 PT
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As cefaleias acometem grande parte da população mundial. Este sintoma afeta a qualidade de vida e a produtividade de quem as têm Crianças e adolescentes com cefaleia também são alvos destas perdas. Objetivos: Estimar a prevalência de cefaleia em uma amostra representativa de alunos dos ensinos fundamental e médio da rede pública. Verificar a relação entre: 1) cefaleias e variáveis físicas (gênero, cor da pele referida, índice massa corporal-IMC e doenças crônicas referidas); 2) cefaleias e alguns hábitos de vida (ingestão de álcool, prática de exercícios físicos regulares, horas diárias de sono noturno, horas semanais gastas em TV, internet e videogame); 3) cefaleia e uso de aparelhos, como os ortodônticos e óculos, e 4) cefaleia e rendimento escolar avaliado por meio das notas referidas. Métodos: Após sorteio de uma escola da rede estadual de ensino de cada região da cidade de Ribeirão Preto (norte, sul, leste, oeste e centro), foram sorteadas as salas de aula, uma de cada ano/série dos cursos fundamental II e médio. Foi aplicado um questionário em 415 alunos com idade mediana de 15 anos, que concordaram em participar do estudo e cujos pais ou responsáveis assinaram o Termo de Livre Consentimento e Esclarecimento. Foram utilizados os testes para análises estatísticas: 1) Teste exato de Fischer através do comando PROC FREQ do Software SAS® 9; 2) Anova através do comando PROC GLM do Software SAS® 9; 3) Regressão logística para calculo do ODDS RATIO...

Caracterização diagnóstica de cefaleia secundária à disfunção temporomandibular em músculos mastigatórios: um estudo controlado; Diagnostic characterization of secondary headaches to myogenic temporomandibular disorders: a controlled study

Costa, Yuri Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/05/2013 PT
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37.64%
Dores miofasciais mastigatórias (DMF) frequentemente encontram-se associadas com cefaleia. Porém, é incerto se esta relação acontece com cefaleias primárias ou secundárias. O objetivo do presente estudo foi descrever as características da cefaleia secundária à DMF considerada como tal aquela que melhorou após o tratamento da DMF. O efeito de diferentes tipos de tratamento na melhora da cefaleia associado à DMF, e o impacto da presença da cefaleia na melhora da intensidade de dor facial e limiar de dor à pressão (LDP) também foram avaliados. A amostra foi composta por adultos com DMF segundo o RDC/TMD, com (n=60) e sem (n=20) queixa de cefaleia. Os 60 participantes com cefaleia foram divididos em 2 grupos (1a e 1b). O grupo 1a recebeu tratamento que envolvia orientações para mudanças de hábitos. Os grupos 1b e 2 (sem cefaleia), além das orientações, receberam placa oclusal. O período de acompanhamento foi de 5 meses, com avaliações no início, após 2 meses e ao final do 5o mês. As intensidades das dores faciais e da cefaleia (EAV), além do limiar de dor a pressão (LDP) dos músculos temporal anterior, masseter e antebraço, foram analisados. ANOVA de medidas repetidas, teste de Friedman e de Wilcoxon foram usados para as comparações intra e intergrupos considerando um nível de significância de 5%. Ocorreu uma redução significativa da intensidade e frequência da cefaleia em ambos os grupos. A média inicial foi de 7...

Impacto da cefaléia tensional e migrânea na vida de estudantes universitários e fatores associados

Vasconcellos, Denise Camargo de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.63%
Base teórica e objetivo: Cefaléia tensional crônica e enxaqueca têm incidências de 22,63% e 17,89%, respectivamente, entre estudantes universitários. Neste estudo foram analisados fatores associados ao impacto da cefaléia crônica na vida diária de estudantes universitários, especialmente a influência de um screening positivo para rastreamento de transtornos psiquiátricos menores. Métodos: Este estudo transversal incluiu 372 estudantes universitários. Os instrumentos de avaliação foram: um questionário com perguntas sóciodemográficas, um questionário com perguntas para estabelecer o diagnóstico da cefaléia, de acordo com a Sociedade Internacional de Cefaléia (IHS), o Short- Form Headache Impact Test (HIT-6) , uma escala visual analógica, a escala de sonolência Epworth , o Alcohol Use Disorders Identification Test (AUDIT) , e o WHO Self-Reporting Questionnaire-20 . Regressão multivariada foi utilizada para determinar fatores independentes associados ao impacto da cefaléia crônica. Resultados: As razões de prevalência (RP) da associação entre o impacto severo da cefaléia crônica sobre a vida diária e transtornos psiquiátricos menores foi de 2,78, na análise que incluiu com todos os estudantes. Porém...

Epilepsia e cefaleia : diferenças entre faixas etárias de início da epilepsia e aspectos neuropediátricos

Hendges, Laurize Palma
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.69%
Epilepsia e cefaleia são doenças neurológicas comuns. A epilepsia atinge cerca de 1% da população mundial, enquanto a cefaleia têm prevalência muito mais elevada, ocorrendo em 38-50% das pessoas. As duas condições dividem mecanismos fisiopatogênicos comuns. Relatos de cefaleia em pacientes neuropediátricos com epilepsia correm, mas são pouco estudados devido ao pequeno número de pacientes e dificuldade de diagnóstico de cefaleia nessa população. Nesse estudo avaliamos a prevalência e as características de cefaleia em pacientes com epilepsia focal de início na infância, na idade adulta e após os 50 nos de idade. Foram analisados 167 pacientes com epilepsia focal. Cento e vinte e cinco destes pacientes (74.8%) apresentaram cefaleia. No primeiro grupo, a idade de início da epilepsia variou de 0-17 anos, no segundo de 18-50 anos e no terceiro acima de 50 anos. Para cada paciente entrevistado, foi utilizado um questionário padronizado, verificando a existência de epilepsia e cefaleia, idade de início, frequência, intensidade, classificação e resposta ao tratamento. No nosso estudo, quanto mais precoce o início da epilepsia, maior a chance de do paciente ser refratário e de apresentar cefaleia. Todos os tipos de cefaleia foram mais comuns em pacientes que iniciaram ainda jovens com epilepsia. A cefaleia foi mais comum em mulheres que iniciaram com epilepsia até 50 anos. Após essa idade...

Headache in childhood : clinical and neuroimaging evaluation = Cefaleia na infância: avaliação clínica e de neuroimagem; Cefaleia na infância : avaliação clínica e de neuroimagem

Karine Couto Sarmento Teixeira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/07/2013 PT
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37.63%
A cefaléia é uma condição extremamente prevalente em crianças e gera transtorno na vida familiar e escolar do seu portador. O objetivo geral do presente estudo foi caracterizar a frequência e tipos de cefaléia na infância, além de responder a algumas perguntas organizadas em subprojetos expostos abaixo. Foi realizada avaliação retrospectiva de prontuários, visando analisar os dados clínicos e de neuroimagem. As informações obtidas por análise de prontuários e complementadas em visitas de rotina. Os 674 pacientes estudados integraram um banco de dados, a partir do qual os resultados foram analisados e distribuídos em subprojetos. No subprojeto 1, verificamos o papel da investigação por neuroimagem nas cefaléias na infância. Foram incluídos 646 pacientes que apresentavam queixa de cefaléia e exame neurológico normal, a fim de avaliar o benefício da neuroimagem no diagnóstico e tratamento dessa patologia. Achados anormais de neuroimagem foram encontrados em 60 pacientes, classificados em três grupos: a) 9 pacientes com alterações relacionadas à patologia de base; b) 43 pacientes com alterações radiológicas benignas; e c) 8 pacientes com alterações radiológicas que mudaram a conduta médica. Desse último grupo...

Avaliação da frequência de epilepsia e cefaleia nos estudantes da Universidade da Beira Interior

Dias, Tânia Daniela Martins
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2011 POR
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37.56%
Epilepsia e Cefaleia são ambas doenças comuns, mas com prevalência muito variável consoante o grupo em estudo e que ainda continua a ser matéria de debate. No que diz respeito à Epilepsia, devido à grande variedade de etiologias e métodos de investigação, os perfis epidemiológicos variam grandemente pelos vários países e regiões, com prevalências oscilando entre 4 e 10/1000. A Cefaleia (incluindo a Cefaleia de Tensão e a Enxaqueca) é o sintoma neurológico mais comum e já foi experienciado por quase toda a população. A Enxaqueca e a Cefaleia de Tensão podem causar níveis substanciais de incapacidade. O objectivo deste estudo é estimar a frequência de Epilepsia e Cefaleia na população de estudantes da Universidade da Beira Interior e avaliar a existência de possíveis relações entre estes dois distúrbios. Este é um estudo descritivo transversal que foi realizado através da aplicação de um questionário (anexo1) com uma secção inicial para dados demográficos, uma segunda secção acerca da frequência de Epilepsia e uma terceira acerca da frequência e características da Cefaleia. Foram consideradas para análise 405 respostas, das quais 282 (69,6%) eram de mulheres. A média de idades foi de 22...

Cefaleia e perturbações do sono : prevalência nas crianças e adolescentes do concelho da Covilhã

Sousa, Sandra Manuela Castro
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2011 POR
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37.61%
Introdução: A cefaleia e as alterações do sono são problemas de saúde frequentes na infância e adolescência. Devido à elevada prevalência da cefaleia e perturbações do sono na infância e adolescência, passando muitas vezes despercebida e devido à precariedade de informação epidemiológica neste âmbito em Portugal, justifica-se a realização desta investigação. Objectivos: Determinar a prevalência de cefaleia e perturbações de sono em crianças e adolescentes. Metodologia: Apresenta-se como uma investigação transversal, de cariz descritivo e com componente analítica dos dados. Para a recolha dos dados, um questionário anónimo foi entregue, nas escolas, aos estudantes para ser respondido pelos pais ou responsáveis. O questionário é constituído por três partes: 1) dados sócio-demográficos, 2) questões sobre cefaleia e 3) PSQ adaptado. Os resultados foram analisados no software estatístico SPSS ® - versão 17 para o Windows ® e consideraram-se significativos para um p < 0,05. Recorreu-se ao teste de independência do Qui-quadrado para analisar as relações entre as variáveis. Resultados: Do total de respostas recebidas (n=807), 77,4% (n=625) relataram queixa de cefaleia durante o último ano...

Cefaléia crônica diária primária: a propósito de 52 casos

JEVOUX,CARLA DA CUNHA; MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; SOUZA,JANO ALVES DE
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1998 PT
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Apesar de a cefaléia crônica diária (CCD) ser frequentemente observada na prática cefaliátrica, o interesse pelo seu estudo é recente. Foram estudados 52 pacientes (48 mulheres e 4 homens) com idade entre 13 e 71 anos, que preencheram os critérios diagnósticos propostos por Silberstein e col. (1994) para CCD primária. A análise das principais características clínicas permitiu o diagnóstico de três modalidades da CCD: migrânea transformada (n=39; 75%), cefaléia do tipo tensional crônica (n=11; 21,1%) e cefaléia diária persistente de início súbito (n=2; 3,9%). Destes pacientes, 34 (65,4%) utilizavam de modo excessivo medicações sintomáticas e foram considerados como sofredores de cefaléia induzida por drogas. O esquema de tratamento utilizado incluiu, além da orientação à interrupção das medicações sintomáticas, o uso de amitriptilina isoladamente ou em associação ao propranolol, em doses crescentes, levando-se em conta a resposta e a tolerância a estes fármacos. Esse esquema revelou-se eficaz na diminuição da frequência da cefaléia na maioria dos pacientes com CCD. Os efeitos benéficos revelaram-se duradouros, persistindo mesmo após seis meses do início do acompanhamento. Na minoria dos pacientes na qual a terapêutica instituída não obteve êxito...

Relação entre cefaléia primária e fibromialgia: revisão de literatura

Stuginski-Barbosa,Juliana; Dach,Fabíola; Speciali,José Geraldo
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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37.56%
OBJETIVO: conduzir uma revisão de literatura observando evidências sobre a relação entre fibromialgia (FM) e cefaléia. MÉTODO: uma busca em bancos de dados bibliográficos foi realizada utilizando as palavras-chave: fibromialgia, cefaléia, migrânea e cefaléia tensional. Foram selecionados resumos de estudos que preenchiam os critérios iniciais da seleção, sendo solicitadas cópias dos artigos originais. RESULTADO: sete estudos preencheram todos os critérios de inclusão. Foram diagnosticados como portadores de cefaléia 35% a 88,4% dos pacientes com fibromialgia, e 17,4% a 40% dos pacientes com cefaléia foram diagnosticados como portadores de fibromialgia. CONCLUSÃO: ainda não está claro se o diagnóstico de cefaléia é mais prevalente nos pacientes com FM. Contudo, pode-se observar que FM é muito mais prevalente em pacientes com cefaléia primária, especialmente na migrânea.

Estudo da associação cefaleia e hipotireoidismo

de Farias Lima Carvalho, Marise; Vilar Rabelo Filho, Lúcio (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.72%
O Hipotireoidismo é uma doença complexa, que envolve virtualmente todos os sistemas do organismo e decorre do inadequado funcionamento da tireóide. Ocorre mais frequente entre mulheres em idade adulta e é, na sua maioria, causado por autoimunidade. Cefaleia é um sintoma comum entre hipotireoideos e pode ser classificada como doença primária ou secundária; quando secundária, há a possibilidade de cura desde que a doença causal seja tratada. A inclusão da cefaleia atribuída ao hipotireoidismo na última edição da Classificação Internacional das Cefaleias (ICHD II) em 2004 alertou os médicos para essa possibilidade entre pacientes queixosos de cefaleia. Estudos têm tentado entender essa associação e seus mecanismos. Objetivo: Avaliar a prevalência de cefaleia entre pacientes com diagnóstico novo de hipotireoidismo, descrever suas características, comparar os grupos com e sem cefaleia e avaliar os resultados sob tratamento com levotiroxina; Pacientes e métodos: Cento e vinte e dois prontuários foram revisados para avaliação da prevalência de cefaleia entre hipotireoideos e avaliação das características dos grupos com e sem cefaleia para a produção do trabalho piloto. Cento e oito pacientes com idade entre 15 e 79 anos com diagnóstico recente de hipotireoidismo foram solicitados a responder um questionário de sintomas...

Cefaleia atribuída à ingestão ou inalação de estímulo frio: um modelo experimental

Araújo de Oliveira, Daniella; Moraes Valença, Marcelo (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.61%
A cefaleia induzida por estímulo frio (CIEF) ocorre durante a aplicação deste estímulo a um indivíduo externamente, ou por ingestão ou inalação. A dor é descrita como de curta duração e pode ser aguda. A maioria dos estudos mostra maior susceptibilidade de indivíduos migranosos em desenvolvê-la, porém esses mecanismos ainda não estão bem esclarecidos. Objetivo: Estimar a prevalência e analisar as características clínicas da CIEF e sua relação com a migrânea. Avaliar se os critérios da IHS são suficientes para o diagnóstico da CIEF em uma população utilizando um modelo experimental do teste do gelo. Método: 414 voluntários foram entrevistados aleatoriamente através de um questionário autoadministrado identificando idade, sexo e história de cefaleia. O diagnóstico de migrânea foi feito baseado nos critérios diagnósticos da IHS. Para induzir a cefaleia por estímulo frio, colocou-se um cubo de gelo padronizado (20x15X35 milímetros) na área do palato, por 90s. O questionário sobre o impacto da dor de cabeça HIT foi aplicado a essa amostra. Resultados: Dos 414 voluntários 266 (64,3%) eram mulheres e 148 homens (35,7%). A idade variou de 8 a 84 (30,6 ± 12,4 anos). Dos indivíduos testados 153/414 (37%) apresentaram CIEF [106/266 mulheres (39...

Relações entre crises epiléticas e cefaléia: estudo de 304 pacientes do ambulatório de epilepsias do Hospital Universitário de Universidade Federal de Alagoas

Tenório Gameleira, Fernando; Ataíde Júnior, Luiz (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.64%
Foram estudados, de modo prospectivo, 304 pacientes (53,6% do sexo feminino) oriundos do ambulatório de epilepsias do Hospital Universitário da Universidade Federal de Alagoas e do consultório do médico responsável por este ambulatório, no período entre fevereiro de 2007 e fevereiro de 2008. Foi analisada a presença de cefaléia nestes pacientes, bem como a relação entre esta e a cronologia das crises epilépticas. Para tanto, identificou-se as características clínicas das cefaléias nos períodos interictal, prodrômico, ictal (inclusive a aura) e pós-ictal. Observou-se uma alta prevalência de cefaléia entre estes pacientes (66,1% do total; 58,9% dos homens e 72,4% das mulheres). Por outro lado 62,1% dos pacientes com menos de 19 anos e apenas 5,3% dos pacientes acima de 64 anos tinham cefaléia. O tipo de cefaléia com maior prevalência foi a migrânia, seguida pela cefaléia tensional. Não houve predomínio estatisticamente significativo de nenhuma síndrome epiléptica específica com a ocorrência de cefaléia, embora a epilepsia mioclônica juvenil e a epilepsia temporal mesial tenham tido uma alta prevalência. Foi comprovado que a presença de crises epilépticas freqüentes (uma ou mais crises por mês...

Cefaléia em portadores de esclerose múltipla - caracterização e classificação

Raniere Pessoa de Aquino, Eduardo; Farias da Silva, Wilson (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.56%
Para caracterizar cefaléia em portadores de esclerose múltipla, atendidos no Centro de Referência para Atenção a Pacientes Portadores de Doenças Desmielinizantes do Hospital da Restauração, até março de 2007, desenvolveu-se estudo transversal, tipo série de casos, com amostragem por conveniência, incluindo 60 pacientes, submetidos à investigação dirigida de sinais e sintomas de cefaléia. As variáveis envolveram características: sócio-demográficas, da esclerose múltipla e da cefaléia. Empregaram-se os programas EPI-INFO, versão 6.04d, e Statistical Package for Social Sciences, versão 13.0, para organização e análise dos dados, utilizando os testes de Qui quadrado e exato de Fisher, em nível de significância de 0,05. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética do Hospital da Restauração. As características predominantes foram: proporção feminino:masculino igual a 2,33:1,0, 30 a 69 anos de idade (76,7%), pele parda (88,4%); casado (49,1%), escolaridade média ou superior (73,3%), forma clínica surto/remissão (76,7%) e EDSS entre zero e três (8%). Referiram cefaléia 55% dos pacientes, correspondendo a proporção feminino:masculino 4,5:1,0, predominantemente antecedendo sintomas iniciais de esclerose múltipla (75...

Cefaléia nos tumores intracranianos: caracterização clínica

José de Souza Costa Neto, Joaquim; Farias da Silva, Wilson (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.59%
A associação entre cefaléia e tumores intracranianos tem sido reconhecida ao longo do tempo pela literatura médica. Variados padrões de dor têm sido descritos. A Classificação de 2003 da Sociedade Internacional de Cefaléia contempla, no grupo sete, as cefaléias atribuídas às neoplasias intracranianas, estabelecendo seus critérios diagnósticos. O presente estudo teve como objetivo descrever as características clínicas de cefaléias secundárias a tumores intracranianos, estabelecendo, ainda, relação da dor de cabeça com variáveis como idade do paciente, sexo, presença ou ausência de cefaléia pré-existente, topografia do tumor, hipertensão intracraniano e grau de malignidade do tumor. Foram estudados 81 pacientes portadores de tumores intracranianos, 40 do sexo masculino e 41 do sexo feminino, com idades variando entre 11 e 84 anos. Observou-se que cefaléia incidiu mais no grupo etário de 10-19 anos. Preferencialmente a dor foi pulsátil, de localização frontal e de padrão evolutivo com progressivo agravamento entre nossos pacientes. O exame neurológico esteve habitualmente alterado pela presença do tumor. Registrou-se cefaléia na totalidade de pacientes portadores de tumores da fossa posterior ou intraventriculares. Assinalou-se quase sempre a existência de uma relação topográfica estreita entre uma cefaléia fixa unilateral a lateralidade do tumor. Constatouse também que o tratamento neurocirúrgico foi eficaz em fazer remitir a cefaléia. Verificou-se ademais que o padrão clássico de cefaléia decorrente de tumor intracraniano é pouco freqüente. Concluiu-se pela inexistência de um padrão definido de cefaléia secundária a tumor intracraniano...

Cefaleia e capacidade funcional no idoso

Leite, Valéria Moura Moreira; Valença, Marcelo Moraes (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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37.61%
O fenômeno mundial do envelhecimento populacional pode ser marcado pela boa qualidade de vida. No entanto o cotidiano do idoso pode sofrer alterações na presença de dor, como ocorre na cefaleia. Mesmo assim, estudos brasileiros específicos sobre a relação entre cefaleia e capacidade funcional de idosos, na comunidade, são escassos. No artigo sob título Aspectos Socioeconômicos da Cefaleia em Idosos, objetivou-se delinear o cenário socioeconômico da cefaleia em idosos, por meio de uma revisão integrativa. Nos artigos originais, objetivou-se determinar a prevalência de cefaleia e seu impacto na capacidade funcional na população idosa de Recife, comparada à de idosos sem cefaleia. Procedeu-se à revisão integrativa de artigos publicados entre 2000 e 2013, independente de idioma, disponíveis com texto integral nas bases de dados localizados com os descritores “aging”, “eld*”, “cephalalgia”, “headache”, “socioeconomic*” e “economic status”, isolados ou associados, tendo por tema aspectos socioeconômicos de pacientes com cefaleia, investigados em estudos de base populacional ou multicêntricos. No estudo epidemiológico de base populacional realizado entre novembro de 2010 e agosto de 2011, a população foi composta por idosos...

Medidas dos limiares dolorosos por meio de algometria de pressão em pacientes com cefaleia primária

Bernardino, Silvya Nery; Ataíde Júnior, Luiz (Orientador); Martins, Hugo André de Lima (co-orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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37.61%
A cefaléia é uma síndrome dolorosa muito comum e o mecanismo da sua cronificação é um objeto de estudo freqüente. Supõe-se que mudanças na fisiologia neural levem ao aumento da sensibilidade às sensações normais durante os repetidos episódios de dor. O objetivo do presente estudo foi determinar os limiares de sensibilidade à dor nos pacientes com dois tipos de cefaleia primária, a saber, migrânea ou cefaleia do tipo tensional. Utilizou-se um algômetro digital da marca americana Wagner com display de cristal líquido de 5 dígitos, 0,5’’ em 65 sujeitos do setor de Neurologia do Hospital Getúlio Vargas, recrutados através de convite, sendo o controle composto por 20 funcionários do hospital ou acompanhantes dos pacientes que referiam jamais ter apresentado cefaleia. Foi realizado um estudo do tipo transversal e comparativo entre diferentes grupos: controle (C) (n=20, 10masc/10fem, idade média: 38,5±5,79/39,2±4,63), migrânea (M) (n=25, 07masc/18fem, idade média: 38,5±5,67/38,7±5,67) e cefaleia do tipo tensional (CT) (n=20: 07masc/13fem, idade média: 39,2±4,42/39,7±9,31). O diagnóstico de cada tipo de cefaléia foi realizado seguindo os critérios do International Classification Headache Disorders (ICHD-II). Todos os participantes do grupo migrânea e do grupo cefaléia do tipo tensional responderam um questionário Procefaleia e estavam com ausência total de dor por pelo menos com 5 dias. Os pontos estimulados foram nervos supra-orbital...

Cefaleia pós-punição dural: características clínicas e critérios para o diagnóstico

Amorim, Jane Auxiliadora; Valença, Marcelo Moraes (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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37.64%
Justificativa e objetivos: Os critérios diagnósticos de cefaleia pós-punção dural (CPPD) estabelecidos pela International Classification of Headache Disorders (ICHD-II, 2004), afirmam que a cefaleia postural aparece até o quinto dia após a punção e desaparece espontaneamente dentro de uma semana, ou até 48 horas após um tampão sangüíneo peridural ser realizado e deve ser acompanhada de pelo menos um dos seguintes sintomas: rigidez de nuca, zumbido, hipoacusia, fotofobia e náuseas. Neste estudo foram avaliadas as características clínicas da CPPD e a validade desses critérios diagnósticos da (ICHD-II, 2004). Métodos: Durante o período de um ano, foram acompanhados 640 pacientes (332 mulheres e 308 homens), com idade entre 8 e 65 anos, submetidos à punção da duramáter/ aracnoide para raquianestesia, com agulhas tipo Quincke, 25G (n=239) e 27G (n=401). Cefaleia postural, i.e., a dor piora ou surge após o indivíduo sentar-se ou ficar de pé e alivia ou desaparece após deitar-se, foi investigada por um único pesquisador, por meio de visitas diárias aos pacientes e/ou contato telefônico até o sétimo dia após a anestesia. Nos pacientes que apresentaram cefaleia com essas características foram avaliados: (1) o período de latência entre a punção e o aparecimento da cefaleia; (2) a localização e intensidade da dor; (3) a presença de sintoma (s) acompanhante (s); e (4) o tempo de duração. Os procedimentos de estatística descritiva empregados foram medidas de tendência central: média...

Cefaleia e perturbações do sono : prevalência nas crianças e adolescentes do concelho da Covilhã

Sousa, Sandra Manuela Castro
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2011 POR
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37.61%
Introdução: A cefaleia e as alterações do sono são problemas de saúde frequentes na infância e adolescência. Devido à elevada prevalência da cefaleia e perturbações do sono na infância e adolescência, passando muitas vezes despercebida e devido à precariedade de informação epidemiológica neste âmbito em Portugal, justifica-se a realização desta investigação. Objectivos: Determinar a prevalência de cefaleia e perturbações de sono em crianças e adolescentes. Metodologia: Apresenta-se como uma investigação transversal, de cariz descritivo e com componente analítica dos dados. Para a recolha dos dados, um questionário anónimo foi entregue, nas escolas, aos estudantes para ser respondido pelos pais ou responsáveis. O questionário é constituído por três partes: 1) dados sócio-demográficos, 2) questões sobre cefaleia e 3) PSQ adaptado. Os resultados foram analisados no software estatístico SPSS ® - versão 17 para o Windows ® e consideraram-se significativos para um p < 0,05. Recorreu-se ao teste de independência do Qui-quadrado para analisar as relações entre as variáveis. Resultados: Do total de respostas recebidas (n=807), 77,4% (n=625) relataram queixa de cefaleia durante o último ano...

Prevalência de cefaleia em adolescentes e associação com uso de computador e jogos eletrônicos

Xavier,Michelle Katherine Andrade; Pitangui,Ana Carolina Rodarti; Silva,Georgia Rodrigues Reis; Oliveira,Valéria Mayaly Alves de; Beltrão,Natália Barros; Araújo,Rodrigo Cappato de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2015 PT
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Este estudo objetivou verificar a prevalência de cefaleia em adolescentes e sua associação com o uso excessivo de computador e jogos eletrônicos. A amostra foi composta por 954 adolescentes (14 a 19 anos), de ambos os sexos, que responderam ao questionário sobre uso de computadores e jogos eletrônicos, presença de cefaleia e atividade física. Foi utilizada a regressão logística binária e multinomial, com nível de significância de 5%. Evidenciou-se alta prevalência de cefaleia (80,6%) e elevado tempo de uso de dispositivos eletrônicos. O uso excessivo dos dispositivos eletrônicos mostrou-se fator de risco para cefaleia. Os sujeitos com idade entre 14 e 16 anos apresentaram menor chance de relatar a cefaleia. Em relação ao tipo, 17,9% apresentaram cefaleia do tipo tensional, 19,3% migrânea e 43,4% outros tipos de cefaleia. Os adolescentes com idade entre 14 e 16 anos apresentam menor chance de relatar a cefaleia do tipo tensional e de outros. Estar cursando o terceiro ano e usar excessivamente equipamentos digitais mostraram-se fatores de risco para cefaleia migrânea. Os resultados permitem concluir que o uso excessivo de dispositivos eletrônicos está associado à presença de cefaleia, principalmente do tipo migrânea.