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Diferenciação sócio-econômica e campesinato: o caso dos assentamentos Cristo Rei, Ubá e Rio Branco no Sudeste do Pará; Social economic differentiation and peasantry: the settlement´s case of Cristo Rei, Ubá e Rio Branco (Parauapebas-Pa)

Macêdo, Cátia Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/10/2006 PT
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Esta tese é resultado de uma pesquisa desenvolvida nos assentamentos Cristo Rei (Itupiranga-Pa), Ubá (São Domingos do Araguaia-Pa) e Rio Branco (Parauapebas-Pa). Buscamos abordar o tema da diferenciação social do campesinato através dos estudos destes assentamentos. Tomamos como ponto de partida a reconstituição da história de luta pelo acesso a terra. Objetiva-se com isso entender como as diferentes estratégias de ocupação da terra têm influenciado formas particulares de organização destes grupos sociais. Isto implica, por sua vez, na reflexão sobre os condicionantes da forma de produção do espaço agrícola pelo camponês destas áreas e seus mecanismos de reprodução social. Verificamos que as mais variadas ações para a conquista da terra, sejam elas coletivas - como as ligadas aos movimentos sociais - ou individuais - como a abertura de posse por famílias ou pequenos grupos de posseiros na região - refletem diretamente na organização interna do assentamento e sua relação com os mais variados segmentos sociais e institucionais. O trabalho então discorre acerca das diferentes formas em que a diferenciação do campesinato nesta parte da Amazônia pode ocorrer.; This thesis is the outcome of a research developed in the rural settlements Cristo Rei (Itupiranga-Pa)...

Campesinato e os faxinais do Paraná: as terras de uso comum; The communal land and peasantry of the Paraná: the lands of use joint

Tavares, Luis Almeida
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2008 PT
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A prática de terras de uso comum desde tempos imemoriais, nas suas mais diversas formas, foi ou ainda é praticada em diversas partes do mundo, como na França (Vaine Pâtre, Biens Communaux), Itália (Della Comurione, Le Terre Del Compascuo), Angola, Colômbia, Portugal (Baldios), Espanha (Baldios e Montes Veciñais en Mam Común), Alemanha, Inglaterra, Ucrânia, Polônia, Brasil, entre outros países. No Brasil, as terras de uso comum e seus recursos naturais são apropriados por uma fração do campesinato. O uso dessas terras envolve elementos de identidade, indissociáveis do território ocupado, e regras de apropriação, que se expressam em diversas formas e denominações, como 'Terras de Preto', 'Terras de Santo', 'Terras dos Índios', 'Terras de Herança', 'Terras Soltas', 'Fundo de Pasto' e 'Faxinais'. Entendendo que até o presente momento, existe uma lacuna na Geografia Agrária Brasileira quanto à elaboração de uma pesquisa que aprofunde a análise sobre o campesinato, pautei como objetivo central desse trabalho a interpretação da trajetória histórica dessa fração do campesinato e seu território. Para isso, compreendo abstratamente que o campesinato, por meio de lutas, constitui-se como uma classe social, para si...

Modo de vida e campesinato no capitalismo: contribuições, limites e a construção de um entendimento do campesinato como modo de vida; Way of life and peasantry in capitalism: contributions, limits and the development of an understanding of the peasantry as a way of life

Nabarro, Sergio Aparecido
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2014 PT
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37.6%
As profundas transformações econômicas, sociais e tecnológicas ocorridas a partir da década de 1950 mudaram substancialmente a maneira de viver e de enxergar a vida, alteraram também as formas tradicionais de reprodução social. O eixo central do capitalismo, ocupado pela indústria, se desloca para o consumo. O protagonismo deste é fundamental para o entendimento das transformações impostas pelo capital à sociedade. A necessidade de controlar o que é consumido, para sustentar a reprodução ampliada do capital, se materializa nos câmbios da forma de viver, se manifestam no cotidiano. Entretanto, práticas sociais e representações tradicionais, emergem como resistência às incursões capitalistas no universo camponês. Para entendê-las, o modo de vida se apresenta como uma categoria substancial, devendo ser entendida, a partir de uma perspectiva ampla, em seu conjunto de relações que lhe confere sentido. Nesta pesquisa, temos por objetivo redefinir o conceito de modo de vida, aplicando-o aos camponeses, tendo como meta entendê-los para além da classe social, como um modo de vida, composto pela tensão constante entre os efeitos e consequências da expansão das relações capitalistas no campo e a resistência dos costumes e práticas que hora estão subordinados à lógica hegemônica e hora a subverte. Para isso...

O campesinato no Vale do Jequitinhonha: da sua formação no processo de imposição do trabalho à crise da (sua) reprodução capitalista; The peasantry on the Jequitinhonha Valley: from its formation by the labor imposition process to the crisis of (its) capitalistic reproduction

Leite, Ana Carolina Gonçalves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/03/2015 PT
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27.69%
Nesse trabalho, abordamos as condições de reprodução do campesinato no Vale do Jequitinhonha mineiro, da sua formação até os dias atuais, tomando-as como momento da territorialização do capital e da mobilização do trabalho, observadas sempre nas transformações que sofreram no curso contraditório do processo de modernização. Investigamos a formação regional do campesinato no bojo da transição do escravismo colonial para o trabalho livre, relação engendrada como desdobramento da mineração ocorrida em muitos afluentes da bacia do rio Jequitinhonha e do estabelecimento e da expansão das fazendas pecuárias no que outrora fora considerado "sertão". Analisamos também a forma de reprodução desse campesinato, tomando-a como uma relação social de produção na qual se assentou a reprodução do capital, quando a mesma ainda não podia prescindir do domínio fundiário e recurso ao exercício da violência por parte daqueles que personificavam o capital e da produção direta dos meios de vida por parte daqueles que personificavam o trabalho. Apresentamos ainda a acumulação das condições para o rompimento daquela relação social de produção como resultado central da própria territorialização do capital responsável por engendrá-la...

Uma chama na Amazonia: campesinato, consciencia de classe e educação: o movimento sindical dos trabalhadores rurais de Santarem (PA), (1974-85)

Leroy, Jean-Pierre
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
PT_BR
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27.69%
O campesinato santareno (lavradores, pescadores, posseiros, colonos etc.) é extremamente diversificado, guindo-se três trajetórias: a) a do campesinato de beirario, oriundo do tempo do Brasil-colônia; b) a do campesinato do planalto, formado por nordestinos fugidos das secas e do latifúndio e por sobreviventes do auge da borracha; c) a do campesinato das estradas, que se origina na penetração da Amazônia em consequência do modelo capitalista dominante. Porém todos se identificam pela mesma ameaça de exclusão frente a este modelo que lhes atinge direta ou indiretamente. As condições econômico-sociais criadas pela história, a conjuntura e a ação de determinados agentes sociais - da Pastoral, educadores e lavradores - propiciaram, em meados dos anos 70, a eclosão de um movimento de trabalhadores rurais. Este movimento é visto num primeiro período (1974-78) como comunitário, de ação e perspectivas limitadas; num segundo período (1978-82) se define, predominantemente, como movimento voltado para a organização sindical dos trabalhadores rurais; no terceiro período analisado (1983-85),a organização sindical dos camponeses impõe a sua força relativa à "cidade política", presente na cidade de Santarém...

O campesinato brasileiro: uma história de resistência

Wanderley,Maria de Nazareth Baudel
Fonte: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural Publicador: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 PT
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37.6%
A representação da agricultura brasileira associada a grandes propriedades monocultoras e agroexportadoras é fruto de uma "amnésia social" que nega a contribuição do campesinato para a sociedade. Definido como uma forma social de produção, ao campesinato corresponde a um modo de vida e à uma cultura. É necessário, pois, compreender as estratégias fundiárias, produtivas e familiares que favoreceram, no Brasil, a ocupação de espaços precários e provisórios ou a criação efetiva de comunidades camponesas com maior perenidade. A modernização da agricultura no século XX provocou a expulsão dos moradores e dos posseiros. Com a redemocratização, os movimentos sociais rurais reinscrevem no debate da sociedade a atualidade da questão fundiária e a pertinência das lutas pela terra. Os recentes debates teóricos e políticos a respeito das categorias "campesinato" e "agricultura familiar" confirmaram a constituição de um setor de agricultores não patronais e não latifundiários, que exercitam formas próprias de viver e trabalhar, confirmada pelos dados do Censo Agropecuário de 2006. Os estabelecimentos agrícolas economicamente mais precários foram considerados, inicialmente, como uma "franja periférica", enquanto os programas territoriais os incorporaram na condição de "pobres do campo". A inclusão produtiva que corresponde a este tipo de agricultor deveria considerar sua histórica resistência como camponeses.

Campesinato e o Estado no Brasil

Seyferth,Giralda
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS-Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS-Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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37.48%
Neste trabalho, são discutidos alguns aspectos do debate conceitual que cerca as noções de campesinato e sociedade camponesa e as transformações sociais no campo, ressaltando o problema da relação dos camponeses com o Estado. A análise destaca um exemplo significativo dessa relação, a colonização estrangeira, resultante de políticas públicas voltadas para a ocupação de terras devolutas, iniciada no sul do Brasil em 1824. Trata-se de um caso que permite observar o papel do Estado no controle de um processo de povoamento envolvendo imigrantes europeus e a consequente formação de um tipo de campesinato étnico diferenciado de outras realidades rurais brasileiras.

Os impactos do agronegócio dos agrocombustíveis sobre o campesinato dem Goiás

BUNDE, Altacir
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Geografia - Campus Catalão; Ciências Humanas Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Geografia - Campus Catalão; Ciências Humanas
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.6%
A presente pesquisa versa sobre os impactos causados pelo agronegócio dos agrocombustíveis sobre o campesinato no estado de Goiás. É na etapa agrícola, na produção da cana-de-açúcar, que são mais visíveis as características capitalistas desta atividade econômica, os danos sócio-ambientais que causa e suas contradições. O capitalismo, a partir de e devido a condições históricas e econômicas, se desenvolveu primeiramente no campo brasileiro no sistema de plantation. A evolução (modernização) do plantation chegou ao que se tem atualmente: o agronegócio, que, no período atual, mesmo impactando de forma brutal o campesinato, dada a violência posta e imposta sobre ele, não foi capaz de eliminá-lo. A luta e a resistência do campesinato determinaram a sua presença na história como sujeito social, nos dias atuais, em alguns locais com mais e em outros com menos força. A expansão da área plantada de cana-de-açúcar em Goiás vem ocorrendo devido ao aumento da demanda do mercado externo e interno por açúcar, ao aumento do consumo interno de etanol e a sua adição na gasolina, em proporções que podem chegar a 25%. O discurso de defesa do aumento da produção de etanol tem se baseado em dois argumentos: substituir os combustíveis fósseis e reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera. Este setor vem passando por um processo de concentração e centralização de capital na produção e na comercialização que leva à formação de monopólios e oligopólios. O Brasil e o estado de Goiás...

Os camponeses do oeste catarinense

Sabu, Regiane Martins de Oliveira
Fonte: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Publicador: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O presente estudo é uma reflexão a respeito dos debates teóricos em relação à classe camponesa e uma proposição de compreensão do processo de colonização do oeste do estado de Santa Catarina, enquanto um processo de territorialização camponesa que resiste e se reestrutura na luta por este território. No primeiro capítulo apresentamos algumas considerações a respeito das discussões teóricas em defesa do campesinato enquanto classe inerente ao modo capitalista de produção, procuramos dialogar com os camponeses do oeste catarinense como forma de estabelecer os vínculos entre as discussões teóricas e a realidade objeto de nossa pesquisa. Por meio da abordagem da tríade “terra, trabalho e família” propomo-nos a apreender a lógica que organiza a atividade produtiva dos camponeses neste território. No segundo capítulo, desenvolvemos o debate a respeito da territorialização camponesa no oeste do estado de Santa Catarina, enquanto resultante do processo histórico de colonização deste território com imigrantes descendentes de europeus das “velhas colônias” do Rio Grande do Sul. No terceiro capítulo, discutimos a respeito do processo de modernização e industrialização do Brasil, a partir da década de 1960...

Campesinato e abastecimento na Zona Bragantina (1880?1960)

LEANDRO, Leonardo Milanez de Lima
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.6%
Historicamente constitu?do por trabalhadores livres que ocuparam o territ?rio nas imedia??es de Bragan?a, o campesinato bragantino contribuiu significativamente para o abastecimento dos circuitos comerciais e das atividades industriais desenvolvidas no Par?. A articula??o te?rica e conceitual, que fundamentou a interpreta??o das transforma??es na Zona Bragantina, coloca-se numa perspectiva cr?tica, cujas concep??es tratam das categorias como elementos din?micos, portanto inseridos num contexto hist?rico-materialista. Critica as interpreta??es que atribu?ram ao campesinato a responsabilidade pela degrada??o ambiental, pelas crises de abastecimento do Par? e pela produ??o agr?cola frequentemente designada como decadente, estas sempre colocando o campo em rela??o ? cidade. Observaram-se a ocupa??o da Bragantina e sua expans?o, as transforma??es por que passou a estrada de Bragan?a e a contribui??o dos n?cleos produtores engendrados pelas col?nias. Em que pese o car?ter excludente das a??es do governo imperial, na fase republicana o campesinato passou por processos de transforma??o social, cuja perspectiva cr?tica o recoloca na hist?ria como respons?vel por parte do abastecimento da Amaz?nia. Em fun??o do encurtamento do per?odo de pousio...

Quando mudar ? condi??o para permanecer: a escola Casa Familiar Rural e as estrat?gias de reprodu??o social do campesinato na Transamaz?nica (Par?-Amaz?nia)

MENESES, Alcione Sousa de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.48%
Neste trabalho s?o analisadas as rela??es entre escolariza??o (configurada na Casa Familiar Rural) e as estrat?gias de reprodu??o das organiza??es sociais representativas do campesinato em interface com as fam?lias de agricultores na Transamaz?nica, frente pioneira de coloniza??o no Oeste do Par?, particularmente no munic?pio de Medicil?ndia. Esta escola, pensada por estes agentes sociais e coletivos em um cen?rio nacional e regional de publiciza??o dos quadros que fragilizam a agricultura de base camponesa, a partir de meados da d?cada de 1990, tem sido instrumento da luta social. As tens?es no espa?o social, lidas como ?crise da base? e ?crise dos sistemas de produ??o?, teriam desenhado simultaneamente uma ?crise de forma??o? na qual as finalidades da escola foram sendo constru?das por desafios s?cio-econ?mico e pol?ticos. Este cen?rio teria constitu?do os jovens agricultores como categoria social, investidos da expectativa coletiva de tornarem-se, sob a media??o da CFR, t?cnicos agr?colas e/ou dirigentes, a fim de dar continuidade ao grupo (seja dos atores, nos campos das organiza??es sociais/sindicais e comunit?rio-religiosas; seja das fam?lias, na sucess?o agr?cola e na manuten??o de sua posi??o social). As repercuss?es da CFR na condi??o camponesa destes jovens s?o analisadas a partir de dados qualitativos e quantitativos...

Campesinato, identidade e mem?ria: os tiradores de a?a? ou como colocar-se no mundo

SALES, Sammy Silva; PORRO, Noemi Sakiara Miyasaka
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Este texto tem como objetivo refletir a intersec??o entre os conceitos de campesinato e identidade a partir do estudo de caso dos tiradores de a?a?, chamados de fam?lia Monteiro, moradores da vila Monteiro, no munic?pio de Afu? (PA). Os dados emp?ricos coletados atrav?s de observa??o participante e realiza??o de entrevistas foram registrados em 2011 e 2012. Argumentamos que os tiradores de a?a?, em situa??es de reflex?o no presente, e por meio de suas pr?ticas, pelas representa??es sociais e mem?ria coletiva constroem suas identidades sociais coadunadas aos processos sociais em que est?o inseridos.; ABSTRACT: This paper aims think the relation between peasantry and identity concepts as from the case study of tiradores de a?a?, called Monteiro family, villagers Monteiro, located in Afu?, state of Par?. The field datas were collected through participant observation and interview in 2011 and 2012. We argue that the tiradores de a?a?, in situations of reflection on the present, and through their practices, by social representations and collective memory building their social identities with social processes in which they are inserted.

Campesinato e política na Bolívia contemporânea; Peasant and politics in contemporary Bolivia

Yan Caramel Zehuri
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/04/2015 PT
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Este trabalho discute a política do campesinato boliviano a partir de dois movimentos, a central camponesa (CSUTCB) e o conselho de comunidades indígenas (CONAMAQ), desde o período de lutas anterior ao governo Morales até o segundo mandato deste, buscando se aproximar dos dias atuais. Na primeira parte, procuramos retomar os fundamentos teóricos e debates clássicos acerca do papel do campesinato na sociedade capitalista, sua relação com as demais classes, a questão da transição para o socialismo, os interesses e a possibilidade de aliar-se com o proletariado ou com a burguesia. Também buscamos recuperar formulações estratégicas que tiveram como objetivo revolucionar a sociedade capitalista, procurando pensar o sujeito revolucionário do socialismo e as alianças necessárias para tal. A segunda parte constitui um esforço de aproximação da realidade boliviana, com uma reconstituição histórica do campesinato e de como as políticas neoliberais repercutiram na ideologia e nas formulações estratégicas dos movimentos CSUTCB e CONAMAQ. Busca-se ainda relacionar esses movimentos às diferentes frações de classe do campesinato boliviano bem como identificar a existência de alianças ou conflitos com outras classes sociais...

Sr. Sidão Manoel Inácio e a conquista da cidadania: o campesinato negro do Morro Alto e a República que foi

Weimer,Rodrigo de Azevedo
Fonte: Associação Nacional de História - ANPUH Publicador: Associação Nacional de História - ANPUH
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 PT
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37.3%
O presente artigo tem o objetivo de analisar as possibilidades de conquista de direitos cidadãos por parte do campesinato negro do Rio Grande do Sul durante a Primeira República, tomando o litoral norte do estado como locus de observação. Contesto, ou ao menos busco relativizar, a historiografia que enfatiza as limitações e obstáculos desse segmento populacional, oriundo da escravidão, para atingir tais prerrogativas. Procuro demonstrar os esforços e eventuais êxitos no alcance desses objetivos por meio de três grandes questões: o pagamento regular de impostos, o acesso à polícia e à justiça e a atuação militar.

A reprodu??o s?cio-econ?mica e produtiva do campesinato no Sudeste paraense: o Assentamento Palmares II, Parauapebas/PA

SOUZA, Haroldo de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.3%
O Sudeste Paraense foi palco de um dos maiores e mais incisivos processos de ocupa??o e coloniza??o da regi?o amaz?nica em sua totalidade. O elevado contingente migrante campon?s ao longo de todo s?culo XX, em especial, nas d?cadas dos anos de 1970, 1980 e 1990, concorreu diretamente com outras estrat?gias postas e pensadas para a coloniza??o da regi?o, como a agropecu?ria de grande porte e extensiva, minera??o e projetos de gera??o de energia. Diante de uma complexidade ?mpar no agr?rio regional, esse cen?rio ? marcado at? a atualidade por elevada conflitividade, posicionando claramente a regi?o no debate acad?mico como sendo uma fronteira. A partir de meados dos anos 1990, os conflitos e disputas ganham novos contornos com a cria??o de Projetos de Assentamentos e a implementa??o de uma s?rie de pol?ticas voltadas ao atendimento da agricultura familiar, o que possibilita de certa forma pensar em novos tipos de conflitos e possibilidades de reprodu??o social e econ?mica dos camponeses assentados. O presente trabalho, dentro desse novo contexto, trata especificamente das possibilidades atuais de reprodu??o social e econ?mica do campesinato no assentamento Palmares II, munic?pio de Parauapebas/PA, buscando compreender os poss?veis fatores que vem permitindo ou n?o a ruptura com a tese do ciclo e fronteira e em contraposi??o permitindo certa estabiliza??o aos camponeses assentados. Para al?m de evidenciar e comprovar a exist?ncia de novas trajet?rias dos sistemas de produ??o postas em pr?tica pelos agricultores do assentamento em quest?o...

O LUGAR DO CAMPESINATO NO CAPITALISMO: AS MÚLTIPLAS DIMENSÕES DO PROCESSO DE (RE)CRIAÇÃO DE UMA CLASSE E DE UM MODO DE VIDA

Santos, Anderson Luiz Machado dos; Teló, Fabrício
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 07/12/2011 POR
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37.6%
Com vistas a superar a visão recorrente de que o campesinato é um sujeito do passado, este trabalho tem por objetivo investigar as seguintes questões: há um lugar para os camponeses no modo de produção capitalista? Como esses sujeitos se recriam neste contexto? As reflexões para responder essas perguntas se estabeleceram a partir da revisão bibliográfica que incorpora a contribuição de pensadores de diversas áreas das ciências humanas, na busca por elementos complementares entre diferentes visões. Assim, estabeleceu-se como hipótese o entendimento de que o campesinato forma historicamente uma classe social e um modo de vida capaz de se recriar em diferentes contextos socioeconômicos, culturais e políticos.  As ponderações presentes neste trabalho levam a compreender que há um lugar para o campesinato no capitalismo, apesar de sua posição de classe subalterna. O que possibilita sua reprodução, mesmo no contexto dos Impérios Alimentares, é sua capacidade de resistência e resiliência, que se manifestam nas múltiplas dimensões do seu modo de vida

; O bairro rural como identidade territorial: a especificidade da abordagem do campesinato na geografia.

Bombardi, Larissa Mies
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 20/12/2004 ENG; POR
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This paper aims to discuss and to point the importance of the concept of “bairro rural” to Geography, especially to Agrarian Geography. Different from the common understanding of “bairro rural”, in which it is interpreted in an isolated manner, because the traditional understanding of peasants is also the one that involves a certain parcel of isolation, I propose the understanding of “bairro rural” as a territorial unit created from the territorial identity, and, what is fundamental here, reproducing itself inside capitalism. This territorial unit produced by peasant work gains a configuration which is totally different from the one in which the typically capitalist relations give territory a configuration, that is, where we have the capital territorialization. The territorial unit (“bairro rural”) is, in this manner, the result of territorial identity created from the peasants sociability. It is this relations’ web among the peasant families that gives the group its identity, and it materializes in the territory, giving it the peculiar dimension of “bairro rural”. So, this interpretation of “bairro rural” permits us including, understanding and enlightening the peasants place and their reproduction in this society.; Este artigo visa discutir e apontar a importância do conceito de bairro rural na geografia e...

Cacoal- RO: A constituição de um campesinato na fronteira agrícola da Amazônia Meridional

Jacob Biszntok; Universidade Federal Fluminense
Fonte: Universidade Federal Fluminense Publicador: Universidade Federal Fluminense
Tipo: ; Formato: application/pdf
Publicado em 02/12/2009 PT
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O trabalho investiga a constituição de um campesinato proveniente do Espírito Santo e dedicado à cafeicultura no município de Cacoal -  RO. A pesquisa mostra o processo de ocupação e as relações de  trabalho, imprescindíveis para a compreensão da  ordem territorial e ambiental implantada na fronteira agrícola da Amazônia Meridional.  Elaboramos um balanço apontando os avanços e os limites com que se defronta o processo de consolidação deste campesinato, localizado em uma das áreas rurais mais dinâmicas da Amazônia. Abstract: This work researches a peasantry constitution whose peasants arrived from the State of Espírito Santo to dedicate to coffee plantation  at Cacoal - RO. This research shows the occupation process and work relations necessary to understand  territory and environmental orders implanted on agricultural frontier at Southern Amazonia. We also made a balance showing advances and limits on this process of peasantry consolidation located at one of more dynamic rural areas at Amazonia. 

Modo de apropriação da natureza e territorialidade camponesa: revisitando e ressignificando o conceito de campesinato

Silva, Carlos Eduardo Mazzetto
Fonte: Revista Geografias Publicador: Revista Geografias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/07/2007 POR
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Este artigo destaca a nova relevância do conceito de campesinato, a partir dos dilemas colocados pela questão ambiental às sociedades modernas. Procura resgatar os vários conceitos em questão, a partir dos grandes contrastes entre agricultura familiar e agricultura patronal e entre camponês e fazendeiro, para então diferenciar campesinato de agricultura familiar e colocar o primeiro como o conceito-força capaz de enfrentar, por sua vez, a nova noção que vem reagrupando o patronato rural e articulando-o mais estreitamente às corporações do sistema agroalimentar: o agronegócio. Essa noção encerra um modo de apropriação da natureza (mercantil) e uma significação do território que é anteposta à territorialidade camponesa – categoria que permite resgatar o debate histórico-conceitual sobre o campesinato, articulando-o à questão socioambiental e à da sustentabilidade que se colocam no século XXI.

PLANTAR, COLHER E COMER: VIDA COTIDIANA, ALIMENTAÇÃO E CAMPESINATO EM DEBATE

Gustavo Henrique Cepolini Ferreira; USP
Fonte: EDUFRO Publicador: EDUFRO
Formato: application/pdf
Publicado em 24/03/2015 PT
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Este artigo apresenta uma releitura da obra – Plantar, colher e comer: um estudo sobre o campesinato goiano de Carlos Rodrigues Brandão publicada em 1981. Nesse sentido, apresenta-se alguns trechos da referida obra em diálogo com os aspectos cotidianos que marcam a vida do campesinato, que mesmo quando expropriado da terra carrega consigo marcas significativas da labuta no campo nas dimensões simbólicas, culturais, naturais e espaciais. Essas marcas e trajetórias cotidianas estão em partes presentes mesmo durante a migração e a vida nas cidades. Por isso, busca-se apresentar e estabelecer essas relações no bojo da memória do campesinato e sua intrínseca relação com a vida cotidiana por meio da alimentação.