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Teor de taninos em três espécies medicinais arbóreas simpátricas da caatinga

Monteiro,Julio Marcelino; Lins Neto,Ernani Machado de Freitas; Amorim,Elba Lúcia Cavalcanti de; Strattmann,Ruth R.; Araújo,Elcida Lima; Albuquerque,Ulysses Paulino de
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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47.05%
O teor de taninos em três espécies medicinais do semi-árido do Nordeste do Brasil foi determinado. A partir de amostras das cascas do caule e folhas de 10 indivíduos de Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenam, Myracrodruon urundeuva (Engl.) Fr. All. e Caesalpinia pyramidalis Tul., os teores de fenóis totais e taninos foram determinados em extratos metanólicos 80% pelo método de Folin-Ciocalteau, seguido do método da precipitação de proteínas. Adicionalmente, testou-se a hipótese de que a concentração de taninos está diretamente relacionada com a altura e diâmetro das plantas. As espécies estudadas apresentaram expressivos teores de extrativos tânicos, e os resultados não ratificaram a hipótese testada.

Variações sazonais na sobrevivência e produção de biomassa de Caesalpinia pyramidalis Tul. após o corte raso e implicações para o manejo da espécie

Figueirôa,Joselma Maria de; Araújo,Elcida de Lima; Pareyn,Frans Germain Corneel; Cutler,David F.; Gasson,Peter; Lima,Kleber Costa de; Santos,Venézio Felipe dos
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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47.3%
A demanda de uso energético da vegetação da Caatinga tem gerado modificações nas paisagens e perda de diversidade biológica por insuficiência de informações sobre o manejo das espécies. Considerando o fato da estacionalidade climática ser um fator de influência na sobrevivência, ritmo biológico, rebrota e produtividade das plantas, neste estudo objetivou-se avaliar a influência da sazonalidade climática sobre a sobrevivência e a produção de biomassa de Caesalpinia pyramidalis Tul. (Caesalpiniaceae). Para tal, foram selecionados aleatoriamente 180 indivíduos de C. pyramidalis, sendo estes distribuídos em três blocos de 1ha de caatinga (60 indivíduos por bloco). O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 6 tratamentos (sendo duas estações climáticas e três anos consecutivos de avaliação) para a avaliação da sobrevivência e com 4 tratamentos (duas estações climáticas e dois anos de medição) para a avaliação da biomassa aérea. As avaliações foram realizadas em duas estações: seca e chuvosa, sendo metade dos indivíduos de cada bloco (n = 30) submetidos à corte raso em cada uma das estações. Após o corte, a quantificação do peso fresco foi determinada em três componentes previamente definidos como lenha...

Taxas de crescimento de mudas de catingueira submetidas a diferentes substratos e sombreamentos

Dantas,Bárbara França; Lopes,Armando Pereira; Silva,Fabrício Francisco Santos da; Lúcio,Aldenir Alves; Batista,Patrício Ferreira; Pires,Mayara Milena Menezes da Luz; Aragão,Carlos Alberto
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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47.05%
A catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) é uma espécie nativa da caatinga dotada de grande resistência à seca e de grande potencial econômico. No entanto, não existem informações sobre o desenvolvimento dessa espécie em diferentes substrates e luminosidade, fatores ambientais que mais influenciam a produção de seedlings florestais. Dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de diferentes níveis de shading e tipos de substrates nas taxas de crescimento de mudas de catingueira. O experimento foi conduzido na Universidade do Estado da Bahia e na Embrapa Semiárido, Petrolina, PE. As sementes foram semeadas em recipientes preenchidos com diferentes substratos: solo, areia, solo+areia, solo+areia+esterco caprino e substrato comercial, sendo os recipientes mantidos em quatro diferentes sombreamentos, a céu aberto (sem sombreamento) e em telados tipo sombrite de 30%, 50% e 75% de sombreamento. Aos 30, 60 e 100 dias após a estabilização da emergência das plântulas, as mudas foram avaliadas quanto à taxa de crescimento absoluto, taxa de crescimento relativo, taxa assimilatória líquida, razão de área foliar,área foliar específica, peso específico da folha e razão de peso foliar. Não houve interação significativa entre os dois fatores estudados em nenhuma das taxas de crescimento calculadas. Nas condições deste trabalho...

Germinação de sementes de Caesalpinia pyramidalis Tul. (Catingueira) submetidas a deficiência hídrica

Antunes,Cimille Gabrielle Cardoso; Pelacani,Claudineia Regina; Ribeiro,Renata Conduru; Souza,Jonaicon Vieira de; Souza,Cintia Luiza Mascarenhas de; Castro,Renato Delmondez de
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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47.05%
A disponibilidade hídrica é um dos principais fatores ambientais capaz de influenciar o processo de germinação de sementes. Nessas condições, a habilidade das sementes em manter sua viabilidade durante o armazenamento pode ser uma vantagem adaptativa de espécies encontradas em diferentes biomas, especialmente na caatinga. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a influência do armazenamento na tolerância das sementes de catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) à restrição hídrica, utilizando-se como agente osmótico o polietilenoglicol 6000 (PEG 6000). Sementes de catingueira foram armazenadas por 0, 3 e 6 meses em temperatura ambiente e acondicionadas em sacos de papel kraft, avaliando-se a influência dos diferentes potenciais osmóticos (0,0; -0,2; -0,4; -0,6; -0,8; -1,0 e -1,2 MPa) das soluções de PEG 6000 sobre a porcentagem de germinação (G%), no tempo médio de germinação (Tm), na velocidade média de germinação (Vm) e no índice de velocidade de germinação (IVG) das sementes. Observou-se que a interação entre o armazenamento e os tratamentos osmóticos influenciou significativamente as variáveis cinéticas de germinação avaliadas, exceto a Vm. Em todos os meses avaliados, a redução da água disponível no meio afetou no decréscimo da G%...

Biologia reprodutiva da "catingueira" (Caesalpinia pyramidalis Tul., Leguminosae-Caesalpinioideae), uma espécie endêmica da Caatinga

Leite,Ana Virgínia; Machado,Isabel Cristina
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
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47.3%
Leguminosae está representada na Caatinga por 293 espécies, das quais oito foram estudadas quanto à polinização e/ou sistema reprodutivo. Foram analisados a biologia floral, os polinizadores e o sistema reprodutivo de Caesalpinia pyramidalis Tul. Houve produção de 5,7 ± 0,9 óvulos/flor, 66,9 ± 47,8 flores e 2,1 ± 1,2 frutos por inflorescência e 2,88 ± 1,44 sementes/fruto. O volume de néctar foi cerca de 1,0 µL durante o primeiro dia da flor, 0,5 µL no segundo dia, não havendo produção no terceiro dia. C. pyramidalis é auto-incompatível, com tubos polínicos oriundos de autopolinização manual crescendo até o saco embrionário. Espécies de Xylocopa e Centris constituem importantes polinizadores de C. pyramidalis. Durante as visitas, as abelhas promovem principalmente geitonogamia, a qual favorece a perda de frutos e leva à baixa razão fruto/flor (0,03). Entretanto, a razão semente/óvulo relativamente elevada (0,50), demonstra maior investimento em sementes provenientes de polinizações cruzadas, reduzindo os efeitos da geitonogamia.

Alterações bioquímicas durante a embebição de sementes de catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.)

Dantas,Bárbara França; Correia,Joselina de Souza; Marinho,Lígia Borges; Aragão,Carlos Alberto
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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47.05%
A Caesalpinia pyramidalis Tul. é ima espécie nativa da catinga resistente à seca e de grande potencial econômico. A germinação das suas sementes compreende uma série de processos, que começa com a embebição de água e termina com a emergência da plântula através do tegumento. Iniciada a germinação das sementes, ocorre a ativação de enzimas hidrolíticas pré-existentes e a síntese denovo.de outras enzimas hidrolíticas que induzem a mobilização das reservas. Pouco se conhece sobre a velocidade de embebição e metabolismo germinativo desta espécie, portanto o objetivo deste trabalho foi obter a curva de embebição e avaliar as alterações bioquímicas que ocorrem nas sementes de catingueira durante a germinação. As sementes foram separadas em três repetições de 20 sementes para cada tempo de embebição, que foi de uma, duas e três horas e, posteriormente a cada três horas até 72h. As sementes foram colocadas em "gerbox", sobre duas camadas de papel embebido em 15mL de H2Od. Antes e após o tempo de embebição, as sementes foram pesadas. Em seguida, o material foi congelado para análise de açúcares solúveis totais (AST), açucares redutores (AR), amido, proteínas totais (PT), e as proteínas de reserva: globulinas...

Temperaturas e substratos na germinação de sementes de Caesalpinia pyramidalis tul

Lima,Cosmo Rufino de; Pacheco,Mauro Vasconcelos; Bruno,Riselane de Lucena Alcântara; Ferrari,Cibele dos Santos; Braga Júnior,Joel Martins; Bezerra,Amanda Kelly Dias
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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47.3%
A catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) é uma espécie florestal pertencente à família Caesalpiniaceae, considerada endêmica do bioma Caatinga. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da temperatura e do substrato na germinação de sementes de C. pyramidalis Tul. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, num arranjo fatorial 5 x 4, perfazendo 20 tratamentos, constituídos pelas combinações de cinco temperaturas (25, 30, 35, 20-30 e 20-35 ºC) e quatro substratos (areia, vermiculita, pó de coco e papel toalha), com quatro repetições de 25 sementes cada. Foram avaliadas as seguintes variáveis: germinação, primeira contagem da germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento e massa seca de plântulas. As temperaturas de 20-30 e 20-35 ºC e os substratos areia e vermiculita são condições adequadas para condução de testes de germinação em sementes de C. pyramidalis.

Qualidade fisiológica de sementes de caesalpinia pyramidalis tul: durante o armazenamento

Oliveira,Lucicléia Mendes de; Bruno,Riselane de Lucena Alcântara; Silva,Katiane da Rosa Gomes da; Alves,Edna Ursulino; Silva,Givanildo Zildo da; Andrade,Albericio Pereira de
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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47.34%
A catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) é uma espécie arbustiva de ampla dispersão no semiárido nordestino e endêmica do bioma caatinga. A irregularidade e má distribuição das chuvas na região comprometem a produção de sementes, a tal ponto que a maioria dos frutos apresenta sementes mal formadas ou inviáveis para a germinação. Dessa forma, o presente trabalho objetivou estudar o comportamento das sementes de Caesalpinia pyramidalis Tul., acondicionadas em diferentes embalagens e ambientes de armazenamento. Os frutos foram coletados em São João do Cariri-PB e levados para o Laboratório de Análise de Sementes da Universidade Federal da Paraíba onde foram beneficiados e, as sementes armazenadas em embalagens de plástico e de vidro, sendo mantidas nas seguintes condições: não controladas de laboratório (27 ± 3 ºC e 64 ± 20% UR); freezer (-18 ºC) e câmara seca (19 ± 5 ºC e 74 ± 20% UR) durante 225 dias. Inicialmente e a cada 45 dias as sementes foram submetidas à determinação do teor de água e às seguintes avaliações: primeira e segunda contagem de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento e massa seca das plântulas. Observou-se que a viabilidade e o teor de água das semente são mantidos em todos os ambientes e embalagens estudadas neste trabalho; o vigor das sementes quando analisado pelo teste de primeira contagem é melhor conservado quando as mesmas são acondicionadas em plástico nos ambientes de câmara seca e freezer até o período de 135 dias.

Anatomia e densidade básica da madeira de Caesalpinia pyramidalis Tul. (Fabaceae), espécie endêmica da caatinga do Nordeste do Brasil

Silva,Lazaro Benedito da; Santos,Francisco de Assis Ribeiro dos; Gasson,Peter; Cutler,David
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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57.43%
Este trabalho objetivou estudar a anatomia e a densidade básica da madeira de Caesalpinia pyramidalis utilizada pelas comunidades locais, ocorrente na caatinga de Pernambuco, nos municípios de Serra Talhada e Sertânia, assim como comparar a percentagem dos elementos do lenho no tronco e nos galhos, na própria árvore, a fim de estabelecer o potencial total do lenho para produção de energia. As amostras do lenho do tronco (DAP) e de ramos de seis árvores da espécie foram coletadas nos dois municípios acima citados, em 2002. As análises das amostras seguiram os métodos usualmente empregados em estudo de anatomia de madeiras. Pelos parâmetros anatômicos do lenho e a elevada densidade básica (>0,84 g/cm³), concluiu-se que Caesalpinia pyramidalis revela grande quantidade de celulose e lignina, portanto apresentou perspectivas seguras para produção de álcool combustível e carvão vegetal. Pode-se propor o uso do lenho do tronco e dos galhos como combustível, desde a fase jovem da madeira, pela grande concentração de fibras, menor concentração de vasos e menor quantidade de parênquima, nos espécimes dos dois municípios.

Antinociceptive and anti-inflammatory effects of Caesalpinia pyramidalis in rodents

Santos,Cliomar A.; Passos,Ailane M. P. R.; Andrade,Fernando C.; Camargo,Enilton A.; Estevam,Charles S.; Santos,Márcio R. V.; Thomazzi,Sara M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Farmacognosia Publicador: Sociedade Brasileira de Farmacognosia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 EN
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67.44%
Caesalpinia pyramidalis Tul., Fabaceae, is a plant with an anti-inflammatory activity that is used in folk medicine. To evaluate the mechanism of action of this plant, studies were performed on its antinociceptive and anti-inflammatory properties using an ethanol extract (EE) made from the inner bark. Oral treatment of mice with the EE (100, 200, and 400 mg/kg) decreased their acetic acid-induced abdominal writhes (p<0.001) and their formalin-induced paw licking in both the first and second phases (p<0.001). This treatment increased the reaction time of mice on the hot-plate test (400 mg/kg, p<0.05); however, it did not alter their performance on the Rotarod performance test. The carrageenan-induced paw edema in the rats and the leukocyte migration into the peritoneal cavity of the mice were also reduced by the EE given at a dose of 400 mg/kg (p<0.05). In addition, the EE (100-400 mg/kg, v.o.) did not alter the arterial pressure of non-anesthetized rats. In conclusion, the EE of C. pyramidalis shows antinociceptive and anti-inflammatory activities in rodents, supporting the usage of this plant to treat various inflammatory diseases for which it has traditionally been used.

Espécies arbóreas utilizadas para nidificação por abelhas sem ferrão na caatinga (Seridó, PB; João Câmara, RN)

Martins,Celso Feitosa; Laurino,Marilda Cortopassi; Koedam,Dirk; Fonseca,Vera Lúcia Imperatriz
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 PT
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47.64%
Foram feitas observações na caatinga, particularmente na região do Seridó (São José do Sabugi, PB) e em João Câmara, RN, com o objetivo de obter dados sobre as espécies vegetais utilizadas pelas espécies de abelhas sem ferrão (Meliponinae) para a construção de seus ninhos. As amostragens foram realizadas principalmente em ninhos transportados em seus troncos originais por meliponicultores da região. Cerca de 13% dos ninhos foram observados em árvores vivas no campo. Foram amostrados 227 ninhos, pertencentes a sete espécies de meliponíneos, nidificando em 12 espécies vegetais. Mais de 75% dos ninhos de meliponíneos foram observados nos ocos existentes em duas espécies de árvores: Caesalpinia pyramidalis (Caesalpiniaceae, 41,9% dos ninhos) e Commiphora leptophloeos (Burseraceae, 33,9%). Além disso, as cavidades dos troncos de Caesalpinia pyramidalis foram utilizadas pelas sete espécies de abelhas sem ferrão. A maior parte dos ninhos (N=130) foi de Melipona subnitida, dos quais 50,0% foram observados em Commiphora leptophloeos e 22,3% em Caesalpinia pyramidalis. Por outro lado, 92,3% (N=39) dos ninhos de Melipona asilvai foram observados em Caesalpinia pyramidalis. Desse modo, apesar de uma amostragem direcionada principalmente às espécies de interesse apícola...

Antimicrobial activity and bioautographic study of antistaphylococcal components from Caesalpinia pyramidalis Tull.

Saraiva,Antonio Marcos; Saraiva,Cristiane Lopes; Gonçalves,Admário Marques; Soares,Rogério Ribeiro; Mendes,Fabrício de Oliveira; Cordeiro,Risonildo Pereira; Xavier,Haroudo Satiro; Pisciottano,Maria Nelly Caetano
Fonte: Universidade de São Paulo, Faculdade de Ciências Farmacêuticas Publicador: Universidade de São Paulo, Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 EN
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67.72%
The antimicrobial activity of dry methanol and ethyl acetate extracts for the leaves, bark of the stem, peel of the root, flower, fruit and seed of Caesalpinia pyramidalis Tull. (catingueira) was performed against seventeen isolates of Staphylococcus aureus MRSA multiresistant strains, which included two isolates of S. aureus MSSA and two ATCC strains. The antimicrobial activity was tested by the agar diffusion method and the Minimum Inhibitory Concentration (MIC) was determined. The dry methanol extract of the root showed good antimicrobial activity with a MIC of less than 0.5 mg.mL-1. The dry ethyl acetate extracts exhibited lower antimicrobial activity, which might be explained by solubility problems and less diffusion in the agar medium. Results of the bioautographies also confirmed inhibition halos corresponding to the active substances present in the leaves, as well as in the flower of C. pyramidalis. The phytochemical study of the leaves, bark of the stem, peel of the root, flower and fruit of extracts from C. pyramidalis confirmed the presence of a number of known antimicrobial agents including ursolic acid, quercetin, catechin, ellagic acid, sitosterol, flavonoids, proanthocyanidins and gallic acid.

Biological Effect of Leaf Aqueous Extract of Caesalpinia pyramidalis in Goats Naturally Infected with Gastrointestinal Nematodes

Borges-dos-Santos, Roberto Robson; López, Jorge A.; Santos, Luciano C.; Zacharias, Farouk; David, Jorge Maurício; David, Juceni Pereira; Lima, Fernanda Washington de Mendonça
Fonte: Hindawi Publishing Corporation Publicador: Hindawi Publishing Corporation
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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47.05%
Forty-eight goats naturally infected with gastrointestinal nematodes were randomly divided into four groups (n = 12): negative control (G1) (untreated), positive control (G2) (treated with doramectin, 1 mL/50 Kg b.w.), and G3 and G4 treated with 2.5 and 5 mg/Kg b.w. of a leaf aqueous extract of Caesalpinia pyramidalis (CP). Fecal and blood samples were regularly collected for the evaluation of fecal egg count (FEC), hematological and immunological parameters to assess the anthelmintic activity. In treated animals with CP, there was noted a significant reduction of 54.6 and 71.2% in the mean FEC (P < 0.05). An increase in IgA levels was observed in G3 and G4 (P < 0.05), during the experimental period, suggesting that it was stimulated by the extract administration. In conclusion, the results showed that CP provoked a protective response in infected animals treated with them. This response could be partly explained by the CP chemical composition.

Crescimento inicial de plantas de catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) submetidas ao estresse salino.

LOPES, A. P.; LÚCIO, A. A.; SILVA, F. F. S. da; SILVA, P. P. da; DANTAS, B. F.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 2., 2007, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2007. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 2., 2007, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2007.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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67.34%
O experimento foi desenvolvido no Laboratório de Análises de Sementes da Embrapa Semi-Árido, Petrolina-PE, entre o período de novembro de 2006 a março de 2007, com objetivo de avaliar o efeito do estresse salino no crescimento de plântulas de catingueira (Caesalpinia pyramidalis Tul.). As sementes foram plantadas em vasos com solo salinizado com soluções de NaCl, de forma a obter as seguintes condutividades elétricas (CE) : 0 (controle), 2, 4, 6, 8, dS.m-1 As avaliações foram feitas semanalmente, sendo a qualidade fisiológica das sementes avaliada por meio da altura das plantas, diâmetro do colo, número de folhas e índice relativo de clorofila (IRC). A CE = 2 dS.m-1, com relação ao controle, proporcionou maior desenvolvimento das plântulas para altura e diâmetro do colo, bem como, número de folhas. Já a CE = 8 dS.m-1, induziu maior IRC em relação aos demais.; 2007

Processo germinativo de sementes de catingueira-verdadeira (Caesalpinia pyramidalis Tul.) em diferentes temperaturas.

SANTOS, R. S.; RAMOS, D. L. D.; SILVA, T. C. F. S.; MATIAS, J. R.; DANTAS, B. F.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 7.; JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACEPE/UNIVASF, 1., 2012, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2012. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 7.; JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACEPE/UNIVASF, 1., 2012, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; p. 367-372.
PT_BR
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67.34%
A catingueira-verdadeira (Caesalpinia pyramidalis Tul.), pertencente à família Leguminosae e subfamília Caesalpinoideae, é uma espécie nativa da Caatinga resistente à seca e com relevante potencial forrageiro, medicinal e econômico. Dentre as condições ambientais que afetam o processo germinativo e o desenvolvimento das plântulas, a temperatura é um dos fatores que tem influência significativa. Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de diferentes temperaturas na germinação da catingueira-verdadeira. As sementes foram tratadas com fungicida ? N-(trichloromethyltio) cyclohex-4-ene-1,2-dicarboximide ? e, em seguida, colocadas para germinar em diferentes temperaturas: 15 ºC, 20 ºC, 25 ºC, 30 ºC e 35 ºC. Foram distribuídas quatro repetições com 50 sementes para cada temperatura em papel germitest. A temperatura foi controlada em câmara tipo BOD com fotoperíodo de 12 horas. As avaliações foram realizadas em 2, 3, 4 e 5 dias após a semeadura. Foram avaliadas as variâncias de porcentagem de germinação, tempo médio, velocidade média, índice de velocidade da germinação, porcentagem de plântulas normais e peso de massa seca. Temperaturas baixas afetaram negativamente em todas as variáveis, mesmo que apresentando-se estatisticamente iguais às outras temperaturas. Na temperatura de 25 °C...

Estudo farmacognóstico e determinação da atividade biológica de Caesalpinia pyramidalis Tull. e Schinopsis brasiliensis Engl. frente a cepas de Staphylococcus aureus MRSA multirresistentes

Marcos Saraiva, Antonio; Nelly Caetano Pisciottano, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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67.34%
O aumento da resistência bacteriana aos antibióticos é uma ameaça à saúde da população mundial, aumentando as recorrências por doenças infecciosas, devido ao surgimento de bactérias multirresistentes que dificulta e onera o tratamento antimicrobiano. Um exemplo importante destes germes, é o S. aureus MRSA que no Brasil, como em outras partes do mundo, são os microorganismos frequentemente isolados, tendo sua maior prevalência a nível hospitalar, sendo também uma importante causa de infecções na comunidade. A ocorrência de S. aureus MRSA multirresistentes susceptíveis só a vancomicina, constitui um grave problema a resolver, ainda mais, com o surgimento recente de cepas de S. aureus com susceptibilidade intermediária e resistentes a vancomicina. Deste fato, é de fundamental importância, a pesquisa de compostos alternativos, principalmente a partir de plantas medicinais que constitui uma fonte inesgotável de novas moléculas. No presente trabalho, foram escolhidas duas plantas para estudar o perfil fitoquímico e antimicrobiano: Caesalpinia pyramidalis Tull. (Catingueira), das leguminosas e Schinopsis brasiliensis Engl. (Baraúna ou braúna), das anacardiáceas, ambas as famílias com representantes de reconhecida atividade biológica...

Estudo fitoquímico e avaliação da atividade antimicrobiana, antioxidante e citotóxica de Sapium glandulosum (L.) morong e Caesalpinia pyramidalis Tul. visando o desenvolvimento de um gel odontológico

Silva, Carlos Henrique Tabosa Pereira da; Amorim, Elba Lúcia Cavalcanti de (Orientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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47.44%
No Brasil, os recursos terapêuticos encontrados são bastante abundantes, porém ainda pouco explorados, em especial, em regiões como o Nordeste, para biomas como a Caatinga. Os objetivos deste trabalho foram determinar o perfil fitoquímico e avaliar a atividade biológica e antioxidante de Sapium glandulosum (L.) Morong e Caesalpinia pyramidalis, desenvolver farmacotecnicamente géis bucais, a partir do material mais promissor e avaliar a estabilidade destes produtos. As coletas das duas espécies foram realizadas no município de Caruaru/PE. Os conteúdos de fenóis totais e taninos foram determinados pelo método Folin-Ciocalteu e o conteúdo de flavonóides pelo método de complexação com cloreto de alumínio. A atividade antioxidante foi analisada pelo ensaio do DPPH e ensaio quelante do íon ferroso (FIC). A caracterização fitoquímica foi realizada por cromatografia em camada delgada. O método de difusão em ágar foi utilizado para determinar a atividade antimicrobiana dos extratos e em seguida determinada a Concentração Inibitória Mínima (CIM). A toxicidade seletiva foi avaliada frente às larvas de Artemia salina Leach e a atividade citotóxica frente às linhagens Hep-2 e NCI-H292 pelo método do MTT. O desenvolvimento farmacotécnico foi realizado através de um estudo quali-quantitativo na produção de géis bucais com diferentes polímeros...

Occurrence of biflavones in leaves of Caesalpinia pyramidalis specimens

Bahia,Marcus V.; David,Juceni P.; David,Jorge M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Química Publicador: Sociedade Brasileira de Química
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 EN
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67.44%
The chloroform partition of methanol extract of leaves of Caesalpinia pyramidalis was submitted to different chromatographic procedures which afforded besides agathisflavone and taxifolin, the minor biflavones loniflavone, amentoflavone, 5'- hydroxyamentoflavone and podocarpusflavone A. The structures of the compounds were established on the basis of NMR and MS data analysis. Besides, the content of biflavones of different specimens of C. pyramidalis, which are collected in different habitats of the Brazilian semi-arid region, was determinated by LC-APCI-MS analysis. These analysis demonstrated that only the specimens harvested in Bahia state showed collectively the presence of agathisflavone, amentoflavone, sequoiaflavone and podocarpusflavone A.

Biflavonoids and other phenolics from Caesalpinia pyramidalis (Fabaceae)

Bahia,Marcus V.; Santos,Jamile B. dos; David,Juceni P.; David,Jorge M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Química Publicador: Sociedade Brasileira de Química
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2005 EN
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67.44%
The chloroform extract of the leaves of Caesalpinia pyramidalis (Caesalpinioidea, Fabaceae) yielded the new biflavonoid named caesalflavone, as well as podocarpusflavone A, agathisflavone, apigenin and kaempferol. The chloroform extract of the trunk wood gave 4,4'-dihydroxy-2'-methoxychalcone, (-)-syringaresinol, and methyl gallate. Biflavonoids were not found in trunk wood. Until now, C. pyramidalis is the first species in the genus to present biflavonoids. The structural elucidation of the isolated compounds and their derivatives were based on MS, IR, UV, 1D and 2D NMR spectral analyses.

Antimicrobial activity and bioautographic study of antistaphylococcal components from Caesalpinia pyramidalis Tull.

Saraiva, Antonio Marcos; Saraiva, Cristiane Lopes; Gonçalves, Admário Marques; Soares, Rogério Ribeiro; Mendes, Fabrício de Oliveira; Cordeiro, Risonildo Pereira; Xavier, Haroudo Satiro; Pisciottano, Maria Nelly Caetano
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2012 ENG
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The antimicrobial activity of dry methanol and ethyl acetate extracts for the leaves, bark of the stem, peel of the root, flower, fruit and seed of Caesalpinia pyramidalis Tull. (catingueira) was performed against seventeen isolates of Staphylococcus aureus MRSA multiresistant strains, which included two isolates of S. aureus MSSA and two ATCC strains. The antimicrobial activity was tested by the agar diffusion method and the Minimum Inhibitory Concentration (MIC) was determined. The dry methanol extract of the root showed good antimicrobial activity with a MIC of less than 0.5 mg.mL-1. The dry ethyl acetate extracts exhibited lower antimicrobial activity, which might be explained by solubility problems and less diffusion in the agar medium. Results of the bioautographies also confirmed inhibition halos corresponding to the active substances present in the leaves, as well as in the flower of C. pyramidalis. The phytochemical study of the leaves, bark of the stem, peel of the root, flower and fruit of extracts from C. pyramidalis confirmed the presence of a number of known antimicrobial agents including ursolic acid, quercetin, catechin, ellagic acid, sitosterol, flavonoids, proanthocyanidins and gallic acid.; A determinação da atividade antimicrobiana dos extratos metanólicos e em acetato de etila da folha...