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Entre a magia da voz e a artesania da letra: o sagrado em Manoel de Barros e Mia Couto; The sacred elements as a significant source to help build identity: the sacred in Manoel de Barros e Mia Couto

Baseio, Maria Auxiliadora Fontana
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2007 PT
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Sabemos que a literatura assume contornos singulares nas franjas dos núcleos hegemônicos. Brasil e África são territórios marcados por uma profunda e complexa tensão entre elementos genuínos e elementos impostos pela colonização. Irmanar essas experiências fronteiriças é nossa tentativa neste tempo de mundialização. Esta tese analisa a dimensão do sagrado com base no estudo comparado de Manoel de Barros e Mia Couto. Compreendido como uma dimensão da existência, qualitativamente diferente da dimensão profana, embora nela manifestado, o sagrado participa do projeto estético e do projeto político dos dois autores, sendo elemento importante tanto para afirmar a identidade das duas culturas quanto para projetar um novo homem e uma nova forma de conhecimento para o século XXI. Tanto de maneira visível quanto camuflada, o sagrado compõe tanto a cultura tradicional quanto a moderna, revelando-se nas obras literárias dirigidas a adultos e a crianças. Por meio de suas fulgurações, tanto na poesia quanto na prosa, torna-se possível evidenciar raízes similares e marcas identitárias das duas culturas e das duas literaturas que compõem um macrossistema, no interior do qual nenhuma das literaturas afirma-se como paradigmática. A língua portuguesa é o instrumento com o qual Brasil e Moçambique fortalecem e irmanam suas experiências. Importa-nos...

Individualismo Holista: uma articulação crítica do pensamento político de Charles Taylor; Holistic individualism: a critival articulation of Charles Taylor's political thought

Gualda, Diego de Lima
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/11/2009 PT
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Charles Taylor é um dos principais e mais influentes filósofos contemporâneos. No campo da política, o debate liberal-comunitário é o tema em que suas contribuições são mais conhecidas. Entretanto, o estudo da reflexão política de Taylor tem sido parcial. No registro teórico do debate liberal-comunitário, sua assim chamada crítica comunitarista é, muitas vezes, tomada como uma resposta normativa a possíveis equívocos ou limitações dos ideais morais do liberalismo. A conclusão mais comum é que o pensamento tayloriano se contrapõe à tradição liberal, sendo por vezes identificado ora com o comunitarismo, ora com o republicanismo, ora com o multiculturalismo. A reflexão de Taylor, contudo, se ocupa de um outro registro, mais amplo: o desenvolvimento de concepções de identidade e de bem baseadas em argumentos que não são normativos, mas sim ontológicos. Nesse registro, o objetivo de sua obra não é questionar os ideais morais do liberalismo, mas reconfigurá-los num contexto ontológico específico, bem como ampliar o leque de bens moral e politicamente relevantes para as sociedades contemporâneas. O objetivo dessa dissertação é o de justamente explorar a estrutura conceitual do que poderíamos chamar de individualismo holista...

Caminhos e trilhas do comunitarismo cultural em José Luandino Vieira (Nosso Musseque) e José Ubaldo Ribeiro (Viva o povo brasileiro): uma identidade em (trans)formação; Ways and trails of cultural communitarism in José Luandino Vieira (Nosso Musseque) and João Ubaldo Ribeiro (Viva o povo brasileiro): identifies in (trans)formation

Conceição, Angela Cristina Antunes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/2011 PT
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Esta tese para o doutoramento em Letras, na área dos Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, investiga as questões relacionadas aos aspectos culturais, literários, transculturais e identitários presentes nas obras ficcionais: Nosso musseque (2003), do angolano José Luandino Vieira e Viva o povo brasileiro (1984), do brasileiro João Ubaldo Ribeiro, a partir da perspectiva do estudo comparativo da solidariedade das literaturas dos países de Língua Portuguesa. Analisa os principais processos determinantes da afirmação, (trans)formação e reconstrução da identidade nacional como: mestiçagem, hibridismo cultural e transculturação, como também identifica e compara a natureza do engajamento literário desses escritores. O presente estudo também busca evidenciar, nessas literaturas de Língua Portuguesa, as marcas identitárias construídas como autoafirmação das especificidades político-econômicas surgidas no século XX. Elas são a expressão poética de seus autores, pois pela importância que têm, representam um tempo, um espaço, um povo e também as culturas nelas reproduzidas. Tal investigação permite mostrar que as obras em estudo desempenham um papel relevante na representação da realidade sócio-histórica...

A democracia em Habermas : além do liberalismo e do comunitarismo

Trucco, Onelio Domingo Lucio
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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O comunitarismo de Michael Walzer e as interfaces com a educação

Godoy Junior, Valdy José
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Na pesquisa pedagógica, é comum que a articulação conferida entre filosofia e educação ocorra a partir de pressupostos conceituais amplos, aquilo que convencionou-se chamar de ideal de formação. Nesse sentido, caberia a outras áreas a responsabilidade de investigar temas afeitos à educação escolarizada, tais como o currículo ou avaliação. O objetivo da Tese é problematizar esse pressuposto trabalhando na ideia de uma filosofia que emerja da escola, de uma filosofia conectada. Para tanto, utiliza-se como sustentação teórica a filosofia comunitarista de Michael Walzer. O comunitarismo, enquanto filosofia política, opõe-se ao liberalismo filosófico, pois crê, em oposição a este, que a vida boa deve ser perspectivada em cada contexto específico e a partir da prática cotidiana dos indivíduos. No entanto, a filosofia comunitária não possui um corpo de doutrina unificado e para as pretensões do texto de articular escola e filosofia, utiliza-se a obra de Walzer e seus diversos conceitos no sentido de sustentar a ideia de uma boa escola alicerçada na cidadania democrática, participação e protagonismo das crianças e adolescentes. Defende-se que o comunitarismo de Walzer possui como paradigma o conceito de filosofia prática e nesse sentido todos os demais temas investigados pelo autor...

Liberalismo, comunitarismo e teoria do discurso: sobre as interpretações da justiça na democracia

Talaveras, Rafael Francisco Molina
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 128 f.
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Pós-graduação em Filosofia - FFC; O pressuposto básico que norteia esta pesquisa é a autocompreensão normativa das democracias contemporâneas que se baseiam na noção de justiça. Encontramos variadas interpretações tanto do lado dos liberais, como dos comunitaristas sobre a noção de justiça. Ambas as partes vinculam a concepção de justiça à acepção de liberdade. No primeiro capítulo, constatou-se que os liberais reconhecem uma significação moral às instituições políticas no sentido de sua única finalidade legítima que é assegurar a todos de uma sociedade uma máxima autonomia e igualdade. Portanto, o estado liberal deve ser neutro nas suas finalidades em relação a qualquer concepção de bem. No segundo capítulo, o foco da análise foi direcionado para os comunitaristas. Desacreditam que a liberdade do homem não lhe é naturalmente dada como creem os liberais: ela é conquistada e desenvolvida. Nessa corrente de interpretação, o homem só pode atingir sua liberdade autenticamente através de certos modos de vida. A articulação entre liberalismo e comunitarismo supõe variadas posições de dimensões éticas das sociedades democráticas modernas. Os liberais tendem a valorizar a liberdade e os direitos individuais: as diferenças. Enquanto os comunitaristas tendem a sustentar a homogeneização voltada para poderosas formas de união comunitária. No terceiro e último capítulo desta pesquisa...

Aristóteles e o sentido político da comunidade ante o liberalismo

Ramos,Cesar Augusto
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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O caráter comunitário da filosofia de Aristóteles resulta das diversas formas de análise da política que o filósofo apresenta na articulação dos seguintes aspectos: a tese de que o ser humano é um animal político; o modo como esta é realizada na comunidade política, na qual o logos se manifesta como atividade discursiva compartilhada; o cultivo de determinadas virtudes ético-políticas presentes na convivência humana, sobretudo, a amizade; a autossuficiência do cidadão e o seu vínculo com a autarquia da comunidade política. A retomada de um moderno conceito de comunidade, na tentativa de reatualizar os princípios gerais do comunitarismo aristotélico, pode ser compatível com determinadas teses liberais, sobretudo a questão da liberdade (autonomia) individual e o fato do pluralismo ético e político nas sociedades modernas.

Las funciones de la toleranci en la resocialización política de lá ciudadanía

Fondevila,Gustavo
Fonte: Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 ES
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Este trabajo analiza críticamente la caracterización del comunitarismo (Michael Walzer y Amitai Etzioni) respecto de los problemas de desintegración social de las sociedades post-industriales (diagnóstico social) y las categorías propuestas (tolerancia, solidaridad y resocialización moral) para solucionar dichos problemas y sus consecuencias (apatía ciudadana, desinterés por los asuntos públicos, falta de compromiso social, criminalidad, vandalismo, etc.) El análisis se centra en el carácter funcional que asume el modelo de integración social comunitarista y en los problemas que presentan los fundamentos de ese modelo (solidaridad y tolerancia).

Amitai Etzioni e o paradigma comunitarista: da sociologia das organizações ao comunitarismo responsivo

Schmidt,João Pedro
Fonte: CEDEC Publicador: CEDEC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Amitai Etzioni, principal expoente do comunitarismo responsivo norte-americano, desenvolve uma teoria sistemática em torno do princípio de que as comunidades são indispensáveis à boa sociedade, a qual se caracteriza pelo equilíbrio Estado-comunidade-mercado, donde deriva uma orientação inovadora às políticas públicas, marcada pela sinergia entre as três esferas. O texto apresenta as linhas gerais do percurso intelectual do autor, dos escritos iniciais sobre a sociologia das organizações às obras em que expõe o paradigma sociopolítico, cujos principais conceitos e temas são detalhados.

Ação afirmativa, comunitarismo e multiculturalismo: relações necessárias ou contingentes?

Campos,Luiz Augusto; Feres Júnior,João
Fonte: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS Publicador: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2014 PT
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Tanto no debate público como na literatura acadêmica brasileira, as ações afirmativas raciais costumam ser vistas como políticas de promoção da diferença cultural. Contudo, essa associação entre ação afirmativa e teorias multiculturalistas ou comunitaristas está longe de ser automática. Este artigo pretende evidenciar que os teóricos do multiculturalismo e do comunitarismo mantêm uma relação ambígua com as ações afirmativas raciais, mormente com aquelas implantadas no ensino superior. Discutimos o tratamento dado ao tema por autores-chave da teoria da teoria política e teoria da justiça. A despeito de marcadas discordâncias quanto ao valor da ação afirmativa entre autores e correntes, todos parecem concordar com a ideia de que ações afirmativas raciais são políticas essencialmente assimilacionistas, e não diferencialistas como pretendem publicistas e cientistas sociais brasileiros. Em suma, ao interpretar erroneamente a teoria e prática da ação afirmativa, autores e publicistas contribuem para distorcer o debate público sobre esse tema hoje tão importante.

A psicologia comunitária nas Américas: o individualismo, o comunitarismo e a exclusão do político

Prado,Marco Aurélio Máximo
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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Este texto apresenta um denominador comum entre a Psicologia Comunitária na América do Norte e na América Latina, entendido a partir do fim do espaço do político. Neste sentido, a partir da filosofia política, pretende-se uma análise crítica das duas posições (individualista e comunitarista) na Psicologia Comunitária, explicitando a importância do político no debate contemporâneo de uma Psicologia comprometida com a extensão dos valores democráticos.

O debate cosmopolitismo x comunitarismo sobre direitos humanos e a esquizofrenia das relações internacionais

Braga,Leonardo Carvalho
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 PT
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A consideração do Estado Nacional como o ator privilegiado nas Relações Internacionais a partir da criação do Sistema de Westphalia apresenta uma esquizofrenia congênita. Os princípios clássicos das Relações Internacionais - autodeterminação dos povos e não-intervenção - sugerem, por um lado, um direito de cada Estado se autodeterminar soberanamente e, por outro, um direito dos Estados de não sofrerem intervenção dos outros Estados. O primeiro direito possui uma natureza mais excludente; o segundo, mais includente. Só o próprio Estado garante a sua autodeterminação e, assim, exclui os outros; ao passo que a não-intervenção depende de todos os Estados a respeitarem - isso inclui os outros. O debate acerca dos direitos humanos nas Relações Internacionais segue a mesma lógica. Cosmopolitas defendem uma inclusão; comunitaristas, uma exclusão. São direitos que se excluem e fazem das Relações Internacionais algo esquizofrênico. Rawls tenta resolver este dilema com o seu "Direito dos Povos", mas fracassa. A proposta talvez então seja pensar Relações Internacionais por outro viés, a partir do pós-modernismo, pelo qual pensamos a satisfação de demandas globais humanas que ultrapassam as fronteiras criadas em Westphalia por outra conformação política que não o Estado Nacional.

O debate entre comunitaristas e cosmopolitas e as teorias de Relações Internacionais: Rawls como uma via média

Guimarães,Feliciano de Sá
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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O artigo revisa as principais abordagens de comunitaristas e cosmopolitas acerca da justiça distributiva internacional no intuito de problematizá-las dentro das teorias contemporâneas de Relações Internacionais, notadamente do construtivismo e do racionalismo (institucionalismo). Além disso, o trabalho pretende reclassificar a proposta de Rawls para a arena internacional em meio a tal debate. Acredita-se que a obra O direito dos povos (RAWLS, 2004), embora geralmente caracterizada como cosmopolita e em certa medida racionalista, guarde semelhanças importantes com algumas noções do comunitarismo e do construtivismo.

"La querelle des femmes" no final do século XX

SCOTT,JOAN W.
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
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O texto analisa o debate feminista sobre a representação política das mulheres a partir das lutas feministas pela paridade na década de 90 na França. Mostra como francesas/es e norte-americanas/os percebem de forma estereotipada posições teóricas e práticas feministas de ambos os países, e usam estes estereótipos como argumentos pró ou contra a luta pela paridade. Comparando o debate contemporâneo com debates históricos que remontam ao início da República na França, em torno da exclusão das mulheres da representação política, a autora centra seu olhar sobre duas grandes correntes, a do movimento pela paridade e a de seus diferentes críticos -- entre eles, um grupo significativo de teóricas/os feministas contemporâneas/os (algumas/ns identificadas/os com a esquerda e outras/os com pensamento liberal) -- mostrando como ambas utilizam-se de argumentos que remetem a oposições como "igualdade/diferença", "comunitarismo/universalidade"

O supremo tribunal federal e a cidadania à luz da influência comunitarista

Ximenes,Julia Maurmann
Fonte: Fundação Getúlio Vargas, Escola de Direito Publicador: Fundação Getúlio Vargas, Escola de Direito
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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A constituição de 1988 atribuiu ao supremo um desenho institucional que reflete uma valorização do texto constitucional e uma tentativa de aproximação do exercício da cidadania na linha de uma democracia participativa, à luz da teoria filosófica-política do comunitarismo. Contudo, é possível perceber elementos que acarretaram uma crise de identidade no exercício das atividades do supremo. Essa crise de identidade se intensifica com o instituto do amicus curiae questionando o papel como tribunal constitucional propriamente dito.

A possibilidade da diferen??a: o indiv??duo e a pessoa e a sociedade e a comunidade

Massa??, Guilherme Camargo
Fonte: Revista Eletr??nica Direito e Pol??tica Publicador: Revista Eletr??nica Direito e Pol??tica
Tipo: Artigo de Revista Científica
OTHER
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O texto tem como escopo diferenciar determinadas dinamicas do ser humano, para possibilitar uma vis??o mais ampla dos vi??ses discursivos entre o liberalismo e o comunitarismo. O foco do texto parte do Individuum (homem) para a delimita????o dinamica do individuo, da pessoa, da sociedade, da comunidade.

El agenciamiento de la creatividad social en los planes sectoriales de educación una mirada comunitaria y situada

Manrique Correa, Gloria Catalina
Fonte: Facultad de Ciencias Políticas y Relaciones Internacionales Publicador: Facultad de Ciencias Políticas y Relaciones Internacionales
Tipo: masterThesis; Trabajo de Grado Maestría Formato: application/pdf
SPA
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El presente trabajo de grado desarrolla el concepto de agenciamiento de la creatividad social en los planes sectoriales de educación en una amplia riqueza interdisciplinaria a partir de cinco horizontes de sentido : agenciamiento, creatividad social, naturaleza de la política social, política educativa y diseño, los cuales se sintetizan teóricamente para dar origen a un conjunto de categorías e indicadores que proponen un objeto de estudio al servicio de la tradición política. Con este trabajo, se espera responder a las preguntas ¿qué es el agenciamiento de la creatividad social? ¿Cómo es este agenciamiento en los documentos de tres planes sectoriales de educación en tres administraciones de la Alcaldía Mayor de Bogotá? ¿Y para qué se propone este agenciamiento en la política social?. Los enfoques que se privilegian son el Comunitarismo Liberal y la construcción situada de conocimientos que caracteriza los procesos dialógicos para la definición de problemas públicos que pueden elevarse a derechos sociales y en los que la educación es un eje transversal a toda política social para aprender sobre el sentido de la vida en común, deliberar democráticamente y conducir a madurez política. Así, el agenciamiento de la creatividad social es un tejido de imbricadas relaciones entre diferentes complejidades del sistema social y los discursos políticos| en él...

Análisis comparado entre comunitarismo y Estado Comunitario en el discurso político de Álvaro Uribe Vélez durante su primer período presidencial 2002-2006

Rodríguez Carrera, Roberto José
Fonte: Facultad de Ciencia Política y Gobierno Publicador: Facultad de Ciencia Política y Gobierno
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 20/10/2009 SPA
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La presente monografía hace un análisis comparado entre la teoría comunitarista del reconocido sociólogo alemán Amitai Etzioni y el Estado Comunitario del presidente colombiano Álvaro Uribe Vélez en su discurso político durante su primer período presidencial 2002-2006. Este trabajo pretende determinar hasta qué punto las propuestas políticas de los gobiernos colombianos se basan en teorías políticas contemporáneas en la elaboración de sus proyectos y en qué medida el Estado Comunitario consolida o no el Estado Social de Derecho en Colombia.; This paper makes a comparative analysis between the communitarian theory of the renowned german sociologist Amitai Etzioni and the Communitarian State of Colombian President Álvaro Uribe Vélez in his political speech during his first presidential term 2002-2006. This paper seeks to demonstrate to what extent the political proposals of the Colombian governments are based on contemporary political theories in developing their projects and to what extent the Communitarian State consolidates or not the Social State of Law in Colombia.

IDENTIDADE MODERNA – PERSPECTIVAS DO COMUNITARISMO

Friedrich, Tatyana Scheila
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 10/01/2007 POR
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O comunitarismo surge com o objetivo de proceder, a partir da idéia de eticidade concreta, à reconstrução histórica da noção de “tradição cultural”. Aparece em contraposição ao liberalismo da filosofia política, do racionalismo universalista, da filosofia analítica, do emotivismo ético e, por fim, como crítica da modernidade. Os seres são comunitários e seus momentos de reação refletem isso. A construção da identidade moderna, da noção de si mesmo, decorre da tradição. Os conceitos universais, na verdade, não têm tal amplitude universalista porque partem sempre de uma tradição. Noções da relação interno-externo são levadas em consideração, conforme a opinião da cada autor comunitarista, expostos na versão do presente trabalho.

Comunitarismo, sociedade civil e a reforma da educação na era FHC (1995-2002)Communitarianism, civil society and the education reforms in Brazil during the Fernando Henrique Cardoso government (1995-2002)

Silva, Sidney Reinaldo da; Pansardi, Marcos Vinicius
Fonte: ETD - Educação Temática Digital Publicador: ETD - Educação Temática Digital
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; bibliográfica Formato: application/pdf
Publicado em 14/11/2008 POR
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Este artigo discute a relação entre as reformas da educação e a concepção de sociedde civil na era FHC, a partir de uma crítica ao comunitarismo. Apontamos que a concepção de formação humana pressuposta nas reformas do período em questão, voltada para a aprendizagem do trade off econômico e moral (ajudar os pobres como forma de compensar os benefícios recebidos pela sociedade, como o emprego, bolsas de estudos) coaduna-se com o neoliberalismo e com o reforço da histórica cisão “moral” da sociedade brasileira. Palavras-chave Comunitarismo; Valores liberais; Reforma educacional; Governo brasileiro Abstract This paper argues the relationship between education reforms and the civil society conception in Brazil during the Fernando Henrique Cardoso government (1995-2002). We analizes the communitarian people moral formation conception of such reforms showing how it harmonises with the neoliberal values like the exigence of the apprenticeship of the economic and moral trade-off: the market rationality. But such a trend does not help the brazilian people eliminate his historical moral cision grounded on deep economic inequalities conected with an “imoral” social subornination even for liberal values. Keywords Communitarianism; Liberal values; Education reform; Brazilian government