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Tratamento transureteroscópico do cálculo ureteral com HOLMIUM: YAG laser; Transureteroscopic treatment of ureteral stones with the Holmium:YAG laser

Sauer, Herbert
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/04/2004 PT
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56.89%
Objetivo: O Holmium:YAG laser é o método de litotripsia intracorpórea para cálculos urinários mais recentemente introduzido em nosso meio. O objetivo deste estudo é analisar a eficácia e as complicações imediatas do tratamento de pacientes com cálculos ureterais com essa fonte de energia. Casuística e Métodos: Foram tratados 16 pacientes, nove homens e sete mulheres, portadores de cálculos ureterais sintomáticos, maiores ou iguais a 6 mm, ou com evolução superior a 30 dias. A média de idade foi 42 anos (6- 68 anos). Quatro cálculos estavam localizados no ureter superior, seis no ureter médio e seis no ureter inferior. A técnica empregada foi a de vaporização do cálculo com Holmium:YAG laser, através de ureteroscopia. Utilizou-se exclusivamente ureteroscópio semi-rígido de 7 Fr. Resultados: A taxa de sucesso obtida foi de 87,5%, sem diferença estatisticamente significativa em relação ao relatado na literatura. Todos os cálculos foram fragmentados. Os dois insucessos da série ocorreram com cálculos localizados em ureter superior, em que fragmentos foram deslocados para o rim. As complicações observadas foram três perfurações ureterais e dois casos de febre. Conclusão: O Holmium:YAG laser é eficaz no tratamento endoscópico do cálculo ureteral. Medidas destinadas a prevenir a migração retrógrada do cálculo ou de seus fragmentos devem ser tomadas...

Ocorrência de cálculo renal e/ou ureteral em gatos com doença renal crônica atendidos no Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo; Nephrolithiasis and/or ureterolithiasis occurrence in cats with chronic kidney disease attended at the Veterinary Hospital of the University of São Paulo

Pimenta, Marcela Malvini
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/07/2013 PT
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46.71%
Mais do que uma realidade na clínica de felinos, os cálculos renais em gatos tornaram-se motivo de grande preocupação para a especialidade. Em contraste aos cálculos de estruvita encontrados frequentemente na vesícula urinária, os cálculos de oxalato de cálcio (CaOx), localizados em rins e ou ureteres passaram a compor um novo perfil da urolitíase. Foi realizado um estudo clínico transversal com 96 gatos com o objetivo de determinar a ocorrência de cálculos de origem renal (nefrolitíase e ureterolitíase) em gatos portadores de DRC e uma possível associação entre essas duas doenças. Destes pacientes, 24 foram excluídos por não atenderem os critérios necessários para classificação entre os grupos. Assim, 72 gatos portadores de DRC foram divididos em dois grupos, DRC com evidências de nefrolitíase e ou ureterolitíase (n=47), e DRC sem evidências de nefrolitíase e ou ureterolitíase (n=25). Os grupos mostraram homogeneidade em relação à classificação da DRC segundo os estágios propostos pela IRIS - International Renal Interest Society (p= 0,5613), como também em relação à idade (p=0,274). Contudo, os gatos classificados no estágio II da DRC foram os mais representados em ambos os grupos. Apesar disso...

A litotripsia extracorpórea no tratamento de cálculos urinários em crianças

Duarte,Ricardo J.; Mitre,Anuar I.; Dénes,Francisco T.; Giron,Amilcar M.; Koch,Vera; Arap,Sami
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2002 PT
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26.28%
Objetivo: cálculos urinários atingem de 5 a 10% da população em alguma fase da vida. Destes casos, somente 2 a 3% são crianças. O tratamento da litíase urinária na faixa pediátrica, com o uso de métodos minimamente invasivos, representa uma alternativa cada vez mais atraente. O presente trabalho objetiva apresentar resultados de litotripsia extracorpórea como tratamento minimamente invasivo de litíase urinária na infância. Métodos: no período de setembro de 1991 a setembro de 2000, foram tratadas e acompanhadas 87 crianças, sendo que seis delas tinham dois cálculos; portanto foram tratados 93 cálculos urinários. Foi utilizado o equipamento de litotripsia extracorpórea por ondas de choque, da Dornier-Philips. Resultados: os cálculos piélicos, caliciais superiores e médios foram fragmentados e eliminados na porcentagem de 87,7% e 77,8%, respectivamente. Os cálculos localizados no cálice inferior foram eliminados em 64,7%. Dos três casos de cálculo coraliforme, somente um ficou livre do cálculo (33,3%). Os dez pacientes com cálculo ureteral ficaram livres de litíase (100%). Os cálculos vesicais foram tratados e eliminados em 60% dos casos. Conclusão: a litotripsia extracorpórea demonstrou ser uma forma eficiente de tratamento de cálculos piélicos...

Avaliação da concordância interobservador na análise da tomografia computadorizada sem contraste no diagnóstico da urolitíase em pacientes com cólica renal aguda

Souza,Luís Ronan Marquez Ferreira de; Faintuch,Salomão; Bekhor,Daniel; Tiferes,Dario Ariel; Goldman,Suzan Menasce; Szejnfeld,Jacob
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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26.57%
OBJETIVO: Avaliar a reprodutibilidade da tomografia computadorizada sem contraste na avaliação da litíase ureteral e os sinais secundários de obstrução do sistema coletor em pacientes com cólica renal aguda. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo prospectivo de 52 pacientes com diagnóstico clínico de cólica renal aguda submetidos a exame de tomografia computadorizada de abdome sem contraste. Os exames foram realizados com técnica helicoidal e posteriormente analisados por três observadores independentes, com a concordância interobservador avaliada pelo método estatístico kappa (kapa). Foram analisados os parâmetros: a) presença, localização e mensuração dos cálculos ureterais; b) dilatação do sistema coletor intra-renal; c) heterogeneidade da gordura perirrenal; d) dilatação ureteral; e) edema da parede ureteral (sinal do halo). RESULTADOS: Foram encontrados 40 cálculos ureterais na tomografia computadorizada (77%). A concordância interobservador para a identificação do cálculo ureteral e da dilatação ureteral foi quase perfeita (kapa = 0,89 e kapa = 0,87, respectivamente), substancial para dilatação do sistema coletor intra-renal (kapa = 0,77) e moderada para heterogeneidade da gordura perirrenal e para edema da parede ureteral (kapa = 0...

O emprego do cateter duplo J diminui as complicações na ureterolitotomia retroperitoneoscópica

Cavalli,Alexandre Cavalheiro; Tambara Filho,Renato; Slongo,Luiz Edison; Cavalli,Rafael Cavalheiro; Rocha,Luiz Carlos de Almeida
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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36.42%
OBJETIVO: Avaliar os resultados da ureterolitotomia retroperitoneoscópica no tratamento do cálculo ureteral e a necessidade do cateter duplo J para reduzir complicações relacionadas ao procedimento. MÉTODOS: Estudo retrospectivo comparativo de 47 pacientes operados pela técnica de ureterolitotomia retroperitoneoscópica, dos quais 31 foram selecionados e divididos em dois grupos: Grupo 1, cujos pacientes não receberam cateter duplo J, e Grupo 2, que foram submetidos ao implante de cateter duplo J transoperatório. Foram coletados dados de urografia excretora pré e pós-operatória, tempo cirúrgico, analgesia pós-operatória, tempo de internação e retirada do dreno. RESULTADOS: Os grupos foram semelhantes quando comparados na idade e sexo, grau de dilatação do trato urinário, posição e tamanho médio do cálculo (Grupo 1= 15,5 ± 6,6mm; Grupo 2= 16,3 ± 6,1mm). O tempo operatório também não teve diferença significativa (Grupo 1= 130 ± 40,3min; Grupo 2= 136,3 ± 49,3min). O Grupo 1 apresentou seis pacientes (37,5 %) com complicações precoces (quatro casos de fístula urinária) e tardias (um caso de estenose de ureter, um caso de exclusão funcional do rim operado), enquanto o Grupo 2 não teve complicações...

Estudo da ocorrência de litíase renal e ureteral em gatos com doença renal crônica

Pimenta,Marcela Malvini; Reche-Júnior,Archivaldo; Freitas,Mariana F.; Kogika,Márcia Mery; Hagiwara,Mitika Kuribayashi
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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26.42%
Investigou-se a ocorrência de nefrolitíase e/ou ureterolitíase em 72 gatos portadores de doença renal crônica (DRC), classificados predominantemente no estágio II, segundo os critérios designados pela IRIS - International Renal Interest Society. Destes pacientes, 47 (65,27%) apresentaram litíase renal e ou ureteral. Não houve diferença estatística entre o grupo de estudo (DRC com cálculo) e o grupo controle (DRC sem cálculo) em relação à idade (p=0,274). Apesar disso, os pacientes portadores de nefrolitíase e/ou ureterolitíase apresentaram maiores indícios de lesão renal, caracterizados por diferenças estatisticamente relevantes da densidade urinária (p=0,013) e pelo menor tamanho dos rins direito (p=0,009) e esquerdo (p=0,048). Encontrou-se similaridade entre os grupos em relação a outros parâmetros, tais como as concentrações plasmáticas de cálcio total, cálcio ionizado, fósforo, sódio, potássio e paratormônio intacto (PTHi). Os valores das concentrações séricas de ureia e bicarbonato diferiram entre os grupos, com valores de p=0,039 e p=0,037, respectivamente. Além disso, foi mensurada a pressão arterial, que se manteve inalterada na comparação entre o grupo de estudo e o grupo controle. Os resultados obtidos reforçam a necessidade de acompanhamento ultrassonográfico de todos os pacientes portadores de DRC...

Estudo do emprego do cateter ureteral de duplo J na ureterolitotomia retroperitoneoscópica

Cavalli, Alexandre Cavalheiro
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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36.68%
Resumo: Introdução: O tratamento do cálculo ureteral ainda representa um desafio. Apesar da alta tecnologia disponível, alguns pacientes necessitam de abordagem cirúrgica aberta. Mais recentemente, o emprego da laparoscopia demonstra uma tendência a substituir a cirurgia aberta e apresenta menor morbidade para o paciente. Objetivo: Este estudo objetivou avaliar a ureterolitotomia retroperitoneoscópica para o tratamento do cálculo ureteral e a necessidade do uso ou não do cateter duplo J para reduzir as complicações relacionadas ao procedimento. Casuística e Método: Trata-se de estudo retrospectivo comparativo o qual foram avaliados 47 pacientes operados pela técnica de ureterolitotomia laparoscópica retroperitoneal, dos quais 31 foram selecionados e dividos em 2 grupos: o GRUPO 1, cujos pacientes não receberam cateter duplo J, e o GRUPO 2, cujos paciente foram submetidos ao implante de cateter duplo J trans-operatório. Foram coletados dados de creatinina, urografia excretora pré e pós-operatória, monitorização trans-operatória (oximetria, capnografia, pressão arterial), tempo cirúrgico, analgesia pós-operatória, tempo de internação e retirada do dreno. Resultados: Os resultados mostraram grupos semelhantes estatisticamente quando comparados em relação à idade e sexo...

Urolitíase no alotransplante renal

Cologna, Adauto José; Martins, Antonio Carlos Pereira; Suaid, Haylton Jorge; Tucci Júnior, Silvio; Reis, Rodolfo Borges dos; Paschoal, Ricardo Mesquita; Domingos, André Luis Alonso; Silva-Lima, Lucy Vieira da
Fonte: Acta Cirurgica Brasileira Publicador: Acta Cirurgica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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26.51%
OBJETIVO: A litíase urinária é uma complicação incomum no alotransplante renal, a incidência varia de 0,02 a 3,4%. A maioria dos cálculos forma-se após o transplante, porém alguns podem ser transferidos junto com o enxerto para o hospedeiro. O tratamento desta complicação está baseado em alguns casos descritos na literatura. O objetivo deste trabalho é o de relatar a incidência da litíase renal no paciente com transplante renal, assim como a conduta adotada no HCFMRPUSP. MÉTODOS: Foram analisados 953 pacientes submetidos a transplante renal no HCFMRPUSP, de fevereiro 1968 a maio de 2003. A idade média foi de 47,2 anos (35 a 63 anos). Em 09 pacientes, o rim foi proveniente de doador cadáver e apenas 01 doador vivo. RESULTADOS:Foram diagnosticados 10 casos de litíase (1,05%). Em 02 pacientes (20%) o cálculo foi diagnosticado no intraoperatório, em 01 (10%) no peri-operatório (5º. dia), os 07 restantes (70%) no pós-operatório tardio. Em 04 pacientes (57%) não havia sintomatologia específica, 02 (29%) apresentaram ITU, em 03 (43%) ocorreu elevação da creatinina sérica. De 8 pacientes com litíase no pós-operatorio, em 06 os cálculos estavam localizados no rim e 02 no ureter. Dos pacientes com cálculos renais...

Definição do nível da junção ureterovesical pela tomografia computadorizada

Freire Filho,Edison de Oliveira; Leão,Alberto Ribeiro de Souza; Capobianco,Júlia; Szejnfeld,Jacob; D'Ippolito,Giuseppe
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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26.54%
OBJETIVO: Definir o nível da implantação ureteral na bexiga através da tomografia computadorizada. MATERIAIS E MÉTODOS: Através de tomografia computadorizada da pelve com contraste endovenoso de 46 pacientes (31 homens e 15 mulheres) com idade entre 18 e 45 anos, com pelo menos um dos ureteres contrastado pelo contraste excretado, medimos as distâncias do meato ureteral até o teto acetabular e a borda superior da sínfise púbica, além do volume da bexiga. Utilizamos o teste t de Student para avaliar se houve diferenças estatísticas entre grupos. RESULTADOS: O nível da implantação ureteral na bexiga foi, em média, 10,6 ± 8,1 mm abaixo do teto acetabular e, em média, 29,7 ± 9,5 mm acima da borda superior da sínfise púbica. Nos pacientes com volume de repleção vesical menor que 200 ml e maior ou igual a 200 ml os níveis da implantação ureteral na bexiga foram, em média, 11,6 ± 7,3 mm e 10,2 ± 8,4 mm abaixo do teto acetabular (p = 0,61) e, em média, 28,3 ± 7,3 mm e 30,3 ± 10,2 mm acima da borda superior da sínfise púbica (p = 0,52), respectivamente, e nos pacientes do sexo masculino e feminino foram, em média, 11,8 ± 8,0 mm e 8,3 ± 8,0 mm abaixo do teto acetabular (p = 0...

¿Qué factores inciden en la hospitalización de pacientes con cálculos ureterales menores a 10 mm en Fundación Santa Fe?

Chaux Rodriguez, Vivian Ibeth
Fonte: Facultad de Medicina Publicador: Facultad de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2012 SPA
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46.76%
Debido a que el 12% de la población tendrá un cálculo en uréter hacia la mitad de su vida y a que las tasas de recurrencia en los que ya lo presentan son del 50% es necesario estudiar esta patología para aproximarse a un manejo adecuado en el servicio de urgencias. La literatura identifica un conjunto de factores que pueden contribuir a un cambio en el manejo médico. Objetivo: El objetivo de este estudio fue determinar los factores demográficos y clínicos asociados a manejo hospitalario en los pacientes con diagnóstico de cálculo ureteral menor de 10 mm. Métodos: Se diseñó un estudio de casos y controles no emparejados. Un caso fue definido como un paciente de 18 o más años con diagnóstico de urolitiasis con cálculo menor a 10 mm realizado por urotac que consultó (por primera vez para ese episodio) al servicio de urgencias de la Fundación Santa Fe de Bogotá entre el 1 de marzo de 2007 y 30 de abril de 2012. Se indagaron factores como edad, sexo, tamaño y localización del cálculo, respuesta a los analgésicos, evidencia de obstrucción e infección urinaria, además de otros antecedentes medicamentosos y clínicos. Se utilizó regresión logística no condicional bivariada y multivariada para evaluar la asociación entre tipo de manejo (hospitalario o ambulatorio) y las variables recolectadas...

Resultados de la litotricia extracorpórea utilizando el litotritor MODULITH SLX-MX (STORZ) para el tratamiento de la litiasis ureteral

Labrada,María Victoria; Larrea,Enrique; Castillo,Mariano; Borrero,Luis; Valdéz,Alicia; Portal,Jorge; Manzanet,Yanet; García,Dunesky; Hidalgo,Tania
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 ES
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36.45%
INTRODUCCIÓN. La litiasis del uréter constituye una gran preocupación para los médicos debido a que frecuentemente ocasiona una uropatía obstructiva y el deterioro progresivo de la función renal ipsolateral, estado patológico de alta prevalencia, por lo que los hospitales con frecuencia no pueden dar solución quirúrgica con la celeridad necesaria. El objetivo de esta investigación fue conocer los resultados de la litotricia extracorpórea por ondas de choque (LEC) con el litotritor MODULITH SLX-MX (STORZ) para el tratamiento de la litiasis ureteral. MÉTODOS. Se incluyeron 598 pacientes con litiasis radiopaca del uréter, atendidos en el Hospital «Hermanos Ameijeiras» entre enero de 2007 y diciembre de 2008. Se conformaron 4 grupos según la localización del cálculo: en la unión pieloureteral (UPU) (96), uréter lumbar (UL) (263), iliaco (UI) (40), pelviano (UP) (199) y se analizó su relación con la superficie litiásica, sesiones de tratamiento, maniobras complementarias previas a la litotricia, aplicación de procedimientos auxiliares posteriores, resolución definitiva por otra técnica quirúrgica y eficacia terapéutica. La colimación se realizó por fluoroscopia. RESULTADOS. El mayor número de cálculos se localizó en el uréter lumbar...

Stone ConeTM: Un dispositivo que previene la migración de litiasis ureteral durante la litotricia intracorpórea

Rodríguez García,Nuria; Fernández González,Inmaculada; Pascual Mateo,Carlos; Chiva Robles,Vicente; Luján Galán,Marcos; Llanes González,Luis; Berenguer Sánchez,Antonio
Fonte: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa) Publicador: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2005 SPA
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26.51%
OBJETIVO: La migración proximal de fragmentos durante la litroticia ureteroscópica es una problema común influenciado por la presión del suero de irrigación, el tipo de energía litotriptora utilizada, el lugar y grado de impactación del cálculo en el uréter así como el grado de dilatación ureteral proximal. El Stone ConeTM (Boston Scientific, Spencer) es un dispositivo que ayuda a prevenir la migración proximal de los fragmentos y favorece una extracción segura de éstos durante la litroticia ureteroscópica. MÉTODO: El Stone ConeTM es un dispositivo helicoidal hecho de una aleación de acero inoxidable y nitinol, que está formado por un alambre guía interno y un catéter a modo de vaina de características radiopacas con un calibre de 3 Fr. El cono, una vez alojado cranealmente al cálculo tiene como finalidad mantenerlo en esa posición durante la litotricia y evitar la migración de fragmentos. El catéter externo sirve para desenrollar y enderezar el cono, así como constituye el acceso para alojar el cono por encima del cálculo. Se describen dos casos de litiasis alojadas en uréter lumbar izquierdos, que fueron tratados con ureteroscopia y litroticia intracorpórea con láser Holmium-YAG, usándose el Stone ConeTM para evitar la migración de restos litiásicos. RESULTADOS: Al mes de la cirugía no se observan restos litiásicos en las pruebas de imagen realizadas. CONCLUSIONES: El uso del Stone ConeTM supone un descenso en la necesidad de practicar repetidas manipulaciones ureterales...

Factores predictivos para la expulsión de la litiasis ureteral

Sáenz Medina,J.; Alarcón Parra,R.O.; Redondo González,E.; Llanes González,L.; Crespo Martínez,L.; Fernández Montarroso,L.; Durán Poveda,M.; Páez Borda,A.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2010 SPA
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36.45%
El tratamiento médico, la litotricia y la ureteroscopia son opciones terapéuticas para el tratamiento de la litiasis ureteral. La ureteroscopia y la litotricia son altamente resolutivas, si bien no están exentas de riesgos quirúrgicos y anestésicos. El tratamiento médico expulsivo es menos efectivo pero carece de esos riesgos. La selección de enfermos para el tratamiento médico debe ser cuidadosa, atendiendo a factores como el tamaño, la composición y la localización de la litiasis. Objetivos: Analizar retrospectivamente el papel de las características litiásicas y de la medicación (alfabloqueantes, antiinflamatorios no esteroideos [AINE] o la combinación de ambos) como factores predictivos de la expulsión de cálculos ureterales. Material y métodos: Para el estudio se encontraron disponibles 278 litiasis ureterales correspondientes a 260 enfermos. La variable principal del estudio fue el «resultado clínico» (expulsión o persistencia de la litiasis). Se analizaron la influencia de la localización, el tamaño, la composición y la medicación administrada (alfabloqueantes, AINE o la combinación de ambos) con el test de la chi cuadrado. A continuación, se llevó a cabo un análisis multivariante con un modelo de regresión logística para estudiar la influencia de cada una de las variables en presencia del resto de las covariables. Resultados: Se produjo la expulsión del 34...

Ureterolitotomía laparoscópica con incisión única transumbilical

Almeida,G.L.; Lima,N.G.; Schmitt,C.S.; Kaouk,J.H.; Teloken,C.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2011 SPA
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26.63%
Introducción: La cirugía laparoendoscópica por puerto único (LESS) con incisión transumbilical empleando instrumental laparoscópico convencional es una alternativa atractiva para la realización de ureterolitotomía de cálculo ureteral con tratamiento endourológico fallido. Materiales y métodos: Una mujer de 29 años se presenta con dolor crónico en la zona lumbar derecha y un cálculo impactado de 1,2cm, localizado en el punto de transición del uréter abdominal al pélvico. Una ureteroscopia semirrígida no consigue fragmentar la piedra y no se dispone de litotricia por ondas de choque. Se inserta catéter ureteral doble J anteriormente a la intervención. Realizamos una ureterolitotomía laparoscópica con incisión única transumbilical. Se insertan tres trócares convencionales en una incisión umbilical semicircular, se desprende el colon derecho y se identifica el úreter. Se extrae el cálculo y la incisión ureteral se cierra con suturas intracorporales. Resultados: Se completa con éxito la ureterolitotomía con todos los pasos operatorios realizados transumbilicalmente. La duración de la intervención fue de 180 minutos. No se empleó ningún instrumento articulado o arqueado. La pérdida de sangre estimada fue de menos de 50ml. No hubo ninguna complicación interoperatoria o postoperatoria relacionada con la incisión. La estancia en el hospital fue de 24 horas y se observó un aspecto sin cicatriz el día 15 postoperatorio. Conclusión: La ureterolitotomía laparoscópica con incisión única transumbilical es viable y segura. Este abordaje ofrece ventajas cosméticas inherentes y pocas molestias postoperatorias. Se requiere de experiencia adicional e investigación continuada.

Rotura yatrógena de uréter secundaria a litotricia extracorpórea por ondas de choque

Rodríguez Alonso,A.; Suárez Pascual,G.; González Blanco,A.; Bonelli Martín,C.; Lorenzo Franco,J.; Cuerpo Pérez,M.Á.; Used Aznar,Mª.M.; Álvarez Fernández,J.C.; Nieto García,J.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2004 SPA
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26.42%
La litotricia extracorpórea por ondas de choque es el tratamiento de elección de la mayoría de los cálculos urinarios, estimándose que sólo en el 5% de los casos es necesario recurrir a técnicas de cirugía abierta. Las complicaciones derivadas de esta técnica son, en la mayoría de los casos, leves, transitorias y con escasa repercusión clínica, observándose sólo en casos aislados lesiones urológicas o extraurológicas de gravedad. Dichas complicaciones se producen bien por la propia acción del cálculo o sus fragmentos, o bien por la acción de las ondas de choque. Presentamos un caso de rotura ureteral secundaria al tratamiento de un cálculo ureteral mediante litotricia extracorpórea por ondas de choque, que derivó en un absceso retroperitoneal periureteral, y fue tratado mediante nefroureterectomía.

Ureterolitotomia laparoscópica de un cálculo de uréter iliaco olvidado durante más de ocho años

Fariña Pérez,L.A.; Pesqueira Santiago,D.; Meijide Rico,F.; Zungri Telo,E.R.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2006 SPA
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36.62%
Introducción: La ureterolitotomía laparoscópica ha surgido recientemente como una nueva opción de tratamiento de los cálculos ureterales de tamaño, dureza o impactación particularmente grandes. Mostramos una indicación de ureterolitotomia laparoscópica para resolver un caso de litiasis olvidada y gravemente obstructiva. Paciente y técnica: Un varón de 64 años fue tratado mediante litotricia extracorpórea de un cálculo de uréter distal derecho, y se le encontró simultáneamente un cálculo impactado en uréter iliaco izquierdo, en la confluencia de una duplicidad ureteral incompleta, cuyo tratamiento prefirió posponer. Ocho años después, el mismo cálculo causaba una masiva dilatación, con mala función del pielón superior y función conservada en el pielón inferior de ese riñón. En dos intentos de ureteroscopia retrógrada resultó imposible alcanzar el cálculo. Se realizó ureterolitotomía laparoscópica transperitoneal, con un catéter doble J en posición y con tres accesos de 10 mm. Se identificó el uréter muy dilatado y mediante una ureterotomía en V, se movilizó y extrajo el cálculo. Se dejó intubado el uréter y se cerró la ureterotomía con puntos intracorpóreos. La estancia postoperatoria fue muy corta y la recuperación funcional se consideró satisfactoria. Discusión: Si las opciones de tratamiento habitual (litotricia extracorpórea y ureteroscopia con litotricia intracorpórea) han fracasado...

Calcificación gigante en extremo distal de stent ureteral

Arrabal Polo,Miguel Ángel; Nogueras Ocaña,Mercedes; Arrabal Martín,Miguel; Merino Salas,Sergio; Miján Ortiz,José Luis; Zuluaga Gómez,Armando
Fonte: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa) Publicador: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2010 SPA
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36.54%
Objetivo: Las indicaciones más habituales para la colocación de un stent ureteral son nefrolitiasis obstructivas, cirugía nefroureteral, oncología urológica, endourología, compresión ureteral extrínseca y como apoyo previo al tratamiento con LEOC. Métodos: Presentamos un caso de un varón de 77 años de edad con catéter ureteral DJ colocado durante 8 meses y con antecedentes personales de nefrolitiasis que presenta calcificación de 60 mm x 30 mm de extremo distal del mismo. Resultados: Se realizó cistolitotomía abierta y extracción del stent que solventó el cuadro. La composición del cálculo fue fosfato amónico magnésico con trazas de urato amónico y fosfato cálcico. Conclusión: En muchas ocasiones la persistencia prolongada de dicho stent, junto con antecedentes de nefrolitiasis e infección urinaria predispone a la calcificación y encrustamiento de dicho catéter ureteral, siendo necesarias técnicas de endourología, litotricia extracorpórea o cirugía abierta para la resolución de dichos cuadros.

Dispositivos antimigración durante la litotricia endoscópica con láser de holmium: YAG

Garrido Abad,Pablo; Fernández González,Inmaculada; Coloma Del Peso,Almudena; Jiménez Gálvez,Milagros; Herranz Fernández,Luis Miguel; Mora Durban,Miguel; Bocardo Fajardo,Gloria; Serrano Pascual,Álvaro; Herrero Torres,Lorenzo; Pereira Sanz,Ignacio
Fonte: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa) Publicador: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/11/2008 SPA
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Objetivo: La patología litiásica continúa siendo muy prevalente en nuestro medio. Existen múltiples enfoques y tratamientos para resolverla dentro de la urología actual. En los últimos tiempos, las técnicas endourológicas han sufrido un espectacular avance que ha permitido aumentar su tasa de éxito, disminuyendo también de forma importante su comorbilidad. Sin embargo, a pesar de todas estas mejoras, nos encontramos aún con una serie de complicaciones que pueden reducir el éxito del procedimiento. Entre todas ellas, destacamos la retropulsión de la litiasis que ocurre durante la litofragmentación endoscópica, ya que aparece en un número importante de procedimientos y, no solo ocasiona un descenso del rango de "stone free", sino que además conlleva un alargamiento del tiempo quirúrgico y, en ocasiones, hará necesario el empleo de procedimientos adicionales que aumentarán el coste y la morbilidad del tratamiento. Para reducir la incidencia de esta retropulsión se han empleado maniobras clásicas: antitrendelenburg, disminución de la intensidad de flujo de irrigación, modificación de los parámetros del láser o balones neumáticos. Actualmente disponemos de otros mecanismos más eficaces para combatirla, entre ellos: dispositivos que ocluyen la luz ureteral y cestillas/fórceps de nitinol. La selección adecuada del dispositivo de extracción del cálculo puede ser decisiva para completar con éxito...

Fungus ball pieloureteral en pacientes con litiasis urinaria: Tratamiento con ureterorrenoscopia

Burgués Gasión,J.P.; Alapont Alacreu,J.M.; Oliver Amorós,F.; Benedicto Redón,A.; Boronat Tormo,F.; Jiménez Cruz,J.F.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2003 SPA
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INTRODUCCIÓN: C. albicans es el hongo que con mayor frecuencia produce infecciones oportunistas del tracto urinario. Cuando las hifas se aglutinan alrededor de un núcleo de tejido necrótico (necrosis papilar), hebras mucosas, restos de suturas quirúrgicas y/o material litiásico, se forma una pelota fúngica que puede obstruir cualquier tramo del tracto urinario. CASOS CLÍNICOS: Presentamos dos pacientes formadores crónicos de cálculos que en ausencia de otros factores de riesgo para las infecciones fúngicas oportunistas, desarrollan fungus balls en el tracto urinario superior dilatado por una litiasis ureteral obstructiva. La paciente 1 tuvo afectación bilateral y en ningún momento hubo manifestaciones sistémicas. El tratamiento consistió en ureterorrenoscopia con extracción de las bolas fúngicas, derivación bilateral y anfotericina B sistémica y en irrigaciones tópicas. El paciente 2, en el contexto de una sepsis candidiásica, se trató con anfotericina B sistémica, desobstrucción mediante ureterorrenoscopia con extracción de un cálculo ureteral y de pelotas fúngicas, y colocación de catéter JJ y nefrostomía con irrigaciones de anfotericina B. DISCUSIÓN: La litiasis urinaria constituye por sí sola un factor de riesgo para la infección fúngica del tracto urinario superior...

Tratamiento laparoscópico de la ureterolitiasis: nuestra experiencia

Borges Matias,Danilo; Gonçalves Alvim,Ricardo; Ribas,Mateus; Pierote de Oliveira,Bruno; Torres Chaves,Otto H.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2009 SPA
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Objetivo: Analizar detalles técnicos y resultados del tratamiento laparoscópico de la ureterolitiasis. Pacientes y Métodos: En el periodo de Enero de 2005 a Agosto de 2008, han sido realizadas 22 ureterolitotomías laparoscópicas (UL) en nuestro servicio; dos (9%) han sido por acceso retroperitoneal y 20 (91%) por acceso transperitoneal. La media de tamaño del cálculo fue de 15 mm, variando de 8 a 23 mm, y los cálculos estaban en uréter proximal en 18 pacientes (81,8%), uréter mediano en 4 pacientes (18,2%) y ninguno en uréter distal. La mayoría de los cálculos eran obstructivos había más que dos meses. Ocho pacientes han sido sometidos a sesiones previas de litotricia extracorpórea por ondas de choque y 2 a litotricia extracorpórea con ureterolitotricia en el intento de tratamiento de los cálculos. Doce pacientes han tenido ureterolitotomía laparoscópica como indicativo primario de tratamiento. Resultados: La ureterolitotomía laparoscópica alcanzó suceso en 20 pacientes (90,9%), siendo que ocurrieron fallas al inicio de nuestra experiencia. La media de tiempo operatorio fue de 145 minutos, variando de 70 a 240. Fue utilizado catéter doble j en 03 casos, siendo 02 en el preoperatorio y 01 en el postoperatorio. La sutura ureteral ha sido realizada con hilo absorbible 4.0...