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Análise dos lipídios biliares no cálculo e na bile em portadores brasileiros de litíase biliar; Analysis of gallstones and biliar lipids in gallbladder disease of Brazilians patients

Souza, Miriam Karine de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2010 PT
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57.1%
INTRODUÇÃO: A litíase biliar é uma doença do trato digestivo que apresenta prevalência variada em diferentes grupos étnicos e que gera altos gastos aos sistemas de saúde. A possibilidade de aplicação de tratamento não invasivo medicamentoso está direcionada a presença de cálculo de colesterol o que leva a necessidade de identificar corretamente os pacientes que podem beneficiar-se com o tratamento. No Brasil estima-se uma prevalência da doença em 9,3% da população em geral. Porém, ainda não há estudos que demonstrem a composição de cálculo de colesterol e pigmentos nos pacientes, bem como não há estudos de análise dos lipídios biliares e sua relação com os mecanismos fisiopatológicos da doença. Nossos objetivos foram analisar a composição do cálculo e da bile e compará-la com fatores pré-dispositivos da doença como tempo de nucleação e hiper saturação de colesterol em pacientes brasileiros. MÉTODOS: Foram analisadas 72 amostras de bile vesicular e cálculo biliar de pacientes com litíase biliar submetidos a procedimento cirúrgico laparoscópico em diferentes hospitais da grande São Paulo. Quatorze amostras de bile vesicular de pacientes que foram submetidos à laparoscopia por problemas gastrointestinais...

Hipomotilidade da vesícula biliar em pacientes colectomizados por retocolite ulcerativa inespecífica; Hipomotilidade da vesícula biliar em pacientes colectomizados por retocolite ulcerativa inespecífica

Damião, Aderson Omar Mourão Cintra
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/11/1995 PT
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36.67%
Pacientes com retocolite ulcerativa inespecífica,quando submetidos à colectomia, apresentam aumento na freqüência de cálculos vesiculares de colesterol. A hipomotilidade da vesícula biliar tem sido apontada como um importante fator na formação dos cálculos vesiculares de colesterol, ao lado da supersaturação biliar de colesterol e da nucleação dos cristais de colesterol (fatores nucleantes e antinucleantes). A estase vesicular aumenta o tempo de reabsorção de água pela mucosa da vesícula biliar com conseqüente superconcentração dos solutos, além de gerar o tempo necessário para a nucleação do colesterol, retenção e fusão dos cristais e,finalmente,formação dos cálculos. Embora a composição biliar já tenha sido estudada em pacientes colectornizados, não há informações sobre o comportamento da motilidade da vesícula biliar em pacientes com retocolite ulcerativa inespecífica com e sem colectomia. No presente trabalho,o esvaziamento vesicular foi estudado através do método ultra-sonográfico e após ingestão de dieta líqüida gordurosa em indivíduos controles (n=40), pacientes com retocolite ulcerativa inespecífica sem (n=30) e com colectomia (n =20). Como o esvaziamento gástrico pode interferir no vesicular...

Síndrome de Bouveret. Entidade Rara e de Elevada Mortalidade

Nabais, C; Salústio, R; Paredes, B; Valente de Sousa; Porto, E; Cardoso, C; Fradique, AC
Fonte: Serviço de Cirurgia 1 do Hospital de S. José, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Publicador: Serviço de Cirurgia 1 do Hospital de S. José, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE
Tipo: Outros
Publicado em //2012 POR
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26.68%
O íleus biliar representa 1 a 4% das obstruções intestinais mecânicas, podendo no entanto ser responsável até 25% dos casos, em faixas etárias superiores. O mecanismo não iatrogénico subjacente à migração do cálculo é a formação de uma fístula bilio-entérica. Em menos de 10% dos doentes com íleus biliar, a localização do cálculo impactado é o duodeno ou piloro, o que resulta numa obstrução ao esvaziamento gástrico e conhecido por síndrome de Bouveret. Apresentamos um caso de uma doente de 86 anos admitida no hospital por quadro clínico de oclusão intestinal alta com instabilidade hemodinâmica. Após estabilização, esta foi submetida a exames complementares de diagnóstico que revelaram presença de cálculo biliar a nível do bulbo duodenal e fístula colecisto-duodenal. Foi abordada cirurgicamente com realização de gastrolitotomia. No primeiro dia de pós-operatório, como intercorrência a doente exteriorizou a sonda naso-gástrica e em consequência apresentou um episódio de vómito com aspiração. Faleceu no quarto dia de pós-operatório por pneumonia de aspiração. Este caso pretende mostrar a importância da inclusão desta entidade no diagnóstico diferencial de uma obstrução ao esvaziamento gástrico...

Síndrome de Bouveret. Entidade Rara e de Elevada Mortalidade

Nabais, C; Salústio, R; Paredes, B; Valente de Sousa; Porto, E; Cardoso, C; Fradique, AC
Fonte: Serviço de Cirurgia 1 do Hospital de S. José, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Publicador: Serviço de Cirurgia 1 do Hospital de S. José, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE
Tipo: Outros
Publicado em //2012 POR
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26.68%
O íleus biliar representa 1 a 4% das obstruções intestinais mecânicas, podendo no entanto ser responsável até 25% dos casos, em faixas etárias superiores. O mecanismo não iatrogénico subjacente à migração do cálculo é a formação de uma fístula bilio-entérica. Em menos de 10% dos doentes com íleus biliar, a localização do cálculo impactado é o duodeno ou piloro, o que resulta numa obstrução ao esvaziamento gástrico e conhecido por síndrome de Bouveret. Apresentamos um caso de uma doente de 86 anos admitida no hospital por quadro clínico de oclusão intestinal alta com instabilidade hemodinâmica. Após estabilização, esta foi submetida a exames complementares de diagnóstico que revelaram presença de cálculo biliar a nível do bulbo duodenal e fístula colecisto-duodenal. Foi abordada cirurgicamente com realização de gastrolitotomia. No primeiro dia de pós-operatório, como intercorrência a doente exteriorizou a sonda naso-gástrica e em consequência apresentou um episódio de vómito com aspiração. Faleceu no quarto dia de pós-operatório por pneumonia de aspiração. Este caso pretende mostrar a importância da inclusão desta entidade no diagnóstico diferencial de uma obstrução ao esvaziamento gástrico...

Microcristais biliares na pancreatite aguda idiopática: indício para etiologia biliar oculta subjacente

CHEBLI,Júlio Maria Fonseca; FERRARI Jr.,Ângelo Paulo; SILVA,Maria Regina Regis; BORGES,Durval Rosa; ATALLAH,Álvaro Nagib; NEVES,Manoel Martins das
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 PT
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46.69%
As principais causas de inflamação pancreática no mundo são a litíase biliar e o alcoolismo crônico. Admite-se que 10 a 30% das pancreatites agudas sejam idiopáticas. Sugere-se que parte destas são causadas por microlitíase ou barro biliar, identificados pela presença de microcristais no sedimento biliar. Neste estudo, realizou-se análise microscópica da bile obtida por colangiopancreatografia endoscópica, em pacientes com pancreatite aguda idiopática, pancreatite aguda biliar e pancreatite crônica alcoólica - 20 em cada grupo. Pacientes com pancreatite aguda idiopática e microcristais na bile foram submetidos a colecistectomia. Naqueles inaptos à cirurgia efetuou-se esfincterotomia endoscópica ou tratamento com ácido ursodesoxicólico. Pacientes com pancreatite aguda idiopática sem cristais não receberam tratamento específico. A prevalência de microcristais biliares em pacientes com pancreatite aguda idiopática (75%) e pancreatite aguda biliar (90%) foi significativamente maior que naqueles com pancreatite crônica alcoólica (15%). A detecção de microcristais apresentou sensibilidade de 90%, especificidade de 85%, valor preditivo positivo de 85,7%, valor preditivo negativo de 89,4% e acurácia de 87,5% em identificar pancreatite de origem biliar. Nos pacientes com pancreatite aguda idiopática recurrente...

Tratamento laparoscópico de coledocolitíase

MACHADO,Marcel Autran C.; ROCHA,Julio Rafael Mariano da; HERMAN,Paulo; MONTAGNINI,André Luís; MACHADO,Marcel Cerqueira Cesar
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2000 PT
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26.72%
Paciente com história de 18 meses de emagrecimento e icterícia foi encaminhado ao Serviço de Cirurgia Abdominal do Hospital do Câncer, São Paulo, SP., com hipótese diagnóstica de câncer de cabeça de pâncreas. Exames laboratoriais mostraram elevação de bilirrubinas e de enzimas canaliculares. Ultra-sonografia abdominal revelou dilatação de via biliar intra e extra-hepática. Tomografia computadorizada mostrou árvore biliar dilatada com presença de cálculo de cerca de 3 cm em colédoco distal. O paciente foi submetido a colecistectomia com coledocotomia, retirada do cálculo e anastomose colédoco-duodenal por laparoscopia. Evoluiu sem intercorrências, recebendo alta no sexto dia de pós-operatório. Conclui-se que o tratamento laparoscópico da coledocolitíase é factível em alguns pacientes, especialmente naqueles com dilatação de via biliar. A retirada de cálculos deve ser seguida de procedimento de drenagem da via biliar com dreno de Kehr. Em alguns pacientes com colédoco cronicamente dilatado, como o do presente caso, a anastomose colédoco-duodenal é o procedimento de escolha.

Tipo, número e tamanho de cálculos da vesícula biliar: estudo prospectivo de 300 casos de colelitíase

Coelho,Júlio Cezar Uili; Vianna,Rodrigo; Aranha,Ayrton; Sobreiro,Bernardo Passos; Borges,Alessandra M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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37.07%
O nosso objetivo é determinar prospectivamente o número, tamanho e tipo de cálculos da vesícula biliar de trezentos pacientes consecutivos submetidos à colecistectomia. O tipo de cálculo foi correlacionado com o sexo e idade dos pacientes, o tamanho e o número de cálculos e a presença de colecistite aguda e de displasia da vesícula biliar. Cálculo de colesterol foi encontrado em 262 pacientes (87,3%), pigmentar negro em 33 (11 %) e pigmentar marrom em cinco (1,7%). Todos os tipos de cálculos foram mais comuns no sexo feminino e aumentaram com a idade. O cálculo de colesterol foi mais comum em todas as faixas etárias. O número de cálculos variou de um a 465, sendo que a metade dos pacientes apresentou menos do que cinco cálculos. Cálculo único foi encontrado em 65 dos 262 pacientes (24,8%) com cálculo de colesterol, em um dos cinco pacientes (20%) com cálculo pigmentar marrom e em nenhum paciente com cálculo pigmentar negro. A incidência de colecistite aguda foi similar para os três tipos de cálculos. Não houve diferença na incidência de displasia da vesícula biliar em relação ao número, tipo e tamanho de cálculo. Conclui-se deste estudo que os cálculos de colesterol são os mais comuns da vesícula biliar...

Cálculo biliar "perdido": um novo problema para o ginecologista na abordagem do abdome agudo?

Menegoci,José Carlos; Alcoléa Filho,Edson; Gutierres,Álvaro Augusto Germano
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1999 PT
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46.47%
Os autores relatam o caso de uma paciente com 35 anos de idade, submetida à colecistectomia videolaparoscópica há 1 ano e que apresentou quadro sugestivo de salpingite aguda com abscesso. Durante a laparotomia notou-se um abscesso que era limitado anteriormente pelo peritônio parietal e músculo reto anterior direito do abdome, e posteriormente pelo corno uterino e pelo ligamento redondo à direita. Neste abscesso havia estrutura a seguir identificada como cálculo biliar. São discutidos os aspectos relacionados à patogenia, tratamento e prevenção desta complicação que vem sendo relatada com freqüência em virtude do maior uso da cirurgia laparoscópica.

Prevalência e fisiopatologia da litíase biliar em pacientes submetidos a transplante de órgãos

Coelho,Júlio Cesar Uili; Contieri,Fabiana Loss de; Matias,Jorge Eduardo Fouto; Parolin,Mônica Beatriz; Godoy,Jose Luiz de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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56.79%
INTRODUÇÃO: O objetivo do presente estudo é apresentar revisão da prevalência e dos principais mecanismos fisiopatológicos que levam a formação da litíase biliar em pacientes submetidos a transplante de órgãos. MÉTODOS: Revisão da literatura abrangendo 29 publicações obtidas das bases Medline/Pubmed, Scielo e Lilacs com cruzamento dos unitermos "transplante, transplante renal, transplante hepático, cálculo biliar, colecistite.". Vários estudos que utilizaram a ultrassonografia demonstraram aumento na prevalência da litíase biliar em pacientes submetidos a transplante de órgãos. A taxa de formação de cálculos novos após o transplante variou de 10 a 55% e a total (cálculos formados antes e após o transplante) de 17 a 68%. Tanto o ganho como a perda de peso rápida, que podem ocorrer após o transplante, predispõem à formação de cálculos biliares. O uso do imunossupressor ciclosporina é considerado como o principal fator que aumenta a incidência de litíase biliar após o transplante. CONCLUSÃO: A prevalência de litíase biliar é maior nos pacientes submetidos a transplante de órgãos do que na população geral. As principais alterações que ocorrem no paciente transplantado que predispõem a formação dos cálculos são as alterações do peso corporal...

Alterações morfológicas e função motora da vesícula biliar na esquistossomose mansônica

Célia Barbosa Lins Aroucha, Dayse; Lúcia Coutinho Domingues, Ana (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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36.63%
Com o objetivo de estudar as características ultrassonográficas da vesícula biliar na esquistossomose mansônica e sua função motora foram avaliados 29 pacientes portadores de esquistossomose, 5 na forma hepatointestinal e 24 hepatoesplênicos, e 29 individuos sadios, sem esquistossomose. Procurou-se verificar a ocorrência de alterações do volume e da fração de ejeção da vesícula biliar e relacioná-las com o grau de fibrose hepática a intensidade da fibrose perivesicular, e os sinais ultrassonográficos de hipertensão porta, comparando-se os resultados nos três grupos estudados. A ultrassonografia foi realizada seguindo protocolos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde, protocolos do Cairo e Niamey, que definem o grau e padrão da fibrose hepática, os aspectos ultrassonográficos da hipertensão porta e as alterações da parede vesicular. O volume da vesícula biliar foi avaliado em jejum e apõs 30 e 60 minutos de uma refeição gordurosa padronizada segundo Damião et al, 1997, a fim de calcular a fração de ejeção. Para o cálculo do volume utilizou-se a fórmula: volume = comprimento longitudinal x transversal x anteroposterior x 0,52. Foi encontrada correlação significativa entre a espessura da parede vesicular avaliada por meio da ultrassonografia com as formas clínicas da esquistossomose. Observou-se também relação estatisticamente significativa entre a espessura da parede vesicular com o grau de fibrose hepática...

Estudio de Prefactibilidad para el desarrollo de un dispositivo para contrastar e identificar endoscópicamente la via biliar

Biotech Innovations S. A.; FELIPE EDUARDO ACEITUNO ACEITUNO
Fonte: Corporação de Fomento da Produção Publicador: Corporação de Fomento da Produção
Tipo: proyecto
Publicado em 23/07/2012
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26.72%
La colelitiasis (presencia de cálculos en la vesícula biliar) es una enfermedad de gran prevalencia en Chile como en el resto del mundo. La prevalencia de colelitiasis en Chile es una de las mas altas a nivel mundial llegando hasta en un 50% en mujeres sobre los 40 años. El tratamiento estándar y aceptado de la colelitiasis es la extracción de la vesícula con sus cálculos por la vía laparoscópica. Esta cirugía esta indicada ya que una de las complicaciones de los cálculos a nivel vesicular es la posibilidad de que estos cálculos migren de este órgano y obstruyan la vía que permite la salida de la bilis al intestino (vía biliar o colédoco) siendo esta enfermedad de gran riesgo por los potenciales complicaciones que puede acarrear para el paciente si no es manejado de una manera adecuada. La migración de estos cálculos es lo que se conoce como colédocolitiasis enfermedad que condiciona otras enfermedades muy graves como es la infección de la vía biliar (colangitis) o la inflamación del páncreas (pancreatitis) ambas enfermedades asociadas a riesgo de mortalidad. Estudios demuestran que hasta en un 8-10% de los pacientes que presentan cálculos en la vesícula presenta en forma concomitante colédocolitiasis. De lo anterior se desprende que en un país como el nuestro con prevalencia tan elevadas de colelitiasis la coledocolitiasis es un problema relevante. En Chile la principal causa de pancreatitis es la relacionada con la presencia de colédocolitiasis. La detección de la migración de los cálculos a la vía biliar se puede realizar de varias maneras. Un escenario clínico habitual es realizar el hallazgo durante la cirugía es decir durante la realización de una colecistectomía laparoscópica. Si hay sospechas de coledocolitiasis durante la cirugía se debe realizar una radiografía que muestre los cálculos (colangiografía o radiografía con contraste de la vía biliar) y esto se hace introduciendo un pequeño tubo (cánula) a la vía biliar por el cual se inyecta medio de contraste lo que permite evidenciar bajo rayos X la presencia de cálculos. Si el hallazgo es positivo surgen varias alternativas para proceder a su resolución. La alternativa clásica es convertir la cirugía laparoscópica a cirugía abierta realizando una gran incisión a la pared abdominal y sacando en forma directa los cálculos abriendo la vía biliar. Esta solución aunque efectiva condiciona una estancia hospitalaria alargada y molestias para el paciente ya que es más dolorosa con mayores complicaciones y se debe dejar un drenaje hacia el exterior por la pared abdominal por semanas (sonda T). La alternativa menos invasiva y que genera más beneficios para el paciente es retirar los cálculos por dentro del intestino con un endoscopio no requiriendo realizar una gran incisión de la pared abdominal en el paciente. Esto se logra con lo que se denomina una colangiopancreatografía endoscópica retrograda (CPRE o ERCP en sus siglas en ingles). Este procedimiento se puede hacer durante la cirugía o después de esta. La ventaja de realizarla asociada a la cirugía es que se puede marcar la vía biliar con una guía avanzada por vía laparoscópica y con esto se reducen las complicaciones de la CPRE ya que la identificación de la vía biliar es certera y rápida. El problema con la CPRE es que es un procedimiento sofisticado y se debe tener montada una gran coordinación logística para realizarlo en conjunto con el procedimiento quirúrgico. Se requiere contar con un endoscopista altamente calificado (que en la actualidad en Chile y a nivel mundial son pocos debido a la alta formación y entrenamiento que necesitan) un asistente de endoscopía entrenado la torre de endoscopía un endoscopio especial (duodenoscopio) y todos los insumos específicos. Sumado a esto esta el hecho que el requerimiento de este procedimiento es solo en el caso eventual que se encuentren cálculos en la vía biliar por lo cual todo el recurso descrito previamente se debe tener disponible solo para cubrir una eventualidad. Es por esto que aunque es el procedimiento óptimo para el paciente es complicado contar con este recurso tanto en el sistema público como el privado. Una solución a este problema es realizar la CPRE en el post-operatorio al día siguiente de una forma programada y más eficiente del punto de vista del uso de recursos. El problema con este manejo diferido es que existe un aumento de los riesgos de que ocurran algunas complicaciones tanto por la posibilidad de obstrucción por el cálculo como por las potenciales complicaciones propias de la CPRE en que no se cuenta con un marcaje de la vía biliar lo que se puede realizar actualmente solo si uno lo hace durante el acto quirúrgico. Por el problema descrito previamente es que se presenta como solución y para dar un mejor tratamiento a todos los pacientes diseñar y confeccionar un dispositivo médico que permita realizar el diagnóstico de cálculos en la vía biliar durante la realización de la cirugía.; Desarrollo de dispositivo médico que permite la evaluación de la via biliar durante la cirugía en búsqueda de cálculos y en el caso de presentarlos permite la realización de la CRPE en forma diferida de una forma segura. Con esto se soluciona un problema actual siendo el objetivo final desarrollar un producto comercializable que mejore la calidad de la prestación quirúrgica. El objetivo de la propuesta a línea 1 es evaluar la factibilidad de la idea propuesta principalmente a nivel de propiedad intelectual y de factibilidad técnica.; Corporación de Fomento de la Producción

SURGICAL TREATMENT OF OBSTRUCTIVE JAUNDICE; TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ICTERÍCIA OBSTRUTIVA

Coelho, Julio C.U.; Freitas, Alexandre T.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/1997 POR
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26.6%
Patients with obstructive jaundice must be completely evaluated and prepared before any invasive procedure be performed in order to reduce complications, mainly infection, blood coagulation disorders and renal failure. There are several causes of obstructive jaundice and the main cause is choledocholithiais. About 6-10% of the patients with stones of the gallbladder also have choledocholithiasis. Other common causes of obstructive jaundice include malignant and benign stricture of the common bile duct. Hemobilia, Caroli’s disease, cyst of choledocus, duodenal diverticuli and worms of the biliary tract are infrequent causes. Surgical treatment of all these conditions is discussed.; Os pacientes com icterícia obstrutiva devem ser avaliados e preparados adequadamente, antes da realização de procedimentos invasivos para reduzir as complicações, principalmente as infecciosas, distúrbios de coagulação sanguínea e insuficiência renal. As causas de icterícia obstrutiva são inúmeras, sendo a principal a litíase da via biliar principal. Cerca de 6-10% dos pacientes com litíase da vesícula biliar também apresentam cálculo na via biliar principal. Outras causas comuns de icterícia obstrutiva incluem obstrução maligna e estenoses benignas da via biliar principal. Hemobilia...

Íleo biliar

Pérez-Baltodano,Allan; Bermúdez-Coto,Marcela; Centeno-Rodríguez,Madelein; Vargas-Alpízar,William
Fonte: Acta Médica Costarricense Publicador: Acta Médica Costarricense
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 ES
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36.6%
El íleo biliar es una entidad clínica difícil de diagnosticar que se produce como resultado de una comunicación anormal entre la vía biliar y el tubo digestivo, con la consiguiente evacuación del cálculo e impactación del mismo distalmente hasta que se presenta como un cuadro de obstrucción intestinal. Reportamos el caso de un paciente de 47 años de edad, sin antecedentes médicos ni quirúrgicos de importancia, que ingresó al servicio de emergencias quirúrgicas con un abdomen agudo, caracterizado por dolor en epigastrio e hipocondrio derecho de cinco días de evolución, fiebre y vómitos. El ultrasonido de abdomen reveló una colecistitis aguda. La radiografía simple de abdomen mostró niveles hidroaéreos y una asa fija en el hipocondrio derecho. La laparotomía exploratoria reveló una fístula colecistogástrica asociada a obstrucción intestinal secundaria a un lito biliar enclavado en el íleon terminal. Se le practicó una colecistectomía, enterolitotomía, enterorrafia y reparación de la fístula en un solo tiempo quirúgico. Se realiza una revisión biliográfica de este tema de difícil diagnóstico, con el fin de exponer la controversia que aún existe sobre el manejo quirúrgico del íleo biliar y establecer los diversos criterios de resolución quirúrgica...

Íleo biliar:: complicación poco frecuente de la litiasis vesicular

González Sosa,Gabriel; Díaz Mesa,Julio; Collera Rodríguez,Simeón; González García,Gabriel Abilio; Moré Vara,Sheyla; Romero Rodríguez,Jesús
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 ES
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36.59%
Se presenta el caso de una paciente de 80 años de edad, con antecedentes de diabetes mellitus de tipo II, cardiopatía isquémica y obesidad exógena, que ingresó de urgencia, por presentar un cuadro de dolor abdominal, varios vómitos y distensión abdominal de 3 días de evolución. De forma secundaria presentó una deshidratación moderada. En la radiografía simple de abdomen se constataron signos radiológicos de oclusión intestinal, que corroboraron una ecografía abdominal y una tomografía axial computadorizada de abdomen. Se corrigió el desequilibrio hidroelectrolítico y se realizó una laparotomía exploradora, en la que se encontró un cálculo grande enclavado en el íleon terminal. Se realizó una enterolitotomía con enterorrafia y resolvió el cuadro oclusivo. A los 16 días del alta, la paciente reingresa con un cuadro similar y al reintervenirla se constató la presencia de otro cálculo y de una fístula colecistogástrica, que involucraba la vesícula biliar y el antro gástrico. Se reparó mediante colecistectomía y gastrorrafia. Al final del transoperatorio la paciente presentó un episodio de fibrilación ventricular, con bradicardia extrema, y finalmente un paro en asistolia. Fue reanimada, pero la situación no se revirtió y la paciente falleció.

Íleo biliar

Cabrera Cárdenas,Félix Armando; Hidalgo Herrera,Manuel; Camilo Ramírez,Andrés Félix; Gálvez Toledo,Osvaldo
Fonte: Revista Cubana de Medicina Militar Publicador: Revista Cubana de Medicina Militar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 ES
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56.76%
La litiasis vesicular es una entidad nosológica de frecuente ingreso y complicaciones, por lo cual el tratamiento médico-quirúrgico resulta frecuente en todos los servicios quirúrgicos. Una grave complicación de la litiasis vesicular la constituye el íleo biliar, entidad relativamente poco frecuente, caracterizada por un cuadro de obstrucción mecánica del intestino delgado o del colon, como consecuencia del paso de uno o más cálculos a través de una fístula biliodigestiva. Es una enfermedad característica de la edad avanzada, con una edad promedio de 64 años y poco habitual antes de los 50 años. Se presenta el caso de una paciente del sexo femenino de 50 años de edad con un cuadro de obstrucción intestinal mecánica por cálculo biliar que ocluye la luz del íleon terminal, a nivel de los 40 cm proximales a la válvula de Bahuin, a quien no se le efectuó preoperatorio. Se realizó enterolitotomía y colecistectomía con fistulectomía y duodenorrafia. La paciente evolucionó favorablemente. Se concluye que es un caso característico de esta infrecuente afección y que el enfoque diagnóstico y terapéutico utilizado garantizó una evolución satisfactoria de la paciente.

El ácido linoleico conjugado disminuye la hipercolesterolemia pero aumenta el riesgo de litiasis biliar

Navarro,V.; Macarulla,M.ª T.; Chávarri,M.ª; Fernández-Quintela,A.; Rodríguez,V. M.; Puy Portillo,M.ª
Fonte: Nutrición Hospitalaria Publicador: Nutrición Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2005 SPA
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36.65%
El término ácido linoleico conjugado (ALC) designa una serie de isómeros del ácido linoleico, presentes en la carne y productos lácteos de rumiantes, que presentan sus dos dobles enlaces en posición conjugada. El objetivo del presente trabajo fue estudiar los efectos de un isómero del ALC, el trans-10, cis-12, sobre la colesterolemia y el riesgo de litiasis biliar en un modelo animal de hipercolesterolemia inducida por dieta. Para ello se utilizaron dos grupos de hámsters alimentados con una dieta hipercolesterolemiante suplementada al 0,5% con ácido linoleico o con el isómero trans-10, cis-12 del ALC, respectivamente. Se midió diariamente su ingesta de alimento y peso corporal y, tras 6 semanas, se obtuvieron muestras de suero y bilis, y se diseccionaron y pesaron sus hígados y bazos. Se determinó la colesterolemia, el contenido hepático y esplénico de colesterol, y la concentración biliar de colesterol, fosfolípidos y sales biliares; se calculó el índice litogénico biliar y se evaluó la presencia de cálculos biliares. El ALC no modificó la ingesta energética, el peso corporal final, ni el tamaño y contenido de colesterol del bazo, pero sí produjo una disminución significativa del colesterol sérico total (-18%) a expensas de la fracción c-LDL (-66%)...

Enterolitiasis múltiple, coexistiendo con litiasis biliar y vesical, asociada a adenocarcinoma de colon

Orts,J. A.; Morell,L.; Camps,J.; Traba,M. L.; Belenguer,A.; Guerrero,A.
Fonte: Anales de Medicina Interna Publicador: Anales de Medicina Interna
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2005 SPA
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La enterolitiasis, cálculos formados primariamente en el intestino, es una rara enfermedad asociada, generalmente, con estasis intestinal. Suele cursar sin síntomas en la mayoría de los casos, pero puede presentar oclusión intestinal y debe ser tenida en cuenta como posible causa de la misma. Presentamos, un caso de enterolitiasis múltiple, patología muy infrecuente, que coexiste con litiasis biliar y vesical en un paciente con adenocarcinoma de colon. El diagnóstico fue realizado por imágenes de Rx y TC. El análisis de los cálculos: químico, por espectroscopia infrarroja, microscopía estereoscópica y espectrometría de emisión atómica, mostró una composición basada en materia orgánica y whilokita (ortofosfato de calcio y magnesio). No se encontraron factores de riesgo para la litogénesis, exceptuando la estasis intestinal ocasionada por la estenosis provocada por el adenocarcinoma. Se sugiere que los factores genéticos podrían ser los principales contribuyentes a la hiperlitogénesis observada en este caso. Profundizamos en el proceso fisiopatológico y revisamos la literatura al respecto.

Síndrome de Mirizzi asociado a la Colelitiasis complicada del anciano: diagnóstico y tratamiento laparoscópico

Sánchez Beorlegui,Jesús; Monsalve Laguna,Eduardo; Soriano Gil-Albarellos,Pablo; Cabezali Sánchez,Roger; Moreno de Marcos,Nuria; Aspíroz Sancho,Antonio
Fonte: Revista de Gastroenterología del Perú Publicador: Revista de Gastroenterología del Perú
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 ES
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INTRODUCCIÓN: El síndrome de Mirizzi es una variante poco frecuente de colelitiasis en la que un cálculo impactado en la bolsa de Hartmann comprime la vía biliar desencadenando una ictericia obstructiva, frecuentemente seguida de fenómenos inflamatorios y diversas complicaciones. OBJETIVO: Establecer la frecuencia del síndrome de Mirizzi en la colelitiasis complicada del anciano y analizar las opciones diagnósticas y terapéuticas más adecuadas. PACIENTES Y MÉTODOS: Se seleccionaron los síndromes de Mirizzi entre las litiasis bilares sintomáticas en mayores de 70 años intervenidos de urgencia durante un periodo de 5 años. Se analizaron epidemiología, clínica, diagnóstico, variables operatorias, morbilidad y hospitalización. RESULTADOS: Se detectaron 12 pacientes con Mirizzi, con una edad media 77.2 años en 197 colelitiasis complicadas. Se realizó un abordaje laparoscópico en el 67% de los casos, con una tasa de conversión del 50%. El hallazgo más frecuente fue la compresión extrínseca de la vía biliar sin fístula tipo Csendes I (58%). La morbilidad postquirúrgica fue un 58%, incluyendo 2 decesos (17%) y la estancia postoperatoria media 9.5 días. CONCLUSIONES: El presente estudio destaca la importancia del SM dentro de la colelitiasis sintomática en la edad geriátrica. El síndrome...

Fístulas biliodigestivas litiásicas: (a propósito de 3 casos clínicos)

Jorge,João Xavier; Sousa,Luís António de; Panão,Edgard Augusto; Campos,Mário Júlio; Gonçalves,António; Vale,Abel Cardoso do; Pontes,Fausto Afonso
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 PT
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As fístulas biliodigestivas espontâneas são pouco frequentes. Reportamos 3 casos. Caso 1: Homem de 59 anos, com história de coledocolitíase, recorreu ao serviço de urgência, por dor abdominal, hematoquézias e palidez. Tinha Hb de 8,4 g/dl. A colonoscopia e a endoscopia digestiva alta foram normais. Foi feita hemotransfusão e teve alta. Passados 18 dias voltou ao Serviço de Urgência com quadro semelhante. Repetiu-se a colonoscopia que foi normal. Após hemotransfusão e estabilização, teve alta. Seis dias depois voltou novamente à Urgência. A colonoscopia revelou coágulo aderente ao ângulo hepático. Ainda internado, teve 2 episódios de hematoquézias volumosas. Foi operado de urgência. No intra-operatório, verificou-se que o doente tinha uma fístula colecistocólica, litíase vesicular e hemobilia. Caso 2: Homem de 74 anos, internado por hemorragia digestiva, com melenas e anemia com Hb de 9,7 g/dl. A endoscopia digestiva alta revelou sufusões hemorrágicas gástricas e bulbares com sangue no estômago e no duodeno. Na colonoscopia observaram-se apenas pregas edemaciadas no ângulo esplénico, tendo o doente tido alta hospitalar. Cerca de 45 dias depois da alta, recorre ao Serviço de Urgência com sensação de obstrução reto-anal. O toque retal evidenciou a presença de um objeto pétreo no reto...

Litiasis residual versus litiasis primaria de la vía biliar principal: a propósito de un caso controversial

Cáceres,Heidi; Ortiz,Amaya; Orué,Claudia; Melgarejo,Osvaldo; Melgarejo,Laura; Morínigo,Raúl; Samaniego,Castor
Fonte: Sociedad Paraguaya de Cirugía Publicador: Sociedad Paraguaya de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 ES
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RESUMEN Los cálculos del conducto biliar principal pueden ser, según su sitio de origen, primarios o secundarios. La gran mayoría corresponde a la forma secundaria. El objetivo de este trabajo es presentar un caso de litiasis coledociana, varios años después de la colecistectomía. Se trata de una paciente femenina, de 42 años de edad, con 4 días de evolución de dolor cólico, relacionado con las comidas grasas y antecedente de colecistectomía 11 años antes. En el examen se constató cicatriz de Kocher y dolor en epigastrio e hipocondrio derecho. La ecografía mostró colédoco dilatado con imágenes de litiasis en su tercio distal; mediante una CPRE con EE se comprobó un cálculo facetado - que fue extraído - sin evidencias de obstáculo al drenaje de la bilis. En casos como éste, varios años después de una colecistectomía, es difícil establecer con seguridad si una litiasis de la vía biliar principal es primaria o secundaria; los criterios para determinarla con certeza no están unificados.