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Aproximações entre biologia, biopolítica e bioarte: um ensaio sobre a biocontemporaneidade; Approximations among biology, biopolitics and bioart: an essay on biocontemporaneity.

Nogueira, Luciana Valeria
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/09/2009 PT
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37.3%
Este trabalho, de caráter ensaístico, pretende configurar algumas implicações do discurso biológico na contemporaneidade por meio da análise de como certos conceitos oriundos do campo das ciências biológicas espécie e gene, particularmente espraiam-se pelo corpo social, associando-se a determinados modos de subjetivação. A hipótese norteadora do estudo é a de que a não explicitação da fragilidade de ambos os conceitos obedece a demandas de controle e de assujeitamento, sobretudo no que se refere ao desenvolvimento e à utilização de biotecnologias. Trata-se da produção de novas formas de vida e, ao mesmo tempo, de processos específicos de subjetivação. Partindo da premissa de que um novo homem está sendo forjado pelas biotecnologias, argumenta-se no sentido de que elas puderam granjear certa legitimidade no imaginário social justamente porque tais conceitos são solidários à conversão da identidade biológica em bioidentidade. De acordo com Foucault, se antes as disciplinas se dirigiam ao homem-corpo, com a biopolítica elas se voltam ao homem-espécie. Os mecanismos regulamentadores da vida passam a fazer parte das relações de poder-saber, com vistas à manipulação dos fenômenos vitais. Assim, parece despontar claramente uma conexão direta entre o espectro biopolítico e os conceitos de espécie e de gene. Entende-se...

Poder sobre a vida: Herbert Marcuse e a biopolítica; Power over life: Herbert Marcuse and biopolitics

Carneiro, Silvio Ricardo Gomes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/09/2014 PT
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37.49%
A pesquisa apresenta a teoria marcuseana do poder como perspectiva crítica no debate contemporâneo acerca do conceito foucaultiano de biopolítica. À primeira vista, tal relação parece controversa, ao reconhecer que Foucault desenvolve seu conceito paralelamente à crítica contra Marcuse. Ora, o conceito foucaultiano de biopolítica descreve jogos de poder como administração dos corpos e também como um modo de cálculo da vida da população. Tal concepção contraria diretamente a hipótese marcuseana do poder repressivo, um modelo crítico que tem em vista uma camada verdadeira e subjacente de poder, recalcada nas formações sociais e subjetivas estabelecidas. Com esse quadro, como reunir os dois autores na crítica do poder, assumindo a biopolítica como premissa da teoria do poder? De fato, a aproximação seria impossível ao partir da aposta marcuseana em uma civilização nãorepressiva, presente em Eros e Civilização. Contudo, com a análise do avanço da racionalidade instrumental no pós-Guerra em O Homem Unidimensional, Marcuse avalia a possibilidade de um poder não-repressiva. Afinal, na nova ordem social não se apresenta mais um controle repressivo dos corpos, mas sim uma excitação da vida e dos corpos em movimento. Seria este um sinal de concordância entre os autores? E ainda...

Biopolítica em Giorgio Agambem: reflexão crítica sobre a legitimidade do Poder Soberano

Valerio, Raphael Guazzelli
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 114 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Filosofia - FFC; Pretende-se mapear o conceito de biopolítica na obra do filósofo italiano Giorgio Agamben, mais precisamente em seu trabalho de 1995, inaugurador da série Homo Sacer, cujo título leva o mesmo nome: Homo Sacer: O Poder Soberano e a Vida Nua. Valendo-se do pensamento de Michel Foucault e Hannah Arendt de um lado, e Walter Benjamin e Carl Schmitt de outro, Agamben faz recuar o conceito de biopolítica às fundações da política ocidental. Importa mostrar como estrutura, lógica e topologia de funcionamento a biopolítica anima as relações políticas desde seu fundamento e que a modernidade foi capaz de desvelar, transformando radicalmente os espaços políticos contemporâneos. É sabido que este conceito foi forjado por Foucault e que em seu pensamento ele funciona como uma modalidade de poder, porém em Agamben ele aparece de forma central, algo como um conceito base de onde emergirão outros quatro: homo sacer, poder soberano, estado de exceção e campo de concentração. A política moderna, ao suscitar um permanente estado de exceção, isola e produz a mera vida e toma para si o direito de administrá-la. Nesta estrutura de funcionamento temos como paradigma de espaço político o campo de concentração; It is intended to map the concept of biopolitics in the work of Italian philosopher Giorgio Agamben...

A Declaração de Helsinque como estratégia biopolítica

Hellmann, Fernando
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 224 p.| il.
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Florianópolis, 2014.; Ao final do século XX, o debate acerca da universalidade dos princípios éticos para pesquisas envolvendo seres humanos emanados pela Declaração de Helsinque, documento promulgado pela Associação Médica Mundial, foi iniciado. O pano de fundo das discussões consistiu nas pesquisas médicas, patrocinadas por instituições de nações ricas, as quais sendo moralmente inaceitáveis de serem conduzidas em seus países, foram conduzidas em países periféricos transformando populações pobres como cobaias de ensaios clínicos placebo controlados, mesmo com a existência de terapias eficazes para as doenças em estudo. Tais estudos são exemplos de intervenções biopolíticas, caracterizadas pelo filósofo francês Michel Foucault (2000; 2008a), como táticas existentes nos Estados modernos que fazem da dimensão biológica humana um recurso para atingir determinados fins, em geral, a maximização da vida do coletivo. Contudo, o poder de maximizar a vida na biopolítica é acompanhado de um poder de morte, em que, para se fazer viver, será necessário deixar morrer uma parcela da população. Este estudo versa sobre a ética em pesquisa médica envolvendo seres humanos no panorama internacional...

Heidegger e Foucault, críticos da modernidade: humanismo, técnica e biopolítica

Duarte,André
Fonte: Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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Discute-se o diagnóstico crítico da Modernidade proposto por Heidegger e Foucault enfatizando as suas continuidades. Em linhas gerais, pode-se afirmar que, em Heidegger, é a reflexão filosófica que se assume enquanto essencialmente histórica, ao passo que, para Foucault, é a investigação essencialmente histórica que assume o caráter de reflexão filosófica. No entanto, ainda que a partir de démarches teóricas distintas, ambos consideram que a compreensão a respeito de quem somos, hoje, depende de uma análise da constituição da modernidade como época histórica determinada pelo humanismo, isto é, pela concepção do homem como senhor da totalidade do ente (Heidegger) e pela concepção do homem como sujeito e objeto de relações de poder-saber (Foucault). Tal mutação epocal na concepção do humano foi decisiva para a liberação da revolução científica que culminou na técnica moderna e na biopolítica. Se, como afirma Foucault, a biopolítica é a política de nosso tempo, ou seja, de uma época que politizou o fenômeno da vida por meio de sua gestão técnico-administrativa, então a técnica moderna, que implica a concepção do homem como sujeito assujeitado pela tecnologia, constitui a instância por meio da qual a vida humana pode ser simultaneamente produzida e aniquilada por meios científicos.

Nas sombras da contemporaneidade : da biopolítica à tanatopolítica

Nascimento, Germana da Silva; Moraes, Alfredo de Oliveira (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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A ultrapassagem do conceito de biopolítica para o de tanatopolítica acompanha o desconcerto da nossa atualidade política. A biopolítica entendida por Michel Foucault é uma tecnologia de poder cuja ação estende-se tanto aos indivíduos isoladamente quanto à população como um todo. A partir das investigações promovidas por Foucault acerca da biopolítica trouxemos ao debate a tematização de Hannah Arendt sobre a banalidade do mal, posto que encontramos simetria entre o modo de gerência característico da biopolítica e a consequente formação de subjetividades tendenciosas à obediência irrestrita e, como consequência, descomprometidas com a atividade de pensar. Junto a estas análises acrescentamos às reflexões o panorama teórico de Giorgio Agamben quando trata da nossa contemporaneidade ao inaugurar uma nova representação ao trazer à luz a exceção característica do nosso fazer político e sua produção de hominissacri e vidas nuas.

Freud y la Biopolítica la resistencia al interior del dispositivo.

Cabrera Sánchez, José
Fonte: Universidad Andrés Bello Publicador: Universidad Andrés Bello
Tipo: Tesis
ES
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Tesis (Doctor en Psicoanálisis); RESUMEN: La presente tesis intenta establecer las posibilidades de resistencia del discurso freudiano a los efectos de objetivación del sujeto que se derivan del régimen de relaciones de poder conocido como biopolítica. Se plantea la participación del psicoanálisis en el dispositivo biopotítico, lo que implica considerar al psicoanálisis como una tecnología interna a la biopolítica, en acuerdo a lo que Foucault concluye a partir de la adscripción del psicoanálisis al denominado dispositivo de sexualidad. Pero es esta misma interioridad del psicoanálisis a la biopolítica la que pennite pensar sus posiblidades de resistencia, ya que como el propio Foucault ha señalado, la resistencia surge en el mismo campo de relaciones de poder en que se producen los fenómenos de sujeción. Se buscó, por tanto, establecer los elementos propios del discurso freudinao que pueden funcionar como soportes conceptuales para prácticas de subjetivación que entren en fricción con los modos de agenciamiento subjetivo del biopoder. Se incluyen los aportes a la conceptualización de la biopolítica de Agamben y Esposito, con el propósito de encontrar en ellos tanto una comprensión de los fenómenos políticos contemporáneos y su relación con los modos de producción del sujeto...

A educação sob o signo da biopolítica: da resistência às formas de controle à autoconstituição de nós mesmos; Education under the sign of biopolitics: from resistance to forms of control to self-constitution of ourselves; La educación bajo el signo de la biopolítica: de la resistencia a las formas de control y a nuestra autoconstitución

Felício, Carmelita Brito de Freitas
Fonte: Cristovão Giovani Burgarelli; brasil; UFG; Faculdade de Educação - FE (RG) Publicador: Cristovão Giovani Burgarelli; brasil; UFG; Faculdade de Educação - FE (RG)
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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v.40, n.1, p.85-100, jan./ abr. 2015.; The proposal of this essay is to think the becoming-education and its potential relations with biopolitics. We start from the hypothesis that the technologies of knowledge-power and control and normalization devices cannot work without a teaching vector. Therefore, if biopolitics invests in bodies to make them objects of political control, cultural manipulation and economic exploitation, our task is to oppose these attacks and invoke the power of resistance lodged in these individuals. For Foucault, the ethical sense of the urgent task of building a historical ontology of actuality also involves inquiring what we are making of ourselves. If our own formation of self involves the task of educating against and beyond our own time, then we should take seriously the warning of Nietzsche with which Foucault certainly agrees: educators must begin by educating themselves. “And it is for them that I am writing”.; : La propuesta del ensayo es pensar el devenir de la educación y sus relaciones virtuales con la biopolítica. Partimos de una hipótesis según la cual las tecnologías de saber-poder y los dispositivos de control y normalización no pueden funcionar sin un vector pedagógico. Consecuentemente...

Biopolítica e direitos humanos: a gestão da vida nas instituições de sequestro

PEREIRA, Sarah Caroline de Deus
Fonte: Centro Universitário Eurípedes de Marília Publicador: Centro Universitário Eurípedes de Marília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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O objetivo desta dissertação é analisar o modo pelo qual a biopolítica age sobre o corpo das pessoas, de maneira a modalizar as relações que o Direito mantém com os sujeitos sob a tutela de um determinado ordenamento jurídico, num específico território, com o propósito de evidenciar a polissemia do conceito atual de Direitos Humanos. Tais direitos não protegem o indivíduo não inserido em determinado ordenamento jurídico, o que ressalta a sua paradoxalidade hodierna - em especial, nos casos em que o sistema penal encarrega-se de promover segurança por intermédio da aplicação de sanção penal, tanto sob a forma da pena como das medidas de segurança.Um conceito que serviu de guia para as análises foi o de biopolítica, de acordo como qual o Direito em geral e os Direitos Humanos, em especial, são refletidos à luz dos conceitos de biopolítica e de biopoder, tendo base teórica principal a obra de Michel Foucault. A dissertação demonstra a junção entre biopolítica, bipoder e Direito nas vigentes instituições de sequestro, arrimadas no sistema penal, tais como as prisões, os Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico, analisando-as de acordo com o atual paradigma biopolítico, de acordo com o qual o exercício do poder...

Marias : biopolítica, vida nua e resiliência

Badiali, Michelle Ferret
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais; Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais; Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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Taking the narrative of life of three women (homeless), Maria José (residente of a psychiatric hospital) and Maria de La Luz Cervantes (fictional character of Gabriel Garcia Marquez, accidentally intern in a psychiatric hospital), the dissertation "Marias: Biopolitics, bare life and their stories" brings Giorgio Agamben's theories referring to Naked Life and Homo Sacer, Michel Foucault's with the biopolitics and resiliences written by Boris Cyrulnik. Its on these three women life stories that the dissertation develops a imaginary concentration camp to work their lives and bodies subjection to the external power, the biopolitic; A partir da narrativa de vida de três mulheres, Maria Firmino (moradora de rua), Maria José (moradora de um hospital psiquiátrico) e Maria de La Luz Cervantes (personagem fictícia do conto de Gabriel Garcia Márquez, interna acidentalmente num hospital psiquiátrico), a dissertação Marias: Biopolítica, Vida Nua e Resiliências traz as teorias de Giorgio Agamben referente à Vida Nua e Homo Sacer, Michel Foucault com a biopolítica e as resiliências escritas por Boris Cyrulnik. São nas histórias de vida destas três mulheres que a dissertação desenvolve um campo de concentração imaginário para trabalhar a sujeição de suas vidas e corpos ao poder externo...

Biopolítica e direito

Souza, Helder Félix Pereira de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 160 p.| il.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2013.; Esta pesquisa aborda a tese de Agamben cujo paradigma da biopolítica atual é a do campo, onde a vida nua encontra-se no centro das decisões do poder soberano sob um estado de exceção permanente. Em que a natureza existencial da política e do Direito encontram-se diretamente vinculadas, frente à peculiaridade biopolítica do poder soberano em expor a vida à violência e ao poder da morte. Neste caso, a inquietação que conduziu esta dissertação partiu do intuito de apreender as constatações da leitura biopolítica atual proposta por Agamben, utilizando desta perspectiva para analisar sua possível manifestação no poder judiciário, destacando seu funcionamento que, de algum modo, confirmam e o reforçam os espaços biopolíticos da atualidade. Para isso a pesquisa foi dividida essencialmente em quatro partes, na qual as duas primeiras são para a compreensão conceitual e as outras duas funcionam como aplicação e constatação dos conceitos. Assim, primeiramente serão percorridas as obras de Hannah Arendt e Foucault para relacionar a questão da política e da vida. O momento em que a política passa a tratar da mera vida biológica...

Violência escolar no contexto da relação entre biopolítica e educação

Gonçalves, Adalgisa Aparecida de Oliveira
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, Florianópolis, 2013; Esta pesquisa tem por objetivo analisar a violência escolar no contexto da relação entre biopolítica e educação, com o intuito de se compreender o fenômeno da violência escolar e seus atravessamentos sociais, históricos e culturais, a partir das experiências, dos fatos e discursos dos interlocutores, e de se propor outro olhar que ajude a refletir e a problematizar o fenômeno da violência no ambiente escolar. Para isso, busquei observar e analisar os interstícios, os pontos de fuga, as brechas encontradas na microfísica da violência escolar em relação à violência presente na sociedade, a fim de verificar se a violência escolar é uma forma de expressão biopolítica e de que forma seus dispositivos atuam no ambiente escolar. Pautei-me principalmente nos estudos de Michel Foucault e de Giorgio Agamben, sobretudo os que aprofundam as temáticas relacionadas ao biopoder, à biopolítica e à resistência como potência, podendo, assim, dialogar com outros autores e outros conceitos igualmente importantes. Como se trata de doutorado interdisciplinar...

ANIMALIZATION, DEPOLITICIZATION AND BIOPOLITICS UNDER THE INFLUENCE OF GIORGIO AGAMBEN´S ARGUMENTS; ANIMALIZAÇÃO, DESPOLITIZAÇÃO E BIOPOLÍTICA SOB A INFLUÊNCIA DOS ARGUMENTOS DE GIORGIO AGAMBEN

Nascimento, Daniel Arruda
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 03/07/2014 POR
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37.41%
The year of 2002 have seen the Italian philosopher Giorgio Agamben publish a book entitled L’aperto: l’uomo e l’animale. The present article has the propose of reading it, indicating its contributions, exploring the dialogues started over there, fixing its place in face of the project known generally as Homo sacer and relating it to the concept of biopolitics planned by Michel Foucault and inherited by Agamben. We shall need two parts to come to an end. In the first one, three steps will compose the scenario of the work. The first step can be translated in this way: our culture is permanently marked by the distinction between the man and the animal. The second step aims to comprehend how, in spite of the strong necessity of producing the human, the animalization is a path without return that belongs to the anthropological machine in our culture. Preparing the third step, assuming the affinity e humanity and the animality of man, we will be in condition to observe how animalization precedes despoliticization and open the streak that brings to biopolitics. In the second part, the text will therefore compare all that had been said to the evolution of the concept of biopolitics in Foucault’s thought. If the Italian philosopher defines himself as someone that writes after the French philosopher and...

Classificar e medicar: a gestão biopolítica dos sofrimentos psíquicos; Classifying and medicating: the bio-political management of psychic sufferings; Clasificar y medicar: la gestión biopolitica de los sufrimientos psíquicos

Caponi, Sandra; Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, Florianópolis, SC
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2012 POR
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37.74%
http://dx.doi.org/10.5007/1807-1384.2012v9n2p101Considerando que a palavra biopolítica se transformou em um marco de referência para inúmeros debates e temas, muitas vezes sem os devidos questionamentos sobre seus alcances e limites, pretendo analisar neste escrito, inicialmente, os eixos centrais em relação aos quais se articula o conceito foucaultiano de biopolítica: 1) a centralidade da norma e a oposição normalidade-patologia; (2) os estudos estatísticos referidos aos fenômenos vitais que caracterizam as populações; (3) o problema do risco e os dispositivos de segurança; (4) o governo das populações como forma de gestão que exclui o governo de si. Posteriormente, será discutido um texto recentemente publicado pelo ex-chefe do grupo de tarefas do Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais (DSM), onde ele questiona o atual processo de elaboração da quinta edição desse Manual. Essas críticas permitem mostrar que o Manual se articula entorno dos mesmos eixos que caracterizam a biopolítica das populações, configurando uma estratégia, hoje hegemônica, de gestão dos sofrimentos psíquicos. Palavras chave: Biopolítica. DSM. Diagnósticos. Foucault.; Considering that the word ‘bio-politics’ has become the referential framework of multiple debates and topics...

Christian paroikias and the negation of the polis: biopolitics and the christian pastorate; Paroikias cristianas y la negación de la polis: biopolítica y pastorado cristiano; Paroikias cristãs e a negação da polis: biopolítica e pastorado cristãodoi:10.5007/1807-1384.2011v8n1p16

Barros II, João Roberto; UBA/CONICET e Unisinos; Ludueña Romandini, Fabián Javier; UBA/CONICET
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 11/07/2011 POR
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The objective of our work is to expose the final topic of Foucault’s argumentation concerning the Christian self-care (epimeleia ton allon), showing that the Christian epimeleia ton allon is closely connected to the government modality of the souls and bodies that Foucault names Christian pastorate. We want to show how Foucault’s refusal in accepting an authentic Christian epimeleia heautou gave place to the inevitable bond between it and the birth of modern biopolitics. Our argumentation aims at showing that it was inevitable, for Foucault, to make such considerations and reach this conclusion putting together, in a causal chain, Christian epimeleia ton allon, pastoral government and modern biopolitics. For such purpose, we will use Agamben’s arguments, exposed mostly in his work El reino y la Gloria, in which he discusses the intercrossing of two paradigms: political theology and political economy. The final topic of our argumentation is that the rejection of the oikos as locus for the practice of epimeleia heautou would inevitably cause the intensification of Christian epimeleia ton allon through the paradigms of oikonomia, resulting that Christianity would not have otherwise contributed to the practice of the self-care, if not by intensifying and re-signifying practices with the objective of operating a true hermeneutic of the desires...

A abordagem imunitária de Roberto Esposito: biopolítica e medicalização; The approach of Roberto Esposito's immunity paradigm: biopolitics and medicalization; El enfoque inmunitario de Roberto Esposito: la biopolítica y la medicalización

Nalli, Marcos Alexandre Gomes; Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina, PR
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2012 POR
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37.67%
http://dx.doi.org/10.5007/1807-1384.2012v9n2p39O objeto do presente artigo é fornecer uma breve apresentação da filosofia de Esposito acerca da biopolítica à luz de suas considerações sobre a pertinência hermenêutica do “paradigma da imunização”, para seu entendimento bem com suas implicações na medicalização da vida. Terminamos por apresentar de modo sumário como o filósofo italiano crê ser possível conceber a biopolítica numa outra estrutura semântica, que tem a vida não mais como objeto de política e sim como realização da potência inovadora da vida.; The purpose of this article is to provide a brief presentation of the philosophy of Esposito on biopolitics in light of his considerations on the relevance of hermeneutics "paradigm of immunization", for their understanding and their implications in the medicalization of life. We end by presenting a summary of how the Italian philosopher believes it is possible to conceive biopolitics in another semantic structure, which has life not as an object of politics but as realization of the innovative power of life.; El objetivo de este artículo es ofrecer una breve presentación de la filosofía de Esposito sobre biopolítica en vista de su examen de la pertinencia de la hermenéutica "paradigma de la inmunización"...

A BIOPOLÍTICA SOBRE A VIDA DAS MULHERES E O CONTROLE JURÍDICO BRASILEIRO

Bittencourt, Naiara Andreoli
Fonte: Revista Gênero & Direito Publicador: Revista Gênero & Direito
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 23/12/2015 POR
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O presente artigo tem como escopo a problematização do impacto da biopolítica contemporânea especificamente sobre a vida e sobre os corpos das mulheres, partindo da premissa que há uma diferenciação fulcral no modo como a biopolítica opera a partir das distinções de gênero. Isto é, há intervenções e políticas diferenciadas para homens e mulheres que interferem na construção dos papeis sociais erigidos na sociedade. Para tanto, utiliza-se as contribuições de Michel Foucault e Giorgio Agamben acerca da biopolítica, tentando travar um diálogo com as duas concepções. Estabelece-se tal relação pela compreensão que ambas fornecem instrumentais teóricos importantes para o entendimento do impacto da biopolítica às mulheres, sob vertentes distintas, porém complementares, tanto partindo do poder disciplinar e normalizador quanto do poder soberano, sob o qual emerge os discursos e regulamentações jurídicas. Após a caracterização teórica acerca da biopolítica, pretende-se compreender duas concepções da categoria “gênero”, a partir de Joan Scott e Judith Butler, a fim de pautar a existência de uma normalização e amoldamento dos corpos femininos com base em interesses políticos e econômicos globais e intervenções do poder soberano mediante políticas e regulamentos que reafirmam os lugares e espaços definidos como de homens e mulheres. Este ponto relaciona-se com o subsequente a partir da problematização da excessiva medicalização da vida feminina como forma de controle. O último ponto procura imbricar o debate do Estado...

NIETZSCHE Y LA BIOPOLÍTICA: CUATRO LECTURAS DE NIETZSCHE COMO PENSADOR BIOPOLÍTICO

LEMM,VANESSA
Fonte: Ideas y Valores Publicador: Ideas y Valores
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2015 ES
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37.41%
La recepción durante el siglo XX se preguntó si la filosofía nietzscheana era a-, im- o anti-política, es decir, si podía ser asimilada por la democracia, o si era antimoderna, elitista y reaccionaria. El italiano Roberto Esposito ha propuesto leerla como formando e informando el paradigma de la biopolítica. Se discuten cuatro lecturas de esa biopolítica: como formadora del paradigma de la inmunidad, como tanatopolítica, como liberal y neoliberal, y como biopolítica afirmativa.

Deconstrucción y biopolítica: El problema de la ley y la violencia en Derrida y Agamben

Pereyra Tissera,Guillermo Damián
Fonte: UNAM, Facultad de Ciencias Políticas y Sociales, División de Estudios de Posgrado Publicador: UNAM, Facultad de Ciencias Políticas y Sociales, División de Estudios de Posgrado
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 ES
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37.41%
En este artículo, el autor analiza el modo como Jacques Derrida y Giorgio Agamben entienden la relación entre la justicia, el derecho y la violencia y explora las razones de los desacuerdos que mantiene cada enfoque -deconstrucción y biopolítica, respectivamente- en la comprensión de los conceptos antes mencionados. Sin desconocer las diferencias, propone, además, que el desacuerdo entre deconstrucción y biopolítica no impide encontrar puntos de contacto entre dos autores que abordan el problema de la justicia desde una perspectiva pos-fundamentalista. Finalmente, concluye que deconstrucción y biopolítica están enfrentadas pero no en términos de una oposición pura o tajante.

(Des)governos... : biopolítica, governamentalidade e educação contemporânea(Un)governing... : biopolitics, governamentality and contemporary education

César, Maria Rita de Assis
Fonte: ETD - Educação Temática Digital Publicador: ETD - Educação Temática Digital
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 18/11/2010 POR
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Esse texto reflete sobre a institucionalização da educação no projeto da modernidade a partir de conceitos oriundos da obra de Michel Foucault, como disciplina, sociedade disciplinar e biopolítica. A partir dessa reflexão sobre a formação da instituição educacional moderna como objeto de investigação histórico e localizado temporalmente, o texto assume o desafio de pensar as transformações que ocorreram nas últimas décadas e transformaram o projeto educacional moderno, constituindo a chamada pedagogia do controle. Essa reflexão se deu a partir dos conceitos foucaultianos de governamentalidade e biopolítica, além do conceito deleuziano de sociedade de controle. Além desse diagnóstico do presente, o texto também oferece um ensaio sobre as possibilidades de uma educação a partir da diferença e da pedagogia queer.AbstractThe text reflects upon the institutionalization of modern education by taking Foucault’s concepts of discipline, disciplining society and biopolitics as its main guiding threads. Departing from this reflection on the formation of the modern educational institution, understood as the object of a historical research temporally localized, the text then aims at questioning the transformations that occurred in the last decades and that have transformed the modern educational project with the event of what could be called as control pedagogy. This aspect of the matter was discussed by means of Foucault’s concepts of governamentality and biopolitics as well as Deleuze’s concept of control society. Besides offering a diagnosis of the present...