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Determinações de sólidos solúveis e qualidade da bebida em amostras de café dos portos brasileiros de exportação

Garruti,Ruth dos Santos; Teixeira,Cyro Gonçalves; Toledo,Odete Z. de; Jorge,Joassy de Paula Neves
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1962 PT
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36.69%
O presente trabalho relato resultados de determinações de sólidos solúveis e qualidade da bebida em amostras de café, procedentes dos portos brasileiros de exportação. Nas determinações, foram utilizados métodos específicos, padronizadas no instituto Agronômico. A maior porcentagem de sólidos solúveis foi observada no produto do Estado de Minas - Zona Sul do Estado. Quanto à qualidade da bebida, o café despolpado da Zona da Mata, de Minas Gerais, alcançou melhor bebida - mole - diferindo, significativamente, das demais, ao nível estatística de 5 % - A pior bebida observada foi ainda da Zona da Mata do Estado de Minas Gerais - bebida rio - bem como na Zona Oeste de Minas - bebida riada - em cafés não despolpados. Não foi observada nenhuma relação entre qualidade do bebida e porcentagem de sólidos solúveis, nas amostras de cofé estudadas.

Influência do tempo decorrido entre a colheita e o despolpamento de café cereja, sôbre a qualidade da bebida

Rigitano,Ayrton; Garrutti,Ruth dos Santos; Jorge,Joassy de Paula Neves
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1967 PT
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36.69%
São apresentados resultados de ensaios relativos à influência do tempo decorrido entre a colheita e o despolpamento de café maduro, sôbre a qualidade da bebida, na zona ecológica de Campinas. Os resultados acusaram não haver influência do tempo de armazenamento até 46 1/2 horas após a colheita. Todos os tratamentos alcançaram valores correspondentes a bebida "mole" ou "apenas mole".

Qualidade da bebida do café Icatu

Fazuoli,L. C.; Carvalho,A.; Mônaco,L. C.; Teixeira,A. A.
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1977 PT
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37.05%
Analisaram-se as características da bebida de alguns cafeeiros híbridos (Coffea arabica x C. canephora) que deram origem ao icatu, e de plantas pertencentes a nove populações deste cultivar. A qualidade da bebida dos cafeeiros originais mostrou-se semelhante à do arábica, variando de "mole" a "apenas mole". Nas populações de icatu foram efetuadas 1953 determinações. Verificou-se que a bebida não difere daquela produzida pelo cultivar acaiá (C. arabica), tomada como padrão. Em escala de cinco pontos, 63 (3,2%) determinações deram bebida "dura" e 1324 (67,8%), "mole", enquanto o acaiá apresentou bebida "mole". Na escala de 10 pontos o número 3 foi dado a nove determinações (0,5%) e o máximo de nove pontos a 677 (34,6%), sendo de 7,7 a média de pontos conferida ao acaiá. Verificou-se que as populações H 3849-7, H 3851-4 e H 4782-7 apresentaram médias de pontos mais elevadas e que as populações H 3849-14-2 e H 3849-14-3 deram as menores médias, nas duas escalas de valores. As populações examinadas não diferem do acaiá quanto à qualidade da bebida, podendo ser utilizadas comercialmente.

Aproveitamento do café Excelsa em mistura com o café Árábica

Carvalho,Alcides; Fazuoli,Luiz Carlos; Teixeira,Aldir Alves; Guerreiro Filho,Oliveiro
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1990 PT
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36.94%
O café Excelsa (Coffea dewevrei cv. Excelsa), embora rústico e produtivo, não é comercialmente cultivado. No presente trabalho, procurou-se avaliar a qualidade de sua bebida em mistura, em diferentes proporções, com o café Arábica (C. arabica) de bebida boa. Usou-se delineamento em blocos incompletos balanceados, com oito tratamentos e sete repetições, além de um controle adicional de Arábica de bebida mole, e adotou-se a escala de 0 a 5 pontos, normalmente usada na classificação da bebida do Arábica. Durante a torração, o Excelsa apresentou aroma desagradável; a infusão, logo que colocada na xícara, também mostrou aroma estranho, o qual desapareceu algum tempo depois. As amostras do Arábica deram bebida mole, com média de 3,76 pontos, e, as de Excelsa, bebida inferior, com média de 1,64 ponto apenas. As médias de pontos conferidas à bebida das misturas de 10,20,30,40 e 50% de Excelsa com Arábica foram de 3,23, 2,95, 2,91, 2,67 e 1,91 respectivamente. Os provadores detectaram gosto estranho em 85,71 % das amostras do Excelsa. Nas misturas, esse gosto foi observado em escala crescente com a adição do café Excelsa. Encontrou-se uma correlação positiva e significativa (r =0,91) entre a quantidade do Excelsa na mistura e a porcentagem de amostras com gosto estranho. Houve variação entre os provadores com relação à sensibilidade para esse gosto. Correlação negativa e significativa (r =-0...

A influência de grãos pretos em ligas com cafés de bebida mole

Gomes,F. Pimentel; Cruz,Vivaldo F. da; Castilho,Antonio de; Teixeira,Aldir Alves; Pereira,Luiz S. de P.
Fonte: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura Publicador: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1967 PT
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46.76%
Os autores estudam a influência de grãos pretos em ligas com cafés brasileiros de bebida Mole. Foram ensaiadas porcentagens crescentes de grãos pretos: 0, 1, 2, 5, 10, 15, 20, 30, 40 e 50%. Realizaram-se dois ensaios de degustação em blocos incompletos equilibrados, com t = 10 tratamentos, k = 4 parcelas por bloco, r = 6 repetições, b = 15 blocos, X = 2. Cada parcela era formada por 3 xícaras de tipo padrão e foi provada por 3 degustadores, que davam sua opinião xícara por xícara. Os dados coletados são, pois, 1080, isto é, 540 para cada um dos dois ensaios. Mas cada ensaio tinha realmente apenas 60 parcelas, a cada uma das quais correspondia a média das 9 opiniões sôbre ela emitidas (3 degustadores x 3 xícaras). As bases deste método experimental são as expostas em FAIRBANKS BARBOSA e outros (1962), com as modificações indicadas. Os dois ensaios deram resultados bem concordantes, que levaram às seguintes conclusões: 1 - Os grãos pretos prejudicam sensìvelmente a bebida, e seu efeito é aproximadamente linear. 2 - Porcentagens de grãos pretos de 10% para cima causam prejuizo sensível. 3 - A equação de regressão é Y = 3,792 - 0,0379 X, onde X é a porcentagem de grãos pretos e Y é o número de pontos correspondentes à bebida.

Influência de cafés de gôsto rio em ligas com cafés de bebida mole

Castilho,Antonio de; Gomes,F. Pimentel; Pereira,Luiz Sergio de Paiva; Moraes,Roberto S.; Lourenço,Sidival
Fonte: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura Publicador: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1967 PT
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46.95%
Os autores estudam a influência do café Rio em ligas com cafés brasileiros de bebida Mole. Foram ensaiadas porcentagens crescentes de Café Rio: 0,0; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 7,5; 10,0; 12,5; 15,0; 20,0; 25,0; 30,0; 35,0; 40,0; 50,0. Realizaram-se dois experimentos em blocos incompletos equilibrados, com t = 21 tratamentos (os mencionados acima), k = 3 parcelas por bloco, r = 10 repetições, b = 70 blocos, L = 1. Cada parcela era formada de 3 xícaras, de tipo padrão, sobre as quais cada degustador dava uma só opinião. Cada parcela era provada por 3 degustadores. Os dados coletados são, pois, 630 para cada ensaio (210 parcelas, 3 degustadores). Atribuia-se a cada parcela, para fins de análise estatística, a média das opiniões dos 3 degustadores. Os dois ensaios deram resultados bem concordantes, que levaram às seguintes conclusões: a) Faz-se necessária a transformação dos dados, pois as variâncias relativas aos diversos tratamentos são muito discrepantes. b) A transformação T = √ Y dá resultados satisfatórios. c) O café Rio prejudica sensivelmente a bebida do café Mole, para teores a partir de 2,0%. d) Para teores de 4,5% em diante a liga tem bebida Riada ou Rio. e) A regressão obtida não é estritamente linear...

Atividade antioxidante in vitro e in vivo de café bebida mole

Abrahão,Sheila Andrade; Pereira,Rosemary Gualberto Fonseca Alvarenga; Sousa,Raimundo Vicente de; Lima,Adriene Ribeiro
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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46.57%
O objetivo deste trabalho foi determinar a atividade antioxidante do café, bebida mole, in vivo e in vitro, antes e após a torração. Para a análise da atividade antioxidante in vitro, foram utilizados os métodos de sequestro de radicais livres (DPPH) e de atividade quelante de íons Fe2+. Foram utilizados, para o ensaio in vivo, ratos Zucker diabéticos, portadores de síndrome metabólica, e ratos Zucker controle. Os animais receberam doses diárias das bebidas de café, por gavagem, por 30 dias. Após o tratamento, foi realizada a avaliação de peroxidação lipídica. As amostras torradas apresentaram a maior percentagem de sequestro de radicais livres. As concentrações nas amostras de café verde e torrado foram similares às do padrão Trolox. Das amostras torradas, a torração média se destacou com maior atividade quelante de íons Fe2+. Os cafés verdes mostraram maior poder quelante do que os torrados. Compostos presentes no extrato diminuíram a lipoperoxidação hepática e renal que é comum em casos de diabetes e síndrome metabólica. O café apresenta atividade antioxidante e protege o fígado e os rins dos animais contra a lipoperoxidação comumente presente em quadros de diabetes mellitus tipo 2 e síndrome metabólica.

Aspectos histoquímicos e morfológicos de grãos de café de diferentes qualidades

Goulart,Patrícia de Fátima Pereira; Alves,José Donizeti; Castro,Evaristo Mauro de; Fries,Daniela Deitos; Magalhães,Marcelo Murad; Melo,Hyrandir Cabral de
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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36.76%
Este trabalho teve por objetivo relacionar aspectos histoquímicos e morfológicos de grãos secos de café com a qualidade destes classificadas como bebida mole, dura e rio. Paralelamente a esses estudos, foram realizadas em cada lote de grãos a lixiviação de potássio, a condutividade elétrica e a atividade da polifenol oxidase. Uma maior lixiviação de potássio, com o conseqüente aumento na condutividade elétrica, mostrou ser um forte indicador de danos na membrana e parede celular. Este dano foi confirmado por fotomicrografias em estudos histoquímicos e morfológicos de grãos de café. Estes estudos mostraram que no café bebida mole havia corpos lipídicos globulares bem definidos no interior dos protoplastos. Com a perda da qualidade da bebida para dura e rio, verificou-se que os lipídeos não mais se apresentaram em corpos lipídicos bem definidos, estavam localizados nas regiões periféricas do protoplasto e algumas vezes extravasados no tecido devido à degradação da parede celular.

Extração e dosagem da atividade da polifenoloxidase do café

Mazzafera,Paulo; Gonçalves,Kátia Viviane; Shimizu,Milton Massao
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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36.92%
A atividade de polifenoloxidase (PFO) tem sido usada como indicadora da qualidade de bebida de café. Foram feitas comparações entre o método tradicionalmente usado para extração de polifenoloxidase de café e outro, onde impediu-se a oxidação de fenóis durante a extração, com posterior eliminação por filtração em coluna de exclusão. Um método intermediário entre os dois também foi testado. As medições de atividade foram feitas por espectrofotometria e por consumo de O2. Os métodos tradicionais de extração e dosagem da atividade de PFO sofrem forte interferência de fenóis presentes no extrato, não permitindo reprodução dos dados publicados na literatura. Por espectrofotometria foi possível diferenciação apenas entre café de bebida Mole de cafés de bebida Dura e Rio, mas não entre as duas últimas. Café de melhor qualidade, bebida Mole, apresentou maior atividade de PFO. Extração de PFO na presença de antioxidantes e complexadores de fenóis, seguida pela eliminação dos mesmos por cromatografia de exclusão é essencial para uma avaliação correta. Entretanto, usando este procedimento e consumo de O2, a atividade de PFO também não diferenciou os três cafés testados, exceto o Mole dos dois outros. No lugar de DOPA (3...

Compostos bioativos e atividade antioxidante do café (Coffea arabica L.)

Abrahão,Sheila Andrade; Pereira,Rosemary Gualberto Fonseca Alvarenga; Duarte,Stella Maris da Silveira; Lima,Adriene Ribeiro; Alvarenga,Dalila Junqueira; Ferreira,Eric Batista
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 PT
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36.87%
Conduziu-se este trabalho, com a proposta de avaliar o potencial antioxidante de dois padrões da bebida do café (rio e mole), verdes e torrados, utilizando modelos in vitro. Foram determinados o teor de fenólicos totais, ácido clorogênico (ácido 5-cafeoilquínico) e cafeína das bebidas. A avaliação in vitro do potencial antioxidante foi investigada pelos métodos de captação do radical DPPH e pelo poder redutor de metais. Os dois padrões de bebida do café analisados não apresentaram diferenças quanto aos parâmetros cor, ácido clorogênico e cafeína. Observou-se que houve redução nos valores de ácido clorogênico à medida que os grãos foram torrados. O café verde bebida rio apresentou maior teor de fenólicos totais que o café bebida mole. Nos grãos torrados não foi observada diferença. A bebida do café independente da qualidade sensorial apresentou alto poder redutor e importante atividade sequestrante de radicais livres. A atividade sequestrante de radicais livres foi significativamente superior nas amostras obtidas a partir dos grãos torrados, quando comparados aos extratos dos grãos verdes. A torração, porém, reduziu o poder redutor das bebidas do café. Os dados obtidos permitem sugerir que, independente da classificação sensorial da bebida...

Levantamento da qualidade da bebida do café e avaliação do estado nutricional dos cafeeiros do Alto Jequitinhonha, Minas Gerais, através do DRIS

Farnezi,Múcio Mágno de Melo; Silva,Enilson de Barros; Guimarães,Paulo Tácito Gontijo; Pinto,Nísia Andrade Villela Dessimoni
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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37.03%
A região do Alto Jequitinhonha tem se apresentado como expressivo parque cafeeiro do estado de Minas Gerais. No entanto, têm-se pouca informação sobre a influência do estado nutricional do cafeeiro sobre a qualidade da bebida juntamente com a produção. Objetivou-se, neste trabalho, foi realizar o levantamento da qualidade da bebida do café (Coffea arabica L.) e avaliar o estado nutricional dos cafeeiros do Alto Jequitinhonha, através do DRIS. Obtiveram-se as produções, as atividades enzimáticas da polifenoloxidase dos grãos de café e os teores foliares dos nutrientes em duas safras (2005 e 2006), para o cálculo do DRIS, com vistas a efetuar o diagnóstico nutricional do cafeeiro. A região do Alto Jequitinhonha apresentou aptidão para produzir cafés de melhor qualidade (bebida "mole", "apenas mole" e "estritamente mole"), e o melhor estado nutricional das lavouras cafeeiras proporcionou produtividade de grãos de 65,0 sacas ha-1 e qualidade de bebida "mole" e "apenas mole".

Polifenoloxidase, lixiviacao de potassio e qualidade de bebida do cafe colhido em quatro estadios de maturacao.

PIMENTA, C.J.; CHAGAS, S.J. de R.; COSTA, L.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.32, n.2, p.171-177, fev. 1997. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.32, n.2, p.171-177, fev. 1997.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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57.15%
Cafes (Coffea arabica L.) da cultivar Catuai foram colhidos na regiao de Lavras-MG, nos estadios de maturacao verde, verde cana, cereja e seco/passa, em quantidade de 60 kg de frutos de cada estadio. Foram retiradas amostras de, aproximadamente, 5 kg de cafe em coco, sendo em seguida submetidas a analises fisicas, fisico-quimicas, quimicas e qualitativas. Este trabalho teve como objetivo determinar a atividade da polifenoloxidase, a lixiviacao de K, a qualidade do cafe (bebida), e as relacoes entre estes parametros. Foram observados comportamentos bastante variados quanto aos teores destes constituintes nos diferentes estadios de maturacao dos graos; os frutos colhidos no estadio de maturacao cereja apresentaram maior atividade da polifenoxidase e baixos valores de lixiviacao de K; os graos colhidos verdes mostraram elevados valores de lixiviacao de K e baixa atividade de polifenoloxidase; os graos colhidos no estadio seco/passa e verde-cana se posicionaram com valores intermediarios nestes parametros analisados. A classificacao do cafe (bebida) com base na atividade da polifenoloxidase foi de nao-aceitavel (bebida "riada" e "rio") nos cafes colhidos verdes; os estadios de maturacao seco/passa e verde-cana foram classificados como fino (bebida "mole" e "apenas mole")e o estadio de maturacao cereja...

Atividade antioxidante in vitro e in vivo de café bebida mole.

ABRAHÃO, S. A.; PEREIRA, R. G. F. A.; SOUZA, R. V. de; LIMA, A. R.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 47, n. 1, p. 127-133, jan. 2012. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 47, n. 1, p. 127-133, jan. 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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46.57%
O objetivo deste trabalho foi determinar a atividade antioxidante do café, bebida mole, in vivo e in vitro, antes e após a torração. Para a análise da atividade antioxidante in vitro, foram utilizados os métodos de sequestro de radicais livres (DPPH) e de atividade quelante de íons Fe2+. Foram utilizados, para o ensaio in vivo, ratos Zucker diabéticos, portadores de síndrome metabólica, e ratos Zucker controle. Os animais receberam doses diárias das bebidas de café, por gavagem, por 30 dias. Após o tratamento, foi realizada a avaliação de peroxidação lipídica. As amostras torradas apresentaram a maior percentagem de sequestro de radicais livres. As concentrações nas amostras de café verde e torrado foram similares às do padrão Trolox. Das amostras torradas, a torração média se destacou com maior atividade quelante de íons Fe2+. Os cafés verdes mostraram maior poder quelante do que os torrados. Compostos presentes no extrato diminuíram a lipoperoxidação hepática e renal que é comum em casos de diabetes e síndrome metabólica. O café apresenta atividade antioxidante e protege o fígado e os rins dos animais contra a lipoperoxidação comumente presente em quadros de diabetes mellitus tipo 2 e síndrome metabólica.; 2012

Compostos bioativos e atividade antioxidante do café (Coffea arabica L.)

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
PT
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36.87%
Conduziu-se este trabalho, com a proposta de avaliar o potencial antioxidante de dois padrões da bebida do café (rio e mole), verdes e torrados, utilizando modelos in vitro. Foram determinados o teor de fenólicos totais, ácido clorogênico (ácido 5-cafeoilquínico) e cafeína das bebidas. A avaliação in vitro do potencial antioxidante foi investigada pelos métodos de captação do radical DPPH e pelo poder redutor de metais. Os dois padrões de bebida do café analisados não apresentaram diferenças quanto aos parâmetros cor, ácido clorogênico e cafeína. Observou-se que houve redução nos valores de ácido clorogênico à medida que os grãos foram torrados. O café verde bebida rio apresentou maior teor de fenólicos totais que o café bebida mole. Nos grãos torrados não foi observada diferença. A bebida do café independente da qualidade sensorial apresentou alto poder redutor e importante atividade sequestrante de radicais livres. A atividade sequestrante de radicais livres foi significativamente superior nas amostras obtidas a partir dos grãos torrados, quando comparados aos extratos dos grãos verdes. A torração, porém, reduziu o poder redutor das bebidas do café. Os dados obtidos permitem sugerir que, independente da classificação sensorial da bebida...

Levantamento da qualidade da bebida do café e avaliação do estado nutricional dos cafeeiros do Alto Jequitinhonha, Minas Gerais, através do DRIS

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
PT
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37.03%
A região do Alto Jequitinhonha tem se apresentado como expressivo parque cafeeiro do estado de Minas Gerais. No entanto, têm-se pouca informação sobre a influência do estado nutricional do cafeeiro sobre a qualidade da bebida juntamente com a produção. Objetivou-se, neste trabalho, foi realizar o levantamento da qualidade da bebida do café (Coffea arabica L.) e avaliar o estado nutricional dos cafeeiros do Alto Jequitinhonha, através do DRIS. Obtiveram-se as produções, as atividades enzimáticas da polifenoloxidase dos grãos de café e os teores foliares dos nutrientes em duas safras (2005 e 2006), para o cálculo do DRIS, com vistas a efetuar o diagnóstico nutricional do cafeeiro. A região do Alto Jequitinhonha apresentou aptidão para produzir cafés de melhor qualidade (bebida "mole", "apenas mole" e "estritamente mole"), e o melhor estado nutricional das lavouras cafeeiras proporcionou produtividade de grãos de 65,0 sacas ha-1 e qualidade de bebida "mole" e "apenas mole".

Atividade antioxidante in vitro e in vivo de café bebida mole; In vitro and in vivo antioxidant activity of soft coffee

Abrahão, Sheila Andrade; Pereira, Rosemary Gualberto Fonseca Alvarenga; Sousa, Raimundo Vicente de; Lima, Adriene Ribeiro
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica Publicador: Embrapa Informação Tecnológica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 14/12/2011 PT_BR
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46.57%
The objective of this work was to determine the in vivo and in vitro antioxidant activity of soft coffee beverages, before and after roasting. For the analysis of the antioxidant activity, the methods of free radical sequestration (DPPH) and of the chelating activity of Fe 2+ ions were used. In vivo tests were performed with diabetic Zucker rats with metabolic syndrome and control Zucker rats. The animals received daily doses of coffee drinks by gavage for 30 days. After treatment, lipid peroxidation was evaluated. Roasted coffee samples had the highest percentage of free radical sequestration. Concentration in both green and roasted coffee samples was similar to that of the Trolox standard. From the roasted samples, medium roast stood out with greater Fe 2+ ion chelating activity. Green coffees showed higher quelating power than the roasted ones. The compounds in the extract decreased the lipid peroxidation in the liver and kidney which is common in cases of diabetes and metabolic syndrome. Coffee has an antioxidant activity and protects the liver and kidneys of animals from lipid peroxidation commonly present in type 2 diabetes mellitus and metabolic syndrome.; O objetivo deste trabalho foi determinar a atividade antioxidante do café...

Diagnose nutricional do cafeeiro para produção e qualidade da bebida na região do Alto Vale do Jequitinhonha, MG.; Nutricional diagnosis of coffee plantations for yield and beverage quality in the region of the High Jequitinhonha Valley, Minas Gerais State, Brazil.

Farnezi, Múcio Mágno de Melo
Fonte: Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Publicador: Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.04%
O Alto Vale do Jequitinhonha tem apresentado como ascendente pólo cafeeiro do estado de Minas Gerais. No entanto, pouca importância tem sido dada ao diagnóstico do estado nutricional do cafeeiro que proporcione maior produtividade e, melhor qualidade da bebida.As normas DRIS ainda não foram estabelecidas para cafeeiros do Alto Vale do Jequitinhonha,assim, a inexistência dessas impede que o DRIS seja aplicado nesta cultura nessa região. A diagnose foliar, mediante o uso do Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação (DRIS) e de faixas críticas de nutrientes de referência, destaca-se dentre as ferramentas potenciais que permitem diagnosticar eficientemente o estado nutricional das plantas. Os objetivos deste trabalho foram (a) estabelecer as normas DRIS, propor faixas adequadas para teores foliares de nutrientes e diagnose nutricional dos cafeeiros (Coffea arabica L.) do Alto Vale do Jequitinhonha; (b) realizar o levantamento da qualidade da bebida do café e (c) estabelecer as normas DRIS, propor faixas adequadas de nutrientes e avaliar o estado nutricional dos cafeeiros para maior produtividade. O Alto Vale do Jequitinhonha tem apresentado como ascendente pólo cafeeiro do estado de Minas Gerais. No entanto, pouca importância tem sido dada ao diagnóstico do estado nutricional do cafeeiro que proporcione maior produtividade e...

A influência de grãos pretos em ligas com cafés de bebida mole

Gomes, F. Pimentel; Cruz, Vivaldo F. da; Castilho, Antonio de; Teixeira, Aldir Alves; Pereira, Luiz S. de P.
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/1966 POR
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46.76%
Os autores estudam a influência de grãos pretos em ligas com cafés brasileiros de bebida Mole. Foram ensaiadas porcentagens crescentes de grãos pretos: 0, 1, 2, 5, 10, 15, 20, 30, 40 e 50%. Realizaram-se dois ensaios de degustação em blocos incompletos equilibrados, com t = 10 tratamentos, k = 4 parcelas por bloco, r = 6 repetições, b = 15 blocos, X = 2. Cada parcela era formada por 3 xícaras de tipo padrão e foi provada por 3 degustadores, que davam sua opinião xícara por xícara. Os dados coletados são, pois, 1080, isto é, 540 para cada um dos dois ensaios. Mas cada ensaio tinha realmente apenas 60 parcelas, a cada uma das quais correspondia a média das 9 opiniões sôbre ela emitidas (3 degustadores x 3 xícaras). As bases deste método experimental são as expostas em FAIRBANKS BARBOSA e outros (1962), com as modificações indicadas. Os dois ensaios deram resultados bem concordantes, que levaram às seguintes conclusões: 1 - Os grãos pretos prejudicam sensìvelmente a bebida, e seu efeito é aproximadamente linear. 2 - Porcentagens de grãos pretos de 10% para cima causam prejuizo sensível. 3 - A equação de regressão é Y = 3,792 - 0,0379 X, onde X é a porcentagem de grãos pretos e Y é o número de pontos correspondentes à bebida.; The authors study the influence of black coffee beans in mixture with Brasilian coffee of soft taste. Increasing percentages of black beans were tried: 0...

Influência de cafés de gôsto rio em ligas com cafés de bebida mole

Castilho, Antonio de; Gomes, F. Pimentel; Pereira, Luiz Sergio de Paiva; Moraes, Roberto S.; Lourenço, Sidival
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/1966 POR
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46.95%
Os autores estudam a influência do café Rio em ligas com cafés brasileiros de bebida Mole. Foram ensaiadas porcentagens crescentes de Café Rio: 0,0; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 7,5; 10,0; 12,5; 15,0; 20,0; 25,0; 30,0; 35,0; 40,0; 50,0. Realizaram-se dois experimentos em blocos incompletos equilibrados, com t = 21 tratamentos (os mencionados acima), k = 3 parcelas por bloco, r = 10 repetições, b = 70 blocos, L = 1. Cada parcela era formada de 3 xícaras, de tipo padrão, sobre as quais cada degustador dava uma só opinião. Cada parcela era provada por 3 degustadores. Os dados coletados são, pois, 630 para cada ensaio (210 parcelas, 3 degustadores). Atribuia-se a cada parcela, para fins de análise estatística, a média das opiniões dos 3 degustadores. Os dois ensaios deram resultados bem concordantes, que levaram às seguintes conclusões: a) Faz-se necessária a transformação dos dados, pois as variâncias relativas aos diversos tratamentos são muito discrepantes. b) A transformação T = √ Y dá resultados satisfatórios. c) O café Rio prejudica sensivelmente a bebida do café Mole, para teores a partir de 2,0%. d) Para teores de 4,5% em diante a liga tem bebida Riada ou Rio. e) A regressão obtida não é estritamente linear...

Extração e dosagem da atividade da polifenoloxidase do café; Extraction and activity determination of polyphenoloxidase in coffee

Mazzafera, Paulo; Gonçalves, Kátia Viviane; Shimizu, Milton Massao
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2002 POR
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36.92%
A atividade de polifenoloxidase (PFO) tem sido usada como indicadora da qualidade de bebida de café. Foram feitas comparações entre o método tradicionalmente usado para extração de polifenoloxidase de café e outro, onde impediu-se a oxidação de fenóis durante a extração, com posterior eliminação por filtração em coluna de exclusão. Um método intermediário entre os dois também foi testado. As medições de atividade foram feitas por espectrofotometria e por consumo de O2. Os métodos tradicionais de extração e dosagem da atividade de PFO sofrem forte interferência de fenóis presentes no extrato, não permitindo reprodução dos dados publicados na literatura. Por espectrofotometria foi possível diferenciação apenas entre café de bebida Mole de cafés de bebida Dura e Rio, mas não entre as duas últimas. Café de melhor qualidade, bebida Mole, apresentou maior atividade de PFO. Extração de PFO na presença de antioxidantes e complexadores de fenóis, seguida pela eliminação dos mesmos por cromatografia de exclusão é essencial para uma avaliação correta. Entretanto, usando este procedimento e consumo de O2, a atividade de PFO também não diferenciou os três cafés testados, exceto o Mole dos dois outros. No lugar de DOPA (3...