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Os usos da antiguidade clássica na elaboração dos conceitos de barbárie e civilização na obra Os Sertões

Kunst, Rafael Vicente
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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37.19%
Este trabalho tem como objetivo analisar como e por quais motivos a Antiguidade clássica é utilizada na elaboração dos conceitos de barbárie e civilização na obra Os Sertões, de Euclides da Cunha. Através dos estudos da retórica e da teoria da recepção, investigo quais são as fontes do autor para a elaboração dessas referências e como elas são lidas e significadas pelo autor. Ao final, interpreto a elaboração peculiar das noções de bárbaro e civilizado presentes na obra a partir dessa vinculação entre seus conhecimentos sobre o Mundo antigo e sua observação sobre o conflito de Canudos.; This work aims to analyze how and for what reasons the Classical Antiquity is used in the elaboration of the concepts of barbarism and civilization in Os Sertões, by Euclides da Cunha. Based in studies of rhetoric and reception theory, I investigate what are the sources by the author in preparing these references and how they are read and the author meant. At the end, I interpret the development of the peculiar notions of barbarian and civilized present in Cunha’s book using the link between their knowledge of the Ancient World and your observation about the conflict in Canudos.

Direito e barbárie

Brito, Antonio José Guimarães
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado
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27.71%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2010; Este trabalho trata de analisar o conceito da barbárie e da civilização para o discurso (des)colonialista. O objetivo foi verificar a importância do conceito da barbárie para o discurso (des)colonialista latino-americano e sua implicação jurídica na relação do sujeito com o Outro. A pesquisa foi norteada por intermédio de ampla pesquisa bibliográfica e da análise dos discursos (des)colonialistas. Verificou-se a centralidade do binômio civilização-barbárie na construção do Estatuto Jurídico da Modernidade. Com base na ideia da barbárie e da civilização, promoveu-se o desenvolvimento jurídico dos direitos fundamentais para o colonizador e a negação de todos os direitos para os colonizados, ou seja, os marginalizados, excluídos e, nesse sentido, pode-se afirmar, seres barbarizados. Os discursos do colonialismo, como a Incapacidade Jurídica Indígena, a Guerra Justa, o Iluminismo, o Evolucionismo, a Degeneração das Américas e o Racismo Científico alimentaram o conceito da barbárie e permitiram o desenvolvimento do colonialismo e, com isso, a degradação do Outro. Por outro lado...

Terrorismo, barbárie e desordem: parte II

Mijolla-Mellor,Sophie de
Fonte: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Publicador: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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37.19%
A partir de uma interrogação sobre as representações dos atos terroristas na imprensa e na televisão, examinaremos as noções de barbárie, de crueldade e de sadismo de um ponto de vista simultaneamente individual e coletivo. As novas formas do conflito e da destrutividade que marcam quotidianamente a atualidade incitam a uma reflexão ampla sobre a natureza, as relações e mesmo os paradoxos da oposição entre ordem e desordem. A ordem responde a uma necessidade de domínio sobre o mundo e constitui uma parte inerente à busca do sentido da vida própria a cada um. Entretanto, longe de atingir uma harmonia, ela produz contestações, revoltas e, necessita ser "mantida", confundindo-se, por sua vez, com uma violência "legítima".

A crise da modernidade e a barbárie

Menegat,Marildo
Fonte: IMS-UERJ Publicador: IMS-UERJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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Este ensaio procura analisar os impasses na fundamentação da eticidade na modernidade. Parte do pressuposto que os autores clás sicos do Iluminismo viam nesse problema uma ameaça para o futuro da sociabilidade. Marx teve o mérito de articular o tema com as bases objetivas da estrutura social. O século XX presenciou a tragicidade desta condição como um destino da Humanidade. A partir de Ador no-Horkheimer, procura-se analisar os desdobramentos dessa condi ção na chamada cultura pós-moderna. A hipótese defendida é que a crise da modernidade, na ausência de alternativas radicais para sua superação, se manifesta como um lento emergir da barbárie. Em pou cas palavras: o desenvolvimento do capitalismo (e sua lógica cultural) não apenas produz a barbárie, como esta lhe é necessária para sua continuidade.

A Micarande e suas territorialidades : de fábrica de sonhos à barbárie (pós) moderna

Denílson Santos de Lima, Francisco; José de Sá, Alcindo (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.19%
Apresentando-se como alternativa para diversão e a economia, com o desenvolvimento do turismo, a festa Micarande surgiu através da iniciativa do poder público em parceria com setores privados, no início da década de 1990. Com cobertura da imprensa e uma rede complexa de relações envolvendo políticos, empresários, turistas e a sociedade local, a festa ganhou visibilidade, com todo o seu aparato técnico científico informacional, através de trios elétricos, arquibancadas e camarotes e luzes pelas ruas. Apesar disso, a exclusão social da festa era mais sentida em seus múltiplos territórios, através de cordões de isolamento, que separavam os foliões pagantes dos não pagantes, e de camarotes e arquibancadas, montadas para servir os interesses e as necessidades de uma minoria. Junto da magia e do grande conteúdo de simbolismo, poder de encantar e convencer, a festa tornou-se sinônimo de violência, opressão, desigualdade social e outras mazelas que descaracterizou esse ritual festivo como sinônimo de civilidade, até sua última edição, em 2008. Em 2009, a Balança Campina surge como alternativa de substituição da Micarande, reproduzindo exatamente as suas desigualdades e exclusões, só que limitando totalmente o acesso dos pipocas . Assim...

Da barbárie à vida social na teoria de Giambattista Vico: uma crítica ao contratualismo de Thomas Hobbes

Cavalcante, João Carlos Oliveira
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Nesta dissertação, o objeto central da investigação consistiu na realização da contraposição entre a concepção de barbárie, do filósofo italiano Giambattista Vico, e o estado de natureza, defendido por Thomas Hobbes em sua filosofia política. Este trabalho tem o intuito de elucidar a concepção de Hobbes acerca do estado de natureza, na qual o pensador inglês se serviu de uma ideia de pacto que só se seria possível para sociedades mais desenvolvidas e que já tivessem constituído minimamente a vida social. Para esse autor, a primeira forma de vida em comum tornou-se possível apenas com o Estado Político, que foi criado artificialmente a partir da necessidade humana em sua busca pela felicidade, acessível somente em um estado de paz. Vico, posteriormente, insistiu no conceito de barbárie do intelecto, ou seja, um estágio em que o homem era bruto, devido à sua razão obscura e fantasiosa, e que foi se desenvolvendo gradativamente no decorrer da história até conduzir os indivíduos a uma vida social, sendo esta pré-requisito para a formação de um Estado. Durante nosso estudo, observamos que os autores admitem duas histórias paralelas, sendo uma a gentia e a outra cristã. Vico se dedicou à análise das gentes...

Mémoire de la culture, mémoire de la barbarie : l’intertextualité dans le témoignage de Jorge Semprun sur le camp de Buchenwald

Desrosiers, David
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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Ce mémoire porte sur le travail de l’intertextualité dans les quatre oeuvres que Jorge Semprun (1923-) a consacrées à ses souvenirs de déportation au camp de Buchenwald : Le grand voyage (1963), Quel beau dimanche! (1980), L’écriture ou la vie (1994) et Le mort qu’il faut (2001). Chaque oeuvre poursuit la recherche d’un langage approprié à la narration d’une expérience qui résiste obstinément à sa représentation. L’intertextualité, de même que les réminiscences musicales, filmiques ou picturales, composent chez Semprun une image complexe de l’expérience du déporté, faisant coexister l’ombre et la lumière, l’angoisse et la joie, le mal radical et la fraternité, loin de tout cliché manichéen. Il s’agira ici de lire ce témoignage magnifique sur les camps nazis comme un dialogue profond entre l’art et la barbarie, la création et la destruction, la mémoire culturelle et la mémoire traumatique.; This essay covers the issue of intertextuality in the four works that Jorge Semprun (1923-) wrote about his memories from Buchenwald : Le grand voyage (1963), Quel beau dimanche! (1980), L’écriture ou la vie (1994) and Le mort qu’il faut (2001). Each work stems from the search of an apropriate language for narrating an experience that poses a radical challenge to its représentation. Intertextuality...

Barbarie y Derechos Humanos en Colombia

Angarita Sarmiento, Carlos Enrique
Fonte: Pontifícia Universidade Javeriana Publicador: Pontifícia Universidade Javeriana
Formato: PDF
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El texto hace un recorrido sobre la violencia en Colombia desde 1948 hasta nuestros días. Destaca los pactos de pacificación celebrados en este período y los analiza: Frente nacional, Asamblea Nacional Constituyente, Ley de Justicia y Paz, Ley de Restitución de Tierras y de Víctimas y el proceso de negociación de La Habana. En la mayor parte del trabajo se sigue como hilo conductor una lectura de la realidad del país hecha por el poeta Juan Manuel Roca, quien aporta una nueva mirada acerca del problema de la violencia en el país. La perspectiva de los derechos humanas aparece bajo la pregunta sobre las posibilidades de constitución de un sujeto de derechos en este contexto de barbarie.

Barbarie y Derechos Humanos en Colombia: una mirada crítica, social y estética; Derechos Humanos, barbarie, paz

Angarita Sarmiento, Carlos Enrique
Fonte: Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia Publicador: Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia
Formato: 1-16
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En el texto se hace un recorrido sobre la violencia en Colombia desde 1948 hasta nuestros días. Destaca los pactos de pacificación celebrados en este período y los analiza: Frente nacional, Asamblea Nacional Constituyente, Ley de Justicia y Paz, Ley de Restitución de Tierras y de Víctimas y el proceso de negociación de La Habana. En la mayor parte del trabajo se sigue como hilo conductor una lectura de la realidad del país hecha por el poeta Juan Manuel Roca, quien aporta una nueva mirada acerca del problema de la violencia en el país. La perspectiva de los derechos humanos aparece bajo la pregunta sobre las posibilidades de constitución de un sujeto de derechos en este contexto de barbarie.; Tunja

La memoria de las víctimas: un instrumento en la superación de la barbarie; La memoria de las víctimas: un instrumento en la superación de la barbarie

Sampedro Arrubla, Julio Andrés
Fonte: Pontificia Universidad Javeriana Cali Publicador: Pontificia Universidad Javeriana Cali
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artículo Formato: application/pdf; application/pdf
SPA; ENG
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47.62%
“Si algún día vamos al infierno, uno de los tormentos más refinados consistirá sin duda en encerrar juntos en una misma pieza al hombre tal cual y las fotos enmarcadas de su tiempo”1. Estas palabras, del premio Nobel de literatura 1989 Günter Grass, nos sirven como punto de partida para aproximarnos, con una reflexión criminológica y victimológica a una fotografía, tal vez la de mayor dramatismo y sin duda la más oculta por la historia oficial: la que contiene la barbarie terrorista en el siglo XXI.; “Si algún día vamos al infierno, uno de los tormentos más refinados consistirá sin duda en encerrar juntos en una misma pieza al hombre tal cual y las fotos enmarcadas de su tiempo”1. Estas palabras, del premio Nobel de literatura 1989 Günter Grass, nos sirven como punto de partida para aproximarnos, con una reflexión criminológica y victimológica a una fotografía, tal vez la de mayor dramatismo y sin duda la más oculta por la historia oficial: la que contiene la barbarie terrorista en el siglo XXI.

Primeros asombros. Filosofía ante la cultura y la barbarie. Resonancias nicolianas en torno

Aguirre Moreno, Arturo
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Tipo: Libro
ES
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El trabajo aporta elementos fundamentales para la reflexión contemporánea sobre la educación y la cultura. En un inesperado giro, el libro va de los primeros asombroso en Grecia por el ser antropoplástico que es el hombre, hacia el último hombre y los posibles últimos asombros ante la desaparición de cultura, un hecho ahora, ante la barbarie. Entre la apuesta por la libertad y las acciones, por la comunidad y los afanes, este libro marca las pautas para pensar de frente al presente sin patetismo ni desilusiones, pero tampoco con un vano optimismo, sino con resolucióny claridad.; Afínita Editorial México SA de CV - CONACYT MÉXICO

Meditaciones sobre la cultura y la barbarie

Aguirre Moreno, Arturo
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Tipo: Articulo
ES
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A lo largo de estas líneas discurrimos sobre el fenómeno emergente de una “nueva barbarie” que es distintivo de nuestra época ante el desarrollo histórico de Occidente. Las consideraciones en torno a problemáticas culturales, que son en nuestros días asiduamente recurrentes en la literatura filosófica, sociológica y de teoría política, van dando por supuesto que la “cultura” es una configuración estable que hace frente a la barbarie en sus concepciones tradicionales, a saber: como una disposición a la brutalidad, al salvajismo en la convivencia civil; o bien, una pobreza intelectual y confusión de categorías, criterios, y valores morales y políticos. No obstante, parece que hemos llegado a un tiempo en que hemos de meditar sobre nuestras propias preconcepciones para dar frente a las nuevas maneras en que se han trastornado las formas de ser culturales. Así, la barbarie comienza a manifestarse como una profunda alteración antropológica, existencial en el ser humano de los siglos XX y XXI. A partir de Eduardo Nicol, emprendemos la tarea de esa meditación impostergable para cuestionar y dar cuenta de aquella sutil perturbación que la racionalidad presenta cuando es incapaz de generar las finalidades, los sentidos y la recreación de la cultura y el humanismo...

Barbarie, pensamiento y sentido

Levy, Bernanrd-Henri
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Formato: 15
ESPAñOL
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37.67%
Hay una frase en francés que dice Poner los pies en el plato. Es lo que hace el ponente con los tres temas de la conferencia: la barbarie, el pensamiento y el sentido. La barbarie primero. Se dice que la barbarie es primitiva. Sí y no. Los bárbaros a veces lo son, pero los peores bárbaros son los que tienen rostro humano, los que articulan su barbarie con cultura y con inteligencia. Ejemplos de eso son el hitlerismo y el stalinismo, así como también la dictadura de Pol Pot, quien había leído a Lacan y Althusser en Francia. Ahora el pensamiento. No es posible decir que el pensamiento es una garantía contra la barbarie. Hay tantos grandes intelectuales franceses que cayeron en las peores trampas de la época, como Michel Foucualt o Jean-Paul Sartre, quien escribió un elogio brillante y estúpido de Fidel Castro. La barbarie no es inculta y el pensamiento no es una garantía. Ahora, en fin, el sentido. El pensamiento da sentido a las cosas. Pero a veces da sentido a lo que no tiene sentido. Así sucedió con el Gulag en la Unión Soviética. Dar sentido a lo que no tiene sentido es un crimen.

Humanidad y barbarie. De la 'barbarie cultural' a la 'barbarie moral'

P??rez Tapias, Jos?? Antonio
Fonte: Pedro G??mez Publicador: Pedro G??mez
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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Las guerras que azotan lo que era la antigua Yugoslavia, as?? como los fen??menos de racismo y xenofobia de nuestro entorno m??s inmediato, obligan a repensar la barbarie, y ello como parte de la estrategia moral que ha de suponer movilizarse activamente contra ella. El t??rmino ??barbarie?? se ha utilizado desde mucho tiempo atr??s para designar un comportamiento que aparece como no humano. Tal uso, cargado de ambig??edad, se ha ido desplazando desde la descalificaci??n de los otros como ??no civilizados?? hasta la recusaci??n de todo comportamiento in-humano respecto al otro, que des-humaniza en primer lugar a quien lo protagoniza. Si en el primer sentido (barbarie cultural) el uso del t??rmino no es aceptable, el segundo (barbarie moral) es el que hoy resulta, en cambio, pertinente. Y cuando empleamos as?? la noci??n de barbarie, para denunciar comportamientos que violan derechos humanos fundamentales, nos estamos comprometiendo con un universalismo moral que reconoce validez transcultural a la exigencia de respeto incondicional a la dignidad de cada individuo. Tal es el n??cleo ??tico del renovado humanismo que hay que hacer valer frente a la barbarie que ??desde dentro?? de nuestra cultura emerge amenazante para todos.; The wars that wiped out the former Yugoslavia...

La «barbarie» moderna, ¿un microestado de la naturaleza?

Offe, Claus
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Article; info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2007 SPA
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37.36%
En este trabajo, el autor introduce una importante consideración en el análisis de la barbarie. A su juicio, no hay únicamente una constelación dicotómica con un sujeto actor, el perpetrador, y un sujeto paciente, la víctima, sino una constelación triangular en la que se desoculta al espectador que calla u omite, insensibilizado moralmente, las acciones que «más allá del bien y del mal» realiza el perpetrador contra la víctima.; In this paper the author introduces one important consideration related to the analysis of barbarity. According to him there is no only one two sided constellation shaped by the acting subject, the perpetrator, and an subject transformed in an object upon which is done violence, the victim, but a «triangular” constellation in which the observer, morally neutralized, who wilfully forgets actions that «beyond good and evil” does the perpetrator against the victim, is unhide.

Nuevas lecturas de civilización y barbarie : la oralidad en la obra de Ricardo Piglia

Fogagnoli, Sarah
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2012 SPA
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37.67%
Desde Sarmiento, la dicotomía civilización y barbarie ha sido casi siempre utilizada para encasillar el abigarrado entramado de relaciones sociales y culturales del continente hasta invadir el territorio de la literatura misma. Nuestro análisis de la obra crítica y narrativa de Ricardo Piglia, parte de este presupuesto e intenta rastrear las huellas de la voluntad de superación de esta dicotomía, considerando especialmente el aspecto que el propio autor toma como punto de partida para desarrollar su discurso sobre civilización y barbarie: la oralidad en sus multíplices facetas. Según Ricardo Piglia, el uso que diferentes autores, y él mismo, hacen de la oralidad, permite constatar que es imposible reducir a una clasificación binaria, una realidad y una literatura constituidas por múltiples e inseparables intersecciones. Nuestro objetivo será desentrañar, en la obra del autor argentino, los discursos ensayísticos y ficcionales en los cuales se hacen patentes la tentativa y la voluntad de una revisión de aquel tradicional enfrentamiento.; Since Sarmiento, the dicothomy civilización y barbarie has almost been used to classify the motley tissue of cultural and social relations of Latin-America, until spreading through the territory of literature itself. Starting from this assumption...

Between grassland and the sea: questions of civilization and barbarity; Entre o Pampa e o Mar: questões de civilização e barbárie

Petry Jahn, Lívia Petry; Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Universidade Estadual do Centro-Oeste
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 07/10/2013 POR
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This paper aims to clarify issues about the contemporary historic novel as the notion of problematic hero, the review of ideologies and miths, the problematization of History in ficcion and above of all the issue that guides this essay: the notion of civilization and barbarity wich is inside the construction of Western identity. To do so, were used the theoric approaches of Bakhtin (1990), Benjamin (1985), Wolff apud Novaes (2004) and Rodrigues (2000). In this sense, the author searched to show the aspects written above in the following novels: “The Portrait´s Paintor” by  Assis Brasil (2001), and “The Ships” by Lobo Antunes (2011).; http://dx.doi.org/10.5007/2175-7917.2013v18n2p98Este ensaio tem por objetivo discutir questões abordadas na metaficção historiográfica contemporânea como a noção de herói problemático, a revisão das ideologias e dos mitos, a problematização da história na ficção, e, principalmente a questão de fundo e que guia este trabalho: a noção de civilização e barbárie que perpassa a construção da identidade Ocidental. Para tanto, usamos a abordagem teórica de Bakhtin (1990), Benjamin (1985), Wolff apud Novaes (2004) e Rodrigues (2000). Assim, buscamos abordar tanto no romance “O Pintor de Retratos” de Assis Brasil (2001)...

Civilización y barbarie: La función de los intelectuales en la Argentina del Centenario: J. Ingenieros y R. Rojas

Olalla,Marcos
Fonte: Estudios de filosofía práctica e historia de las ideas Publicador: Estudios de filosofía práctica e historia de las ideas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 ES
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El uso de las categorías de civilización y barbarie en el discurso literario y científico latinoamericano pone en juego una particular evaluación del proyecto modernizador de fines del siglo XIX y principios del XX, así como también del rol letrado en el mismo. Analizamos este uso en las obras Sociología argentina de José Ingenieros y La restauración nacionalista de Ricardo Rojas. Comparamos las perspectivas positivista y espiritualista de tales autores con el propósito de señalar rasgos específicos y comunes en la caracterización de la intervención de los intelectuales en la esfera pública.

Civilización y barbarie: La instauración de la "diferencia colonial" durante los debates del siglo XVI y su encubrimiento como "diferencia cultural"

Lepe-Carrión,Patricio
Fonte: Colegio de Humanidades y Ciencias Sociales, Universidad Autónoma de la Ciudad de México Publicador: Colegio de Humanidades y Ciencias Sociales, Universidad Autónoma de la Ciudad de México
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 ES
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El presente trabajo se propone analizar los conceptos de "civilización" y "barbarie" que subyacen al "debate de Valladolid" en el siglo XVI, a la luz del pensamiento crítico de América Latina (Modernidad / Colonialidad). Revisando y sintetizando parte de la literatura existente, se demostrará que los argumentos de Bartolomé de Las Casas, y aquellos que defendían abiertamente la dignidad de los nativos, constituían un "encubrimiento" de la "diferencia colonial" como una "diferencia cultural". Este "encubrimiento", no sólo servirá como estrategia o mecanismo de justificación y legitimación de la Conquista, y su consecuente dominación y explotación indígena; sino también como una plataforma sobre la que se inscribirá la noción de "civilizar al otro" (o idea de "progreso") durante el pensamiento ilustrado de los siglos XVII y XVIII.

Barbárie: literatura e filosofia moral

Bueno,Roberto
Fonte: Instituto de Investigaciones Jurídicas, UNAM Publicador: Instituto de Investigaciones Jurídicas, UNAM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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La visión de la barbarie es un tema que ha sido inagotable debido a la constante capacidad humana de reinventar las dimensiones del horror. No obstante, si se le analiza desde la filosofía política, es un tema que requiere reinterpretarse continuamente para evitar el riesgo de reinstalar el horror en la lista de preocupaciones del mundo contemporáneo. La reinstalación del horror en este contexto estaría apoyada en la debilidad que hoy tienen las instituciones democráticas, como consecuencia de las virulentas críticas que exponen sus males, a menudo merecidas. Nosotros creemos que la barbarie es inabarcable e inabordable en su totalidad si se le ve desde un solo ángulo metodológico. Por lo tanto, nuestro objetivo con este artículo es aportar al continuo proceso de reflexión una posible aproximación conjunta desde la literatura (Jünger y la literatura de los supervivientes), así como de la filosofía política (Schmitt y sus críticos).