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Análise transcritômica e proteômica da interação Musa acuminata x Mycosphaerella musicola; Transcriptomics and proteomics analysis of the interaction M. acuminata x M. musicola

Passos, Marco Aurélio Ninômia
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas,Departamento de Biologia Celular, Programa de Pós-Graduação em Biologia Molecular, 2014.; A Sigatoka Amarela em banana (Musa spp.), causada pelo fungo Mycosphaerellamusicola, provoca desordem significativa de área foliar e amadurecimento prematuro do fruto. O desenvolvimento de genótipos resistentes a fungos patogênicos é de fundamental importância. A fim de desenvolver um recurso de genômica funcional para essa cultura oferencendo compreensão sobre os mecanismos moleculares das respostas de Musa a estresses bióticos, foi realizado um estudo de pirosequenciamento do transcritoma de Musa acuminata utilizando genótipos contrastantes em resistência ao patógeno M. musicola. Amostras de RNA total foram preparadas a partir do material foliar dos genótipos Calcutta 4 (resistente) e Cavendish Grande Naine (suscetível), ambos não infectados (controles não inoculados) e artificialmente desafiados com o patógeno. O estudo gerou 978.133 seqüências de alta qualidade, com um comprimento médio de 334pb e totalizando 466Mb, das quatro bibliotecas de cDNAseqüenciadas usando o 454 GS-FLX Titanium. A montagem de novo gerou 36.384 e 35.269 seqüênciasunigenes de M. acuminataCalcutta 4 e Cavendish Grande Naine...

Correlação fenotípica entre caracteres de híbridos diploides (AA) de bananeira

Lessa,Lauro Saraiva; Ledo,Carlos Alberto da Silva; Amorim,Edson Perito; Silva,Sebastião de Oliveira e
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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O estudo de correlação tem como propósito mensurar a alteração em um caráter quando se altera outro. Neste trabalho, objetivou-se estimar correlações fenotípicas entre o número de frutos por cacho e 22 caracteres avaliados em híbridos diploides (AA) de bananeira. No experimento, conduzido na Embrapa Mandioca e Fruticultura, em blocos casualizados com quatro repetições, foram avaliados 11 híbridos diploides (AA) de bananeira. Os caracteres avaliados foram: altura de plantas, diâmetro do pseudocaule, número de filhos, número de folhas na floração, período do plantio ao florescimento, presença de pólen, peso do cacho e da ráquis, sigatoka-amarela no florescimento, número de folhas na colheita, Sigatoka-amarela na colheita do cacho, número de dias do florescimento à colheita, comprimento e diâmetro do engaço, peso da segunda penca, número de pencas e de frutos por cacho, fragilidade do pedicelo, comprimento e diâmetro do fruto e comprimento do pedicelo, além de presença de semente. Após a tabulação, procederam-se a estudos de correlação entre o número de frutos e os demais caracteres da planta. Essas correlações variaram entre os genótipos, sendo assim, observado que as associações entre o número de frutos e os caracteres vegetativos da planta foram...

Correlações entre caracteres da planta e do cacho em bananeira (Musa spp)

Donato,Sérgio Luiz Rodrigues; Silva,Sebastião de Oliveira e; Lucca Filho,Orlando Antônio; Lima,Marcelo Bezerra; Domingues,Herbat; Alves,Juliana da Silva
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 PT
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Os caracteres observados em áreas experimentais têm natureza fenotípica e suas correlações são estimadas visando mensurar alterações em um caráter quando se altera outro relacionado. Objetivou-se com este trabalho, quantificar a relação entre os caracteres da planta e do cacho observados na época do florescimento e da colheita de 13 genótipos (variedades e híbridos) de bananeira (Musa spp.), em dois ciclos de produção, em Guanambi, Bahia. Foram utilizadas as variedades Prata anã, Pacovan (AAB), Grande naine e Nanicão (AAA), e os híbridos PA42-44, PV42-85, PV42-142, PV42-68 e ST12-31 (AAAB) e Ambrosia, Calipso, Bucaneiro e FHIA02 (AAAA), selecionados na Embrapa Mandioca e Fruticultura. Consideraram-se os caracteres: altura da planta; perímetro do pseudocaule; número de folhas vivas no florescimento e na colheita; número de dias do plantio ao florescimento e à colheita; intervalo florescimento à colheita; peso do cacho, da ráquis e da pencas; comprimento e diâmetro do engaço; número de pencas e de frutos; peso da segunda penca; peso, comprimento e diâmetro do fruto e espessura da casca. As correlações entre o peso do cacho e os demais caracteres estudados, variaram entre genótipos e ciclos. As associações entre o peso do cacho e os caracteres da planta...

Correlação fenotípica em acessos diploides (AA) melhorados de bananeira.

VELAME, D. C.; AMORIM, T. B. do; SANTANA, Z.; AMORIM, E. P.; LESSA, L. S.; PEREIRA, V. M.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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A bananicultura destaca-se como uma atividade de grande importância econômica e social. No Brasil, verifica-se o cultivo da bananeira em todas as regiões geográficas, da faixa litorânea aos planaltos do interior. Os problemas enfrentados pela cultura são vários, abrangendo desde produtividade e qualidade dos frutos inadequadas, a questões mais específicas, como resistência a pragas (SILVA et al., 2005; CORDEIRO et al., 2005).; 2012

Estabilidade fenotípica e previsibilidade da produtividade e da resistência de genótipos de bananeira à Mycosphaerella fijiensis.

PEREIRA, J. C. R.; GASPAROTTO, L.
Fonte: In: GATO, A. M. G.; TELES, B. R. (Org.). Coletânea dos trabalhos da CDSV/AM. Manaus: Delegacia Federal de Agricultura no Amazonas, 2002. Publicador: In: GATO, A. M. G.; TELES, B. R. (Org.). Coletânea dos trabalhos da CDSV/AM. Manaus: Delegacia Federal de Agricultura no Amazonas, 2002.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 32-36.
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Banana. Valores dos parâmetros indicadores da estabilidade e previsibilidade da resistência em genótipos diplóides e tetraplóides de bananeira. Parâmetros e indicadores da estabilidade e previsibilidade da produção em genótipos tetraplóides de bananeira. Valores indicadores da estabilidade e previsibilidadeda resistência em cultivares de bananeira.; 2002

Correlações entre caracteres da planta e do cacho em bananeira (Musa spp)

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
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25.97%
Os caracteres observados em áreas experimentais têm natureza fenotípica e suas correlações são estimadas visando mensurar alterações em um caráter quando se altera outro relacionado. Objetivou-se com este trabalho, quantificar a relação entre os caracteres da planta e do cacho observados na época do florescimento e da colheita de 13 genótipos (variedades e híbridos) de bananeira (Musa spp.), em dois ciclos de produção, em Guanambi, Bahia. Foram utilizadas as variedades Prata anã, Pacovan (AAB), Grande naine e Nanicão (AAA), e os híbridos PA42-44, PV42-85, PV42-142, PV42-68 e ST12-31 (AAAB) e Ambrosia, Calipso, Bucaneiro e FHIA02 (AAAA), selecionados na Embrapa Mandioca e Fruticultura. Consideraram-se os caracteres: altura da planta; perímetro do pseudocaule; número de folhas vivas no florescimento e na colheita; número de dias do plantio ao florescimento e à colheita; intervalo florescimento à colheita; peso do cacho, da ráquis e da pencas; comprimento e diâmetro do engaço; número de pencas e de frutos; peso da segunda penca; peso, comprimento e diâmetro do fruto e espessura da casca. As correlações entre o peso do cacho e os demais caracteres estudados, variaram entre genótipos e ciclos. As associações entre o peso do cacho e os caracteres da planta...

Identificação de variantes somaclonais em bananeiras 'Prata Anã', utilizando técnicas moleculares e citogenéticas.

GUIMARÃES, N. C. C.; TORGA, P. P.; RESENDE, E. C.; CHALFUN JUNIOR, A.; PAIVA, E.; PAIVA, L. V.
Fonte: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 33, n. 2, p. 448-454, 2009. Publicador: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 33, n. 2, p. 448-454, 2009.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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Variação somaclonal é uma variação fenotípica de origem genética, ou seja, uma variação cromossômica que se torna herdável nas gerações seguintes, ou epigenética, que é uma variação transitória devido ao estresse fisiológico que o material sofre, quando submetido ao cultivo in vitro. Um problema específico envolvendo a variação somaclonal em bananeiras 'Prata Anã' foi observado em Andradas, Minas Gerais, em plantas oriundas de micropropagação. A maior dificuldade na separação dos indivíduos normais e variantes é que os caracteres morfológicos, que são inerentes a este tipo de variação, só se tornam evidentes quando a planta está adulta, o que impossibilita a eliminação dos indivíduos variantes ainda em viveiro. Com o objetivo de identificar, ainda em viveiro aqueles indivíduos variantes somaclonais, técnicas moleculares (RAPD e SSR) e citogenéticas (contagem cromossômica e citometria de fluxo) foram utilizadas. Cento e três primers RAPD, 11 combinações de dois primers RAPD, e 33 pares de primers SSR foram utilizados na tentativa de se encontrar marcadores polimórficos capazes de distinguir os indivíduos normais dos variantes, além de distinguir bananeiras 'Prata Anã' de 'Prata'. O primer OPW-08 gerou um fragmento polimórfico que distinguiu uma planta variante de todas as demais...

Aplicação de ácido giberélico (GA3) e anatomia da epiderme foliar visando à detecção de variantes somaclonais de bananeira Musa sp. Colla cv. Prata-anã (Musaceae)

Silva,Janaína de Oliveira Costa; Lacerda,Guilherme Araújo; Castro,Evaristo Mauro de; Chalfun-Júnior,Antonio; Paiva,Luciano Vilela; Oliveira,Cynthia de
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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A micropropagação de indivíduos do gênero Musa vem sendo aplicada em larga escala para obtenção de mudas de qualidade fitossanitária. O cultivo in vitro pode levar a ocorrência de variação somaclonal que pode acarretar em prejuízos aos produtores. Atualmente, a diferenciação das plantas variantes somaclonais é possível somente quando as mesmas encontram-se em condições de campo, mediante crescimento exagerado, conhecido como gigantismo. Mutantes para a produção de giberelina apresentaram fenótipo anão e esta mutação já foi revertida com a aplicação de ácido giberélico exógeno. A anatomia de plântulas cultivadas in vitro e ex vitro fornece informações que podem auxiliar na melhoria das técnicas de micropropagação e na sua seleção precoce. Objetivou-se verificar a diferenciação das estruturas anatômica entre plantas normais e variantes somaclonais. Para tal, utilizaram-se folhas de 'Prata-anã' cultivadas in vitro, em fase de aclimatização e no campo após a constatação da variação somaclonal. Secções paradérmicas foram realizadas para avaliação do complexo estomático. Secções transversais foram realizadas para medições da espessura das faces adaxial e abaxial da epiderme, medições dos parênquimas clorofilianos e da nervura central. Os resultados permitiram verificar diferenças estruturais das plantas ao longo das fases de cultivo. Foi possível também determinar marcadores anatômicos baseados no diâmetro da nervura central e na hipoderme inferior que permiti distinguir as plantas normais das variantes somaclonais.

Identificação de variantes somaclonais em bananeiras 'Prata Anã', utilizando técnicas moleculares e citogenéticas

Guimarães,Nilson César Castanheira; Torga,Paula Pereira; Resende,Eliane Cristina de; Chalfun Júnior,Antônio; Paiva,Edílson; Paiva,Luciano Vilela
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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25.81%
Variação somaclonal é uma variação fenotípica de origem genética, ou seja, uma variação cromossômica que se torna herdável nas gerações seguintes, ou epigenética, que é uma variação transitória devido ao estresse fisiológico que o material sofre, quando submetido ao cultivo in vitro. Um problema específico envolvendo a variação somaclonal em bananeiras 'Prata Anã' foi observado em Andradas, Minas Gerais, em plantas oriundas de micropropagação. A maior dificuldade na separação dos indivíduos normais e variantes é que os caracteres morfológicos, que são inerentes a este tipo de variação, só se tornam evidentes quando a planta está adulta, o que impossibilita a eliminação dos indivíduos variantes ainda em viveiro. Com o objetivo de identificar, ainda em viveiro aqueles indivíduos variantes somaclonais, técnicas moleculares (RAPD e SSR) e citogenéticas (contagem cromossômica e citometria de fluxo) foram utilizadas. Cento e três primers RAPD, 11 combinações de dois primers RAPD, e 33 pares de primers SSR foram utilizados na tentativa de se encontrar marcadores polimórficos capazes de distinguir os indivíduos normais dos variantes, além de distinguir bananeiras 'Prata Anã' de 'Prata'. O primer OPW-08 gerou um fragmento polimórfico que distinguiu uma planta variante de todas as demais...

Detecção de variantes somaclonais de bananeira ´Prata Anã´ (AAB) micropropagada; Detection of somaclonal variants of micropropagated banana plants ´Prata Ana´ (AAB)

Silva, Janaína de Oliveira Costa e
Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DBI - Programa de Pós-graduação; UFLA; BRASIL Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DBI - Programa de Pós-graduação; UFLA; BRASIL
Tipo: Dissertação
Publicado em 25/08/2014 PT_BR
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The in vitro culture, also known as micropropagation, is a technique used in the attainment of plants with commercial value. This technique is useful in achievement for free pathogenic plants and to maintain the genetic characteristics of the mother plant. However, the micropropagation can lead to phenotypic changes in the plants, known as somaclonal variation. The somaclonal variation can reduce the production of commercial value plants, and this implies in limitations in the use of this technique. The ´Prata Anã´ banana plant presents as somaclonal variation an anomaly growth known as gigantism. The banana plant that possesses this variation produce bunches with low commercial value. However, the variation in ´Prata Anã´ is only verified after plantation. Aiming to reduce this problem the present work was carried out searching for an alternative way to differentiate normal ´Prata Anã´ banana plant from somaclonal variant ones. Morphological, anatomical and chemical markers that allowed differentiating the variants of the normal ones were used as tools. By the application of gibberellic acid (GA3) in the aerial parts of the plants in acclimatization phase it was possible distinguishing variant plants from the normal ones allowing the variant plants to grow bigger than the normal ones. Moreover...