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Perfis de compostos voláteis de banana submetidos a diferentes tratamentos pós-colheita e suas correlações com a expressão diferencial dos receptores de etileno; Volatile compounds profile of bananas submitted to different post-harvest treatments and its correlations to differential expression of ethylene receptors.

Chiebáo, Helena Pontes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/03/2013 PT
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O aroma de frutos é um atributo fortemente associado à qualidade, e quaisquer alterações ambientais ou tratamentos pós-colheita podem alterar a sua composição. Acredita-se que a biossíntese de voláteis seja um dos processos regulados pelo etileno. Estudos indicam que a expressão diferencial dos elementos que compõem os receptores de etileno desempenha importante papel na sinalização dos processos ligados ao amadurecimento, entre eles a formação do aroma. Os objetivos deste trabalho são: caracterizar as alterações decorrentes de tratamentos pós-colheita no aroma de banana durante o amadurecimento, e correlacionar com as variações nos padrões de expressão gênica diferencial dos receptores de etileno. Bananas pré-climatéricas variedade Nanicão foram divididas em quatro grupos: controle (não tratado), etileno (100ppm/12h), 1-MCP (100ppb/12h), armazenados a 20°C, e grupo frio (armazenado por 15 dias a 13°C). Foram analisados diariamente a produção de etileno e de CO2 por CG. Foram analisadas a cor da casca, açúcares solúveis e amido. Os compostos voláteis foram isolados por microextração em fase sólida (SPME) em frutos inteiros e polpas e analisados em CG-MS. Para confirmar os resultados e verificar se as alterações encontradas se repetem em outras variedades de bananas...

Efeitos de concentrações de etileno e temperaturas na climatização de bananas de regiões subtropicais; Effect of ethylene concentrations and temperatures in air conditioning of banana subtropical

Paulo, Bruno Kreusburg
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de bananas, e mesmo com boas condições climáticas para produzir bananas de excelente qualidade, os procedimentos pós-colheita são ainda inapropriados. Somente alguns poucos produtores têm unidades de desverdecimento em suas propriedades. Predominantemente, as bananas são preparadas para o mercado por atacadistas. No presente trabalho duas cultivares de bananas, Grande Naine e Prata Anã foram colhidas em duas épocas distintas, caracterizadas pelas estações de inverno e verão, sendo logo após climatizadas em combinações de três temperaturas e quatro concentrações de etileno. As bananas foram desverdecidas em intervalos de 24 horas em temperaturas de 13, 17 e 21ºC com uma fonte comercial de etileno (Banasil®) da qual 12,5, 25, 50 e 100mL foram colocados no gerador de etileno. Durante o processo de climatização, as concentrações de etileno na unidade de desverdecimento foram monitoradas por períodos de até 6 horas. No início do processo de desverdecimento, no terceiro e no quinto dia a cor de cobertura da casca e demais variáveis qualitativas foram determinadas. As concentrações de etileno não influenciam as modificações de cor de casca e o amadurecimento de ambas as cultivares. A máxima concentração de etileno (1350ppm) foi determinada quando 100mL de Banasil® foram utilizados. Mesmo com o menor volume de Banasil® um pico de 90pmm de etileno foi determinado na unidade de climatização e esta concentração foi suficiente para amadurecer adequadamente as bananas das duas cultivares. Desverdecimento a 13ºC causou um atraso de dois dias no amadurecimento das bananas da cultivar Grande Naine enquanto que na temperatura de 21ºC houve uma aceleração do amadurecimento. Bananas ‘Grande Naine’ atingiram o estádio de plenamente maduras em quatro dias enquanto que as bananas ‘Prata Anã’ completaram o amadurecimento em três dias. Bananas colhidas depois do ciclo do inverno apresentam o mesmo comportamento no amadurecimento que bananas colhidas no ciclo de verão. Há somente um pequeno atraso neste amadurecimento e a cor de casca é mais opaca...

Aclimatação de mudas micropropagadas de bananeira (Musa spp.) cv. Grande Naine; Acclimatization on microprpgated banana plants (Musa spp.) cv. Grande Naine

Ciro Scaranari
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/08/2006 PT
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passar por um período de aclimatação, pois não realizam eficientemente a absorção de luz, água e nutrientes. A aclimatação deve ser feita em casas de vegetação, onde as condições de umidade relativa do ar e luminosidade são favoráveis a um endurecimento gradual das plântulas, período este que, para bananeira, se divide em dois estágios: o primeiro, denominado pré-aclimatação ou berçário, no qual as plântulas permanecem sob reduzida intensidade luminosa e elevada umidade relativa do ar até atingirem altura mínima de 10 cm e o segundo, a aclimatação propriamente dita, sob maior intensidade de luminosidade até que atinjam padrões comerciais. O presente trabalho estudou o desenvolvimento de mudas durante o segundo estágio da aclimatação sob diferentes condições de luminosidade (plena, 70, 50 e 30% de superfície de cobertura com malha vermelha e 50% com malha preta, ambas sob filme plástico transparente de 100 ?m) associado a períodos de aclimatação (3, 6 e 9 semanas), em ambientes sob condições favoráveis de temperatura (ao redor de 28ºC, com mínimas a 18ºC e máximas a 34ºC), umidade relativa (acima de 75%), nutrição e irrigação controladas, tendo como variáveis físicas da planta, a altura e o diâmetro do pseudocaule...

Caracterização quimica, perfil sensorial e aceitabilidade de novos varietais de banana (Musa ssp) resistentes a Sigatoka-Negra; Characterization chemistry, sensory profile and acceptante the news varietais banana (Musa ssp) resistents Sigatoka Negra

Bruna Saleh de Angelis
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2009 PT
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O presente estudo teve por objetivo determinar o perfil sensorial, o perfil físico-químico e a aceitação de consumidores paulistas a varietais de banana tradicionalmente consumidos no Brasil, e varietais alternativos resistentes à Sigatoka-Negra. Oito varietais foram estudados: quatro resistentes à Sigatoka-Negra, Pacovan Ken, Preciosa, Thap Maeo e Caipira e quatro susceptíveis à Sigatoka-Negra - Prata, Prata Anã, Pacovan e Grande Naine. O perfil sensorial dos oito varietais foi desenvolvido, através de análise descritiva quantitativa, por uma equipe sensorial composta por dez julgadores. Os dados descritivos foram analisados por Análise de Variância (ANOVA), teste de médias Tukey (p= 5%) e Análise de Componentes Principais (ACP). Os oitos varietais foram também analisados por 120 consumidores que julgaram os atributos de aparência, aroma, sabor, textura e aceitação global utilizando uma escala hedônica híbrida de 9 cm, ancorada nos extremos esquerdo e direito nos termos ¿desgostei muitíssimo¿ e ¿gostei muitíssimo¿. Os dados afetivos foram analisados através de Mapa Interno de Preferência (MDPREF), ANOVA e teste de Tukey para comparação das médias. As bananas foram também caracterizadas quanto ao teor de açúcares redutores e totais...

Efeitos de antiauxinas sobre a dominância apical em gemas de bananeira in vitro Cvs. grand naine (AAA), nanição (AAA) e enxerto (AAB)

Debiasi, Clayton
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: iii, 97 f.| il., grafs., tabs. +
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias.; O presente trabalho evidenciou a influência da fonte de explante sobre o comportamento posterior do cultivo in vitro de bananeira e também dos fitorreguladores e antiauxinas sobre a liberação e/ou diminuição da dominância apical in vitro. A utilização de gemas apicais oriundas de plantas matrizes com graus de baixa e média dominância apical resultou nas maiores médias de brotos formados ao final de 5 subcultivos, com 141,76 e 143,96 brotos para as cvs. Grand Naine e Nanicão, respectivamente. A suplementação do meio de proliferação MS com BAP (11,1 mmol/l) resultou nas maiores médias de brotos formados ao final de seis subcultivos, com um total de 620,43, 785,96 e 224,97 brotos para as cvs. Grand Naine, Nanicão e Enxerto, respectivamente. Suplementando o meio com TDZ (0,090 mmol/l) e TIBA (0,019 mmol/l) obteve-se taxas proliferativas significativas e índices baixíssimos de variantes somaclonaias quando comparamos ao meio suplementado com BAP (11,1 mmol/l). As análises enzimáticas da AIA-Oxidase em rizomas de bananeira (cv. Grand Naine) revelaram que culturas mantidas em meio de proliferação MS, suplementado com BAP (11...

Elucidação dos pontos de controle da morfogênese e otimização de protocolos regenerativos in vitro DE Musa sp. cv. Grand Naine

Sandóval-Yugar, Edgar Wilfredo
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 115 f.| il., grafs., tabs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Curso de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais; O presente trabalho teve como objetivo a melhoria nos protocolos de micropropagação através da elucidação dos pontos de controle da morfogênese in vitro da cv. Grand Naine com ênfase: a) fatores determinantes da organogênese no sistema convencional e no sistema de imersão temporária; b) emprego de técnicas de encapsulamento de gemas para armazenamento, conservação e distribuição; e c) indução e controle da embriogênese somática. Assim, foi determinada a dinâmica de multiplicação da bananeira cv Grand Naine ao longo dos subcultivos no meio MS semi-sólido. Posteriormente foi testado o uso da imersão temporária associada ao uso do BAP e PBZ em diferentes concentrações, e comparado ao sistema convencional. Os microbrotos obtidos na organogênese foram encapsulados em diferentes matrizes de alginato de sódio, no sistema de recomposição de endosperma sintético em meio MS, suplementado com carvão ativado, Benlateâ e fitorreguladores. Também estudou-se a indução e desenvolvimento da rota de embriogênese somática avaliando-se fontes de explantes, composição do meio de cultura...

Correlação entre a capacidade proliferativa in vitro e a dominância apical in vivo da bananeira cvs. Grand naine e Nanicão

Debiasi,Clayton; Zaffari,Gilmar Roberto; Salerno,Airton Rodrigues; Guerra,Miguel Pedro
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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No presente trabalho, buscou-se correlacionar diferentes graus de dominância apical in vivo com a capacidade proliferativa in vitro da bananeira, através da relação existente entre a fonte de explante e o seu posterior comportamento in vitro. Brotos laterais de Musa acuminata Colla: Nanicão (AAA) e Grand Naine (AAA), oriundos de plantas-matrizes mostrando diferentes graus de dominância apical in vivo (elevada, média e baixa) foram cultivados in vitro, no Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais da EEI/ EPAGRI-SC, por cinco subcultivos, em intervalos de 30 dias, em meio MS suplementado com BAP (11,1 mmol/l), sacarose (30 g/l), ágar (7 g/l), vitaminas MS e pH 5,8. O grau de dominância apical in vivo influenciou diretamente o comportamento in vitro dos explantes, no que diz respeito à capacidade proliferativa. Brotos laterais oriundos de plantas-matrizes, com grau de dominância apical in vivo baixa, proporcionaram a maior taxa média proliferativa (7,5 brotos/explante) para a cv. Grand Naine, enquanto brotos laterais oriundos de plantas-matrizes com grau de dominância apical média proporcionaram a maior taxa média proliferativa (10,96 brotos/explante) para a cv. Nanicão.

Response of banana genotypes to yellow Sigatoka in coastal tablelands of Sergipe, Brazil

Quirino,Zilná Brito de Rezende; Lédo,Ana da Silva; Talamini,Viviane; Oliveira,Lucas Fonseca Menezes; Teixeira,Kelly Cristina dos Santos
Fonte: Universidade Federal do Ceará Publicador: Universidade Federal do Ceará
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 EN
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Brazil has low availability of productive commercial cultivars with appropriate size and resistance to yellow Sigatoka. The objective of this study was to evaluate the behavior of different banana genotypes against yellow Sigatoka at conditions of Coastal Tablelands of Sergipe. The experiment was conducted at the Experimental Field of Embrapa Tabuleiros Costeiros, municipality of Nossa Senhora das Dores. The experimental design was randomized blocks design with 22 genotypes and three replications, six plants per plot. The genotypes tested were: Enxerto-33, Japira-106, FHIA-23, YB42-17, YB42-47, FHIA-18, PA42-44, PA94-01, PV79-34, Pacovan Ken, Pacovan, Prata-Anã, Maravilha, Garantida, Princesa, Tropical, Maçã, Grande Naine, FHIA-02, Caipira, Bucaneiro and Thap Maeo. The severity of yellow Sigatoka was evaluated at 60, 270 and 420 days after planting (DAP) (from July/2009 to July/2010), using a descriptive scale of Stover. Then, the infection rate was calculated at 60, 270 and 420 DAP, and was compared by Scott-Knott test at 5%. It was observed that genotypes have the same behavior at 270 DAP. At 60 DAP, genotypes with lower infection rate were Bucaneiro, Enxerto-33, Japira-106, YB42-17, FHIA-02, FHIA-18, FHIA-23, PA42-44, PA94-01...

Crescimento de bananeira "Grande Naine" sob diferentes lâminas de irrigação.

OLIVEIRA, J. M.; COELHO FILHO, M. A.; FERNANDES FILHO, J. S.; SILVA, R. O. da; GUIMARÃES, M. J. M.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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A banana é uma das frutas mais consumidas no mundo, e a sua produção se concentra em países de clima tropical. Apesar de ser um dos maiores produtores mundiais, o Brasil apresenta baixa produtividade média, quando comparado com outros países como Guatemala e Costa Rica (FAO, 2007). O baixo rendimento constatado nas regiões produtoras de banana evidencia a necessidade de ajustes tecnológicos e de manejo da cultura nas diversas áreas do conhecimento. Uma das tecnologias mais relevantes demandadas para esta cultura, diz respeito à irrigação, já que ela é muito sensível ao déficit hídrico e seu potencial produtivo depende de uma apreciável taxa de transpiração e boa uniformidade de distribuição de água durante o seu ciclo produtivo, não sendo fácil encontrar condições ecológicas naturais que satisfaçam todas as suas exigências (FIGUEIREDO, et al. 2006).; 2010; pdf 1800

Efeito de diferentes lâminas de irrigação em bananeira Grande Naine sobre a comunidade de nematóides.

JESUS, F. N. de; COELHO FILHO, M. A.; RITZINGER, C. H. S. P.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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36.68%
A banana é a fruta mais produzida e consumida no mundo atualmente. O Brasil encontra-se como o segundo maior produtor, com a produção estimada em sete milhões de toneladas anuais de banana. Como toda cultura praticada em extensa área,a bananicultura é infestada por várias pragas, cujo controle pode elevar o custo de produção e trazer sérios riscos ao ambiente. Entre as pragas, os nematóides ocupam lugar de destaque. No Brasil, são relatadas muitas espécies de fitonematóides na cultura da bananeira, causando uma série de danos, como lesões nas raízes, nanismo de planta, prolongamento do estádio vegetativo, redução no número de raízes ativas, clorose foliar, redução do tamanho e produção dos frutos e tombamento, podendo provocar até a morte das plantas (Ritzinger & Costa, 2004). Numa área irrigada é possível a obtenção de colheitas em períodos distintos, já que é possível manter condições de alta produção durante todo o ano, pelo fato da irrigação proporcionar umidade adequada durante todo ano favorecendo, assim, a formação de frutos de melhor qualidade em qualquer época.; 2010; pdf 1936

Fertirrigação com alternância de fontes de nitrogênio amídica e nítrica em bananeira Grand Naine.

AZEVEDO, N. F. de; BARROS, D. L.; COELHO, E. F.; CONCEIÇÃO, B. S.; COSTA, F. da S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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36.64%
Como todas as culturas, a bananeira necessita de condições favoráveis para se desenvolver e obter boa produtividade, exigindo calor constante, elevada umidade relativa (>80%) e precipitações bem distribuídas (100 a 180 mm/mês) de acordo com Silva et al., (2006). Além disso, é indispensável a aplicação de fertilizantes podendo-se fazer uso da fertirrigação em áreas com cultivo irrigado. O Nitrogênio é um dos nutrientes mais absorvidos e necessários para o crescimento e produção da bananeira, pela elevada quantidade absorvida e exportada desse nutriente pelos frutos (BORGES et al, 1997; SILVA et al., 1999). Na fertirrigação nitrogenada, as fontes mais utilizadas são sais inorgânicos de amônio, nitrato e uréia, (BARBOSA FILHO et al., 2004). Essas, comparadas ao nitrato de cálcio, são de menor custo financeiro para o produtor porém, causam efeitos indesejáveis no solo tais como diminuição do pH e salinização do solo (MALAVOLTA et al., 1989). O nitrato de cálcio apresenta um índice salino baixo comparado a outras fontes de nitrogênio. Este trabalho teve como objetivo analisar o efeito de diferentes alternâncias de aplicação de duas fontes nitrogenadas por fertirrigação sobre as variáveis de crescimento e de produção da bananeira cv. Grande Naine.; 2010; pdf 2199

Avaliação do teor de carotenóides totais em híbridos e acessos de banana.

CERQUEIRA, J. de O.; OLIVEIRA, L. A. de; VIANA, E. de S.; SOUSA, M. R.; SILVA, S. de O. e; AMORIM, E. P.
Fonte: In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, 4., 2010, Cruz das Almas. [Anais...] Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 2010. (Embrapa Mandioca e Fruticultura. Documentos, 190). 1 CD-ROM. Publicador: In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, 4., 2010, Cruz das Almas. [Anais...] Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 2010. (Embrapa Mandioca e Fruticultura. Documentos, 190). 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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Nos últimos anos, a população tem percebido que os alimentos nãservem apenas para nos alimentar, mas também oferecem compostobiologicamente ativos, que nos proporcionam benefícios à saúde. Desspercepção surgiu o conceito de alimentos funcionais. Entre esses compostobiologicamente ativos, estão os caratenóides, que são corantes naturais doalimentos e possuem também atividade biológica, além da atividadprovitamínica A de alguns caratenóides. Tantos os caratenóides que sãprovitamínicos e os que não são, contribuem para saúde, aumentando resposta imune e reduzindo o risco de doenças degenerativas como câncedegeneração muscular, cataratas e doenças cardiovasculares. Os caratenóidesão responsáveis pela coloração amarela, laranja e vermelha de grandnúmero de frutas, folhas e algumas flores, sendo encontrados também noanimais. Este trabalho objetivou avaliar o teor de carotenóides totais de 1acessos de banana, sendo 12 híbridos resistentes à Sigatoka-negra, trêhíbridos em avaliação quanto à resistência à mesma doença e três variedadecomerciais (Grande Naine, Pacovan e Prata Anã).; 2010; PDF. 042.

Resposta das bananeiras Grand Naine e Princesa a irrigação no segundo ciclo nas condições do Norte de Minas.

SILVA, A. R. S.; SANTOS, M. G. dos; COELHO, E. F.; OLIVEIRA, P. M. de; MENDES, J. O.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
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36.97%
A bananeira é uma das fruteiras mais exploradas nos países tropicais e seu fruto um dos mais consumidos no mundo. O Brasil ocupa a quarta posição no ranking dos países produtores de banana, com cerca de 7 milhões de toneladas de frutos produzidos em 2008 (AGRIANUAL, 2011). A bananeira é uma planta herbácea de rápido crescimento e de grande porte, que chega a produzir mais de 300 toneladas de matéria fresca por hectare, por safra (LICHTEMBERG; LICHTEMBERG, 2011), sendo a massa de água correspondente a 87,5% da massa total da planta. Desta forma é uma cultura que consome grandes volumes de água.; 2012

Tropical: banana tipo maçã e seu potencial de cultivo no Sul de Santa Catarina.

SÔNEGO, M.; LICHTEMBERG, L. A.; AMORIM, E. P.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
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36.75%
A banana é a fruta de maior área de produção no Estado de Santa Catarina, tendo ocupado 30.613 ha no ano de 2011 (VIEIRA, 2011), onde predominam os bananais de cultivares do subgrupo Cavendish (AAA), destacando-se ?Nanicão? e ?Grande Naine?. Em menor área encontram-se bananais do subgrupo Prata (AAB), em especial ?Enxerto? e ?Catarina?. A cultivar de banana ?Maçã? deixou de ser produzida de forma comercial por ter sido dizimada ao longo dos anos pelo mal-do-Panamá (Fusarium oxysporum f. sp. cubense).; 2012

Qualidade pós-colheita de genótipos de banana.

CASTRICINI, A.; SANTOS, L, O.; RODRIGUES, M. G. V.; COELHO, E. F.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE BANANICULTURA, 8., 2015, Montes Claros. Palestras e resumos... Belo Horizonte: Epamig, 2015. 1 CD-ROM. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE BANANICULTURA, 8., 2015, Montes Claros. Palestras e resumos... Belo Horizonte: Epamig, 2015. 1 CD-ROM.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1p.
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37.12%
O cultivo da banana ?Prata-Anã? é uma importante atividade econômica do Semiárido de Minas Gerais, entretanto, a cultura é suscetível ao mal-do-Panamá. Os genótipos BRS Platina e Grand Naine são resistentes e BRS Princesa, tolerante à doença. Objetivou-se avaliar a qualidade de bananas ?Prata-Anã?, ?BRS Platina?, ?BRS Princesa? e ?Grand Naine? armazenadas por oito dias em refrigeração (16 ± 2ºC). Os frutos foram produzidos em Nova Porteirinha ? MG. A cada dois dias avaliou-se: firmeza, polpa/casca (p/c), perda de massa fresca (pmf), cor da casca e sólidos solúveis (ss). Até o sexto dia de armazenamento a ?Prata-Anã? permaneceu com maior firmeza, no oitavo dia, igualou-se aos demais genótipos. A p/c e pmf foi maior em ?Grand Naine?, seguida de ?BRS Princesa? durante todo o período de avaliação, ?Prata-Anã? e ?BRS Platina? tiveram a mesma p/c e menor pmf. A casca de ?BRS Princesa? apresentou tonalidade verde mais intensa que dos demais genótipos que tenderam ao amarelo, a partir do quarto dia de armazenamento. ?BRS Princesa? apresentou maior teor de sólidos solúveis, o menor teor ocorreu para ?Prata-Anã? no último dia de avaliação. Os genótipos possuem características distintas, entretanto a ?Prata-Anã? e a ?BRS Platina? tiveram tendência semelhante em relação a p/c...

Lâminas de irrigação e genótipos na produção e qualidade de frutos de bananeira; Irrigation levels and genotypes on banana tree fruits quality and yield

Braga Filho, Juracy Rocha; Nascimento, Jorge Luiz do; Naves, Ronaldo Veloso; Torres, Maria Célia Lopes; Geraldine, Robson Maia; Souza, Eli Regina Barboza de; Barroso, Flávio Vieira
Fonte: Alexsander Seleguini Publicador: Alexsander Seleguini
Tipo: Artigo de Revista Científica
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37.53%
v. 41, n. 2, p. 155-162, abr./jun. 2011.; Brazil is the fourth biggest banana producer. However, its social function is more important than the economic one. In this study, the productive features of banana tree genotypes, under different irrigation levels, and the sensorial characteristic for taste of ripe fruits were evaluated. The experiment was carried out from January 2004 to July 2005, with the following genotypes: false FHIA 18, Grand Naine, Prata, and Thap Maeo. After resting for two days in a cold chamber, the fruits were evaluated in the third, fourth and fifth days, for determining the preferred sample. The four genotypes presented significant results to irrigation. The water levels effect was verified in the weight of the bunch, rachis, and hands, and in the total number of fruits, bunch length and number of hands. The weight of the bunch and hands, and the total number of fruits, in the false FHIA 18, Grand Naine, and Thap Maeo genotypes, presented similar responses, except for the weight of bunch and hands, in Thap Maeo. The effect of the water levels among the genotypes occurred on most variables, except for the weight and the number of fruits of the second hand and diameter of the central fruit. False FHIA 18 presented more variables influenced by the irrigation levels and...

O plantio associado entre banana (Musa acuminata Cultivar Cavendish "Grande Naine") e feij?o-de-porco (Canavalia ensiformis (L.) D. C.): uma avalia??o agron?mica dos efeitos da competi??o por ?gua, nitrog?nio e energia luminosa

SILVA, Luis Mauro Santos
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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36.98%
Nas regi?es de clima tropical, o monocultivo da banana vem causando conseq??ncias ambientais desastrosas e, muitas vezes, impedindo uma explora??o continuada de uma mesma ?rea. A redu??o do rendimento ? devido principalmente as limita??es f?sico-qu?micas do solo e a r?pida degrada??o do sistema radicular, agravada pela a??o de parasitas do solo (nemat?ides, fungos, etc.). Em virtude destas limita??es, v?rias iniciativas vem sendo buscadas para a minimiza??o das perdas agron?micas e ambientais, destacando-se o melhoramento e a modifica??o gen?tica, e a associa??o deste cultivo com esp?cies leguminosas. Por?m uma das grandes dificuldades de avaliarmos os novos sistemas de cultivo alternativos concentra-se na falta de referenciais agron?micos relacionados principalmente com o funcionamento de sistemas de cultivos associados, especialmente relacionados aos fatores e condi??es que interferem diretamente na defini??o do rendimento da esp?cie principal. O presente estudo testou , em campo experimental, o uso de plantas de servi?o associada a bananeira e seus efeitos na produ??o de biomassa durante seu o ciclo vegetativo. Isto porque ? durante esta fase que a bananeira constr?i sua capacidade de reservas de fotoassimilados e, consequentemente...

Crescimento e marcha de absorção de nutrientes de bananeira (Musa sp. AAA), 'Grande Naine' no primeiro ciclo de produção; Growth and absorption nutrients march of banana tree (Muse sp. AAA), `Grande Naine' in the first production cycle

Araujo, João Paulo Campos de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/04/2008 PT
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O presente trabalho consistiu na determinação da marcha de absorção de macro e micronutrientes pela bananeira (Musa spp), cultivar Grande Naine durante o primeiro ciclo de produção. Foram amostrados os rizomas, pseudocaules, folhas e posteriormente inflorescências, mensalmente durante o ciclo da cultura, que nas condições do ensaio foi de dezesseis meses. Foram avaliadas as dimensões (diâmetro e comprimento) dos rizomas, altura das plantas, número de folhas, e massas frescas e secas desses órgãos. Após o oitavo mês de cultivo houve a necessidade de se obter sub-amostras das partes analisadas, operação essa realizada manualmente, uma vez que o volume amostrado excedia a capacidade da estufa de secagem. As amostras foram levadas para estufa de circulação forçada de ar até atingirem massas constantes. As análises dos teores de macro e micronutrientes seguiram o método preconizado por Sarruge ; Haag (1974). As plantas apresentaram acúmulo de massa seca inicialmente lento, tendo seu crescimento acentuado a partir do décimo mês após o transplantio. A ordem decrescente da extração dos macronutrientes pela planta foi: K>N>Ca>Mg>P>S, e a razão de extração foi: 89K: 17N: 10Ca: 6Mg: 2P: 1S. A ordem decrescente da extração de micronutrientes foi: Fe>Mn>Cu>Zn>B...

Diagnose foliar na cultura da banana.

BORGES, A. L.
Fonte: In: PRADO, R. de M. (Ed.). Nutrição de plantas: diagnose foliar em frutíferas. Jaboticabal, SP: FCAV, 2012. Publicador: In: PRADO, R. de M. (Ed.). Nutrição de plantas: diagnose foliar em frutíferas. Jaboticabal, SP: FCAV, 2012.
Tipo: Capítulo em livro técnico-científico (ALICE)
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A maioria das espécies de bananeira (Musa spp.) originou-se do Continente Asiático. Na evolução das bananeiras comestíveis, participaram, principalmente, as espécies selvagens Musa acuminata Colla eM balbisiana Colla, de modo que cada variedade contém combinações variadas de genomas (A e B) completos dessas espécies (DANTAS et al., 1999b). As variedades de banana mais difundidas no Brasil são as triploides AAB do tipo Prata (Prata, Pacovan e Prata-Anã), do tipo Terra (Terra, Terrinha e D' Angola), a Maçã e a Thap Maeo; e as triploides AAA, denominadas banana D'Água ou Caturra (Nanica, Nanicão, Grande Naine e Williams), bem como a Caipira e aNamoHá ainda, no mercado, uma série de novas variedades tetraploides AAAB, como: Tropical, Fhia-Maravilha, Preciosa, Prata-Caprichosa, Prata-Garantida, Japira e Vitória.; 2012

Variedades.

SILVA JUNIOR, J. F. da; FERRAZ, L. G. B.; LEDO, A. da S.; SILVA, S. de O. e; LEDO, C. A. da S.
Fonte: In: SILVA JUNIOR, J. F. da; LOPES, G. M. B.; FERRAZ, L. G. B. (Ed.). Sistema de produção de banana para a Zona da Mata de Pernambuco. Aracaju: Embrapa Tabuleiros Costeiros, 2010. 139 p. (Embrpa-CPATC. Sistema de produção, 3). Publicador: In: SILVA JUNIOR, J. F. da; LOPES, G. M. B.; FERRAZ, L. G. B. (Ed.). Sistema de produção de banana para a Zona da Mata de Pernambuco. Aracaju: Embrapa Tabuleiros Costeiros, 2010. 139 p. (Embrpa-CPATC. Sistema de produção, 3).
Tipo: Capítulo em livro técnico-científico (ALICE) Formato: p. 35-45
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Em geral, a escolha da variedade a ser explorada é determinada pelo mercado consumidor. Na Zona da Mata pernambucana são três os destinos de consumo predominantes na comercialização da banana: ao natural; frita ou cozida e indústria ou mercado externo. Nessa ordem, as principais variedades de bananeira atualmente cultivadas em larga escala na Zona da Mata de Pernambuco são, respectivamente, de três tipos: a) Tipo Prata/Pacovan ('Pacovan, 'Prata Comum', 'Prata Caiana') e tipo Maçã (Maçã); b) Tipo Terra ou Comprida ('Comprida Verdadeira', 'Chifre de Vaca', 'Mongolô', 'Matapagipe', etc.); e c) Tipo Cavendish ou Anã ('Anã' ou 'Nanica', 'Anã do Alto' ou 'Nanicão', 'Grande Naine'). Outras cultivares locais, a exemplo da 'Pão' e da 'Vinagre' ou 'Roxa', são inexpressivas economicamente.; 2010