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Habilitação e reabilitação visual de escolares com baixa visão: aspectos médico-sociais; Visual habilitation and rehabilitation of visually impaired children at school age. Social and ophthalmologic features

Haddad, Maria Aparecida Onuki
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/09/2006 PT
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INTRODUÇÃO: A baixa visão na infância pode limitar as experiências de vida, a velocidade de realização de tarefas, o desenvolvimento motor, as habilidades, a educação e o desenvolvimento emocional e social, com comprometimento da qualidade de vida. O conhecimento de aspectos médico-sociais colaboram para a elaboração de ações efetivas para a reabilitação visual e a inclusão educacional. OBJETIVOS: 1)Identificar aspectos clínicos referentes a população com baixa visão em idade escolar atendida no Serviço de Visão Subnormal da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, com relação a causa da baixa visão, localização da anormalidade, classes de comprometimento visual, função visual atual, prescrição óptica para correção de ametropias e para auxílios para baixa visão; necessidades reabilitacionais; 2) Verificar percepção de mães ou responsáveis quanto a detecção da deficiência visual, encaminhamentos e condutas realizados por profissionais da área médica, acesso a serviços de atenção oftalmológica especializada à baixa visão, acesso a auxílios ópticos prescritos para baixa visão; 3) fornecer subsídios para desenvolvimento de ações para habilitação/reabilitação da baixa visão na infância. MÉTODOS: Realizou-se estudo transversal analítico...

Estudo comparativo entre o telescópio com lente de contato e o telescópio convencional em pacientes com baixa visão; Comparative study between contact lens telescope and conventional telescope in lowvision patients

Bellini, Luciano Porto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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Objetivos: comparar o telescópio com lente de contato (TLC) com o telescópio convencional (TC) em pacientes com degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e baixa visão, com respeito a: acuidade visual (AV), campo de visão (CV), satisfação do paciente com a visão oferecida pelo telescópio (SV), dificuldade de uso do telescópio (DU) e satisfação do paciente com o aspecto estético do telescópio (SE). Materiais e Métodos: Em ensaio clínico randomizado mascarado, foram incluídos 12 pacientes com DMRI e baixa visão, formando 2 grupos de 6 pacientes cada: grupo 1 (uso de TLC) e grupo 2 (uso de TC). Os telescópios usados no estudo foram padronizados para que tivessem a mesma magnificação (2,8x). A AV e o CV foram aferidos antes e durante o uso do telescópio, enquanto a SV, a DU e a SE foram obtidas após a intervenção. Resultados: Não houve diferenças entre os grupos na linha de base. Os dois telescópios demonstraram melhora da AV em relação à linha de base (P=0,002 com o TLC e P<0,001 com o TC) e não houve diferença entre os grupos a este respeito. O CV foi reduzido em 15° com o TLC (P<0.001) e em 54.3° com o TC (P<0.001), em comparação com a linha de base, e tais diferenças também foram significativas entre os grupos durante a intervenção (P<0.001). Os escores de SV foram semelhantes entre os grupos testados. Já os escores de SE...

Qualidade de vida em idosos com baixa visão adquirida : pré e pós intervenção terapêutica; Quality of life in the elderly with acquired low vision : pre and post therapeutic intervention

Mayla Myrina Bianchim Monteiro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/11/2013 PT
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Estudos sobre o envelhecimento e sobre qualidade de vida vêm ganhando espaço nas ultimas décadas, devido ao aumento da expectativa de vida da população, não sendo diferente na Oftalmologia. Esta pesquisa procurou conhecer e avaliar a qualidade de vida de idosos deficientes visuais após participarem de uma Intervenção Terapêutica. Foi realizado um estudo longitudinal, através de dois questionários de qualidade de vida para doenças oculares: Low Vision Quality of Live e Vision Function Questionaire- 25. A população deste estudo foi constituída por sujeitos idosos, portadores de baixa visão adquirida, atendidos no Ambulatório de Visão Subnormal/HC/UNICAMP no período de fevereiro de 2011 a junho de 2012. Os dois questionários eram aplicados pela pesquisadora, e após, os sujeitos foram convidados a participarem da Intervenção Terapêutica que foi realizada em três encontros mensais e consecutivos, abordando os seguintes temas: atividades do dia a dia, auxílios ópticos e não ópticos e leitura e escrita. Após participarem dos três encontros, os sujeitos respondiam novamente aos questionários. Análises estatísticas foram utilizadas na análise dos dados. Cinquenta e dois sujeitos participaram da pesquisa. A faixa de idade participante do estudo deu-se entre 60 e 91 anos. As degenerações maculares foram as principais causas da perda visual (38%). A maioria dos sujeitos (80%) tem o primário como grau de escolaridade. Estatisticamente...

A baixa visão: apresentação e conceito

Oliveira, Manuel; Lança, Carla Costa
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /09/2013 POR
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Deficiência visual é um problema de saúde mundial que afeta 285 milhões de pessoas, 39 milhões apresentam cegueira e 246 milhões apresentam baixa visão; 65 % das pessoas com baixa visão e 82% das pessoas cegas das pessoas apresentam mais de 50 anos de idade. Estima-se que cerca de 80% dos casos sejam preveníveis ou tratáveis. Em Portugal 200.000 pessoas apresentam hipertensão ocular, das quais 1/3 sofre de glaucoma; 6.000 pessoas apresentam cegueira irreversível por glaucoma (esta doença pode ser prevenida através de assistência oftalmológica adequada); 35.000 pessoas sofrem de baixa de visão: doenças da retina e da coroideia, nomeadamente DMLI, que afetará 5% das pessoas com mais de 55 anos e uma em cada 10 pessoas com mais de 65 anos; 15.000 diabéticos estarão em risco de cegar por retinopatia e maculopatia diabética (pode ser prevenida ou tratada, através de fotocoagulação da retina por laser e/ou por vitrectomia).

Condutas reabilitacionais em pacientes com baixa visão

Lucas,Micheline Borges; Leal,Daena Barros; Tavares,Sueli Scridelli; Barros,Eveline Araújo; Aranha,Silvana Trigueiro
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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OBJETIVO: Determinar os principais diagnósticos etiológicos dos pacientes com baixa visão e apresentar as condutas reabilitacionais mais indicadas de acordo com idade, acuidade visual e necessidades de cada grupo de acordo com a doença de base. MÉTODOS: Realizou-se estudo transversal, no qual pesquisaram-se 229 pacientes com baixa visão no período de dois anos, dos quais 27 (11,8%) foram excluídos por apresentarem acuidade visual maior que 20/60. Os dados analisados foram idade, sexo, motivo de procura de serviço de visão subnormal, diagnóstico, acuidade visual para perto e para longe com e sem auxílio óptico, recurso óptico indicado, se houve indicação para adaptação de auxílio óptico e estimulação visual. RESULTADOS: O diagnóstico mais freqüente em crianças e adolescentes foi catarata congênita binocular; na faixa etária de 20 a 59 anos prevaleceu retinose pigmentar e no grupo de idade maior que 60 anos os diagnósticos mais freqüentes foram glaucoma e degeneração macular relacionada à idade. CONCLUSÃO: Entre os pacientes com idade de 7 a 39 anos o auxílio óptico para longe mais indicado foi telelupa monocular de 2,5X de aumento. Acima de 60 anos foram mais indicados os auxílios ópticos para perto do tipo lentes asféricas. Das 117 pessoas que receberam indicação de auxílio para perto...

Diagnóstico de baixa visão em crianças: sentimentos e compreensão de mães

Figueiredo,Mirela de Oliveira; Paiva e Silva,Roberto Benedito de; Nobre,Maria Inês Rubo
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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OBJETIVOS: Identificar os sentimentos e reações de mães perante ao diagnóstico de baixa visão do filho e a sua compreensão do diagnóstico. MÉTODOS: Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa. Foram entrevistadas 11 mães de crianças com baixa visão atendidas pelo Serviço de Estimulação Visual do Setor de Oftalmologia Hospital de Clínicas da Unicamp. Para a coleta dos dados foram utilizadas entrevistas semiestruturadas. Os tópicos principais da entrevista foram: sentimentos diante do diagnóstico e a compreensão do diagnóstico da baixa visão. RESULTADOS: As mães apresentaram medo de que o filho fique cego e compreensão não clara da baixa visão, interpretando o diagnóstico médico de acordo com a sua subjetividade. CONCLUSÕES: A maneira como o diagnóstico é transmitido para as famílias é de extrema importância. As condições culturais, econômicas e emocionais dos pais, na maioria das vezes podem impedir a compreensão clara do diagnóstico.

Avaliação da visão funcional para crianças com baixa visão de dois a seis anos de idade - estudo comparativo

Rossi,Luciana Drummond de Figueiredo; Vasconcelos,Galton Carvalho; Saliba,Grace Rego; Magalhães,Lívia de Castro; Soares,Angela Maria Anselmo; Cordeiro,Silvia Santiago; Amorim,Regina Helena Caldas de
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi apresentar a capacidade da AVIF-2 a 6 anos para discriminar os diferentes níveis de resposta visual de crianças com baixa visão. A AVIF-2 a 6 anos foi criada no Setor de Baixa Visão Infantil do Hospital São Geraldo, Brasil. MÉTODOS: Após a discussão da adequação dos itens do teste, com especialistas de diversas áreas, a AVIF-2 a 6 anos foi aplicada em 40 crianças de dois a seis anos de idade, 20 das quais com baixa visão (Grupo 1) e 20, sem baixa visão (Grupo 2). O grupo 1 foi recrutado do Setor de Baixa Visão Infantil do Hospital São Geraldo. As crianças do grupo 2 foram selecionadas em duas creches públicas. Sete domínios foram estudados: fixação visual, seguimento visual, campo visual de confrontação, coordenação olho-mão, visão de contraste, deslocamento no ambiente e visão de cores. As crianças do grupo 1 foram submetidas a exame oftalmológico completo e as do grupo 2 a triagem oftalmológica. Crianças com baixa visão e alterações neurológicas foram excluidas. Os dois grupos foram emparelhados por idade, sexo e nível socioeconômico, e os dados comparados entre as crianças do grupo geral e dos subgrupos de idade (24 a 35 meses, 36 a 59 meses e 60 a 78 meses) e de acuidade visual (< que 1...

Confiabilidade da avaliação da visão funcional para crianças com baixa visão de dois a seis anos: em busca de evidências

Rossi,Luciana Drummond de Figueiredo; Vasconcelos,Galton Carvalho de; Saliba,Grace Rego; Magalhães,Lívia de Castro; Soares,Angela Maria Anselmo; Cordeiro,Silvia Santiago; Amorim,Regina Helena Caldas de
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 PT
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OBJETIVOS: Avaliar a confiabilidade interexaminadores, fazer o teste-reteste e verificar a consistência interna da avaliação da visão funcional para crianças com baixa visão de dois a seis anos de idade (AVIF-2 a 6 anos). MÉTODOS: Foram testados sete domínios: fixação visual, seguimento visual, campo visual de confrontação, coordenação olho-mão, visão de contraste, deslocamento no ambiente e visão de cores, em 40 crianças, 20 com baixa visão e 20 sem alterações visuais. A consistência interna foi examinada para o teste de todas as crianças e a confiabilidade interexaminadores e teste-reteste para 12 delas. RESULTADOS: Seis domínios apresentaram ao teste-reteste coeficiente de correlação intraclasse com valores de 0,5361 a 1,000. Para o domínio deslocamento no ambiente esse coeficiente foi de 0,37. Na confiabilidade interexaminadores, somente o campo visual de confrontação apresentou valor abaixo do esperado (0,3901). O coeficiente kappa ponderado obteve resultados que variaram de -0,087 a 1,000. O valor do alfa de Cronbach variou de 0,584 (no deslocamento no ambiente) a 0,973 (na visão de contraste). CONCLUSÃO: A AVIF-2 a 6 anos apresentou bons índices de confiabilidade, mas a confiabilidade dos domínios...

Percepção dos professores da rede regular de ensino sobre os problemas visuais e a inclusão de alunos com baixa visão

Maruyama,Aparecida Tapia; Sampaio,Paulo Ricardo Souza; Rehder,José Ricardo Lima
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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OBJETIVO: Verificar e analisar o conhecimento a respeito dos problemas visuais e do tema baixa visão entre os professores da rede regular de ensino, justificando a importância do pedagogo especializado como elo de ligação entre o médico oftalmologista e a escola. MÉTODOS: Survey descritivo e documental, onde foi aplicado um questionário a 230 professores que atuam na rede regular de ensino, de primeira a quarta série do Ensino Fundamental I da cidade de Santo André (SP). RESULTADOS: Foram respondidos 123 (53,5%) questionários. Quando perguntados se tinham recebido alguma orientação técnica a respeito de como lidar com alunos com baixa visão 21,1% respondeu afirmativamente, 95,9% acredita que o aluno com baixa visão tem dificuldades para aprender e 43,9% não sabe como encaminhar a serviço oftalmológico especializado. CONCLUSÃO: A falta de conhecimentos técnicos a respeito de como atuar diante do aluno com baixa visão justifica a importância do pedagogo especializado em baixa visão e cegueira (Visopedagogo), como elemento imprescindível para a educação inclusiva, na equipe multidisciplinar do médico Oftalmologista.

Equilíbrio estático da criança com baixa visão por meio de parâmetros estabilométricos

Matos,Márcio Rodrigues de; Matos,Carla Paes Gomes de; Oliveira,Claudia Santos
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Paraná Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 PT
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INTRODUÇÃO: A visão é considerada um dos mais importantes meios de captação das informações do ambiente, sendo fundamental para o processo de desenvolvimento da criança. OBJETIVOS: Cientes da participação da visão na manutenção do equilíbrio e no desenvolvimento biopsicossocial do ser humano e considerando os fatores decorrentes da perda ou limitação visual, esta pesquisa objetivou analisar o equilíbrio em postura ortostática de crianças com baixa visão, de faixa etária de 8 a 11 anos, de ambos os sexos (grupo experimental), comparando com o equilíbrio de crianças normais de ambos os sexos e mesma faixa etária (grupo controle), por meio de parâmetros estabilométricos. MATERIAIS E MÉTODOS: Para a obtenção das oscilações posturais (deslocamento radial e velocidade de deslocamento) foi utilizada uma plataforma estabilométrica. RESULTADOS: Considerando-se os índices (média e desvio padrão) de deslocamento radial apresentados pelos grupos experimental e controle, observou-se que não houve diferença significante na condição olhos fechados (p > 0,05). Já na condição olhos abertos, houve maior deslocamento radial do grupo experimental em relação ao grupo controle (p < 0,05). Analisando-se os índices (média e desvio padrão) de velocidade de deslocamento entre os grupos controle e experimental...

Sou cego ou enxergo?: As questões da baixa visão

Amiralian,Maria Lúcia Toledo Moraes
Fonte: Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná Publicador: Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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Este texto propõe-se a discutir as dificuldades afetivo-emocionais das pessoas com baixa visão. A partir da década de 70, especialistas começaram a se preocupar com o uso efetivo da visão residual. Contudo, esses estudos se desenvolveram principalmente na área médica, educacional e tecnológica. Pesquisas na área da psicologia, em sua maioria, ainda estão centralizadas nos efeitos psicológicos da cegueira. Parece haver uma crença de que as descobertas obtidas por meio de pesquisas realizadas com pessoas cegas são esclarecedoras sobre as questões cognitivas e afetivo-emocionais das pessoas com baixa visão. Todavia, estudo realizado mostrou dificuldades específicas a esse grupo de pessoas. Duas questões básicas foram observadas e analisadas: a questão da identidade pessoal e a questão da pertença. Foram propostos temas a serem abordados por futuros estudos.

Avaliação da autonomia em atividades de leitura e escrita de idosos com baixa visão em intervenção fonoaudiológica: resultados preliminares

Monteiro,Mayla Myrina Bianchim; Carvalho,Keila Miriam Monteiro de
Fonte: Universidade do Estado do Rio Janeiro Publicador: Universidade do Estado do Rio Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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INTRODUÇÃO: A autonomia e a independência, gerando melhora na qualidade de vida, vêm sendo objeto de estudos nos últimos anos, com a crescente taxa de envelhecimento da população, despertando também o interesse da área oftalmológica, fonoaudiológica e de reabilitação. OBJETIVO: Conhecer as características desta população e avaliar os resultados dos aspectos visuais e de leitura e escrita em idosos com baixa visão, pré e pós-intervenção fonoaudiológica. MÉTODO: Realizou-se estudo descritivo e transversal, avaliando-se 23 sujeitos com baixa visão adquirida, atendidos no ambulatório de Visão Subnormal do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (VSN-HC-UNICAMP). O questionário foi aplicado antes e após a intervenção fonoaudiológica, com duração de três encontros. RESULTADOS: A principal doença ocular encontrada foi o glaucoma (47,8%). Quinze pacientes (65,2%) relataram usar algum tipo de auxílio óptico, dentre eles óculos, lupa, telelupa e régua lupa. Antes de participar dos encontros, 34,8% dos sujeitos (n=8) relataram não usar a leitura nem a escrita após a perda visual. Depois de participarem dos encontros, 50,0% (n=4) dos que relataram não mais usar a leitura e a escrita voltaram a utilizá-las. CONCLUSÃO: Após a intervenção fonoaudiológica...

Conhecimento e percepção de escolares com baixa visão sobre sua condição visual, uso de recurso de tecnologia assistiva e expectativas em relação ao futuro; Low vision student's knowledge and perception about their visual condition, use of assistive technology resources and expectations about the future

Marília Costa Câmara Ferroni
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/10/2011 PT
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A presente pesquisa teve por objetivos identificar as percepções dos escolares com baixa visão sobre a sua condição visual, verificar o que e como declaram sobre a sua deficiência, conhecer os recursos de tecnologia assistiva utilizados na realização das atividades cotidianas e as suas expectativas em relação ao futuro e oferecer subsídios para o planejamento e ações em Educação, Habilitação e Reabilitação visual. Trata-se de um estudo descritivo, tipo transversal, e, como instrumento de coleta de dados foi utilizado um questionário aplicado por entrevista contendo perguntas abertas e fechadas, elaborado especificamente para esta pesquisa por meio de estudo exploratório. A coleta de dados realizou-se no período de março a agosto de 2010, nos serviços de Habilitação e Reabilitação Visual da Associação de Deficientes Visuais de Ribeirão Preto (ADEVIRP) e no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação "Prof. Dr. Gabriel O.S. Porto" (CEPRE). A população foi composta por 19 escolares que situavam-se na faixa etária entre 12 e 17 anos, sendo 10 mulheres e 9 homens, perfazendo um total de 52,6% e 47,4%, respectivamente, 63,2% (12) estavam matriculados no Ensino Fundamental II e 36,8% (6) no Médio. Verificou-se que 94...

A leitura e a escrita de pessoas com baixa visão adquirida : abordagem fonoaudiologica; Reading and writing of low vision acquired persons : hearing and speech pathology approach

Mayla Myrina Bianchim Monteiro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2010 PT
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O estudo da leitura e a escrita de sujeitos com baixa visão é um campo novo e pouco explorado pela Fonoaudiologia e que pode contribuir nos processos de reabilitação desses sujeitos. Nesta pesquisa foi realizado um levantamento descritivo e transversal que teve por objetivo verificar como os sujeitos com baixa visão adquirida utilizavam a leitura e a escrita em seu cotidiano. A população foi constituída por 30 sujeitos que freqüentaram o Programa de Reabilitação de Adolescentes e Adultos do CEPRE/FCM/UNICAMP em 2008. Aplicou-se questionário por entrevista, desenvolvido por estudo exploratório, onde foram investigadas as seguintes variáveis: características pessoais; uso de recursos de tecnologia assistiva na leitura e escrita; uso, frequência e finalidade da leitura e da escrita. A média de idade do grupo era de 38 anos e média de idade do aparecimento do problema oftalmológico era de 29 anos. A maioria dos sujeitos declarou utilizar auxílios ópticos na leitura e na escrita e utilizar auxílios não ópticos para a leitura. A grande totalidade declarou possuir hábito de leitura e utilizá-la diariamente como finalidade de buscar informações de interesse pessoal. Em relação à escrita, grande parcela relatou utilizá-la com a finalidade de fazer anotações para si próprio. Apesar da maioria dos sujeitos declarar utilizar a leitura com a mesma freqüência que usava antes do aparecimento do problema oftalmológico...

O significado para mães da baixa visão de seus filhos : implicações no relacionamento social da criança; Low vision's meaning for mothers : reverberate on the child social relationship

Carla Paes Gomes de Matos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2009 PT
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Diante do reconhecimento da importância da relação mãe-filho e de suas implicações para o desenvolvimento da criança, buscou-se neste estudo conhecer de que maneira o significado atribuído à baixa visão pode interferir nas interações entre mãe e filho e repercutir nas relações sociais deste, de acordo com a percepção das mães. A metodologia utilizada foi a qualitativa. Realizaram-se entrevistas semi-estruturadas com dez mães de filhos com baixa visão, atendidos em programa reabilitacional. Os dados foram agrupados pela técnica de análise categorial ou temática identificando-se quatro categorias: “O diagnóstico e prognóstico da baixa visão”; “O significado da baixa visão”; “Comportamento materno e implicações nas interações sociais da criança com baixa visão” e “Interações sociais das crianças com baixa visão”. Observou-se que as mães do presente estudo atribuíram à baixa visão o significado de uma doença, um problema ou uma deficiência. A condição visual dos filhos é incompreendida pelas mães, possivelmente decorrente da indefinição que um diagnóstico de baixa visão representa por si só, mas também provavelmente reforçada pela maneira com que as mães receberam a notícia da deficiência de seus filhos e pela carência de informações pertinentes ao diagnóstico e prognóstico. Esta incompreensão das mães bem como a presença do comportamento de superproteção materno...

Auxilios opticos para baixa visão : uso de internet na orientação de professores de deficientes visuais; Optical aids fo low vision : the use of the internet by teachers of people with visual impairment

Gelse Beatriz Martins Monteiro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2010 PT
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A presente pesquisa teve os objetivos de verificar a viabilidade do uso de internet para transmissão de informações e orientações a professores, a respeito do uso de auxílios ópticos no ambiente escolar; descrever e discutir percepções e condutas de professores em relação ao uso de internet; verificar opiniões sobre apresentação e conteúdo do site "Auxílios Ópticos"; e identificar fatores que influem na receptividade a orientações, divulgadas por internet, sobre o uso de auxílios ópticos para baixa visão. O método consistiu em pesquisa com enfoques quantitativo e qualitativo. A pesquisa quantitativa caracterizou-se como estudo transversal analítico, com aplicação de questionário estruturado disponibilizado on-line. A abordagem qualitativa referiu-se a estudo descritivo-exploratório, com aplicação de técnica de grupo focal. A população foi constituída por 58 professores do sistema estadual de ensino de Campinas. Para análise dos resultados foram avaliados aspectos estatísticos e aplicada a técnica de análise do discurso do sujeito coletivo, respectivamente. A pesquisa foi realizada a partir de informações fornecidas por site na internet, sob o domínio www.auxiliosopticos.fcm.unicamp.br, construído especificamente para orientação sobre o uso de auxílios ópticos utilizados por pessoas com baixa visão...

O conhecimento das emoções em crianças com baixa visão

Oliveira, Ana Raquel Shirley de
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 POR
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Dissertação de Mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário; O principal objetivo deste estudo remete para a comparação do Conhecimento Emocional em Crianças Normovisuais e com Baixa Visão, procurando-se perceber a importância do papel da visão para o desenvolvimento das competências emocionais de um modo global, e mais concretamente no conhecimento das emoções. Participaram neste estudo 237 crianças com idades compreendidas entre os 36 e os 120 meses, da amostra inicial constituíram-se dois grupos: o grupo de estudo, constituído por 9 crianças com Baixa Visão com idades compreendidas entre os 44 e os 120 meses, remetendo o critério de inclusão para uma acuidade visual equivalente a 3/10 ou inferior; e o grupo de comparação que foi constituído por 18 crianças normovisuais, ou seja, com acuidades visuais após correção superiores a 3/10, escolhidas da amostra inicial de modo a serem o mais equivalentes possível ao grupo de estudo. No que concerne ao instrumento, foi utilizada a versão portuguesa do Affect Knowledge Test (Denham, 1986, Maló-Machado, Veríssimo & Denham, 2006) “Teste do Conhecimento das Emoções”. Os resultados demonstram que não existem diferenças estatisticamente significativas entre os grupos...

BAIXA VISÃO E REABILITAÇÃO: CONHECIMENTOS DE RESIDENTES DE OFTALMOLOGIA; LOW VISION AND REHABILITATION: KNOWLEDGE OF OPHTHALMOLOGY RESIDENTES

Nobre, Maria Inês Rubo de Souza; Temporini, Edméa Rita; Montilha, Rita de Cássia Ietto; Gasparetto, Maria Elisabete Rodrigues Freire; Kara-José, Newton
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2006 POR
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Objetivo: Verificar conhecimentos de residentes de oftalmologia sobre baixa visão e reabilitação em um hospital universitário. Métodos: Realizou-se estudo exploratório, aplicando-se questionário sobre deficiência visual (baixa visão e cegueira), e serviços de reabilitação de deficientes visuais à amostra não probabilística formada por residentes de Oftalmologia. Resultados: A amostra foi composta por 20 residentes que cursavam 1o ano (45,0%), 2o ano (30,0%) e 3o ano (25,0%); todos já haviam participado de curso teórico sobre baixa visão. A maioria revelou conhecimentos a respeito de afecções oculares que podem causar deficiência visual como: catarata, retinopatias e neuropatias (100,0%), glaucoma, toxoplasmose e retinose pigmentar (95,0%). Em relação à reabilitação, 100,0% declararam ter recebido informações na residência médica. A maioria da amostra referiu conhecimento, à respeito das atividades de reabilitação sendo as mais citadas atividades de vida diária (100,0%), locomoção (90,0%). Conclusão: Embora os residentes tenham declarado ter conhecimento sobre a deficiência visual e preparo teórico sobre a reabilitação, informaram deter conhecimento insuficiente em relação a algumas dessas atividades.   ; Design of the study: Observational/exploratory. Objective: To check the knowledge of ophthalmology residents on low vision and rehabilitation practices in a university hospital. Methods: An exploratory study was conducted...

Suporte de Leitura: desenvolvimento de um protótipo para auxílio a pessoas com baixa visão – testes preliminares; Reading Support: development of a prototype for aiding people with low vision – preliminary tests

Ferreira, Fernanda M. Rodrigues M.; Bortolus, Marcus Vinícius; Nolasco, Áquila Loran; Melo, Emanuel Reis de; Viotti, Mariana Borges; Lopes, Renata M.; Van Petten, Adriana Maria Valladão Novais
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 04/09/2015 POR; ENG
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Low vision is an intermediate condition between normal vision and blindness, secondary to an irreversible impairment of the visual system, causing losses in performance and achievement of certain activities. To minimize these problems, it is recommended the use of Assistive Technology resources. The objective of this paper was to report the development of a Reading Support (RS) prototype and describe the results of the preliminary tests. For the methodological aspect, a survey of different assistive devices available for individuals with low vision was conducted and it was decided to build a Reading Support prototype that considers the ergonomic needs of the user, with low cost, easy access and within the concept of universal design. The results were: reading support comprised of a support base, a reclining top facilitating the portability and rails to drive the lens holder. It was concluded that the equipment developed has positive aspects such as better maintenance of posture, good usability, considerable portability and good ergonomic viability, but it will be essential to continue the equipment testing with the target population to ensure the actual usability and applicability of the device.; A baixa visão é uma condição intermediária entre a visão normal e a cegueira...

Causas de baixa visão e uso de auxílio óptico por idosos; Causes of low vision and use of optical aids in the elderly

Carvalho, Keila Monteiro de; Monteiro, Gelse Beatriz Martins; Isaac, Cassiano Rodrigues; Shiroma, Lineu Oto; Amaral, Marcela Scabello
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2004 ENG
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66.53%
OBJETIVO: Determinar causas de baixa visão de população idosa atendida por serviço universitário de reabilitação visual e verificar a utilização dos auxílios ópticos prescritos. MÉTODO: Foi realizado estudo transversal entre pacientes de idade igual ou superior a 60 anos, atendidos pela primeira vez por serviço de visão subnormal em 2001. Foram submetidos à reavaliação oftalmológica e entrevistados mediante a aplicação de questionário estruturado em 2002. RESULTADOS: A amostra foi formada por 50 sujeitos de idades entre 60 e 90 anos. Apresentaram baixa visão acentuada (acuidade visual < 20/200) 68,0% dos pacientes. A principal causa de baixa visão foi a doença macular relacionada à idade (44,0%). No que se refere à situação de leitura, 16,0% não sabem ler e 72,0% cursaram até a 4ª série. Em relação aos auxílios ópticos, 31 (62,0%) receberam prescrição e 54,8% desses afirmaram utilizá-los, sendo causas de não prescrição a idade elevada e fatores sócio-culturais como pouco interesse na leitura. Quanto à opinião sobre a validade do auxílio 70,6% responderam positivamente. CONCLUSÃO: A principal causa de baixa visão foi a degeneração macular relacionada à idade. Aproximadamente metade da população que recebeu prescrição relatou o uso efetivo dos auxílios ópticos nas atividades diárias. O aproveitamento do resíduo visual de população idosa com baixa visão reveste-se de prioridade quando se considera o contexto social e a independência necessária à melhor qualidade de vida.; PURPOSE: To determine the causes of low vision in an elderly population attended by a university visual rehabilitation service and to check for the use of prescribed optical aids. METHOD: A cross-sectional study was carried out on patients aged 60 years or over attending for the first time a university low vision service in 2001. Ophthalmic reevaluation and interview were performed by means of a structured questionnaire in 2002. RESULTS: The sample comprised 50 subjects aged between 60 and 90 years. Severe low vision (;