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O lugar da autogestão no Governo Lula; The self-management in the housing policy of Lula´s Government

Moreira, Fernanda Accioly
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/04/2009 PT
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Esta dissertação busca contribuir para a reflexão a cerca da produção habitacional autogestionária voltada para a população de baixa renda. Para desenvolver essa discussão, primeiro construímos uma abordagem histórica da trajetória do movimento de moradia em torno da apropriação do princípio da autogestão, a partir da política habitacional do Regime Militar ao Governo Lula. Partimos do pressuposto de que o desenho das políticas públicas, particularmente a habitacional, é resultado da disputa de interesses e da interação entre Estado, mercado e sociedade civil. E que a partir dessa interação o movimento popular se formou, amadureceu e passou a interferir na formulação das políticas habitacionais. Assim, o processo de criação do Programa Crédito Solidário, parte integrante da atual Política Nacional de Habitação, não é uma simples reivindicação pontual, mas um passo na trajetória decorrente dessa interação. Ao analisarmos os processos de pleito, elaboração, operacionalização e implementação do Programa Crédito Solidário, definido como o instrumento de análise para compreender qual a importância da autogestão na política habitacional do Governo Lula, foi possível verificar os limites e potencialidades para a efetivação do princípio da autogestão na atual ação pública habitacional.; The present dissertation is a reflection about the selfmanagement housing production directed towards the low income population in Brazil. To achieve our objective...

Subsídios para a melhoria da gestão de reformas de edificações unifamiliares no mercado de autogestão.; Grants for an improvement in the management in reform and refurbishment works in single-family buildings in market by self-management.

Munhoz, Cynthia Barbieri Diezel
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/09/2010 PT
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A importância deste tema pode ser ilustrada no fato de que a autogestão é a principal forma de gestão da construção residencial, pois representa aproximadamente 70% das novas habitações e 87% das obras de reforma e expansão no país. Apesar da importância deste tema há pouca bibliografia na literatura especializada nacional, indicando a necessidade da realização de pesquisa nesta área. Neste sentido esta pesquisa objetivou investigar o atual modelo vigente de gestão, a autogestão, nas obras de reforma em edificações unifamiliares, levantando indicadores de produtividade para se obter um diagnóstico sobre o estágio da eficiência neste tipo de obra. A metodologia utilizada baseou-se em etapas de revisão bibliográfica e na realização de um estudo de campo envolvendo 20 entrevistas. Destas entrevistas, 10 foram realizadas com os gestores de 10 obras de reforma e as outras 10 entrevistas foram realizadas com profissionais de diferentes agentes atuantes no setor da construção civil. A diversidade dos entrevistados foi produto da busca por descrever um panorama geral da autogestão conforme as diferentes perspectivas. No estudo de campo concluiu-se que a informalidade neste setor é um resultado da busca do menor preço pelo autogestor...

Autogestão e geografia: os territórios no viés das resistências; Self-management and Geography: the territories on the bias of resistance

Silveira, Renata Ferreira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/02/2012 PT
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A presente pesquisa de mestrado teve como objetivo analisar a prática da autogestão na perspectiva libertária e a influência do anarquismo através da análise conceitual da geografia. Para tanto, utilizamos como ponto de apoio para esta análise a Comunidade Autônoma Utopia e Luta, prédio situado no centro de Porto Alegre/RS que recebe este nome por ter sido fruto de uma ocupação no ano de 2005. A escolha por este objetivo se deu a partir da hipótese que territórios se constroem nas mais diversas escalas, em espaços e tempos diferentes, podendo trilhar caminhos de resistência efetiva às formas autoritárias de organização, sendo estas o Estado, os partidos políticos, organizações não governamentais e/ou qualquer forma hierárquica de organização. Para construir a pesquisa, foi necessário elaborar uma ampla revisão teórica do anarquismo, da autogestão e de suas variantes, expostos no primeiro capítulo. Posteriormente, optou-se por abordar a Comunidade Autônoma Utopia e Luta onde foram realizadas entrevistas com os moradores e trabalhos de campo . Seguindo a lógica da observação participante, a inserção de campo se pautou nas diversas atividades propostas pela própria Comunidade. Buscou-se nas entrevistas identificar a percepção dos moradores em relação ao prédio onde moram...

A qualidade de vida no trabalho na fronteira entre autogestão e heterogestão: um estudo de caso qualitativo na cooperativa Cotravic; Quality of life at work boundaries between self and herero management: study of a qualitative case at Contravic cooperative

Baptista, Luciene Lopes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/01/2013 PT
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O fenômeno da economia solidária no Brasil tem se expandido como resposta ao desemprego e a exclusão social. É constituído por empreendimentos econômicos solidários cujo propósito é a geração de trabalho e renda para aqueles trabalhadores que, num dado momento, ficaram alijados do mercado formal de trabalho, como na situação de massas falidas de empresas privadas. Neste contexto a cooperativa é tida como a forma típica de empreendimento econômico solidário, alicerçada em pressupostos de igualdade de participação na gestão e na posse coletiva dos meios de produção aos seus associados, pela via de práticas de autogestão. Contudo a literatura da economia solidária admite que esta modalidade de gestão não se constitua na única forma de gestão presente no interior das cooperativas, ou seja, nestas ocorrem também práticas heterogestionárias oriundas da sociedade de mercado regida sob as bases do capitalismo. A coexistência destes padrões, a princípio, antagônicos de gestão implica em práticas paradoxais, que por sua vez, se refletem na qualidade de vida no trabalho dos cooperados. Deste modo, esta tese objetivou compreender como o paradoxo entre autogestão e heterogestão se reflete na qualidade de vida no trabalho percebida pelos cooperados de uma cooperativa oriunda de massa falida. Para tal...

Estriagem e alisamento : usinando uma autogestão na fábrica; Building a self-management in the factory

Costa, Luis Artur; Barbieri, Anderson Rodrigues; Maraschin, Cleci; Tittoni, Jaqueline
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
POR
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Este artigo versa sobre uma pesquisa realizada em uma antiga fábrica da área da metalurgia a qual se tornou cooperativa após sua falência. Hoje, esta possui 200 cooperativados, a maioria funcionários da antiga fábrica. Traçou-se aqui uma problematização da autogestão no cotidiano do empreendimento, dialogandose sobre as implicações destas práticas na contemporaneidade. Através de um trabalho de campo, em que se compuseram registros com entrevistas e observações, traçamos uma cartografi a dos fl uxos do local. Percebemos o quanto os instrumentos ordenadores dos corpos e gestos haviam-se fl exibilizado, sem que com isso se obtivesse um deslocamento do modus operandi fabril em sua cisão vertical entre gestão e execução. Pudemos compreender a autogestão enquanto “Fenômeno Fronteiriço” entre a lógica do Capital e a do Bem-Estar- Social e questionar seus diferentes pontos de captura e deslocamento entre estes sistemas. Por fi m, contextualizamos as práticas e o conceito de autogestão no contemporâneo com suas relações fl exíveis.; This paper discusses a research at an old factory of the metallurgy fi eld that became a cooperative after it has crashed. Questions and problems about self-management are brought to be debated...

Estratégias alternativas de re-apropriação da natureza : autonomia e autogestão territorial em áreas protegidas

Silveira, Dilermando Cattaneo da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Esta tese se baseia na premissa de que as áreas naturais protegidas não resolvem completamente os problemas aos quais se destinam solucionar. Em que pese suas diferentes categorias e objetivos, muitas vezes acabam criando uma série de outros problemas, visto que na maioria dos casos suas políticas de planejamento e gestão prevêem uma série de restrições e até mesmo a retirada dos habitantes presentes na área. Além disso, as teorias que fundamentam a idéia de áreas protegidas estão alicerçadas em bases epistêmicas que pressupõem a dicotomia homem x meio, construindo um olhar disjuntivo das relações entre sociedade e natureza. A tese se propõe, então, a refletir sobre estratégias de apropriação da natureza fundamentadas em olhares menos cartesianos, que, ao mesmo tempo em que evoquem uma desconstrução do racionalismo cartesiano objetivo e disjuntivo, promovam uma participação ativa e direta da população, em uma ou em várias das esferas políticas reguladoras das áreas protegidas em que estão inseridas. Esta desconstrução (no campo teórico-conceitual), e a participação direta (no campo político-democrático), podem tomar forma com as idéias de autonomia e autogestão, analisadas a partir de olhares não puramente economicistas e tecnicistas...

Autogestão e relações de trabalho

Korosue, Aline
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação; O presente estudo trata da análise de teses e dissertações do "Banco de Teses - Portal CAPES" que abordam o tema da Autogestão na perspectiva de transformações nas relações de trabalho, perseguindo o objetivo de compreender de que forma a "autogestão" repercute nas relações de trabalho dos envolvidos nas experiências estudadas. Para tanto nos propusemos a resgatar as bases teóricas da autogestão no socialismo utópico, no anarquismo e na crítica marxista e identificar, nas teses e dissertações selecionadas, os pressupostos teóricos, a concepção de autogestão, a prática da autogestão nas experiências estudadas e a relação entre autogestão e relações de trabalho. Foram analisadas uma tese de doutorado e sete dissertações de mestrado que tratam de experiências concretas de autogestão e discutem as relações de trabalho. As experiências analisadas nas produções acadêmicas revelam relações distintas a partir da forma como foi constituída, ou seja, a sua origem. Identificamos a origem dos empreendimentos a partir de falência de empresas, iniciativa pessoal...

Autogestão nas empresas como assistência ã saúde suplementar: estudo de caso: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos

Serafim, Ana Paula Savi
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 153 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio Econômico, Curso de Administração.; A autogestão apresenta-se como uma alternativa para a prestação de assistência a saúde aos funcionários de empresas privadas, este modelo possibilita que as empresas controlem melhor os custos com a saúde, o gerenciamento da própria rede credenciada, negociação dos preços a serem praticados e a melhoria da qualidade do beneficio. Este estudo visa realizar uma análise das características e do comportamento da autogestão do plano de saúde oferecido pela Empresa de Correios e Telégrafos na Diretoria Regional de Santa Catarina. Como resultado o trabalho apresenta uma visão da realidade da autogestão da saúde dos Correios e assim propõe melhorias que sejam adequadas para a otimização e racionalização do uso do mesmo. o beneficio é atraente as empresas e viável financeiramente devido ao baixo valor per capita, mas o processo necessita ser revisto devido ao crescente aumento dos custos, da má utilização do plano por parte dos beneficiários e da falta de orientação da diante da prevenção e promoção, à saúde. Quanto a metodologia aplicada, trata-se de uma pesquisa inicialmente exploratória e posteriormente descritiva...

O suporte do enfermeiro na autogestão da doença oncológica : uma revisão sistemática da literatura

Encarnação, Rúben Miguel
Fonte: Repositório Comum de Portugal Publicador: Repositório Comum de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Hoje sabe-se que as doenças crónicas são e serão um dos grandes problemas do sistema de saúde, não só porque o seu número continuará a aumentar, mas também porque envolvem uma série de custos para os sistemas de saúde e acima de tudo para o próprio utente. A doença oncológica surge como uma doença sem cura, com a qual é preciso “aprender a viver” e, como tal, é necessário que as pessoas adquiram competências e habilidades para a gerir. Neste contexto, pretendeu-se estudar de que forma é que o enfermeiro, enquanto agente do suporte social formal, pode ter um papel mais importante na promoção da autogestão na doença oncológica. Foi conduzida uma revisão sistemática da literatura de estudos publicados entre setembro de 2004 e março de 2013, presentes nas bases de dados CINAHL Plus with Full Text e MEDLINE with Full Text. Todo o processo de realização deste estudo teve como ponto de partida um protocolo de revisão, com o intuito de definir claramente a metodologia a aplicar. Este protocolo incluiu a formulação da questão de investigação, a definição dos critérios de inclusão e exclusão como forma de orientar a pesquisa, a estratégia de pesquisa, o procedimento de seleção dos estudos, o método de avaliação da qualidade metodológica e o procedimento de extração de dados. Os estudos foram analisados por dois revisores de forma independente...

Pilares para a compreensão da autogestão: o caso de um programa de habitação da Prefeitura de Belo Horizonte

Klechen,Cleiton Fabiano; Barreto,Raquel de Oliveira; Paula,Ana Paula Paes de
Fonte: Fundação Getulio Vargas Publicador: Fundação Getulio Vargas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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A relevância da autogestão tem despertado estudos e discussões sobre o tema no âmbito da academia, principalmente no que diz respeito à sua proposta de mudança social. A partir de uma revisão da literatura e da análise de algumas experiências autogestionárias, defende-se a ideia de que a gestão autônoma repousa sobre três pilares: 1) autonomia e equidade no processo decisório; 2) valores humanistas e 3) disponibilidade de conhecimento técnico-administrativo para os membros da organização. O objetivo deste artigo é, portanto, analisar a experiência do Programa de Autogestão da Habitação, da Secretaria Municipal de Habitação de Belo Horizonte, à luz destes pilares definidos pelos autores. De forma geral, percebeu-se que a vivência dos pilares não se dá de forma completa, o que de certa maneira impede que a autogestão seja exercida integralmente. No entanto, argumenta-se que tal forma de gestão cria um vínculo identitário-afetivo das pessoas com o imóvel e contribui para o desenvolvimento da cidadania, os quais se destacam como aspectos positivos do programa.

Colegiado gestor: uma análise das possibilidades de autogestão em um hospital público

Abrahão,Ana Lúcia
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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O presente artigo analisa as possibilidades de autogestão no colegiado gestor de um hospital público no estado de São Paulo. O objetivo deste estudo é o de analisar essa experiência, identificando os arranjos coletivos forjados na perspectiva de espaços de autogestão. Como foco de análise, nos centramos na dinâmica de produção de subjetividades que perpassavam o colegiado gestor do hospital alvo da pesquisa. Optou-se pelo diário institucional e pela observação simples como métodos de investigação. O mapeamento dos processos no colegiado indicou a constituição de coletivos formados a partir de modelos centrados em experiências partilhadas de gestão, onde o desencadeamento de processos de co-responsabilização é capaz de promover um modo de gerenciar com espaço para a dinâmica de singularização. O artigo tece, ainda, considerações sobre alguns dos elementos que, constitutivos de movimentos de autogestão, estão presentes no conflito gerado nos processos de heterogestão.

Autogestão: desafios políticos e metodológicos na incubação de empreendimentos econômicos solidários

Lechat,Noëlle M. P.; Barcelos,Eronita da Silva
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Curso de Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Curso de Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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Após sobrevoar origens históricas da autogestão na França e no Brasil, o texto questiona a capacidade de os homens se autogerirem, ou a situação de que sem chefe não há sociedade viável. Recorre a Clastres para mostrar que, se o poder político é uma necessidade inerente à vida social, ele não precisa ser hierárquico. Não há natureza humana em si, mas nossa especificidade como ser humano é justamente nossa capacidade de transformar a nós mesmos e ao mundo. Para o movimento da economia solidária brasileira, a autogestão é um conceito central, pois marca distância com as relações capitalistas, assistencialistas e acena por uma democracia radical. A autogestão possui um caráter multidimensional (social, econômico, político e técnico) e, portanto, não basta querer implantar a autogestão, ainda é preciso criar as condições para a sua efetivação. O artigo apresenta, ainda, uma reflexão sobre a metodologia autogestionária praticada pelos membros de uma incubadora universitária de economia solidária.

Ação coletiva no âmbito da economia solidária e da autogestão

Castanheira,Maria Eugênia Monteiro; Pereira,José Roberto
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Curso de Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Curso de Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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Este ensaio traz reflexões sobre as motivações que conduzem a ação coletiva no âmbito da economia solidária e da autogestão, partindo do pressuposto de que, nestas esferas, a ação coletiva se diferencia daquela que se desenvolve nos domínios do capitalismo e daquela que se desenvolve no contexto social das relações tradicionais. Neste sentido, o objetivo deste ensaio é explorar as especificidades teóricas da ação coletiva orientada pelos princípios da economia solidária e da autogestão, tendo como enfoque analítico a teoria da dádiva. Para tanto, procurou-se, de forma articulada e seqüencial, problematizar a economia solidária, evidenciar os elementos constitutivos da autogestão e o aporte teórico da teoria da dádiva. Acredita-se que tais ponderações indicam um campo a ser explorado empiricamente, podendo contribuir para a elaboração de novos estudos e pesquisas sobre este tema.

Autogestão e subjetividade: interfaces e desafios na visão de especialistas da ANTEAG, UNISOL e UNITRABALHO

Onuma,Fernanda Mitsue Soares; Mafra,Flávia Luciana Naves; Moreira,Lilian Barros
Fonte: Fundação Getulio Vargas, Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas Publicador: Fundação Getulio Vargas, Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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A Administração, em sua corrente teórica dominante, tem se prestado a transformar as empresas em espaços de propagação ideológica acerca de formas hierarquizadas de organização e gestão do trabalho. Negando esta dimensão política e ideológica da ação administrativa, a Teoria da Administração tem se tornado cúmplice dos interesses do business, educando profissionais cujas ações acabam sobrepondo o econômico ao fator humano e às questões éticas. Em contraposição a este cenário de injustiça e exploração, encontra-se a autogestão, forma de gestão não hierarquizada e democrática cuja implantação tem enfrentado muita dificuldade. Para buscar compreender os desafios que se impõem aos trabalhadores e trabalhadoras que se propõem a trabalhar de maneira autogestionária, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com um especialista em cada uma das três seguintes entidades de fomento a organizações autogestionárias: ANTEAG, UNISOL e UNITRABALHO. Os dados foram analisados por meio do método de análise de conteúdo e indicaram que a autogestão, na visão destes profissionais, implica necessidade de uma mudança de subjetividade desses trabalhadores e trabalhadoras, acostumados ao modelo de trabalho hierarquizado e não democrático. Com base nisso...

Estriagem e alisamento: usinando uma autogestão na fábrica

Costa,Luis Artur; Barbieri,Anderson Rodrigues; Maraschin,Cleci; Tittoni,Jaqueline
Fonte: Universidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia Publicador: Universidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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Este artigo versa sobre uma pesquisa realizada em uma antiga fábrica da área da metalurgia a qual se tornou cooperativa após sua falência. Hoje, esta possui 200 cooperativados, a maioria funcionários da antiga fábrica./ Traçou-se aqui uma problematização da autogestão no cotidiano do empreendimento, dialogando-se sobre as implicações destas práticas na contemporaneidade. Através de um trabalho de campo, em que se compuseram registros com entrevistas e observações, traçamos uma cartografia dos fluxos do local. Percebemos o quanto os instrumentos ordenadores dos corpos e gestos haviam-se flexibilizado, sem que com isso se obtivesse um deslocamento do modus operandi fabril em sua cisão vertical entre gestão e execução. Pudemos compreender a autogestão enquanto "Fenômeno Fronteiriço" entre a lógica do Capital e a do Bem-Estar-Social e questionar seus diferentes pontos de captura e deslocamento entre estes sistemas. Por fim, contextualizamos as práticas e o conceito de autogestão no contemporâneo com suas relações flexíveis.

Tecnologia social para autogestão: um estudo em empreendimento econômico solidário do Rio Grande do Norte

Albuquerque, Francivaldo dos Santos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Administração; Políticas e Gestão Públicas; Gestão Organizacional Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Administração; Políticas e Gestão Públicas; Gestão Organizacional
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The theme of this dissertation is social technology for self-management: a study in economic enterprise supportive of Rio Grande do Norte. The research aimed to obtain evidence that the reapplication of technology management, basic economic-financial and pricing, as production costs, has the potential to contribute to the self-management of APABV. The social technology and self-management are theoretical frameworks used and where workers are central figures in both the generation and replication of technologies that are compatible with their realities, as in the conduct and management approach adopted by them in their venture, they are makers decisions. To achieve the proposed objective was accomplished participatory research, which was used in addition to document analysis, participatory methodologies such as the construction of the DRP, group interview, experience in the production environment and family of entrepreneurs APABV. This research allowed the management technologies such as spreadsheets controls basic economic and financial costs, when socialized and understood by workers has the potential informational and become part of their daily decision-making process of the project, making up social technology; O tema desta dissertação é tecnologia social para autogestão: um estudo em empreendimento econômico solidário do Rio Grande do Norte. A pesquisa teve como objetivo obter evidências de que a reaplicação de tecnologias de gestão...

Efeitos de um programa de educação para a autogestão em jovens com spina bífida : desafios para a enfermagem

Malheiro, Maria Isabel Dias da Costa, 1964-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2015 POR
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Tese de doutoramento, Enfermagem, Universidade de Lisboa, com a colaboração da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, 2015; Os desafios relacionados com o desenvolvimento de qualquer jovem adolescente são baseados na procura da identidade e da independência dos pais. Quando se trata de jovens com Spina Bífida (SB) estes desafios tornam-se mais difíceis de ultrapassar. Assim, torna-se fundamental o desenvolvimento de competências funcionais e de autogestão para facilitar a transição destes jovens para a vida adulta. Deste modo, o desenvolvimento de um Programa de Educação para a Autogestão em Jovens com SB (PEAJSB) bem como a avaliação do seu efeito foi o principal objetivo desta dissertação. O PEAJSB foi realizado por 56 jovens com SB e idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos em contexto de campo. A avaliação do seu efeito foi feita através de dois estudos: O estudo I (quantitativo), com avaliação pré teste (antes do PEAJSB), pós teste (24h após programa e 6 meses depois). Como instrumentos de recolha de dados, foram utilizadas as escalas, Medida de Independência Funcional e a Self-Perception Profile for Adolescents. Para avaliar a funcionalidade percebida pelo jovem, foi desenvolvido um instrumento no âmbito desta tese. Os resultados revelam que o programa produziu diferenças significativas na funcionalidade. Destacam-se as dimensões do autocuidado...

Estudo da organização de empreendimentos solidários dentro dos pressupostos da autogestão: um levantamento bibliométrico entre os anos de 1999 a 2009

Arns, Giseli
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
PT_BR
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Monografia apresentada para obtenção do grau de Bacharel no curso de Administração de Empresas, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.; Para este estudo encontra-se como pano de fundo a Economia Solidária. Objetivou-se estudar como se organizam e são geridos empreendimentos econômicos solidários dentro dos pressupostos da autogestão utilizando estudos de casos presentes em artigos científicos, teses e dissertações. A fundamentação teórica passa pelos assuntos que permeiam a autogestão e a economia solidária. Metodologia: Para a metodologia foi utilizada a pesquisa bibliográfica, documental e exploratória com uma abordagem quantitativa e qualitativa tendo em vista que foram pesquisados artigos científicos, teses e dissertações com as palavras-chave autogestão, economia solidária e cooperativismo para que em uma segunda etapa fossem utilizados apenas estudos de caso que procurassem responder de alguma forma os objetivos específicos. Resultados: Concluiu-se que nos empreendimentos econômicos solidários estudados, muitos não apresentam a autogestão em sua organização diária. Ficou evidente ainda a fragilidade e a dependência de diversas cooperativas em relação a instituições de apoio e agentes externos (Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares...

Self-management: political and methodological challenges to the incubation of solidarity economic; Autogestão: desafios políticos e metodológicos na incubação de empreendimentos econômicos solidários

Lechat, Noëlle M. P.; UNIJUÍ - Ijuí - RS; Barcelos, Eronita da Silva; UNIJUÍ - Ijuí - RS
Fonte: Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (Edufsc) Publicador: Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (Edufsc)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2008 POR
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After reviewing the historic origins of self-management in France and Brazil, this article questions people’s ability for selfmanagement, or the situation in which without a boss there is no viable society. It turns to Clastres to show that, if political power is an inherent need of social life, it does not need to be hierarchical. There is no innate human nature, but our specificity as human beings is precisely our ability to transform ourselves and the world. Self-management is a central concept of the Brazilian solidarity economics movement because it distances itself from capitalist and welfare relations and encourages radical democracy. Self-management has a multidimensional character (being social, economic, political and technical) and therefore, it is not enough to want to implant selfmanagement. It is also necessary to create the conditions for its realization. The article also reflects on the methodology of selfmanagement practiced by members of a university incubator of solidarity economics.; Após sobrevoar origens históricas da autogestão na França e no Brasil, o texto questiona a capacidade de os homens se autogerirem, ou a situação de que sem chefe não há sociedade viável. Recorre a Clastres para mostrar que...

INTERCAMBIO SOCIAL E CONVERGÊNCIA POLÍTICA PARA A INTEGRAÇÃO ORGÂNICA DO TRABALHO ASSOCIADO: a perspectiva da autogestão global

, Gabriel Gualhanone Nemirovsky, Eziel Gualberto de Oliveira, Edi Augusto Benini, Elcio Gustavo Benini
Fonte: AUTOGESTÃO: Economia dos Trabalhadores & Educação Popular (ET & EP) Publicador: AUTOGESTÃO: Economia dos Trabalhadores & Educação Popular (ET & EP)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 06/05/2015 POR
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Tendo como horizonte a proposta de autogestão globalé que articulamos o presente trabalho no intuito de discutir suas possibilidades concretas, bem como principais elementos constitutivos ou ontológicos, à luz da teoria da alienação e da teoria crítica das organizações.Nesta perspectiva, a questão da autogestão é situada e discutidacomo necessidade histórica, tanto como afirmação de um projeto de emancipação, como negação de uma realidade de alienação. Ao se considerar as experiências concretas de autogestão do trabalho associado, vemos que elas se situam mais como resistência e adaptação ao intercâmbio social do capital, do que numa processualidade dialética (negação e afirmação) de superação da alienação heterogestionária capitalista. De fato, as evidências empíricas apontam uma insuficiência ontológica de ampliação do escopo e abrangência da autogestão para uma perspectiva global. Partindo do mesmo olhar dialético,defendemos que uma possibilidade de superação de tal insuficiência reside na integração material e econômica das atuais tentativas de autogestão, por meio de uma convergência política consistente o suficiente, para se criar uma nova estrutura de intercâmbio social que venha tanto a anular como a reverter as mediações alienadoras do capital.