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Insucesso escolar e Autoconceito

Branco, Joana Pavão
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação: Educação Especial, área de especialização em Domínio Cognitivo e Motor; O insucesso escolar e o autoconceito têm sido objeto de diversos estudos ao longo dos tempos, dada a sua relevância para a vida profissional, pessoal, social e emocional dos indivíduos. Esta pesquisa pretendeu verificar a relação existente entre as duas variáveis supramencionadas na área escolar da Maia, ilha de S. Miguel, através de um estudo descritivo misto. Procurou-se estudar o autoconceito de alunos com e sem insucesso escolar e, ao mesmo tempo, fazer o levantamento da perceção dos seus professores sobre estas duas temáticas. Para atingir estes objetivos, foram formuladas três hipóteses de investigação, as quais passaram por relacionar o nível de autoconceito dos alunos com o número de retenções, com o número de permanências no mesmo nível e com o número de insuficientes no Ciclo e, simultaneamente, comparar estes resultados aos dos alunos sem insucesso escolar. Após a aplicação da Escala de Autoconceito para Crianças de Piers-Harris (versão de Veiga, 2006) aos alunos de nível III e IV da referida área escolar e da realização de duas sessões de Grupos Focados aos professores dos alunos em estudo...

Projetos sociais esportivos: um estudo das relações entre o esporte e o autoconceito; Sports Social Programs: a study of the relations between sport and self-concept

Marques, Elder Regis Deorato
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/03/2012 PT
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O objetivo deste estudo foi investigar as relações entre o esporte e o autoconceito, em projetos sociais esportivos. O estudo foi realizado no Projeto Esporte Talento (PET) e em duas escolas públicas localizadas na região centro oeste da cidade de São Paulo. A coleta de dados foi realizada a partir da aplicação do inventário de autoconceito, denominado Piers-Harris 2 (2002), traduzido e validado para o português. A amostra foi composta de 148 participantes, divididos em três grupos: participantes do PET (n=71), não participantes de projetos sociais (n=53) e participantes de outros projetos sociais (n=24). As técnicas estatísticas utilizadas foram: análise descritiva unidimensional e bidimensional, testes de hipóteses paramétricas, regressão clássica e análise de dados categorizados. Os resultados indicaram que existe uma relação entre o esporte e o aumento do escore do autoconceito global (p=0,005), da dimensão intelectual do autoconceito (p=0,02) e da dimensão da popularidade do autoconceito (p<0,01). A relação entre o esporte e o autoconceito parece estar relacionada com a proposta pedagógica do PET (desenvolvimento de competências - aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conhecer e aprender a conviver)...

O autoconceito nos contextos familiar, social e escolar

Maria Carolina Cosenza Araujo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //2002 PT
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O objetivo deste trabalho é esclarecer idéias, situar pesquisas e estudos sobre o autoconceito, com enfoque na adolescência. Na revisão da literatura verificamos que a formação do autoconceito, auto-estima e auto-imagem depende das considerações e percepções que o indivíduo tem de si mesmo e, também do julgamento que os outros fazem dele, sobretudo, influenciado pelas interações estabelecidas, nos contextos: familiar, social e escolar. Inicialmente, fizemos uma retrospectiva, na qual mostramos que o conhecimento que o indivíduo tem de si mesmo, acha-se vinculado ao desenvolvimento histórico e social da humanidade, transformando-se a cada nova geração. A seguir, as teorias psicológicas relatam a adolescência como um período um tanto crucial no desenvolvimento humano, no qual, a rigor, consolida-se a identidade e prepara-se para a vida adulta. Enfocamos o processo de estruturação do autoconceito, tendo como referência a teoria de Erikson. No desenrolar da vida, as pessoas passam por diferentes situações que as levam a estruturar, rever, reafirmar ou rejeitar atitudes e valores. Primeiro, a família; depois, a sociedade em geral e a escola em particular vão submetendo o indivíduo às diferentes pressões e exigências que o levam a construir e a modificar sua visão e postura em relação ao mundo. Nessa construção...

Dificuldade de aprendizagem em escrita, autoconceito e aceitação social

Adriana Regina Marques de Souza Pelissari
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2006 PT
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Este estudo teve como objetivo verificar as possíveis relações entre dificuldades de aprendizagem em escrita, aceitação e rejeição social e autoconceito social, familiar, escolar e pessoal de crianças de segunda e terceira série do Ensino Fundamental. A pesquisa contou com 543 crianças, de ambos os sexos, com idades entre 8 e 10 anos, cursando a segunda e terceira séries do Ensino Fundamental, de quatro escolas públicas de Campinas. Todas as crianças foram avaliadas de acordo com sua dificuldade de aprendizagem em escrita e classificadas de acordo com uma escala de ADAPE (SISTO, 2001). Para avaliação das dificuldades de aprendizagem em escrita, autoconceito e aceitação social dos sujeitos pesquisados, este estudo contou com três instrumentos. O primeiro, de Avaliação de Dificuldades de Aprendizagem em Escrita (ADAPE), composto por um texto de 114 palavras. O segundo, uma escala de autoconceito social, familiar, escolar e pessoal, apresentando 52 questões, O teste sociométrico foi o terceiro instrumento, para a constatação do índice de aceitação e rejeição de cada um dos sujeitos de cada classe. Os dados foram submetidos a uma análise estatística de variância e mostraram que, na segunda série, o autoconceito geral...

Construção e validação de uma escala de autoconceito para adolescentes moçambicanos; Construction and validation of a scale selfconcept for mozambican adolescents

Campira, Farissai P.; Araújo, Alexandra Maria Dantas de Castro; Almeida, Leandro S.
Fonte: Grupo multidisciplinar de pesquisa em educação, psicopedagogia e psicologia escolar - Universidade Federal do Amazonas Publicador: Grupo multidisciplinar de pesquisa em educação, psicopedagogia e psicologia escolar - Universidade Federal do Amazonas
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 POR
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Apresenta-se um estudo da adaptação e validação da escala de autoconceito de Piers-Harris (Piers-Harris Children’s Self Concept Scale; PHCSCS-2) para o contexto moçambicano, que conduziu à construção de uma nova escala para a avaliação deste constructo neste contexto cultural. A adaptação deste instrumento à população de adolescentes moçambicanos em contexto de educação formal conduziu a profundas modificações no instrumento original, quer no número e formulação dos itens, quer no formato da sua apresentação. As modificações introduzidas configuram uma nova escala de autoconceito para adolescentes moçambicanos, que designamos por Escala de Autoconceito para Adolescentes Moçambicanos, EACA), composta por 20 itens de resposta com formato tipo likert. Os resultados da análise factorial exploratória sugerem que estes itens se distribuem por quatro dimensões de autoconceito (autoconceito académico, autoestima, ansiedade e autoconceito social), que explicam 37% da variância total dos resultados. Problemas na consistência interna das dimensões identificadas apontam para a necessidade de novos estudos com este instrumento, que consideramos ainda em construção.; This study presents the adaptation and validation of the Piers-Harris Children’s Self Concept Scale (PHCSCS-2) for the Mozambican culture...

Autoconceito, disrupção e interesses

Vicente, Rita Heloísa de Sousa
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O presente estudo visa analisar a relação existente entre o autoconceito, a disrupção escolar e os interesses vocacionais, tendo a revisão da literatura verificado que o autoconceito se encontr relacionado com as diversas áreas de desenvolvimento dos jovens, desde a pessoal, passando pela escolar, até à profissional. É apontado por diversos autores que o baixo autoconceito pode prejudicar o processo de aprendizagem, uma vez que, por regra, se encontra associado à disrupção escolar, ou, inclusive, à limitação das escolhas vocacionais dos jovens, pela perceção enviesada de autoeficácia ostentada pelos mesmos. Visando estudar esta relação foi solicitado a 192 alunos o preenchimento do Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale (PHCSCS V1-6), que permite avaliar o autoconceito e do Questionário de Identificação Escolar, formulado especialmente para este estudo e que possibilita a recolha de informação sobre a disrupção escolar, medidas corretivas, aspirações profissionais e interesses vocacionais. Os resultados indicaram que o autoconceito se relaciona com as variáveis sociodemográficas, sendo que os jovens do sexo masculino, mais novos e com um maior nível socioeconómico apresentam um autoconceito mais elevado. Em relação à disrupção escolar verifica-se que os jovens com medidas disciplinares ostentam um autoconceito inferior principalmente em relação à perceção que têm sobre as suas competências cognitivas...

Autoconceito profissional dos professores de Ciências e de Matemática no 2º Ciclo do Ensino Básico

Fonseca, Sónia Carla Pinto da
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Tese de mestrado, Educação (Didáctica das Ciências), Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2009; O presente estudo teve como objectivo geral estudar as oscilações no autoconceito profissional dos professores de ciências e matemática e perceber de que forma essas oscilações se relacionavam com o desempenho nas aulas, nomeadamente na promoção da literacia científica. Assim, foram elaboradas as seguintes questões de estudo: Como se distribuem os professores por aspectos específicos do autoconceito profissional, em termos de autoconceito negativo ou positivo? Quais as diferenças no autoconceito profissional entre professores que preferem leccionar ciências da natureza e professores que preferem leccionar matemática? Como se diferenciam os professores nas dimensões do autoconceito profissional, em função do tempo de serviço? Que relação existe entre as dimensões do autoconceito e a importância dada à formação, quer inicial quer contínua? Existe relação entre o autoconceito profissional do professor e o comportamento destes profissionais, enquanto professores? Como é que o autoconceito profissional se relaciona com a utilização de actividades que promovam a literacia científica? Como se diferenciam os professores nas dimensões do autoconceito profissional em função do género? A amostra foi constituída por 242 professores...

Autoconceito profissional dos professores

Gonçalves, Virgílio; Veiga, Feliciano
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2006 POR
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Este artigo baseia-se num estudo realizado para a obtenção do grau de Mestre em Educação do primeiro autor, cuja dissertação, com o mesmo título, foi apresentada na Universidade de Lisboa, sendo orientada pelo segundo autor.; Este estudo tem como objectivo geral analisar a percepção que os docentes têm de si-mesmos como profissionais e a relação desta mesma percepção com os seus comportamentos de cidadania docente. Foram formuladas cinco questões de estudo com o objectivo de analisar: a relação do autoconceito com variáveis escolares, pessoais e sociais; a relação entre o autoconceito e os comportamentos de cidadania docente; os factores escolares que mais contribuem para a explicação da variância do autoconceito profissional dos professores e dos comportamentos de cidadania docente; as dimensões do autoconceito profissional que mais contribuem para a explicação da variância dos comportamentos de cidadania docente. O quadro conceptual deste estudo foi estruturado tendo por base as perspectivas diferencial, cognitivo-social e desenvolvimentista. Os sujeitos da amostra foram professores de ambos os sexos, de diferentes idades, em diferentes fases de desenvolvimento da sua carreira, com diferentes tipos de formação profissional e de diferentes escolas. Para a avaliação do autoconceito profissional dos professores foi utilizada a escala Teacher self-concept evaluation scale (TSCES). Para a avaliação dos comportamentos de cidadania docente utilizou-se a Escala de representação dos professores acerca da sua cidadania/profissionalidade docente (ERP-CCID)...

Elementos sócio-escolares do autoconceito profissional dos professores

Roque, Paula; Veiga, Feliciano
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2007 POR
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Este artigo baseia-se numa parte do estudo empírico realizado para a obtenção do grau de Mestre do primeiro autor, cuja dissertação foi apresentada no Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com o título Autoconceito profissional dos professores, tendo a orientação do segundo autor.; Atendendo à importância que o autoconceito profissional dos professores poderá ter para a sua integração na escola e na sociedade, realizou-se um estudo cujo objectivo foi a análise das representações dos professores acerca de si mesmos enquanto profissionais da educação. Utilizou-se, para este estudo, uma amostra de 342 professores de ambos os sexos, de escolas pertencentes aos distritos de Lisboa, do Centro e do Sul do país. Utilizou-se como instrumento de avaliação a “Escala de Autoconceito Profissional dos Professores (EAPP)”, composta por 36 itens distribuídos por 4 factores distintos: cuidado na relação interpessoal, segurança em contexto laboral, cooperatividade, e reconhecimento laboral. O objectivo desta investigação levou às seguintes questões de estudo: Será que existem diferenças significativas no autoconcei o dos professores em função da satisfação profissional? Como se correlacionam os resultados entre cada uma das dimensões do autoconceito profissional e cada uma das seguintes variáveis: mal-estar docente...

Autoconceito e disrupção escolar dos jovens : conceptualização, avaliação e diferenciação

Veiga, Feliciano Henriques, 1952-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //1991 POR
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This investigation had the main purpose to study the relations between self-concept and school disruption, in Portuguese young students, considering the effects of sociodemographic factors. The aims of this work led to the need to adapt and create instruments appropriate to the analyses of the relationship between self-concept and school disruption in youth. It was created the Scholar Disruption Scale Professed by Students (EDEP) and also the Scholar Disruption Scale Inferred by Teachers (EDEI). In order to evaluate self-concept, two academic instruments were used: Piers-Harris Children´s self-concept Scale (PHCSCS) and also Self-concept as a Learner Scale (SCAL). The sample was constituted by 915 students of the 7th and 9th grade, from several regions of Portugal. The results indicate a higher self-concept in students presenting lower school disruption, from medium/higher socio-economic status, from seaside regions and male students. School disruption was lower in female groups, from interior regions and medium/higher socio-economic status. Although first analyses of the results found a lower self-concept and higher school disruption according to age and scholar year, later analyses, controlling the variable number of failures, showed no differences concerning to self-concept and school disruption referring to such variables of time (age and scholar year). Correlations between self-concept and school disruption and number of failure were found...

Autoconceito e motivação para as aprendizagens em crianças do 1º e 2º ano de escolaridade

Simões, Joana Vargas; Mata, Maria de Lourdes Estorninho Neves
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2012 POR
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O presente estudo tem como objetivos caracterizar o autoconceito e as características motivacionais, perceber que variáveis estão associadas a diferenças nessas características, bem como analisar as relações entre o autoconceito e a motivação. Autores como Marsh, Craven e Debus (1991) ou Mantzicopoulos (2006) referem a importância de conduzir este tipo de investigações com crianças em idade pré-escolar e início de escolaridade, pois esta fase do desenvolvimento poderá ser crucial para a formação de um autoconceito positivo. Participaram nesta pesquisa 57 crianças em início escolaridade. Os instrumentos utilizados foram a Escala de Autoconceito para crianças de 1º e 2º ano de escolaridade, uma Escala de Motivação para as Aprendizagens para crianças em início de escolaridade e um Questionário de Avaliação de Competências Académicas. Os principais resultados confirmaram que os perfis de auto perceções e motivação, em crianças pequenas, são bastante elevados, ou seja, estas têm uma perceção de si próprias bastante positiva nas várias áreas do autoconceito e apresentam elevados níveis de motivação para aprender. Constatámos diferenças tanto no autoconceito como na motivação destas crianças em função do seu desempenho...

A relação entre o isolamento social por vitimização e o autoconceito na adolescência

Carvalho, Marta Fontão de
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica apresentada ao ISPA - Instituto Universitário; O presente estudo centra-se na problemática dos adolescentes que são isolados e vitimizados pelo grupo de pares e na forma como esta problemática afeta o autoconceito destes adolescentes. Assim, este estudo teve como principal objetivo explorar a relação entre o isolamento social por vitimização e o autoconceito nos adolescentes. Procurou-se também compreender a existência de diferenças entre sexo e diferenças entre os anos escolares (7º, 8º e 9º ano), relativamente ao isolamento social, à vitimização e às diferentes dimensões do autoconceito. Pretendeu-se ainda comparar o autoconceito entre os três grupos de adolescentes (isolados, isolados e vitimizados e não isolados e não vitimizados) e avaliar qual a dimensão do autoconceito que é mais afetada nos adolescentes isolados e vitimizados. Fizeram parte do estudo 966 participantes (486 do sexo feminino e 477 do sexo masculino) com idades compreendidas entre os 12 e os 16 anos, que frequentavam o 7º, 8º e 9º ano de escolaridade, provenientes de duas escolas da região da grande Lisboa. Os instrumentos utilizados foram ECP - Extended Class Play e a Escala de Autoconceito para Adolescentes. Os resultados obtidos revelaram a inexistência de diferenças significativas entre sexo e entre os anos de escolaridade (7º...

Autoconceito académico e auto-estima em alunos com insucesso escolar

Pereira, Estevão Manuel Machado
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 POR
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Desde os anos cinquenta que se sucedem estudos para relacionar o autoconceito académico e a auto-estima com os resultados escolares. Sabe-se hoje, que uma criança quando entra para a escola, começa a formar o seu autoconceito baseada nos seus resultados escolares, com a sua evolução, atinge uma fase em que é o autoconceito por si formado que influencia os resultados que obtém (Rodrigues, 1994 citado por Simão 2005). Segundo Peixoto (2004) são vários os estudos que demonstram a inexistência de uma relação directa entre a auto-estima e insucesso escolar, por outro lado comprovam que os resultados escolares ((in)sucesso escolar) pode afectar o autoconceito. O objectivo deste estudo é verificar se o autoconceito académico e a auto-estima são menores em alunos com insucesso escolar do que em alunos com sucesso escolar. A amostra é constituída por 77 participantes, de 3 escolas diferentes, seleccionados segundo dois critérios: terem idades compreendidas entre os 13 e os 16 anos inclusive; e terem insucesso escolar, que neste trabalho estipulou-se que seriam alunos com 2 ou mais repetências de ano de escolaridade. Utilizou-se a escala de autoconceito e auto-estima (Peixoto & Almeida, 1999) (anexo1), e procedeu-se ao tratamento estatístico dos dados através do SPSS. Pretendeu-se verificar se existiam diferenças significativas...

A interação familiar, autoconceito, competências sociais e sua relação com o desempenho académico em adolescentes

Carrilho, Glaucied Pereira Campos
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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Dissertação de mest., Psicologia da Educação, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Univ. do Algarve, 2012; A literatura tem evidenciado que um autoconceito positivo é fundamental para a adequação psicossocial do indivíduo de forma geral, e em particular no rendimento académico dos alunos. O autoconceito é a forma como o individuo se avalia, com base na construção da qualidade das relações familiares e sociais, nomeadamente na perceção de suas competências em comparação com os seus pares. Deste modo, esta dissertação tem como objetivo geral analisar a relação entre autoconceito, competências sociais, relação familiar e desempenho académico dos adolescentes. A fim de investigar estas possíveis relações, pediu-se a 188 alunos do 7º, 8º e 9º ano de uma Escola na região do Algarve, com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos (M = 13.3) que preenchem-se os seguintes instrumentos: Questionário Sociodemográfico; Escala de Perceção da Relação com a Família (Peixoto, 1999); Escala de Avaliação da Competência Social (Gresham & Elliot, 1990), versão do aluno, e a Escala de Perceção dos Adolescentes sobre si mesmo (Harter, 1985). Os resultados indicam que existe uma relação positiva entre autoconceito e rendimento académico...

A dialética de transformação do self e do autoconceito: dimensões auto-refletidas no cárcere feminino

Rodrigues, Lysia Rachel Moreira Basílio; Roazzi, Antonio (Orientador); Nascimento, Alexsandro (Coorientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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O presente trabalho elege o evento encarceramento, ou privação de liberdade em decorrência de envolvimento em ato delituoso, como fator possivelmente desencadeador de transformações no autoconceito. Estas transformações, que no presente estudo foram abordadas no universo feminino, podem elucidar aspectos da conceituação, dinâmica do autoconceito e da permeabilidade deste a fatores do meio externo aos quais o sujeito está constantemente se defrontando durante a vida (Kinch, 1963; L’Écuyer, 1978, 1985a; Demo, 1992). O autoconceito é composto por múltiplas dimensões do Self que estão organizadas hierarquicamente, possuem uma mobilidade, em termos de posição mais ou menos central em diferentes momentos da vida, e funcionam como esquemas da cognição (L’Écuyer, 1978). É ainda um produto estrutural complexo da atividade reflexiva, permeável a mudanças promovidas por novas situações, transições e papéis sociais, ou seja, o autoconceito é, concomitantemente, estável e dinâmico (Demo, 1992). Para investigação das transformações e estrutura no autoconceito das mulheres encarceradas, cinco mulheres participaram, na etapa qualitativa do estudo, de entrevistas semi-estruturadas com base nas dimensões integradas do Self propostas por L’Écuyer (1978)...

Efeitos de idade e sexo no autoconceito de crianças pré-escolares; Age and sex effect on the self-Concept of preschool children

Pinto, Alexandra Maria Pereira Inácio Sequeira; Gatinho, Ana Rita dos Santos; Fernandes, Carla; Veríssimo, Manuela
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 POR
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Poucas são as investigações sobre o autoconceito realizadas com crianças de idade pré-escolar. Neste estudo procuramos contribuir para uma melhor compreensão do desenvolvimento normativo do autoconceito, no período pré-escolar, nomeadamente, através da análise dos efeitos que o sexo e a idade têm no mesmo. Tratando-se de um estudo longitudinal, a amostra foi composta por 83 crianças portuguesas, avaliadas no seu autoconceito aos quatro e aos cinco anos de idade, através da Pictorial Scale of Perceived Competence and Social Acceptance for Young Children – PSPCSA. As crianças apresentaram resultados muito elevados em todos os domínios do autoconceito, em ambas as idades Os dados parecem indicar que os elevados valores do autoconceito começam a declinar já no fim do período pré-escolar, pelo menos em alguns domínios, sugerindo, dessa forma, um desenvolvimento diferenciado do autoconceito, consoante os diferentes domínios avaliados. Finalmente, parecem existir diferenças no autoconceito relacionadas com o sexo das crianças, favorecendo os rapazes. Os nossos resultados contribuem para uma melhor compreensão do processo de desenvolvimento do autoconceito.; ABSTRACT: There are few investigations on the self-concept of preschool children. The aim of this study is to contribute to a better understanding of the normative development of self-concept in preschool children...

Efeitos de Idade e Sexo no Autoconceito de Crianças Pré-Escolares

Pinto,Alexandra; Gatinho,Ana; Fernandes,Carla; Veríssimo,Manuela
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
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Poucas são as investigações sobre o autoconceito realizadas com crianças de idade pré-escolar. Neste estudo procuramos contribuir para uma melhor compreensão do desenvolvimento normativo do autoconceito, no período pré-escolar, nomeadamente, através da análise dos efeitos que o sexo e a idade têm no mesmo. Tratando-se de um estudo longitudinal, a amostra foi composta por 83 crianças portuguesas, avaliadas no seu autoconceito aos quatro e aos cinco anos de idade, através da Pictorial Scale of Perceived Competence and Social Acceptance for Young Children - PSPCSA. As crianças apresentaram resultados muito elevados em todos os domínios do autoconceito, em ambas as idades Os dados parecem indicar que os elevados valores do autoconceito começam a declinar já no fim do período pré-escolar, pelo menos em alguns domínios, sugerindo, dessa forma, um desenvolvimento diferenciado do autoconceito, consoante os diferentes domínios avaliados. Finalmente, parecem existir diferenças no autoconceito relacionadas com o sexo das crianças, favorecendo os rapazes. Os nossos resultados contribuem para uma melhor compreensão do processo de desenvolvimento do autoconceito.

Autoconceito em crianças de Grupos minoritários - um estudo exploratório em contexto escolar

Monteiro, Ana Paula Teixeira de Almeida Vieira; Figueiras, Joana; Bastos, Joaquim; Almeida, Lenya; Sousa, Olinda
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 14/11/2014 POR
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Objectivos - Na literatura, são escassos os estudos na área do autoconceito em crianças que integrem variações culturais. Este estudo teve por objectivo avaliar o autoconceito numa amostra de conveniência de crianças de grupos minoritários, predominantemente de etnia cigana/baixo estatuto socioeconómico, a frequentarem o primeiro ciclo do ensino básico. Metodologia Foi utilizada a Escala de Autoconceito/AutoEstima (Susan Harter, 1985) adaptada para a população portuguesa. Os participantes são 26 crianças, 12 do sexo feminino e 14 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 5 e os 11 anos (m=8.50, dp=1.53). Resultados - O principal achado deste estudo diz respeito aos níveis médios e elevados de autoconceito dos participantes, nos vários domínios considerados. Outro achado diferenciador neste estudo é a existência de níveis mais elevados de autoestima e autoconceito (em todos os domínios) nas crianças do sexo feminino versus as crianças do sexo masculino. Discussão/Conclusões Estes achados podem significar que os contextos sociais de vulnerabilidade económica ou a pertença a grupos minoritários não parecem ter um impacto negativo imediatamente evidente no nível global do autoconceito e autoestima nas crianças participantes neste estudo. Estes dados podem indiciar que existem aspectos promotores de elevados níveis de autoconceito em grupos minoritários com um forte sentido de identidade étnico cultural. As abordagens de promoção do autoconceito e autoestima em crianças de grupos minoritários devem integrar as especificidades culturais do grupo de pertença...

Autoconceito em crianças de Grupos minoritários - um estudo exploratório em contexto escolar

Monteiro, Ana Paula Teixeira de Almeida Vieira; Figueiras, Joana; Bastos, Joaquim
Fonte: Sociedade Portuguesa de Saúde Mental e Psiquiatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Saúde Mental e Psiquiatria
Tipo: Outros
Publicado em 13/11/2014 POR
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Objectivos - Na literatura, são escassos os estudos na área do autoconceito em crianças que integrem variações culturais. Este estudo teve por objectivo avaliar o autoconceito numa amostra de conveniência de crianças de grupos minoritários, predominantemente de etnia cigana/baixo estatuto socioeconómico, a frequentarem o primeiro ciclo do ensino básico. Metodologia Foi utilizada a Escala de Autoconceito/AutoEstima (Susan Harter, 1985) adaptada para a população portuguesa. Os participantes são 26 crianças, 12 do sexo feminino e 14 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 5 e os 11 anos (m=8.50, dp=1.53). Resultados - O principal achado deste estudo diz respeito aos níveis médios e elevados de autoconceito dos participantes, nos vários domínios considerados. Outro achado diferenciador neste estudo é a existência de níveis mais elevados de autoestima e autoconceito (em todos os domínios) nas crianças do sexo feminino versus as crianças do sexo masculino. Discussão/Conclusões - Estes achados podem significar que os contextos sociais de vulnerabilidade económica ou a pertença a grupos minoritários não parecem ter um impacto negativo imediatamente evidente no nível global do autoconceito e autoestima nas crianças participantes neste estudo. Estes dados podem indiciar que existem aspectos promotores de elevados níveis de autoconceito em grupos minoritários com um forte sentido de identidade étnico cultural. As abordagens de promoção do autoconceito e autoestima em crianças de grupos minoritários devem integrar as especificidades culturais do grupo de pertença...

Autoconceito e capacidades fisicas de idosos depessivos e não depressivos participantes de um programa de atividade fisica de longa duração; Selfconcept and physical capabilities of elderly depressed and non-depressed participants in a program of physical activity of long duration

Vanessa Helena Santana Dalla Dea
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/05/2009 PT
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Com o aumento da população idosa, o estudo de atividades que buscam proporcionar bem estar físico e psicológico é fundamental. Este trabalho teve como objetivo analisar as alterações e correlações entre autoconceito e capacidades físicas de idosos, com a prática da atividade física durante um ano. Participaram do estudo 130 sujeitos com idade de 60 a 88 anos (média 65,59 e +- 8,26), sendo 32,58% com diagnóstico médico de depressão, confirmado pela Escala de Depressão de Idosos (FIATORE e NELSON, 1996) por meio de Regressão Logística. Para a avaliação do Autoconceito foi utilizada a Escala Fatorial de Autoconceito (TAMAYO, 1981), e foram também realizadas avaliações referentes à força muscular, flexibilidade corporal, equilíbrio estático e dinâmico e resistência aeróbia. As medidas foram realizadas em quatro momentos; antes da intervenção, em intervalos de aproximadamente quatro meses e ao final de um ano. Para a análise dos dados foram utilizadas as seguintes análises estatísticas: Análise de Variância com nível de significância <0,05, Teste de Tukey e a Correlação de Pearson. Os resultados mostram que não houve alterações significativas das capacidades físicas. A ANOVA mostra melhoras significativas no autoconceito geral dos idosos...