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Auto-percepções no Domínio Físico, Auto-Estima e Bem-Estar Subjectivo em Populações Activas e Sedentárias : Estudo Exploratório em Jovens Adultos dos 20 aos 30 Anos

Romano, Luís Miguel Ferreira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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Objectivo do estudo: avaliar as Auto-percepções no domínio físico, Auto-estima e o Bem-estar Subjectivo em indivíduos de ambos os sexos, praticantes e não praticantes de actividade física. Metodologia: O presente estudo baseou-se numa amostra de 117 indivíduos do género masculino e 83 do género feminino, com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos, sendo a média de idades 24,16  3,419 anos. Destes 200 indivíduos que constituem a amostra, 115 eram praticantes de actividade física e 85 eram sedentários. Os instrumentos de medida utilizados foram: a Escala de Auto-Estima de Rosenberg – Rosenberg Self-Esteem Scale, 1965 – a adaptação efectuada por José Pedro Ferreira (2001); o Perfil de Auto-percepção Física – Physical Self-Perception Profile, PSPP de Fox e Corbin (1990) – traduzido e adaptado por Fonseca, A., Fox, K. R. e Almeida, M.J. (1995) e validada por Fonseca e Fox (2002), Ferreira e Fox (2002, 2003, 2004 e 2007); o Questionário de avaliação do bem-estar subjectivo, traduzido e adaptado por Ferreira, J.P. (2005), sendo estes complementados por uma ficha de caracterização individual. No que diz respeito ao tratamento estatístico, utilizámos na estatística descritiva a média, o desvio padrão e a distribuição de frequências e na estatística inferencial...

Auto-Percepções Físicas (Pspp), Auto-Estima (Eae), Ansiedade Físico-Social (Eafs) e Imagem Corporal Global (Qic) dos Instrutores de Fitness: Diferença entre Géneros

Santos, Pedro André Ferreira dos
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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O presente estudo, inserido no âmbito do seminário teve como objectivo avaliar as “Auto-percepções físicas (PSPP), Auto-estima (EAE), Ansiedade físico-social (EAFS) e Imagem Corporal global (QIC) dos Instrutores de Fitness (diferença entre géneros). O estudo baseou-se numa amostra de 487 indivíduos, com idades compreendidas entre os 19 e os 54 anos (M=27,67) para o sexo feminino e, entre 20 e os 61 (M=29,07) anos para o sexo masculino. A amostra é composta por 165 indivíduos do sexo masculino e 321 do sexo feminino, todos eles instrutores de fitness. Com o intuito de avaliar as Auto-percepções no domínio físico recorremos à aplicação da versão portuguesa da Escala da Auto-estima de Rosenberg – Rosenberg Self Esteem Scale (1965), adaptação efectuada por José Pedro Ferreira (2001), Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra; à versão portuguesa do Perfil de Auto-percepções Física – Physical Self-Perception Profile, PSPP de Fox e Corbin (1989) – traduzido e adaptado por António Fonseca (FCDEF-UC), Kenneth R. Fox e Maria João Almeida (School of Education da Universidade de Exeter – 1995) e validada por Fonseca e Fox (2002), Ferreira e Fox (2002a, 2003 e 2004); à Escala de Ansiedade Físico-Social – EAFS...

Satisfação corporal, auto-estima, autopercepção física e imagem dos instrutores de fitness

Carvalho, Ana Margarida de Almeida
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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A imagem corporal e todas as preocupações que a envolvem tornaram-se no cerne da vida contemporânea, compreendendo assim que essas preocupações não sejam um processo individual mas sim colectivo dos tempos de hoje (Grande, 1997, citado por Pereira, 1999). O objectivo deste estudo assume como papel fundamental a imagem corporal dos instrutores de fitness, especificamente a satisfação corporal, auto-estima e autopercepção física, assim como a importância que estes atribuem a essa mesma imagem quando dão as suas aulas. A amostra deste estudo é constituída por 50 instrutores de fitness de várias modalidades, em que 25 são do sexo feminino e os outros 25 do sexo masculino. A média de idades é de 26,64 anos. Foram consideradas como variáveis dependentes a satisfação corporal, auto-estima e autopercepção física, e como varáveis independentes o sexo, anos de serviço e modalidade praticada. De forma a podermos abordar estes assuntos foi reunida uma bateria de questionários constituída pelos questionários de natureza biossocial (onde constavam, também, duas questões relacionadas com as estratégias utilizadas de forma a ultrapassar o cansaço e mau-humor e os aspectos de preocupação com a imagem durante as aulas de fitness)...

Auto-conceito / auto-estima e vinculação nas relações de namoro em estudantes do ensino secundário

Custódio, Susana Margarida Rodrigues; Domingues, Carla; Vicente, Lindsay; Silva, Marta; Dias, Mónica; Coelho, Sara
Fonte: Instituto Politécnico de Leiria Publicador: Instituto Politécnico de Leiria
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /02/2010 POR
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Comunicação apresentada no VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia realizado na Universidade do Minho em Fev. 2010.; As relações de namoro, enquanto relações de vinculação, assumem uma importância fulcral no processo de desenvolvimento, com implicações no auto-conceito e na auto-estima. Este estudo visa avaliar o auto-conceito e auto-estima dos adolescentes, bem como a sua relação amorosa numa perspectiva de vinculação. Pretendemos igualmente analisar a relação entre estas variáveis e dados de caracterização sócio-demográfica e da relação de namoro. A amostra é constituída por 149 estudantes do 10.º, 11.º e 12.º anos. Recorreu-se à Escala de Auto-Conceito e Auto-Estima (Peixoto & Almeida, 1999) para a avaliação do auto-conceito e da auto-estima. Para estudar as representações da vinculação de adolescentes ao par romântico utilizou-se o Questionário de Vinculação Amorosa (QVA) (Matos & Costa, 2001). Os dados obtidos permitiram constatar a existência de diferenças em dimensões específicas do auto-conceito em função do sexo dos estudantes. Verificaram-se associações significativas entre aspectos específicos do auto-conceito e a vinculação ao par romântico.

Bullying : auto-estima e diferenças de gênero

Bandeira, Cláudia de Moraes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O presente estudo teve por objetivo pesquisar a ocorrência de bullying em adolescentes de três escolas, públicas e privadas, da cidade de Porto Alegre, RS. Investigou os tipos mais utilizados de bullying e a freqüência com que ocorrem. Objetivou, também, verificar se existe diferença na auto-estima de adolescentes envolvidos no bullying, enquanto vítimas, agressores, vítimas/agressores e testemunhas, por sexo. A amostra foi composta por 465 adolescentes, de ambos os sexos, estudantes de quartas a oitavas séries do ensino fundamental. Dentre estas crianças, 52,7% pertenciam ao sexo masculino e a idade dos participantes variou entre nove e dezoito anos (M= 13,4 anos; dp = 1,47). Os instrumentos utilizados foram um questionário sobre bullying, com 15 questões de múltipla escolha e a Escala de Auto-Estima de Rosenberg. Os dados foram coletados de forma coletiva nas escolas, após autorização das mesmas e consentimento dos adolescentes e pais. Os resultados mostraram que 67,5% foram vítimas, 54,7% foram agressores, 43,6% foram vítimas/agressores e 83,9% foram testemunhas de bullying. Uma ANOVA apontou uma interação entre sexo e papéis de bullying em relação à auto-estima. Testes Post Hoc demonstraram que meninos no grupo de vítimas/agressores apresentaram média superior de auto-estima em relação às meninas. Verificou-se que meninos no grupo de testemunhas apresentaram maior média de auto-estima que no grupo das vítimas. Verificou-se que as meninas no grupo de agressoras apresentaram média mais alta que o grupo das vítimas/agressoras. Concluiu-se que o bullying é um fenômeno de ocorrência muito comum e que apresenta diferentes implicações na auto-estima das meninas e dos meninos envolvidos em diferentes papéis. Novos estudos para esclarecer algumas dessas questões são propostos.; This study examined the occurrence of bullying in adolescents registered in elementary schools of the city of Porto Alegre...

Saúde na adolescência : satisfação com a imagem corporal e a auto-estima

Anastácio, Zélia; Carvalho, Graça Simões de
Fonte: LIDEL - Edições Técnicas Publicador: LIDEL - Edições Técnicas
Tipo: Parte de Livro
Publicado em /09/2006 POR
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O actual conceito de Saúde considera a imagem corporal e a auto-estima positivas, aspectos fundamentais para que os indivíduos desenvolvam competências de acção na procura do seu bem-estar e do dos outros. A imagem corporal positiva pode ser entendida como significando atracção física, um certo somatotipo, musculatura, magreza, entre outras características. Para os adolescentes, o somatotipo e o peso parecem ser os aspectos mais importantes e subjacente estará a influência do sexo, idade, desenvolvimento pubertário e valores sociais que são transmitidos na família, pelos colegas e pela sociedade. A auto-estima é aceite como um indicador do bem-estar mental e um mediador do comportamento humano. Este trabalho teve como objectivo conhecer o grau de satisfação com a imagem corporal e a auto-estima de adolescentes que frequentavam desde o 7º ao 12º anos de escolaridade e relacioná-los com factores contextuais. A amostra em que o estudo incidiu era constituída por 408 adolescentes, sendo 225 do sexo feminino e 183 do sexo masculino, com média de idades de 15,57 (± 1,84) anos. Para avaliação da satisfação com a imagem corporal utilizou-se o Body Image Satisfaction Questionaire – Raust-von Wright (1989) e para avaliação da auto-estima global utilizou-se a “Self-Esteem Scale” (RSE...

Objectivos motivacionais e rendimento escolar relação com a auto-estima, o auto-conceito académico e a qualidade da relação familiar em alunos do 12º ano de escolaridade

Saleiro, Florinda Maria Domingues Água-Morna
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2004 POR
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Dissertação de Mestrado em Psicologia Educacional; A motivação, a auto-estima, o auto-conceito e a qualidade da relação familiar são temáticas que têm merecido interesse substancial por parte dos teóricos da psicologia educacional, bem como, por parte de professores e pais dos alunos. Este interesse reside no facto de serem variáveis que, de algum modo, têm influência no rendimento escolar dos alunos. Com este estudo pretendemos perceber qual o tipo de influência que a motivação tem na aprendizagem dos alunos que frequentam o 12° ano de escolaridade. Pretendemos também perceber quais as relações que se estabelecem entre a motivação, a auto-estima, o auto-conceito, a percepção da relação com a família com o sucesso escolar. Os 185 participantes deste estudo frequentam o 12° ano de escolaridade e provêm de seis escolas secundárias do Baixo Alentejo, com idades compreendidas entre os 17 e os 22 anos. Para a avaliação das variáveis em estudo, foram aplicadas três escalas: a "Escala da motivação de Skaalvik", a "Escala do auto-conceito e auto-estima" e a "Escala da percepção da relação com a família". As variáveis de caracterização foram recolhidas através da folha de rosto do conjunto dos instrumentos. Foi também elaborado um modelo hipotético das relações entre as variáveis...

A auto-estima e o não-verbal dos pacientes com queimaduras

Silva,Milena Froes da; Silva,Maria Júlia Paes da
Fonte: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem Publicador: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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Esta pesquisa teve como objetivos identificar o grau de auto-estima dos pacientes do Ambulatório de Seqüelas de Queimaduras do HC-FMUSP e identificar os sinais não-verbais emitidos pelos pacientes, quando questionados sobre sua auto-estima. Realizado com 80 pacientes (54 mulheres e 26 homens) atendidos na unidade durante o mês de fevereiro de 2002, o projeto foi aprovado pelas Comissões de Ética em Pesquisa da EEUSP e do HC-FMUSP e as entrevistas individuais com os pacientes baseadas em uma escala para avaliação de auto-estima validada no Brasil e na classificação de sinais não-verbais proposta por Silva. Dentre os resultados, verificamos que 18,75% pacientes apresentam baixa auto-estima, 32,50% média auto-estima e 48,75% pacientes alta auto-estima. O complemento foi a função dos sinais não-verbais mais freqüente entre os pacientes.

Auto-estima pessoal e coletiva em mães e não-mães

Souza,Daniela Borges Lima de; Ferreira,Maria Cristina
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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O estudo investigou as implicações da condição de maternidade e de não-maternidade para a construção da auto-estima pessoal e coletiva das mulheres, mediante o teste das hipóteses de que os índices de auto-estima pessoal e de auto-estima coletiva obtidos por mulheres mães seriam significativamente maiores do que os índices obtidos por mulheres não-mães. A amostra foi composta por 310 mulheres, com idades variando entre 30 e 69 anos, distribuídas em um grupo de mães e um outro de não-mães, as quais foram solicitadas a responder às versões brasileiras da Escala de Auto-Estima de Rosenberg e da Escala de Auto-Estima Coletiva. A análise dos resultados revelou que as duas hipóteses do estudo foram corroboradas. Concluiu-se que as concepções e representações tradicionais acerca da maternidade ainda desempenham um importante papel na configuração da identidade feminina.

A relação entre auto-estima, auto imagem e qualidade de vida em idosos participantes de uma oficina de inclusão digital

Fraquelli, Ângela Aita
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Introdução: A educação permanente de idosos ativos e integrados na sociedade – sob o ponto de vista dos níveis de auto-estima, auto-imagem e qualidade de vida, pode contribuir para que o indivíduo alcance uma velhice bem-sucedida. Objetivos: O presente estudo teve como objetivo avaliar os níveis de auto-estima, auto-imagem e qualidade de vida em um grupo de idosos participantes das oficinas de inclusão digital do Projeto Potencialidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Além disso, relacionou os escores obtidos por meio do Questionário de Auto-Estima e Auto-Imagem, e dos instrumentos WHOQOL-BREF e WHOQOL-OLD com variáveis sócio-demográficas. Ainda, propôs-se a verificar a associação da auto-imagem e auto-estima com a qualidade de vida na amostra estudada. Métodos: O estudo realizado teve delineamento transversal, descritivo-analítico, com a participação total de 50 idosos, com idades entre 60 e 87 anos. A coleta de dados foi realizada nas oficinas de inclusão digital da PUCRS, e o processo de amostragem foi o de conveniência. Todos os participantes preencheram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e, a partir daí, foram convidados a responder a respeito de informações sócio-demográficas...

Relacionamento primário com a figura materna e auto-estima em mulheres com transtornos alimentares

Sopezki, Daniela da Silva
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Nesse artigo dois fatores de risco para os transtornos alimentares são analisados, bem como sua inter-relação contribuinte no desenvolvimento e manutenção da anorexia nervosa e da bulimia nervosa, em mulheres: a relação mãe-filha e a auto-estima. Entre as necessidades humanas está a de estima, ou seja, a necessidade de auto-estima e estima por parte dos outros. As mães tendem a vivenciar suas filhas mulheres como menos separadas delas, devido a componentes narcisistas que prevalecem nesta dupla como identificação e simbiose. No caso das mulheres com transtorno alimentar algo se inverteu no processo de interação entre mãe-filha prejudicando o vínculo entre elas. A formação da adequada auto-estima depende profundamente do olhar amoroso de apreciação por uma pessoa significativa, a mãe, porque nunca é com seus próprios olhos que a criança se vê, mas sempre com os olhos do outro. O ver-se numa identificação com esse olhar dirigido para si constitui o narcisismo, a sua própria auto-estima e dependendo do tipo de apego existente entre essa dupla, a auto-estima da filha terá nuances diferenciadas.A pesquisa teve como foco a dificuldade na relação primária entre mãe-filha e auto-estima em mulheres com transtornos alimentares. A amostra se constituiu de 51 participantes distribuídas em três grupos: anorexia nervosa (Gr1)...

A interacção familiar e a auto-estima.

Preto, Ana Paula Paciana Nepomuceno Drumond Borges Rolão
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Esta dissertação pretende contribuir para uma melhor interligação entre a Família e a Escola, através de uma melhor compreensão do contexto das interacções familiares na formação da auto-estima da criança, factor determinante do êxito escolar e das relações sociais. O estudo tem como objectivos: 1) Aferir o nível de auto-estima de um grupo de crianças; 2) Definir os tipos de família e os estilos educativos dos pais; 3) Averiguar em que medida os níveis de competências e de aceitação das crianças se relacionam com o tipo de família e os estilos educativos dos pais. Neste quadro de relação pais/filhos procurou-se verificar a existência de uma relação de causalidade entre a prática educativa dos pais e os níveis de auto-estima das crianças. Adoptou-se uma metodologia de investigação de cariz essencialmente qualitativo que incidiu sobre um estudo de caso. As técnicas de recolha de dados foram a análise documental, a escala pictográfica de Susan Harter e Robin Pike, o questionário aos pais e a entrevista a uma psicóloga. Os dados foram tratados através da articulação das respostas das crianças à escala, com as respostas dos pais ao questionário e com os dados resultantes da entrevista. A investigação permitiu concluir que: a) Os níveis médios de auto-estima do grupo de crianças estudado é elevado...

O sentido interno de coerência e a auto-estima numa população de surdos

Moreira, Igor Zara Ferreira Alves de Castro
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Na sociedade actual dominada pelos media o indivíduo Surdo enfrenta desafios crescentes muitas vezes vividos como acontecimentos stressantes com implicações na sua Auto-Estima. A sua Surdez não lhe permite apreender a informação da mesma forma que o ouvinte, resultando numa diferente forma de observar a sociedade e de interagir com esta. Neste sentido, é que nesta dissertação se estudam as implicações do Sentido Interno de Coerência (relacionado com a resiliência à adversidade) e da Auto-Estima em Surdos. Com este objectivo aplicou-se um questionário de dados sociodemográficos, o Questionário de Orientação para Viver (Antonovsky, 1987; versão Portuguesa, Nunes, 1999) e a Escala de Auto-Estima (Rosenberg, 1965; versão Portuguesa, Simões e Lima, 1992). A amostra compreende 102 Surdos, que frequentam o Centro de Integração Profissional da Associação de Surdos do Porto, com uma média de idades de 27 anos. Os resultados sugerem que os Surdos da amostra possuem valores de Sentido Interno de Coerência e de Auto-Estima ligeiramente acima da média das escalas. Observando-se uma correlação significativa entre o Sentido Interno de Coerência e a Auto-Estima, onde à medida que aumenta o Sentido Interno de Coerência aumenta igualmente a Auto-Estima dos Surdos. Relativamente à relação entre o Sentido Interno de Coerência e as variáveis sociodemográficas...

Consumo de substâncias psicoactivas na adolescência: que efeitos na auto-estima e ideação suicida

Carvalho, Rita Susana Rodrigues Tavares Mendes de
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 POR
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Dissertação de mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário; O presente estudo tem por objectivo averiguar se o consumo de substâncias psicoactivas potenciam uma baixa auto-estima e o aumento do risco de suicídio. Devido à dificuldade, por razões óbvias, de medir esta última variável, recorreu-se ao constructo da ideação suicida, como factor preditor do risco de suicido. Através de uma investigação observacional analítico-tranversal, procurou-se perceber de que forma estas variáveis se influenciam mutuamente, confirmando ou refutando alguns trabalhos já realizados. Para tal utilizou-se uma amostra não clínica e não probabilística, constituída por 91 adolescentes com idades compreendidas entre os 14 e os 19 anos, pertencentes a uma escola profissional da cidade de Lisboa. Foram aplicados os seguintes instrumentos: o Inquérito Europeu Sobre o Consumo de Álcool e Outras Drogas em Meio Escolar (Chitas, 2006) uma adaptação do projecto ESPAD – Europeen School Survey Project on Alcohool and Other Dugs (Pompidou Group, 2003) (este submetido a pré-teste), a Escala de Auto-estima de Rosenberg (Shahani, Dipboye & Philips, 1990) e o Questionário de Ideação Suicida (Q.I.S.) (Ferreira & Castela, 1999). Foi usado um nível de significância de 95%...

A Vinculação e a Auto-Estima em Jovens Não-Institucionalizados Vs. Institucionalizados

Balhau, Joana Rita Costa
Fonte: ISMT Publicador: ISMT
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Introdução: Uma relação de vinculação segura implica a presença de um modelo representacional das figuras de vinculação como “disponíveis” e capazes de proporcionar protecção e que a qualidade dos cuidados parentais precoce é fundamental a determinar a saúde mental dos indivíduos. Se esta relação assume um enorme relevância para a saúde mental de qualquer ser humano, a institucionalização de crianças/jovens, envolvendo ameaças em termos da disponibilidade das figuras de vinculação constitui uma condição propícia para atrasos de desenvolvimento e aumento da probabilidade do desenvolvimento de sintomatologia psicopatológica. Os objectivos deste estudo passam, então, por analisar as diferenças na vinculação, mas também na auto-estima, de jovens institucionalizados vs nãoinstitucionalizados. Metodologia: A nossa amostra é constituída por 223 jovens nãoinstitucionalizados de duas escolas do Concelho de Coimbra (média de idades M=15.3; desvio-padrão, DP=1.97) e 47 jovens institucionalizados (M=15.5 DP=1.93). Tanto os jovens institucionalizados como não-institucionalizados preencheram um questionário com questões sóciodemográficas, relacionais, escolares, de saúde e bem-estar (com pequenas particularidades em algumas variáveis conforme a sub-amostra)...

Atua????o do professor: a busca da auto-estima

Ramos, Christiane Rita de Mello; Ara??jo, Cl??udia Rosa de; Storti, Elizabeth Figueiredo Cavalcante
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
PT_BR
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Por meio da viv??ncia na escola, percebemos que o professor n??o ?? apenas aquele que transmite o conhecimento, mas, sobretudo, aquele que subsidia o aluno no processo de constru????o do saber. ?? importante que o professor trabalhe valores, fazendo seu aluno perceber o outro, perceber quem est?? a seu redor, formando crian??as que saibam a import??ncia de respeitar, ouvir, ajudar e amar o pr??ximo. Cabe ao professor, tamb??m, observar a si pr??prio (autoconhecimento). Este trabalho objetivou colher informa????es pertinentes sobre a auto-estima do professor, no intuito de oferecer subs??dios aos profissionais da educa????o, de modo a contribuir para a eleva????o da auto-estima. A pesquisa teve uma abordagem bibliogr??fica de cunho qualitativo, onde o instrumento de coleta de dados foi um roteiro de an??lise documental, buscando-se informa????es, em te??ricos, de situa????es que podem ser utilizadas para a eleva????o da auto-estima do professor. Os principais resultados da pesquisa foram: a necessidade de conhecer a si pr??prio como meio de valorizar as qualidades e aprender com os erros; a import??ncia de buscar mudan??as no que se refere ao que incomoda ou considera errado; para que seja mais f??cil aceitar-se a si pr??prio; e que todos os aspectos sociais...

Auto-estima e auto-imagem em idosos praticantes de musculação

Cunha, Renan Mateus da
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
PT_BR
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Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de bacharel no curso de Educação Física da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.; Cada vez mais aumenta não só no Brasil, mas no mundo todo a quantidade de idosos, e o envelhecimento traz consigo alterações biológicas, psicológicas e sociais, assim sendo, sabe-se da importância do exercício físico para a saúde da população idosa em vários aspectos. Os principais benefícios do exercício físico para o idoso são o aumento da força e massa muscular, aumento da densidade óssea, prevenção e tratamento de doenças típicas da terceira idade, promoção da socialização, aumento da auto-estima, auto imagem e diminuição do estresse. Assim este trabalho teve como tema a Auto-estima e auto-imagem em idosos praticantes de musculação, pesquisando como estes dois indicativos se apresentam em idosos praticantes desta modalidade nas academias de Sombrio-SC e nossos objetivos específicos são: os motivos de adesão dos idosos à pratica de musculação e a relação entre o tempo que praticam musculação e seus níveis de auto-estima. Utilizamos como intrumento de pesquisa o questionário de auto-estima e auto-imagem de Steglich (1978, apud MAZO; CARDOSO e AGUIAR...

RELAÇÃO ENTRE A AUTO-ESTIMA, O NÍVEL TÉCNICO, O TEMPO DE PRÁTICA E O RESULTADO DA COMPETIÇÃO DE ATLETAS DE VOLEIBOL FEMININO

Okasaki, Fabio Heitor Alves; DEF; Keller, Birgit; DEF; Coelho, Ricardo Weigert; DEF / UFPR
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2005 POR
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A preparação psicológica tem grande importância na performance do atleta e deve fazer parte do treinamento. A auto-estima é um dos fatores que pode influenciar a performance dos atletas. Este estudo tem como objetivo verificar a relação da auto-estima com o nível técnico, o tempo de prática e o resultado da competição de atletas de voleibol feminino da categoria mirim. A amostra foi constituída de 48 atletas, do sexo feminino, com idade de 11 à 13 anos, participantes da X International Cup – 2003. Para coleta de dados foram utilizados: um teste diagnóstico, aplicado aos técnicos para analisara as atletas quanto ao nível técnico e auto-estima; e um inventário, aplicada às atletas para analisar a auto-estima. Para análise dos dados foi feita a correlação de Sperman Rho, fixando um nível de significância para alfa em 0,05. Para o tratamento dos dados foi utilizado o programa Statistica 5.5. Verificou-se que a auto-estima apresentou, embora em valores baixos, uma correlação com o resultado da competição, o nível técnico e a auto-estima percebida pelo técnico, com uma diferença estatística significativa. Em relação ao tempo de prática não apresentou diferença significativa. Conclui-se neste estudo que a auto-estima pode ser um dos fatores que influencia no resultado da competição e no nível técnico das atletas. Sugere-se outros estudos sobre o tema...

Auto-estima e comportamentos de saúde e de risco no adolescente: efeitos diferenciais em alunos do 7º ao 10º ano

Antunes,C.; Sousa,M.C.; Carvalho,A.; Costa,M.; Raimundo,F.; Lemos,E.; Cardoso,F.; Gomes,F.; Alhais,D.; Rocha,A.; Andrade,A.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Publicador: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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A auto-estima tem sido estudada pela sua importância para o ajustamento psicológico e social e para o desenvolvimento saudável durante a adolescência. Os objectivos deste estudo foram: (a) observar as diferenças de género na auto-estima dos 12 aos 16 anos; (b) observar os efeitos de comportamentos menos saudáveis, como o hábito de fumar e beber na auto-estima e (c) observar o efeito das percepções de saúde em geral e das dificuldades de aprendizagem na auto-estima. Os participantes foram 645 estudantes frequentando do 7º ao 10º ano numa escola secundária de uma cidade do Nordeste de Portugal. Os resultados revelaram que as raparigas apresentam mais baixa auto-estima do que os rapazes mas só a partir dos 14 anos, idade em que os valores médios da auto-estima sofrem uma quebra significativa. Não foram encontradas diferenças de auto-estima devidas ao consumo de tabaco ou álcool. Os participantes do 10º ano que afirmaram ter problemas de saúde mostraram mais baixa auto-estima e, em todos os anos de escolaridade, aqueles que revelaram ter dificuldades de aprendizagem, apresentaram mais baixa auto-estima.

Adaptação para uma população de estudantes universitários portugueses da escala de auto-estima de estado de Heatherton e Polivy

Ramos,Miguel
Fonte: Associação Portuguesa de Psicologia (APP); Edições Colibri Publicador: Associação Portuguesa de Psicologia (APP); Edições Colibri
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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A auto-estima é um importante conceito usado em diversas áreas da psicologia. Os estudos em português têm usado traduções de escalas de auto-estima geral (ex., a escala de auto-estima de Rosenberg, 1979), mas têm negligenciado importantes aspectos deste constructo como a auto-estima de estado. A auto-estima de estado é fundamental para estudos que apresentem manipulações dado que mede alterações momentâneas da auto-estima. Para colmatar esta lacuna, no presente trabalho procedeu-se a uma adaptação para português da escala multidimensional de auto-estima de estado de Heatherton e Polivy (1991). Os resultados mostraram uma medida fidedigna e com a estrutura factorial consistente com a da escala original, distinguindo os componentes de auto-estima de performance, social, e aparência física. A discussão centra-se sobre as vantagens do uso de uma escala de auto-estima de estado.