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Desenvolvimento de instrumentação e procedimentos automáticos para determinação de arsênio e fluoreto em águas empregando multicomutação em fluxo e detecção fotométrica; Development of instrumentation and automatic procedures for the determination of arsenic and fluoride in waters by using flow multicommutaion and photometric detection

Teixeira, Marcelo Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/05/2010 PT
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37.5%
Neste trabalho, é proposto o desenvolvimento de instrumentação e procedimentos analíticos automáticos para a determinação de fluoreto e arsênio em águas empregando o conceito de multicomutação em fluxo e detecção fotométrica. Na determinação de fluoreto, o controle dos dispositivos foi realizado empregando um computador, programado em QuickBasic 4.5. O fotômetro desenvolvido utilizava um fotodetector (OPT301), uma cela de fluxo com 60 mm de caminho óptico e um LED ('lambda' = 525 nm), usado como fonte de radiação. Os sinais gerados pelo fotômetro foram convertidos para digital empregando um multímetro digital, que os transferia para o computador através da interface serial RS-232. O procedimento para a determinação de fluoreto foi baseado no método de zircônio/ vermelho de alizarina S, onde o fluoreto retira o zircônio da estrutura metal ligante formando um complexo incolor. Após a seleção das variáveis de controle, o procedimento proposto apresentou resposta linear na faixa de 0,25 a 1,75 mg L-1 (LD = 0,06 mg L-1), desvio relativo menor que 3,5%, freqüência de amostragem de 45 h-1. No sistema para determinação de arsênio em águas, o controle do módulo de análise foi realizado utilizando um microcontrolador da série PIC 18F2553...

Avaliação da espectrometria de absorção atômica com atomização eletrotérmica em filamento de tungstênio para determinação de arsênio em águas; Evaluation of eletrothermal atomic absorption spectrometry with tungsten coil for the direct determination of arsenic in waters

Antonio, Rosana Fernandes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/09/2008 PT
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37.44%
A determinação direta de arsênio total em águas por espectrometria de absorção atômica com filamentos de tungstênio (150 W) modificados quimicamente com irídio ou ródio, representa uma alternativa para a atomização eletrotérmica de arsênio, que foi avaliada na presente dissertação. A utilização do revestimento com Ir como modificador químico proporcionou um aumento da massa característica de arsênio de 3,5 vezes. As medidas foram feitas com altura de observação selecionada para proporcionar a melhor razão sinal/ruído sem diminuir a sensibilidade do sinal analítico. Avaliaram-se dois programas de aquecimento: com temperatura de secagem constante (com diminuição gradativa da tensão aplicada) e com temperatura de secagem variável (com tensão aplicada de maneira constante). Não houve diferença na sensibilidade entre os dois programas estudados, indicando que a modificação química leva à formação de um precursor atômico com estabilidade térmica elevada. De fato, utilizando-se a modificação química permanente com 1000 müg Ir, e adotando-se programa de aquecimento com temperatura de secagem variável, a temperatura máxima de pirólise foi de aproximadamente 1700 °C ( temperatura de atomização de 2700 °C). Avaliou-se o comportamento eletrotérmico do As na presença dos concomitantes Na...

Estabilidade de espécies de arsênio em amostras biológicas acoplando cromatografia líquida ou eletroforese capilar com detectores atômicos; Stability of arsenic species in biological samples by coupling liquid chromatography or capillary electrophoresis with atomic detectors

Suarez, Carlos Alfredo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/05/2010 PT
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37.61%
Neste projeto foram abordados procedimentos analíticos para extração, separação e identificação de espécies de arsênio encontradas normalmente em quantidades de traços e ultra-traços em amostras biológicas e ambientais. Entre as amostras alvo deste estudo, teve-se alimentos de origem marinha como por exemplo camarão. Foi avaliada a estabilidade das espécies de arsênio nas soluções geradas pelos processos de extração. Para separação das espécies inorgânicas (arsenito e arsenato), metiladas (ácidos mono e dimetil arsênio) e orgânicas (arsenobetaina) empregaram-se as técnicas eletroforese capilar (CE) e cromatografia líquida (LC). Os sistemas de separação para a determinação das espécies de arsênio foram acoplados com os espectrômetros massas (ICP-MS), e de fluorescência atômica (AFS). Os sistemas acoplados apresentaram resolução e sensibilidade na determinação das espécies de arsênio nas amostras estudadas neste trabalho. A extração com água de espécies de As utilizando-se banho de ultra-som apresentou eficiência acima de 78%. A estabilidade das espécies nas soluções padrão e nos extratos das amostras foi mantida por um período de até uma semana quando armazenadas em geladeira (+4°C). Visando uma política de química limpa...

Desenvolvimento de métodos rápidos de preparo de amostras para especiação química de arsênio em alimentos por LC-ICP-MS e avaliação das concentrações e do metabolismo em arroz; Development of rapid methods for sample preparation and chemical speciation of arsenic in foods by LC-ICP-MS and evaluation of metabolism and concentration in rice

Batista, Bruno Lemos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2012 PT
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37.44%
O arsênio é um dos mais tóxicos elementos químicos e reconhecidamente carcinogênico. Ele pode ser encontrado em alimentos basicamente em 5 formas: arsenobetaína (AsB), dimetil-arsênio (DMA), monometil-arsênio (MMA), arsenato (As5+) e arsenito (As3+), sendo estas duas últimas (As-i) as mais tóxicas. Assim, é de suma importância a utilização da especiação química de As para avaliação dos reais riscos associados à ingestão de alimentos contaminados. Neste sentido, o presente trabalho teve como objetivos o desenvolvimento de um método para separação das espécies de As por LC e detecção por ICP-MS; extrações quantitativas das espécies de As de tecidos animais e em grãos de arroz; aplicação dos métodos em amostras de alimentos consumidos no Brasil; e estudo do metabolismo do As em diferentes cultivares de arroz. O método desenvolvido para a extração das espécies de As em tecidos animais (ovo, músculos de ave, peixe e boi, etc.) utilizou apenas metanol (10%v/v) e ácido nítrico (2%v/v) como extratores e 2 minutos de sonicação, mostrando recuperação quantitativa do analito (>88%, n=3) pela análise dos materiais de referência (CE278, DOLT-3, DORM-3 e SRM NIST 1577). No entanto, para a análise de arroz...

Desenvolvimento de metodologias analíticas para a especiação química de arsênio e determinação de elementos traço em arroz

Fraga, Marcus Vinícius Barcellos de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.5%
Neste estudo foi desenvolvida metodologia analítica para análise de especiação química de arsênio, fazendo-se pré-concentração de espécies do elemento mediante aprisionamento criogênico e determinação por espectrometria de absorção atômica associada à geração de hidretos (HG-CT-AAS). As espécies determinadas foram arsênio inorgânico (iAs), ácido monometilarsênio (MMA) e ácido dimetilarsênio (DMA), cujos limites de detecção foram 0,15; 0,2 e 0,5 μg L-1, respectivamente. A metodologia desenvolvida foi aplicada para análise de especiação química de arsênio em arroz integral, onde foram detectados iAs e DMA, cujas concentrações encontradas foram 70,8 ±0,3 ng g-1 e 54,9 ± 9,2 ng g-1, respectivamente. A determinação das espécies inorgânicas de arsênio foi realizada por HG-AAS, sendo as espécies As(III) e As(V) quantificadas no arroz, cujas concentrações de As(III) e As(V) encontradas foram 44,5 ± 0,5 ng g -1 e 26,3 ± 0,3 ng g-1, respectivamente. Além disso, foram determinados elementos traço em diferentes tipos de arroz, incluindo As, Pb e Cd que são controlados em alimentos pela legislação brasileira. Foram analisadas amostras de diferentes cultivares (agulhinha, branco e cateto), de diferentes processamentos (polido...

Geoquimica e impacto ambiental do arsenio no Vale do Ribeira (SP-PR)

Robson Henrique Pinto da Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/11/1997 PT
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O Vale do Ribeira, dentro da Faixa de Dobramentos Apiai, comporta depósitos de chumbo e zinco, dos tipos Panelas e Perau, cuja atividade de mineração, durante anos, gerou a contaminação dos sedimentos ativos do rio Ribeira de Iguape que drena a região por arsênio. O objetivo deste trabalho foi entender melhor o comportamento geoquímico do arsênio na gênese e alteração dos minérios de chumbo e zinco do Vale do Ribeira, assim como em sedimentos e águas superficiais sob influência desses minérios. Para isto, com o intuito de reconhecer as fases de arsênio presentes nos minérios, foram utilizados métodos petrográficos óticos e análises qualitativa/quantitativa por microssonda/microscopia eletrônica, além de difração de raios-x. O estudo do impacto ambiental do arsênio foi realizado através de análises químicas por espectrometria de absorção atômica em sedimentos de corrente, coluna de sedimentos e águas superficiais, além de rejeitos de mineração. Os resultados evidenciaram o impacto ambiental do arsênio nos sedimentos de correntes do rio Ribeira de Iguape, tendo as suas concentrações alcançando os níveis mais altos nas proximidades das áreas de mineração. A contaminação dos sedimentos mais recentes da coluna de sedimentos indicou a fonte antropogênica como causa provável. Em adição...

Avaliação da exposição humana ao arsenio no Alto Vale do Ribeira, Brasil

Alice Momoyo Sakuma
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/02/2004 PT
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A contaminação ambiental por arsênio tem causado preocupação na região do alto Vale do Ribeira/São Paulo/Paraná, Brasil, devido à presença natural de arsênio e às atividades de mineração desenvolvidas até final de 1995. A toxicidade dos compostos de arsênio decresce na seguinte ordem arsenito, arsenato, ácido monometilarsônico e ácido dimetilarsínico. A exposição crônica ao arsênio pode ocasionar doenças vasculares periféricas e câncer de bexiga, pulmão e pele. O objetivo deste estudo foi avaliar a exposição humana ao arsênio no alto Vale do Ribeira. Foram coletadas 759 amostras de urina nos municípios de Cerro Azul (controle), Ribeira e Adrianópolis (urbano e rural) e Iporanga, identificadas aqui como grupos CA, RA, VM e BS respectivamente. Os valores das medianas de arsênio urinário (As-u formas tóxicas) obtidos para crianças dessas localidades foram: 3,60; 6,30; 6,40 e 8,94, para adultos 3,87; 5,22; 5,10 e 8.54 µg/L, respectivamente. Houve diferença estatisticamente significante (p<0,05) entre o grupo CA e os demais. O grupo BS foi o que apresentou as concentrações mais altas da região, porém não indicam risco de dano à saúde. Por meio do modelo de regressão logística observou-se que o hábito alimentar não influenciou no aumento dos níveis de As-u em adultos ou crianças. A variável local de moradia...

Utilização de membranas na remoção de arsénio em águas para consumo humano

Duarte, António A. L. Sampaio; Oliveira, Sara L. C.; Amorim, M. T. Pessoa de
Fonte: Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária (APESB) Publicador: Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária (APESB)
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /10/2010 POR
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37.54%
A presença de arsénio nas origens de água para consumo humano é um problema que tem suscitado, a nível mundial, uma preocupação crescente em termos de saúde pública, face às conclusões de vários estudos epidemiológicos que vieram confirmar a potencial acção cancerígena do arsénio nas águas destinadas a consumo humano. Sendo a remoção do arsénio a opção mais frequente para se obter uma água segura para consumo humano, torna-se pertinente o incremento de investigação aplicada visando o desenvolvimento de tecnologias inovadoras de remoção de arsénio, mais eficientes e sustentáveis, nomeadamente para sistemas de abastecimento a pequenos e médios aglomerados populacionais. A utilização de membranas apresenta-se como uma tecnologia promissora na remoção de arsénio em relação às convencionais, dado evitar quer a adição de reagentes químicos, quer a oxidação prévia do arsenito. Todavia, será necessário desenvolver métodos de remoção alternativos à usual utilização da osmose inversa, que, geralmente, apresenta elevados custos de tratamento, insustentáveis para pequenos sistemas de abastecimento. Assim, pretende-se, neste trabalho, avaliar, através da realização de ensaios laboratoriais...

Remoção de arsénio em sistemas em sistemas de abastecimento de água. Um caso de estudo

Duarte, António A. L. Sampaio; Cardoso, Sílvia J. A.; Alçada, António J.
Fonte: APESB - Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária Publicador: APESB - Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /04/2009 POR
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A presença de arsénio nas origens de água para consumo humano é um problema que tem suscitado uma preocupação crescente a nível mundial devido à sua repercussão na saúde pública, originando, a sua exposição prolongada, lesões cutâneas graves e perturbações neurológicas incapacitantes. Vários estudos epidemiológicos vieram confirmar a potencial acção cancerígena de algumas espécies de arsénio, levando a OMS a recomendar uma redução drástica no valor-guia (de 0,050 para 0,010 ppm) da norma de qualidade da água para consumo humano. A União Europeia aprovou a Directiva n.º 98/83/CE (Drinking Water Directive - DWD), que impôs a adopção desse novo limite (0,010 ppm) a partir de 25/12/2003, mantendo-se esse valor paramétrico na legislação portuguesa em vigor (DL 306/2007, de 27 de Agosto). Esta alteração legislativa colocou muitas origens de água de pequenos e médios sistemas de abastecimento numa situação de incumprimento, ainda que sazonal, implicando que as entidades gestoras desses sistemas de abastecimento de água tivessem de promover a adaptação das técnicas utilizadas para remoção de arsénio em ETA já existentes, através da realização de obras de reconversão, ou de construir/ampliar ETA...

Remoção de arsénio em águas para consumo humano

Cunha, Pedro D. Rodrigues; Duarte, António A. L. Sampaio
Fonte: Associação Portuguesa de Engenharia Ambiental (APESB) Publicador: Associação Portuguesa de Engenharia Ambiental (APESB)
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /10/2008 POR
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37.68%
A presença de arsénio nas origens de água para consumo humano é um problema que tem suscitado uma preocupação crescente em termos de saúde pública. A poluição por arsénio das águas naturais, designada por hidroarsenismo, converteu-se num problema sanitário internacional afectando, actualmente, mais de 40 milhões de pessoas e manifesta-se pelo aparecimento de lesões cutâneas graves e pela ocorrência de perturbações neurológicas. As conclusões de vários estudos epidemiológicos vieram confirmar a potencial acção cancerígena de algumas espécies de arsénio, quando presentes em concentrações elevadas, levando a OMS, em 1993, a recomendar um valor guia muito restritivo (0,01 mg/L) como norma de qualidade das águas destinadas a consumo humano, Esta recomendação foi adoptada na legislação portuguesa em vigor (Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto), tendo a sua aplicação originado alguns constrangimentos operacionais e de sustentabilidade às entidades gestoras de sistemas de abastecimento público de água com origens de água (geralmente subterrâneas) em que os valores da concentração de arsénio excedem, ainda que sazonalmente, este limite paramétrico mais restritivo. Efectivamente, em algumas regiões afectadas pela presença de arsénio nas águas naturais a substituição dessas fontes de abastecimento...

Remoção do arsénio das águas com materiais hibridos O/I de celulose

Martins, Catarina Isabel de Oliveira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.54%
O presente trabalho teve por objectivo tentar remover arsénio das águas usando materiais híbridos orgânico/inorgânico à base de celulose. Numa primeira fase foram sintetizados vários materiais híbridos de celulose/sílica contendo propilamina, alumina e, por último o híbrido celulose/sílica com carbonato de cálcio proveniente do esqueleto rígido do choco. A morfologia dos materiais permitiria prever que, com um tratamento adequado da superfície, de forma a poderem formar ligações com partículas com carga negativa, poderiam ser usados na remoção de arsénio das águas. Contudo o sucesso foi parcial. Com a finalidade de encontrar alguns compostos que pudessem imobilizar o arsénio(V), procedeu-se à síntese de sólidos contendo alumínio e estrôncio. A análise química das soluções que originaram os sólidos sintetizados mostrou que os sólidos obtidos deveriam ser demasiado solúveis para fins de remoção e imobilização de arsénio na forma de arsenatos no ambiente. O arsenato de alumínio é muito sensível a pequenas variações de pH e, após 6 meses desde o inicio da reacção ainda não se atingiu o equilíbrio entre a solução e o sólido formado havendo variações tanto de pH como ao nível das fases sólidas formadas. Para pH mais elevado coexiste alarsite...

Remoção de arsénio de águas usando um bioresíduo como adsorvente

Tavares, Daniela Soraia dos Santos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.61%
A avaliação da qualidade da água é fundamental para estabelecer as suas possíveis utilizações. Assim, é importante que os laboratórios de análise de águas disponham de métodos validados para efectuar a sua análise e controlo da qualidade. Tendo por base este pressuposto, o presente trabalho iniciou-se com a avaliação das condições de aplicabilidade da espectrometria de fluorescência atómica com geração de hidretos (HG-AFS) recentemente adquirida pelo Departamento de Química da Universidade de Aveiro, na análise de arsénio em águas. Para tal foi efectuada a validação do método de quantificação de arsénio através do estudo de diversos parâmetros de avaliação directa e indirecta. A poluição das águas com arsénio é um problema ambiental à escala global, devido não só a emissões naturais como antropogénicas, o que tem obrigado a políticas ambientais restritivas de modo a reduzir os níveis de arsénio em águas. A adsorção em carvão activado constitui uma das vias mais comuns para a remoção de arsénio das águas. No entanto, devido ao elevado preço de mercado do carvão activado, o desenvolvimento e a utilização de novos materiais de baixo custo pode ser uma alternativa económica e eficiente. Assim...

O complexo mediador e a actividade transcricional do Yap1 e Yap8 na levedura sob stress pelo arsénio

Ropio, Joana Alves
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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37.5%
Tese de mestrado. Biologia (Biologia Humana e Ambiente). Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2010; Os compostos de arsénio são substâncias altamente tóxicas e carcinogénicas, libertadas na natureza através de fontes naturais e antropomórficas. Contudo, alguns compostos de arsénio como o trióxido de arsénio e a trypasamide são utilizados terapeuticamente no tratamento da leucemia promielocítica aguda e de doenças causadas por protozoários, respectivamente. Devido ao elevado grau de conservação nos processos celulares eucariotas, a levedura Saccharomyces cerevisiae constitui um excelente modelo para estudar como os organismos superiores, incluindo o homem, respondem as diversas condições de stress. Na maioria dos organismos, os mecanismos adaptativos relacionados com mudanças ambientais ocorrem sobretudo através da reprogramação da expressão genética que leva à indução de genes que conferem actividades de protecção. Estes processos são controlados por factores de transcrição específicos, que depois de serem activados, medeiam a montagem do complexo de pré-iniciação da transcrição na região promotora dos seus genes alvos. O complexo Mediador, necessário para a activação de vários genes em leveduras e mamíferos...

Contribuição para a análise da presença de arsénio em águas de abastecimento e sua remoção por precipitação química

Correia, Cláudia Sofia Henriques
Fonte: FCT - UNL Publicador: FCT - UNL
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 POR
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Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Engenharia do Ambiente – Perfil Sanitária; Sendo o arsénio um elemento tóxico naturalmente presente no ambiente e largamente usado na indústria, a sua presença nos meios hídricos é praticamente inevitável. Deste modo, o estudo de soluções para a sua redução/mitigação, tanto ao nível das origens de água, como dos tratamentos utilizados, pode considerar-se prioritária. Existem vários processos de remoção, com elevadas eficiências, embora nem todos sejam de concepção e exploração simples e,ou economicamente viáveis. O trabalho teve por objectivo analisar a problemática associada à presença de arsénio em águas para consumo humano e avaliar a sua remoção através de coagulação-floculação, utilizando ensaios de Jar-Test, com e sem pré-oxidação, recorrendo a diversas doses do agente coagulante sulfato de alumínio e contaminando uma água superficial com várias concentrações de uma solução comercial de arsenito. Foi igualmente estudada a importância da inclusão de uma etapa de pré-oxidação na remoção deste elemento, usando como agente oxidante hipoclorito de sódio...

Saccharomyces cerevisiae como biossensor de arsénio na água: caso de estudo da Ribeira do Bodelhão e do Rio Zêzere

Alegre, Ana Filipa Nunes Leitão
Fonte: Faculdade de Ciências e Tecnologia Publicador: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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37.61%
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Tecnologia e Segurança Alimentar; O metalóide arsénio encontra-se disperso na crosta terrestre. Porém, em Portugal encontram-se níveis elevados de arsénio na água pontualmente nalgumas cidades situadas a Norte, devido a processos geológicos. O arsénio é altamente tóxico para o organismo, sendo 10 μg/L a concentração máxima permitida por Lei para a água para consumo humano, o principal veículo através do qual o arsénio inorgânico se propaga no ambiente. Os métodos químicos de detecção de arsénio na água são extremamente precisos, mas dispendiosos. A levedura Saccharomyces cerevisiae, amplamente utilizada como organismo modelo, foi geneticamente manipulada com o objectivo de desenvolver um sistema biossensor para detectar arsénio na água. Testaram-se as estirpes mais sensíveis ao arsenito, BY4741yap8 e BY4741acr3yap8, na presença de diferentes fontes de carbono: glucose, sacarose e galactose. Os plasmídeos recombinantes expressando os genes HXT7 e FPS1 (importadores de arsenito), controlados pelo gene promotor GAL1, foram transformados nas respectivas estirpes, desenvolvendo desta forma os sistemas de biodetecção. As amostras de água colhidas no Rio Zezêre e na Ribeira do Bodelhão foram avaliadas físico-quimicamente e com os modelos biológicos construídos. Estes locais sofrem contaminação por águas de lixiviação de duas escombreiras pertencentes às minas da Panasqueira que contêm níveis elevados de arsénio e do efluente proveniente do tratamento deficitário da ETAM da mina. A Ribeira do Bodelhão revelou ser a mais contaminada (ecotoxicidade pouco significativa)...

Efeito da exposição ao arsênio sobre o aprendizado condicionado e parâmetros bioquímicos em “zebrafish” (Danio rerio)

Castro, Micheli Rosa de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.5%
Dissertação (mestrado)-Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas – Fisiologia Animal Comparada, Instituto de Ciências Biológicas, 2007.; O “zebrafish”, Danio rerio (Teleoistei: Cyprinidae) representa um organismo com um alto potencial para estudo de genes envolvidos na função da aprendizagem e memória nos vertebrados. Este modelo animal foi utilizado para estudar o efeito da exposição a um agente tóxico (arsênio) sobre a aquisição e consolidação da memória. Foi desenhado um experimento onde os peixes foram submetidos a uma sessão de treino em uma esquiva inibitória e imediatamente após, estes foram expostos a três concentrações de arsênio (AsV) (1; 10 e 100 μg As/L), incluindo a máxima permitida pela legislação brasileira (10μg As/L) durante 96h (20oC, pH 7.1, 7.20 mg O2/L). O grupo controle foi mantido somente em água. Após 96h de exposição foi determinada a memória de longa duração (LTM). Os resultados mostraram que o arsênio nas três concentrações utilizadas prejudicou a LTM, sugerindo um efeito amnésico (p<0.05). Entre os efeitos tóxicos do arsênio, encontra-se a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS), levando a geração de estresse oxidativo...

A toxicidade do Arsênio em organismos aquáticos

Kucharski, Juliane Ventura Lima
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.61%
Dissertação (mestrado)-Universidade Federal do Rio Grande, Programa De Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas – Fisiologia Animal Comparada, Instituto de Ciências Biológicas, 2006.; O arsênio (As), um metalóide abundantemente distribuído na natureza, é um poluente despejado no ambiente aquático principalmente por processos agrícolas e industriais, podendo ocorrer em formas químicas diferentes. Os principais efeitos tóxicos do As são: inibição da respiração mitocondrial, competição com o fosfato durante a fosforilação oxidativa, inibição de enzimas de reparo de DNA, diminuição nas defesas antioxidantes, diminuição na atividade de algumas enzimas mitocondriais. O As pode acarretar um aumento na geração de espécies reativas de oxigênio (ROS), levando a uma situação de estresse oxidativo, que inclui o aumento na oxidação de proteínas. Dentre as defesas antioxidantes não enzimáticas pode-se destacar a glutationa reduzida (GSH), um tripeptídeo composto por glutamato, cisteína e glicina. A enzima glutamato cisteína ligase (GCL) é o passo limitante para a síntese da GSH. A GSH é conhecida por ser um dos mais importantes antioxidantes celulares e está diretamente ligada ao metabolismo do As no organismo para que este possa ser metilado. Hoje...

Estudo in vivo (Mus musculus) e post mortem (Globicephala melas) da exposição ao arsênio, sua distribuição tecidual e aplicação de ferramentas analíticas para especiação química; In vivo (Mus musculus) and post mortem (Globicephala melas) study of chronic exposure to arsenic, tissue distribution and aplication of analytical techniques for arsenic speciation

Souza, Juliana Maria Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2014 PT
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37.72%
O arsênio é um elemento químico tóxico encontrado na natureza em várias formas químicas. Entretanto, cada uma delas apresenta diferença na toxicocinética e toxicodinâmica. Os alimentos são considerados a principal fonte de exposição pelos humanos, destacando o arroz, que pode conter o arsênio na forma inorgânica e nas formas de ácidos monometilarsônico e dimetilarsínico (DMA), e alimentos de origem marinha. Os compostos de arsênio encontrados na biota marinha são classificados como solúveis em água, como arsenobetaína e arsenoaçúcares, e solúveis em lipídeos como os arsenolipídeos. Assim, é importante o desenvolvimento de estudos que avaliem a exposição ao arsênio pela alimentação, sua distribuição em organismos e sua especiação química. Neste sentido, o presente trabalho está apresentado em dois capítulos. O capítulo I corresponde ao estudo de exposição crônica em camudongos machos Swiss ao arsênio presente na dieta e os efeitos em alguns parâmetros bioquímicos. Para isso os animais foram divididos em grupo controle, três grupos expostos à dieta contendo arroz naturalmente contaminado com arsênio e três grupos expostos à dieta preparada com sais de arsênio nas mesmas concentrações presentes no arroz. Concentrações de arsênio total foram determinadas nos tecidos dos animais em estudo por ICP-MS...

Arsénio e crómio: técnicas analíticas para avaliar o seu impacto na saúde das populações

Coelho, Inês; Gueifão, Sandra; Castanheira, Isabel
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /03/2012 POR
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37.58%
A ingestão de alimentos representa a principal fonte de exposição humana ao arsénio, sendo que a sua acumulação no organismo causa doenças a médio e longo prazo. No entanto a toxicidade dos elementos não depende apenas do seu teor total mas principalmente da espécie química em que estes se encontram presentes nos alimentos. No caso particular do arsénio, as espécies inorgânicas são mais tóxicas que as orgânicas e, dentro destas, nem todas apresentam o mesmo nível de toxicidade. Algumas espécies orgânicas são inclusive consideradas não tóxicas como é o caso da arsenobetaina (AsB) e arsenocolina (AsC), enquanto as espécies inorgânicas, arsenitos e arsenatos, são consideradas cancerígenas. Recentemente o IRMM, Institute for Reference Materials and Measurements, publicou um estudo sobre os métodos analíticos disponíveis para medir o arsénio nos alimentos consumidos na União Europeia, tendo concluído que os métodos disponíveis são adequados para a determinação do arsénio total. Entretanto a EFSA concluiu que os meios laboratoriais, existentes entre os países da comunidade europeia, ainda não são suficientes para identificar as espécies químicas de arsénio. É possível determinar o arsénio total dentro dos requisitos da ISO 17025...

Comportamento químico de arsênio, fósforo e metais pesados (cromo, cobre, chumbo e mercúrio) em solos expostos a cultivares frutíferos, Município de Jundiaí, São Paulo; not available

Campos, Valquíria de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/07/2001 PT
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Em áreas agrícolas, o uso indiscriminado de agroquímicos leva ao comprometimento da qualidade ambiental. A aplicação contínua de fertilizantes sintéticos e pesticidas resulta no acréscimo de constituintes tóxicos no solo e, conseqüentemente, na água subterrânea. Estudos realizados em área agrícola de Jundiaí, São Paulo, revelaram presença de teores significativos de arsênio na água dos poços monitorados. A ingestão de arsênio inorgânico pode causar câncer, principalmente, de pele e pulmonar. No solo verificou-se, além de arsênio, a existência de cromo, cobre, chumbo e mercúrio proveniente de produtos químicos utilizados na lavoura. Os produtos químicos utilizados no tratamento de cultivares frutíferos, apresentaram arsênio e metais pesados em sua composição. A adubação fosfatada constitui-se a principal fonte de contaminação de arsênio no solo, em razão da alta dosagem empregada. A presença desse constituinte nos fertilizantes deve-se ao minério fosfático utilizado na produção do adubo químico. A mobilidade de arsênio foi evidenciada com ensaios de competitividade aniônica entre arsenato e fosfato, onde a adsorção de arsenato pelo solo decresce na presença de fosfato. A constatação de arsênio na água levou a realização de experimentos de remediação. A lã de aço foi utilizada na remoção de arsênio (III e V) da água. Assim...