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A eudaimonia na polis excelente de Aristóteles; The eudaimonia in excelent polis of Aristotle

Chih, Chiu Yi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/10/2009 PT
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A concepção de felicidade é fundamental na filosofia aristotélica, considerando os livros da Ética e da Política. Os livros da Política VII-VIII apresentam-na vinculada ao projeto da polis ideal. Como Aristóteles concebe e viabiliza concretamente seu projeto nesse contexto em que os cidadãos efetivamente se tornam felizes? Em que medida a concepção da polis excelente tem como seu fundamento a concepção de felicidade? E que concepção é esta? Não é por outra razão que emergem tantas discussões e pontos de vistas divergentes, uma vez que muitos estudiosos não têm as mesmas interpretações a respeito dela. Há discussões entre teses exclusivistas e inclusivistas que nos ajudam a refletir sobre a concepção de felicidade no contexto político. O que se pretende neste estudo é analisar os livros I e X da Ethica icomachea em estreita relação com o projeto prático-político elaborado nos livros VII-VIII da Política. A vida feliz conduzida pela virtude serve como parâmetro de avaliação do que seja um regime político excelente (ariste politeia). Por esse viés, a Ética se articula com a Politica na fundamentação e na análise das condições de possibilidade da eudaimonia para a polis.; The conception of happiness is fundamental in aristotelian philosophy...

O papel do Hilemorfismo nos príncipios do exame da constituição do ser vivo em Aristóteles; The Role of Hilemorphism in the Examination of the Principles of the Constitution of the Living Being in Aristotle

Carvalho, Rodrigo Romão de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/09/2011 PT
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A presente pesquisa tem o objetivo de estudar os princípios de investigação dos seres vivos tendo como parâmetro a concepção hilemórfica dos entes naturais em Aristóteles. Para tanto, em primeiro lugar, analisaremos o hilemorfismo tal como exposto no Livro II da Física, a fim de investigarmos a doutrina da matéria e forma, no contexto em que ela desempenha um papel fundamental para a elaboração de uma concepção que é capaz de mostrar os modos pelos quais os entes se constituem na natureza. Em segundo lugar, examinaremos os princípios de investigação dos seres vivos no Livro I das Partes dos Animais, de modo a identificar os fundamentos conceituais nos quais ele se sustenta. Assim, veremos em que medida a doutrina da matéria e forma desempenha uma função determinante na análise relativa aos organismos vivos.; The present research aims to study the principles of investigation of living beings, from hylemorphic conception as a parameter of explanation of natural beings in Aristotle. To do so, first, well analyze the hylemorphism as set out in Book II of Physics in order to investigate the doctrine of matter and form, in which it plays a key role in the development of a conception that is able to show the ways in which beings are formed in nature. Second...

A definição de emoção em Aristóteles: estudo dos livros I e II da "Rhetorica" e da "Ethica Nicomachea"; The definition of emotion in Aristotle: a study of books I & II of "Rhetorica" and "Ethica Nicomachea"

Leite, Danilo Costa Nunes Andrade
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/03/2013 PT
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Esta dissertação tem por escopo a questão das emoções - ?à ???? - na obra de Aristóteles, principalmente nos livros I e II da Retórica e da Ética Nicomaquéia. A definição aristotélica de como ????? 'emoção' foi compreendida de diversas formas, porém sempre a partir dos seguintes elementos: como integrante da porção não-racional da alma, habituável à tutela da razão, como manifestação psicofísica, como causada por cognições. O problema é, portanto, reencontrar e reunir todos esses elementos na obra do Estagirita.; This thesis aims at the question of emotions - ?à ???? - in the works of Aristotle, mainly in the first and second books of Rhetoric and Nicomachean Ethics. The Aristotelian definition of ????? as 'emotion' was understood in different ways, but always from the following elements: as part of the nonrational portion of the soul; as something that can grow accustomed to reason; as a psychophysic manifestation; as caused by cognitions. The problem is to find and gather all these elements from the works of Aristotle.

Lógica como órganon no aristotelismo antigo: o conceito filosófico de disciplina instrumental no período entre Aristóteles e Alexandre de Afrodísia; Logic as organon in the ancient aristotelianism: meaning and relations of the philosophical concept of instrumental discipline between Aristotle and Alexander of Aphrodisias

Tiburtino, Hugo Bezerra
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2015 PT
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Investigar as relações filosóficas da lógica como instrumento segundo os antigos aristotélicos, até a época de Alexandre de Afrodísia, é o objeto principal de nosso trabalho. Ora, após avaliarmos criticamente algumas interpretações recentes, é ainda mais claro que uma lógica-instrumento não se encontra em Aristóteles. Como não pôde ter sido Aristóteles o primeiro a defender essa doutrina, nossa investigação se concentrou, então, num dos contextos mais significativos em que ela aparece, a saber, em uma polêmica com os estoicos; em contraste com os que defendiam que ela não era parte mas instrumento, estoicos argumentavam que a lógica é parte da filosofia, os quais argumentos nós analisamos aqui. É verdade, porém, que essas duas teses não são completamente contraditórias entre si, na medida em que, no período entre Aristóteles e Alexandre, há sinais de uma tese compatibilista, ou seja, de que a lógica seria considerada tanto parte quanto instrumento. Seja como for, nos debruçamos sobre as críticas dos aristotélicos contra uma lógica-parte, bem como sobre eventuais argumentos positivos dos peripatéticos, deixando claro o significado de uma determinada disciplina ser instrumento, órganon em grego. No aristotelismo antigo...

Aristoteles e a linguagem : estudo e traduação do Peri hermeneias (partes 1-6); Aristotle and the language : study and translation (parts 1-6)

Rivia Silveira Fonseca
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2009 PT
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Este trabalho constitui-se de estudo e tradução das partes 1-6 do Perì hermeneías, de Aristóteles. Essas partes, de acordo com a crítica especializada, formam uma "seção lingüística", na qual o filósofo apresenta as linhas gerais de uma teoria da linguagem, que lhe serve de base para o desenvolvimento de um estudo a respeito das asserções, tipos de sentenças às quais se pode atribuir um valor de verdade ou de falsidade. Buscou-se, assim, analisar tais partes a partir de uma perspectiva lingüística e não estritamente filosófica, com o intuito de ressaltar a relevância do tratado para os estudos da linguagem, sobretudo, aqueles que se ocupam da questão da significação, incluindo-se nessa discussão o debate acerca da arbitrariedade do signo lingüístico e do convencionalismo da linguagem; This work constitutes a study and translation of parts 1-6 of Perì hermeneías, of Aristotle. These parts, according to specialized critics form a "language section", in which the philosopher presents the outlines of a theory of language, which serves as the basis for development of a study about the assertions, types of sentences to which it can assign a value of truth or falsehood. It was therefore examine such shares from a linguistic perspective and not strictly philosophical...

Historisch-systematischer Aufriss der Argumentationsformen bei Aristoteles; Historico-systematical sketch of the argumentation modes in Aristotle

Wolf, Simon
Fonte: Universidade de Tubinga Publicador: Universidade de Tubinga
Tipo: Buch (Monographie)
DE_DE
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Die auf diesen Begriff gebrachte Argumentationstheorie ist, gemessen an der Anzahl wegweisender Publikationen, seit dem letzten Drittel des 20. Jahrhunderts eine wichtige Strömung. Mit großem Recht berufen sich ihre Protagonisten jedoch immer wieder auf Aristoteles, denn hier finden sich vielfach Festlegungen, die für die weitere Diskussion grundlegend geblieben sind. Die vier (bzw. fünf) wesentlichen argumentationstheoretischen Werke des Aristoteles - Erste und Zweite Analytiken, Topik, Sophistische Widerlegungen und Rhetorik - profilieren vier verschiedene Argumentationsformen, die einerseits in ihrer historischen Genese beschrieben, andererseits in systematischer Perspektive analysiert werden. Zwei ergänzende Kapitel untersuchen die Problematik von Überlieferung und Werkchronologie sowie die Spezifika der rhetorischen Argumentation. Bei allen Schwierigkeiten und Vagheiten der Datierung und Überlieferung lässt sich für die wesentlichen Werke jeweils ein früher Entstehungszeitpunkt festhalten und darüber hinaus eine chronologische Ordnung etablieren. Gerade im Bereich der Rhetorik-Traktate sind jedoch größere Verluste anzusetzen. Angesichts späterer Überarbeitungen von Topik und Rhetorik bleiben diese Werke bemerkenswert unbeeinflusst von der inzwischen ausgeprägten Syllogistik. In historischer Perspektive erweist sich die überragende Eigenständigkeit der Argumentationsformen. Als enzyklopädischer Doxograph entwickelt Aristoteles sie zwar im Bewusstsein um die vielfältigen Vorarbeiten und Anregungen; diese haben angesichts der erreichten Analysetiefe jedoch nurmehr heuristischen Wert. Selbst die detaillierten Konzeptionen bei Platon erfahren neben einer kurzen kritischen Würdigung eine Diversifizierung und umfangreiche Präzisierung. Die systematische Analyse unterstreicht die historische Eigenständigkeit der Argumentationssystematik. Die Schluss- und Beweislehre der Analytiken stellt der wissenschaftlichen Untersuchung...

Apixaban for reduction in stroke and other ThromboemboLic events in Atrial Fibrillation (ARISTOTLE) trial: Design and rationale

Lopes, R.; Alexander, J.; Al-Khatib, S.; Ansell, J.; Diaz, R.; Easton, J.; Gersh, B.; Granger, C.; Hanna, M.; Horowitz, J.; Hylek, E.; McMurray, J.; Verheugt, F.; Wallentin, L.
Fonte: Mosby Inc Publicador: Mosby Inc
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 EN
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Atrial fibrillation (AF) is associated with increased risk of stroke that can be attenuated with vitamin K antagonists (VKAs). Vitamin K antagonist use is limited, in part, by the high incidence of complications when patients' international normalized ratios (INRs) deviate from the target range. The primary objective of ARISTOTLE is to determine if the factor Xa inhibitor, apixaban, is noninferior to warfarin at reducing the combined endpoint of stroke (ischemic or hemorrhagic) and systemic embolism in patients with AF and at least 1 additional risk factor for stroke. We have randomized 18,206 patients from over 1,000 centers in 40 countries. Patients were randomly assigned in a 1:1 ratio to receive apixaban or warfarin using a double-blind, double-dummy design. International normalized ratios are monitored and warfarin (or placebo) is adjusted aiming for a target INR range of 2 to 3 using a blinded, encrypted point-of-care device. Minimum treatment is 12 months, and maximum expected exposure is 4 years. Time to accrual of at least 448 primary efficacy events will determine treatment duration. The key secondary objectives are to determine if apixaban is superior to warfarin for the combined endpoint of stroke (ischemic or hemorrhagic) and systemic embolism...

THE CONCEPT OF 'NATURE' IN ARISTOTLE, AVICENNA AND AVERROES

Belo,Catarina
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 EN
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This study is concerned with 'nature' specifically as the subject-matter of physics, or natural science, as described by Aristotle in his "Physics". It also discusses the definitions of nature, and more specifically physical nature, provided by Avicenna (d. 1037) and Averroes (d. 1198) in their commentaries on Aristotle's "Physics". Avicenna and Averroes share Aristotle's conception of nature as a principle of motion and rest. While according to Aristotle the subject matter of physics appears to be nature, or what exists by nature, Avicenna believes that it is the natural body, and Averroes holds that the subject matter of physics or natural science consists in the natural things, in what constitutes a slight shift in focus.

Entre el paseo y el pórtico. Sobre la Vida de Aristóteles de Diógenes Laercio 5, 1-35.; Between the walk and the portico. On Diogenes Laertius's Life of Aristotle, 5, 1-35. [Spanish]

José María Zamora Calvo; Universidad Autónoma de Madrid.
Fonte: Universidad del Norte Publicador: Universidad del Norte
Tipo: article; publishedVersion Formato: application/pdf
SPA
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Para su composición de la Vida de Aristóteles, Diógenes Laercio no consult a direct amente los textos del estagirita, sino que, con gran probabilidad, reproduce un resumen más antiguo que, a su vez, fue elaborado a partir de fuentes diversas. La mayor parte de su exposición se centra en recopilar las opiniones (placita) que se refieren a cuestiones lógicas y, sobre todo, éticas y físicas. La exposición de las opiniones aristotélicas parte de una documentación antigua, varios siglos anterior a la época de redacción de Diógenes Laercio (s. III d.C), e incluso anterior a la de Andrónico de Rodas (s. I a.C.). Asimismo, emplea en su exposición la conocida división estoica: primero se ocupa de la lógica, luego de la ética y, por último, de la física. En este punto radica su principal interés, ya que permite remontarnos a la época helenística, en la que los manuales escolares no habían penetrado aún en el corpus aristotélico. Por nuestra parte, nos tendremos especialmente en el análisis de la lógica en la exposición laerciana del libro V.; For the composition of his Life of Aristotle Diogenes Laertius does not read Aristotle’s own works. Instead Laertius seems to reproduce an older synthesis of his philosophy...

Hunting for Happiness: Aristotle and the Good of Action

Tontiplaphol, Don
Fonte: Harvard University Publicador: Harvard University
Tipo: Thesis or Dissertation
EN_US
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The starting point of the dissertation is a special kind of intentional action -- Aristotelian praxis, or, in a more metaphysical register, energeia -- a kind whose agent's intention in acting must be expressible as the deliverance of one's prohairesis (``deliberate choice''), action that is the embodiment of one's conception of eupraxia (``acting well''), and, equivalently, of eudaimonia (``happiness''). It is special, since not all that we intentionally do can be intelligibly expressed as the deliverance of our conceptions of acting well. Recognition of the gaps between action in general and intentional action more specifically, and between intentional action and prohairetic action, sets the stage for a reinterpretation, not only of core aspects of Aristotle's Ethics, but also of central features of Aristotle's political recommendations. The interpretation defended here centers on the claim that, for Aristotle, defective political communities are often marked, not so much by an erroneous conception of human virtue, but by defective forms of action, forms in which agents fail to apply certain concepts to what they do. Importantly, such failures do not hang on the different failure to apply concepts correctly: the failure to act prohairetically need not come to the failure to grasp the correct conception of human virtue or of human happiness.; Government

Aristotle on Function and Virtue

Korsgaard, Christine
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
EN_US
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According to Plato and Aristotle, a virtue is a quality that makes you good at performing your function. Aristotle thinks that the human function is rational activity. This chapter asks how the moral virtues could contribute to rational activity. It distinguishes five different answers suggested by the text of the Nicomachean Ethics, and examines their merits and demerits. Combining the most promising of them, it argues that in Aristotle's theory, rationality is a potential that is actualized by the acquisition of the virtues. By providing correct evaluative perceptions, the moral virtues bring the soul into a transformed condition in which appetites and passions are caused by rational considerations.; Philosophy

From Duty and for the Sake of the Noble: Kant and Aristotle on Morally Good Action

Korsgaard, Christine
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
EN_US
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Aristotle believes that an agent lacks virtue unless she enjoys the performance of virtuous actions, while Kant claims that the person who does her duty despite contrary inclinations exhibits a moral worth that the person who acts from inclination lacks. Despite these differences, this chapter argues that Aristotle and Kant share a distinctive view of the object of human choice and locus of moral value: that what we choose, and what has moral value, are not mere acts, but actions: acts done for the sake of ends. Morally good actions embody a kind of intrinsic value that inspires us to do them from duty (in Kant) or for the sake of the noble (in Aristotle). The chapter traces the difference in their attitudes about doing one's duty with pleasure to a difference in their attitudes towards pleasure itself: Aristotle sees it as a perception of the good, while Kant thinks of it as mere feeling.; Philosophy

The Coexistence of Contradictory Properties in the Same Subject According to Aristotle

Peña, Lorenzo
Fonte: Walter de Gruyter Publicador: Walter de Gruyter
Tipo: Artículo Formato: 121265 bytes; application/pdf
ENG
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37.3%
In Metaphysics, Book Gamma, Aristotle argues that he who asserts a contradiction is committed to a rejection of degrees. On the other hand, though, Aristotle claims that there can be no intermediary situation in-between pure or entire truth or existence and utter, complete falseness or nonexistence. Such a combination of views can be rendered noncontradictory at best through objectionable manoeuvres. Although Aristotle accepts that two contrary properties can be both present in the same object to some extent, he is, in order to keep clear of contradictions, bound to regard intermediary situations as something irreducibly different from both extremes.; Peer reviewed

Aristotle, political theory and history; Aristóteles, teoria política e história

Tierno, Patrício
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 05/06/2013 POR
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In order to discuss the relations between history and theory on Aristotle, thispaper analyses the internal structure of an Aristotle’s work, The Athenian Constitution, andtries to evaluate – in this same work (but also with regard to Aristotle’s Politics) – whichkind of bonds between history and theory turn out to be seen if one speculates theformation of the theory based on political facts and, conversely, the arrangement of thefacts based on political theorizing. This frame enables the author to conclude that Aristotleformulates his political theory taking into account historical evidences and that heincorporates them in his considerations on the natural and social evolution of the Polis.; O artigo explora os vínculos entre história e teoria política em Aristóteles. Atal fim, realiza uma análise da estrutura interna de A Constituição de Atenas e tenta indagar,por meio da mesma, que tipo de vínculos se tornam evidentes se pensarmos, emconexão com a Política, a construção da teoria em função dos fatos e, vice-versa, a colocaçãodos fatos em função da construção teórica. A partir dessa chave de compreensãorecíproca, levanta-se a conclusão de que a formulação teórico-política de Aristótelespretende levar em conta a evidência histórica e...

Aristotle on The Cognition of Value

Hamalainen, Hasse
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 20/05/2015 ENG
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In my paper, I defend an interpretation according to which Aristotle thinks in Nicomachean Ethics (EN) that the rational aspect of soul is needed in discerning which ends of desire would be good. Many interpreters have traditionally supported this, ‘rationalist’ line of interpreting Aristotle’s theory of value cognition.The rationalist interpretation has, however, recently come under a novel challenge from Jessica Moss (2011, 2012), but has not yet received a defence. Moss attempts to resurrect now virtually abandoned ‘anti-rationalist’ interpretation, which claims, in a contrast to the rationalist one, that discerning good ends may require no activity from the rational aspect, but only well-habituated non-rational desire. Moss’ interpretation appeals to certain Aristotle’s claims in De Anima (DA) 3, which, she thinks, show that non-rational phantasia suffices for discerning good ends if only accompanied with the habituated desire. Although I admit that her interpretation can successfully avoid some problems that earlier anti-rationalist interpretations faced with certain passages of EN, I also argue, however that it introduces some new problems, and (probably inadvertently) attributes philosophically incoherent views about moral responsibility to Aristotle. Therefore I conclude that even after Moss’ improvements to the anti-rationalist interpretation...

Aristotle on Non-Contradiction: Philosophers vs. Non-Philosophers

Hudry, Jean-Louis
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 04/11/2013 ENG
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Aristotle’s principle of non-contradiction (PNC) has been interpreted by Łukasiewicz through three distinct formulations, namely ontological, logical, and psychological. Many have criticized Łukasiewicz’s position, but they still maintain that Aristotle defends distinct formulations. In contrast, this paper shows that Aristotle suggests only one formulation of the PNC. This unique formulation belongs to philosophy as the first science, so that the philosophers think of the PNC as a necessarily true principle, owing to their meta-physical cognition of the nature of things. Yet, there is another way to understand this formulation. Indeed, the non-philosophers believe in the PNC, without being able to understand its necessary truth, due to their ignorance of philosophy. Thus, Aristotle has to convince them that the PNC is the most certain opinion of all, and his dialectical justifications are purposely weak, as they are only concerned with the defense of a common opinion.

Aristotle, Protagoras, and Contradiction: Metaphysics Γ 4-6

Keeling, Evan
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 09/11/2013 ENG
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In both Metaphysics Γ 4 and 5 Aristotle argues that Protagoras is committed to the view that all contradictions are true. Yet Aristotle’s arguments are not transparent, and later, in Γ 6, he provides Protagoras with a way to escape contradictions. In this paper I try to understand Aristotle’s arguments. After examining a number of possible solutions, I conclude that the best way of explaining them is to (a) recognize that Aristotle is discussing a number of Protagorean opponents, and (b) import another of Protagoras’ views, namely the claim that there are always two logoi opposed to one another. 

Aristotle, inesse, Leibniz; Aristóteles, inesse, Leibniz

de Castilho Moreira, Vivianne; Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2014 POR
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On several occasions, Leibniz draws on Aristotle’s authority to corroborate his thesis of truth as the inherence of predicate to the subject of proposition. It is not, however, clear to what extent the Aristotelian philosophy could offer support to this claim. Indeed, it is generally agreed to Aristotle a different conception of truth, as a correspondence of the proposition to the reality that it is intended to describe. Without discussing the well-known theory of truth as correspondence, this work is dedicated to investigate to what lengths the writings of Aristotle endorse Leibniz’s claims. To that end, this investigation will be focused on Prior and Posterior Analytics, works in which Aristotle lays out his theory of reasoning and demonstration. The aim is to ascertain whether, and under what conditions, the notion of inherence we find there can be assimilated to Leibniz’s notion of inherence.  ; Em diversas ocasiões, Leibniz recorre à autoridade de Aristóteles a fim de roborar sua tese da verdade como inerência do predicado ao sujeito da proposição. Não é, contudo, evidente em que medida a filosofia aristotélica poderia oferecer amparo a essa reivindica- ção. Afinal, a Aristóteles tradicionalmente se atribui uma concepção de verdade diferente...

Aristotle, Heraclitus and the irresistible force of thumos; Aristotele, Eraclito e la forza irresistibile del thumos (22 B 85 DK)

Viano, Cristina; CNRS
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2013 POR
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This paper presents a framework of the issues raised by Heraclitus’ fragment B85DK and its ancient and modern interpretations. In particular, it examines Aristotle’s testimony, the most ancient and also the most profound and articulated of these interpretations. An overview of the meaning of thumos, the central theme of the fragment, shows that for Aristotle this concept is not exhausted by the pathos of anger. Thumos is, above all, a dunamis, that is, a faculty of the soul which makes it possible not just the pathos, the temporary affection of anger, but also courage, impulsivity, affect, the sense of liberty and authority. This Aristotelian notion, so rich and polymorphic as not to be exhausted by a single translation, results from the systematization of an ancient material, Homeric and Presocratic material related to the proverbs. Heraclitus himself offers a formulation of it which summarizes two aspects that Aristotle accepts and emphasizes: the irresistible and unstoppable force that characterizes the natural impulse once it has been triggered and the extreme consequence to which it can lead, namely, the loss of life itself.; Questo articolo presenta  un quadro dei problemi che il frammento B85DK di Eraclito solleva e delle interpretazioni  antiche e moderne che sono state suggerite. In particolare...

The Concepts of Just and Unjust in Aristotle: between EN V, 1 and EN V, 9; Os conceitos de justo e injusto em Aristóteles: entre EN V,1 e EN V,9

de Campos Baldin, Mateus; Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, RS
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 27/05/2013 POR
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Some authors of Jurisprudence, especially Michel Villey, tried to present what they thought to be the aristotelic theory of justice, grounding in it their own theories. To Villey, pecifically, “the right” would be the correct translation of the Greek to dikaion. To defend, based on Aristotle, a conception of the just that refuses subjective elements of a theory of action is an error. And this error lies in ignoring a redefinition of to dikaion made by Aristotle in Chapter 9 of Book V of Nicomachean Ethics. There, Aristotle adds to the objective conditions of the just and the unjust (EN V, 1-7) some subjective conditions referring to person who suffers the action. Only after correctly understanding these conditions we will be able to correctly understand the aristotelic theory of justice. As Villey and other authors ignore it, they err interpreting Aristotle and using him to found their own theories.; Alguns autores de Filosofia do Direito, em especial Michel Villey, tentaram apresentar o que pensavam ser a teoria aristotélica da justiça, fundamentando a partir dela suas próprias teorias. Para Villey, em específico, "o direito" seria a correta tradução do grego τὸ δίκαιον. Defender com base em Aristóteles uma concepção de justo que recuse elementos subjetivos de uma teoria da ação é um erro. E esse erro parece estar em ignorar uma redefinição de τὸ δίκαιον feita por Aristóteles no Capítulo 9 do Livro V da Ética Nicomaqueia. Ali...