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Lógica como órganon no aristotelismo antigo: o conceito filosófico de disciplina instrumental no período entre Aristóteles e Alexandre de Afrodísia; Logic as organon in the ancient aristotelianism: meaning and relations of the philosophical concept of instrumental discipline between Aristotle and Alexander of Aphrodisias

Tiburtino, Hugo Bezerra
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2015 PT
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Investigar as relações filosóficas da lógica como instrumento segundo os antigos aristotélicos, até a época de Alexandre de Afrodísia, é o objeto principal de nosso trabalho. Ora, após avaliarmos criticamente algumas interpretações recentes, é ainda mais claro que uma lógica-instrumento não se encontra em Aristóteles. Como não pôde ter sido Aristóteles o primeiro a defender essa doutrina, nossa investigação se concentrou, então, num dos contextos mais significativos em que ela aparece, a saber, em uma polêmica com os estoicos; em contraste com os que defendiam que ela não era parte mas instrumento, estoicos argumentavam que a lógica é parte da filosofia, os quais argumentos nós analisamos aqui. É verdade, porém, que essas duas teses não são completamente contraditórias entre si, na medida em que, no período entre Aristóteles e Alexandre, há sinais de uma tese compatibilista, ou seja, de que a lógica seria considerada tanto parte quanto instrumento. Seja como for, nos debruçamos sobre as críticas dos aristotélicos contra uma lógica-parte, bem como sobre eventuais argumentos positivos dos peripatéticos, deixando claro o significado de uma determinada disciplina ser instrumento, órganon em grego. No aristotelismo antigo...

Ao alcance da razão : uma investigação sobra a ação livre em Aristóteles

Zanuzzi, Inara
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Aristóteles é considerado um precursor do problema da vontade livre. Apesar disto, ele é também considerado por muitos de seus intérpretes ou um determinista, alguém que negou precisamente a liberdade da vontade, e um compatibilista, isto é, alguém que procurou compatibilizar o determinismo com a responsabilização ou um autor que iniciou a discussão, mas que não tinha muita clareza sobre o problema, pois este não apareceria com toda a sua força senão após os desenvolvimentos da filosofia estóica. Esta tese pretende responder a ambas estas interpretações. Para isso, é feita uma análise das passagens em que Aristóteles trata da responsabilização moral, na Ética Eudêmia II.6-11 e na Ética Nicomaquéia III.1-7. O objetivo é mostrar que sua teoria da responsabilização moral não é apenas incompatível com o determinismo da vontade, e, portanto, ele não pode ser um compatibilista, mas que a sua teoria dos atos voluntários humanos é coerente com isso, ou seja, ele produziu uma teoria dos princípios das ações que é indeterminista. Aristóteles pode assim ser considerado como tendo definido, sem confusões, o que significa para a ‘vontade’ ser livre, mesmo que ele não tenha se valido e nem definido o termo ‘vontade’. Ele não faz uso deste termo...

Animalidade e os limites da justiça em Aristóteles : um estudo sobre a possibilidade de uma teoria aristotélica da justiça para com animais não-humanos

Baldin, Mateus de Campos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Este trabalho versa sobre a possibilidade de elaboração de uma teoria aristotélica da justiça para com animais. Para levar a cabo tal proposta, o autor demonstra como ARISTÓTELES admite a existência de âmbitos de justiça, que são ditos por homonímia. Esses âmbitos de justiça incluem algumas relações que ARISTÓTELES considerava como se dando entre desiguais, como a relação entre senhor e escravo, e a entre pai e filho. O que todas essas relações têm em comum é a presença de comunidade e amizade. Como comunidade, amizade e justiça são sempre encontradas juntas, todas as relações entre aqueles que têm algo em comum podem ser ditas relações de justiça, ainda que justiça por homonímia. Humanos e outros animais possuem muitas coisas em comum: capacidades do corpo e da alma, além de ação e modos de vida. Então, deve existir um âmbito de justiça por homonímia para com animais não-humanos, ainda que ARISTÓTELES não o tenha reconhecido.; This work is about the possibility of an Aristotelian theory of justice toward nonhuman animals. In order to do this, the author demonstrates how ARISTOTLE admitted the existence of nonpolitical spheres of justice, that are said justice according to homonymy. This spheres included some relationships that ARISTOTLE regarded as relationships between unequals...

Platão e Aristóteles na filosofia da matemática

Barbosa, Gustavo
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 134 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Educação Matemática - IGCE; O objetivo dessa pesquisa é participar da discussão acerca das diferentes concepções de Platão e Aristóteles a respeito da natureza e do estatuto ontológico dos entes matemáticos. Enquanto Platão situa o âmbito ontológico dos entes matemáticos entre dois mundos, o sensível e o inteligível, Aristóteles nega o caráter supra-sensível dos objetos matemáticos e oferece como resposta a sua filosofia empirista da matemática. Aristóteles teria dirigido duras críticas contra Platão e os acadêmicos nos dois últimos livros da Metafísica, M e N, respectivamente. Desde a antiguidade, vários autores sustentam que tais críticas referem-se às “doutrinas não-escritas” de Platão, que seriam cursos por ele ministrados na Academia, cujo teor ele não quis escrever por considerar que somente à dialética oral caberia o ensinamento dos primeiros princípios. Utilizando uma metodologia de pesquisa filosófica e também a história da filosofia e da matemática, foram abordados diversos textos, que vão desde livros e artigos atuais, até as próprias obras de Platão e Aristóteles relacionadas ao tema. Como parte das reflexões finais...

O homem e o desenvolvimento humano nos discursos de Aristóteles e John Dewey

Andrade, Erika Natacha Fernandes de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 184 f. : il.
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Pós-graduação em Educação Escolar - FCLAR; O movimento de revisão da teoria aristotélica desencadeado no século XX afastou Aristóteles de interpretações teológicas até então hegemônicas, permitindoo surgimento de investigações que relacionam a sua filosofia com as ideias de pensadores que o sucederam, como é o caso de John Dewey. Considerando que esse tema ainda requer aprofundamentos, em especial quanto às bases psicológicas que sustentam os dois filósofos, o presente trabalho focaliza o conceito de homem e de desenvolvimento humano nos discursos de Aristóteles e Dewey. Esta investigação utiliza a análise retórica oriunda de Chaïm Perelman, buscando compreender as estratégias argumentativas utilizadas pelos dois autores (definidos como oradores) para persuadir seus leitores (definidos como auditório).Foram examinados os escritos da maturidade de Aristóteles e vários textos de Dewey, a maioria deles elaborados durante o período em que o autor trabalhou em Chicago e Columbia. Os resultados da pesquisa estão organizados em quatro capítulos, sendo o primeiro deles referente às definições aristotélica e deweyana de ser humano; a análise utiliza o conceito de dissociação de noções. O segundo capítulo discorre sobre o processo de formação e desenvolvimento do homem...

Política e poesia: as respostas de Aristóteles

Couto, Ana Sofia da Silva
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2005 POR
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Tese de mestrado, Teoria da Literatura, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2006; Esta tese questiona a noção de “resposta” aplicada à interpretação da Poética e expõe a ideia de que a defesa da poesia, no caso de Aristóteles, não é independente da amizade por um determinado modelo político, modelo esse suportado por um entendimento específico do funcionamento das emoções humanas. Segundo este entendimento, os homens pensam e sentem (alegria ou tristeza) em função de si e dos seus, em função de um círculo composto pelos próximos, sendo o altruísmo o resultado de uma capacidade de alargamento desse círculo. Relativamente à importância da poiêtikê technê, a tese coloca, portanto, a hipótese de se interpretar a distância entre Platão e Aristóteles em termos ético-políticos. Sócrates / Platão condena a poesia por considerar que ela incita à privatização do sentimento, opondo-se ao ideal comunitarista caracterizado no Livro V da República. Para Aristóteles, que vê como muito pouco vantajosa a política comunitarista, a poesia não comporta perigos políticos porque ela está de acordo com a natureza humana: os casos que os poetas devem usar são, no fundo, histórias que mostram a inexequibilidade de uma ‘política do grande círculo’. A tese tenta ainda uma breve aproximação à catarse...

Os usos ambíguos do argumento do conflito em Maquiavel e Aristóteles

Magalhães,Raul Francisco
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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O artigo apresenta uma reflexão sobre a necessidade do uso de uma argumentação ambígua para tratar o tema do conflito em dois autores clássicos: Maquiavel e Aristóteles. A idéia é que ambos os autores foram forçados a discutir o tema do conflito social de maneira ambivalente, em um momento segundo uma diretriz comum e criticando o conflito como a perdição da ordem e, em outro, vendo o conflito como uma força capaz de levar a uma forma superior de ordem política. De fato, em Aristóteles, o conflito pode tanto ser causa geradora de estabilidade de classes e de constituição para a forma virtuosa da democracia (a politéia) quanto da instalação da decadência na ordem constitucional. Em Maquiavel, o conflito é causa da liberdade que sustenta a república, tendo Roma como modelo, e também da infindável desagregação da república, tendo Florença como modelo. A sugestão para o debate é que essa ambigüidade, no caso, é radicada na necessidade de compatibilizar uma característica metafísica do quadro analítico desses autores, ou seja, o tempo circular da história, contraposto aos requerimentos analíticos empíricos que deveriam ser explicados pelas teorias do autor grego e do italiano. A comparação entre Maquiavel e Aristóteles baseia-se no fato de ambos terem...

Sobre a acrasia em Aristóteles: sua possibilidade, a abordagem dialética e a resposta antissocrática ao problema

Mendonça, Fernando Martins
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Essa dissertação tem como objetivo ligar as diversas passagens em que Aristóteles trata da acrasia na Ethica Nicomachea, mostrando que elas formam uma noção clara e consistente desse tipo de ação. Essa noção também é consistente com a abordagem da acrasia no livro VII 1-3, onde Aristóteles trata a acrasia de modo dialético. O método dialético usado, levado a sério, mostrará que Aristóteles salva os phainomena, que são as opiniões aceitas acerca da acrasia, e recusa fortemente a tese socrática, segundo a qual a acrasia não existe porque ninguém pode agir contra o conhecimento que possui. Em vista disso, a interpretação proposta se colocará fortemente contrária à interpretação que atribui a causa da acrasia á ignorância de algum dos elementos do silogismo prático. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This dissertation aims to connect the various passages in which Aristotle deals with the akrasia in Nicomachea Ethics, showing that they form a clear and consistent notion of such an action. This notion is also consistent with the approach of the acrasia in the book VII 1-3, where Aristotle treats acrasia in a dialectical way. The dialectical method used...

Historisch-systematischer Aufriss der Argumentationsformen bei Aristoteles; Historico-systematical sketch of the argumentation modes in Aristotle

Wolf, Simon
Fonte: Universidade de Tubinga Publicador: Universidade de Tubinga
Tipo: Buch (Monographie)
DE_DE
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Die auf diesen Begriff gebrachte Argumentationstheorie ist, gemessen an der Anzahl wegweisender Publikationen, seit dem letzten Drittel des 20. Jahrhunderts eine wichtige Strömung. Mit großem Recht berufen sich ihre Protagonisten jedoch immer wieder auf Aristoteles, denn hier finden sich vielfach Festlegungen, die für die weitere Diskussion grundlegend geblieben sind. Die vier (bzw. fünf) wesentlichen argumentationstheoretischen Werke des Aristoteles - Erste und Zweite Analytiken, Topik, Sophistische Widerlegungen und Rhetorik - profilieren vier verschiedene Argumentationsformen, die einerseits in ihrer historischen Genese beschrieben, andererseits in systematischer Perspektive analysiert werden. Zwei ergänzende Kapitel untersuchen die Problematik von Überlieferung und Werkchronologie sowie die Spezifika der rhetorischen Argumentation. Bei allen Schwierigkeiten und Vagheiten der Datierung und Überlieferung lässt sich für die wesentlichen Werke jeweils ein früher Entstehungszeitpunkt festhalten und darüber hinaus eine chronologische Ordnung etablieren. Gerade im Bereich der Rhetorik-Traktate sind jedoch größere Verluste anzusetzen. Angesichts späterer Überarbeitungen von Topik und Rhetorik bleiben diese Werke bemerkenswert unbeeinflusst von der inzwischen ausgeprägten Syllogistik. In historischer Perspektive erweist sich die überragende Eigenständigkeit der Argumentationsformen. Als enzyklopädischer Doxograph entwickelt Aristoteles sie zwar im Bewusstsein um die vielfältigen Vorarbeiten und Anregungen; diese haben angesichts der erreichten Analysetiefe jedoch nurmehr heuristischen Wert. Selbst die detaillierten Konzeptionen bei Platon erfahren neben einer kurzen kritischen Würdigung eine Diversifizierung und umfangreiche Präzisierung. Die systematische Analyse unterstreicht die historische Eigenständigkeit der Argumentationssystematik. Die Schluss- und Beweislehre der Analytiken stellt der wissenschaftlichen Untersuchung...

Los ocho libros de república del filósofo Aristóteles, Zaragoza, 1584

Aristóteles; Abril, Pedro Simón; Olmos Gómez, Paula
Fonte: Caronte Publicador: Caronte
Tipo: info:eu-repo/semantics/publishedVersion; info:eu-repo/semantics/book
Publicado em //2012 SPA
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Edición facsímil de 1584 de la versión de la Política de Aristóteles realizada por Pedro Simón Abril. Es la primera traducción al castellano del texto realizada directamente del griego.; La pedagogía aristotélica en vulgar de Pedro Simón Abril: estudio de su traducción comentada de la Política de Aristóteles / Paula Olmos Gómez. .-- Los ocho libros de republica del filósofo Aristóteles / Aristóteles ; traducción comentada de Pedro Simón Abril; Reproducción facsímil autorizada del ejemplar de la edición de: Zaragoza, en casa de Lorenço i Diego de Robles Hermanos, 1584, conservado en la Biblioteca Histórica de la UCM [BH FLL Res. 81].; La colección Bibliotheca Sphaerica surge del trabajo conjunto del Seminario de Poética Europea del Renacimiento de la Universitat Autònoma de Barcelona y el Instituto Lucio Anneo Séneca de la Universidad Carlos III de Madrid

Recepción de las éticas y de la política de Aristóteles en las Siete Partidas del Rey Sabio

Ferreiro Alemparte, Jaime
Fonte: Murcia. Universidad de Murcia, Instituto de Derecho Común Europeo Publicador: Murcia. Universidad de Murcia, Instituto de Derecho Común Europeo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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Carecemos hoy de una historia de las ideas éticas en España. En el umbral de esta historia del pensamiento ético-político figurarían «Las Partidas». Al rey sabio le cabe con pleno derecho el título de Aristoteles hispanus, pues representa el eslabón intermedio entre el Aristoteles Arabus y el Aristoteles latinus en los dominios de la ética individual y de la ética social o política de tendencia secularizadora. La autoridad del rey «que fizo las Partidas» fue decisiva para la recepción de estas' ideas a lo largo de toda la Baja Edad Media, alcanzando su apogeo con los humanistas de la Corte de Juan 11, sobre todo don Alfonso de Cartagena y el Dr. Pero Díaz de Toledo. Up to now there has been no history of ethical ideas in Spain. .Las Partidas» would have a place on the threshold of this history of ethical and political thought. The Wise King Alfonso fully deserves the title of Aristoteles Hispanus since he is misway between the Aristoteles Arabus and the Aristoteles Latinus in the realm of individual ethics and social or political ethics which tended towards laicism. The authority of the King «who mude Las Partidas» assured the acceptance of these ideas in the Lower Middle Ages, which reached their apogee in the humanits of the Court of Juan 11. especially Alfonso of Cartagena and Dr. Pero Díaz de Toledo.

A Lógica de Aristóteles : problemas interpretativos e abordagens contemporâneas dos primeiros analíticos; Aristotle's logic : interpretative problems and contemporary approaches to prior analytics

Mateus Ricardo Fernandes Ferreira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/05/2012 PT
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Nesta tese discuto aspectos da logica de Aristóteles que sao ressaltados por abordagens contemporâneas dos Primeiros Analíticos e que mostram uma teoria mais rica e sutil do que tradicionalmente se entende como sendo a lógica aristotelica. Em especial, abordo teses sobre como devem ser compreendidas as proposições categóricas, o que sao precisamente silogismos, o que sao silogismos perfeitos e quais problemas enfrenta a parte da lógica de Aristoteles que lida com proposicoes modais. Nessa direcao, abordo evidencias textuais para duas concepcoes de proposicao categorica e as dificuldades para coaduna-las com as proposicoes singulares. Alem disso, argumento que silogismos devem ser compreendidos como cadeias de predicacoes e que Aristoteles concebe um sistema logico quando procura justificar quais arranjos entre termos formam de fato tais cadeias. Argumento, tambem, que os silogismos perfeitos sao evidentes nesse sistema nao porque considerados indemonstraveis, mas porque podem ser deduzidos a partir de definicoes das proposicoes categoricas e de certas regras gerais, isto e, de regras aplicaveis nao apenas a um tipo de proposicao categorica. Por fim, apresento as caracteristicas gerais e as dificuldades de uma parte da logica de Aristoteles muito pouco associada a logica aristotelica como tradicionalmente entendida: a silogistica modal.; The present dissertation discusses aspects of Aristotle's Logic which are enhanced by contemporary approaches to Prior Analytics and display a logical theory richer and subtler than what traditionally is comprehended as being the Aristotelian Logic. My main claims concern how categorical propositions must be understood...

Matéria em Aristóteles:o problema da Materia Prima no De generatione et corruptione

Chorão, Francisco José Amaral, 1967-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //2008 POR
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Tese de doutoramento, Filosofia (Filosofia Antiga), 2009, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras; A tradição interpretativa entendeu a referência ao substrato dos corpos simples, a que Aristóteles por vezes chama prèth Ûlh (materia prima), como um substrato potencial dos corpos simples, não os próprios elementos a partir dos quais outros se geram, de acordo com a concepção de geração recíproca dos elementos que apresenta no GC. Neste sentido, aquilo que ocorreria como matéria da geração simples de um elemento seria uma materia prima em si mesma indeterminada, apesar de ser um elemento já determinado a transformar-se em outro. Esta interpretação foi posta em causa em estudos recentes, concluindo alguns deles que a matéria a que Aristóteles chama materia prima é cada um dos próprios corpos simples que ocorre como matéria da geração de outro. Com base na nossa proposta de tradução do GC, integrada na presente dissertação, e na análise dos passos que nesta obra são considerados decisivos na avaliação do problema, propomos uma interpretação da noção de materia prima de acordo com as funções para as quais Aristóteles concebeu uma noção de matéria a noção de ser em potência como correlato de ser em acto. Assim...

Mímesis e tragédia em Platão e Aristóteles

Susin, André Luís
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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A presente dissertação visa analisar os conceitos de mimesis e tragédia nas diferentes abordagens dos filósofos Platão e Aristóteles. O problema principal que condiciona a análise é a relação entre, de um lado, as obras de arte e, de outro, a realidade e os juízos morais. Esse problema é estudado através de uma análise dos principais textos nos quais os respectivos filósofos elaboraram suas reflexões sobre o tema, a saber, os livros II-III e X da República de Platão e A Poética de Aristóteles. Nessas diferentes obras vemos progressivamente a elaboração da primeira reflexão ocidental sobre a atividade artística em geral, com ênfase especial sobre a poesia trágica. A polêmica platônica em torno da mimesis e da tragédia tem por objetivo servir de pano de fundo para a compreensão da tese aristotélica de que a ação poética é distinta da ação tal como estruturada na vida, e, isso, em função da prioridade “ontológica” concedida à ação trágica com relação aos caracteres. A tese platônica relativa à arte, é de que a mimesis está na origem da perversão da alma intelectiva e racional capaz de estabelecer a verdade a partir da rememoração da Forma transcendente. Como a tragédia é a imitação da aparência visível das coisas...

Carácter, razón y pasión en la ética de Aristóteles

Vallejo Álvarez, Ximena
Fonte: Pontificia Universidad Javeriana Cali Publicador: Pontificia Universidad Javeriana Cali
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artículo Formato: application/pdf
SPA; ENG
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En el presente artículo pretendemos mostrar brevemente el lugar del deseo, la razón y el carácter en el marco de la explicación teleológica de la acción humana que propone Aristóteles en su Ética Nicomáquea. La cuestión central que orienta nuestra investigación filosófica puede formularse de dos modos: ¿cómo entender la racionalidad del deseo? o ¿qué significa deseo razonado? A fin de ofrecer una posible respuesta a estas cuestiones, resulta indispensable dar un rodeo que nos proporcione algunos elementos para la comprensión y faciliten el entendimiento de la relación que Aristóteles establece entre razón y pasión en su ética; una vez esclarecido el punto anterior, trataremos de presentar algunos aspectos centrales de la filosofía práctica en Aristóteles y, finalmente, expondremos un esquema de interpretación y la explicación que le sirve de fundamento.; In this article we pretend to expose briefly the place of desire, reason and character within the framework of teleological explanation about human reason purposed by Aristotle in his Ethic for Nicomacus. Our philosophical research central question can be formulated in two ways: how to understand the rationality in desire or what means rationalized desire? In order to offer a possible answer to these questions...

O papel do escravo em Aristóteles e Hegel

Nicuia, Eurico Jorge
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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A presente dissertação tem por objetivo analisar o papel do escravo em Aristóteles e em Hegel, tendo presente os contextos histórico-filosóficos da escravidão no primeiro capítulo; bem como a abordagem filosófica da escravidão em Aristóteles e em Hegel no segundo capítulo; finalmente, debruçar-se-á sobre o papel do escravo nos dois filósofos, no terceiro capítulo onde destacamos os seguintes: i) doméstico, o único papel descrito por Aristóteles porque o escravo não participava de outras atividades da cidade ii) lógicoontológico ou a relação interdependente entre as duas consciências-de-si que buscam a certeza-de-si através do aparecer da outra consciência, pela submissão e trabalho da consciência escrava que constituem as formas de luta pela sobrevivência de ambas as consciências. Por conseguinte, ainda neste papel, aborda-se a dimensão social da pessoa humana através da categoria da alteridade, pois é inconcebível o “Eu” sem a existência do “Outro”; iii) ético-político, a partir da teoria do reconhecimento - uma teoria filosófica moderna que conta com a categoria da intersubjetividade que torna possível a formação da consciência individual, o reconhecimento dos sujeitos na sociedade e no Estado e à conquista da liberdade; iv) gnosiológico a partir da dialética entendida como método e sistema científico a partir dos três momentos da evolução do conhecimento: tese...

EMPÉDOCLES, ARISTÓTELES E OS ELEMENTOS; EMPÉDOCLES, ARISTÓTELES E OS ELEMENTOS

De Santoro Moreira, Fernando José; Universidade Federal do Rio de Janeiro
Fonte: Laboratório OUSIA Publicador: Laboratório OUSIA
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 25/07/2012 POR
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We want to raise some issues about the Aristotelian thesis of Empedocles’ materialism based from the idea of element. The term "element" does not appear in the poem, so the first question is whether it really makes sense to speak of "elements" in the physics of Empedocles. I Observe, in parallel, that the idea of element has at least two possible readings, and both can be found in the first book of Aristotle's Metaphysics: a reading considering time, which we find in its definition (983b 6-11), and another reading considering space appearing in the presentation of atomistic philosophy which makes an analogy with the letters of the alphabet (985b 15-19). This also appears in another treatise, De generatione et Corruptione (315b9-15), in which the interlocutors of Aristotle are italics thinkers – and especially Empedocles and the atomists. Aristotle criticises Empedocles’ disavoyment on the reality of generation and corruption, for the latter says that there is neither birth nor death, but only mixing and krasis (DK 31 B8). Aristotle based his criticism on a conception of subsistence or not of the essence (οὐσία). Besides the changes of qualitative, quantitative and spatial order, which can be explained according to the theories of differences in elemental composition of the atomists...

Aristotle, inesse, Leibniz; Aristóteles, inesse, Leibniz

de Castilho Moreira, Vivianne; Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2014 POR
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On several occasions, Leibniz draws on Aristotle’s authority to corroborate his thesis of truth as the inherence of predicate to the subject of proposition. It is not, however, clear to what extent the Aristotelian philosophy could offer support to this claim. Indeed, it is generally agreed to Aristotle a different conception of truth, as a correspondence of the proposition to the reality that it is intended to describe. Without discussing the well-known theory of truth as correspondence, this work is dedicated to investigate to what lengths the writings of Aristotle endorse Leibniz’s claims. To that end, this investigation will be focused on Prior and Posterior Analytics, works in which Aristotle lays out his theory of reasoning and demonstration. The aim is to ascertain whether, and under what conditions, the notion of inherence we find there can be assimilated to Leibniz’s notion of inherence.  ; Em diversas ocasiões, Leibniz recorre à autoridade de Aristóteles a fim de roborar sua tese da verdade como inerência do predicado ao sujeito da proposição. Não é, contudo, evidente em que medida a filosofia aristotélica poderia oferecer amparo a essa reivindica- ção. Afinal, a Aristóteles tradicionalmente se atribui uma concepção de verdade diferente...

Aristotle and money: the standing of his thought in the apogee of financial markets; Aristóteles y el dinero: la vigencia de su pensamiento en tiempos de mercado financiero; Aristóteles e o dinheiro: a vigência do seu pensamento em tempos de mercado financeiro

Giglio, Julián; Universidad Nacional de La Plata, Buenos Aires
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Resenha; ; Formato: application/pdf
Publicado em 10/12/2013 POR
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BORISONIK, Hernán. Dinero Sagrado. Política, economía y sacralidad en Aristóteles. Miño y Dávila Editores. Buenos Aires, 2013, 327 páginas. Aristóteles, Historia Económica, Dinero; BORISONIK, Hernán. Dinero Sagrado. Política, economía y sacralidad en Aristóteles. Miño y Dávila Editores. Buenos Aires, 2013, 327 páginas; http://dx.doi.org/10.5007/1807-1384.2013v10n2p424Resenha do livro:BORISONIK, Hernan. Dinero Sagrado. Política, economía y sacralidad en Aristóteles. Miño y Dávila Editores. Buenos Aires, Argentina, 2013, 327 páginas.

La peirástica socrática de Aristóteles

Mombello, Eduardo H.; Universidad Nacional del Comahue - CONICET
Fonte: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental Publicador: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Dossiê; Formato: application/pdf
Publicado em 08/04/2015 SPA
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El propósito de este ensayo es presentar una lectura de los pasajes principales en los que Aristóteles deja ver qué comprende por πειραστική: una noción que los intérpretes consideran que él recortó sobre el perfil filosófico de Sócrates y su élenchos. Frente a una cantidad de dificultades presentadas por perspectivas influyentes, argumentaré que no hay razones para considerar que Aristóteles habría diferenciado la peirástica de la dialéctica ni por la forma de sus silogismos ni porque sus puntos de partida tengan una naturaleza diferente de los éndoxa. Por el contrario, defenderé la tesis de que la peirástica puede ser vista como un cierto conocimiento experto que en la práctica se hace manifiesto como un momento refutatorio exitoso de la dialéctica filosóficamente aplicada: aquel en el cual la dialéctica stricto sensu se vuelve reluctante a la pérdida del rumbo en la búsqueda de los principios del conocimiento experto que representa la amenaza sofística de la sabiduría aparente sobre un asunto dado. Intentaré mostrar cómo parte de la actividad – dialéctica a los ojos de Aristóteles – de Sócrates se ajustaba a varios requerimientos de su arte inferencial de Tópicos. Sugeriré que ello no significa que Aristóteles haya edificado la peirástica sobre el élenchos socrático...