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"A argumentação no ensino superior de química: investigando uma atividade fundamentada em estudos de casos"; "Argumentation in undergraduate chemistry teaching; investigating a pedagogical strategy based on case studies"

Sá, Luciana Passos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/02/2006 PT
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37.21%
Estudos têm demonstrado a importância da argumentação na Educação em Ciências, sendo que particular atenção tem sido dedicada à argumentação em torno de questões sócio-científicas. No entanto, as evidências indicam que a argumentação ocorre somente em situações nas quais as interações aluno-aluno são permitidas e encorajadas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial do método Estudo de Caso para promover a argumentação em salas de aulas de ciências. O método Estudo de Caso é amplamente utilizado como ferramenta de ensino em cursos de administração, medicina e direito. No formato adotado neste estudo os alunos trabalharam em grupo e sozinhos, tanto em sala de aula, quanto em casa. Após terem recebido os casos, estudantes de graduação em química solucionaram uma série de questões que foram elaboradas com o intuito de guiá-los sobre questões relevantes relacionadas a questões ambientais, econômicas e da área de química. O processo culminou nas apresentações orais de cada um dos grupos sobre as possíveis soluções para os casos. As apresentações dos grupos ajudaram os alunos no desenvolvimento de habilidades de comunicação oral. A qualidade dos argumentos por eles produzidos foi avaliada com base no Padrão de Argumento Proposto por Toulmin (TAP). O TAP trata da natureza de um argumento em termo de componentes como: conclusão...

Desenvolvimento do conhecimento pedagógico do conteúdo para argumentação (PCKarg) de um professor de química recém formado; Development of Pedagogical Content Knowledge of scientific argumentation (PCKarg) of an early career chemistry teacher.

Moreira, Wagner Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 09/03/2015 PT
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No presente trabalho foi investigado o desenvolvimento do Conhecimento Pedagógico do Conteúdo para o ensino de argumentação científica (PCKarg) de um professor de Química recém formado (PQRF). Objetivou-se investigar o desenvolvimento do PCKarg desse professor desde sua formação inicial até seu envolvimento com um professor experiente (PQ) e um grupo de quatro professoras do Ensino Fundamental I em atividades envolvendo processos de argumentação e ensino investigativo. Para isso, foi apresentado a PQRF o contexto em que quatro professoras polivalentes lecionavam "Ciclo da água" e "Evaporação" no 3º ano do Ensino FundamentaI I. Dentro desse contexto cabe destacar a influência do material didático escrito empregado pelas professoras - suas concepções acerca do ensino de Ciências e propostas de aulas experimentais - e a influência das concepções e do discurso de uma professora especialista formada em Biologia (PB) sobre a prática docente dessas professoras. Após PQ e PQRF assistirem e analisarem registros audiovisuais de aulas que ocorreram em sala de aula e no laboratório didático, eles (re)planejaram, com base no contexto das aulas, uma intervenção que tinha como objetivo engajar as professoras polivalentes em processos de argumentação e ensino investigativo. Na sequência...

A carta argumentativa e uma dissertação modificada? : um estudo sobre estrategias mobilizadas na argumentação da carta no Vestibular da Unicamp; Is argumentative letter a modified dissertation? : a study about argumentative strategies in the letter in Unicamp Vestibular

Daniela Campos de la Nuez
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2007 PT
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Este trabalho analisa alguns recursos e estratégias que caracterizam a argumentação na carta argumentativa no Vestibular da Unicamp, diferenciando-a, assim, da argumentação desenvolvida na dissertação. Para isso, primeiramente, é apresentada uma exposição geral do contexto e da organização do Vestibular da Unicamp e, mais especificamente, da Prova de Redação, a partir do material produzido pela Comissão Organizadora do Vestibular da Unicamp (COMVEST). O objetivo é entender quais são os objetivos e expectativas que permeiam a produção da carta argumentativa. Em segundo lugar, é feita uma análise das propostas de carta argumentativa de 1987 a 2007, visando alguns elementos mobilizados na produção da carta. O objetivo dessa analise é mostrar a influência da organização das propostas na produção da carta argumentativa, mais precisamente, na argumentação. Pode-se verificar que as propostas incitam a mobilização de algumas estratégias e recursos na argumentação desenvolvida na carta, diferenciando-a da argumentação desenvolvida na dissertação. Pode-se verificar, ainda, que algumas mudanças ocorridas na organização da Prova de Redação no ano de 2004, especificamente em relação à organização da Coletânea de Textos...

Argumentação constitucional : um estudo sobre a deliberação nos tribunais constitucionais

Vale, André Rufino do
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
POR
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Universidad de Alicante, 2015.; Texto parcialmente liberado pelo autor. Conteúdo restrito: capítulo 1 ao 8 e conclusão.; Os tribunais constitucionais estão atualmente difundidos e consolidados institucionalmente na maioria das democracias, de modo que o debate sobre a legitimidade democrática da jurisdição constitucional não deve mais se concentrar exclusivamente na questão normativa sobre que tipo de poder devem ter esses tribunais, mas também deve envolver o problema sobre como eles de fato exercem esse poder, o que suscita a análise de suas práticas de decisão e de argumentação, que hoje representam um elemento fundamental de sua autoridade e credibilidade institucionais e reivindica um papel teórico crucial das teorias do discurso e da argumentação jurídica. Essas teorias, porém, sempre se caracterizaram por serem essencialmente normativas e analíticas e focarem na justificação das decisões pelo juiz individual. Esta tese de doutorado constrói algumas bases de uma teoria da argumentação jurídica que seja mais empírica para compreender como os tribunais constitucionais de fato argumentam e decidem, e mais pragmática para oferecer propostas de aperfeiçoamento institucional. O foco de análise incide não na fundamentação desenvolvida de forma monológica nos textos das decisões...

Do juízo à acção : pragmática das condições a priori da argumentação no ensino da filosofia

Barroso, João Pedro dos Reis
Fonte: Porto : [Edição do Autor] Publicador: Porto : [Edição do Autor]
Tipo: Dissertação
POR
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Esta investigação-acção tem com âmbito de estudo a argumentação no ensino da Filosofia. Neste panorama temático, é fundamental estabelecer e investigar as condições a priori da argumentação, de modo a desenvolver práticas argumentativas no ensino da Filosofia no ensino secundário. Neste sentido, é necessário responder à seguinte questão: Será que as condições da argumentação são pressupostos a priori da compreensão e do entendimento, ou desenvolvem-se a posteriori nos processos dialógicos? A identificação de condições fundamentais para a argumentação, e compreensão intersubjectiva, é importante para o desenvolvimento das competências de problematização e argumentação dos sujeitos da comunidade de comunicação. Esta comunidade de comunicação é constituída por quatro tuImas de Filosofia dos 100 e 110 anos da Escola Secundária Carolina Michäelis. O desenvolvimento destas condições decorre na argumentação pragmática no contexto de sala de aula. As condições a priori da argumentação são justificadas pela pragmática do uso dos argumentos utilizados pelos intervenientes da comunidade de comunicação. Assim, são as aplicações argumentativas que determinam a importância das condições a priori da argumentação na compreensão intersubjectiva.

Contributos da interacção entre pares, em aulas de ciências, para o desenvolvimento de competências de argumentação

Almeida, Paulo; César, Margarida
Fonte: Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação Publicador: Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2007 POR
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Numa época em que se defende a “cientifização” da cidadania (Santos, 2005), é essencial que se promovam práticas de sala de aula que desenvolvam competências diversas, como a argumentação, Dessa forma, o sistema educativo estará a contribuir para desenvolver nos cidadãos a capacidade de avaliação crítica, através da análise de diferentes argumentos apresentados em relação a questões científicas controversas, permitindo-lhes tomar posições de uma forma democrática, responsável e cientificamente sustentada. Consideramos que a implementação de práticas de trabalho colaborativo envolvendo, nomeadamente, a interacção entre pares, em sala de aula, poderá ser um contributo importante para o desenvolvimento deste tipo de competências. O presente trabalho insere-se no âmbito do projecto Interacção e Conhecimento, que integra turmas de diferentes disciplinas (Matemática, Filosofia, Ciências) e procura, através de implementação de práticas pedagógicas inovadoras – trabalho colaborativo – compreender a realidade complexa e dinâmica das interacções sociais em sala de aula. Havendo um carácter interventivo subjacente a este estudo, optámos por realizar um projecto de investigação-acção, seguindo uma abordagem historico-culturalmente situada...

A argumentação na aula de matemática: um estudo colaborativo

Ramos, Cristina Maria Fernandes
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Tese de mestrado, Educação (Didáctica da Matemática), Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2009; Este estudo pretende contribuir para a compreensão do trabalho do professor relativamente à argumentação na aula de Matemática, identificando as suas dificuldades e estratégias e procurando perceber o contributo que o trabalho colaborativo, assente na reflexão, tem no seu desenvolvimento profissional. Neste estudo entende-se a argumentação na aula de Matemática como um processo social e discursivo que envolve a discussão sobre ideias, convergentes ou não, com o objectivo de justificar e convencer. A metodologia é interpretativa-qualitativa, e baseada num trabalho colaborativo. Os participantes nesta investigação são a professora Rita e a sua turma do 7.º ano de escolaridade. Os dados recolhidos têm como principais fontes as sessões de trabalho colaborativo (pré e pós aula), as aulas de Rita e as suas reflexões escritas. Os resultados mostram que a valorização pelo professor da argumentação na sala de aula é um factor determinante na sua promoção. Esta valorização tem consequências na planificação das aulas, contemplando momentos de trabalho dos alunos e de discussão colectiva, e na condução do discurso da aula...

Retórica e argumentação no ensino da filosofia

Silva, José Manuel Teixeira
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2012 POR
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Este trabalho foca a problemática das relações estreitas entre Retórica e Argumentação, Filosofia e Ensino. O seu centro de interesse está, sobretudo, no modo como se estabeleceram ao longo da história ocidental os entrelaçamentos e resiliências necessários à sua própria sobrevivência e o processo pelo qual nos chegaram até aos dias de hoje. Sublinhar a importância da Retórica e da Argumentação é relevante pois na complexidade do mundo contemporâneo a capacidade de discernir níveis de discussão, linhas de argumentação, e finalmente, de lhes opor novos argumentos, é condição essencial para uma cidadania participativa e informada. Retórica e Argumentação no ensino da Filosofia pretende explorar o potencial e benefícios do treino retórico – ainda que incipiente – junto dos estudantes do ensino secundário, a partir da abertura para estas matérias deixada pelos programas de filosofia em vigor. A ligação entre retórica e democracia (Fidalgo, 2008), retórica e ação responsável, retórica e cidadania, e retórica como arma contra a propaganda, mas também o populismo e a demagogia, é algo que pretendo explorar neste trabalho, enfatizando a sua relação com os programas de Filosofia do Ensino Secundário...

Alfabetização científica e argumentação escrita nas aulas de ciênciais naturais: pontos e contrapontos

Marinho Rocha de Lira, Magadã; Martins Teixeira Macedo, Francimar (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Este trabalho apresenta resultado da investigação que teve como objeto a relação entre a argumentação escrita e a alfabetização científica. A pesquisa foi realizada através da análise de 16 cartas argumentativas produzidas por crianças do segundo ano do ensino fundamental de uma escola da rede particular de ensino da cidade do Recife. Na análise, quando necessário, traçamos um paralelo entre momentos provenientes da argumentação oral e da escrita, buscando respaldar nossas considerações a cerca do objeto investigado. Fundamentamos nosso trabalho na concepção de língua como interação proposta por Bakhtin (2003) e concebemos a argumentação como condução mediadora de pontos de vista, e por isso entendida como prática indispensável nas aulas de ciências. A compreensão dos conhecimentos científicos sistematizados nestes espaços perpassa o processo de alfabetização científica e assumem a argumentação como poderosa ferramenta na construção do pensamento científico (CAPECCHI; CARVALHO, 2000). Nas produções escritas dos alunos, identificamos os elementos constituintes da argumentação segundo o modelo de Toulmin (2006 [1958]) e caracterizamos os indicadores da alfabetização científica propostos por Sasseron (2008)...

Argumentação em sala de aula: um caminho para o desenvolvimento da auto-regulação do pensamento

Regina de Chiaro Ribeiro Rodrigues, Sylvia; Leitão Santos, Selma (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O presente estudo investiga possibilidades de desenvolvimento da auto-regulação do pensamento a partir de situações de argumentação em sala de aula. O pressuposto principal deste estudo está na dimensão inerentemente metacognitiva deste tipo específico de discurso, a argumentação, proposta por Leitão (2002). A autora sugere que a argumentação traz em sua própria organização discursiva a possibilidade de promover a constituição de uma reflexão a nível metacognitivo, levando os indivíduos envolvidos a um movimento de auto-regulação do próprio pensamento. Dentre as possibilidades de investigação a respeito da articulação entre argumentação e metacognição, o que este estudo busca trazer de singular é a articulação entre este tipo específico de discurso e a função metacognitiva auto-regulatória de monitoramento do pensamento. O monitoramento, enquanto acompanhamento reflexivo que regula o desenvolvimento dos próprios pensamentos, permite ao indivíduo a organização e ajuste do pensamento, mantendo-o como está, elaborando-o ou reconstruindo-o, sempre que necessário. Sendo assim, a manutenção, elaboração e reconstrução do pensamento são concebidas neste estudo enquanto os resultados possíveis de movimentos regulatórios do pensamento...

Argumentação e construção do conhecimento: análise retórica dos acordos e adesões em uma sala de aula de história

Edmar Pereira Neto, Francisco; Leitão Santos, Selma (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O objetivo dessa pesquisa é investigar a relação entre argumentação e a construção do conhecimento em sala de aula, sob um ponto de vista retórico. Nossa hipótese procura relacionar os pontos de convergências na argumentação, ou seja, os acordos e as adesões, e o compartilhamento de significados. No primeiro capítulo, apresentamos os princípios do nosso trabalho retirados da lingüística pragmática, no que diz respeito à questão de entender a linguagem como ação; da psicologia sócio-histórica, que nos permite pensar a relação entre cognição e linguagem; e da psicologia do discurso, a qual nos ajuda a compreender as especificidades do discurso em sala de aula. No segundo capítulo, apresentamos, em primeiro lugar, as teorias da argumentação e os estudos que relacionam construção do conhecimento e argumentação, porém focalizam a dialética como característica principal. Em um segundo momento, discutimos os estudos de Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996) que enfatizam os acordos e as adesões e os colocam como elementos necessários para o desenvolvimento da argumentação. A análise empírica foi feita em uma turma de quinta série do Ensino Fundamental. A unidade de análise desenvolvida por nós consistia no relacionamento do ponto de vista ou da justificativa do orador (ou proponente do argumento) com o ponto de vista da audiência (ou por aquele que reage ao argumento). A análise dos resultados nos indicou que em uma sala de aula se busca muito mais aumentar a adesão dos alunos às teses já aderidas do que persuadi-los a novas teses. Encontramos indícios de que a argumentação em sala de aula é usada como instrumento de avaliação do grau de adesão às idéias selecionadas para o ensino-aprendizagem formal. Por último...

Argumentação e desenvolvimento cognitivo: emergência e estabilização de condutas protoargumentativas

Vasconcelos, Angelina Nunes de; Leitão, Selma (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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A presente dissertação focaliza a gênese de condutas protoargumentativas, mais especificamente condutas proto-opositivas. Para tanto, define protoargumentação enquanto aquelas ações infantis interpretadas pelos adultos como afirmações de desejos, vontades e propósitos (proto-asserções) ou oposição a desejos, vontades, propósitos e comandos de outros (proto-oposições). As quais, hipotetiza-se, constituem antecedentes das ações verbais de defesa de pontos de vista e contraposição a pontos de vista de outros,movimentos constituintes da argumentação (Leitão, 2010). A argumentação, por sua vez, é definida enquanto atividade cognitivo-discursiva específica caracterizada pela oposição e consequente tentativa de negociação entre perspectivas distintas. O foco na argumentação,nos estudos da cognição humana, fundamenta-se na compreensão de que os movimentos dialógicos inerentes à argumentação (defesa de pontos de vista e resposta a oposições) caracterizam o processo argumentativo como eminentemente reflexivo, tendo papel fundamental nos processos de constituição do conhecimento, bem como no desenvolvimento do pensamento reflexivo (Leitão, 2007). Assume-se, portanto, que a investigação da gênese das condutas protoargumentativas...

Os operadores na argumentação do discurso

Santos, Noemi Luciane dos
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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O objetivo deste trabalho é analisar o papel dos operadores – modificadores e internalizadores - no movimento argumentativo do discurso, à luz da Teoria da Argumentação na Língua, utilizando principalmente os conceitos da sua forma mais atual, a Teoria dos Blocos Semânticos, desenvolvida por Marion Carel e Oswald Ducrot. Para a concretização do trabalho, foram construídas três hipóteses, dentre as quais destaca-se a do construtor, conceito cuja função contrasta com a função do operador na argumentação no discurso. Uma palavra Y (advérbio ou adjetivo) é considerada construtor em relação a X (verbo ou substantivo) se a argumentação interna da expressão XY contiver palavras plenas da argumentação interna de X e da argumentação interna de Y. Sua função é construir um novo sentido para XY, e não apenas reorganizar seus aspectos, como é a função dos operadores. A opção pelo arcabouço teórico deve-se ao fato de que a teoria se inscreve no âmbito das teorias enunciativas e por isso permite analisar a linguagem em uso. Segundo a Teoria da Argumentação na Língua, a argumentação está inscrita nas palavras da língua, e por isso estas orientam o sentido de um enunciado ou de um discurso. O corpus analisado é composto por cinco textos...

Fundamentos filosóficos da teoria da argumentação na língua: um estudo sobre a teoria dos topoi e a teoria dos blocos semânticos

Bez, Alessandra da Silveira
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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Teoria da Argumentação na Língua: é a partir da língua que o locutor é capaz de argumentar. Esse “argumentar”, que busca o sentido no intralinguístico, constitui a tese defendida pela teoria semântico-argumentativa desenvolvida por Oswald Ducrot, Marion Carel, Jean-Claude Anscombre e colaboradores, desde meados da década de 1970, ancorada por suas bases filosóficas, ou seja, por suas hipóteses externas, e realizada por suas hipóteses internas, ou seja, por suas ferramentas linguísticas. Esse novo olhar sobre a língua e seu uso é uma resposta à lógica e à argumentação retórica que buscam a semantização na realidade e nas condições de verdade e de falsidade. O objetivo principal deste trabalho não é fazer uma comparação entre a Teoria da Argumentação na Língua e a lógica, mas é mostrar como a própria Teoria da Argumentação na Língua apresentou, em sua Teoria dos Topoi, recursos lógicos e extralinguísticos, afastando-se de suas hipóteses externas, e como a Teoria dos Blocos Semânticos resgatou esse estatuto intralinguístico, radicalizando essas mesmas hipóteses externas.A metodologia deste trabalho contempla uma análise crítico-reflexiva sobre a Teoria dos Topoi e a Teoria dos Blocos Semânticos a partir das hipóteses externas da Teoria da Argumentação na Língua. Dessa forma...

Saberes docentes de argumentação: dinâmicas de desenvolvimento na formação inicial de professores de ciências; Saberes docentes de argumentação: dinâmicas de desenvolvimento na formação inicial de professores de ciências

Lourenço, Ariane Baffa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/05/2013 PT
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37.36%
A formação inicial de professores é um momento de suma importância, pois deve fornecer ao licenciando a base teórica dos conteúdos da sua futura área de atuação, e vivências de metodologias que possam usar em sala de aula para potencializar o processo de ensino-aprendizagem. Dentre as temáticas metodológicas destacamos a argumentação, visto que por nossa experiência como formadores de professores, temos notado que poucas são as habilidades dos licenciandos em desenvolver ações que possam promover um ambiente argumentativo em sala de aula. Assim, nesta pesquisa nossos objetivos são estudar as contribuições, de uma dinâmica de formação vinculada ao Estágio Curricular Supervisionado no desenvolvimento de uma prática docente reflexiva e a suscitação e compartilhamento de saberes docentes referentes ao uso da argumentação em sala de aula. Pretendemos assim, contribuir com o planejamento e desenvolvimento de ações nos cursos de formação inicial de professores que venham a preparar o licenciando a abordarem estratégias argumentativas em sala de aula. A pesquisa foi desenvolvida com seis licenciandos de um curso de Licenciatura em Ciências Exatas que cursavam a disciplina de Prática do Ensino de Química. Na referida disciplina...

As TIC no desenvolvimento da capacidade de argumentação dos alunos do 9º ano na aprendizagem de Geometria

Fernandes, Ana Cristina Pires
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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37.25%
Dissertação de mestrado em Ciências da Educação (área de especialização em Supervisão Pedagógica na Educação Matemática); Este estudo pretende analisar como se desenvolve a capacidade de argumentação de alunos do 9.º ano, no estudo do tema de Geometria, através da resolução de tarefas de natureza exploratória e investigativa com recurso às TIC. A investigação segue uma abordagem de natureza qualitativa com um design de estudo de caso com alunos de desempenhos escolares diferentes – bom (Júlia e Nélia), suficiente (Anita e Filipa) e insuficiente (Diana e Mara) – e que procura responder às questões: (1) Como argumentam os alunos as suas ideias e discutem as argumentações de outros? Que dificuldades manifestam em argumentar as suas ideias? (2) Que perspetivas têm os alunos sobre a argumentação matemática e a aprendizagem da Geometria com recurso a ambientes de geometria dinâmica e a tarefas de exploração e de investigação? A recolha de dados foi realizada através de um questionário, registos escritos pelos alunos, transcrições das aulas gravadas em formato áudio-vídeo, notas de campo e uma entrevista. A informação para analisar o estudo de caso foi organizada em três momentos: antes...

A história da matemática no fomento de uma cultura de argumentação em sala de aula

Gil, Paulo Duarte Bastos
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em 09/07/2013 POR
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37.34%
Tese de doutoramento em Ciências da Educação (área de especialização em Educação Matemática); Nesta investigação, explora-se e analisa-se a integração de tarefas do âmbito da história da matemática como forma de promoção de uma cultura de argumentação matemática em contexto de sala de aula. Este estudo em educação matemática encontra um suporte teórico em duas áreas distintas: história da matemática e argumentação matemática. Na primeira, procuram-se evidenciar as razões e os benefícios da integração da história da matemática em contexto de sala de aula, tendo em consideração os argumentos apontados por diversos matemáticos e investigadores. Na segunda, procede-se a uma análise do papel da argumentação na educação matemática ao nível da classificação de argumentos, formas de argumentação e tipos de estrutura de argumentação, para além de se proceder uma abordagem histórica sobre o papel da argumentação em matemática. A metodologia adotada neste estudo, de caráter qualitativo, insere-se no paradigma interpretativo estruturando-se num estudo de caso, uma vez que se pretende analisar o modo como a integração de tarefas do âmbito da história da matemática, em contexto de sala de aula...

Práticas avaliativas da capacidade de argumentação matemática de alunos do ensino secundário:um estudo com professores de matemática A

Monteiro, Maria do Rosário Contente, 1954-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2013 POR
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37.25%
Tese de doutoramento, Educação (Didática da Matemática), Universidade de Lisboa, Instituto de Educação, 2013; Esta investigação teve por objetivo estudar, em contexto colaborativo, práticas avaliativas dos professores sobre a argumentação matemática de alunos do ensino secundário, procurando compreender os aspetos que contribuem para a elaboração de tarefas promotoras do desenvolvimento desta capacidade, as dificuldades com que o professor se debate durante o processo de avaliação reguladora, concretizado, em particular, através de escrita avaliativa ou feedback dado ao aluno e os processos de articulação usados pelo professor, entre a avaliação formativa e a sumativa.O quadro de referência teórico integra dois temas: argumentação e avaliação. Procurámos aprofundar e clarificar os conceitos de argumentação em matemática e demonstração, a partir da perspetiva de vários investigadores e clarificar o significado de duas modalidades de avaliação – formativa e sumativa –, procurando e discutindo o sentido de avaliação com intencionalidade reguladora das aprendizagens dos alunos, bem como a melhor forma de a operacionalizar.A investigação seguiu uma metodologia de natureza interpretativa, com design de estudo de caso. A recolha de dados foi realizada durante o ano letivo 2009/10...

Retórica, teoria da argumentação e pathos : o problema das emoções no discurso jurídico

Santos, Marcelo Fernandes Pires dos
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertaçao (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-graduação em Direito, 2015.; O projeto de racionalidade construído pela atual Teoria da Argumentação Jurídica é marcado, fundamentalmente, por um forte silêncio a respeito das emoções, um tema que passou a ser considerado, nos tempos atuais, um indiferente teórico, embora, tradicionalmente, tenha sido vinculado ao estudo do discurso e da ética desde a Antiguidade. Essa moderna lacuna teórica tem por consequência a preocupante incapacidade do atual estudante e profissional do direito de localizar, de avaliar e de refletir a presença das emoções na argumentação e, mais amplamente, na prática jurídica. Este estudo objetiva compreender por que as emoções saíram de cena da Teoria da Argumentação Jurídica e tentar fornecer razões para que elas sejam novamente estudadas. Assim, é preciso investigar se elas seriam compatíveis com uma argumentação jurídica racional e, mais amplamente, com a explanação do sistema jurídico. Para atingir tal objetivo, este estudo parte da filosofia antiga, mais especificamente do pensamento de Aristóteles e da escola estoica, a fim de entender como ambos integraram a temática das emoções na sua ética e na sua retórica. Em seguida...

Retórica, teoria da argumentação e pathos : o problema das emoções no discurso jurídico

Santos, Marcelo Fernandes Pires dos
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertaçao (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-graduação em Direito, 2015.; O projeto de racionalidade construído pela atual Teoria da Argumentação Jurídica é marcado, fundamentalmente, por um forte silêncio a respeito das emoções, um tema que passou a ser considerado, nos tempos atuais, um indiferente teórico, embora, tradicionalmente, tenha sido vinculado ao estudo do discurso e da ética desde a Antiguidade. Essa moderna lacuna teórica tem por consequência a preocupante incapacidade do atual estudante e profissional do direito de localizar, de avaliar e de refletir a presença das emoções na argumentação e, mais amplamente, na prática jurídica. Este estudo objetiva compreender por que as emoções saíram de cena da Teoria da Argumentação Jurídica e tentar fornecer razões para que elas sejam novamente estudadas. Assim, é preciso investigar se elas seriam compatíveis com uma argumentação jurídica racional e, mais amplamente, com a explanação do sistema jurídico. Para atingir tal objetivo, este estudo parte da filosofia antiga, mais especificamente do pensamento de Aristóteles e da escola estoica, a fim de entender como ambos integraram a temática das emoções na sua ética e na sua retórica. Em seguida...