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Erupção dos terceiros molares/ apinhamento tardio dos incisivos inferiores – sim ou não?

Ribeiro, Ana Isabel Amorim
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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27.69%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Medicina Dentária; Durante anos, diversos autores defenderam que o processo de erupção dos terceiros molares (3Ms) exercia pressão nos dentes adjacentes, provocando o apinhamento tardio dos incisivos inferiores, também designado pela população geral como “dentes encavalitados”. Desde então, a erupção e a extração profilática destes dentes tem sido alvo de controvérsia entre os clínicos, principalmente entre Cirurgiões e Ortodontistas. Tendo em conta a controvérsia gerada por este tema, propôs-se avaliar, se ainda hoje esta se mantém, pelo que a escolha do nosso tema recaiu precisamente nesta temática, tendo como objetivo a resposta à seguinte questão: “A Erupção dos terceiros Molares é responsável pelo apinhamento tardio dos incisivos inferiores- Sim ou Não?” Materiais e Métodos: Neste estudo, fez-se inquéritos aos alunos do primeiro ao quinto ano, do regime diurno e noturno e aos docentes de Medicina Dentária da Faculdade Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa. Foi efetuada uma pesquisa na base de dados onile Pubmed, B-on e Sience diret...

Influência dos Terceiros Molares na Estabilidade do Tratamento Ortodôntico

Seixas, Natália Andrea Pereira
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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27.19%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Medicina Dentária; Os terceiros molares, são os últimos a aparecer na cavidade oral, o que leva a algum misticismo sobre eles. Desde a antiguidade têm sido atribuídas a estas peças dentárias várias alterações filogenéticas, atribuição esta, não consensual no meio académico, originando por sua vez diferentes corrente sobre o tema. As diferentes opiniões e ao mesmo tempo, o fato do 3ºM ser um dente diferente de todos os outros, foi a razão, do tema escolhido por nós recair sobre esta peça dentária, tendo como objetivo ao longo do trabalho responder à questão: “Os terceiros molares influenciam a estabilidade do tratamento ortodôntico”. Materiais e Métodos: Neste trabalho, realizou-se uma pesquisa bibliográfica em várias bases de dados, como a Pubmed, Science-Direct e a B-on, cujos critérios de inclusão foram: idioma restringido a inglês, Espanhol e Alemão, com limite temporal posterior a 2004. Conclusão: Com a presente revisão bibliográfica, podemos concluir, que embora seja atribuída aos terceiros molares a responsabilidade de várias alterações...

Estudo da recidiva do apinhamento ântero-inferior de casos tratados ortodonticamente sem extrações no arco inferior e mecânica Edgewise, na fase pós-contenção

Freitas, Karina Maria Salvatore de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/02/2002 PT
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28.18%
O tratamento ortodôntico possui diversos objetivos, sendo que um dos mais importantes é a estabilidade das correções alcançadas, entretanto, após várias décadas de estudos, evidenciou-se que a estabilidade do alinhamento dos dentes é altamente variável e amplamente imprevisível. Considerando que é de grande valia para os ortodontistas a possibilidade de previsão das prováveis alterações no período pós-tratamento, decidiu-se investigar, neste estudo, a recidiva do apinhamento ântero-inferior. A amostra utilizada consistiu-se de 40 pacientes leucodermas, de ambos os gêneros, com más oclusões de Classe I ou II, tratados com mecânica Edgewise e sem extrações no arco inferior. Avaliaram-se os modelos de estudo e as telerradiografias laterais dos pacientes nas fases inicial e final de tratamento e póscontenção (em média 5 anos pós-tratamento). Avaliou-se, então, a presença de associações entre a recidiva do apinhamento ântero-inferior e os seguintes fatores: o aumento das distâncias intercaninos e intermolares, o aumento do comprimento do arco, o gênero dos pacientes, a realização de extrações no arco superior, a realização de desgastes interproximais no segmento ântero-inferior, o tipo de má oclusão inicial...

Estabilidade da correção do apinhamento ântero-inferior na má oclusão de classe II de angle tratada com extração de dois e quatro pré-molares ; Stability of the lower anterior crowding correction, in angle class II malocclusion patients treated with two and four premolars extractions

Busato, Mauro Carlos Agner
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2003 PT
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27.82%
O objetivo desse estudo foi comparar a estabilidade de correção do apinhamento ântero-inferior, em pacientes portadores de má oclusão Classe II de Angle, que haviam se submetido à tratamento ortodôntico com duas ou com quatro extrações de pré-molares. Para tanto, foram selecionados 66 pacientes que apresentavam inicialmente uma má oclusão de no mínimo meia Classe II, e que foram tratados com uma das formas de tratamento propostas. Esses pacientes foram divididos em dois grupos, sendo o grupo 1 (pacientes tratados com extração de dois pré-molares superiores), constituído de 19 pacientes, com idade média de 14,04 anos; e o grupo 2 (pacientes tratados com extração de quatro pré-molares) composto de 47 pacientes, com idade média de 13,03 anos. Para verificação das diferenças entre os grupos da recidiva do apinhamento inferior, utilizou-se o Índice de Irregularidade de Little, medindo-se os modelos referentes às fases pré-tratamento, pós-tratamento, e em média cinco anos após o final do tratamento ativo. Adicionalmente, realizou-se avaliações do comportamento da largura e do comprimento do arco inferior, durante o período do tratamento e pós-tratamento, buscando-se evidenciar possíveis diferenças entre as duas abordagens terapêuticas. As alterações do índice de Little e das dimensões do arco inferior...

Avaliação da influência da realização da expansão rápida da maxila sobre a recidiva do apinhamento ântero-superior, em casos tratados ortodonticamente sem extrações; Influence of rapid maxillary expansion in maxillary anterior alignment stability, in nonextraction cases

Canuto, Luiz Filiphe Gonçalves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2006 PT
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27.5%
O presente estudo objetivou comparar, por meio de uma análise retrospectiva, a estabilidade pós-contenção do alinhamento dos incisivos ântero-superiores de pacientes submetidos ou não ao procedimento de expansão rápida da maxila durante o tratamento ortodôntico. A amostra consistiu-se de 48 pacientes de ambos os gêneros, apresentando más oclusões de Classe I e II, tratados sem extrações e mecânica Edgewise. A amostra total foi dividida em dois grupos de acordo com o protocolo de tratamento: Grupo 1 (com ERM) constituído por 25 pacientes (15 do gênero feminino e 10 do gênero masculino), com idade inicial média de 13,53 anos (d.p. = ±1,63), submetidos à expansão rápida da maxila durante o tratamento ortodôntico. Grupo 2 (sem ERM) apresentando 23 pacientes (13 do gênero feminino e do 10 gênero masculino), com idade inicial de 13,36 anos (d.p. = ±1,81 anos), cujo tratamento ortodôntico não priorizou a expansão transversal maxilar. Foram medidos nos modelos de estudo das fases pré (T1), pós-tratamento (T2) e pós-contenção (T3) o índice de irregularidade de Little, as distâncias intercaninos e entre os primeiros e segundos pré-molares, a distância intermolares, o comprimento e o perímetro do arco superior. Após a obtenção dos dados...

Avaliação da influência da expansão rápida da maxila sobre a recidiva do apinhamento ântero-superior em casos tratados ortodonticamente com extrações de pré-molares; Evaluation of the influence of rapid maxillary expansion on the relapse of maxillary anterior crowding in cases ortodontically treated with premolar extraction

Martins, Patrícia Paschoal
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/01/2007 PT
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27.19%
A estabilidade a longo prazo do tratamento ortodôntico é o objetivo dos ortodontistas na busca do sucesso dos casos clínicos. Desta forma o presente estudo objetivou avaliar retrospectivamente a influência da expansão rápida da maxila na estabilidade pós-contenção do alinhamento dos dentes ântero-superiores, em casos tratados com extração de pré-molares. A amostra foi constituída de 60 pacientes de ambos os gêneros, com más oclusões de Classe I e Classe II, tratados com extrações de 4 pré-molares, utilizando-se a mecânica de Edgewise. A amostra foi dividida em dois grupos, de acordo com o protocolo de tratamento, sendo o Grupo 1 composto por 30 pacientes (14 do gênero masculino e 1 do gênero feminino), com idade inicial média de 13,55 anos (d.p.= ± 1,58 anos), tratados ortodonticamente com extrações de quatro pré-molares. O Grupo 2 apresentou 30 pacientes (9 do gênero masculino e 21 do gênero feminino), com idade inicial média de 13,98 anos (d.p.= ± 2,61 anos), tratados ortodonticamente com expansão rápida da maxila e posteriormente mecânica corretiva com extrações de quatro pré-molares ou dois pré-molares superiores. Foram avaliados os modelos de estudo referentes às fases inicial (T1), final (T2) e pós-contenção (T3) de cada paciente...

Recidiva do apinhamento ântero-superior nas más oclusões de classe I e classe II tratadas com extrações; Maxillary anterior crowding relapse in class I and II extraction treatment

Tagliavini, Camila Leite Quaglio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/03/2009 PT
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38.09%
A estabilidade pós-tratamento sempre foi um assunto delicado da ortodontia. A maioria dos pacientes e até mesmo os ortodontistas, julgam o sucesso do tratamento ortodôntico pela estabilidade dos resultados em longo prazo. Por este motivo a literatura é repleta de estudos acerca deste assunto, principalmente da recidiva do apinhamento ântero -inferior. Já o interesse pelo apinhamento ânterosuperior e sua recidiva é crescente por conta de uma maior preocupação com a estética do sorriso. Desta forma, o propósito deste estudo é comparar a recidiva do apinhamento ântero-superior em pacientes com má oclusão de Classe I e Classe II de Angle. A amostra consiste em 70 pacientes divididos em 3 grupos. O Grupo 1 apresenta 30 pacientes (12 do gênero masculino e 18 do gênero feminino) com má oclusão de Classe I, idade média inicial de 13,16 anos e tratados com extrações dos 4 primeiros pré -molares. O Grupo 2 apresenta 20 pacientes (11 do gênero masculino e 9 do gênero feminino) com má oclusão de Classe II divisão 1, idade média inicial de 12,95 anos e também tratados com extrações dos 4 primeiros pré-molares. O Grupo 3 apresenta 20 pacientes (11 do gênero masculino e 9 do gênero feminino) com má oclusão de Classe II divisão 1...

Influência do tamanho das bases ósseas apicais no apinhamento dentário; Relationship of apical base length and dental crowding

Murillo-Goizueta, Oscar Edwin Francisco
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/01/2009 PT
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28.18%
A influencia de diversos fatores, principalmente no apinhamento dentário antero-inferior, vem sendo estudada desde muito tempo atras. Entretanto, a influencia do comprimento das bases apicais sobre o apinhamento dentario ainda nao foi esclarecida. Como existem evidencias na literatura de que esse fator pode influenciar o apinhamento dentario, resolveu-se desenvolver este trabalho para investigar a relacao entre comprimentos de bases apicais e apinhamento dentário superior e inferior na ma oclusao de Classe II completa. Um total de 80 documentacoes de pacientes ortodonticos retrospectivos, 47 homens e 33 mulheres com ma oclusao de Classe II completa foram divididas em 2 grupos segundo a discrepancia do perimetro do arco ou apinhamento inferior. O grupo 1, constituído por 25 pacientes com apinhamento inferior 3mm e com uma idade media de 12,81 anos; e o grupo 2, formado por 55 pacientes com apinhamento inferior < 3mm e com uma idade media de 13,33 anos. Os comprimentos das bases apicais da maxila e da mandibula e as discrepancias do perimetro dos arcos foram medidos nos cefalogramas e nos modelos de estudo iniciais, respectivamente. Os comprimentos das bases apicais e o apinhamento dentario foram comparados entre os grupos pelo teste t e tambem foram realizadas correlacoes entre os comprimentos das bases e o apinhamento para cada arco dentario. Os resultados mostraram que o grupo com maior apinhamento dentario teve comprimentos de bases apicais significantemente menores. Tambem foi encontrada uma correlacao negativa significante entre o comprimento das bases osseas e o apinhamento dentario na ma oclusao de Classe II completa.; The influence of many factors on dental crowding has been studied since long time ago...

Recidiva do apinhamento ântero-superior nas más oclusões de classe I e classe II tratadas ortodonticamente sem extrações; Relapse of maxillary anterior crowding in Class I and Class II malocclusion treated orthodontically without extractions

Guirro, Willian Juarez Granucci
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2009 PT
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37.99%
O presente estudo objetivou comparar retrospectivamente a estabilidade póscontenção do alinhamento dos incisivos ântero-superiores em pacientes Classe I e Classe II de Angle. A amostra consistiu-se de 38 pacientes de ambos os gêneros, tratados sem extrações e mecânica Edgewise. A amostra foi dividida em dois grupos: Grupo 1 (Classe I) constituído por 19 pacientes (12 do gênero feminino e 7 do gênero masculino), com idade inicial média de 13,06 anos (d.p. = ± 1,27), portadores da má oclusão de Classe I com apinhamento ântero-superior inicial maior que 3mm. Grupo 2 (Classe II) apresentando 19 pacientes (14 do gênero feminino e 5 gênero masculino), com idade inicial de 12,54 (d.p. = ± 1,37), portadores da má oclusão de Classe II, e também com apinhamento ântero-superior inicial maior que 3mm. Foram medidos nos modelos de estudo das fases pré (T1), pós-tratamento (T2) e pós-contenção (T3), o índice de irregularidade de Little, as distâncias intercaninos e entre os primeiros e segundos pré-molares, a distância intermolares e o comprimento do arco superior. Após a obtenção dos dados, realizou-se a análise estatística. Para a comparação intragrupo nos 3 tempos de avaliação, utilizou-se a análise de variância a um critério de seleção...

Avaliação da correlação da recidiva da sobressaliência e da sobremordida com a recidiva do apinhamento anterior em casos tratados com extrações; Evaluation of the correlation of the overjet and overbite relapse with the relapse of anterior crowding in extraction cases

Oliveira, Ricardo Cesar Gobbi de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/03/2011 PT
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28.18%
Tendo em vista a imprevisibilidade da estabilidade oclusal pós correção ortodôntica, este estudo objetivou correlacionar a recidiva da sobremordida e da sobressaliência com a recidiva do apinhamento ântero-superior e ântero-inferior, em casos com má oclusão de Classe I e Classe II de Angle, tratados ortodonticamente com extração de 4 pré-molares, tratados pela técnica Edgewise. Para isso, foram selecionados 40 pacientes (20 do gênero feminino e 20 do gênero masculino), 25 pacientes portadores de má oclusão de Classe I e 15 de Classe II de Angle, com idade média inicial de 13,01 anos, que foram tratados por um tempo médio de 2,15 anos, e avaliados na fase pós-contenção após um período médio de 5,43 anos. Todos os pacientes apresentavam pelo menos 3 mm de sobremordida e 4mm de sobressaliência ao início do tratamento ortodôntico. Foram utilizados os modelos de gesso das fases do início do tratamento (T1), final de tratamento (T2) e da fase pós-contenção, em média 5 anos após o término do tratamento (T3) de todos os casos selecionados para que fossem quantificadas as recidivas dessas duas variáveis, assim como a recidiva do apinhamento anterior. Utilizou-se a análise de variância a um critério de seleção...

Avaliação da correlação da recidiva da sobremordida e da sobressaliência com a recidiva do apinhamento anterior em casos tratados sem extrações; Evaluation of the correlation of the relapse of overbite and overjet with the relapse of anterior crowding in cases treated nonextraction

Oliveira, Renata Cristina Gobbi de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/06/2011 PT
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37.99%
O presente estudo retrospectivo objetivou correlacionar a recidiva da sobremordida e da sobressaliência com a recidiva do apinhamento dos incisivos ântero-superiores e ântero-inferiores. A amostra consistiu de 34 pacientes (17 de cada gênero),apresentando más oclusões iniciais de Classe I e II,tratados sem extração e mecânica Edgewise.O tempo médio de duração do tratamento foi de 2,19 anos e os tempos de contenção e pós-contenção foram de 1,46 e 5,31 anos respectivamente. Todos os pacientes apresentavam, pelo menos, 3 mm de sobremordida e 4 mm de sobressaliência e apinhamento superior e inferior, de suave a severo. Foram medidos nos modelos de estudo das fases pré (T1), pós-tratamento (T2) e pós-contenção (T3) a sobremordida, a sobressaliência e o índice de irregularidade de Little superior e inferior. Após a obtenção dos dados, passou-se à análise estatística. A comparação intergrupos foi realizada por meio do teste t independente. Os testes ANOVA e Tukey foram apl icados para verificar se houve recidiva da sobremordida, da sobressaliência e dos apinhamentos ântero-superior e ântero-inferior. Para verificação da presença de correlação entre a recidiva da sobremordida, da sobressaliência e do apinhamento anterior...

Estudo comparativo do tempo de tratamento em pacientes com e sem apinhamento nos casos de má oclusão de Classe II tratados com extrações de quatro pré-molares; Comparative study of treatment times in patients with and without crowding in Class II malocclusion cases treated with extractions of four premolars

Silva, Lucas Nunes Bastos Curty
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2013 PT
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37.92%
O objetivo deste trabalho foi comparar o tempo de tratamento em pacientes com e sem apinhamento apresentando inicialmente má oclusão de Classe II tratados com exodontia de quatro pré-molares. A amostra do estudo foi selecionada a partir do arquivo de modelos de gesso iniciais e pastas de pacientes já tratados na Faculdade de Odontologia de Bauru, no Departamento de Ortodontia. A amostra selecionada foi composta de 57 pacientes e dividida inicialmente em dois grupos. O grupo 1, que não apresentava apinhamento ou apresentava um leve apinhamento de 0 a 3 mm, foi constituído de 23 pacientes sendo 11 do gênero masculino e 12 do gênero feminino com idade inicial média de 13,13 anos (idade mínima de 10,67 e máxima de 18,25). O grupo 2, que apresentava apinhamento igual ou maior a 4 mm, foi constituído de 34 pacientes sendo 19 do gênero masculino e 15 do gênero feminino com idade inicial média de 13,07 anos (idade mínima de 11,08 e máxima de 18,33). Para comparar os tempos de tratamento dos grupos, a análise estatística feita foi o teste t, pois os dados obtidos apresentavam uma distribuição normal. Os resultados mostraram que não há diferença estatisticamente significante entre os tempos de tratamento do grupo 1 (2...

Estabilidade das relações oclusais e da correção ortodôntica do apinhamento dentário anteroinferior: um estudo em curto e longo prazo; Stability of occlusal relationships and orthodontic correction of the mandibular anterior crowding: a short and long-term study

Freitas, Daniel Salvatore de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/08/2014 PT
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27.5%
Proposição: O objetivo deste estudo foi avaliar a estabilidade das relações oclusais e da correção do apinhamento anteroinferior em curto e longo prazo, 5 e 35 anos póstratamento. Material e métodos: A amostra constituiu-se de 28 pacientes, sendo 15 Classe I e 13 Classe II, tratados com extrações de 4 pré-molares, com idade inicial média de 12,72 anos (d.p.= 0,99), idade final de 14,74 anos (d.p.=1,26), e um tempo de tratamento médio de 2,02 anos (d.p.=0,66). A idade média em curto prazo póstratamento foi de 20,15 anos (d.p.=1,34), e em longo prazo foi de 49,40 anos (d.p.=4,54). A média do tempo de avaliação em curto prazo pós-tratamento foi de 5,40 anos (d.p.=0,43) e em longo prazo foi de 34,65 anos (d.p.=4,25). Foram avaliados, nos modelos de estudo das fases inicial, final e em curto e longo prazo pós-tratamento, os índices PAR e de irregularidade de Little. Após a realização da estatística descritiva da amostra total, os índices avaliados foram comparados na amostra total entre os 4 tempos avaliados pelo teste ANOVA dependente e de Tukey. Resultados: Houve diferença significante do índice PAR entre as fases inicial, final e em curto e longo prazo pós-tratamento, sem diferença entre as fases em curto e longo prazo pós-tratamento. Houve diferença significante do índice de irregularidade de Little entre todas as fases estudadas...

Associação entre déficit de peso e apinhamento na dentição decídua

Thomaz,Erika Bárbara Abreu Fonseca; Valença,Ana Maria Gondim
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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28.04%
OBJETIVO: Investigar a relação entre o déficit antropométrico infantil e apinhamento dentário na dentição decídua. MÉTODOS: Foram avaliadas 794 crianças de 3 a 5 anos de idade, de ambos os sexos, matriculadas em pré-escolas públicas da cidade de São Luís (MA). Realizou-se amostragem probabilística por conglomerado em único estágio. Desenvolveu-se estudo transversal com aplicação de questionário, exame de oclusão dentária e avaliação antropométrica na população do estudo. O apinhamento dentário, caracterizado pela deficiência de espaço para a erupção dos dentes na linha do rebordo alveolar, constituiu a variável dependente. Para as avaliações antropométricas, empregaram-se os indicadores peso/idade (P/I) e altura/idade (A/I). Efetuou-se análise de regressão logística multivariada, bem como análise descritiva das variáveis do estudo. As associações foram estimadas por meio da razão de chances (odds ratio, OR) e a inferência estatística foi baseada em intervalos de confiança (IC95%), considerando-se erro tipo I de 5% (alfa = 5%). RESULTADOS: A associação entre déficit antropométrico e apinhamento dentário mostrou-se estatisticamente significante apenas ao se considerar o indicador P/I e no estrato das crianças que não tinham o hábito de chupar chupeta...

Apinhamento ântero-superior: revisão e análise crítica da literatura

Martins,Patrícia Paschoal; Freitas,Marcos Roberto de; Freitas,Karina Maria Salvatore de; Canuto,Luiz Filiphe Gonçalves; Janson,Guilherme; Henriques,José Fernando Castanha; Pinzan,Arnaldo
Fonte: Dental Press Editora Publicador: Dental Press Editora
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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27.5%
INTRODUÇÃO: o tratamento do apinhamento dentário da região anterior superior e inferior é comumente acometido pela recidiva, entretanto a maior parte dos estudos aborda apenas a estabilidade do tratamento do arco dentário inferior. OBJETIVO: este artigo propõe uma revisão e análise crítica da literatura, enfatizando os fatores etiológicos do apinhamento dentário, as diversas formas de tratamento e a recidiva no arco superior, considerando o plano de tratamento, os fatores periodontais e a expansão rápida da maxila. CONCLUSÕES: a severidade inicial da má oclusão, as alterações dimensionais dos arcos dentários e as alterações na fisiologia do ligamento periodontal são os principais fatores etiológicos de recidiva. O estudo da etiologia da recidiva permite ao ortodontista o correto planejamento dos casos clínicos e a previsibilidade da estabilidade pós-contenção.

Correlação entre o índice morfológico das coroas dos incisivos inferiores e a estabilidade da correção do apinhamento ântero-inferior

Castro,Renata Cristina Faria Ribeiro de; Freitas,Marcos Roberto de; Janson,Guilherme; Freitas,Karina Maria Salvatore de
Fonte: Dental Press Editora Publicador: Dental Press Editora
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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37.92%
OBJETIVO: investigar até que ponto as dimensões mesiodistais e vestibulolinguais das coroas dos incisivos inferiores contribuem para a estabilidade da correção do apinhamento ântero-inferior. METODOLOGIA: foram avaliados 56 pacientes leucodermas, de ambos os gêneros (27 feminino e 29 masculino), que inicialmente apresentavam má oclusão de Classe I ou de Classe II, divisão 1 (28 cada), tratados com extrações dos quatro primeiros pré-molares e com mecânica Edgewise. Nenhum caso foi submetido a desgastes interproximais durante ou após o tratamento. As medidas foram realizadas nos modelos de estudo obtidos de cada caso nas fases pré, pós-tratamento e pós-contenção, totalizando na avaliação de 168 modelos inferiores. A idade média pré-tratamento foi de 13,23 anos, o tempo de tratamento de 2,11 anos e pós-tratamento foi de 5,12 anos. O índice de irregularidade de Little foi utilizado para quantificar o apinhamento ântero-inferior e o índice de Peck e Peck para mensuração das dimensões mesiodistais e vestibulolinguais dos mesmos. O teste de correlação de Pearson foi utilizado para determinar a significância de correlação entre a morfologia das coroas dos incisivos inferiores e a estabilidade. Secundariamente...

Distração osteogênica da sínfise mandibular como opção de tratamento ortodôntico: relato de caso

Maia,Luiz Guilherme Martins; Gandini Júnior,Luiz Gonzaga; Gandini,Márcia Regina Elisa Aparecida Schiavon; Moraes,Mila Leite de; Monini,André da Costa
Fonte: Dental Press Editora Publicador: Dental Press Editora
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
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27.5%
INTRODUÇÃO: o problema transversal em Ortodontia pode ser de origem dentária, esquelética ou uma combinação de ambas e pode ser tratado de várias maneiras de acordo com o tipo de tecido envolvido e o arco dentário acometido. Em se tratando de um problema esquelético e maxilar, o ortodontista poderá lançar mão da disjunção ortopédica, dependendo da idade óssea, obtendo uma correção da atresia, um alinhamento dentário espontâneo resultante do aumento no perímetro do arco e um sorriso mais amplo, beneficiando esteticamente o paciente. Porém, este tratamento de disjunção mandibular se torna inviável, já que este osso tem sua sutura fusionada precocemente. A expansão neste caso é alveolar e sua estabilidade é questionada. OBJETIVO: relatar um caso clínico, apresentando uma nova alternativa de tratamento para o apinhamento inferior: a Distração Osteogênica da Sínfise Mandibular (DOSM). Neste procedimento, é feita uma osteotomia sagital na sínfise, criando-se uma sutura artificial para que uma separação óssea seja conseguida, utilizando uma mecânica com aparelho disjuntor de Hyrax modificado. RESULTADOS: os resultados do tratamento apresentado mostram uma melhora na forma do arco, diminuição do corredor bucal...

Características do tipo de alimentação e da fala de crianças com e sem apinhamento dentário

Pena,Cláudia Ribeiro; Pereira,Mônica Medeiros de Britto; Bianchini,Esther Mandelbaum Gonçalves
Fonte: CEFAC Saúde e Educação Publicador: CEFAC Saúde e Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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28.13%
OBJETIVO: caracterizar o tipo de consistência alimentar e a articulação da fala em crianças com oclusão normal e com apinhamento dentário, verificando-se possíveis correlações e interferências. MÉTODOS: participaram 60 crianças, de ambos os sexos, entre 7 e 12 anos, divididas em dois grupos. G1: 30 crianças com apinhamento dentário, G2: 30 crianças sem apinhamento dentário, conforme avaliação odontológica. Foram critérios de exclusão: déficits neurológicos e cognitivos, presença de hábitos orais, respiração oral crônica, deformações dentofaciais, realização de tratamento ortopédico/ortodôntico e/ou fonoaudiológico. Foram realizadas: avaliação do sistema estomatognático; avaliação odontológica quanto à situação dento-oclusal; aplicação de questionários aos pais visando contemplar critérios de exclusão e definir os hábitos alimentares quanto à sua consistência; avaliação de fala quanto à produção fonética e fonológica. RESULTADOS: crianças sem apinhamento dentário têm alimentação predominantemente dura, enquanto aquelas com apinhamento dentário têm alimentação predominantemente amolecida; caracterizada principalmente pelo hábito de ingestão de líquido na presença do alimento na boca. Quanto à fala...

Recidiva do apinhamento anterossuperior nas más oclusões de Classe I e Classe II tratadas ortodonticamente sem extrações

Guirro,Willian J. G.; Freitas,Karina Maria Salvatore de; Freitas,Marcos Roberto de; Henriques,José Fernando Castanha; Janson,Guilherme; Canuto,Luiz Filiphe Gonçalves
Fonte: Dental Press International Publicador: Dental Press International
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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OBJETIVO: o presente estudo objetivou comparar retrospectivamente a estabilidade pós-contenção do alinhamento dos incisivos anterossuperiores em pacientes com Classe I e Classe II. MÉTODOS: a amostra consistiu de 38 pacientes de ambos os sexos, tratados sem extrações e com mecânica Edgewise, divididos em dois grupos - Grupo 1, constituído por 19 pacientes, com idade inicial média de 13,06 anos, portadores da má oclusão de Classe I com apinhamento anterossuperior inicial maior que 3mm; Grupo 2, constituído por 19 pacientes, com idade inicial de 12,54 anos, portadores da má oclusão de Classe II e, também, com apinhamento anterossuperior inicial maior que 3mm. Foram medidos nos modelos de estudo, das fases pré- e pós-tratamento e pós-contenção, o índice de irregularidade de Little, as distâncias intercaninos e entre os primeiros e segundos pré-molares, a distância intermolares e o comprimento da arcada superior. Para a comparação intragrupo nos 3 tempos de avaliação, utilizou-se os testes ANOVA e Tukey. A comparação intergrupos foi realizada pelo teste t independente. Para verificação da presença de correlação, utilizou-se o teste de correlação de Pearson. RESULTADOS: os resultados evidenciaram maior estabilidade do tratamento no Grupo 2 (Classe II)...

Tratamento conservador de uma má oclusão Classe I de Angle, com atresia maxilar e apinhamento anterior

Nojima,Lincoln I.
Fonte: Dental Press International Publicador: Dental Press International
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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Este artigo relata o tratamento de uma paciente do sexo feminino, com 15 anos de idade, má oclusão Classe I de Angle, severo apinhamento anterossuperior, desvio da linha média superior para o lado esquerdo e atresia maxilar, associada à mordida cruzada posterior. Os procedimentos executados envolveram a expansão maxilar com disjuntor palatino do tipo Haas modificado e montagem de aparelho fixo com sistema Edgewise standard. Foram realizados desgastes proximais nos incisivos e caninos inferiores para o alinhamento anterior, bem como redução da discrepância de Bolton com excesso inferior. Esse caso foi apresentado à diretoria do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO), representando a categoria livre escolha, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Diplomado pelo BBO.