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A linguagem das fracturas : a perspectiva da Antropologia Forense

Cunha, Eugénia; Pinheiro, João
Fonte: Universidade de Coimbra. Centro de Investigação em Antropologia e Saúde Publicador: Universidade de Coimbra. Centro de Investigação em Antropologia e Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Os ossos, o material mais resistente do corpo humano, têm uma capacidade ímpar para registar muitos episódios ocorridos em vida, na altura da morte e até mesmo depois da morte. As lesões traumáticas estão entre as marcas deixadas nos ossos mais informativas, o que faz delas uma fonte única de registos sobre violência, cabendo ao antropólogo forense a tarefa de as decifrar. As lesões traumáticas relacionadas com a morte são as mais violentas, razão pela qual foram as seleccionadas para desenvolver no presente artigo, designadamente as provocadas por arma de fogo, os traumas de natureza contundente e as lesões incisas ou cortantes. Cada uma destas lesões perimortais é abordada no contexto da determinação da causa da morte ou da etiologia médico‑legal. Para uma melhor interpretação de cada um destes tipos, são abordados alguns conceitos de biomecânica das lesões e referidos alguns casos práticos ilustrativos.; Because bones are among the most resistant material of the human body they have the capacity to save some events occurred during life, at the time of death and even after death. Traumatic injuries are among the most informative skeletal marks making them a unique source about violence. To read the fracture’s language is a forensic anthropologist paramount task. The traumatic lesions associated with the time of death can be particularly violent...

Evolução dos casos de antropologia forense no Centro de Medicina Legal (CEMEL) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP de 1999 a 2010; Forensic Anthropology Developments of cases in Legal Medicine Center (CEMEL), Faculty of Medicine of Ribeirão Preto USP from 1999 to 2010. 2011.

Francisco, Raffaela Arrabaça
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/11/2011 PT
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A Antropologia Forense é uma área de conhecimento que aplica os métodos da antropologia física e da arqueologia para coleta e análise de evidências legais, buscando estabelecer a identidade de um ser humano. O Centro de Medicina Legal (CEMEL) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP) possui um Laboratório de Antropologia Forense (LAF), criado em 2005, em um projeto de parceria com a University of Sheffield (UK) e financiado pelo British Foreign and Commonwealth Office Global Opportunities Fund. Durante esse projeto, foi elaborado um protocolo para análise de ossadas com uma estrutura científica atualizada, aplicável ao contexto social brasileiro. Durante esses doze anos ocorreu uma aparente modificação das características dos casos encaminhados ao LAF/CEMEL, o que levou à necessidade de uma análise detalhada e comparativa dos casos. A proposta deste trabalho foi de evidenciar a evolução histórica dos casos de análise antropológica forense no LAF/CEMEL. Na primeira etapa foram analisados os casos acumulados de 1999 a 2004, na segunda etapa foram analisados os casos de 2005 a 2010, totalizando doze anos; por fim, foi realizado o estudo de acordo com a causa jurídica da morte...

Análise retrospectiva dos exames realizados no serviço de antropologia forense do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto, Rio de Janeiro-Brasil = : Retrospective analysis of the skills performed in the forensic anthropology service of the Afrânio Peixoto Medical Legal Institute, Rio de Janeiro-Brasil; Retrospective analysis of the skills performed in the forensic anthropology service of the Afrânio Peixoto Medical Legal Institute, Rio de Janeiro-Brasil

Marcos Paulo Salles Machado
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/06/2015 PT
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O objetivo deste trabalho foi realizar a análise retrospectiva dos casos investigados nos dois primeiros anos de funcionamento do Serviço de Antropologia Forense (SAFO) do Rio de Janeiro. Foram recebidas 66 requisições de exames expedidas por autoridades policiais ou judiciárias e cada requisição deu origem a um laudo. Seis requisições continham ossos de origem não humana, três representavam materiais sem interesse forense, enquanto uma outra requisição solicitava exame complementar. As demais 56 requisições continham ossos de 74 diferentes indivíduos, pois nove requisições encaminhavam ossos de mais de uma pessoa. Cinco das 74 ossadas não deram entrada no laboratório do SAFO por terem sido identificados pelo Serviço de Odontologia Forense ou pelo Setor de Necropapiloscopia. Logo, 69 ossadas foram periciadas e o resultados desses exames compõe o presente estudo. Dentre as 56 requisições, 47 (83%) eram constituídas de remanescentes de um único indivíduo, enquanto 9 (17%) traziam ossos de mais de uma pessoa. Menos de 18,8% das 69 ossadas tiveram mais de 95% dos ossos do corpo recuperados, enquanto que apenas 10,14% das 47 ossadas encontradas completamente esqueletizadas tiveram mais de 50% dos seus ossos recuperados. O perfil biológico resultante dos exames das ossadas revelou que a amostra era predominantemente constituída por homens (80%)...

A eficácia dos métodos de diagnose sexual em antropologia forense

Azevedo, Joana Maria Coelho Amado de, 1979-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 POR
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Tese de mestrado em Medicina Legal e Ciências Forenses, apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, 2008; A avaliação da diagnose sexual de esqueletos humanos adultos é efectuada com base em diferenças anatómicas como o tamanho e a forma dos ossos. As partes do esqueleto mais fiáveis são os ossos da bacia que, pela função reprodutora, apresentam um maior dimorfismo sexual, seguindo-se os do crânio. Nas perícias de Antropologia Forense, a avaliação faz-se, principalmente, pela observação morfológica, de características anatómicas. Para comprovar a eficácia dessa avaliação testou-se um conjunto de 16 caracteres, 7 da bacia e 9 do crânio, numa amostra de 300 esqueletos, com idades à morte entre os 25 e os 75 anos, pertencentes à Colecção de Esqueletos Identificados do Museu Antropológico da Universidade de Coimbra. Foram realizadas duas observações à amostra, separadas no tempo e pela mesma pessoa, em ensaio de ocultação. Utilizando os dezasseis caracteres conjuntamente alcançaram-se valores de eficácia de diagnose sexual superiores a 93% (93% na primeira observação e 95,3% na segunda). Os caracteres anatómicos cranianos mais eficazes, neste estudo, foram a Robustez da mandíbula (89...

Identificação das espécies animais mais frequentes em estudos de antropologia forense

Alves, Andreia Lara Conde, 1978-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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Tese de mestrado, Medicina Legal e Ciências Forenses, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2011; A determinação de espécie a partir de amostras de tecidos, nas quais se inclui o tecido ósseo, é uma componente importante da análise antropológica e forense. Na maioria dos casos a identificação da espécie a que pertence um osso, realizada a partir das suas características anatómicas macroscópicas é possível. Esta análise é pouco dispendiosa, relativamente rápida e, na maioria das vezes, bastante precisa. Implica a presença física das peças a analisar e um grau de conhecimento bastante aprofundado em Osteologia Comparada por parte do técnico, bem como o recurso a manuais de Anatomia e em casos mais complexos, a esqueletos já identificados para efectuar a comparação das peças ósseas. Este trabalho analisa os processos que incluem ossos não humanos que foram remetidos para o Serviço de Patologia Forense, designadamente para a Antropologia Forense, do Instituto de Medicina Legal, Delegação do Sul entre os anos de 2004 e 2010 e Delegação do Centro entre os anos de 2001 e 2010, abordando as diferenças osteológicas entre as diferentes espécies animais de modo a que, através destas características...

Violência e impunidade em pauta: problemas e perspectivas sob a ótica da antropologia forense no Brasil

Lessa,Andrea
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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A antropologia forense tem desempenhado um importante papel no combate à violência e à impunidade em muitos países do mundo. Apesar da sua reconhecida competência para lidar com restos humanos esqueletonizados, uma pesquisa realizada em delegacias de Polícia Civil e em institutos médico-legais de seis capitais brasileiras demonstrou o quanto a sua prática tem sido negligenciada. Os principais problemas apontados pela pesquisa são a falta de capacitação específica entre os profissionais que realizam as perícias em campo e laboratório, além da necessidade de implementação de um banco de dados de pessoas desaparecidas com informações de interesse antropológico. Como resultado desta situação, um número expressivo de cadáveres sai das instituições periciais sem identificação positiva e inquéritos policiais sobre homicídios permanecem sem resolução, contribuindo para o agravamento do quadro de impunidade e violência que assola o país.

Vida y muerte de dos mujeres de Brigantium (NW de Iberia) mediante isótopos estables y antropología forense

Grandal-Dànglade, A.; Serrulla Rech, F.; Tomas Botella, V.; Pérez-Rama, M.; Gomez, M.; Ramil Gonzalez, E.
Fonte: Universidade da Coruña Publicador: Universidade da Coruña
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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[Resumen:]En este trabajo se obtienen datos antropológicos e isotópicos a partir de los restos óseos de dos individuos de edad tardorromana a efectos de reconstruir sus condiciones de vida y las causas de su muerte. Se trata de dos esqueletos femeninos conservados en el Museo Arqueolóxico de A Coruña datados entre los siglos III a VI dC. Se han aplicado técnicas de antropología forense para determinar patologías y lesiones que puedan haber afectado a los individuos estudiados. Para el estudio de paleodieta, se ha extraído colágeno óseo que se analiza mediante espectrometría de masas de relaciones isotópicas. Las relaciones isotópicas de 13C/12C y 15N/14N obtenidas se comparan con datos procedentes de otras poblaciones contemporáneas. Los perfiles antropológicos confirman que se trata de mujeres adultas jóvenes, de posible ancestralidad caucásica, con signos de hiponutrición e infección crónica y cuyas señales isotópicas del colágeno muestran una importante contribución de los moluscos en su dieta. Estos resultados concuerdan con los datos arqueológicos disponibles, reflejando el progresivo empobrecimiento de la ciudad durante la crisis del Bajo Imperio; [ABSTRACT:] In this paper we obtain anthropological and isotopic data from the skeletal remains of two individuals of the late Roman age in order to rebuild their lives and causes of death. These are two female skeletons preserved in the Archaeological Museum of A Coruña dating from III to VI centuries AD. Forensic anthropology techniques have been applied to identify diseases and injuries that may have affected the individuals studied. For the palaeodiet study...

Huesos y humanidad : antropología forense y su poder constituyente ante la desaparición forzada

Huffschmid, Anne
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2015 SPA
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Los antropólogos forenses buscan descifrar las huellas de la muerte anónima, devolverles a los restos humanos un nombre y a sus familiares la posibilidad de hacer el duelo y también la justicia. El artículo explora la aportación y los sentidos de la antropología forense ejercida por fuera del Estado y más allá de una mera criminalistica, tal y como fue conceptualizada por los pioneros argentinos al término de la última dictadura militar de aquel país. Propongo concebirla como una suerte de arqueología del terror contemporáneo, que enfrenta una violencia específica como es la desaparición forzada de personas y la deshumanización de sus restos. Me interesa leerla como una ciencia situada, con sus dilemas y complejidades, que opera entre huesos sin nombre (los restos anónimos) y nombres sin cuerpos (los llamados ‘desaparecidos’), en relación con violencias del pasado en escenarios como Argentina y Guatemala, y sobre todo en México, donde las fosas clandestinas se han vuelto el nuevo lugar común de un presente horrorizado.; Forensic anthropologists seek to decipher traces of anonymous dead, to restitute identities of human remains and to provide their families with the possibility to conclude mourning and even of justice. The article explores the contributions and meanings of forensic anthropology as state-independent practice beyond a mereley criminalistic approach...

Forensic anthropology at Medico Legal Centre of the Faculty of Medicine of Ribeirão Preto/USP - comparative study of cases from 1999-2009; Antropologia forense no Centro de Medicina Legal da FMRP/USP, estudo comparativo de casos de 1999-2009

Francisco, Raffaela A.; Velloso, Ana P.S.; Silveira, Tereza C.P.; Secchier, José M.; Guimarães, Marco A.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/10/2011 POR
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A Antropologia Forense é uma área de conhecimento que aplica os métodos da antropologia física e daarqueologia em um contexto legal. O Centro de Medicina Legal (CEMEL) da Faculdade de Medicina deRibeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) possui um Laboratório de AntropologiaForense (LAF), criado em 2005, em um projeto de parceria com a University of Sheffield (UK) e financiado pelo British Foreign and Commonwealth Office Global Opportunities Fund. Como parte desseprojeto, foi elaborado um protocolo para análise de ossadas com uma estrutura científica atualizadaaplicável ao contexto social brasileiro. Inicialmente foram analisados os casos acumulados de 1999 a2006, seguidos dos casos de 2007 a 2009. Este estudo revelou que a maioria das ossadas encaminhadas ao CEMEL estavam incompletas, o que dificulta a obtenção de um perfil bioantropológico.Apesar disso, um aumento estatisticamente significativo foi detectado no número médio de ossosencaminhados no grupo de 2007-2009 (112,83) em comparação com o grupo de 1999-2006 (79,57).Além disso, foi detectado um declínio estatisticamente significativo na média de idade de 38,34 anos nogrupo de 1999-2006 para 35,65 anos no grupo de 2007-2009, provavelmente associado a crimesviolentos. A análise indicou que na maioria dos casos (57...

LAF 1.0: IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA LABORATÓRIOS DE ANTROPOLOGIA FORENSE; LAF 1.0: ESTABLISHMENT OF A COMPUTERIZED SYSTEM FOR LABORATORIES OF FORENSIC ANTHROPOLOGY

Crocco, Luís G.; Brondi, Guilherme O.; Felipe, Joaquim C.; Soares, Andjara T.C.; Evison, Martin P.; Guimarães, Marco Aurelio
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/2008 POR
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Objetivo: Desenvolvimento de um software para cadastro e recuperação de informações em Antropologia Forense baseado no protocolo desenvolvido durante o projeto “UK –Brazil Scientific Cooperation – Forensic Anthropology and Identification of Human Remains”. Metodologia: Por se tratar de um aplicativo acessado via Browser (software que permite o acesso à Internet, como o Microsoft Internet Explorer®) foi necessária a escolha de uma linguagem de programação que se enquadrasse nesse requisito juntamente com uma aplicação servidora. A linguagem escolhida foi PHP® e a aplicação servidora foi o Apache®. Para o armazenamento dos dados foi escolhido o Sistema Gerenciador de Banco de Dados MySQL®. Resultados: Testes realizados com dados reais comprovaram a eficiência do LAF 1.0 em se tratando de segurança, confiabilidade no armazenamento e recuperação dos dados além de satisfação do usuário, com o visual limpo e agradável das interfaces. Esta versão foi registrada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) e encontra-se disponível gratuitamente para uso em todos os serviços médico-legais interessados em implantar um laboratório de Antropologia Forense. Conclusões: O software agilizou a geração de laudos de exames antropológicos para o Laboratório de Antropologia Forense do Centro de Medicina Legal (CEMEL) e permitiu a criação de uma ferramenta informatizada gratuita para uso em outros serviços semelhantes...

DOIS ANOS DE ANTROPOLOGIA FORENSE NO CENTRO DE MEDICINA LEGAL (CEMEL) DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO-USP; TWO YEARS OF FORENSIC ANTHROPOLOGY AT THE MEDICO LEGAL CENTRE (CEMEL) OF THE FACULTY OF MEDICINE OF RIBEIRÃO PRETO-USP

Soares, Andjara T. C.; Guimarães, Marco A.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/2008 POR
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A Antropologia Forense é uma área do conhecimento que busca estabelecer a identidade de um sujeito através da individualização de características intrínsecas a ele. O Centro de Medicina Legal (CEMEL) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) possui um Laboratório de Antropologia Forense, criado em parceria com a University of Sheffield (UK), que elaborou um protocolo para análise de ossadas e esforça-se para desenvolver um trabalho mais confiável, que permita resultados sociais e científicos de alta qualidade. Após dois anos de funcionamento, constatou-se que muitas das ossadas encaminhadas ao CEMEL não possuem elementos que são de extrema importância para a realização do exame antropológico, o que pode evitar a elaboração de um perfil biológico adequado da ossada e, em virtude disso, postergar a sua identificação. Considerando-se que não há dados antropológicos recentes na literatura nacional sobre casos médico-legais de ossadas, este é o primeiro trabalho realizado a partir da análise de 42 ossadas humanas encaminhadas ao CEMEL desde sua inauguração em 1999. Os resultados mostraram como principais características antropológicas das ossadas estas estarem relacionadas a indivíduos masculinos...

Forensic anthropology screening for analyses of forensic genetics; A antropologia forense como triagem para as análises da genética forense

Francisco, Raffaela Arrabaça; Silva, Ricardo Henrique Alves da; Pereira, Josabeth Mendonça; Soares, Edson Garcia; Matheucci Júnior, Euclides; Iwamura, Edna Sadayo Miazato; Guimarães, Marco Aurelio
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ART.; Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2013 POR
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A Genética Forense hoje é uma das principais ferramentas utilizadas em casos de identificação humana. Esta emprega as técnicas da biologia molecular para auxiliar na elucidação de crimes, principalmente na determinação da autoria deste. Contudo é sabido que a análise do DNA ainda é um exame de alto custo e que muitas vezes, em centros que não possuem um laboratório para esse fim, os mesmos têm que enviar as suas amostras para serem analisadas em outros locais, o que pode demorar meses até a obtenção do resultado. Como uma técnica aliada para a identificação humana, podemos incluir a Antropologia Forense, que vem a ser uma área de conhecimento que aplica os métodos da antropologia física e arqueologia para coleta e análise de evidências legais, buscando estabelecer a identidade de um ser humano. O exame antropológico forense consiste em traçar um perfil bioantropológico da vítima, incluindo: sexo, ancestralidade, idade, estatura, mão dominante (lateralidade), características dentárias, anomalias ósseas, patologias ósseas e características individuais. Com isso espera-se reduzir o número de análises de DNA forense, uma vez que a análise antropológica forense fornece dados que permite o direcionamento e a aplicação do exame de DNA para um indivíduo ou um grupo específico de pessoas. Com isto...

Desandando los caminos de la represión: Un acercamiento a la experiencia del Equipo Argentino de Antropologia Forense

Tcach,César; Iribarne,María Clara
Fonte: Estudios - Centro de Estudios Avanzados. Universidad Nacional de Córdoba Publicador: Estudios - Centro de Estudios Avanzados. Universidad Nacional de Córdoba
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 ES
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La represión política de los años del autodenominado Proceso de Reorganización Nacional (1976-1983), en Argentina, fue prontamente categorizada como Terrorismo de Estado, intentando, bajo esa denominación, dar cuenta del carácter sistemático, relativamente clandestino y organizado desde las propias instituciones estatales. El texto que se ofrece a continuación, se organiza en tres partes. En la primera se plantea una caracterización de la dictadura argentina, es decir, de la configuración de poder en la cual se inscribió la represión. En la segunda parte, se pasa revista a las distintas miradas en torno a la práctica del terrorismo de Estado. En la tercera, se trata de contribuir a dilucidar esta temática a partir de la experiencia del Equipo Argentino de Antropología Forense. En función de este interés se aportan entrevistas de tres de sus integrantes, una radicada en Buenos Aires (Sofía Egaña) y dos residentes en Córdoba (Anahí Ginarte y Darío Olmo). Estos testimonios orales contribuyen a la emergencia de un perfil particular de investigadores cuya práctica social une ciencia, trabajo de campo, proyecto de vida y derechos humanos.

Antropología forense como técnica complementaria en patología forense: A propósito de un caso

Subirana Domènech,M.; Castellà García,J.; Font Valsecchi,G.; Galtés Vicente,I.; Vidal Gutiérrez,C.; Medallo Muñiz,J.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2011 SPA
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76.75%
La antropología forense suele limitarse al estudio de esqueletos, restos óseos, cadáveres en mal estado o en descuartizados, pero puede ser extraordinariamente útil como técnica complementaria en las autopsias convencionales en las que existan lesiones óseas. Presentamos un caso de un adolescente que sufrió una única herida por arma blanca en tórax. La esqueletización permitió evidenciar más lesiones costales de las que eran visibles durante la autopsia.

Mega apófisis transversa (Síndrome de Bertolotti) y defecto parcial de fusión posterior sacra como signos con valor identificativo en antropología forense

Subirana Domènech,M.; Font Valsecchi,G.; Ortega Sánchez,M.; Martínez Alcázar,H.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2013 SPA
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66.63%
Cuando se localizan restos esqueletizados el médico forense debe determinar en primer lugar si éstos son o no humanos. En caso afirmativo, diagnosticar el sexo, ancestro geográfico, edad, altura y si existe alguna patología que permita la identificación. Presentamos un caso con interesantes variaciones óseas: mega apófisis transversa lumbar y un defecto parcial de fusión sacra.

La Antropología Forense en España desde la perspectiva de la medicina forense

Prieto,J.L.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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76.9%
La Antropología forense se ha desarrollado en el mundo de forma diferente en respuesta a criterios específicos de cada país, especialmente en función de consideraciones históricas relativas al enfoque de las investigaciones forenses, su organización profesional, el papel que el antropólogo forense juega en ellas y los sistemas de formación existentes. En España, los problemas asociados a la identificación en el ámbito legal han estado invariablemente asociados a la Medicina legal y Forense cuyo origen, en su etapa moderna, coincide con el de la propia Antropología, en la que médicos y naturalistas han tenido un impacto significativo. A pesar del camino recorrido, la Antropología forense es una disciplina en desarrollo en España, como se evidencia por el incremento de la demanda formativa y de los textos y artículos publicados, cada vez con mayor frecuencia en los últimos años.

Contribución para el conocimiento del desarrollo actual de la Antropología Forense en Portugal

Cunha,E.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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76.81%
Se intenta dar a conocer el panorama actual de la Antropología Forense en Portugal a través de su encuadramiento en el Instituto Nacional de Medicina Legal y de su relación con otras disciplinas forenses. La docencia, el estado actual de las investigaciones sobre Antropología Forense y las publicaciones que han sido efectuadas en la última década son abordados. Se analiza el tipo, frecuencia y perfil de los casos de antropología y se concluye con ejemplos de dos casos que ilustran los procedimientos y metodologías adoptadas en Portugal.

El desarrollo de la antropología forense en la Argentina

Salado,M.; Fondebrider,L.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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76.83%
El desarrollo de la Antropología Forense en la Argentina se halla relacionado con el período de violaciones a los derechos humanos que sufrió el país entre el periodo 1976 y 1983, y no a una decisión académica o a la iniciativa del sistema medico legal. La necesidad de investigar científicamente crímenes cometidos por el Estado, con ocultamiento de cuerpos, y no hechos cometidos por particulares, hizo que la definición y el campo habitual de desarrollo de la disciplina en el mundo anglosajón, se ven transformados, para abarcar lo que habitualmente se conoce como investigación previa de la desaparición así como en enfatizar el contacto directo entre el antropólogo forense y los familiares de las victimas con sus comunidades. Los 25 años de trayectoria del Equipo Argentino de Antropología Forense (EAAF), con trabajos de investigación en más de 35 países del mundo, ejemplifican lo complejo que es el análisis forense de casos de violencia política, con connotaciones jurídicas, religiosas y culturales específicas, que no deben ser excluidas del contexto de trabajo.

Lesiones costales en antropología forense

Subirana,M.; Galtés,I.; Malgosa,A.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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76.72%
Los traumatismos torácicos pueden provocar la muerte de forma directa o indirecta en homicidios, suicidios o accidentes. En antropología forense, la reconstrucción de los traumatismos torácicos ante la ausencia de tejidos blandos requiere conocimientos adecuados de los patrones de fractura de la parrilla costal. Los tipos de fractura que observamos en las costillas no están suficientemente explicados en la literatura médico forense clásica. Nuestro trabajo se ha centrado en la revisión de las lesiones por arma de fuego, traumatismos contusos y por arma blanca en la zona costal con la finalidad de simplificar este tema.

Cadáveres quemados: Estudio antropológico-forense

Sánchez,J.A.; Robledo,M.M.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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66.75%
La acción del fuego sobre el cuerpo puede producir afectación de la piel determinando quemaduras de diversos grados o carbonización llegando a afectar al hueso, e incluso a calcinarlo. Cuando el grado de afectación es intenso deben aplicarse los protocolos de antropología forense, teniendo en cuenta las particularidades del caso. Presentamos cuatro casos estudiados en el Laboratorio de Antropología Forense de la Escuela de Medicina Legal de Madrid, en los que se han seguido técnicas diferentes a fin de poder establecer la identificación del cadáver y el diagnóstico de la muerte así como otras cuestiones de interés en la investigación antropológico forense.